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BOLETIM SUL 3 Edição nº 15 – 28 de fevereiro de 2018 Diretoria de Ensino Região Sul 3 Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Especial Caracterização Sul 3


Especial Caracterização Sul 3 Institucional

EDITORIAL Por sugestão de Márcia Regina Santana de Alencar, supervisora, o redator deste periódico ficou responsável por apresentar dados da Sul 3 aos diretores de escola ingressantes. A partir da próxima página, você confere o resultado da pesquisa, um conteúdo baseado em estatísticas e nas fontes que podem ser acessadas pelos links, mencionados por completo para o caso de quem está com o impresso. Obviamente, as informações são úteis também aos profissionais veteranos, alunos e comunidade que se interessam por conhecer mais a realidade onde trabalham, onde talvez moram e, quem sabe, até nasceram. A matéria passou pela apreciação de especialistas do Núcleo Pedagógico, três PCNPs: Eduardo Alves, de História, Teresa Azevedo, de Geografia, e Vilma Maria, de Ciências. “O levantamento dos dados regionais é formidável e a apresentação dos dados estatísticos está impecável, além da qualidade da citação das fontes”, avalia Eduardo. “Acabei de fazer a leitura e os links para constatação estão perfeitos, consolidando um ótimo material informativo e de pesquisa para nossas escolas”, conclui Vilma. A redação está atenta às sugestões, informações ou fontes que você quiser indicar.

NESTA EDIÇÃO Especial Caracterização Sul 3 1. Organização interna................................................3 2. As águas.......................................................................4 3. A população................................................................6 4. O desenvolvimento..................................................7 5. A população na escola............................................8 6. As matrículas na Sul 3............................................9 Espaço das Escolas Continua sendo referência o combate ao bullying por Joel Teles, na E. E. Sergio Murillo.....10 Tome Nota...................................................................11

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EXPEDIENTE Boletim Sul 3 Diretoria de Ensino Região Sul 3 Secretaria de Educação do Estado de São Paulo Av. Alcindo Ferreira, 4 – Parque Castelo CEP 04803-170 São Paulo – SP Telefones: (11)5660-1313 ou 1314 http://desul3.edunet.sp.gov.br/ https://www.facebook.com/desul3 desu3@educacao.sp.gov.br Eonice Domingos da Silva Dirigente Regional de Ensino Cristiane Valéria Andrade da Silva Bomfim Supervisora do Núcleo Pedagógico Léssio Lima Cardoso Redação, edição e diagramação Telefone: (11)5660-1358 lessio@professor.educacao.sp.gov.br Também compõem o Conselho Editorial: Kamila Vieira Moreira, Viviane da Silva Jaccoud, Robson Teixeira Leite, Eduardo Alves, Ademar Gomes Vieira e Silvia Cleto. Observações Para elogio, crítica ou sugestão, contate a redação ou preencha o formulário online A finalidade do Boletim Sul 3 é exclusivamente educacional. Exemplares impressos são distribuídos gratuitamente. As opiniões expressas não representam necessariamente a opinião da Sul 3 ou da Secretaria de Educação. Acesse o acervo online:

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14.


Especial Caracterização Sul 3

UMA CARACTERIZAÇÃO DA SUL 3 Informações sobre a Diretoria de Ensino Região Sul 3 que podem ajudar nas decisões administrativas e pedagógicas

A

o oferecer informações relativas à diretoria de ensino, o Boletim Sul 3 possibilita novas análises aos gestores e educadores, além daquelas oriundas da plataforma Foco Aprendizagem e do Método de Melhoria de Resultados (MMR), e facilita a chegada dos diretores ingressantes, oferecendo-lhes uma caracterização da nova realidade de trabalho. “A análise desses dados facilita a tomada de decisões tanto no campo pedagógico como também no administrativo”, afirma a Intranet Espaço do Servidor, na introdução do EduDados. O interesse pode ser ainda maior para quem também mora na região, posto que participa duplamente dessa realidade, na vida profissional e também na pessoal.

1. A ORGANIZAÇÃO INTERNA

Léssio L. Cardoso

A Diretoria de Ensino Região Sul 3 é a junção da 18ª com a 20ª Delegacia de Ensino da Capital. A 18ª passou a se denominar “Profª Toako Tano” pela Lei 8044, de 1º de outubro de 1992, disponível em https://www4.al.sp.gov.br/norma/?id=1715 2. Abaixo está a foto afixada no prédio da Sul 3, na entrada do gabinete da dirigente. Veja o atual organograma da Sul 3 na próxima página, copiado do site da Sul 3, acesso restrito. Ele segue o Decreto 57.141, de 18 de julho de 2011, disponível em

https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/decreto/2011/decreto-5714118.07.2011.html, que reorganiza a Secretaria de Estado da Educação e dá as atribuições de todos os níveis, principalmente a partir do Artigo 70. A Equipe de Supervisão de Ensino conta com 28 supervisores e o Núcleo Pedagógico, com 17 Professores Coordenadores de Núcleo Pedagógico (PCNPs). Sobre o trabalho desse Núcleo, consulte o Boletim Sul 3, nº 12. O quadro ao lado traz o total de escolas estaduais dividido pelo território

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de circunscrição da Sul 3. Este abrange duas prefeituras regionais formadas por cinco distritos: a regional da Capela do Socorro, com os distritos de Socorro, Cidade Dutra e Grajaú, e a regional Parelheiros, com os distritos de Parelheiros e Marsilac. Ao todo, são 111 escolas estaduais oferecendo Ensino Fundamental, Ensino Médio e

Educação de Jovens e Adultos (EJA). Observe no quadro que um só distrito – o do Grajaú – tem a metade do total de escolas, enquanto Marsilac tem somente duas. As escolas particulares são 59, oferecendo Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, EJA e Ensino Técnico.

2. AS ÁGUAS O fato de os moradores da Capital locomoverem-se apenas 70 quilômetros para chegarem à praia pode levar muitos deles a pensar que as águas de suas casas e rios vão direto para o Oceano. Engano. Ao contrário de outros rios, o Tietê subverte a natureza: como não consegue vencer os picos rochosos rumo ao litoral, em vez de buscar o mar – como a maior parte dos rios que corre para o mar – o Tietê atravessa a Região Metropolitana de São Paulo e segue para o interior do Estado, desaguando posteriormente no rio Paraná, num percurso de quase 1.100 km. 4

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Surge, assim, na pena de Mário de Andrade, no poema “A Meditação sobre o Tietê”, a poderosa metáfora do paulista desbravador:

Sarcástico rio que contradizes o curso das águas E te afastas do mar e te adentras na terra dos homens, Onde me queres levar?... Por que me proíbes assim praias e mar... O poema completo está disponível em http://www.jornaldepoesia.jor.br/and08.html.


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A Serra do Mar é o obstáculo que obriga as águas da Capital a caminharem em sentido inverso, rumo ao interior. Trata-se de uma prolongada formação montanhosa que acompanha a costa do Atlântico desde o norte de Santa Catarina ao Rio de Janeiro, onde ela se alinha com a Serra da Mantiqueira, que se prolonga até o Espírito Santo. O Tietê atravessa o estado de São Paulo, na direção de leste a oeste. “Nasce” e “morre” em um só estado, portanto um rio estadual, ou seja, aquele que tem sua nascente e sua foz dentro do estado de São Paulo. A Bacia do Tietê é composta por seis sub-bacias (veja no mapa acima): Alto Tietê, onde está inserida a Região Metropolitana; Piracicaba; Sorocaba/Médio Tietê; Tietê/Jacaré; Tietê/Batalha e Baixo Tietê. E toda a Bacia do Rio Tietê é uma unidade hidrográfica da Bacia do Rio Paraná (mapa ao lado).

O Bacia Hidrográfica do Alto Tietê quase coincide com a Região Metropolitana de São Paulo. O rio drena toda a área desde a nascente em Salesópolis, a apenas 22 quilômetros

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do litoral e a 96 quilômetros da Capital, passando por toda a área densamente urbanizada. A Região Metropolitana possui baixa disponibilidade hídrica por habitante por estar localizada numa região de cabeceira e por ser o maior aglomerado urbano do País. Para

se sustentar, depende da importação de água de bacias vizinhas, como é o caso do Sistema Cantareira, uma reversão das cabeceiras do Rio Piracicaba, ao norte da Bacia do Alto Tietê. A parte de cima do mapa da Sul 3 é banhada por duas represas: de um lado, pela Guarapiranga e, de outro, pela Billings. O distrito de “Interlagos” tem esse nome justamente por estar entre esses dois “lagos”. O mapa com as duas prefeituras regionais da página 3 – o mesmo usado na capa – está disponível em http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/regionais/subprefeituras/mapa/index.php?p=14894. O mapa com as bacias do estado de São Paulo está disponível em http://www.sanasa.com.br/noticias/not_con3.asp?par_nrod=554&flag=TK-2. O mapa com o rio Paraná está disponível em http://www.daee.sp.gov.br/index.php?option=com_content&id=793:historico-do-riotiete&Itemid=53. O mapa desta página, com as duas represas, é um recorte do Google.

3. A POPULAÇÃO

Em muitas cidades – dentre elas, São Paulo – a expulsão da população de baixa renda para as zonas periféricas agrava a degradação ambiental pela expansão desordenada, pela falta de infraestrutura urbana adequada, gerando os consequentes problemas 6

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de ocupação de áreas de proteção a mananciais e das várzeas, além da necessidade de expansão dos sistemas de abastecimento de água e coleta de esgotos sanitários e de coleta de lixo. Isso acarreta uma consequência bastante séria para a cidade que é a necessidade


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ISA – Instituto Socioambiental

da continuidade do investimento na expansão http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/seda infraestrutura urbana, a taxas superiores cretarias/regionais/subprefeituras/daàs próprias taxas globais de crescimento po- dos_demograficos/index.php?p=12758. A populacional. Esvazia-se o centro urbano, cuja pulação de 1980, 1991 e 2000 são do IBGE e infraestrutura, já instalada e consolidada, estão em http://infocidade.prefeipassa a ter ociosidade crescente, e incha-se a tura.sp.gov.br/htmls/7_populacao_recenseaperiferia, que, penosamente, aguarda o sis- dataxas_de_crescimento_1980_10745.html , tema ter possibilidade de aumentar seus in- onde se têm também as taxas de crescimento vestimentos e levar, para aí, a infraestrutura populacional. O mapa abaixo está disponível básica necessária. Essas afirmações estão em em http://www.scielo.br/scihttps://www.ecodeelo.php?script=sci_arttext&pid=S0103bate.com.br/2015/01/21/com-dez-vezes40142003000100007#fig02. mais-agua-que-cantareira-a-represa-billingsO quadro da página anterior revela que pode-ser-alternativa-em-sp/. o distrito de Marsilac tem a maior parte (41%) da área da Sul 3 e a menor parte da população (1%). Quase a metade (49%) da po- A intensa ocupação no entorno da represa Billings pulação da diretoria de ensino está no distrito do Grajaú, que tem somente um quinto (19%) da área. O distrito da Cidade Dutra tem a maior densidade demográfica (6.700 hab/km2), 163 vezes a menor densidade, ocorrida em Marsilac (41). Os dados de área e densidade demográfica (hab/km2) estão em

4. O DESENVOLVIMENTO O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros fatores. O melhor resultado é igual a um. Matéria de 18 de setembro de 2009, na revista Veja São Paulo, afirma que os mais ricos da Capital “moram na Cidade Jardim. Ali, um chefe de família ganha em média 7.098 reais por mês. Em Engenheiro Marsilac, no extremo sul do município, essa média é de 325 reais. No Grajaú (região do Parque Cocaia), 31% da população economicamente ativa está desempregada. Já em Perdizes (arredores da Rua Turiassu), esse número cai para apenas 6%”. Veja o texto

completo em https://vejasp.abril.com.br/cidades/atlas-mostra-quais-sao-osmelhores-os-piores-bairrosde-sao-paulo/. Marsilac, Parelheiros e Grajaú estão entre os 20 piores distritos listados por matéria do Estadão de 25 de abril de 2016, disponível em http://fotos.estadao.com.br/galerias/cidades,idh-os-20-melhores-e-os-20-piores-distritos-de-sao-paulo,24925, de onde veio a foto da próxima página. O Mapa Socioassistencial, lançado em abril de 2016 pela prefeitura da Capital, também afirma que Marsilac e Parelheiros têm os piores IDHs da capital. “Quando observadas as condições de extrema pobreza, renda de até ⅛

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Estadão

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A realidade de Marsilac tão diferente, por exemplo, do Socorro

do salário mínimo per capita, o Ipiranga tem 408 domicílios nessas condições, enquanto Capela do Socorro, que traz o distrito mais populoso da cidade (Grajaú), tem 2.285 moradias com esse rendimento”, afirma na página 191. Baixe o Atlas completo em http://thecityfixbrasil.com/2016/04/26/atlas-de-assistencia-social-mapeia-areas-de-vulnerabilidade-em-sao-paulo/.

Os números do IDH 2012 dispostos no quadro da página 7 estão disponíveis em https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_dos_distritos_de_S%C3%A3o_Paulo_por_%C3%8Dndic e_de_Desenvolvimento_Humano. Para abrir um mapa com o IDH da Capital do ano 2000 clique em http://www9.prefeitura.sp.gov.br/sempla/mm/mapas/indice1_1.pdf.

5. A POPULAÇÃO NA ESCOLA

O percentual de crianças de 5 a 6 anos que frequentam a escola no município de São Paulo chega a 93%, número acima das nossas duas prefeituras regionais. No segundo ciclo do Ensino Fundamental, o percentual de jovens de 11 a 14 anos que representa um problema razoavelmente grave está na regional de Parelheiros, onde se registra um número inferior a 70%. Ao observar os percentuais de jovens de 15 a 17 anos, com Ensino Fundamental

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completo, as duas prefeituras regionais apresentam índice abaixo dos 70% necessários para o alto desenvolvimento. O indicador de jovens de 18 a 20 anos com Ensino Médio completo é o mais grave de todos. As duas prefeituras regionais apresentam índices bem abaixo dos 70% necessários para o alto desenvolvimento. No município de São Paulo, esse percentual é de 50%, ou seja, metade da população de 18 a 20 anos não completou o Ensino Médio. Não estamos falando das pessoas com mais idade, aposenta-


Especial Caracterização Sul 3 das e que não tiveram oportunidade de avançar nos estudos, pois apesar disso elas construíram suas vidas da forma que lhe foi permitida. Essas pessoas fazem parte do único componente que mede o nível educacional da população adulta, a saber, o percentual da população de 18 anos ou mais de idade com Ensino Fundamental completo. O indicador também não é bom no município de São Paulo, onde somente 68% das pessoas adultas completaram

o Ensino Fundamental (os índices de nossas duas regionais estão abaixo disso), porém, ainda assim é melhor do que o anterior. Tanto os dados quanto essa análise são uma adaptação do documento disponível em http://www.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/livros/livros/170828_livro_territorios_numeros_insumos_politicas_publicas_2_cap06.pdf.

6. AS MATRÍCULAS NA SUL 3 A Intranet Espaço do Servidor, em http://www.intranet.educacao.sp.gov.br/ (acesso com usuário e senha da Secretaria Escolar Digital), disponibiliza a plataforma EduDados, segundo a qual a Sul 3 tem, em novembro de 2017, 3.973 classes e 120.142 matrículas. Em média, são 1.054 alunos por escola, 30 alunos por classe e 35 classes por escola. Veja o total de matrículas em:

O quadro, no final desta página, explicita o gargalo formado na transição do Ensino Fundamental para o Ensino Médio. No 9º ano, o número de matrículas é bastante superior ao dos anos anteriores. Esse número sobe ainda mais na 1ª série, cerca de 16.000. Provavelmente, existem mais classes nessas duas situações. Uma constatação estarrecedora, no Ensino Médio, refere-se à queda do número de

matrículas, de uma série para outra: o número de 16.000 da 1ª série cai para 12.000 na 2ª e 9.000 na 3ª. Ou seja, do início até o final do Ensino Médio, reduz-se em 44% o total de matrículas. Talvez nos sirva de consolo saber que essa situação do Ensino Médio se repete em escala nacional. O censo do MEC, divulgado em 31 de janeiro de 2018, aponta que a evasão escolar no Ensino Médio é de 11,2%. Em 2016, o país tinha 8.133 milhões de alunos nessa fase. No ano passado, o número foi de 7.930 milhões. Um dos efeitos é o aumento dos jovens e adultos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Sobre evasão e repetência leia a matéria disponível em https://www.metropoles.com/brasil/educacao-br/evasao-escolar-e-de-112-no-ensinomedio-aponta-censo-do-mec e ou assista ao vídeo do Jornal Nacional em http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/01/cai-numero-de-matriculas-noensino-fundamental-e-medio-mostracenso.html. Para consultar todo o Censo Escolar, acesse http://portal.inep.gov.br/censo-escolar/.

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Especial Caracterização Sul 3 Espaço das Escolas

Combate ao bullying continua sendo referência

Site da Secretaria da Educação

O trabalho é desenvolvido na escola estadual Sergio Murillo Raduan por Joel Teles

Os estudantes durante o intervalo e Joel Filho em palestra sobre o tema na escola

J

oel Teles Bertin Filho escreveu um relato sobre o trabalho de combate ao bullying desenvolvido na escola estadual Prof. Sergio Murillo Raduan, publicado no Boletim Sul 3, nº 8, de 30 de junho de 2017. O texto cita o vídeo que a Secretaria de Estado da Educação publicou sobre a iniciativa. Aos 8 de maio, a Secretaria publicara um texto em seu site sobre o bullying, citando o trabalho de Joel Teles: “Na escola, o docente reúne os alunos na sala de audiovisual e palestra o tema, sempre dando a oportunidade do debate, para que os alunos cheguem à conclusão de que caçoar do colega não é legal. (...) Com a família participando o resultado é a curto prazo. Para a professora Aparecida Donizete dos Santos Marques, que também leciona na unidade escolar, o trabalho de conscientização contra o bullying dentro da escola é muito importante”. Leia a matéria completa em http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/atividade-escolar-incentiva-alunos-a-denunciarem-ofensas/. Aos 24 de agosto, o Estadão também citou o trabalho do professor como exemplo de prevenção a agressões na escola: “Muitas vezes o aluno é movido por emoção no momento do conflito e há uma plateia ao redor, que até filma a situação. Quando você fala com ele fora desse ambiente, ele está mais calmo. Dá-se

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oportunidade para que os dois, vítima e agressor, conversem”. Veja todo o texto em http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,escolas-no-estado-de-sp-tem-3agressoesdia,70001948095. O site SBNotícias, em comemoração ao Dia do Professor, publicou, em 13 de outubro, a matéria “Conheça a história de quatro educadores destaques da rede estadual de SP”, dentre os quais está Joel Teles: “Um dos principais desafios da escola estadual Sergio Murilo era diminuir os episódios de bullying entre os alunos. Foi aí que o professor Joel teve a ideia de criar a ‘caixa de denúncia anônima’. Funciona assim: os estudantes depositam a queixa no espaço e depois são chamados para conversar. A diferença é que os agressores também participam desses encontros, o que tem surtido efeito positivo e reconciliações. Palestras sobre o tema também estão na lista de ações adotadas pelo educador e que envolvem toda a unidade”. Leia tudo em http://www.sbnoticias.com.br/noticias/154026/conhe%C3%A7ahist%C3%B3ria-de-quatro-educadores-destaques-da-rede-estadual-de-sp/. Também em comemoração pelo Dia do Professor de 2017, o portal de notícias “tudo.com.vc” publicou matéria, em 15 de outubro, sobre a violência e a impunidade que marcam a realidade da Educação. “Há quem


Metrô News

Especial Espaço das Caracterização Escolas Sul 3 acredite e se anime com os conflitos exiscom a profissão. (...) O tentes dentro de uma professor Joel Teles escola. A minha relateve a ideia de criar a ção com as crianças e ‘caixa de denúncia os adolescentes meanônima’. Funciona aslhorou significativasim: os estudantes demente, tornando meu positam a queixa no ofício mais agradável e espaço e depois são Joel Teles mediando humano”. E ainda: chamados para con- conflito na escola, em 2013 “Mais importante do versar. A diferença é que administrar os que os agressores também participam desses conflitos mais graves é preveni-los. É necessáencontros, o que tem surtido efeito positivo e rio que o professor tenha a sensibilidade de reconciliações.” Consulte toda a matéria em perceber que algo está causando desconforto http://tudo.com.vc/jundiai-regiao/gecom determinada turma e a partir destas obral/2017/10/15/dia-dos-professores-violen- servações criar ações preventivas”. Leia todo cia-e-impunidade-marcam-realidade-da-edu- o texto em cacao/. https://www.passeidireto.com/arJoel Teles participou, em 2013, de uma quivo/26593141/dialogos-e-mediacao-decapacitação oferecida por parceria entre o Mi- conflitos-nas-escolas---guia-pratico-paranistério Público e a Secretaria da Educação educadores/14. com a ideia de difundir entre os educadores No final do ano passado, Joel Teles, conhecimentos específicos sobre Justiça Res- vice-diretor da escola, publicou nota, no site taurativa (conceito que trabalha diálogo, re- da Sul 3, assinada também por Dorcílio Garcia, flexão e responsabilidade) e o objetivo de ca- diretor, sobre o campeonato interclasses em pacitá-los para prevenir e resolver conflitos novembro e dezembro, com os princípios de no ambiente escolar. Na ocasião, o então pro- “interação e socialização”. A comunidade esfessor de Língua Portuguesa e Inglês falou ao colar foi parabenizada, especialmente Paulo e jornal Metrô News, edição de 10 de janeiro de Deiane, professores de Educação Física. 2013, página 6: “Um método que aprendi e Estão para ir ao ar duas reportagens que tem funcionado é o circuito restaurativo produzidas, no final de 2017, sobre essa como instrumento da fala”. Toda a notícia está mesma ação contra o bullying, uma na TV Gadisponível em zeta e outra no SBT Nordeste. Esta exibirá https://issuu.com/folhametrouma série sobre profissões; Joel Teles estará news/docs/metronews-10-01-13/6. no episódio sobre a profissão de professor. Em “Diálogos e Mediação de Confli- Outras informações ainda na página do Facetos nas Escolas – Guia Prático para Educado- book do professor “Joel,Professor Mediador res”, Joel Teles dá seu testemunho sobre o Escolar e Comunitário”. Os links das reportacurso práticas restaurativas: “Me causou sig- gens de TV, assim que possível, estarão lá. nificativas reflexões no sentido de como lidar

Tome Nota Parlamento Jovem Paulista Até 9 de março estão abertas as inscrições para alunos da rede estadual que queiram vivenciar a rotina da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) por dois dias. Podem participar do Parlamento Jovem

Paulista alunos com idade entre 14 e 21 anos e que estejam cursando o 9º ano do Ensino Fundamental, Médio ou Técnico. Para se inscrever, o jovem deve preparar um trabalho na forma de projeto de lei, conforme orientações do manual do candidato e procurar a diretoria Boletim Sul 3 – Nº 15 – 28/02/2018

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Especial Tome Nota Caracterização Sul 3 da escola em que estuda. Outras informações em https://www.al.sp.gov.br/participe/parlamento-jovem/. Confira postagem no site da Sul, em 6 de fevereiro, por Teresa Azevedo, PCNP de Geografia. Concurso internacional de cartas Os estudantes com até 15 anos de idade podem se inscrever até 16 de março para participarem do Concurso Internacional de Redação de Cartas. O objetivo é “incentivar as crianças e adolescentes a expressarem a criatividade deles e melhorarem seus conhecimentos linguísticos”. No Brasil, a realização do concurso fica a cargo dos Correios e é desenvolvido em três fases: escolar, estadual e nacional. Mais informações em https://www.correios.com.br/sobre-correios/sustentabilidade/vertente-social/concurso-internacional-de-redacao-de-cartas. O concurso foi divulgado, no site da Sul 3, aos 2 de fevereiro, por Léssio Lima Cardoso, PCNP de Língua Portuguesa. Matrículas no CEL Continuam abertas as matrículas para os cursos de idiomas do Centro de Estudo de Língua (CEL). Na Sul 3, os quatro CELs são as escolas estaduais: ● Alberto Salotti, Av. Carlos Oberhuber, 90, telefone 5928-0685 ou 5928-6332, e-mail e005289a@educacao.sp.gov.br; ● Esther Garcia, Av. Antonio Carlos Benjamim dos Santos, 858, telefone 5928-4836 ou 5972-3243, e-mail e046361a@educacao.sp.gov.br; ● Laerte Ramos de Carvalho, R. Anibal dos Anjos Carvalho, 5, telefone 5666-0866 ou 5666-8886, e-mail e037448a@educacao.sp.gov.br; ● Paulino Nunes Esposo, Estrada Ecoturística de Parelheiros, 365, telefone 5979-2515 ou 5979-2356, e-mail e005307a@educacao.sp.gov.br. Outras informações em

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http://www.educacao.sp.gov.br/noticia/cel/faca-matricula-no-centro-de-estudode-linguas-e-se-torne-um-bilingue/. Veja nota publicada no site da Sul 3, em 20 de fevereiro, por Léssio Lima Cardoso, PCNP de Língua Portuguesa. Aplicativo “Minha Escola” Com o intuito de propiciar maior engajamento dos alunos e potenciar a participação dos pais e responsáveis na vida escolar, a Secretaria da Educação disponibiliza o aplicativo “Minha Escola”. Com ele os alunos e responsáveis podem acessar informações sobre seu rendimento escolar como: número de faltas, notas bimestrais, receber notificações e acompanhar o calendário escolar. Para baixar o aplicativo, o aluno deve acessar a loja da Google Play, digitar no campo de busca “Minha Escola” e fazer o download. Para acessar o aplicativo, o aluno ou responsável deve usar o número do RA + sigla do Estado do RA. A senha é a data de nascimento do aluno sem espaço e sem barra. As informações foram dadas no site da Sul 3, em 15 de fevereiro, com as assinaturas de Ademar Gomes Vieira e Marco Antonio Vasconcelos, PCNPs de Tecnologia. Cursos online gratuitos A plataforma Veduca oferece, em parceria com a USP (Universidade de São Paulo), cursos online totalmente gratuitos. Os interessados podem conhecer as disciplinas em https://veduca.org/courses. As aulas são livres e ministradas por professores de reconhecidas instituições. É acesso a uma educação de qualidade, de forma simples e no ritmo do aluno. Não há custos. No entanto, caso você opte por receber um certificado, o Veduca o coloca à disposição com um investimento de R$79. Assim, o aluno passa por uma avaliação do curso e recebe o certificado digital reconhecido pelo mercado. As informações foram dadas no site da Sul 3, em publicação de 6 de fevereiro, assinada por Ademar Gomes Vieira e Marco Antonio Vasconcelos, PCNPs de Tecnologia.

Boletim Sul 3, nº 15, fev 2018  

UMA CARACTERIZAÇÃO DA SUL 3 - “O levantamento dos dados regionais é formidável e a apresentação das estatísticas está impecável, além da qua...

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UMA CARACTERIZAÇÃO DA SUL 3 - “O levantamento dos dados regionais é formidável e a apresentação das estatísticas está impecável, além da qua...

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