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Bem-vindos

sexta-feira, 9 de Julho de 2010


Programa 1º dia Manhã

• Apresentação dos participantes. • ESCREVER COM A LUZ: introdução ao conceito do workshop • Primeiras fotografias.

sexta-feira, 9 de Julho de 2010


Programa 1º dia Tarde

• Introdução à técnica da fotografia. • Visionamento das fotos da manhã.

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Fotografia

escrever com luz

O conceito do workshop

sexta-feira, 9 de Julho de 2010


“A fotografia é o reconhecimento imediato numa fracção de segundo de um acontecimento e a sua organização formal de modo a dar-lhe um sentido”. Henri Cartier- Bresson

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Dar sentido ao caos O fotógrafo contempla o mundo e atravÊs da câmera (o prolongamento do seu olhar) organiza graficamente o caos de modo a dar um sentido.

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Fotografar é fazer uma escolha. O fotógrafo despreza o que é ruído,o que está a mais, o que não faz sentido, o que não tem significado para a composição da imagem. Fotografar é eleger, decidir, irradiar o que perturba numa imagem.

Captar o essencial Estrutura gráfica técnica justa

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Fotografar com intenção • Fotografar é como escrever uma frase, onde não se escrevem palavras a mais sem sentido. • Fotografar é mostrar graficamente uma intenção forte.

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Cumplicidade e geometria O fotógrafo mantém sempre uma relação íntima, cúmplice com o fotografado, mas também com o leitor, com quem dá a ver. Uma boa fotografia permite um texto intrínseco e uma abstracção geométrica. sexta-feira, 9 de Julho de 2010


Ritmo gráfico sexta-feira, 9 de Julho de 2010

Tal como numa sinfonia, num texto, numa pintura, num filme se fala de “ritmo gráfico”, também numa fotografia podemos e devemos considerar esta vertente. Uma boa fotografia provoca ritmo no olhar.


Fotografar é por na mesma linha de mira o olhar e o coração, mas também é o controle eficaz das ferramentas técnicas.

Razão e coração

sexta-feira, 9 de Julho de 2010

O domínio da técnica, por parte do fotógrafo, permite domar a máquina fotográfica, de modo a ela poder responder às exigências narrativas.


Domador de câmeras A Câmera não tem por si autonomia e deverá ser o fotógrafo a estar consciente do que ela está a fazer, mesmo em modo automático, que é uma função controlável por quem opera.

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Tirar ou fazer FOTOGRAFIA? Toda a gente tira fotografias. Mas poucos fazem FOTOGRAFIA. Como chegar a este patamar de realização?

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Caminho de Luz • Para fazermos FOTOGRAFIA temos de ir construindo um caminho. Um “work in progress”. • Temos de encontrar um sentido onde se encontrem as nossas inquietações, gostos, paixões,sentimentos. • Fotografar é desenhar sentimentos, emoções com a luz. sexta-feira, 9 de Julho de 2010


sexta-feira, 9 de Julho de 2010


Fotografia e caça • Teoria? Um pouco, mas sem sabermos o que vamos registar na nossa câmera dificilmente chegaremos a algum lado. • Disparar sobre tudo o que mexe é um risco que não leva a lado nenhum. • Fotografar é apontar a “arma” à caça que procuramos. sexta-feira, 9 de Julho de 2010


sexta-feira, 9 de Julho de 2010


Uma ideia para começar • Devemos partir de uma ideia. Nem que seja para mudarmos a meio do trabalho. • Que quero fotografar? A prima, a paisagem da minha janela, o caminho para o emprego? As facetas de crescimento do filho? As expressões de alguém? As sombras? As texturas.... sexta-feira, 9 de Julho de 2010


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à procura do estilo • Que vou fazer com as fotos? Vou escondê-las na gaveta? Ou mostra-las aos amigos na net, nas paredes, no iPhone...ou vou vende-las a uma revista? • De que abordagem vou partir? Irei jogar com grandes-planos, instantes fortuitos, ou vou preferir retratos? sexta-feira, 9 de Julho de 2010


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Opções • A luz vai ser a minha preocupação? Então vou ter de optar por fotografar ao nascer do dia ou ao cair da noite. • Vou estar perto do assunto? Então optarei por ser discreto com uma câmera pequena, sem flash e luz natural.

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Farejar a foto • Escolhi o tema. Pensei na abordagem, no olhar, já tenho na cabeça um tipo de imagem. • Tal como o caçador que vai à caça e conta com o tipo de presas, o fotógrafo vai partir para o terreno, concentrado e preparado tecnicamente para o que puder acontecer.

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Moscas e caçadeira, Não. • Para “caçar”, o fotógrafo tem de saber manejar o equipamento e terá de o adaptar ao tipo de “vitimas” que procura. • Ninguém mata moscas com uma caçadeira nem um leão com uma fisga. • O sucesso de uma foto começa no uso certo do equipamento e sua regulação.

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sexta-feira, 9 de Julho de 2010


O domínio dos elementos • Se a fotografia contempla a luz, o movimento e o equilíbrio da composição, então para dominar estes elementos o fotógrafo vai precisar de usar na câmera: • a sensibilidade do sensor (ISO), o diafragma, a medição exacta da luz. • A velocidade do obturador

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Escrever com luz

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A casa das máquinas • A objectiva correcta para a distância a que está ao objecto. • O fotógrafo vai ter que saber: • O que é uma grande-angular, uma teleobjectiva. • A profundidade de campo e o que a faz variar.

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Acessórios • Quando se deve usar flash e como ultrapassar o efeito habitualmente desastroso deste acessório. • Com tripé ou à mão ?

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Entre-cidades fotografias luiz carvalho

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• Proposta para trabalho de rua: • Faro é um espaço industrial de grande diversidade gráfica. O desafio fotográfico vai ser: cada um descobrir o que mais o sensibiliza neste espaço. • As texturas, a cor, a luz, a arquitectura, os vários tipos de habitantes, a paisagem urbana, os contrastes, as gerações, os tipos de figuras... sexta-feira, 9 de Julho de 2010


• Cada um tem o seu olhar. E será com a Câmera fotográfica que o fotógrafo irá recolher imagens, feitas com uma intenção e que no fim, depois de editadas, darão uma história visual sobre o espaço. • Olhar sem preconceitos nem receios técnicos.

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Fotos dos alunos do III Workshop

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Fim da 1ÂŞ parte

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Bem-vindos Ă  2ÂŞ parte

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A MÁQUINA FOTOGRÁFICA • Os comandos necessários para arrancar com a câmera e começar a fotografar. • Com a mão na máquina. • Relação com a ferramenta fotográfica

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A mรกquina fotogrรกfica

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Tipo de câmeras • Reflex com objectivas intermutáveis. • Rangefinders. • Compactas. • Estúdio • telemóveis

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Reflex • São mais rápidas a focar e a disparar. • Permitem usar várias objectivas. • Têm melhor qualidade de imagem. • Respondem melhor em baixa luz. • São usadas por profissionais e amadores atentos.

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Compactas • Mais baratas. • Utilização diária fácil. • Boa qualidade em condições favoráveis. • Lentas a focar e a disparar. • Péssimas com pouca luz. • Visor óptico medíocre ou inexistente.

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Câmeras de estúdio • Preço inacessível aos comuns mortais. • Lentas a focar e disparar. • Peso grande dos ficheiros. • Boas para pub. de grandes dimensões. • Para quem aposta na fiabilidade.

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Telemóveis • Alguns são muito semelhantes em qualidade às compactas. • Limitados na qualidade, rapidez e controle das operações • Excelentes para apontamentos do dia-adia sem pretensões fotográficas

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Check-list antes de disparar • Para iniciarmos a tarefa de fazer uma fotografia temos de ter em consideração algumas operações. • Tal como o fazemos quando temos de arrancar com um automóvel.

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Que fazer antes de arrancar • Depois do “On” (óbvio) verificar: • A sensibilidade (ISO). Vai ser a maior ou menor capacidade de gravar a luz que chega ao sensor. • Com luz exterior radiosa 100 asa. • Com luz interior a partir dos 400 asa. • Maior sensibilidade=maior ruído.

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Antes de arrancar • Verificar que a bateria está carregada em pleno. • Formatar o cartão de forma a termos toda a capacidade disponível • Conferir que a resolução da câmera está em JPEG na máxima qualidade.

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Depois de arrancar • Optar por uma velocidade acima dos 1/125 segundo para temas em movimento. • Arriscar até aos 1/30 segundo para interiores sem movimento. • Segure bem a máquina e mexa só o dedo indicador para disparar.

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Depois de arrancar • Deve sentir a máquina como fazendo parte do seu corpo. Deve sentir-se confortável com ela na mão e bem junto ao olho direito. • Deve ajustar-se com a máquina ao baixo e ao alto.

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Depois do arranque

• Há uma relação inversa entre a velocidade, o ASA escolhido e o diafragma.

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• Velocidade: o tempo que o obturador está aberto. Abaixo de 1/30seg. difícil não tremer • Diafragma: regula a quantidade de luz que a objectiva deixa entrar. • ASA: a sensibilidade do sensor à luz que entra em função da velocidade do obturador e da abertura da objectiva.

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• O sensor terá de receber sempre uma quantidade de luz exacta para ficar a foto bem exposta. • Assim: • Se for necessário a 100 asa uma exposição de 1/125 seg. e um diafragma de f:11, podemos sempre optar por outra solução.

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• Exemplo: • 1/125 seg./ f:11/ 100 asa pode ser também: • 1/250 seg./f:8/100 asa • 1/500 seg./f:5,6/100asa • 1/250 seg./f:11/200 asa

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• Velocidades: 1/30, 1/60, 1/125, 1/250.. • Diafragmas: 2, 2.8, 4, 5.6, 8, 11, 16.... • ASA: 100, 200, 400, 800, 1600....

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• Definido o ASA, a Velocidade e o Diafragma temos de passar ao passo seguinte: • Escolhermos a zona que queremos focada e a zona onde queremos que a luz seja ajustada.

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• A definição do foco e da luz são já elementos de composição. • Geralmente o que queremos focado é onde queremos que a luz esteja correcta. • Por exemplo: se medimos a luz para um rosto é também lá que queremos o foco.

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RESUMINDO • ASA • Velocidade • Diafragma (os três estão relacionados) • foco • medição da luz • OS PONTOS FORTES DO ARRANQUE

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AUTOMATISMO • Todas as funções descritas podem ser resolvidas optando pela posição P (Program) no selector. Mas tal opção não invalida que o fotógrafo não esteja a controlar as opções da câmera que ele pode alterar a qualquer momento. • A opção P não é uma opção cega que o fotógrafo não possa alterar no momento

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Outros automatismos • P (program) a máquina elege a velocidade ideal, para o ASA necessário,de acordo com a objectiva e a abertura do diafragma. • A- automático sem controle. • AV - prioridade à abertura. • TV- prioridade à velocidade.

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A Escolha da objectiva

• Há dois tipos de objectivas: • As fixas e as zooms

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Características das objectivas • Fixas só dão um ângulo. • Zooms: variam o ângulo. • Fixas: mais pequenas, baratas e mais luminosas • Zooms: mais caras, mais versáteis, menos luminosas, mais pesadas.

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• Grande angular capta maior ângulo, mas deforma as linhas da perspectiva. • Tele-objectiva aproxima o assunto, compacta a perspectiva. • Normal: ângulo semelhante à vista humana.

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grande angular: 16mm sexta-feira, 9 de Julho de 2010


Normal: 50mm sexta-feira, 9 de Julho de 2010


Tele-objectiva: 200mm sexta-feira, 9 de Julho de 2010


• Grande angular: deforma e é má para retratos. (16mm/35mm) • Tele-objectiva: comprime a perspectiva, é boa para paisagem e retrato (70-500mm) • Normal: boa para retrato, paisagem. (50mm)

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f:2,8

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F: 5,6

F:22


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• Sensores: são a área correspondente ao filme da era analógica. • As máquinas reflex usam sensores de maior área por isso têm melhor qualidade. • As compactas têm pequenos sensores, logo as suas objectivas são mais curtas para melhor captarem o assunto.

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• Quanto mais pequenos os sensores, pior qualidade, e mais grande angulares necessitam. • Numa reflex full-frame (24mmx36mm) a normal é uma 50mm, numa compacta é uma 6 mm.

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• Check-list essencial para fotografar:

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• ASA • VELOCIDADE • DIAFRAGMA • OBJECTIVA • FOCO • LUZ sexta-feira, 9 de Julho de 2010


• Com uma tele-objectiva vamos poder isolar melhor os assuntos. • Uma grande-angular deforma a perspectiva e torna-se agressiva. • Uma tele-objectiva comprime a perspectiva, tira profundidade e dá a sensação de distância entre fotógrafo e assunto.

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• Profundidade de campo: é a zona nítida entre dois pontos. • Quanto mais grande angular, maior é a profundidade de campo. • Quanto mais fechado está o diafragma maior é a profundidade de campo. • Quanto mais longe estamos de um objecto maior é a profundidade de campo. sexta-feira, 9 de Julho de 2010


• Quanto mais perto focamos um objecto menor é a profundidade de campo. • Quanto maior é a distância focal da objectiva, menor é a profundidade de campo. • Quanto maior for a abertura usado no diafragma menor é a profundidade de campo.

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• Uma fotografia tem uma estrutura como um texto, uma música, um quadro... • Quando se olha uma foto tem de se sentir a sua geometria. É isso que lhe pode dar dinâmica, ritmo, interesse. • Se se sentir proximidade com o tema isso gera emoção, sentimentos.

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Depois do arranque • Resolvidos os primeiros problemas técnicos teremos de pensar: • No ângulo, na arrumação dos elementos gráficos dentro do enquadramento.

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No sítio certo • O fotógrafo é uma testemunha que interpreta um acontecimento e lhe dá um sentido gráfico. • O que vemos, raramente é o mesmo que a câmera vê e regista. • Temos de estar colocados no sítio certo para dispararmos na altura exacta.

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Enquadrar é escrever • Devemos fotografar numa relação de proximidade com o assunto. • Devemos estar sempre perto de forma a podermos jogar com a perspectiva, a profundidade e o desenho que a luz permite. • Se usarmos uma grande angular vamos ter mais coisas para arrumar.

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• Com uma tele-objectiva vamos ter menos elementos para arrumar mas a nossa possibilidade de enquadrar serå mais limitada.

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O que é uma boa fotografia? • Quando conseguimos uma imagem tecnicamente escorreita, com um enquadramento agradável e uma intenção narrativa, temos no mínimo uma fotografia.

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finalmente.... • Todos estes enunciados são básicos e variáveis. Não devem ser usados como receita ou como regras sagradas. • A opção pessoal, quer técnica, quer estética, são fundamentais, desde que aplicadas com coerência e carácter.

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sites de referência • http://www.washingtonpost.com • http://www.reduxpictures.com • http://peterturnley.com • http://www.mediastorm.org/ • http://jamesnachtwey.com/ • http://www.magnumphotos.com/

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sites de referência

• http://www.youtube.com • http://www.flickr.com/photos

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contactos Luiz Carvalho

• Tel: 917 575 249 • lzcarvalho@netcabo.pt

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O workshop na net

•

http://workshopdefotografiadeluizcarvalho.blogspot.com/

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workshop básico 1º dia