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e nos dê a graça de vivermos uma relação profunda e fraterna com todos, especialmente com os pobres. (Alguém traz o pão consagrado e o coloca sobre o altar. Todos fazem uma breve inclinação.) (29º Curso: 04.05)

T – O pão de Deus é o pão da vida, / que do céu veio até nós./ Ó Senhor, nós vos pedimos, / dá-nos sempre deste pão. (bis)

25. ORAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS

O(a) presidente, ocupando o lugar no altar, convida a assembleia para o louvor: P – O senhor esteja com vocês! T – Ele está no meio de nós! P – Demos graças ao Senhor, nosso Deus! T – É nosso dever e nossa salvação! P – Nós te damos graças, ó Deus da vida, porque neste dia santo de domingo nos acolhes na comunhão do teu amor e renovas nossos corações com a alegria da ressurreição de Jesus.

T – Glória a ti, Senhor, graças e louvor! P – Esta comunidade aqui reunida recorda a vitória sobre a morte, escutando a tua Palavra e repartindo o pão, na esperança de ver o novo céu e a nova terra, onde não haverá fome, nem morte, nem dor, e onde viveremos na plena comunhão do teu amor. T – Glória a ti, Senhor, graças e louvor! P – Por este sinal do corpo do teu Filho, expressamos nosso desejo de corresponder com mais fidelidade à missão que nos deste e invocamos sobre nós o teu Espírito. Apressa o tempo da vinda do teu reino, e recebe o louvor de todo o universo e de todas as pessoas que te buscam. T – Glória a ti, Senhor, graças e louvor! P – Toda nossa louvação chegue a ti em nome de Jesus, por quem oramos com as palavras que ele nos ensinou: T – Pai Nosso..., pois vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

26. ABRAÇO DA PAZ

P – Irmãos e irmãs, por sua morte e ressurreição, o Cristo nos reconciliou. De-

mo-nos uns aos outros o abraço da paz!

27. RITO DA COMUNHÃO

(Após o Pai-Nosso, quem preside convida a comunidade a partilhar o pão, dizendo:) P – Assim disse Jesus: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome e o que crê em mim nunca mais terá sede”. Mostrando o pão consagrado: P – Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo! T – Senhor, eu não sou digno(a)... (Distribuição da comunhão: canto da Comunhão n. 18 A e 18 B deste folheto.)

28. ORAÇÃO FINAL

Com carinho, ó Deus da vida, preparaste esta mesa para nós, teus pobres e pequeninos. Nós te agradecemos por este teu gesto e te pedimos: jamais, nesta semana, nós nos cansemos de fazer o bem e cuidar daqueles que mais precisam de auxílio e consolo. Por Cristo, nosso Senhor. Amém. O roteiro de “onde não houver missa” encontrase no livro “Dia do Senhor”: de M. Guimarães e P. Carpanedo, Paulinas: Apostolado Litúrgico.

DEUS ELEVA OS HUMILDES

O mistério que celebramos hoje Fazemos memória da Páscoa do Senhor, recordando neste domingo, que Ele se fez pequeno entre os pobres, rebaixou-se até à humilhante morte de cruz, para abrir a festa da vida para todos os excluídos dela. Sua palavra hoje nos convida a abandonar o jogo, às vezes disfarçado, da competição pelo primeiro lugar, toda e qualquer atitude implicante, arrogante e autossuficiente, e acolher a gratuidade, a misericórdia e a terna compaixão de nosso Deus. Que nesta celebração, como banquete de partilha e comunhão, o Senhor nos faça experimentar a alegria da convivência fraterna, sem dominação e nos ajude a assumir o serviço desinteressado e gratuito a todos os excluídos de uma vida digna.

Sugestões para a equipe de celebração: 1. Dar atenção especial a todas as pessoas que em nossas comunidades se sentem diminuídas, abandonadas ou até excluídas. Evitar, nas celebrações, atitudes arrogantes e autossuficientes, sobretudo os que “prestam algum serviço” e se “destacam mais”. Fazer isso sempre. 2. Dar maior destaque a toda a liturgia eucarística, como refeição, banquete da vida para o qual todos somos convidados. Se possível, usar pão ázimo e vinho para todos, de acordo com as atuais orientações. Se não houver eucaristia ou hóstia consagrada, trazer um grande pão e após a louvação, reparti-lo entre todos. É importante não excluir as crianças desse ágape fraterno. 3. Cantar o prefácio, o Santo, as aclamações, a doxologia e o amém final da Oração Eucarística.

LEITURAS BÍBLICAS: 2ª-f.: 1Cor 2,15; Lc 4,16-30. 3ª-f.: 1Cor 2,10b-16;

Lc 4,31-37. 4ª-f.: 1Cor 3,1-9; Lc 4,38-44. 5ª-f.: 1Cor 3,18-23; Lc 5,1-11. 6ª-f.: 1Cor 4,1-5; Lc 5,33-39. Sábado: 1Cor 4,6b-15; Lc 6,1-5. Domingo: 23º Domingo do Tempo Comum - Sb 9,13-19; Fm 9b-10.12-17; Lc 14,25-33.

CÚRIA ARQUIDIOCESANA Praça Dom Emanuel, s/n - Centro - Caixa postal 174 CEP 74001-970 - Goiânia - Goiás Fone: (62) 3223-0759 - curia@arquidiocesedegoiania.org.br

Arquidiocese de Goiânia

22º Domingo do Tempo Comum 29 de agosto de 2010 - Ano XXVII - Nº 1568

DEUS ELEVA OS HUMILDES 1. MOTIVAÇÃO

P – Senhor, que congregais na unidade os vossos filhos dispersos, tende piedade de nós. T – Senhor, tende piedade de nós. (Conclusão pelo presidente)

A – Estamos reunidos para celebrar o banquete do Reino. Que o Senhor nos faça viver a alegria da convivência fraterna, nos ajude a acolher sua Palavra e viver o serviço com gratuidade. Unidos a todas as pessoas que se dedicam ao serviço da 5. HINO DE LOUVOR catequese, iniciemos nossa celebração, (30º Curso:10.05) Glória a Deus nos altos céus! / Paz na tercantando. ra a seus amados! / A vós louvam, Rei ce2. CANTO DE ABERTURA leste, / os que foram libertados! (Amém!) (11º Curso: 04.96 e 39º Curso: 08.10) 1. Deus e Pai, nós vos louvamos, / adora1. Vamos, irmãos, caminhar / à casa do Pai mos, bendizemos; / damos glória ao vose celebrar / o amor que criou todos nós, / o so nome, / vossos dons agradecemos! amor que vem nos salvar! 2. Senhor nosso, Jesus Cristo, / Unigênito Deus é Pai, Deus é Pai! / Deus é Pai, nos- do Pai, / vós, de Deus Cordeiro Santo, / so Pai, / nosso Pai! nossas culpas perdoai! 2. Uma família unida, / ao redor da mesa 3. Vós, que estais junto do Pai, / como do altar, / com Cristo, nosso irmão, / filhos nosso intercessor, / acolhei nossos pedino Filho a cantar! dos, / atendei nosso clamor! 3. “Abba” isto é Pai / ouvimos Jesus fa- 4. somente sois o Santo, / o Altíssimo, lar / quando lhe perguntaram / “como se o Senhor, / com o Espírito Divino, / de Deus Pai no esplendor. deve rezar?” 4. Sua casa, falou Jesus, / é casa de ora- 6. ORAÇÃO ção / que sempre assim também seja / o P - Oremos. (Pausa para oração) nosso coração. Deus do universo, fonte de todo bem, derramai em nossos corações o vosso amor e 3. ACOLHIDA estreitai os laços que nos unem convosco P – Em nome do Pai... para alimentar em nós o que é bom e guarT – Amém. dar com solicitude o que nos destes. Por P – A graça de nosso Senhor Jesus Crisnosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na to, o amor do Pai e a comunhão do Espíunidade do Espírito Santo. T – Amém. rito Santo estejam convosco. T – Bendito seja Deus que nos reuniu LITURGIA DA PALAVRA no amor de Cristo. A - Como discípulos e discípulas atentos, abramos o ouvido e o coração para co4. ATO PENITENCIAL nhecer a importância da humildade. P – O Senhor disse: “Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra”. Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração. (Pausa) P – Senhor, que viestes procurar quem estava perdido, tende piedade de nós. T – Senhor, tende piedade de nós. P – Cristo, que viestes dar a vida em resgate de muitos, tende piedade de nós. T – Cristo, tende piedade de nós.

7. PRIMEIRA LEITURA

Leitura do Livro do Eclesiástico (3,19-21.30-31) - 19Filho, realiza teus trabalhos com mansidão e serás amado mais do que um homem generoso. 20 Na medida em que fores grande, deverás praticar a humildade, e assim encontrarás graça diante do Senhor. Muitos são altaneiros e ilustres, mas é aos humildes que ele revela seus mistérios. 21Pois grande é o poder do Senhor, mas ele é glorificado pelos humildes.

Para o mal do orgulhoso não existe remédio, pois uma planta de pecado está enraizada nele, e ele não compreende. 31O homem inteligente reflete sobre as palavras dos sábios, e com ouvido atento deseja a sabedoria. - Palavra do Senhor. T - Graças a Deus. (Tempo de silêncio) 30

8. SALMO 67 (68) (Salmos e Aclamações / ano C: 11.09)

Com carinho, preparastes uma mesa para o pobre. 4 Os justos se alegram na presença do Senhor / rejubilam satisfeitos e exultam de alegria! / 5aCantai a Deus, a Deus louvai, cantai um salmo a seu nome! / cO seu nome é Senhor: exultai diante dele! 6 Dos órfãos Ele é pai, e das viúvas protetor: / é assim o nosso Deus em sua santa habitação. / 7aÉ o Senhor quem dá abrigo, dá um lar aos deserdados, / b quem liberta os prisioneiros e os sacia com fartura. 10 Derramastes lá do alto uma chuva generosa, / e vossa terra, vossa herança, já cansada renovastes; / 11e ali vosso rebanho encontrou sua morada; / com carinho preparastes essa terra para o pobre. (Tempo de silêncio)

9. SEGUNDA LEITURA

Leitura da Carta aos Hebreus (12,18-19.22-24a) - Irmãos, 18vós não vos aproximastes de uma realidade palpável: “fogo ardente e escuridão, trevas e tempestade, 19som da trombeta e voz poderosa”, que os ouvintes suplicaram não continuasse. 22 Mas vós vos aproximastes do monte Sião e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste; da reunião festiva de milhões de anjos; 23da assembleia dos primogênitos, cujos nomes estão escritos nos céus; de Deus, o Juiz de todos; dos espíritos dos justos, que chegaram à perfeição; de Jesus, mediador da nova aliança. - Palavra do Senhor. T - Graças a Deus. (Tempo de silêncio)


10. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

(Salmos e Aclamações / ano C: 11.09)

Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, / que sou de manso e humilde coração! P – O Senhor esteja convosco. T – Ele está no meio de nós. P – Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. T – Glória a vós, Senhor. (14,1.7-14) - 1Aconteceu que, num dia de sábado, Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus. E eles o observavam. 7Jesus notou como os convidados escolhiam os primeiros lugares. Então contou-lhes uma parábola: 8 “Quando tu fores convidado para uma festa de casamento, não ocupes o primeiro lugar. Pode ser que tenha sido convidado alguém mais importante do que tu, 9e o dono da casa, que convidou os dois, venha te dizer: ‘Dá o lugar a ele’. Então tu ficarás envergonhado e irás ocupar o último lugar. 10 Mas, quando tu fores convidado, vai sentar-te no último lugar. Assim, quando chegar quem te convidou, te dirá: ‘Amigo, vem mais para cima’. E isto vai ser uma honra para ti diante de todos os convidados. 11Porque quem se eleva, será humilhado e quem se humilha, será elevado”. 12 E disse também a quem o tinha convidado: “Quando tu deres um almoço ou um jantar, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isto já seria a tua recompensa. 13Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos. 14Então tu serás feliz! Porque eles não te podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos”. – Palavra da Salvação. T – Glória a vós, Senhor. (Tempo de silêncio)

1. Ó Deus misericordioso, firmai no vosso serviço o Papa e os bispos, como servidores do banquete do vosso Reino. T – Atendei-nos, Senhor. 2. Ó Deus, justo e santo, fortalecei os chefes das nações na missão de garantir vida e dignidade para todos. 3. Ó Deus, pai amoroso, despertai-nos para a prática da humildade em tudo o que fizermos. 4. Ó Deus, juiz de todos, fazei que nossa comunidade seja fiel servidora dos pobres, aleijados, coxos, cegos e de todas as vítimas da exclusão. 5. Ó Deus, senhor e mestre da verdade, iluminai nossos catequistas neste serviço tão importante para a formação de verdadeiros cristãos. (Preces da comunidade) (Conclusão pelo presidente)

LITURGIA EUCARÍSTICA (Onde não houver missa, segue a partir do n. 23 deste folheto.)

14. CANTO DE PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS (30º Curso: 10.05)

1. A mesa santa que preparamos, mãos que se elevam a ti, ó Senhor. / O pão e o vinho, frutos da terra, duro trabalho, carinho e amor: / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! 2. Flores, espinhos, dor e alegria, pais, mães e filhos diante do altar. / A nossa oferta em nova festa, a nossa dor vem, Senhor, transformar! / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! 3. A vida nova, nova família, que celebramos, aqui tem lugar. / Tua bondade vem com fartura; é só saber reunir, partilhar. / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! 4. E nós, unidos, participamos da construção de um mundo melhor, / com os dons colhidos que apresentamos. Bendito sejas, Deus Pai criador. / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! / Ô, ô, ô, recebe, Senhor!

15. ORAÇÃO

P – Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus 11. HOMILIA Pai todo-poderoso. (Após a homilia, pausa para reflexão.) T – Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu 12. PROFISSÃO DE FÉ P – Cheios de confiança, professemos nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja. a nossa fé. Ó Deus, o sacrifício que vamos oferecer T – Creio em Deus Pai... nos traga sempre a graça da salvação, e vos13. ORAÇÃO COMUNITÁRIA so poder leve à plenitude o que realizamos P – Confiantes no Senhor, apresentemos nesta liturgia. Por Cristo, nosso Senhor. T – Amém. nossas súplicas.

16. ORAÇÃO EUCARÍSTICA VI-D (Prefácio próprio)

P – O Senhor esteja convosco. T – Ele está no meio de nós. P – Corações ao alto. T – O nosso coração está em Deus. P – Demos graças ao Senhor, nosso Deus. T – É nosso dever e nossa salvação. Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação, dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Pai misericordioso e Deus fiel. Vós nos destes vosso Filho Jesus Cristo, nosso Senhor e Redentor. Ele sempre se mostrou cheio de misericórdia pelos pequenos e pobres, pelos doentes e pecadores, colocando-se ao lado dos perseguidos e marginalizados. Com a vida e a palavra anunciou ao mundo que sois Pai e cuidais de todos como filhos e filhas. Por essa razão, com todos os Anjos e Santos, nós vos louvamos e bendizemos, e proclamamos o hino de vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz: T - Santo, Santo, Santo... Na verdade, vós sois santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os assistis no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos, ele nos revela as Escrituras e parte o pão para nós. T - O vosso Filho permaneça entre nós! Nós vos suplicamos, Pai de bondade, que envieis o vosso Espírito Santo para santificar estes dons do pão e do vinho, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo. T - Mandai o vosso Espírito Santo! Na véspera de sua paixão, durante a última Ceia, ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo: Tomai, todos, e comei: isto é o meu corpo, que será entregue por vós. Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele, tomando o cálice em suas mãos, vos deu graças novamente e o entregou a seus discípulos, dizendo: Tomai, todos, e bebei: este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para remissão dos pecados. Fazei isto em memória de Mim. Eis o mistério da fé! T – Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Celebrando, pois, ó Pai santo, a memória de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, que pela paixão e morte de cruz fizestes entrar na glória da ressurreição e colocastes à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor até que ele venha e vos oferecemos o pão da vida e o cálice da bênção. Olhai com bondade para a oferta da vossa Igreja. Nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que vos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos. T - Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta! Senhor Deus, conduzi a vossa Igreja à perfeição na fé e no amor, em comunhão com o nosso Papa Bento, o nosso Bispo., com todos os bispos, presbíteros e diáconos e todo o povo que conquistastes. T - Confirmai o vosso povo na unidade! Dai-nos olhos para ver as necessidades e os sofrimentos dos nossos irmãos e irmãs; inspirai-nos palavras e ações para confortar os desanimados e oprimidos; fazei que, a exemplo de Cristo, e seguindo o seu mandamento, nos empenhemos lealmente no serviço a eles. Vossa Igreja seja testemunha viva da verdade e da liberdade, da justiça e da paz, para que toda a humanidade se abra à esperança de um mundo novo. T - Ajudai-nos a criar um mundo novo! Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs (N. e N.), que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e concedei-lhes, no dia da ressurreição, a plenitude da vida. T - Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna! Concedei-nos ainda, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco. E em comunhão com a bem-aventurada Virgem Maria, com os Apóstolos e Mártires, (com S. N.: Santo do dia ou Patrono) e todos os Santos, vos louvaremos e glorificaremos, por Jesus Cristo, vosso Filho. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre. T – Amém.

18 A. CANTO DA COMUNHÃO (21º Curso: 03.01 e 39º Curso: 08.10)

1. Na festa do meu povo, há vinho, leite e comida, / mesa fraterna servida a gente pode saciar! / É nova sociedade, é mundo novo nascendo, / plantado entre os pequenos, a vida vai transformar. Vinho melhor foi guardado, / pra hora que já soou! / Novos céus e nova terra: / primavera começou! (bis) 2. Na festa do meu povo, há dor transformada em canto, / que brota de rios de pranto e lava toda a nação. / Na força dos humilhados, como semente escondida / vencendo a morte, a vida, no canto do nosso chão. 3. Na festa do meu povo, há mãos unidas em prece / que ao nosso Pai agradece em cantigas de louvação! / Vestes em sangue alvejadas, mártires que a luta faz: / Josimo e Tião da Paz, em Páscoa - Revolução! 4. Na festa do meu povo, há terra partilhada, / nas lutas de cada estrada, de acampados em mutirão! / Romeiros do Grande Dia, em busca de nova Terra, / grito de paz e de guerra, Promessa de Libertação! 5. Na festa do meu povo há muitos trabalhadores, / vencendo seus opressores, com pá e enxada na mão! / Debulhando seus rosários, de direitos conquistados, / alvorada de libertados. Eis a Nova Criação! 6. Na festa do meu povo, há esperança dançando / em cirandas anunciando: o Reino já começou! / Gente nas ruas da História, trabalhando a igualdade, / caminheiros da verdade, no amanhã, que hoje chegou!

18 B. CANTO DA COMUNHÃO (33º Curso: 03.07)

1. A mesa tão grande e vazia de amor e de paz, de paz, / aonde há o luxo de alguns alegria não há jamais! / A mesa da Eucaristia nos quer ensinar, ah!, ah! / que a ordem de Deus, nosso Pai é o pão partilhar! Pão em todas as mesas, / da Páscoa Nova certeza. / A festa haverá, e o povo a cantar, aleluia! (bis) 2. As forças da morte: a injustiça e a ganância de ter, de ter, / agindo naqueles que impedem ao pobre viver, viver. / Sem terra, trabalho e comida, a vida não há, não há. / Quem deixa assim e não age, a festa não vai celebrar. 3. Irmãos, companheiros na luta, vamos dar as mãos, as mãos, / na grande corrente do amor, na feliz comunhão, irmãos! / Unindo a peleja e a certeza, vamos cons17. PAI-NOSSO truir, aqui / na terra o projeto de Deus: P – O Senhor nos comunicou o seu Es- todo o povo a sorrir! pírito. Com a confiança e a liberdade de 4. Quem em todas as mesas de pobre filhos, digamos juntos: haja festa e pão, e pão. / E as mesas dos ricos, vazias sem concentração de pão! / T – Pai nosso...

Busquemos aqui nesta mesa do Pão Redentor, do céu! / a força e a esperança que faz todo povo viver! 5. Bendito o Ressuscitado, Jesus vencedor, ô, ô! / No pão partilhado, a presença Ele nos deixou, deixou. / Bendita é a vida nascida de quem se arriscou, ô, ô! / Na luta pra ver triunfar neste mundo o amor!

19. MOMENTO DE SILÊNCIO E ORAÇÃO PESSOAL Refrão meditativo: (28º Curso:09.04) Tua palavra é lâmpada para os meus pés, Senhor!/ Lâmpada para os meus pés e luz, / luz para o meu caminho. (bis)

20. ORAÇÃO P – Oremos. (Pausa para oração) Restaurados à vossa mesa pelo pão da vida, nós vos pedimos, ó Deus, que este alimento da caridade fortifique os nossos corações e nos leve a vos servir em nossos irmãos e irmãs. Por Cristo, nosso Senhor. T – Amém.

21. AVISOS DA COMUNIDADE 22. BÊNÇÃO FINAL P – O Senhor esteja convosco. T – Ele está no meio de nós. P – Deus todo-poderoso vos abençoe na sua bondade e infunda em vós a sabedoria da salvação. T – Amém. P – Sempre vos alimente com os ensinamentos da fé e vos faça perseverar nas boas obras. T – Amém. P – Oriente para ele os vossos passos, e vos mostre o caminho da caridade e da paz. T – Amém. P – Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. T – Amém.

ONDE NÃO HOUVER MISSA

23. COLETA FRATERNA

(É o momento de trazer donativos ou oferta em dinheiro para as necessidades da comunidade, enquanto a assembleia canta o n. 14 deste folheto.)

24. DA PALAVRA À REFEIÇÃO

(Quem preside convida a assembleia a se aproximar do altar.) P – Vamos dar graças a Deus e repartir entre nós o pão consagrado, memória viva do corpo do Senhor. Que esta comunhão firme nossa amizade com ele


10. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

(Salmos e Aclamações / ano C: 11.09)

Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, / que sou de manso e humilde coração! P – O Senhor esteja convosco. T – Ele está no meio de nós. P – Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. T – Glória a vós, Senhor. (14,1.7-14) - 1Aconteceu que, num dia de sábado, Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus. E eles o observavam. 7Jesus notou como os convidados escolhiam os primeiros lugares. Então contou-lhes uma parábola: 8 “Quando tu fores convidado para uma festa de casamento, não ocupes o primeiro lugar. Pode ser que tenha sido convidado alguém mais importante do que tu, 9e o dono da casa, que convidou os dois, venha te dizer: ‘Dá o lugar a ele’. Então tu ficarás envergonhado e irás ocupar o último lugar. 10 Mas, quando tu fores convidado, vai sentar-te no último lugar. Assim, quando chegar quem te convidou, te dirá: ‘Amigo, vem mais para cima’. E isto vai ser uma honra para ti diante de todos os convidados. 11Porque quem se eleva, será humilhado e quem se humilha, será elevado”. 12 E disse também a quem o tinha convidado: “Quando tu deres um almoço ou um jantar, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isto já seria a tua recompensa. 13Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos. 14Então tu serás feliz! Porque eles não te podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos”. – Palavra da Salvação. T – Glória a vós, Senhor. (Tempo de silêncio)

1. Ó Deus misericordioso, firmai no vosso serviço o Papa e os bispos, como servidores do banquete do vosso Reino. T – Atendei-nos, Senhor. 2. Ó Deus, justo e santo, fortalecei os chefes das nações na missão de garantir vida e dignidade para todos. 3. Ó Deus, pai amoroso, despertai-nos para a prática da humildade em tudo o que fizermos. 4. Ó Deus, juiz de todos, fazei que nossa comunidade seja fiel servidora dos pobres, aleijados, coxos, cegos e de todas as vítimas da exclusão. 5. Ó Deus, senhor e mestre da verdade, iluminai nossos catequistas neste serviço tão importante para a formação de verdadeiros cristãos. (Preces da comunidade) (Conclusão pelo presidente)

LITURGIA EUCARÍSTICA (Onde não houver missa, segue a partir do n. 23 deste folheto.)

14. CANTO DE PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS (30º Curso: 10.05)

1. A mesa santa que preparamos, mãos que se elevam a ti, ó Senhor. / O pão e o vinho, frutos da terra, duro trabalho, carinho e amor: / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! 2. Flores, espinhos, dor e alegria, pais, mães e filhos diante do altar. / A nossa oferta em nova festa, a nossa dor vem, Senhor, transformar! / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! 3. A vida nova, nova família, que celebramos, aqui tem lugar. / Tua bondade vem com fartura; é só saber reunir, partilhar. / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! 4. E nós, unidos, participamos da construção de um mundo melhor, / com os dons colhidos que apresentamos. Bendito sejas, Deus Pai criador. / Ô, ô, ô, recebe, Senhor! / Ô, ô, ô, recebe, Senhor!

15. ORAÇÃO

P – Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus 11. HOMILIA Pai todo-poderoso. (Após a homilia, pausa para reflexão.) T – Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu 12. PROFISSÃO DE FÉ P – Cheios de confiança, professemos nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja. a nossa fé. Ó Deus, o sacrifício que vamos oferecer T – Creio em Deus Pai... nos traga sempre a graça da salvação, e vos13. ORAÇÃO COMUNITÁRIA so poder leve à plenitude o que realizamos P – Confiantes no Senhor, apresentemos nesta liturgia. Por Cristo, nosso Senhor. T – Amém. nossas súplicas.

16. ORAÇÃO EUCARÍSTICA VI-D (Prefácio próprio)

P – O Senhor esteja convosco. T – Ele está no meio de nós. P – Corações ao alto. T – O nosso coração está em Deus. P – Demos graças ao Senhor, nosso Deus. T – É nosso dever e nossa salvação. Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação, dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Pai misericordioso e Deus fiel. Vós nos destes vosso Filho Jesus Cristo, nosso Senhor e Redentor. Ele sempre se mostrou cheio de misericórdia pelos pequenos e pobres, pelos doentes e pecadores, colocando-se ao lado dos perseguidos e marginalizados. Com a vida e a palavra anunciou ao mundo que sois Pai e cuidais de todos como filhos e filhas. Por essa razão, com todos os Anjos e Santos, nós vos louvamos e bendizemos, e proclamamos o hino de vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz: T - Santo, Santo, Santo... Na verdade, vós sois santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os assistis no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos, ele nos revela as Escrituras e parte o pão para nós. T - O vosso Filho permaneça entre nós! Nós vos suplicamos, Pai de bondade, que envieis o vosso Espírito Santo para santificar estes dons do pão e do vinho, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo. T - Mandai o vosso Espírito Santo! Na véspera de sua paixão, durante a última Ceia, ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo: Tomai, todos, e comei: isto é o meu corpo, que será entregue por vós. Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele, tomando o cálice em suas mãos, vos deu graças novamente e o entregou a seus discípulos, dizendo: Tomai, todos, e bebei: este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, que será derramado por vós e por todos para remissão dos pecados. Fazei isto em memória de Mim. Eis o mistério da fé! T – Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Celebrando, pois, ó Pai santo, a memória de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, que pela paixão e morte de cruz fizestes entrar na glória da ressurreição e colocastes à vossa direita, anunciamos a obra do vosso amor até que ele venha e vos oferecemos o pão da vida e o cálice da bênção. Olhai com bondade para a oferta da vossa Igreja. Nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que vos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos. T - Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta! Senhor Deus, conduzi a vossa Igreja à perfeição na fé e no amor, em comunhão com o nosso Papa Bento, o nosso Bispo., com todos os bispos, presbíteros e diáconos e todo o povo que conquistastes. T - Confirmai o vosso povo na unidade! Dai-nos olhos para ver as necessidades e os sofrimentos dos nossos irmãos e irmãs; inspirai-nos palavras e ações para confortar os desanimados e oprimidos; fazei que, a exemplo de Cristo, e seguindo o seu mandamento, nos empenhemos lealmente no serviço a eles. Vossa Igreja seja testemunha viva da verdade e da liberdade, da justiça e da paz, para que toda a humanidade se abra à esperança de um mundo novo. T - Ajudai-nos a criar um mundo novo! Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs (N. e N.), que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e concedei-lhes, no dia da ressurreição, a plenitude da vida. T - Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna! Concedei-nos ainda, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco. E em comunhão com a bem-aventurada Virgem Maria, com os Apóstolos e Mártires, (com S. N.: Santo do dia ou Patrono) e todos os Santos, vos louvaremos e glorificaremos, por Jesus Cristo, vosso Filho. Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre. T – Amém.

18 A. CANTO DA COMUNHÃO (21º Curso: 03.01 e 39º Curso: 08.10)

1. Na festa do meu povo, há vinho, leite e comida, / mesa fraterna servida a gente pode saciar! / É nova sociedade, é mundo novo nascendo, / plantado entre os pequenos, a vida vai transformar. Vinho melhor foi guardado, / pra hora que já soou! / Novos céus e nova terra: / primavera começou! (bis) 2. Na festa do meu povo, há dor transformada em canto, / que brota de rios de pranto e lava toda a nação. / Na força dos humilhados, como semente escondida / vencendo a morte, a vida, no canto do nosso chão. 3. Na festa do meu povo, há mãos unidas em prece / que ao nosso Pai agradece em cantigas de louvação! / Vestes em sangue alvejadas, mártires que a luta faz: / Josimo e Tião da Paz, em Páscoa - Revolução! 4. Na festa do meu povo, há terra partilhada, / nas lutas de cada estrada, de acampados em mutirão! / Romeiros do Grande Dia, em busca de nova Terra, / grito de paz e de guerra, Promessa de Libertação! 5. Na festa do meu povo há muitos trabalhadores, / vencendo seus opressores, com pá e enxada na mão! / Debulhando seus rosários, de direitos conquistados, / alvorada de libertados. Eis a Nova Criação! 6. Na festa do meu povo, há esperança dançando / em cirandas anunciando: o Reino já começou! / Gente nas ruas da História, trabalhando a igualdade, / caminheiros da verdade, no amanhã, que hoje chegou!

18 B. CANTO DA COMUNHÃO (33º Curso: 03.07)

1. A mesa tão grande e vazia de amor e de paz, de paz, / aonde há o luxo de alguns alegria não há jamais! / A mesa da Eucaristia nos quer ensinar, ah!, ah! / que a ordem de Deus, nosso Pai é o pão partilhar! Pão em todas as mesas, / da Páscoa Nova certeza. / A festa haverá, e o povo a cantar, aleluia! (bis) 2. As forças da morte: a injustiça e a ganância de ter, de ter, / agindo naqueles que impedem ao pobre viver, viver. / Sem terra, trabalho e comida, a vida não há, não há. / Quem deixa assim e não age, a festa não vai celebrar. 3. Irmãos, companheiros na luta, vamos dar as mãos, as mãos, / na grande corrente do amor, na feliz comunhão, irmãos! / Unindo a peleja e a certeza, vamos cons17. PAI-NOSSO truir, aqui / na terra o projeto de Deus: P – O Senhor nos comunicou o seu Es- todo o povo a sorrir! pírito. Com a confiança e a liberdade de 4. Quem em todas as mesas de pobre filhos, digamos juntos: haja festa e pão, e pão. / E as mesas dos ricos, vazias sem concentração de pão! / T – Pai nosso...

Busquemos aqui nesta mesa do Pão Redentor, do céu! / a força e a esperança que faz todo povo viver! 5. Bendito o Ressuscitado, Jesus vencedor, ô, ô! / No pão partilhado, a presença Ele nos deixou, deixou. / Bendita é a vida nascida de quem se arriscou, ô, ô! / Na luta pra ver triunfar neste mundo o amor!

19. MOMENTO DE SILÊNCIO E ORAÇÃO PESSOAL Refrão meditativo: (28º Curso:09.04) Tua palavra é lâmpada para os meus pés, Senhor!/ Lâmpada para os meus pés e luz, / luz para o meu caminho. (bis)

20. ORAÇÃO P – Oremos. (Pausa para oração) Restaurados à vossa mesa pelo pão da vida, nós vos pedimos, ó Deus, que este alimento da caridade fortifique os nossos corações e nos leve a vos servir em nossos irmãos e irmãs. Por Cristo, nosso Senhor. T – Amém.

21. AVISOS DA COMUNIDADE 22. BÊNÇÃO FINAL P – O Senhor esteja convosco. T – Ele está no meio de nós. P – Deus todo-poderoso vos abençoe na sua bondade e infunda em vós a sabedoria da salvação. T – Amém. P – Sempre vos alimente com os ensinamentos da fé e vos faça perseverar nas boas obras. T – Amém. P – Oriente para ele os vossos passos, e vos mostre o caminho da caridade e da paz. T – Amém. P – Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. T – Amém.

ONDE NÃO HOUVER MISSA

23. COLETA FRATERNA

(É o momento de trazer donativos ou oferta em dinheiro para as necessidades da comunidade, enquanto a assembleia canta o n. 14 deste folheto.)

24. DA PALAVRA À REFEIÇÃO

(Quem preside convida a assembleia a se aproximar do altar.) P – Vamos dar graças a Deus e repartir entre nós o pão consagrado, memória viva do corpo do Senhor. Que esta comunhão firme nossa amizade com ele


e nos dê a graça de vivermos uma relação profunda e fraterna com todos, especialmente com os pobres. (Alguém traz o pão consagrado e o coloca sobre o altar. Todos fazem uma breve inclinação.) (29º Curso: 04.05)

T – O pão de Deus é o pão da vida, / que do céu veio até nós./ Ó Senhor, nós vos pedimos, / dá-nos sempre deste pão. (bis)

25. ORAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS

O(a) presidente, ocupando o lugar no altar, convida a assembleia para o louvor: P – O senhor esteja com vocês! T – Ele está no meio de nós! P – Demos graças ao Senhor, nosso Deus! T – É nosso dever e nossa salvação! P – Nós te damos graças, ó Deus da vida, porque neste dia santo de domingo nos acolhes na comunhão do teu amor e renovas nossos corações com a alegria da ressurreição de Jesus.

T – Glória a ti, Senhor, graças e louvor! P – Esta comunidade aqui reunida recorda a vitória sobre a morte, escutando a tua Palavra e repartindo o pão, na esperança de ver o novo céu e a nova terra, onde não haverá fome, nem morte, nem dor, e onde viveremos na plena comunhão do teu amor. T – Glória a ti, Senhor, graças e louvor! P – Por este sinal do corpo do teu Filho, expressamos nosso desejo de corresponder com mais fidelidade à missão que nos deste e invocamos sobre nós o teu Espírito. Apressa o tempo da vinda do teu reino, e recebe o louvor de todo o universo e de todas as pessoas que te buscam. T – Glória a ti, Senhor, graças e louvor! P – Toda nossa louvação chegue a ti em nome de Jesus, por quem oramos com as palavras que ele nos ensinou: T – Pai Nosso..., pois vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

26. ABRAÇO DA PAZ

P – Irmãos e irmãs, por sua morte e ressurreição, o Cristo nos reconciliou. De-

mo-nos uns aos outros o abraço da paz!

27. RITO DA COMUNHÃO

(Após o Pai-Nosso, quem preside convida a comunidade a partilhar o pão, dizendo:) P – Assim disse Jesus: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome e o que crê em mim nunca mais terá sede”. Mostrando o pão consagrado: P – Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo! T – Senhor, eu não sou digno(a)... (Distribuição da comunhão: canto da Comunhão n. 18 A e 18 B deste folheto.)

28. ORAÇÃO FINAL

Com carinho, ó Deus da vida, preparaste esta mesa para nós, teus pobres e pequeninos. Nós te agradecemos por este teu gesto e te pedimos: jamais, nesta semana, nós nos cansemos de fazer o bem e cuidar daqueles que mais precisam de auxílio e consolo. Por Cristo, nosso Senhor. Amém. O roteiro de “onde não houver missa” encontrase no livro “Dia do Senhor”: de M. Guimarães e P. Carpanedo, Paulinas: Apostolado Litúrgico.

DEUS ELEVA OS HUMILDES

O mistério que celebramos hoje Fazemos memória da Páscoa do Senhor, recordando neste domingo, que Ele se fez pequeno entre os pobres, rebaixou-se até à humilhante morte de cruz, para abrir a festa da vida para todos os excluídos dela. Sua palavra hoje nos convida a abandonar o jogo, às vezes disfarçado, da competição pelo primeiro lugar, toda e qualquer atitude implicante, arrogante e autossuficiente, e acolher a gratuidade, a misericórdia e a terna compaixão de nosso Deus. Que nesta celebração, como banquete de partilha e comunhão, o Senhor nos faça experimentar a alegria da convivência fraterna, sem dominação e nos ajude a assumir o serviço desinteressado e gratuito a todos os excluídos de uma vida digna.

Sugestões para a equipe de celebração: 1. Dar atenção especial a todas as pessoas que em nossas comunidades se sentem diminuídas, abandonadas ou até excluídas. Evitar, nas celebrações, atitudes arrogantes e autossuficientes, sobretudo os que “prestam algum serviço” e se “destacam mais”. Fazer isso sempre. 2. Dar maior destaque a toda a liturgia eucarística, como refeição, banquete da vida para o qual todos somos convidados. Se possível, usar pão ázimo e vinho para todos, de acordo com as atuais orientações. Se não houver eucaristia ou hóstia consagrada, trazer um grande pão e após a louvação, reparti-lo entre todos. É importante não excluir as crianças desse ágape fraterno. 3. Cantar o prefácio, o Santo, as aclamações, a doxologia e o amém final da Oração Eucarística.

LEITURAS BÍBLICAS: 2ª-f.: 1Cor 2,15; Lc 4,16-30. 3ª-f.: 1Cor 2,10b-16;

Lc 4,31-37. 4ª-f.: 1Cor 3,1-9; Lc 4,38-44. 5ª-f.: 1Cor 3,18-23; Lc 5,1-11. 6ª-f.: 1Cor 4,1-5; Lc 5,33-39. Sábado: 1Cor 4,6b-15; Lc 6,1-5. Domingo: 23º Domingo do Tempo Comum - Sb 9,13-19; Fm 9b-10.12-17; Lc 14,25-33.

CÚRIA ARQUIDIOCESANA Praça Dom Emanuel, s/n - Centro - Caixa postal 174 CEP 74001-970 - Goiânia - Goiás Fone: (62) 3223-0759 - curia@arquidiocesedegoiania.org.br

Arquidiocese de Goiânia

22º Domingo do Tempo Comum 29 de agosto de 2010 - Ano XXVII - Nº 1568

DEUS ELEVA OS HUMILDES 1. MOTIVAÇÃO

P – Senhor, que congregais na unidade os vossos filhos dispersos, tende piedade de nós. T – Senhor, tende piedade de nós. (Conclusão pelo presidente)

A – Estamos reunidos para celebrar o banquete do Reino. Que o Senhor nos faça viver a alegria da convivência fraterna, nos ajude a acolher sua Palavra e viver o serviço com gratuidade. Unidos a todas as pessoas que se dedicam ao serviço da 5. HINO DE LOUVOR catequese, iniciemos nossa celebração, (30º Curso:10.05) Glória a Deus nos altos céus! / Paz na tercantando. ra a seus amados! / A vós louvam, Rei ce2. CANTO DE ABERTURA leste, / os que foram libertados! (Amém!) (11º Curso: 04.96 e 39º Curso: 08.10) 1. Deus e Pai, nós vos louvamos, / adora1. Vamos, irmãos, caminhar / à casa do Pai mos, bendizemos; / damos glória ao vose celebrar / o amor que criou todos nós, / o so nome, / vossos dons agradecemos! amor que vem nos salvar! 2. Senhor nosso, Jesus Cristo, / Unigênito Deus é Pai, Deus é Pai! / Deus é Pai, nos- do Pai, / vós, de Deus Cordeiro Santo, / so Pai, / nosso Pai! nossas culpas perdoai! 2. Uma família unida, / ao redor da mesa 3. Vós, que estais junto do Pai, / como do altar, / com Cristo, nosso irmão, / filhos nosso intercessor, / acolhei nossos pedino Filho a cantar! dos, / atendei nosso clamor! 3. “Abba” isto é Pai / ouvimos Jesus fa- 4. somente sois o Santo, / o Altíssimo, lar / quando lhe perguntaram / “como se o Senhor, / com o Espírito Divino, / de Deus Pai no esplendor. deve rezar?” 4. Sua casa, falou Jesus, / é casa de ora- 6. ORAÇÃO ção / que sempre assim também seja / o P - Oremos. (Pausa para oração) nosso coração. Deus do universo, fonte de todo bem, derramai em nossos corações o vosso amor e 3. ACOLHIDA estreitai os laços que nos unem convosco P – Em nome do Pai... para alimentar em nós o que é bom e guarT – Amém. dar com solicitude o que nos destes. Por P – A graça de nosso Senhor Jesus Crisnosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na to, o amor do Pai e a comunhão do Espíunidade do Espírito Santo. T – Amém. rito Santo estejam convosco. T – Bendito seja Deus que nos reuniu LITURGIA DA PALAVRA no amor de Cristo. A - Como discípulos e discípulas atentos, abramos o ouvido e o coração para co4. ATO PENITENCIAL nhecer a importância da humildade. P – O Senhor disse: “Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra”. Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração. (Pausa) P – Senhor, que viestes procurar quem estava perdido, tende piedade de nós. T – Senhor, tende piedade de nós. P – Cristo, que viestes dar a vida em resgate de muitos, tende piedade de nós. T – Cristo, tende piedade de nós.

7. PRIMEIRA LEITURA

Leitura do Livro do Eclesiástico (3,19-21.30-31) - 19Filho, realiza teus trabalhos com mansidão e serás amado mais do que um homem generoso. 20 Na medida em que fores grande, deverás praticar a humildade, e assim encontrarás graça diante do Senhor. Muitos são altaneiros e ilustres, mas é aos humildes que ele revela seus mistérios. 21Pois grande é o poder do Senhor, mas ele é glorificado pelos humildes.

Para o mal do orgulhoso não existe remédio, pois uma planta de pecado está enraizada nele, e ele não compreende. 31O homem inteligente reflete sobre as palavras dos sábios, e com ouvido atento deseja a sabedoria. - Palavra do Senhor. T - Graças a Deus. (Tempo de silêncio) 30

8. SALMO 67 (68) (Salmos e Aclamações / ano C: 11.09)

Com carinho, preparastes uma mesa para o pobre. 4 Os justos se alegram na presença do Senhor / rejubilam satisfeitos e exultam de alegria! / 5aCantai a Deus, a Deus louvai, cantai um salmo a seu nome! / cO seu nome é Senhor: exultai diante dele! 6 Dos órfãos Ele é pai, e das viúvas protetor: / é assim o nosso Deus em sua santa habitação. / 7aÉ o Senhor quem dá abrigo, dá um lar aos deserdados, / b quem liberta os prisioneiros e os sacia com fartura. 10 Derramastes lá do alto uma chuva generosa, / e vossa terra, vossa herança, já cansada renovastes; / 11e ali vosso rebanho encontrou sua morada; / com carinho preparastes essa terra para o pobre. (Tempo de silêncio)

9. SEGUNDA LEITURA

Leitura da Carta aos Hebreus (12,18-19.22-24a) - Irmãos, 18vós não vos aproximastes de uma realidade palpável: “fogo ardente e escuridão, trevas e tempestade, 19som da trombeta e voz poderosa”, que os ouvintes suplicaram não continuasse. 22 Mas vós vos aproximastes do monte Sião e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste; da reunião festiva de milhões de anjos; 23da assembleia dos primogênitos, cujos nomes estão escritos nos céus; de Deus, o Juiz de todos; dos espíritos dos justos, que chegaram à perfeição; de Jesus, mediador da nova aliança. - Palavra do Senhor. T - Graças a Deus. (Tempo de silêncio)


Folheto 29.08.2010