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Índice Introduções Uma Semente para Outras Crianças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 Uma Longa Caminhada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 Experiências Poéticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

Poemas Poemas Diamante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 Haikais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 Poemas de Nunca Acabar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15 Empréstimos de Poesia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 Poemas Livres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27

Autores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Créditos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Uma semente para outras crianças

É com muito orgulho que apresento este projeto aos queridos leitores. Primeiro tenho que fazer um breve relato sobre a Professora Daisy, idealizadora deste trabalho. Em sua sala de aula, diariamente, seus alunos estão expostos a novidades, intencionalidade em seus planejamentos sempre criativos, transformando-os em protagonistas dos seus processos de aprendizagem. Daisy é inspiradora! Me encantei desde o primeiro momento com o projeto e decidi motivála a transformar toda a criatividade, liberdade de escrita e paixão das crianças por suas poesias em um livro.

Isabela Marques Barcelos Gomes

Qual foi minha surpresa maior, fui convidada para ser a madrinha desta linda concretização. Como madrinha, também tentei soltar minha imaginação e criatividade e transformar minhas palavras em poesia também. Parabenizo todos os alunos e Professora Daisy pela iniciativa que tomara seja uma semente para outras crianças!

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Uma longa caminhada

“Poemas pelos Ares” é o resultado de uma longa caminhada da turma 41 de 2019 da Escola Ponche Verde, que se iniciou pela leitura do livro “Quando a Vergonha Bate Asas...”, de Jonas Ribeiro. O livro conta a história de um menino que adora escrever, mas morre de vergonha de falar em público. E, para complicar, a professora anuncia um sarau na escola! A partir desta leitura, surgiu a vontade de escrever um livro de poesias da nossa turma e organizar um sarau poético.

Daisy Alvarenga

Os alunos escreveram todas as poesias a lápis e as ilustrações foram feitas à mão livre. Após este processo criativo, os textos foram digitados e os desenhos escaneados e retocados digitalmente para deixá-los mais fiéis aos originais. Em seguida, um amigo se disponibilizou a diagramar o livro e assim chegamos ao resultado final. O projeto contou também com o apoio da Escola Ponche Verde, dos pais dos alunos e da nossa supervisora, Isabela Marques Barcelos Gomes, que, ciente da importância da leitura e da prática da escrita na formação dos alunos, abraçou a ideia e nos deu um incentivo valioso, que motivou ainda mais a todos nós. Superando todas as dificuldades que a escola pública enfrentou em 2019, “Poemas pelos Ares” nasceu da criatividade e da inocência dos alunos envolvidos no projeto. O meu objetivo, como professora, foi atingido ao ver, no brilho do olhar de cada aluno, a alegria da realização do livro pronto. A todos vocês, jovens poetas da turma 41 de 2019, os meus parabéns pela dedicação e empenho. É assim que mudamos o mundo!

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Experiências poéticas

Utilizar a imaginação para expressar seus sentimentos por meio da poesia, trouxe aos alunos da turma 41 de 2019 a vontade de fazerem as ilustrações do livro. Lançado o desafio para que todos participassem, cada um criou um desenho para ilustrar o livro. Logo após a leitura do livro “Quando a Vergonha Bate Asas...”, de Jonas Ribeiro, os alunos começaram a escrever os seus próprios poemas. Apesar do entusiasmo de todos, percebi que a turma tinha muitas dificuldades e limitações. Ficavam tensos e frustrados por não conseguirem expressar de forma poética o que sentiam. Era preciso conhecer mais referências, outras formas de expressão poética além do livro que os motivou a iniciar o projeto. Era preciso desenvolver o gosto literário, estimulando a leitura de poesias diferentes e criar estratégias pedagógicas para que desenvolvessem a habilidade de escrever de forma mais espontânea. Desta maneira, estudamos em classe vários exemplos de poesia, como haikais, poesias diamante, poesias de nunca acabar, entre outros, além da análise do poema “Ou Isto, Ou Aquilo”, de Cecília Meireles, que serviu de modelo para os “poemas emprestados” que os alunos criaram. Neste processo, analisamos acrósticos, associações de palavras, limericks, comparações, metáforas, ad-versos e outras figuras de linguagem poética. Desta forma, os alunos aumentaram as suas possibilidades de expressão e a poesia surgiu naturalmente de seus sentimentos. • Alunos protagonistas. • Autoexpressão e experiências perceptivas. • Poesias autorais tanto individuais como em duplas. • Leitura prazerosa.

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Ilustração: Sara Monteiro da Silva

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O Poema Diamante tem regras rígidas para ser construído.

Para montá-lo, o aluno precisa dominar vários conceitos gramaticais: • O poema tem sete linhas. • A primeira linha é formada por uma única palavra, que deve ser um substantivo. A sétima linha também deve ser um substantivo, mas um antônimo da primeira linha. • A segunda linha deve ser formada por dois adjetivos ligados ao substantivo da primeira linha. Da mesma maneira, a sexta linha deve ter dois adjetivos ligado à palavra da última linha. • A terceira linha deve ser formada por 3 verbos ligados à palavra da primeira linha. A quinta linha também deve ser formada por 3 verbos, mas ligados ao substantivo da sétima linha. • A quarta linha deve ser formada por 4 adjetivos, sendo os dois primeiros ligados à palavra da primeira linha e os dois seguintes à palavra da última linha. Pela maneira que é construído, o Poema Diamante geralmente forma o desenho de um losango, daí o seu nome.

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Poemas diamante

É um poema espelhado, que pode ser lido de baixo para cima, ou de cima para baixo. Ele vai manter a sua estrutura, invertendo apenas a polaridade do sentido das palavras.


Verão Quente, bonito Correr, nadar, jogar Água, sol, sopa e café Dormir comer e aquecer Escuro e gelado Inverno.

Borboleta linda, colorida alegra, voa , flutua monarca, panamá, coruja embelezar, encantar, enfeitar mensageira, misteriosa Mariposa.

Primavera, bonita, florescente quente, acaricia, ris maravilhosa, linda, voa, frio cai, névoa, geada ameno, sombrio outono.

Primavera bonita, maravilhosa acaricia, voa e anda flor, espinho, tempo , estação cai, seca , morre amarelado, lindo outono.

Autor: Matheus Guimarães Peixoto

Autora: Isabel de Matos Lisboa

Autor: Kauã Ferreira Nogueira

Autor: Gabriel Martins Moreira

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Vida boa, bonita brincar, trabalhar, jogar doce, rápida, triste, ruim foi, era, acabou desprezível, adeus morte.

Rico milionário, luxuoso gasta, corre, viaja magro, sábio, baixo, sujo parado, sofrer, perdido belo, gordo pobre.

Autor: Willian Toledo de Oliveira

Autor: Raphael Oliveira da Rosa

Ilustração: Miguel Muniz Possamai

Oi amigo, alegre abraçar, abanar, beijar prazer, hola, adeus, até mais ir, voltar, chamar grande, breve tchau. Autor: Rafael dos Santos Corrêa

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10 Ilustração: Rafael dos Santos Corrêa


Geralmente não tem rima e possui uma estrofe de apenas 3 linhas, sempre escrito no tempo presente. Seu tema relaciona-se com um pensamento ou sentimento sobre a natureza, mencionando, direta ou indiretamente, uma estação do ano.

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Haikais

Haikai ĂŠ um poema curto de origem japonesa.


A chuva tardia está deixando perfumes de terra nas ruas molhadas. Autora: Fernanda Teixeira Meu pé na grama molhada me deixa calma e feliz. Autora: Fernanda Teixeira

Ilustração: Kauã Ferreira Nogueira

Dia de verão muito quente o calor que eu amo. Autor: Pedro H. A. Naimaier

No outono as folhas são uma lindeza, quando caem. Autor: Rafael dos Santos Corrêa

Um dia escuro e chuvoso As gotas da chuva me deixam contente. Autor: Kauã Ferreira Nogueira

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O dia está chuvoso as folhas molhadas caem no chão. Autora: Yasmin Voltz Prestes

As folhas caem as flores crescem e a felicidade aumenta. Autor: Nathan Silva de Lima

As folhas do Outono caem no chão o colorido delas me deixa feliz. Autora: Sara Monteiro da Silva

Hoje chove. O vento balança as árvores que me encantam. A água pinga das folhas verdes. Autora: Andriele da Costa de Oliveira

Ilustração: Yasmin Voltz Prestes

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Um dia chuvoso o cheiro de terra molhada me faz feliz. Autora: Émily Nicolli Espindola

A chuva cai uma tarde meio chata ela molha as folhas e os galhos. Autor: Guilherme Ferreira R. Nascimento

Ilustração: Émily Nicolli Espindola

Uma tarde alegre e radiante os galhos e as folhas cantam pela manhã. Autor: Guilherme Ferreira R. Nascimento

Na primavera as flores florescem o som dos passarinhos no ar corro e brinco muito. Autora: Sara Monteiro da Silva

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Cada verso termina com um gancho para o próximo, deixando sempre a possibilidade de ser continuado, daí o nome de “nunca acabar”. Muitas vezes é feito coletivamente, onde cada pessoa faz um verso e deixa o verso seguinte para outra pessoa continuá-lo. São ideias entrelaçadas que parecem soltas, mas encadeadas de forma a criar uma unidade. Sinta-se convidado(a) a continuar os poemas de nossos alunos, compondo os seus própios versos: Quando...?

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Poemas de nunca acabar

O “Poema do Nunca Acabar” é um exercício poético, onde cada verso começa com o final do verso anterior.


Quando estou com minhas amigas a gente brinca no mato quando brincamos no mato nada fica chato. Mas quando fica chato, fica desanimado e só fica feliz no sábado Quando fico feliz no sábado fico animada e folgada. Autoras: Isabel de M. Lisboa e Alana Y. K. de Oliveira

No sol posso brincar, mas quando chove não posso ir a nenhum lugar. Quando coloco o tênis vou para a rua brincar mas quando vejo começa a chuviscar. Quando vou a algum lugar o sol começa a brilhar e quando começa a brilhar ele começa a esquentar. Fui ao circo e vi um palhaço quando olho para cima ele estava me dando um abraço.

Autores: Miguel Muniz Possamai, Raphael Oliveira da Rosa e Pedro Henrico Alegre Naimaier

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Ilustração: Alana Yasmine Klippel de Oliveira e Andrieli da Costa de Oliveira


Quando vou à escola brinco Quando brinco me dá felicidade. Quando brinco fico todo agitado e volto para casa todo suado. Quando estou suado me sinto um relaxado.

Quando vejo o carteiro começo a brincar Quando começo a brincar sinto vontade de ir ao bar quando chego no bar vejo que nao tenho dinheiro para gastar quando olho o tempo começa a se fechar.

Autores: Luis Manoel H. Borba e Nathan Silva de Lima

Ilustração: Nathan Silva de Lima

Autores: Matheus G. Peixoto e Raphael O. da Rosa

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Quando quebro o copo dos outros eu tomo uma chinelada Quando tomo uma chinelada como marmelada Quando como marmelada eu mesmo faço uma panelada Quando faço uma panelada coloco goiabada Quando coloco goiabada sinto que fiz uma burrada. Autor: Rafael dos Santos Corrêa

Quando eu ia jogar bola meu pai dizia vai para escola Quando meu pai dizia vai para escola eu queria jogar bola Quando eu queria jogar bola eu tinha que ir para escola Quando tinha que ir para escola eu sabia que não podia ficar de fora Quando sabia que não podia ficar de fora Já sabia que estava na hora. Autor: Pedro Henrico Alegre Naimaier

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Quando chego em casa tomo café quando tomo café vou brincar quando brinco fico feliz Quando fico feliz é porque tenho que fazer meus temas Quando faço meu tema, depois tenho que dormir. Quando vou dormir sonho que no outro dia será mais feliz! Autora: Mikaela Castro do Nascimento

Quando o sol nasce aparece o dia quando aparece o dia a mãe faz o pequeno almoço Quando a mãe faz o pequeno-almoço eu levanto-me da cama. Quando me levanto da cama o cão recebe o osso. Quando o cão recebe o osso, o gato mia Quando o gato mia ele come um peixinho e o pássaro canta no telhado. Quando o pássaro canta no telhado os filhotes voltam para o ninho. Quando os filhotes voltam para o ninho o pai vai buscar comida Autora: Silvia Machado Muniz

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Quando meu irmão Dudu chega em casa ele come Babalu Quando minha mãe vê começa a socorrer, porque ele é um bebê Quando minha mãe vê vai socorrer meu irmão que passa mal e vai para o hospital. Autor e ilustração: Guilherme F. R. Nascimento

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Neste caso, usamos o famoso poema “Ou Isto, Ou Aquilo”, de Cecília Meireles.

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Empréstimos de poesia

O empréstimo de poesia foi um exercíco proposto aos alunos, que consiste em recriar o poema de outra pessoa.


No sol posso brincar, mas quando chove não posso ir a nenhum lugar. Quando coloco o tênis vou para a rua brincar mas quando vejo começa a chuviscar. Quando vou a algum lugar o sol começa a brilhar e quando começa a brilhar ele começa a esquentar. Fui ao circo e vi um palhaço quando olho para cima ele estava me dando uma abraço. Autores: Miguel m. Possamai, Raphael O. da Rosa e Pedro H. A. Naimaier Ilustração: Pedro H. A. Naimaier

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Ou se tem frio e não se tem calor Ou se tem calor e não se tem frio Ou se calça a luva e não se bota a faixa Ou se bota a faixa e não se calça a luva Quem sobe na vida não fica parado Quem fica parado não sobe na vida. É uma grande pena que não se possa jogar na linha do gol e no gol ao mesmo tempo Ou se joga no Palmeiras e não no Corinthians ou se joga no Corinthians e não no Palmeiras Autores: Gabriel Martins Moreira e Guilherme F. R. Nascimento Ilustração: Guilherme F. R. Nascimento

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Autores: Larissa Jardim Joaquim e Rafael dos Santos Corrêa

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Ilustração: Rafael dos Santos Corrêa

Ou se tem noite e não se tem dia ou se tem dia e não se tem noite! Ou se calça o tênis e não se põe a bota, ou se pões a bota e não se calça o tênis! Quem sobe na varanda não fica no térreo, quem fica no térreo não sobe na varanda. É uma grande pena que não se possa estar ao mesmo tempo em dois lugares! Ou guardo dinheiro e não compro besteira, ou compro besteira e não guardo dinheiro. Ou isto ou aquilo, ou isto ou aquilo... e vivo escolhendo o dia inteiro! Não sei se vou de carro ou de moto, se saio de casa ou fico tranquilo em casa. Mas não consegui entender ainda qual é a melhor: se é isto ou aquilo?


Ou se tem alegria e não se tem tristeza, ou se tem tristeza e não se tem alegria! Ou eu estudo e não brinco, Ou brinco e não estudo. Quem sobe nos prédios não fica no chão, quem fica no chão não sobe nos prédios. É uma grande pena que não possa estar na escola e em casa, é uma grande pena que não possa estar em casa e na escola. Ou guardo dinheiro para passagem ou não guardo dinheiro para passagem Ou um bolo ou chocolate... mas eu prefiro chocolate! Não sei se vou no cinema ou no parque, não sei se vou ao parque ou no cinema. Não sei se quero isto ou aquilo. Autoras e ilustrações: Isabel de M. Lisboa e Andrieli da C. de Oliveira

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Ou se é do Ponche Verde e não se é do Adventista, Ou se é do Adventista e não se é do Ponche Verde. Ou se dorme e não se brinca, Ou se brinca e não se dorme. Ou se toma banho e fica limpo, Ou se não toma banho e fica sujo. Autor: Nathan S. de Lima

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Poemas livres

Nesta seção, os alunos puderam criar livremente, sem regras preestabelecidas, para que a sua criatividade pudesse se manifestar à vontade.


Ilustração: Raphael Oliveira da Rosa

Minha amizade Pura

Meus Sentimentos

O meu ombro é seu para você Chorar sempre que precisar Mas se precisar sorrir Conte também comigo Que sou seu amigo

Quando estudo sinto sabedoria Quando jogo bola sinto alegria Quando chuto sinto liberdade Essa é a verdade Essa é minha história que se torna realidade!

Autor: Raphael Oliveira da Rosa

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Autor: Raphael Oliveira da Rosa


Borboletas...

Flores

Borboletas são insetos De asas grandes e coloridas É um bichinho bem pequeno Que alegra nossas vidas. Em dias de sol ou de chuva Não importa a temperatura Se é inverno ou verão Ela sempre passa uma ternura. A borboleta simplesmente É um bichinho encantador Mostrando a nós todos Ternura paz e amor.

Flores são plantinhas Singelas e delicadas Enfeitam os jardins Os vasos e as calçadas. Flores são seres vivos Que nos trazem sentimentos Ternura paz e amor Só depende do momento. Tem flores com muitas cores Até mesmo coloridas Deus as inventou Para alegrar as nossas vidas!

Autora e ilustração: Andrieli da Costa de Oliveira

Autora: Andrieli da Costa de Oliveira

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Os bichinhos são indefesos, os humanos não. Faço a minha parte com todo amor no coração. Cuido, dou banho e não esqueço da ração! Com todo carinho um cão não é só um cão ele é um amigão. Sem esquecer dos outros bichinhos, muito amor aos animais. Autora: Gabriela Zanatta Mittmann

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Ilustração: Andrieli da Costa de Oliveira

Amor pelos bichinhos


Cachorrinho

Macaco

O cachorrinho muito bonitinho quebrou um potinho e fugiu para o vizinho O vizinho pegou ele direitinho Que cachorro safadinho!

O macaco puxa-saco comeu o taco que caiu no buraco e se cortou no caco rasgou o casaco que fedia a sovaco o macaco velhaco também pulou no buraco O macaco machucado.

Autores: Yasmin Voltz Prestes, Gabriela Zanatta Mittmann e Mikaela Castro do Nascimento

Autores e ilustração: Kauã Ferreira Nogueira e Guilherme Ferreira Rodrigues Nascimento

Ilustração: Gabriela Zanatta Mittman

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A Abelha

O Panda

Existia uma abelha fedelha Ela morava em cima da telha E foi pra cima da madeira Para tomar mamadeira E a abelha morreu.

O Panda fez uma propaganda Para tocar numa banda Levou um bambu E dançou o caxambu E o panda deu tchau para todo mundo!

Autores: Aldrian Dias da Silva Ritzel e Raphael Oliveira da Rosa

Autor e ilustração: Endryl da Rosa Vieira

Ilustração: Aldrian Dias da Silva Ritzel

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Aninha

coração

Aninha tinha uma galinha numa fazenda bacana mas a casa era uma cabana com pinta de choupana.

O coração se partiu em uma fração E a velhinha continuou comendo feijão Nessa hora ela fez uma coisa sem noção Partiu um pão em vão.

Autor e ilustração: Luiz Manoel Henrique Borba

Autoras e Ilustração: Andrieli da Costa de Oliveira e Émily Nicolli Espindola

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carrinho

pudinzinho

Quando jogo bola fico feliz. Quando minha mãe se encontra com as colegas professoras fica com um sorriso no rosto. quando meu pai compra um carrinho da Hot Wheels para ele eu fico feliz, pois acabo pegando para mim.

O pudinzinho bonzinho Foi atropelado pelo vizinho O vizinho era bonitinho E tinha uma cerca de palitinhos O pudinzinho pulou a cerca. Autor e ilustração: Endryl da Rosa Vieira

Autor: Kauã Ferreira Nogueira

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Ilustração: Silvia Machado Muniz

Minha família

A primavera

Minha família é muito legal Nos divertimos, brincamos e damos risadas As vezes brigamos Mesmo assim os amo! Agradeço a Deus porque muitos não tem uma família como eu tenho a minha.

A primavera é a estação do ano mais adorável Muito florida e colorida Cheia de formatos e perfume Alegrando nossas vidas, enfeitando nossos lares embelezando os lugares Inspirando e trazendo saudades!

Autora: Silvia Machado Muniz

Autora: Isabel de Matos Lisboa

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minha vida

Minha escola

Eu acordo, vejo vídeos, almoço e vou para a escola. Na escola eu estudo, brinco e leio! Jogo bola, me divirto sem usar um brinco. Essa é minha vida onde nada se complica.

Quando eu vou pra minha escola tenho muito o que fazer pulo, brinco e faço arte mas também quero aprender Meus amigos lá da sala são grande como eu dão risadas, são alegres, são bacanas....e os seus?

Autor: Miguel Muniz Possamai Ilustração: Nathan Silva de Lima

Autor: Matheus Guimarães Peixoto Ilustração: Nathan Silva de Lima

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Autores

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Ilustração: Isabel de Matos Lisboa

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Idealização, Planejamento e Produção:

Supervisão e Apoio:

Isabela Marques Barcelos Gomes

Diagramação:

R. D. Silva

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Créditos

Daisy Cristine Perdomo Alvarenga


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Profile for Daisy

POESIA PELOS ARES  

Livro de poesias idealizado e escrito pela professora Daisy Alvarenga e alunos da da turma 41 da Escola E.E.M. Ponche Verde.

POESIA PELOS ARES  

Livro de poesias idealizado e escrito pela professora Daisy Alvarenga e alunos da da turma 41 da Escola E.E.M. Ponche Verde.

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