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EB 2,3 João Gonçalves Zarco: Homenagem Prof. Lídia Trigo pág.3 Visita Padrão Descobrimentos pág.4 Ajude o seu Educando pág.5 Todos Diferentes pág.7 O Natal na Escola pág.8 Trabalhos de Natal pág.9 Oficina Restauro de Livros pág.10 Aquário na Biblioteca pág.11 Há um Aquário na Biblioteca pág.11

“Espetadas de Frutas” no Jardim de Infância José Martins

Jardim de Infância José Martins: Espetadas de Fruta pág.12 Nova Sala no J. de Infância pág.13 Jardim de Infância Roberto Ivens: Adivinhas pág.14 O que é o Natal? pág.15 EB1 Pinheiro Chagas: Aqui Há Jogos Noite de Natal

pág.16 pág.17

EB1 Roberto Ivens: Notícias da Escola Hoje Fizemos Salame Lenda São Martinho Natal Guloso Aconteceu na Nossa Escola

pág.18 pág.19 pág.20 pág.21 pág.22

Página 12.

EB1 Armando Guerreiro: Biblioteca Escolar pág.23 O Magusto na Nossa Escola pág.24 Aprender a Brincar e… pág.25 Visita Quartel Militar pág.26 O Comboio a Vapor pág.27 Notícias de Linda-a-Velha pág.28 EB D. Pedro V.: As TIC no 4ºB O Nosso Presépio Notícias da Turma Pavilhão do Conhecimento A Menina do Mar Curiosidades Nossa História Martim Moniz e Samurais

pág.29 pág.30 pág.31 pág.32 pág.33 pág.34 pág.35

“Presépio Vivo” na EB 2,3 João Gonçalves Zarco

Página 9. Editores: Professor Marco Costa (EB1 D. Pedro V.) e professora Lina Pelica (EB1

Roberto Ivens)

As TIC como ferramentas de apoio às aprendizagens na EB1 D. Pedro V.

Curiosidades Atenção! pág.36 Com o apoio da Junta de Freguesia de Cruz Quebrada-Dafundo

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Tomámos posse no dia dois de Dezembro na Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) e somos a Comissão Administrativa Provisória que desde esse dia dirige este agrupamento, na sequência da cessação de funções da anterior presidente, professora Manuela Guerra, que se aposentou e a quem desejamos felicidades nesta sua fase de vida. Somos três professoras já com alguns anos de trabalho neste agrupamento e é com prazer que aproveitamos o editorial deste jornal para nos apresentarmos a toda a comunidade escolar: como presidente, a professora Natércia Tavares, e como vice-presidentes as professoras Helena Cruz e Maria dos Anjos Sousa. Saudamos todos os alunos, professores, funcionários e encarregados de educação, apelando a uma participação responsável na vida da escola, que se quer de sucesso. Contamos com todos vós, sem excepção. Connosco podem contar sempre. Um bom ano!

A Comissão Administrativa Provisória

Editores: Lina Pelica Marco Costa

Editora Adjunta: Maria dos Anjos

Tiragem: 1000 exemplares

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Colaboradores: EB 2,3 João Gonçalves Zarco EB1 D. Pedro V. EB1 Armando Guerreiro EB1 Roberto Ivens EB1 Pinheiro Chagas JI Roberto Ivens JI José Martins

Morada: Rua Quirino Fonseca 1495-678 Cruz Quebrada-Dafundo Tel. 21 4118330 Fax 21 4115230

Sugestões: jornalconta-me@megamail.pt

Impressão: Junta de Freguesia de Linda-a-Velha Junta de Freguesia Cruz Quebrada-Dafundo

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SAUDADE A grandeza de uma escola, de uma empresa, de uma instituição depende das pessoas que aí trabalham com alegria e quando uma delas desaparece os nossos corações ficam tristes. Então nota-se um vazio… uma grande diferença nesse local de trabalho. Foi o que aconteceu na EB 2, 3 J.G.Zarco quando da morte da Professora de Geografia, Maria Lídia Trigo, que tão bem ensinava

Para ela se escreveu e foi lida a seguinte homenagem:

Haja sol E verde E azul, E terra E rios e luar,

Haja amor Família Festa, Gestos, Ternura Oferta, Amigos: Haja gente A querer sonhar.

a sua disciplina e tanto se dedicava aos seus alunos!

Haja Escola E Mundo Novo E lisura no pensar, Água limpa para todos, Crianças, cães Muito povo Paisagem linda sem fogo E estrelas para nos guiar.

Palavras, simples. Sorrindo. Mãos que queriam trabalhar Gostando do que faziam Ai, gostando do que faziam! Frases plenas que sentia, Passinhos quase em corrida. Havia tanto para dar…

Fica a moldura do quadro, As lições a partilhar, Tanta coisa a construir Outro tanto a desfazer E o segredo de não-estar? E a saudade de não-ser?

Haja pontes que não caiam E cidades a florir E mapas de boa sorte Na viagem do adeus, No mistério de partir.

Haverá mais luz no céu Tudo o mais irá passar. Na manhã de cada dia, Caminhar também é Lídia - TRIGO, LÍDIA, GEOGRAFIAEm suspenso em cada olhar.

2, 3 JoãoZarco Gonçalves Zarco EB 2, 3 JoãoEB Gonçalves Da autoria da professora Luísa Manaças Da autoria da professora Luísa Manaças

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A Visita de Estudo ao Padrão dos Descobrimentos

Na quarta-feira, dia 5 de Novembro, eu e os meus colegas do 6ºA fomos visitar o Padrão dos Descobrimentos. Saímos da escola às duas horas e apanhámos o 29 até Belém. Quando chegámos ao Padrão dos Descobrimentos, uma senhora chamada Rita esperava-nos, para nos guiar na visita. Primeiro, fomos ver a rosa-dos-ventos que lá estava representada com os territórios que Portugal conquistou. A seguir, fomos ver as figuras que estavam representadas nas paredes do monumento. Estavam lá o Infante D. Henrique, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, D. Afonso V. e muitos outros. O Padrão dos Descobrimentos foi construído em 1460, em comemoração dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique. No seu interior, falámos de São Vicente e também como era a vida no séc. XV. No final da visita, fomos até ao miradouro. De lá, avistámos a Torre de Belém, o Palácio da Ajuda, o Mosteiro dos Jerónimos, o estádio do Belenenses, a outra margem do rio e até as águas do Tejo a misturarem-se com as águas salgadas do Atlântico.

Aqui fica a participação do aluno:

João Pedro Lobo, 8 de Novembro de 2008-11-19 6º A - Nº 10 Conta-me…

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APOSTE COM ENTUSIASMO NO SUCESSO ESCOLAR DO SEU FILHO!

Actualmente é comum muitos pais sentirem dificuldades na árdua e difícil tarefa de educar. Porém, não existem receitas para educar as crianças. Alguns pais sentem-se inquietos porque segundo eles nem sempre têm o tempo, a paciência, a disponibilidade necessária para educar os filhos, caindo muitas vezes numa filosofia da tolerância que pode correr o risco de se confundir com permissividade, segundo a opinião do psicólogo David Walsh no seu recente livro, intitulado: “Não. Porque precisam de ouvi-lo as crianças. E como hão-de dizê-lo os pais”. De facto, este autor reconhece que, na sociedade actual, ser pai é cada vez mais complicado e exigente. A tarefa de impor limites é desconfortável, exigindo esforço, paciência e muito tempo. Assim, ceder, dizer sempre sim, pode tornar-se mais fácil. Porém, a longo prazo, a carência da aprendizagem e de interiorização das regras e limites vai ser muito prejudicial para as vidas das crianças e jovens. Não se deve confundir compreensão com permissividade. E, também, não se pode pensar que as nossas crianças têm capacidades para imporem limites a si próprias. As crianças necessitam de pais com convicções firmes com quem possam estabelecer os seus próprios limites. David Walsh considera que a melhor forma de evitar conflitos entre pais e filhos é dar a conhecer antecipadamente às crianças, certificando-se de que elas compreenderam, as regras, os limites e os castigos estabelecidos pelos educadores. Depois, devem permanecer firmes e coerentes. Desta forma, as crianças vão desenvolvendo o sentido da responsabilidade, pois sabem perfeitamente que ao infringirem as regras do jogo, sofrerão consequências. É claro que ninguém gosta de ser contrariado e castigado. É normal que o seu filho fique triste, conteste e até faça birra. No entanto, lembre-lhe calmamente os limites e o facto de o castigo ter sido a decisão/escolha dele e retire-se da discussão. Com esta atitude estará a ensinar ao seu filho que, quando não cumpre o acordado, fica sujeito às consequências, sendo ele próprio o responsável pelas suas escolhas. Uma das áreas em que o envolvimento/compromisso dos pais é muito importante é precisamente a área escolar. É essencial acompanhar a escolaridade dos seus filhos, encorajá-los e proporcionar-lhes as condições desejáveis, envolvendo-se a si próprio com entusiasmo.

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Continuação

E relembrando que não existem receitas, aqui deixamos algumas sugestões:

ENCORAJAR É ESSENCIALMENTE REVELAR INTERESSE PELA ESCOLA DURANTE TODA A ESCOLARIDADE:

-

Fazer elogios aos trabalhos em que o seu filho se aplicou;

-

Falar da importância da escola;

-

Incentivar o uso dos recursos disponíveis (biblioteca, centro cultural, etc);

-

Ir às reuniões de Pais convocadas pelo Director(a) de Turma;

-

Afixar os trabalhos escolares;

-

Encorajar o seu filho a envolver-se nas actividades da escola;

-

Não denegrir a imagem da escola diante dos seus filhos;

-

Dar apoio ao seu filho nos trabalhos de casa;

-

Interessar-se, conversar e fazer perguntas sobre o que se passa diariamente na escola;

-

Confiar-lhe responsabilidades adequadas à sua idade e mostrar que tem confiança nele;

-

Mostrar-se contente sempre que o seu filho melhorar as notas, ou tiver obtido sucesso. Quando isso não acontecer, transmitir-lhe que sabe que ele se esforçou mas que ainda não foi o suficiente.

PROPORCIONAR AS CONDIÇÕES DESEJÁVEIS É, ACIMA DE TUDO, FAZER DO SEU LAR UM LOCAL EM QUE SEJA FÁCIL COMUNICAR COM OS OUTROS:

-

Criar hábitos de vida que favoreçam o estudo;

-

Certificar-se de que o seu filho faz uma alimentação adequada à sua idade; -

Assegurar-se de que o seu filho dorme as horas que precisa (cuidado com as televisões no quarto);

-

Controlar a pontualidade do seu filho;

-

Certificar-se de que o seu filho não falta às aulas sem razão;

-

Ensiná-lo a ver programas educativos na televisão;

-

Trocar opiniões com o seu filho sobre os programas vistos;

-

Tentar que ele distribua o tempo de modo equilibrado entre jogos, estudo, actividades físicas, televisão ou computador;

-

Proporcionar-lhe, tanto quanto possível, um “canto” tranquilo para estudar;

-

Evitar fazer comparações entre irmãos, primos ou vizinhos. Cada um dos seus filhos é um ser único com atitudes, sonhos, modos de agir próprios;

Levá-los a passeios e locais que lhe possam proporcionar novos conhecimentos, despertar a sua curiosidade ou educar o seu gosto artístico.

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ENVOLVER-SE É SOBRETUDO ESTAR CONSCIENTE DO SEU PAPEL ESSENCIAL E INSUBSTITUÍVEL, COMO PAI OU MÃE, NA EDUCAÇÃO DOS SEUS FILHOS:

-

Assistir às reuniões de informação organizadas pela escola;

-

Conversar com o(a) Director(a) de Turma com regularidade e não só quando as coisas estão a correr mal;

-

Cooperar com a escola sempre que possível;

-

Colaborar na educação profissional dos seus filhos falando com ele sobre o seu trabalho e sobre o trabalho dos adultos que o rodeiam;

-

Trocar, com os outros pais, impressões sobre os filhos, a escola e sobre estratégias que tiveram êxito;

-

É bom que o seu filho o veja a estudar ou a ler;

Bibliografia : Documento adaptado para Português de La commission des écoles catholiques de Montréal, Canadá, 1985. Walsh, David (2008):”Não. Porque precisam de ouvi-lo as crianças. E como hão-de dize-lo os pais”. Ed. Bizâncio

_______________________________________________________________________ Serviço de Psicologia e Orientação Psicólogas: Paula Abel e Urbela Fernandes

Todos diferentes Amigo, já alguma vez sentiste que não eras capaz de realizar um trabalho, um teste, que naquela aula de Educação Física não foste tão bom quanto gostarias? Pois é… todos nós temos dificuldades, maiores ou menores, mas não é por isso que deves desistir ou apontar o dedo e gozares com algum colega que apresente maiores dificuldades. Pensa que poderias ajudar alguém que a teu lado, esteja a necessitar da tua ajuda. É tão fácil, podias experimentar. E tu, se precisares de ajuda, alguém vai estar lá para o fazer, pensa nisto e boa sorte, arrisca! Um pouco de ajuda não dói, é barato e… ajuda-me! Um convite à cooperação, da colega da Educação Especial, Elsa Cristina.

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na Escola E.B. 2.3 João Gonçalves Zarco Embora os tempos sejam de algum desânimo e desmotivação por parte da grande maioria da classe docente, a época não deixa de ser festiva e mais uma vez os professores respondem com uma “palmada” com o seu trabalho e dedicação à escola. O Departamento de Expressões, este ano, com o acrescentado “sangue novo” das colegas Ana Dias e Isabel d`Orey e todos os restantes professores de Educação Visual e Tecnológica, Educação Visual e Educação Artística e Tecnológica, conjuntamente com as suas turmas e alunos deram cor e luz ao Natal na escola, com a decoração dos vários espaços que a compõem, com árvores de Natal, estrelas, faixas e presépios. As Línguas Estrangeiras (Inglês e Francês) deram igualmente o seu contributo com a exposição de originais postais de Natal, não esquecendo o presépio vivo dinamizado pela boa disposição da colega de Língua Portuguesa, Luísa Manaças, e o Espectáculo de música, textos e canções de Natal ensaiado e preparado pela Língua Portuguesa, Educação Musical, e os professores de Moral e Religião Católica e Evangélica do 2º Ciclo.

Uma escola participada por toda a comunidade, será uma escola viva e o futuro tão colorido quanto o Natal, temos esperança na mudança porque nós trabalhamos e todos merecemos.

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EB2, 3 João Gonçalves Zarco Texto do Professor Filipe Pestana Foto da Professora Isabel Cruz Conta-me…

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EB 2, 3 João Gonçalves Zarco - Professora Ana Dias - Educação Visual e Tecnológica Conta-me…

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HOSPITAL DE LIVROS DOENTES

No pavilhão A da EB 2,3 J.G.Zarco há uma interessante actividade de ocupação de tempos livres que quase passa despercebida, mas que se revela de grande utilidade para a Escola pois os livros da nossa biblioteca escolar rapidamente se degradam ao serem por nós manuseados sem cuidado… Surgiu então em 2007/2008 o Clube «Oficina de conservação e restauro de livros» dirigido pelo Professor Donato Gomes que nos recebe com alegria e nos começa a ensinar os rudimentos básicos da recuperação dos livros. Em tudo o que diz se reflecte um grande amor pela leitura e imenso respeito pelos materiais e pela estética própria de cada livro. E enquanto as nossas mãos estão ocupadas com papel, linha, agulha, tesoura e cola estabelecem-se interessantes conversas num clima de diálogo motivante para os alunos. Imperdível e a visitar, se não conhece e se aprecia a calma, a organização, o reconstruir e a cultura.

EB2, 3 João Gonçalves Zarco Professora Luísa Manaças Conta-me…

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Há um Aquário na biblioteca da Escola E.B. 2.3 João Gonçalves Zarco

No princípio deste ano lectivo, um “projecto” já pensado no ano anterior sob a coordenação do Prof. Carlos Modesto de Ciências e Filipe Câmara Pestana de Artes Visuais onde resolveram montar um aquário de água doce na Biblioteca, que contou com a ajuda preciosa e interessada do aluno Ricardo Palrinhas do 8º D na recolha e captura de algumas “espécies vermelhas” que permanecem no pequeno lago artificial, no espaço exterior da escola junto ao estacionamento. A ideia desta iniciativa será, não só envolver alguns alunos na responsabilização da manutenção do mesmo, assim como proporcionar ao vivo a toda a comunidade escolar o poder desfrutar diariamente, num espaço por excelência nobre, da beleza e cor deste pequeno habitat. Estudar o comportamento dos peixes, as suas formas, manter a qualidade da água (limpeza e PH) entre outras interessantes e fantásticas características. Desde já destacamos a excelente colaboração e interesse manifestado pela Prof. Cristina de Educação Especial e a envolvência do seu aluno Rafael Tavares do 5º A que já se tornou, aliás, o “tratador” oficial destas pequenas espécies coloridas, procurando também embelezar o aquário com vários ornamentos, desde pedras e plantas, entre outros. Na opinião da colega do Ensino Especial poderá ajudar em muito a progressão e desenvolvimento cognitivo do referido aluno e até outros casos semelhantes.

EB2, 3 João Gonçalves Zarco Professor Filipe Pestana

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Está previsto já no 2º Período a criação de um placard de apoio onde se poderão colocar fotografias dos peixes, descrições técnicas, desenhos e pequenos textos. E ainda uma calendarização/mapa dos tratadores e pequenos aquariofilistas que se queiram candidatar e colaborar, responsabilizando-se também pela manutenção deste pequeno habitat artificial. Será um aquário e um projecto em crescendo, aberto à colaboração de todo o agrupamento e quem sabe até apoiado por entidades exteriores. Não estejamos nós tão perto do Aquário Vasco da Gama, que poderá trazer à escola especialistas, proporcionar conferências e debates ou mesmo outras informações nos mais variados suportes (livros, DVD’s, etc.). A calma e beleza da natureza são sem dúvida, nestes atribulados tempos que vivemos, uma terapia necessária. Aproveitemos ainda do que podemos por agora desfrutar e que por segundos poderemos perder pela força nefasta e avassaladora do tão apregoado “choque tecnológico”, as crianças de hoje aos poucos só já conhecem a natureza virtual é assustador esta forma de viver, fechadas entre falsas realidades que bloquearão a longo prazo o instinto natural que as trouxe ao Mundo

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ESPETADAS DE FRUTAS

ESPETADAS DE FRUTAS No dia 16 de Outubro, Dia da Alimentação, a sala 2, do Jardim de Infância José Martins de Linda-aVelha, fez espetadas multicolores de frutas. Aproveitámos para trabalhar o tema da alimentação e desenvolver conceitos matemáticos, formando séries de elementos, que neste caso são pedaços de fruta.

Sala 2 do Jardim de Infância José Martins Educadora Mª João Xavier Conta-me…

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Nova sala de Jardim-de-infância

No dia 16 de Outubro abriu uma nova sala no Jardim-de-infância José Martins. A sala 3 recebe meninos e meninas entre os 3 e os 5 anos e já começámos a fazer os nossos primeiros trabalhos. Alguns deles de Natal.

Boas Festas!

Natal.

Venham visitar-nos e um BOM ANO!

Sala 3 do Jardim de Infância José Martins Educadora Guilhermina Puga

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Os meninos e meninas da sala 1 gostam muito de adivinhas, aqui vão as nossas preferidas: Que é, que é Que cai em pé E corre deitada? (chuva) Qual é coisa Qual é ela Em toda a casa presente Tem costas e pernas E não é gente? (cadeira) Tenho um pé, mas não tenho sapatos Tenho chapéu, mas não tenho cabeça. Quem sou eu? (cogumelo) Qual é a coisa Que é vermelha, avermelhada E caminha no mato E não na estrada? (fogo) No alto vive, no alto mora, no alto tece a sua a teia? (aranha) Causam muitos problemas em alguns contos, quase todas são feias, não usam a vassoura para varrer. (bruxas) Adivinhar, adivinhar Qual é a primeira coisa Que se faz ao acordar? (abrir os olhos) Somos três irmãos diferentes Nenhum de nós bebe, nem come No entanto é nossa missão Dar de comer a quem tem fome. (talheres)

Sala 1 do Jardim de Infância Roberto Ivens Educadora Alexandra Menau

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E PARA TI,

O QUE É O NATAL? O Pai Natal dáme prendas e a minha mãe faz a árvore de Natal! Diogo

Gosto de tudo, no Natal! Rafael Eu gosto do Pai Natal e do meu pai! Spartak Gosto muito do Natal porque estou com a família toda reunida! Bárbara

Gosto das prendas e dos doces! Guilherme Alves

Gosto do Pai Natal não tenho medo! Catarina

O Natal é uma festa e eu andei no trenó do Pai Natal! Guilherme Feio

Gosto de ver o Pai Natal! Gurleen

Eu gosto do Pai Natal, no Natal nasce o menino Jesus, e gosto de bolo-rei! Ana Carolina

Eu dou prendas e recebo prendas! Tiago

Nós fazemos uma festa de Natal! Francisco

Eu andei de carruagem com a minha madrinha e o pai Natal ia a conduzir! Gonçalo

Gosto dos presentes do Pai Natal! Nathaniel Nathaniel

Gosto da árvore de Natal, dos presentes e do Pai Natal com barba! João Pedro

O Pai Natal vem pela chaminé e traz prendas! Alexandre

Eu gosto do presépio e dos doces! Érica

Não gosto do Pai Natal tenho medo, mas gosto da festa! Manuel

Gosto do Pai Natal! Daniel

É estar com a minha família e receber prendas! Guilherme Almeida

É o Pai Natal, prendas e comida com chocolates! Ândria

O Pai Natal é bonito! Thaiz

Os meninos da sala 2, do Jardim de Infância Roberto Ivens, vivem de forma intensa a época festiva do momento ”O Natal”. Festa recheada de tradições, presente na sala de actividades que se transformou num cenário gigante cheio de cor e alegria. Foi neste ambiente de festa que cada criança exprimiu o significado do Natal.

Sala 2 do J.I. Roberto Ivens Educadora Margarida Almeida Conta-me…

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AQUI HÁ JOGOS!!! Depressa! Ajuda o Pai Natal a encontrar o caminho que conduz ao seu trenó, para que ele consiga entregar os presentes antes que o Natal termine!

Pinta as imagens.

Une os pontos de acordo com a ordem dos números e, em seguida, de acordo com a ordem das letras. Quantas letras consegues ver no desenho?

EB1 Pinheiro Chagas – 1º/2º/3º ano Professora Sónia Reis

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EB1 Pinheiro Chagas - 3º e 4º ano Professora Anabela Ferreira

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Neste momento de Paz e Fraternidade, celebramos uma vez mais esta época festiva. Chegámos ao Natal, época em que, como o próprio nome indica, comemoramos o Nascimento de Jesus. É tempo de pensarmos em nós próprios, na nossa família e amigos e nos outros. Devíamos pensar que todos os dias do ano podem ser Natal, em que devemos ajudar o outro.

A nossa escola também se lembrou do Sr. Carlos Jaime como Presidente da Junta de Freguesia e como Comandante dos Bombeiros que tem manifestado muito interesse e colaborado no sentido de tornar a Escola mais agradável e, com isso, melhorar o bem-estar de todos os alunos tornando-os mais felizes.

A Escola deseja-lhe, e a toda a sua Equipa,

um BOM ANO de 2009.

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HOJE FIZEMOS

SALAME

30-10-08

4º - Acrescentámos a manteiga derretida; 1º - Partimos a bolacha «Maria»;

5º - Tivemos que amassar tudo;

2º - Juntámos açúcar;

3º - Adicionámos o chocolate em pó; 6º - Fizemos um rolo que embrulhámos Elaborámos um desenho para

7º - Elaborámos um desenho para registar

re gis ta r.

EB1 Roberto Ivens - 1º ano Professora Carla Lima

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Nós, os alunos do 2º ano da Escola Roberto Ivens, festejámos o dia de S. Martinho com os outros colegas da escola, com o nosso pequeno magusto, mas não quisemos deixar de saber mais sobre este dia. Para tal recolhemos alguns provérbios, adivinhas e quadras que gostaríamos de partilhar convosco.

LENDA DE SÃO MARTINHO

O porquê do "Verão" de S. Martinho? O dia de S. Martinho comemora-se no

dia 11 de Novembro. Diz a lenda que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, viu um velho mendigo cheio de fome e frio, porque estava quase nu. O dia estava chuvoso e frio, e o velhinho estava encharcado. O cavaleiro, chamado Martinho, era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres. Então, ao ver aquele mendigo, ficou cheio de pena e cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada. Depois deu a metade da capa ao mendigo e partiu. Passado algum tempo a chuva parou e apareceu no céu um lindo Sol. ADIVINHAS

1- Tenho camisa e casaco Sem remendo nem buraco Estoiro que nem um foguete Se alguém no lume me Mete

3. Qual a coisa qual é ela Tem três capas de Inverno A segunda é lustrosa A terceira é amargosa

2- Se me rio… de mim sai Uma donzela Mais donzela do que eu Ela vai com quem a leva Eu fico com quem me deu

4. Tem casca bem guardada Ninguém lhe pode mexer Sozinha ou acompanhada Em Novembro nos vem ver

PROVÉRBIOS POPULARES (S. MARTINHO)

- No dia de S. Martinho vai à adega e prova o teu vinho. - Mais vale um castanheiro do que um saco com dinheiro. - Dia de S. Martinho fura o teu pipinho. - Do dia de S. Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o teu bornal. - Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho. - Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho. EB1 Roberto Ivens - 2º ano Professora Maria da Luz Leminhos

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EB1 Roberto Ivens - 3º ano Professora Raquel Salgueiro

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Na nossa escola aconteceu… Os dias 30 e 31 de Outubro, foram dias de actividades formativas em que comemorámos com todos os alunos da escola o Hallowen, designação na língua inglesa para o dia das bruxas. Trata-se de um evento tradicional e cultural nos países anglo-saxónicos mas muito recente no nosso país. Um dia de divertimento, em que se organizam festas, para as quais as pessoas se mascaram de bruxas, fantasmas e monstros. Utilizando o dia das bruxas preparámos um programa completo à volta das abóboras. Desde a compra e oferta por uma avó, passando pela decoração e acabando na sobremesa. Vamos a isso?... Contamos como decorreu… Começamos pela parte mais divertida em que todos os alunos da Escola passaram pela sala de aula da professora Dulce e recortaram uma abóbora em papel, utilizando formas simples, fizemos os olhos e a boca, colámos em cartolina e recortámos com muito cuidado. Já está! Já tínhamos as máscaras para os rapazes. As raparigas recortaram um círculo em cartolina para fazer o chapéu das bruxas e decoraram ao seu gosto pessoal. Fizemos ainda nesta aula de Expressão Plástica figuras assustadoras, monstros, bruxas, fantasmas, morcegos, aranhas, para decorarmos o Espaço onde se ia conviver. Neste dia, com a colaboração de uma avó da sala da Professora Maria da Luz, toda a comunidade Escolar passou pela cozinha da Escola e observou e ouviu a descrição da confecção do delicioso doce de abóbora. Disse a avó que primeiro se abria a abóbora, retirava-se do seu interior as pevides e os fios. Cortava-se aos bocados, retirava-se a casca, pesava-se e colocava-se numa panela com açúcar, juntava-se um pau de canela e cozia em lume brando. Tivemos a oportunidade de ver o miolo de abóbora já na panela e até de mexer com uma colher de pau. Depois, foi só…saborear! Na sala da professora Carla ajudámos também a fazer salame de chocolate com a ajuda de uma mãe e, na sala do 2º ano, além do doce fizemos também com a professora experiências. Com a professora Raquel ouvimos uma história e elaborámos fantoches, alusivos à história, com a orientação da mesma. Durante estas actividades, nós, as crianças, fomos alertadas para os diversos perigos, como o uso da faca, de tesouras, garfos, fogões, detergentes, enfim situações que enquanto pequenos deveremos ter a ajuda do adulto. E lá fomos para casa, à procura de tudo o que era assustador para no dia seguinte celebrarmos com máscaras de horror e comida. No dia 31, uma manhã muito chuvosa, pouca actividade desportiva se fez mas concluímos os trabalhos do dia anterior, decorámos o espaço e representámos uma peça de Teatro, cantámos canções e surpreendemos os professores com truques e travessuras e muitas animações. Ao final da tarde, preparou-se um tabuleiro com o salame, pão, o doce nas tigelas, facas, colheres, pratos e guardanapos. Um verdadeiro petisco! Um lanche delicioso!

EB1 Roberto Ivens - 4º ano Professora Maria Dulce Paraíba

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EB1 Armando Guerreiro – Biblioteca Escolar Professora Ana Pereira

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EB1 Armando Guerreiro - 1º ano Professora Maria de Lurdes Vinagre

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EB1 Armando Guerreiro - 2º ano Professora Manuela Albuquerque

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VISITA AO QUARTEL DE LINDA-A-VELHA

EB1 Armando Guerreiro - 2º ano Professora Elisabete Mestre

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Fevereiro de 2009

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Conta-me… Jornal Escolar do Agrupamento de Escolas João Gonçalves Zarco

EB1 Armando Guerreiro - 3º ano Professora Ana Silva

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Fevereiro de 2009

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EB1 Armando Guerreiro - 4º ano Professora Dilma Ramos

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Fevereiro de 2009

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Conta-me… Jornal Escolar do Agrupamento de Escolas João Gonçalves Zarco

No dia 21 de Janeiro do ano de 2009, os alunos da turma do 4ºB resolveram algumas actividades interactivas na sala de informática da escola. Com estas actividades foi possível aos alunos adquirir conhecimentos referentes à Expansão Marítima Portuguesa e à Situação Económica Portuguesa depois da reconquista. Os alunos responderam a questionários interactivos sobre estes temas e a outras actividades mais lúdicas, tais como, por exemplo, Sopas de Letras.

da EB1 D. Pedro V.

Estas actividades foram criadas pelo professor Marco Costa, especialmente para esta aula, e encontram-se disponíveis na Plataforma de Elearning da Universidade de Aveiro, em: http://cccrie.dte.ua.pt/moodle1/co urse/view.php?id=637

Há mais actividades que poderão ajudar os alunos a aprender as matérias de Língua Portuguesa, Matemática e Estudo do Meio na página de actividades da escola. Para isso bastará entrar na Internet e escrever: http://eb1dpedrov.malha.eu/moodle Conta-me…

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Fevereiro de 2009

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Com a colaboração dos nossos pais e outros familiares, construímos um presépio diferente. Cada um de nós ficou responsável por uma figura. Para a construção da mesma deveríamos utilizar lã, depois foi só juntar uns pozinhos de imaginação, uns dedos de criatividade e eis o nosso presépio…

Não tem pernas, mesmo assim, não há maior andarilho. Não tem braços e onde mexe fica tudo num sarilho. R: O vento.

O que existe três vezes num momento, duas vezes num minuto e só uma vez numa hora? R: A letra “m”.

O que é que o rio tem no princípio e o mar tem no fim? R: A letra “r”.

- Mamã, mamã, os limões têm penas? - Não filho. – responde a mãe. - Caramba! Então estive a espremer o canário!!! (adivinhas e anedotas recolhidas pelos alunos)

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Fevereiro de 2009

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EB1 D. PEDRO V - 3º B -

PROFESSORA ANA CLÁUDIA

“CURTAS” Este ano comemorámos o dia de São Martinho, no dia 11 de Novembro, com as habituais castanhas e com a dramatização da lenda.

No dia 9 de Dezembro fomos ao Teatro Politeama para assistir à peça “O meu Pé de Laranja Lima”, do encenador Rui Luís Brás, baseada na obra do escritor brasileiro José Mauro de Vasconcelos.

“Palavra-Puxa-Palavra”

(Fizemos este trabalho numa aula de Língua Portuguesa e divertimo-nos muito. Experimentem também. Vão ver que é engraçado!) Era uma vez um jardim cheio de flores, Flores muito bonitas, Bonitas como a mãe, Mãe que é só minha, Minha festa de anos, Anos que eu vou fazer, Fazer leite, Leite que a mãe foi comprar, Comprar muitos chocolates, Chocolates muito bons, Bons velhos tempos, Tempos que vou passar com os avós, Avós que têm cabelos brancos, Brancos são os ovos, Ovos que pôs a galinha, Galinha que é namorada do galo, Galo que canta pela manhã, Manhã muito alegre, Alegre é a minha vida, Vida muito boa, Boa noite menino, Menino do meu coração, Coração de melão, Melão doce, Doce como o açúcar, Açúcar que eu vou comer, Comer ao jantar, Jantar e depois deitar!

RECEITA Estamos a compilar um livro de receitas de Natal, de deixar qualquer um com “água na boca”. O livro estará pronto antes do Natal e quem quiser dar uma “espreitadela” pode fazê-lo na nossa sala.

Bolachinhas de Natal  Junte 180g de manteiga e 225g de açúcar mascavado, até obter uma boa mistura.  Adicione 4 avos, 500g de farinha com fermento previamente peneirada, com 75g de chocolate em pó e 1,5 dl de leite.  Envolva bem.  Coloque a massa durante 30m no frigorífico.  Estenda a massa com um rolo numa mesa polvilhada de farinha, corte as bolachinhas e disponha-as num tabuleiro forrado com papel vegetal.  Leve ao forno, a 180ºC, durante 10m.  Polvilhe as bolachas ainda quentes com açúcar.

BOM APETITE!

Os alunos do 3º B desejam a todos um feliz Natal e um ano de 2009 cheio de “coisas boas”!

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Fevereiro de 2009

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A nossa visita de estudo ao Pavilhão do Conhecimento foi muito interessante, do que gostámos mais foi do módulo “Vê, Faz e Aprende”. O que mais Gostei:

3º Ano Turma A

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Professora Anabela Conceição

Fevereiro de 2009

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Fevereiro de 2009

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Curiosidades Sobre a História de Portugal LENDA DO MILAGRE DAS ROSAS Um dia, a Rainha Santa Isabel atravessou o pátio do castelo para ir ao Convento de Santa Clara visitar as freiras e os pobres que lá viviam e encontrou D. Dinis, o seu marido. D. Dinis, desconfiado da esposa, que vinha a segurar as pontas da saia, pensou que ela lhe estivesse a esconder alguma coisa. Na verdade, a rainha vinha da cozinha do palácio com uma bolsa cheia de pão e moedas para dar às freiras e aos pobres. Sendo a Rainha questionada pelo próprio marido, disse que se tratavam de rosas. A Rainha largou as pontas da saia e de lá caíram rosas.

BATALHA DE SÃO MAMEDE A Batalha de São Mamede foi uma luta entre D. Afonso Henriques e a sua mãe, D. Teresa, para lhe tomar o governo do Condado Portucalense (até aqui assumido por D. Teresa). D. Afonso Henriques saiu vitorioso. Esta batalha aconteceu em 1128, perto de Guimarães.

A BATALHA DE ALJUBARROTA Beatriz de Almeida ficou conhecida na História de Portugal como a Padeira de Aljubarrota. Nesta batalha os castelhanos começaram a sentir que iam perder, por isso, resolveram refugiar-se num forno. Quando a padeira ia acender o forno para cozer o pão, ouviu uns barulhos e, pensando que eram ratos, prestou atenção e apercebeu-se da presença dos castelhanos. Resolveu acender o forno e obrigá-los a sair. Quando sentiram calor e fumo, rapidamente saíram do forno, enquanto a padeira os matava com a pá do forno.

4º Ano Conta-me…

Turma A Número 5

Professora Vera Vieira Fevereiro de 2009

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A Lenda de Martim Moniz Era uma vez um militar muito talentoso e também muito defensor do seu reino. No século XII, ou seja na altura de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, esse soldado, de nome Martim Moniz, enfrentou o seu último desafio da vida, ao tentar ajudar D. Afonso Henriques. Um dia, as tropas de D. Afonso Henriques foram conquistar Lisboa, aos mouros e, ao tentar entrar no castelo, viram que as portas estavam fechadas. Então, Martim Moniz viu que uma delas se abriu, arriscou a sua vida para fazer com que D. Afonso Henriques e as suas tropas cristãs conseguissem entrar no castelo. O Problema foi sair, ou seja não conseguiu sair a tempo! Morreu pouco tempo depois de ter sido entalado na porta do castelo. D. Afonso Henriques quis honrar a sua valentia e J sacrifício e ordenou que aquela entrada no castelo o passasse a ter o nome de Martim Moniz. r Eu acho que ele é um dos mais históricos e corajosos g militares da História de Portugal. e Trabalho Colectivo 4º C Professora Antónia Vaz.

A História dos Samurais E d Os Samurais eram declarados pelos Imperadores, de u acordo como combatiam. Eles existiam para defender o Imperador. ar Existiam cerca de 50 Samurais nos Impérios Chineses e Japoneses. Para se ser um Samurai era preciso ser-se forte, rápido e ágil com a sua catana. d Os Samurais eram armados com uma armadura de metal, um capacete de metal com um bico o afiado na ponta e,

também, uma afiada catana. Quando eram atacados, os Samurais protegiam os mestres até à morte. Quando o Imperador saía à rua, vários Samurais faziam uma muralha protectora de imperadores. Se alguém assaltasse o palácio era executado por um Samurai. O que os Samurais gostavam mais era de comer, beber e matar. Quando iam para a guerra, eram a última guarda a atacar. Quando morriam na guerra, eram enterrados nesse mesmo sítio e se eles não obedecessem ao seu chefe eram mortos. Às vezes, eram perdoados mas castigados, fechando-os numa cela durante 2 semanas. Os Samurais eram muitas vezes polícias e não paravam enquanto não apanhassem os bandidos. É muito trabalho para um Samurai. Eu é que não gostava nada de estar na pele de um Samurai! Trabalho Colectivo 4º C Professora Antónia Vaz

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ATENÇÃO: Depois de leres este jornal, não te esqueças de o reciclar para evitar a destruição de tantas árvores! Uma vez reconvertida, uma tonelada de papel usado salva a vida de oito árvores. E lembra-te, que deves usar sempre o papel reciclado.

CONVITE: Reutiliza os sacos de plástico ou usa sacos em pano para um ambiente melhor! E não te esqueças que podes personalizá-los!

ALERTA AMBIENTAL: «A

triste história dos sacos plásticos descartáveis que «ganhamos» com tanta facilidade nas lojas»…

Informações fornecidas pela Agência de Protecção Ambiental dos Estados Unidos revelam que são consumidos anualmente entre 500 bilhões e um trilhão de sacos plásticos em todo o mundo.

Se usarmos um saco de tecido, podemos economizar 6 sacos plásticos por semana. Ou seja, 24 sacos por mês. Ou seja, 288 sacos por ano.

Menos de 1% dos sacos é reciclado. É mais caro reciclar um saco do que produzir um novo.

O Bangladesh proibiu os sacos plásticos. A China proibiu os sacos plásticos gratuitos. A Irlanda foi o 1º país da Europa a cobrar impostos sobre os sacos plásticos em 2002. Desta forma reduziu o consumo em 90%. Em 2007 São Francisco tornou-se a 1ª cidade dos EUA a proibir os sacos plásticos.

Segundo Jared Blumenfeld, Director do Departamento de Meio Ambiente em São Francisco «Existe uma economia áspera por trás da reciclagem dos sacos plásticos. Processar e reciclar uma tonelada de sacos custa 4.000€. A mesma quantidade de sacos é vendida no mercado de matérias-primas a 320€». O efeito sobre a vida natural pode ser catastrófico. (ver a edição nº4 do Jornal) Então… O que podemos fazer?

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Os sacos plásticos são feitos de polietileno: um termoplástico que se obtém a partir do petróleo. Reduzindo o uso desses sacos diminuirá o consumo de petróleo, recurso não renovável que gera tantos conflitos… A China economizará 37 milhões de barris de petróleo por ano graças à medida que tomou. In CNN.com/asia

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Conta-me nº5