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RAMONA

PELA NOITE FRIA

O casal mora numa rua perto da cidade. A esposa ultimamente deu pra ficar triste, melancólica. O marido para distrai-la trouxe para casa uma chapa, com a canção da “Ramona” cantada por um cidadão de pulmão poderoso e voz de “stentor”. Nos primeiros dias até a vizinhança achava graça, quando a vitrola começava a berrar a Ramona. A verdade é que a esposa que vivia “macabuzia” começou novamente a sorrir á vida e ao esposo. Mas com isso o marido leva toda a noite a repetir a chapa e a esposa já começava a rir amarelo e a vizinhança em vez de rir, tapa os ouvidos...amaldiçoando as vitrolas, as esposas triste e os esposo malucos.

A noite ia um pouco alta e a temperatura descera um pouco. Ao meio-fio de um dos nossos parques um lindo carro, parado, com os faróis mortos. Dentro um casal interessantíssimo. A primeira vista, parecia que o casal esperava alguém. Talvez fosse isso. Entretanto, para matar o tempo, enquanto esperavam, os dois iam dizendo coisas curiosas que o silencio da noite fria mais tornava poéticas. E para dizê-las melhor, eles se uniam muito, muito...

Crônicas de caminhadas Belas pontes, construções que carregam grandes histórias, um conjunto de ilhas abraçadas pelo Capibaribe, tudo isso forma a bela cidade do Recife, a qual chamamos aqui carinhosamente de “Cidade Maurícia”. Um passeio por suas ruas pode gerar muitas histórias, ou revelar outras que ficaram guardadas no tempo. Muitas dessas histórias foram contadas na Revista da Cidade, publicadas durante a década de 20. O ato de caminhar era muito comum no Recife, o footing ou passeio a pé, enchia a rua nova nas tardes de Sexta-Feira, podendo ser visto também na ponte da Boa Vista e ruas mais próximas. Comece suas andanças e viva ou relembre histórias, depois solte por ai...

Essa embarcação pertence a...

Produção: Jéssica Lima Pequnas crônicas: Revista da Cidade (Acervo FUNDAJ- Fundação Joaquim Nabuco) Produzido para a disciplina “Memória Gráfica, do curso de design de UFPE . Mnistrada pela professora Solange Coutinho Os textos usados nesse artefato forma retirados da Revista da Cidade, produzida no ano de 1929. Podem ser encontradas no acervo digital da FUNDAJ - Fundação Joaquim Nabuco , ou na Biblioteca do Estado de Pernambuco.

REPORTAGEM

AS HISTORIAS DO AMOR

Ela saltou ás 13 horas, ao pé da ponte da Boa Vista, de um bonde do subúrbio. Vinha bonita como sempre. Vestido azul, muito leve. Foi ver a fita do “Moderno”. Por coincidência, ele foi á mesma hora, no mesmo cinema, ver a mesma fita. Por coincidência sentara-se na mesma fila. Juntos. Juntinhos. Depois disso, a coincidência continuou. Foram ambos a Boa Viagem no mesmo automóvel. Voltaram juntos até á Praça Sérgio Loreto. Depois de tanta coincidência, o crepúsculo veio e ela voltou ao subúrbio, no bonde, para a tranquilidade boa do jantar em família.

O primeiro encontro foi num bonde. O segundo foi num cinema. O terceiro... Essa historia de encontros ocasionais, é tão velha que já não desperta grande interesse. Apesar disso, porem, na presente história, os encontros foram tudo. O terceiro encontro... Ia esquecendo de dizer que ela é uma das criaturas mais interessantes desta cidade e possui um marido tido e havido como fera. O terceiro encontro foi, por isso, uma tragédia. As coisas ficaram porem bem harmonizadas porque... “a quelque chos, malheur est bon...”


Cidade Maurícia