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índice 11 a 17 de ABRIL de´11

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Em destaque | 8 1/2 Festa do Cinema Italiano | Pág. 3

Entrevista | Stefano Savio (director do 8 1/2) | Pág. 5

Efemérides | Dia Internacional dos Monumentos e Sítios | Pág. 7

Siga-nos em http://twitter.com/lisboa_cultural http://www.facebook.com/lisboacultural http://itematicoslisboa.blogspot.com

Ar Livre | Mercado da Primavera | Pág. 9

Festivais | Festival NetaudioLX | Pág. 10

Curtas | Pág. 11 Em Agenda | Pág. 12

Ficha técnica

Teatro | Closer | Pág. 8 Edição: CML | Direcção Municipal de Cultura | Divisão de Programação e Divulgação Cultural Editor: Frederico Bernardino Redacção: Sara Ferreira, Susy Silva Design Gráfico e Paginação: Rute Figueira Capa: foto Carlos Didelet , adaptado por Rute Figueira Contactos: Rua Manuel Marques, 4F, Edifício Utreque - Parque Europa, 1750-171 Lisboa | Tel. 218 170 600 lisboa.cultural@cm-lisboa.pt


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destaque

BELLA ITALIA Pode não parecer mas a indústria cinematográfica italiana continua a ser uma das mais profícuas do mundo, com a actual produção anual a rondar em média mais de uma centena de títulos de longametragem. Oferecendo um panorama bem ilustrativo da vitalidade criativa dos cineastas transalpinos ao longo de 2010, a quarta edição do 8 ½ - Festa do Cinema Italiano elege a comédia para propor um olhar sobre os vícios e as virtudes da Itália contemporânea, uma tradição que remonta a autores tão importantes como Ettore Scola, Dino Risi ou Mário Monicelli, cineastas a redescobrir nesta edição. O 8 ½ passa por Lisboa, entre 14 e 21 de Abril, seguindo depois para Coimbra, Porto e Funchal. A comédia La Prima Cosa Bella, de Paolo Virzí, faz as honras de abertura da mostra, dia 15, no Cinema Monumental. La Prima Cosa Bella


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destaque

U

ma festa de cinema não tem, necessariamente, de começar com um filme. Assim, o 8 ½ arranca, na próxima quinta-feira, na Escola de Música do Conservatório Nacional, com um encontro entre dois conceituados pianistas, detentores de um vasto e relevante reportório de composição para cinema: Ludovico Einaudi e Bernardo Sassetti. A importância da relação entre música e imagem em movimento (que, certamente, estará muito presente no encontro entre Einaudi e Sassetti) ganha nesta edição o direito a uma nova secção, exclusivamente dedicada ao videoclip produzido para a moderna música italiana. Mas, nesta Festa é o cinema quem mais ordena e, tal como no ano passado, há uma secção competitiva a reunir sete longas-metragens representativas do melhor que se produziu em Itália no ano transacto. Paralelamente, na secção Panorama, o público português poderá ficar a conhecer os filmes que mais impacto surtiram nas salas de cinema italianas recentemente, destacando-se a comédia de Giulio Manfredonia Qualunquemente ou a adaptação do bestseller de Paolo Giordano A Solidão dos Números Primos, por Saverio Constanzo.

8 ½ Festa do Cinema Italiano 14 a 21 Abril Cinema Medeia Monumental, Espaço Nimas, Cinemateca Nacional

Passion

www.festadocinemaitaliano.com

Com a comédia como género a homenagear, o 8 ½, numa colaboração com a Cinemateca Nacional, propõe ainda a re-descoberta de obras-primas de Dino Risi (I Mostri e Il Sorpasso), Luigi Comencini (Tutti a Casa), Antonio Pietrangeli (Io La Conoscevo Bene), Ettore Scola (Una Giornata Particolare), Mario Monicelli (Bricaleone alle Crociate) e Pietro Germi (Divorzio all´Italiana). Outro momento incontornável da Festa é uma retrospectiva da ZeLIG, uma das mais conceituadas escolas de cinema documental de Itália. Frederico Bernardino


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entrevista

Apesar da crise, a Festa do Cinema Italiano (8 ½) resiste e apresenta este ano uma programação ainda mais extensa, dando um particular destaque ao documentário, às curtasmetragens e até ao videoclip, área de experimentação por excelência dos novos valores do cinema transalpino. Na semana em que começa mais um 8 ½, falámos com Stefano Savio, o director artístico da mostra.

Carlos Didelet

Como é que o 8 ½ , uma mostra de cinema italiano, consegue resistir num cenário de crise? Acima de tudo, os efeitos da crise não foram tão sentidos nesta edição porque os nossos fundos vêm maioritariamente de entidades privadas. Não dependermos relevantemente de fundos públicos tem permitido que o festival vá conquistando novas dinâmicas e até alargando a sua programação num cenário tão complicado. Depois, ao aliar na nossa programação títulos autorais a outros de carácter mais popular tem sido permitido alargar a nossa visibilidade a um público cada vez mais numeroso.

Stefano Savio

Mas, deve ser muito difícil organizar uma iniciativa destas com poucos apoios públicos … É muito difícil mas, desde 2008, quando fizemos a primeira edição, que assumimos esse desafio. Acima de tudo, o que temos procurado é criar dinâmicas constantes capazes de atrair patrocinadores privados sem com isso negarmos a prestação de um serviço público de divulgação de uma cinematografia que, hoje, não é muito acessível aos espectadores portugueses. E, nos últimos anos, sentimos que graças ao 8 ½ foi possível promover a exibição comercial de alguns filmes italianos que, de outro modo, não teriam chegado às salas portuguesas.


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entrevista

Carlos Didelet

À semelhança da Festa do Cinema Francês, o 8 ½ parte em itinerância, chegando a outras cidades do país. Como é que, fora de Lisboa, o público acolhe um cinema italiano que não goza da popularidade de outros tempos? É verdade que o cinema italiano não tem actualmente a popularidade de outrora, daí termos, desde o primeiro momento, jogado com uma certa evocação dessa idade de ouro, a começar pelo título do festival, 8 ½, aludindo a Fellini. Essa menção começou por ser uma chamada a um público mais nostálgico do “velho” cinema italiano que, graças à nossa parceria com a Cinemateca Nacional, reencontra esses grandes filmes nas nossas retrospectivas. Ao sairmos de Lisboa é possível levar o cinema italiano a outros públicos e permitir a diversas gerações descobrir o “velho” e o novo cinema italiano. Este ano vamos a Coimbra, onde a maior parte do público é universitário, à Fundação Serralves, no Porto, onde apostaremos em títulos mais autorais para um público mais seleccionado, e ao Funchal, onde encontraremos um público mais generalista.

omíd o n i n o c s u de Berll o i reenl ó a p á o t n s o e m o n o Apesar d ios, o cinema italia mais livre, e nio dos meeu espaço, um espaço m crescendo contrar o s e-se numa produção e isso reflect

Há cerca de uma década atrás, Ettore Scola considerava que o cinema italiano era vítima de “berllusconização”, uma “doença que o está a liquidar”. Hoje, Berllusconi continua no poder, mas a produção cresceu e emergem novos valores... O grande problema do cinema italiano era a dependência criada pela televisão. Quando chegou ao poder pela primeira vez, Sílvio Berllusconi juntou às suas redes de produção, exibição e distribuição, os canais públicos, provocando um acentuado domínio da televisão sobre o cinema. Os filmes em Itália eram obrigados, para garantir a sua exibição, a criar referências televisivas. De há cerca de dez anos para cá, o cinema foi perdendo relevância nos canais generalistas e, ao mesmo tempo, com os canais por cabo, mas também com a internet, nomeadamente com as redes sociais, o cinema encontrou novos formas de chegar ao público. Apesar do monopólio de Berllusconi no domínio dos meios, o cinema italiano está a reencontrar o seu espaço, um espaço mais livre, e isso reflectese numa produção em crescendo apesar de tantas dificuldades. FB


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efeméride

H2 = CULTURA + PATRIMÓNIO o

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Portugal, pela sua localização geográfica, tem mantido ao longo da História uma relação muito próxima com a água, realidade presente na paisagem em moinhos de água, barragens, fontes e fontanários, pontes ou estâncias termais. A responsabilidade de zelar pela sua conservação, preservação e protecção dá verdadeira importância do tema escolhido para o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, sublinhada numa programação a nível nacional. Em Lisboa, destacam-se os percursos organizados pelo Museu da Cidade nas áreas das antigas nascentes de Alfama ou um ateliê para famílias sobre a importância da água, dirigido pelo serviço educativo do Museu da Marioneta. Susy Silva Programação Integral www.igespar.pt

Francisco Levita

Conselho Internacional dos Monumentos e dos Sítios (ICOMOS), organização nãogovernamental internacional dedicada à conservação, protecção e valorização dos monumentos, conjuntos e sítios de todo o mundo, deliberou a 18 de Abril de 1982 que este seria o Dia Internacional dos Monumentos e dos Sítios. O objectivo é abalar convicções e chamar a atenção do público para a diversidade e vulnerabilidade deste património, bem como para o esforço envolvido na sua protecção e conservação. Os temas são sugeridos anualmente por esta instituição, e este ano a Água, enquanto cultura e património, tem o papel principal no debate.


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teatro

O AMOR QUE NOS SEPARA

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atrick Marber, dramaturgo britânico, “roubou” aos Joy Division o título da sua peça mais famosa, Closer. Em 1999, o Teatro Aberto estreava o texto em Portugal, intitulando-o Quase. Seria, porém, a adaptação ao cinema por Mike Nichols, em 2004, a tornar Closer um fenómeno de culto, inscrevendo o texto de Marber como uma referência incontornável da dramaturgia contemporânea. Agora, respondendo ao desafio de Ângela Pinto, o encenador Jorge Fraga recupera a versão de João Lourenço e Vera San Payo de Lemos e, com produção da Tenda, leva ao Teatro da Comuna uma leitura muito particular da famosa peça de Patrick Marber. Closer Encenação de Fraga Teatro da Comuna Terça a sábado | 21h30 Domingo | 16h Até 8 de Maio Preços: 5€ a 10€ Noites no Teatro 15 Abril Grátis p/ estudantes marcações 218 706 600

Sublinhando sempre “o trabalho do actor como grande protagonista”, Fraga vê Closer como um mural a quatro sobre a estratificação social na sociedade inglesa. “Este texto não se limita a tratar somente questões para-sexuais, já que cada personagem retrata um certo modo de ser e parecer muito ligado à classe social de onde

provém”, assegura. Apesar de Closer girar em torno dos binómios amorsexo e verdade-mentira, o que “torna tudo fascinante é a forma como estas quatro personagens se despojam e se revelam em camadas, como se descascássemos uma cebola”. Interpretado por Ângela Pinto, Margarida Cardeal, Gonçalo Ferreira e Hélder Gamboa, a direcção de Fraga assume dissociar-se da versão cinematográfica de Closer, “não só porque as linguagens do teatro e do cinema são incomparáveis, mas porque o filme tem muito pouco a ver com o texto”. Acima de tudo, o encenador assegura que este é um espectáculo de “palavra”, onde tudo é “feito de detalhes” que possam transportar o público para “esse jogo fascinante entre quatro actores, em cena e contra-cena”, na construção de personagens que ambicionam “ser amadas para serem felizes”. Mesmo que, como na canção dos Joy Division, ser tantas vezes “o amor que nos separa”. Frederico Bernardino


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ar livre

tradição EM MERCADO DO SÉCulo XXI

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partir da colecção dos Bonecos do TOM e Dalila Braga, o Museu de Arte Popular (MAP) resgata memórias antigas e cria um Mercado da Primavera do século XXI. Com Os Nossos Bonecos – Memórias do Mercado da Primavera, a realizar-se entre 15 e 17 de Abril, o MAP dá a conhecer várias construções populares do universo dos bonecos, sustentadas quer em versões mais essencialistas e tradicionais, quer em modelos inseridos no âmbito dos chamados arts and crafts contemporâneos.

Os Nossos Bonecos Memórias do Mercado da Primavera 15 de Abril 15h às 22h 16 de Abril 10h às 22h 17 de Abril 10h às 18h www.map.imc-ip.pt

A par da promoção e valorização dos artesãos nacionais, que encontram aqui um espaço próprio para divulgar o seu trabalho, o Museu preparou ainda uma série de actividades paralelas, como a actuação do Grupo de Danças e Cantares do Minho, da Escola de Música Juventude de Mafra ou do Rancho Folclórico e Etnográfico de Mugideira; ou a realização de workshops vários dirigidos a crianças, jovens e adultos que decorrerão, no exterior do MAP, com o objectivo de proporcionar ao público a possibilidade de experimentar técnicas e materiais relacionados com o contexto específico do Mercado da Primavera. Sara Ferreira


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festivais

O FESTIVAL DA CULTURA LIVRE

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á um novo festival na cidade. É o NetaudioLx – festival de música distribuída gratuitamente na internet. Entre 14 e 16 de Abril, o Cinema São Jorge e o Clube Ferroviário vão receber concertos, debates e workshops num esforço de aproximação do tema e do conceito a um público mais alargado. O festival foi criado no âmbito da II edição do Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Lisboa. Procurar respostas a questões como sobreviver e publicar o trabalho artístico numa netlabel; como funcionará no futuro o copyright; conceitos como copyleft ou netaudio vão ser abordados ao longo do festival, com a apresentação de casos práticos de artistas, companhias e marcas.

NetaudioLx Cinema São Jorge Clube Ferroviário 14 a 16 de Abril Entrada Livre www.netaudiolx.net

Destacam-se workshops de Peter Kirn (como utilizar as ferramentas multimédia para a criação conteúdos artísticos inter-disciplinares), Marco Donnarumma, Fernando Ogata da MiMi Records e Filipe Cruz da Enough Records e concertos de Brett Domino Trio ou Comfort Fit (na festa de encerramento, no Clube Ferroviário). Durante o evento, haverá ainda tempo para o lançamento do último álbum do artista experimental D´Incise e da editora de hip-hop nacional Headstart Records como netlabel. Susy Silva


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curtas

Quinta Pedagógica de parabéns Inaugurada a 16 de Abril de 1996, a Quinta Pedagógica dos Olivais comemora este ano o seu 15.º aniversário. Com cerca de dois hectares, na Quinta é possível viver momentos únicos, participar nas actividades diárias de uma quinta como a lavoura, tratar dos animais domésticos ou descobrir e viver os percursos do pão, entre tantas outras. Para assinalar a data, a Quinta preparou muitas surpresas, convidando todos a passarem o dia em comunhão com a natureza.

Indie 2011 apresentado à imprensa A 8.ª edição do IndieLisboa – Festival Internacional de Cinema Independente foi apresentada no passado dia 5, na Galeria do Palácio Galveias. Em ano de crise, os directores do festival quiseram sublinhar o esforço feito pela organização de modo a não afectar a qualidade da programação. Na cerimónia, esteve presente a vereadora Catarina Vaz Pinto em representação da Câmara Municipal de Lisboa, principal instituição pública a suportar um dos mais importantes festivais de cinema do país. O Indie decorre entre 5 e 15 de Maio, no Cinema São Jorge, Teatro do Bairro, Culturgest e Cinemateca Portuguesa.

Oceanário de Lisboa com novo edifício Com projecto do arquitecto Pedro Campos Costa, inaugurou no passado dia 7 de Abril, no Oceanário de Lisboa, o Edifício do Mar, onde é possível ver mais de quatro mil peças artísticas em cerâmica simulando escamas, da autoria de Toni Cumell. O novo edifício do Oceanário, que em 2010 foi dos equipamentos mais visitados na capital (950 mil pessoas), possui ainda uma sala para exposições temporárias, um anfiteatro e um restaurante.

CML promove visitas aos Tesouros da Arqueologia Apesar de pouco conhecida e divulgada, a história remota de Lisboa, i.e. pré-histórica e pré-romana, é rica em peças e artefactos que se guardam nalguns dos mais importantes museus da cidade. Verdadeiros tesouros, alguns, fundamentais para a compreensão dessas épocas longínquas, outros, raramente são vistos em conjunto. Com esse propósito, a CML, através do projecto Visitas Comentadas, programou Tesouros da Arqueologia, um percurso que junta visitas a museus como o Museu Geológico de Lisboa e o Museu Nacional de Arqueologia, a passeios pelos locais fundamentais da Lisboa da ProtoHistória, das Ruínas do Carmo à Rua dos Correeiros. Mais informações em: http://itematicoslisboa.blogspot.com.


Ciclos e conferências - Ciclo Lénine e a Democracia | A Democracia liberta-se, com Filipe Diniz, Levy Baptista e Domingos Mealha | 13 de Abril | 17h30 | Biblioteca-Museu República e Resistência – Espaço Grandella - Comunidade de Leitores | Ficção & Memórias Jornalísticas na I República | Mataram o Sidónio (2010), de Francisco Moita Flores | 14 de Abril | 18h | Sala do Espelho da Hemeroteca Municipal de Lisboa | http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt

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em agenda :::Exposições::: Lisboa, da Avenida Dona Amélia à Almirante Reis

- As Prisões do Estado Novo: um roteiro de repressão | 16 de Abril | 16h | BibliotecaMuseu República e Resistência - Espaço Cidade Universitária

O Núcleo Fotográfico do Arquivo Municipal de Lisboa apresenta uma exposição de fotografias dos séculos XIX a XXI, onde pode ficar a conhecer o projecto de 1877 para a Avenida Almirante Reis, anteriormente conhecida como Avenida D. Amélia, cuja denominação foi alterada em homenagem a um grande político e militar republicano que chefiou a armada durante a Revolução, o Almirante Carlos Cândido dos Reis (18521910). Até 16 de Julho.

Exposições - Olha por mim | Pintura de Mirtilo Gomes | Até 15 de Abril | Edifício dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa | Av. Afonso Costa, 41 – Olaias - Saloio | De Carla Filipe | Até 24 de Abril | Estufa Circular da Tapada das Necessidades Entrada livre | 21 817 05 34 - “Eu fui uma testemunha” – O 5 de Outubro em Lisboa | Até 29 de Abril | Galeria de Exposições dos Paços do Concelho - Todos os rostos, pintura de José David | Até 30 de Abril | Casa Fernando Pessoa http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt

:::Festivais::: Festival Arte Mais

- Stuart Carvalhaes na Colecção da Hemeroteca de Lisboa | Até 30 de Abril Hemeroteca Municipal de Lisboa | http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt

Um festival das pessoas e para as pessoas, com a arte a fazer a ligação entre diferentes culturas, gerações e perspectivas. Assim é o Festival Arte Mais 2011, que este ano se realiza entre 14 e 17 de Abril, no Bairro Alto. Com um vasto programa de ideias e propostas – workshops, concertos, debates, teatro, dança, artes plásticas, poesia, exposições, feira de artesanato e jogos tradicionais – todos os eventos são gratuitos. Mais informação em http:// maiscidadania.eu.

- Coimbra 99 | Até 30 de Abril | Biblioteca-Museu República e Resistência - Cidade Universitária | Rua Alberto de Sousa, 10 A | 217 802 760 - Camané | Exposição alusiva ao percurso artístico do fadista | Até 8 de Maio | Museu do Fado | www.museudofado.pt - Transporto sempre uma viagem | Até 8 de Maio | Galeria Quadrum - Livros sem idade | Até 16 de Maio | Biblioteca Municipal Palácio Galveias | Campo Pequeno | 217 803 020 - Vicente | Cerâmica de António Vasconcelos Lapa | Até 22 de Maio | Museu Bordalo Pinheiro Lisboa, da Avenida Dona Amélia à Almirante Reis


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em agenda

T EATRO

:::Teatro:::

- Ivanov, de Anton Tchekov | 13 a 17 de Abril | Maria Matos Teatro Municipal | www.teatromariamatos.pt - O Álbum de Família | Encenação de Tiago Torres da Silva | Teatro Aberto | www.teatroaberto.com - Um Conto no Castelo | Até Maio, ao primeiro sábado de cada mês | Sala Ogival do Castelo de S. Jorge | 16h | Marcação prévia através do nº 218 800 620 ou do e-mail: backoffice@castelodesaojorge.pt

Outros eventos - Oficinas Criativas da Páscoa | 11 a 14 de Abril | Das 10h às 12h | Casa Fernando Pessoa | Entrada gratuita | Marcação prévia através do n.º 213 913 270 ou dos e-mails ritalemos@cm-lisboa.pt e mariajoao.marcelino@cm-lisboa.pt - A Bíblia, Coisa Curiosa | Última sessão - Bíblia & Poesia, com João Lourenço, Luís Marques, Adília Lopes, Armando Silva Carvalho, Mário Avelar, Pedro Braga Falcão e José Tolentino Mendonça | 14 de Abril | 18h | Entrada livre | Casa Fernando Pessoa www.mundopessoa.blogs.sapo.pt - Danças com História – Da Country Dance à la Volta na Corte dos Tudor | 17 de Abril | 11h | Castelo de São Jorge Inscrição prévia: 218 800 620 - Ler em todo o lado | Até 29 de Abril | Bibliotecas Municipais de Lisboa | http://blx.cm-lisboa.pt - Mais mercado em Campo de Ourique | Aos sábados | Mercado de Campo de Ourique | Rua Coelho da Rocha

A Lua de Maria Sem

A Lua de Maria Sem Um espectáculo teatral que alia a palavra ao fado. Assim é A Lua de Maria Sem, uma peça que tem como ponto de partida os fados de Alfredo Marceneiro e como protagonistas a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, e a actriz Maria João Luís, unindo assim a palavra cantada à palavra dita. João Monge, conhecido letrista, foi o responsável pela concepção deste espectáculo musical que sobe ao palco do São Luiz Teatro Municipal entre 14 e 17 de Abril.

:::Encontros::: Clube da Palavra Mostrar o melhor da palavra em português: do Chiado à Cova da Moura, de Ipanema à Baía de Luanda, é o objectivo das Produções Fictícias para este Clube da Palavra, que junta em palco intérpretes de várias áreas de expressão artística. António Poppe, Couple Coffee, JP Simões, Social Smokers e António Jorge Gonçalves, sobem ao palco do Jardim de Inverno do São Luiz Teatro Municipal, nesta terceira e última edição do Clube, que terá lugar no dia 16 de Abril, pelas 23h30.

Lisboa Cultural 207  

8 1/2 - FESTA DO CINEMA ITALIANO | ENTREVISTA: STEFANO SAVIO (director do 8 1/2) | DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS | CLOSER (teat...

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