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USCS – UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL ESCOLA DE COMUNICAÇÃO

Celina Melo

RA 724807

Felipe dos Santos

RA 799007

Lidia Amendola

RA 724690

Lilliane Aiolfi

RA 724708

Luiz Reis

RA 724666

Rafael Alves

RA 905521

Rafael Revadam

RA 798124

Vinicius Nascimento

RA 724591

A CULTURA POPULAR NA NOVELA ‘CORDEL ENCANTADO’ Estudo sobre as influências nordestinas na teledramaturgia

SÃO CAETANO DO SUL 2011


USCS – UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL ESCOLA DE COMUNICAÇÃO

Celina Melo

RA 724807

Felipe dos Santos

RA 799007

Lidia Amendola

RA 724690

Lilliane Aiolfi

RA 724708

Luiz Reis

RA 724666

Rafael Alves

RA 905521

Rafael Revadam

RA 798124

Vinicius Nascimento

RA 724591

A CULTURA POPULAR NA NOVELA ‘CORDEL ENCANTADO’ Estudo sobre as influências nordestinas na teledramaturgia

Projeto de pesquisa apresentado como trabalho integrado para o módulo 4: Teoria e Pesquisa em Comunicação do curso de Comunicação

Social

da

USCS

Universidade Municipal de São Caetano do Sul.

Orientação:

Arquimedes

Pessoni,

Daniela Urbinati, Priscila Perazzo e Roberto Elísio.

SÃO CAETANO DO SUL 2011 2


SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................................... 4

1.1 O Popular e o Massivo .............................................................................................................. 4 1.1.1 O Conceito de Cultura ....................................................................................................... 4 1.1.2 Cultura de Massa................................................................................................................ 5 1.1.3 Cultura Popular ................................................................................................................... 6 1.1.4 Literatura de Cordel............................................................................................................ 6 1.2 A Novela e o Cordel .................................................................................................................. 8 1.2.1 O Gênero Novela ................................................................................................................ 8 1.2.2 Elementos da Literatura de Cordel .................................................................................. 8 1.2.3 A Novela “Cordel Encantado” ........................................................................................... 9 2. PERGUNTA PROBLEMA ................................................................................................................. 11 3. OBJETIVO ........................................................................................................................................ 11 4. METODOLOGIA ............................................................................................................................... 12

4.1 Quadro Teórico ........................................................................................................................ 12 4.2 Análise Estrutural ..................................................................................................................... 13 5. BIBLIOGRAFIA ................................................................................................................................ 14

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1. INTRODUÇÃO

Produtos de maior audiência da televisão brasileira, as novelas tornaram-se padrões comportamentais e referências cotidianas. Em suas tramas, pode-se haver cunho social, divulgação de cultura ou explanação de conceitos. Usadas como forma de entretenimento popular, as telenovelas se inseriram no dia-a-dia da sociedade em geral. Fugindo da mera ação de se contar uma história, essas obras dramáticas possuem uma carga influenciadora sobre o modo de pensar da população brasileira. Suas temáticas se tornam pautas de conversas cotidianas e suas tramas repercutem além da exibição de seus episódios. Dessa forma, o presente estudo preocupa-se com a inserção de elementos oriundos da cultura popular nordestina, como literatura de cordel, na telenovela “Cordel Encantado”, exibida pela Rede Globo, no horário das 18h00, no período de 11 de abril de 2011 a 23 de setembro de 2011, que abordou a divulgação de costumes regionais sobre um parâmetro nacional e a repercussão desta ampliação de cultura regionalista na sociedade.

1.1 O Popular e o Massivo

Para uma análise mais adequada, se faz necessária uma abordagem prévia dos conceitos de cultura, suas derivações; cultura de massa e cultura popular, além de uma breve síntese sobre literatura de cordel.

1.1.1 O Conceito de Cultura

O termo cultura abrange vários conceitos. Analisando etimologicamente segundo o Dicionário Etimológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa (1994, p.233) sua origem dá-se como “Culto¹ [...] Cultura sf. ‘orig. ato, efeito ou modo de cultivar’ ‘ext. civilização’ XVI Do lat. cultura”. Segundo Waldenyr Caldas (1986, p.11) 4


a palavra foi usada pela primeira vez pelos romanos no sentido de “destacar a educação aprimorada de uma pessoa, seu interesse pela arte, pela ciência, filosofia, enfim, por tudo que o homem vem produzindo ao longo da história”. Pesquisando pela palavra Cultura no minidicionário MICHAELIS (2000, p.166), encontrou-se:

cul.tu.ra [...]3 Aplicação do espírito a uma coisa; estudo. 4 Desenvolvimento

intelectual. 5 Civilização. 6 Sociol Sistema de

ideias, conhecimentos, técnicas e artefatos,

de

padrões

de

comportamento e atitudes que caracteriza, uma sociedade.

Sendo assim, pode-se entender cultura como um conjunto de atividades, costumes, modos de agir e instruções de um povo que, por sua vez, está em constantes mudanças. Ela é fundamental para guiar o comportamento social, partindo do conceito de que cada povo tem sua cultura, seus valores morais e éticos. Vale ressaltar também que por meio da cultura, os seres humanos puderam criar sua sociedade.

1.1.2 Cultura de Massa

Pode-se definir como cultura de massa toda produção industrial criada com o objetivo de atingir a massa popular. Segundo Adorno, Merton e Morin (apud BOSI, 1989, p.50) a cultura de massa é uma “realidade cultural imposta ‘de cima para baixo’ (dos produtores para os consumidores)”. Bosi (1989, p.50) também destaca que existe um sistema para a produção da cultura de massa, a “indústria cultural”. O sistema é a indústria cultural. Indústria enquanto complexo de produção de bens. Cultural, quanto ao tipo desses bens. (BOSI, 1989 p.50)

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A autora expõe que a cultura de massa não tem origem na vivência cotidiana da sociedade, porém esta tem a capacidade de criar tendências, no qual seu foco principal é o lucro.

1.1.3 Cultura Popular

Como Ecléia Bosi (1989, p.63) define no livro Cultura de Massa e Cultura Popular, a cultura popular é “uma realidade cultural estruturada a partir de relações internas no coração da sociedade”, ou seja, é baseada nos costumes da população.

É também uma manifestação diferente daquela produzida pela classe dominante. Antes de mais nada, devemos registrar que ela se realiza fora do universo acadêmico e das instituições científicas (CALDAS, 1986, p.69)

A cultura popular baseia-se em elementos de regiões específicas. Pelo fato de que cada região tem sua própria cultura, podemos também chamá-la de Cultura Regional, que varia conforme qual sociedade irá abranger. Por exemplo: no Brasil, temos um costume de leitura e escrita, porém, cada região brasileira tem seu modo de realizar tais culturas. Na região nordeste, a leitura se predomina através da literatura de cordel, onde o uso da rima e do canto predominam além da escrita. Este tipo de cultura popular será abordado nos próximos itens.

1.1.4 Literatura de Cordel

A Literatura de Cordel é uma das principais manifestações culturais nordestinas. Como explica a autora Maria Rosário Pinto (2008, p.31) no artigo A evolução da literatura de cordel, presente no livro O Universo do Cordel, a literatura 6


de cordel tem origem portuguesa e veio ao Brasil graças aos colonizadores, por volta do século XVI. Ela atingiu o nordeste “em função das peculiares condições sociais e culturais, tais como, a presença de manifestações messiânicas e do cangaço”. Complementando o conceito, Fabio Colletti Barbosa (2008, p.5), autor do artigo Um jeito peculiar de ver o mundo, presente no mesmo livro, define a literatura de cordel como “uma criação popular que parece contar a história transversalmente, revelando um jeito peculiar de ‘contar o mundo’”.

Assim, contrariando a tudo e a todos, a literatura de cordel floresceu tal qual flor de cacto, beleza nascida em meio ao nada para encher a vida de tudo. (VASQUEZ, 2008, p.12)

Segundo depoimento do professor Manuel Diegues Júnior, (apud VASQUEZ, 2008, p.11), no artigo O Universo do Cordel, presente no livro homônimo, informa que “o nome da literatura de cordel vem de Portugal [...] pelo fato de serem folhetos presos por um pequeno cordel ou barbante, em exposição nas casas em que eram vendidos”. O autor, ainda utilizando-se do professor como base, classifica a literatura de cordel como uma poesia ligada ao romanceiro popular. Além do termo cordel, surgiram suas derivações como cordelista (o autor dos folhetos), cordelaria (a impressora e/ou editora de folhetos) e cordelteca (a biblioteca especializada em folhetos).

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1.2 A Novela e o Cordel

1.2.1 O Gênero Novela

Uma telenovela se assemelha a um novelo se desenrolando. Semântica curiosa a da palavra novela: em vários idiomas, significa “história curta” como o atesta, por exemplo, o inglês (short story), o espanhol (novela corta) e mesmo em português, algo assim entre o romance e o conto. (CAMPEDELLI, 1987, p.18)

Baseando-se nos moldes dos seriados americanos, o conceito de novela tem origem nas rádionovelas e folhetins. Trata-se de um modo de contar histórias, no qual o enredo é dividido em capítulos, exibidos com certa periodicidade. No Brasil, tornaram-se um produto mais sofisticado e cultural quando incorporaram aspectos cotidianos em seus enredos, fazendo com que o público se identificasse com seus personagens e com as situações narradas. Conforme José Marques de Melo (1988, p.56) explanou na obra As telenovelas da Globo: produção e exportação, as telenovelas criaram a "ficção sem fantasia", em que a realidade e a imaginação se misturam em situações do dia-a-dia, agregando sentimento e realismo. “Tudo isso bem dosado, de modo a prender a atenção dos telespectadores, seduzindo-os para acompanhar a historia até o fim”.

1.2.2 Elementos da Literatura de Cordel

Cultura popularmente nordestina, a literatura de cordel possui características próprias, como explica o autor Carlos Trevi (2008, p.7) no artigo Cordel, criação popular, presente no livro O Universo do Cordel. Para o Trevi (2008, p.7), essa literatura foi acostumada “ao burburinho do mercado e a um público inculto”, pelo 8


qual seu modo diferenciado de transmissão se faz oralmente “como poesia lida em voz alta ou cantada”. O autor Pedro Afonso Vasquez (2008, p.18), no artigo O Universo do Cordel, presente no livro homônimo, explica em maiores detalhes a estrutura de um poema de cordel: “a métrica mais empregada na literatura de cordel é a sextilha [técnica de escrita onde a estrofe mais comum é de seis versos] com versos de sete ou cinco sílabas”. O autor também alega que a temática do cordel “é tão variada quanto a própria vida, não existindo limites para a inventividade de seus autores”. Trata-se de uma linguagem poética, de linguajar popular, onde estão presentes recursos textuais como o exagero, os mitos, as lendas. Personagens estereotipados, manifestações e opiniões de seus autores e a presença de assuntos cotidianos também estão presentes neste método de contar histórias, como explica Ana Paula A. de Araújo, colunista do website InfoEscola, no artigo Literatura de Cordel. (ARAUJO, http://www.infoescola.com/literatura/literatura-de-cordel/).

1.2.3 A Novela “Cordel Encantado”

Mesclando contos regionais do Nordeste com a realeza européia, a telenovela usa o imaginário para criar um encontro entre o cangaço e elementos de contos de fadas. A trama inicia-se com uma viagem dos reis da fictícia Seráfia do Norte, Augusto (Carmo Dalla Vecchia) e Cristina (Alinne Moraes), que juntos com seu bebê Aurora, resolvem explorar o Brasil em busca de um tesouro, embarcando em árida terra nordestina. Porém, eles caem numa armadilha da duquesa Úrsula de Bragança (Debora Bloch), que cobiça o trono. Antes de morrer, Cristina salva sua filha da emboscada criada pela duquesa e a entrega para um casal de lavradores, que a batizam de Açucena. Na

mesma

região, o

cangaceiro

Herculano

(Domingos Montagner),

preocupado com seu filho recém-nascido, Jesuíno, o deixa numa fazenda com sua 9


mulher, Benvinda (Cláudia Ohana), prometendo voltar para buscá-los quando o menino estiver adulto e pronto para tomar seu posto como “o rei do cangaço”. Sem saber de suas origens, os anos se passam e Açucena (Bianca Bin) e Jesuíno (Cauã Reymond) se apaixonam, criando o clímax da história, o confronto entre a realeza, o cangaço e o futuro de seus protagonistas.

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2. PERGUNTA PROBLEMA Como a cultura popular se apresenta na novela ‘Cordel Encantado’?

3. OBJETIVO Identificar os elementos característicos da cultura popular de cordel na novela ‘Cordel Encantado’

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4. METODOLOGIA

4.1 Quadro Teórico

O

Método

Estruturalista,

de

Claude

Lévi-Strauss,

analisa

sistemas

examinando as relações e funções de seus elementos que vão desde a linguagem humana, até os contos folclóricos e textos literários, como explica o Professor Voltaire Schilling. Dentre os principais teóricos do Estruturalismo temos Roland Barthes, Edgar Morin e Umberto Eco. Pode-se também destacar o epistemólogo Jean Piaget, que acredita que o método: [...] apóia-se sobre o sistema das relações ou interações observáveis, considerando como auto-suficiente, ao passo que o característico de um estruturalismo metódico é procurar a explicação desse sistema em uma estrutura subjacente que permite, de certo modo, sua interpretação dedutiva.

(PIAGET, 1970, p. 80)

Podemos entender como sistema, a obra como um todo. Porém, como diz Blaise Pascal (apud VIET, 1964, p.7), é “impossível conhecer o todo sem conhecer particularmente as partes”. Ou seja, a noção de estrutura “ [...] é entendida como um todo que só pode compreender-se a partir da análise de seus componentes e da função que cumprem dentro do todo.” (Wallace de Almeida Rodrigues, 2002, http://forum.consciencia.org/index.php?topic=403.0) Por fim, é importante destacar que, segundo VIET (1964, p.8) o todo não é a soma de suas partes, portanto é necessário que entre as mesmas existam outras relações além de sua justaposição, ou seja, é necessário que “cada uma das partes manifeste propriedades que resultam as sua dependência à totalidade.”

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4.2 Análise Estrutural

Com base nos estudos do Estruturalismo e a fim de identificar os elementos característicos da literatura de cordel disseminados na novela “Cordel Encantando”, optamos pelo método de análise de conteúdo, que consiste na análise da mensagem em si. Neste caso, nosso ponto de análise serão vinhetas de apresentação e capítulos selecionados da telenovela. Para uma maior abrangência neste item, optamos por analisar os textos da trama, pelo qual a cultura nordestina selecionada é mais perceptível. Denominado como análise estrutural, este tipo de análise é baseado na linguística estrutural e “parte do pressuposto de que todo texto é uma realidade estruturada, que não se revela pelo conteúdo manifesto, pois encontra-se implícita”, como explica o autor Wilson Corrêa da Fonseca Júnior (2005, p.303), no artigo Análise de Conteúdo, do livro Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. Segundo Wilson (2005, p.303), “a estrutura [do texto] é entendida como uma realidade oculta do funcionamento da mensagem a ser desvelada pelo analista”.

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5. BIBLIOGRAFIA 

Livros

BOSI, Ecléa. Cultura de Massa e Cultura Popular. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 1989. 192 p. (Coleção Meios de Comunicação).

CALDAS, Waldenyr. O que Todo Cidadão Precisa Saber Sobre Cultura. 2. ed. São Paulo: Global, 1986. 94 p. (Cadernos de Educação Popular).

CAMPEDELLI, Samira Youssef. A Telenovela. 2. ed. São Paulo: África S.a, 1987. 96 p.

CUNHA, Antonio Geraldo da. Dicionário Etimológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994. 839 p.

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (Org.). Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Atlas, 2005. 380 p.

MELO, José Marques de. As telenovelas da Globo: produção e exportação. São Paulo: Summus, 1988. 68 p.

MICHAELIS: Minidicionário Escolar da Língua Portuguesa. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 2000

PEDROSO, Franklin Espath; VASQUEZ, Pedro Afonso (Org.). O Universo do Cordel. Recife - Pernambuco: Instituto Cultural Banco Real, 2008. 60 p.

PIAGET, Jean. O Estruturalismo. São Paulo: Difel, 1970. 119 p.

VIET, Jean. Métodos Estruturalistas nas Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1967. 360 p. (Biblioteca Tempo Universitário). 14


Artigos Científicos

REVISTA COMUNICAÇÃO, MÍDIA E CONSUMO, 2011, São Paulo. Cordel Encantado: a telenovela encantada com a literatura popular. São Paulo: Dossiê - Espn, 2011. 29 p.

XXXIV CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 2011, Recife. Apropriação da Cultura Popular Nordestina pela Mídia de Massa na Telenovela "Cordel Encantado". Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2011. 12 p.

Páginas da Internet

ARAÚJO, Ana Paula de A.. Literatura de Cordel. Disponível em: <http://www.infoescola.com/literatura/literatura-de-cordel/>. Acesso em: 30 out. 2011.

CERQUEIRA, Wagner de; FRANCISCO. Cultura da Região Nordeste. Disponível em: <http://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/cultura-regiaonordeste.htm>. Acesso em: 29 set. 2011.

CORDEL

Encantado

Disponível

em:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Cordel_Encantado>. Acesso em: 24 out. 2011.

CORDEL

Encantado:

Personagens.

Disponível

em:

<http://cordelencantado.globo.com/personagens/>. Acesso em: 07 set. 2011.

ESTRUTURALISMO.

Disponível

em:

<http://forum.consciencia.org/index.php?topic=403.0>. Acesso em: 29 out. 2001.

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LEANDRO

Gomes

de

Barros

Disponível

em:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Leandro_Gomes_de_Barros>. Acesso em: 29 set. 2011.

LITERATURA

de

cordel

Disponível

em:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel>. Acesso em: 29 set. 2011.

LITERATURA de Cordel (1): Poesia popular característica do Nordeste. Disponível

em:

<http://educacao.uol.com.br/cultura-brasileira/literatura-de-

cordel-1-poesia-popular-caracteristica-do-nordeste.jhtm>. Acesso em: 29 set. 2011.

LITERATURA

de

Cordel

e

Literatura

Oral

Disponível

em:

<http://www.suapesquisa.com/cordel/>. Acesso em: 29 set. 2011.

MARIANO, Isabela. A Influência das Novelas na Vida das Pessoas. Disponível

em:

<http://pt.shvoong.com/social-sciences/1660488-

influ%C3%AAncia-das-novelas-na-vida/>. Acesso em: 11 out. 2011.

PELLEGRINI FILHO, Américo. Literatura de Cordel continua viva no Brasil. Disponível em: <http:www.bahai.org.br/cordel/viva.html>. Acesso em: 29 set. 2011.

SANTANA,

Ana

Lucia.

Cultura

de

Massa.

Disponível

em:

<http://www.infoescola.com/sociedade/cultura-de-massa/>. Acesso em: 08 set. 2011.

SIMÕES, Leônia. Literatura de Cordel e Comunicação de Massa. Disponível

em:

<http://www.slideshare.net/Leonia/para-blog-2369703>.

Acesso em: 08 out. 2011. VANNUCCI, José Armando. “Cordel Encantado”: uma fábula brasileira cheia

de

romance

e

aventura.

Disponível

em: 16


<http://blog.jovempan.uol.com.br/parabolica/cordel-encantado-uma-fabulabrasileira-cheia-de-romance-e-aventura/>. Acesso em: 24 out. 2011.

XILOGRAVURA DisponĂ­vel em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura>. Acesso em: 29 set. 2011.

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Pesquisa | Cordel Encantado  

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