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Este manual pertence a: Nome: ............................................................................................................................................ Recebeu orientação sobre os cuidados com a nutrição enteral: Data: ............................................................

Data: ..........................................................

Nutricionista: .............................................

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CRN: .............................................................

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Em caso de necessidade entrar em contato com: .......................................................... Serviço: .......................................................................................................................................... Endereço: ..................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... Tel.: .................................................................................................................................................


SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

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ALIMENTAÇÃO ENTERAL

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TIPOS DE NUTRIÇÃO ENTERAL

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VIA DE ACESSO DA NUTRIÇÃO ENTERAL

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CUIDADOS COM A GASTROSTOMIA/JEJUNOSTOMIA

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CUIDADOS COM A SONDA SANOENTERAL

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EQUIPAMENTOS, MATERIAIS E UTENSÍLIOS NECESSÁRIOS

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HIGIENE PESSOAL, DOS UTENSÍLIOS, DO AMBIENTTE E DOS ALIMENTOS

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PREPARAÇÃO DA DIETA ENTERAL

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COMO ADMINISTRAR A DIETA ENTERAL

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COMO ADMINISTRAR MEDICAMETOS

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INTERCORRÊNCIAS

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ENTRAR EM CONTATO COM MÉDICO, NUTRICIONISTA OU ENFERMEIRO

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REFERÊNCIAS


INTRODUÇÃO

Este manual tem o objetivo de passar a informação para você e sua família sobre o que é nutrição enteral, como manipular e administrar a dieta, os cuidados de enfermagem e como atuar diante de algumas situações especiais. Fora do ambiente hospitalar podem surgir dúvidas e esperamos que este manual os ajude a esclarecê-las. Uma nutrição adequada é fundamental para a saúde em todas as fases da vida, sendo as deficiências ou excessos alimentares causadoras de inúmeros problemas de saúde. O estado nutricional de um indivíduo indica o grau no qual as necessidades fisiológicas por nutrientes estão sendo alcançadas. Quando o indivíduo não consegue ingerir diariamente a quantidade de nutriente para atingir suas necessidades nutricionais, a TERAPIA NUTRICIONAL constitui uma importante ferramenta em diversas situações clínica. A terapia nutricional teve um grande avanço nos últimos anos com relação a técnicas de administração, produtos industrializados e serviços prestados às pessoas que fazem uso desses produtos, proporcionando uma maior segurança e qualidade da utilização de nutrição enteral no domicílio.

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ALIMENTAÇÃO ENTERAL

É uma alternativa quando a alimentação pela boca é insuficiente para manter a saúde do indivíduo. Nesses casos, a nutrição enteral é utilizada para satisfazer as necessidades nutricionais do indivíduo. A nutrição enteral está apresentada nas formas líquida e em pó, contendo nutrientes e valor nutricional equivalente a uma alimentação normal e equilibrada: carboidrato; proteína; gordura; vitaminas; e minerais. Ao deixar o ambiente hospitalar é importante que a sua alimentação em casa seja adequada e suficiente, para que você não perca peso ou adquira novas infecções e para que se sinta mais “disposto e nutrido”, evitando novas internações. Dessa maneira, a terapia nutricional se mostra como um método prático, seguro e eficaz, que ajudará a manter o estado nutricional adequado e uma melhor qualidade de vida!!!

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TIPOS DE NUTRIÇÃO ENTERAL

| CASEIRA | é uma dieta que você prepara na sua casa, utilizando alimentos na sua forma original/natural (leite, feijão, arroz, óleo vegetal, carne, ovo, frutas, verduras, etc.) que devem ser cozidos, liquidificados e coados. Em caso de sonda nasoenteral, a dieta deverá ter maior diluição. A preparação deve seguir uma série de recomendações, a fim de evitar contaminações. Normalmente essa dieta há perda de nutrientes e não suprem as necessidades nutricionais do paciente, sendo necessária a utilização de suplementação de acordo com a prescrição do nutricionista ou médico.

| INDUSTRIALIZADA | é uma dieta nutricionalmente completa, balanceada e pronta para uso. Pode ser encontrada sob a forma de pó, a qual deverá ser diluída/reconstituída em água, ou sob a forma líquida, pronta para ser administrada. Nesse caso, o nutricionista indicará a dieta mais adequada à sua situação.

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VIA DE ACESSO DA NUTRIÇÃO ENTERAL

| VIA NASOENTERAL | a sonda é passada pelo nariz e é posicionada no estômago. A sonda nasoenteral deve ser utilizada quando se planeja uma terapia nutricional por até seis semanas.

| GASTROSTOMIA | é uma abertura feita cirurgicamente no estômago para o meio externo, a fim de facilitar a alimentação enteral e administração de líquidos, quando há impedimento temporário ou definitivo de alimentação por via oral.

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CUIDADOS COM A SONDA SANOENTERAL

:: A sonda não deve puxar a narina nem deve ficar dobrada. Caso a pele apresente vermelhidão ou machucado, fixar a sonda em outro local; :: No momento de trocar a fixação, retire a antiga, delicadamente, limpe o nariz com água e sabão, seque bem, sem friccionar. Deve-se colocar uma tira de adesivo hipoalergênico diretamente na pele e, sobre esta, fixar a sonda com outra tira de adesivo, de igual tamanho. Esta fixação deve ser trocada quando estiver suja ou solta ;

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CUIDADOS COM A GASTROSTOMIA/ JEJUNOSTOMIA :: Fazer curativo com soro fisiológico na pele próxima ao local onde a sonda/ button está e, secar com gaze ou um pano limpo só para este fim, até completarem 30 dias da colocação da sonda; :: Depois de 30 dias da colocação da sonda, limpar a pele ao redor da sonda com água e sabão neutro, secando logo depois, todos os dias na hora do banho; :: Limpar diariamente com água e sabão a parte externa da sonda/button;

:: Observar no abdômen (barriga): aumento; endurecimento; queixa de dor. Caso apareça algum desses sinais, entrar em contato com o serviço de gastroenterologia do hospital ou home care.

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CUIDADOS COM A GASTROSTOMIA/ JEJUNOSTOMIA :: Para a gastrostomia, girar a sonda/button todos os dias como se estivesse desenhando um círculo;

:: Manter a sonda na posição de saiu do hospital (POSIÇÃO); :: Observar a pele ao redor da sonda/button para ver se apareceu:

Secreção

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Vazamento


CUIDADOS COM A GASTROSTOMIA/ JEJUNOSTOMIA

Vermelhidão

Ferimentos

IMPORTANTE: em caso de gastrostomia recente, não tentar repassar a sonda em casa, podem acontecer complicações sérias como a inflamação ou infecção da cavidade abdominal (peritonite).

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EQUIPAMENTOS, MATERIAIS E UTENSÍLIOS NECESSÁRIOS

:: Caixa plástica (organizadora) para utensílios, com material resistente e de fácil limpeza (figura 01); :: Peneira fina (figura 02); :: Copo graduado (figura 03);

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:: Panela para cozimento dos alimentos; :: Tigela ou cumbuca de 300ml para a sopa (figura 04); :: Hipoclorito de sódio ou água sanitária para desinfecção dos alimentos (encontrados nos supermercados, farmácias ou postos de saúde).

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HIGIENE PESSOAL, DOS UTENSÍLIOS, DO AMBIENTE E DOS ALIMENTOS É importante que alguns cuidados com relação a higiene sejam tomados, evitando que a dieta seja contaminada e ocasione algum tipo de problema. A contaminação pode vir dos equipamentos, utensílios e ambiente higienizados de forma inadequada, ingredientes armazenados de forma incorreta e utilizados no preparo da dieta, armazenamento inadequado da dieta enteral pronta e das condições higiênicas dos manipuladores. :: Lavar sempre as mãos com água e sabão antes de manusear utensílios ou alimento, e antes de administrar a dieta. Depois secar bem com papel toalha descartável; :: Retirar todos os restos de alimentos da superfície; :: Em seguida, a superfície deve ser limpa com água, sabão e álcool 70%;

:: Separar os utensílios utilizados no preparo e administração das refeições, estes devem ser exclusivos do paciente; :: Os utensílios após utilizá-los, lave-os com água e detergente neutro, e mergulhe-os em solução de cloro, deixando-os submersos por 15 minutos. Enxágüe em água corrente, deixe secar naturalmente e guarde na caixa plástica organizadora; :: O momento de preparo deve ser exclusivo da dieta a ser utilizada;

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HIGIENE PESSOAL, DOS UTENSÍLIOS, DO AMBIENTE E DOS ALIMENTOS :: Lavar bem frutas e verduras a serem utilizadas, com água e sabão neutro; :: Fazer desinfecção (higienização mais rigorosa) com um higienizador de alimentos ou hipoclorito de sódio (água sanitária sem perfume): o o

Se usar os higienizadores prontos – seguir as instruções da embalagem; Se utilizar o hipoclorito de sódio – colocar as frutas e legumes dentro de um vasilhame com água e hipoclorito (água sanitária) por 30 minu tos, enxaguando com água fervida, já fria, logo após.

DILUIÇÃO: uma colher de sopa de hipoclorito de sódio (água sanitária) para cada litro de água.

:: Lavar a caixa organizadora uma vez por dia, com água e sabão, e uma vez na semana colocá-la em solução de hipoclorito de sódio (água sanitária) por 30 minutos, para desinfecção;

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:: As seringas utilizadas para administrar dieta e medicamentos devem ser lavadas com detergente neutro com ajuda de uma escovinha, enxaguar e colocar em uma solução com água e hipoclorito de sódio (água sanitária) por 30 minutos. Depois deixar secar naturalmente. Não enxugar com pano de prato.


PREPARAÇÃO DA DIETA ENTERAL

:: Dieta enteral artesanal:

Higienizar a pia onde será preparada a dieta; Lavar as mãos; Separar todos os utensílios (talher, recipiente, liquidificador, peneira) e alimentos previamente higienizados que serão utilizados na prepara- ção; o Retirar sementes e cascas grossas das frutas e verduras; o Cozinhar bem o feijão, carne e verduras; o Medir corretamente os ingredientes, conforme orientação do nutri- cionista; o Liquidificar bem todas as preparações, com água fervida, filtrada ou mineral, e não deixar resíduos, coando em peneira plástica fina; o Administrar a dieta em temperatura ambiente; o Evitar utilizar preparações condimentadas; o o o

:: Dieta enteral industrializada em pó:

Observar se a embalagem não está danificada; Preparar apenas a quantidade de dieta em pó prescrita pelo nutri- cionista; o Diluir em água fervida/filtrada/mineral em temperatura ambiente; o Verificar sempre a data de validade de produto. Seguir a recomendação do fabricante sobre o tempo de validade e conservação após aberto. o o

:: Dieta enteral líquida pronta para uso:

Conservar as embalagens fechadas em local limpo e seco; Higienizar a embalagem, antes de abrir, com água, sabão e álcool 70%. o Agitar o produto antes de administrar e medir a quantidade recomendada pelo nutricionista; o Verificar sempre a data de validade do produto; o As embalagens do tipo Tetra Pack (longa vida), após abertas, devem ser conservadas na geladeira e consumias em 24h; o Retirar a dieta da geladeira 30min antes de administrar. NUNCA aquecer a dieta, mesmo em banho-maria. E administrar em temperatura ambiente. o o

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COMO ADMINISTRAR A DIETA ENTERAL

:: Lavar as mãos; :: Separar todos os materiais em uma bancada ou bandeja limpa; :: Colocar o paciente sentado ou com a cabeceira elevada; :: Lavar a sonda com 40ml de água, antes da administração da dieta; :: Injetar a dieta lentamente, para que não ocorra distensão abdominal e gases; :: Depois de administrar a dieta, injetar 40ml de água com seringa para limpar os resíduos de alimentos que ficaram na sonda; :: Manter o paciente por mais 30 minutos após o término da dieta sentado ou com a cabeceira elevada; :: Lavar a seringa e o recipiente com água e detergente neutros, secar ao ambiente em guardar na caixa organizadora; :: Utilizar água com limão (uma colher de chá) uma vez ao dia para retirar resíduos que possam ficar a sonda.

SERINGAS PARA: Alimentos – 1 unidade de ______ml Água – 1 unidade de _____ml Medicamento – 1 unidade de _____ml Obs: trocar a seringa quando perceber endurecimento ou desgaste na borracha.

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COMO ADMINISTRAR MEDICAMETOS

Administrar alguns medicamentos em conjunto com a dieta enteral, poderá apresentar algumas interações entre medicamentos e nutrientes, além de poder obstruir a sonda e causar desconforto digestivo no paciente. Desse modo, prefira administrar o medicamento separadamente antes ou após a dieta. :: Medicamentos líquidos: sugar ao volume prescrito pelo médico com uma seringa e administrar pela sonda; :: Comprimidos ou drágeas: amassar ou triturar o medicamento, separadamente, até ficar pó, diluir em água, sugar e administrar pela sonda; :: Cápsulas: abrir a capsular e diluir o conteúdo em água, e administrar pela sonda; :: Cápsula gelatinosa: furar a cápsula, sugar o conteúdo e administrar pela sonda; Antes e após a administração do medicamento, lavar a sonda com 40ml de água. Caso haja mais de um medicamento no mesmo horário, entre um medicamento e outro, lavar a sonda com 5ml de água para evitar que se misturem e entupam a sonda.

ATENÇÃO: verifique com seu médico, pois tem medicamentos que não devem ser administrado pela sonda.

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INTERCORRÊNCIAS

:: Diarréia: caracterizada pela mudança na frequência, consistência (líquida) e quantidade de fezes com dejeções três ou mais vezes ao dia. Pode ser causada pela rápida administração da dieta, alguns medicamentos e má condição higiênica no preparo e manipulação da dieta;

o

Reduzir à metade a dieta administrada nos horários habituais;

o

Administre a dieta lentamente;

o

o

o

o

Garantir boa hidratação, aumentando a frequência de líquidos (água ou chás) nos intervalos das dietas; Utilizar sucos obstipantes (que ajudam a “prender” o intestino): lima; maçã sem casca; caju; goiaba; maçã com cenoura cozida; limonada; Farinha para mingau obstipante: Maisena®; Mucilo® de arroz; fécula de mandioca; creme de arroz; e arrozina; Usar soro caseiro: 200ml de água fervida/filtrada/mineral; uma colher de chá de sal; um colher sopa de açúcar, para hidratar. Se o paciente for diabético ou hipertenso, NÃO usar o soro caseiro.

:: Obstipação: é mais comum em paciente acamados, consiste na dificuldade constante ou eventual de apresentar dejeções, com característica de ressecada.

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o

o

o

Aumentar a hidratação do paciente entre as alimentações;

Utilizar laxantes (que ajudam a “soltam” o intestino): laranja; mamão; pêra; acerola; manga; cenoura crua. Farinha para mingau laxante: aveia; mix de cereais; milho.


INTERCORRÊNCIAS

:: Náuseas e vômitos: podem ser causadas pelo posicionamento incorreto do paciente na cama ou da sonda; administração muito rápida da dieta e de grandes volumes de dieta no mesmo horário.

o

Reduza o volume da dieta administrada;

o

Administre mais lentamente a dieta;

o

Aguarde uma hora até deitar o paciente.

:: Obstrução da sonda: pode ser causada pela lavagem inadequada, diluição e administração incorreta de medicamentos. o Injetar, lentamente, 20ml de água morna;

o

Cuidado para não exercer muita força, pois a sonda pode se romper.

:: Saída da sonda: pode ocorrer por vômitos persistentes; acidentalmente no momento de dormir, banho ou outras situações.

o

Não administre dieta ou medicamentos;

o Procure

uma unidade de saúde mais próxima.

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ENTRAR EM CONTATO COM MÉDICO, NUTRICIONISTA OU ENFERMEIRO Em caso de: :: Náuseas, vômitos, diarréia e dor abdominal por mais de 48h; :: Obstipação por mais de três dias; :: Febre acima de 38ºC; :: Inchaço nas pernas e rosto; :: Perda peso; :: Sangramento; :: Obstrução da sonda; :: Saída parcial ou total da sonda; :: Sinais de irritação e ferimentos na pele próxima a sonda/gastrostomia; :: Vazamento importante em torno na sonda de gastrotosmia.

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REFERÊNCIAS

AGUILAR-NASCIMENTO, J. E.; DOCK-NASCIMENTO, D. B. Vias de acesso nutrição enteral. In: WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. p. 809-8013. CIOSAK, S. I. Cuidados de enfermagem na nutrição enteral. In: WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. p. 897-901. COPPINI, L. Z.; WAITZBERG, D. L. Complicações em nutrição enteral. In: WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. p. 911. FOREST-LALANDE, L. Gastrostomia para nutrição enteral. 1. ed. Lince: Campinas, 2011. CALADO, I. L. et al. Estado nutricional de indivíduos hospitalizados em um hospital universitário de São Luís, Maranhão. Revista de Pesquisa em Saúde. vol. 1, n. 14, p. 21-26, jan-abr, 2013.

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OBSERVAÇÕES

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OBSERVAÇÕES

ELABORAÇÃO

Marília Rocha – Nutricionista Cursista Taís Corbacho – Nutricionista Cursista COORDENADORA

Rita Guiomor - Nutricionista

EQUIPE DE TERAPIA NUTRICIONAL :: Nutrição ::

Catarina Lobo Cláudia Maria Bernardes Elissandra Barbosa Graciele Morais João Pereira Maristela Pessoa Neila Viviane Pereira Sandra Grillo Vanessa Schmitz :: Enfermagem:: Ana Rita Araújo Sheila Brasil

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Avenida S達o Rafael, 2152, S達o Marcos - Salvador - BA - CEP 41253-190 | Tel.: 71 3281-6000

Manual de Orientação Nutricional Enteral em Domicílio  

Material elaborado para conclusão do Curso de Atualização em Terapia Nutricional ofertado pelo Serviço de Nutrição do Hospital São Rafael, S...

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Material elaborado para conclusão do Curso de Atualização em Terapia Nutricional ofertado pelo Serviço de Nutrição do Hospital São Rafael, S...

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