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Lançada em agosto, durante a edição de 2011 da Expointer, o modelo da Case IH permite maior produtividade e melhor desempenho para os pequenos e médios produtores

Por Lilian Lobato

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iante do crescimento do setor de agronegócio brasileiro, das boas perspectivas para os próximos anos e da grande demanda por parte do pequeno e médio produtor por equipamentos de alta tecnologia, a Case IH projetou e desenvolveu a nova colheitadeira Axial-Flow 2566. Lançada em agosto, durante a edição 2011 da Expointer (Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários), a colheitadeira já encheu os olhos dos cultivadores e deverá chegar ao mercado já no final deste ano. “O equipamento foi desenvolvido para que os pequenos e médios produtores tenham a possibilidade de operar com um sistema axial, que é muito mais eficaz. A máquina é compacta e possibilita maiores ganhos em áreas menores”, explica o especialista em colheitadeiras de grãos da Case IH, Tomas Lorenzzon. Ainda segundo ele, o novo modelo é tão eficiente quanto as grandes colheitadeiras produzidas pela Case IH, por exemplo, a Axial-Flow 2688 e 2799. No entanto, a Axial-Flow 2566 irá atender um público específico que, cada vez mais, investe em tecnologias avançadas para impulsionar seu negócio. Para Lorenzzon, os grandes produtores já têm o benefício de operar com o sistema Axial e os pequenos e médios também precisavam ser favorecidos. O especialista ressalta que a Case IH é pioneira na produção do siste-

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ma axial e tem aproximadamente 35 anos de experiência e liderança na utilização da tecnologia. “Projetamos o equipamento para levar satisfação ao cliente. Investimentos em inovação para que os produtores tenham acesso às novas máquinas e possam migrar do sistema convencional para o axial. A tendência é de que isso ocorra em curto prazo”, avalia. O produtor de soja e milho, Luiz Fernando Ortiz Junior, com propriedade em Lagoa Vermelha (RS), aposta no sistema Axial para incrementar os negócios. Ele, que já opera com a Axial-Flow 2399 e a Axial-Flow 2688, ressalta o quanto o equipamento contribuiu para o aumento da produção e qualidade na colheita dos grãos. “O sistema Axial não se compara ao equipamento convencional, sobretudo pela sua eficiência”, avalia. Já o produtor de soja, milho, trigo e aveia, Guilherme Augusto Soares, adquiriu sua Axial-Flow 2388 há dois anos, o que fez toda a diferença em seu processo de colhimento. Segundo ele, sua propriedade, em Ponta Grossa (PR), foi beneficiada pelo sistema que é mais eficiente e sinônimo de qualidade dos grãos. “Já não utilizo máquinas convencionais e certamente irei operar apenas com o sistema axial”, afirma. Vale destacar, ainda, que o grande diferencial da colheitadeira Axial-Flow está na tecnologia de ponta do

rotor e alertas propulsoras que guiam os grãos no espaço entre o canal alimentador e o rotor, o resultado é um fluxo contínuo de material, suavidade e uniformidade na alimentação, além de alta qualidade e produtividade. As colheitadeiras produzidas pela Case IH são equipadas com motor CDC-Cummins, de torque elevado e baixo consumo. O modelo 2566 conta com motor de 253 cv, 8,3 litros, turboalimentado. O sistema de limpeza também é um dos destaques das colheitadeiras axial, já que contém fluxo de ar Cross Flow que faz a admissão de ar por toda a extensão do ventilador. Com isso, é possível garantir eficiência na limpeza com baixos índices de perda de grãos.

A Axial-Flow 2566 é compacta e possibilita maiores ganhos em áreas menores Divulgação

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Case inova mais uma vez e lança colheitadeira Axial-Flow 2566

sistema de fluxo axial. Com isso, a massa colhida é introduzida ao sistema de debulha em movimento espiral, o que garante um processamento suave, maior produtividade e menos dano mecânico do grão. O equipamento conta também com inúmeros pontos de regulagens para alcançar a melhor performance em diferentes tipos de cultura e condições de colheita, o que aumenta a confiabilidade e desempenho do equipamento. Projetado para trabalhar em condições extremas, o rotor AFX tem funcionamento acima do esperado em áreas de difícil colheita, com alto índice de umidade, incidência de ervas daninhas ou muita massa verde, como os talos de feijão e soja. Com um cone de transição na entrada do

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