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índice 25 a 31 de JULHO de´11

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Em destaque Festival dos Oceanos | Pág. 3

Ar Livre Lisboa Souk | Pág. 6 Siga-nos em http://twitter.com/lisboa_cultural http://www.facebook.com/lisboacultural http://itematicoslisboa.blogspot.com

Cinema Há Cinema na Mouraria | Pág. 7

Ficha técnica

Festivais FUSO - Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa | Pág. 8

Teatro Recordações de Uma Revolução | Pág. 9

Curtas | Pág. 10 Em Agenda | Pág. 11

Mónica Calle em Recordações de Uma Revolução

Edição: CML | Direcção Municipal de Cultura Departamento de Acção Cultural | Divisão de Promoção e Comunicação Cultural Editor: Frederico Bernardino Redacção: Sara Ferreira Designer: Tiago Morais Foto de Capa: Humberto Mouco Contactos: Rua Manuel Marques, 4F, Edifício Utreque - Parque Europa, 1750-171 Lisboa | Tel. 218 170 600 lisboa.cultural@cm-lisboa.pt


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UM MAR DE EVENTOS Debruçada sob o Tejo, com o Atlântico no horizonte, Lisboa é uma capital em constante buliço, mesmo no Verão, quando o calor convida a sair fora de portas. A demonstrar que nada pára a nossa cidade, eis que chega mais uma edição do Festival dos Oceanos, o mais popular evento do Verão lisboeta. Concertos imperdíveis com estrelas nacionais e internacionais, animação de rua e performances por alguns dos mais inovadores e arrojados artistas do mundo e museus de portas abertas noite fora são apenas alguns dos eventos que vão animar Lisboa de 30 de Julho a 13 de Agosto. A abrir as festividades, no Terreiro do Paço, vai estar uma das vozes de referência da soul mundial, a britânica Joss Stone (na foto). Está, pois, na hora de se deixar levar na onda e navegar por mais uma edição do Festival dos Oceanos…


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Ao cair da noite, a 30 de Junho, no Terreiro do Paço, os primeiros acordes a soar vêm da banda indie-rock portuguesa X-Wife. Com uma assinalável carreira no panorama internacional, que já lhes valeu o aplauso de James Murphy e a nomeação para os Prémios MTV, o trio portuense apresenta mais um espectáculo da tournée de promoção do seu último trabalho Infectious Affectional. Depois, a magnânime praça lisboeta será certamente pequena para acolher os milhares de espectadores que não vão querer faltar à actuação de Joss Stone, num espectáculo abrilhantado por um dueto inédito entre a britânica e a cantora e compositora afro-portuguesa Sara Tavares. Ao longo dos 15 dias de Festival dos Oceanos, o Rossio vai ser palco de Luminarium um autêntico universo de luz, concebido através de galerias geométricas inspiradas na arquitectura islâmica e em pormenores das catedrais góticas. Entretanto, na Marina do Parque das Nações, os miúdos vão poder descobrir a Vera Cruz, uma réplica exacta das antigas caravelas portuguesas que dominaram os oceanos; e, nos Jardins do Império, em Belém, temas como os recursos hídricos, a poluição ou a biodiversidade são retratados numa exposição de fotografias assinadas por repórteres premiados da National Geographic. Como é hábito no Festival dos Oceanos, os grandes espectáculos ao ar livre na Praça do Comércio aliam a espectacularidade da produção ao talento dos artistas. Em Waterworld (5 e 6 de Agosto), uma dezena de bailarinos enfrenta uma cascata de água desafiando as leis da gravidade, numa arrojada coreografia concebida por Ivan Manzoni; e em Muaré (12 e 13 de Agosto), um universo fantástico combina ciência e arte ao som da música dos Duchamp Pilots, numa celebração urbana que promete ser muito mais que um concerto de rock. Waterworld


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Nos dias 4 e 11 de Agosto, o festival invade os museus da cidade, que permanecem abertos até às 24 horas, sendo de sugerir uma ida aos Paços do Concelho que, nesses dias proporcionarão quatro visitas guiadas (das 19 às 22 horas), mediante inscrição prévia no local ou através dos telefones 213 236 111/12. A não esquecer também que, de 5 a 7 de Agosto, na Marina do Parque das Nações, é possível visitar o Santa Maria Manuela, um antigo lugre bacalhoeiro de quatro mastros, construído em 1937 pela Companhia União Fabril, hoje transformado num navio de treino de mar que se dedica essencialmente a expedições científicas. No ano de apresentação do Fado a Património Imaterial da Humanidade, o Festival dos Oceanos introduz ainda uma programação especial baseada em concertos inéditos que reúnem no mesmo palco fadistas portugueses e artistas internacionais. António Zambujo e a brasileira Roberta Sá (1 de Agosto); Ana Sofia Varela, a angolana Yami e a cabo-verdiana Ritinha Lobo (3 de Agosto); Ana Moura e o congolês Ray Lema (8 de Agosto); e Maria Ana Bobone (na foto) e a indiana Sonia Shirsat (10 de Agosto), são os protagonistas de quatro noites inesquecíveis no Pátio da Galé. Os espectáculos iniciam-se às 22 horas e são de entrada livre. Frederico Bernardino

Festival dos Oceanos 30 de Julho a 13 de Agosto Programa integral em www.festivaldosoceanos.com


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O ORIENTE EM LISBOA

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ocais situados fora das cidades, onde uma caravana carregada de bens parava e os comerciantes expunham os seus produtos, os souk constituíam-se como os tradicionais mercados árabes. Agora, entre 29 e 31 de Julho, o Castelo de São Jorge transforma-se no Lisboa Souk, um mercado cultural dos mundos exóticos onde pode assistir a danças orientais, performances, comprar artesanato, fazer tatuagens de Henna, massagens ou deliciar-se com sabores do Médio Oriente.

O convite fica feito: suba para um tapete imaginário e viaje até um local de sonhos onde puffs e almofadões o esperam para descansar enquanto saboreia um chá aromático e onde os pratos são apimentados por especiarias trazidas por camelos que atravessaram o mais tórrido dos desertos, deixando-se envolver pela música que acompanha uma sensual dança oriental. Sara Ferreira Lisboa Souk Castelo de São Jorge 29 a 31 de Julho Das 9h às 21h Entrada livre para residentes em Lisboa www.castelodesaojorge.pt


HÁ CINEMA NA MOURARIA Quatro noites de cinema, quatro noites de Fado. É assim, de 28 a 31 de Julho, na Rua da Mouraria, mais precisamente no Edifício do Amparo, ao lado da esquadra da polícia, onde um pátio de tradições remotas acolhe quatro evocações clássicas do cinema português ao fado. Depois do filme, exibido ao ar livre, chegam os fadistas de carne e osso, prolongando-se a comemoração da “canção de Lisboa” noite dentro. A primeira noite de Há Cinema na Mouraria! é dedicada a Fernando Maurício, protagonista do documentário de Diogo Varela Silva O Rei Sem Coroa. O filme traça o percurso deste filho da Mouraria que se tornaria num dos maiores fadistas da sua geração. Depois do filme, a evocação ao “Rei do Fado” continua pela voz de Carlos Borges e Luis Matos. Realizado por Francisco Ribeiro em 1942, O Pátio das Cantigas é certamente um dos filmes mais populares do cinema português, imortalizado pelo talento de Vasco Santana, Laura Alves e António Silva. Após a sessão, dia 29, Ruca Fernandes canta o fado acompanhado por Nuno Estevens (viola) e Bruno Sangreau (guitarra portuguesa).

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cinema

Amália é a grande protagonista da noite de sábado. Em Fado - História de Uma Cantadeira, a diva interpreta uma fadista da classe operária que se torna famosa, rica e abandona o seu bairro e o namorado, regressando alguns anos mais tarde. Ao filme de Perdigão Queiroga segue-se uma homenagem a Amália com as fadistas Liliana e Marifá. O ciclo encerra no domingo com chave de ouro, ou não fosse A Canção de Lisboa, de Cottinelli Telmo, a obra de excelência da comédia portuguesa. Interpretado por Vasco Santana, Beatriz Costa e António Silva, o filme acompanha as peripécias de Vasco Leitão, o estudante de medicina cábula que ficaria imortalizado nos meios fadistas como Vasquinho da Anatomia. A encerrar a noite, cantam Marta Rosa e Carmo Moniz Pereira. Os bilhetes para as sessões de Há Cinema na Mouraria! podem ser adquiridos diariamente na loja da Fundação INATEL, na Rua das Portas de Santo Antão, n.º 2,mas também nos dias do evento, das 19 às 23 horas. As sessões de cinema iniciam-se às 21h45. Frederico Bernardino

Há Cinema na Mouraria! 28 a 31 de Julho Preço: €2,50 ver descontos em www.inatel.pt


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festivais

EM MOVIMENTO

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ejam elas fotográficas, videográficas, fílmicas ou televisivas, não existem imagens fixas. Foi a partir desta premissa que a FUSO - Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa preparou a sua 3.ª edição, a realizar-se entre 26 a 30 de Julho. De acordo com Jacinto Lageira, um dos directores artísticos do festival, “mesmo quando se apresentam como fixas (a fotografia sendo o paradigma desta definição) as imagens estão sempre no tempo, decorrem dentro do tempo, estão na consciência temporal do espectador, e contêm um tempo histórico que é necessariamente diferente para todos (imagens do 25 de Abril de 1974 não têm o mesmo conteúdo para espectadores do 29 de Abril de 1974 e para os espectadores de hoje, sejam eles mais jovens ou não).” E é isso que se espera com a edição deste ano da FUSO, que ao longo de cinco dias, em locais como o BES Arte & Finança, o Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga ou o Claustro do Museu de História Natural, se descubram obras tradicionalmente entendidas como fixas, mas que não o são. Exemplo disso é Underneath (na foto), de Orlando Franco, uma instalação-vídeo onde, através de um plano fixo, uma retroescavadora verte matéria poeirenta para o chão, com a imagem a ser, parcial e alternadamente, consumida pela nuvem de pó, experimentando o espectador as várias relações possíveis do seu corpo no espaço, potenciadas pela natureza da imagem e pela estranheza. Mas, o melhor será mesmo ver com os seus próprios olhos. Sara Ferreira

FUSO – Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa Vários locais 26 a 30 de Julho Entrada livre www.fusovideoarte.com


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teatro

POEMA DA REVOLUÇÃO

Recordações de Uma Revolução é o novo espectáculo de Mónica Calle, inserido no ciclo dedicado ao dramaturgo alemão Heiner Müller, iniciado no primeiro semestre do ano com o tríptico Anúncio de Morte. A partir de A Missão, peça escrita em 1979, a actriz

e encenadora recupera o texto integral de Müller, transformando-o num “intenso e complexo” poema dramático concebido para três actores (Calle, René Vidal e Mário Fernandes) que se desdobram num acutilante jogo de construção de máscaras. Pensado inicialmente por Mónica Calle enquanto monólogo, o espectáculo introduz, em estreia, dois jovens actores provenientes do grupo de teatro que a Casa Conveniente desenvolveu ao longo do último ano e meio no Estabelecimento Prisional de Vale de Judeus. No final, como “uma mensagem de esperança”, as danças de rua invadem o espaço com sete bailarinos coreografados por Wilson Magalhães, líder do projecto 12 Macacos. Frederico Bernardino

Recordações de uma Revolução Enc. Mónica Calle Casa Conveniente Diariamente | 20h e 22h Até 31 de Julho Preço: €10 e €7 (com desconto) Informações e reservas T. 963511971 / 917705762

© Humberto Mouco

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ebuisson, Galloudec e Sasportas são três emissários da Convenção Francesa destacados para uma missão na Jamaica. Chegam em nome da “pátria da revolução”, erguendo o estandarte da liberdade, igualdade e fraternidade perante uma revolta de escravos contra o jugo colonialista britânico. Mas, “a revolução cansa”, e dá-se a traição. Anuncia-se o Império que varre a República, e “os traidores passam bem enquanto os povos se esvaem em sangue”.


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curtas

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Cinema Português já tem Academia No passado dia 8 de Julho, passou a estar oficialmente constituída a Academia Portuguesa das Artes e Ciências Cinematográficas (APC). À semelhança do que sucede com as congéneres internacionais, a Academia propõe apoiar e promover a actividade cinematográfica portuguesa, quer ao nível nacional quer internacional. Para além de inscrever nos seus estatutos o intercâmbio entre os profissionais do sector e o desenvolvimento de estudos científicos e investigação na área do cinema, a ACP pretende instituir prémios anuais para a produção nacional. A Comissão Instaladora é constituída, entre outros, pelos realizadores Miguel Gonçalves Mendes, Fernando Vendrell e António Ferreira. Amadeus abre temporada no D. Maria II A peça de Peter Schaffer Amadeus abre a Temporada 2011/2012 do Teatro Nacional D. Maria II (TNDM). Com encenação do britânico Tim Carroll, o espectáculo marca o regresso do actor (e director artístico do TNDM) Diogo Infante aos palcos, e tem estreia marcada para 8 de Setembro. Na nova temporada destacam-se Quem Tem Medo de Virginia Woolf, de Edward Albee, com Maria João Luis e Virgílio Castelo; A Morte de Danton, de George Buchner, com encenação de Jorge Silva Melo; ou Lear, uma nova versão de Rei Lear, de Shakespeare, protagonizada por Eunice Muñoz. As sessões da noite no TNDM passam, a partir de Setembro, a iniciar-se às 21 horas (Sala Garret) e 21h15 (Sala Estúdio).

Abertas inscrições para Residência de Criação Literária no Canadá O Clube Português de Artes e Ideias (CPAI) e o Conseil des Arts et des Lettres du Québec lançaram um concurso na área da literatura, com vista a seleccionar um escritor português para uma residência de criação literária a realizar na cidade de Montreal, no Canadá. O candidato português seleccionado realizará uma estadia de criação literária durante dois meses, a decorrer em 2011 ou 2012, sendo para o efeito atribuída uma bolsa de 4.000$ CAD, cerca de 2.900 euros. As candidaturas deverão ser apresentadas até 29 de Julho no CPAI (Largo Rafael Bordalo Pinheiro, 29, 2º, em Lisboa), podendo o regulamento integral do concurso ser consultado em www.artesideias.com.

Festival de Cinema de Locarno exibe filmes portugueses A decorrer de 3 a 13 de Agosto, o Festival de Cinema de Locarno, que tem como presidente do júri o produtor Paulo Branco, vai apresentar três filmes portugueses: Liberdade, de Gabriel Abrantes (realizador premiado no ano passado com o Leopardo de Ouro por History of Mutual Respect) e Benjamin Crotty, e Alvorada Vermelha, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, vão ser exibidos na secção Pardi di Domani; enquanto É na Terra Não é na Lua, de Gonçalo Tocha, integra a secção Concorso Cineasti del Presente, dedicada à descoberta do “novo jovem cinema”. O Festival de Cinema de Locarno, na Suíça, é um dos mais antigos da Europa, assinalando-se este ano a sua 64.ª edição.


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:::Dança::: O Lago dos Cisnes Considerado o mais espectacular dos bailados clássicos, repleto de romantismo e beleza, O Lago dos Cisnes regressa ao Teatro Tivoli numa nova versão do Ballet Estatal Russo de Moscovo, companhia subsidiária do teatro Bolshoi. Originalmente coreografada por Marius Petipa e Lev Ivanove, O Lago dos Cisnes estreou no Teatro Maryinsky de São Petersburgo a 8 de Fevereiro de 1885, com Pierina Legnani no papel duplo de OdetteOdille. Nesta versão, os sumptuosos cenários, os maravilhosos figurinos e a deslumbrante música de Tchaikovski vão arrebatar o público no próximo dia 28 de Julho, às 21h30.

Exposições - Aqui retratam-se pessoas | Até 26 de Julho | Biblioteca-Museu República e Resistência – Espaço Grandella | Estrada de Benfica, 419 217 712 310 - Dança na Terra | Pintura de Maria Dulce Martins | Até 30 de Julho Biblioteca Municipal por Timor | http://blx.cm-lisboa.pt - 2 Faces | Ilustração e fotografia | Até 31 de Julho | Cinema São Jorge www.projecto2faces.com - Coming Ashore | Instalações de Inês Amado e de Sonia Boyce Projecto CONTENTORES | Até 31 de Julho | Praça do Império, junto ao Centro Cultural de Belém - Pequenos Pessoas | Até 31 de Agosto | Casa Fernando Pessoa http://mundopessoa.blogs.sapo.pt

:::Exposições:::

- Hemeroteca Municipal de Lisboa: História e Património | Mostra documental | Até 31 de Agosto | Átrio e escadaria da Hemeroteca Municipal de Lisboa | http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt

Urban Africa Desde bairros suburbanos, aglomerados clandestinos ou paisagens urbanas, David Adjaye captou as características mais marcantes de 52 cidades capitais. Para quem ainda não viu, Urban Africa – Uma viagem fotográfica por David Adjaye está a entrar na recta final. Até 31 de Julho, no Pavilhão Preto do Museu da Cidade. A entrada é livre.

- A João Guimarães Rosa: fotografias de Maureen Bisilliat | Até 1 de Setembro | Casa Fernando Pessoa | http://mundopessoa.blogs.sapo.pt - Resto | De Ramiro Guerreiro | Até 4 de Setembro | Pavilhão Branco do Museu da Cidade - Exposição de Finalistas de Pintura 09’10 | Até 4 de Setembro Galeria Palácio Galveias | Campo Pequeno | 21 817 05 34 - Ruin’Arte | Fotografia de Gastão de Brito e Silva | Até meados de Setembro | Museu do Teatro Romano | Pátio do Aljube, 5 | 21 882 03 20

Lago dos Cisnes O Outro


© Francisco Levita

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:::EXPOSIçÕES::: Festival ao Largo Uma coisa em forma de assim e Noite de ronda foram os espectáculos escolhidos para encerrar o Festival ao Largo que, depois de um mês de intensa programação, chega ao fim. O primeiro é uma co-criação dos coreógrafos Clara Andermatt, Francisco Camacho, Benvindo Fonseca, Rui Lopes Graça, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Olga Roriz, Madalena Victorino e Vasco Wellenkamp, que pode ver nos dias 27 e 28 de Julho. Noite de ronda marca o regresso de Olga Roriz à Companhia Nacional de Bailado. Um espectáculo criado de raiz para os bailarinos da companhia que pode ver a 30 e 31 Julho. A entrada é livre.

- Ecos do Fado na Arte Portuguesa, Séculos XIX-XXI | Até 17 de Setembro | Sala do Risco do Pátio da Galé | Rua do Arsenal, 23 | 21 882 34 70 - Play | Até 18 de Setembro | Galeria Quadrum | Rua Alberto Oliveira, Palácio dos Coruchéus 52 | 218 170 534 - M&M – MNAA/MUDE Artes e Design | Museu Nacional de Arte Antiga até 2 de Outubro | MUDE – até 4 de Setembro | www.mude.pt - A Voz das Vítimas | Até 5 de Outubro | Antiga Cadeia do Aljube Rua Augusto Rosa, n.º 42, à Sé - Retratos em Barro | Até 23 de Outubro | Entrada livre | Galeria do Museu Rafael Bordalo Pinheiro | Campo Grande, 382 | 21 817 06 71 - Duarte Pacheco – Do Técnico ao Terreiro do Paço | Até 23 de Novembro | Entrada livre | Instituto Superior Técnico de Lisboa | Átrio do pavilhão central | 218 417 622

:::Teatro:::

Música - OutJazz | Até Setembro | Vários locais | Entrada livre | www.ncs.pt Teatro - Especialistas | dramaturgia de Natália Luiza | encenação de Miguel Seabra Teatro Meridional | Até 7 de Agosto outros eventos - Debate A República e o Desporto | 25 de Julho | 16h30 | Sala do Arquivo da Câmara Municipal de Lisboa

Purga

Purga Purga marca a estreia nos palcos portugueses do trabalho da escritora e dramaturga fino-estoniana Sofi Oksanen e o regresso aos palcos num papel principal da actriz Irene Cruz. Uma peça que, para o encenador João Lourenço, é “um retrato de mulheres que perdem família, amor, liberdade, auto-estima, e se tornam capazes de fazer, também elas, coisas terríveis perante circunstâncias extremas”. Para ver, no Teatro Aberto, até 31 de Julho.


Lisboa Cultural 222