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RESGATE HISTÓRICO DA ATIVIDADE COLETIVA EM SÃO JOSÉ análise da área Histórico O povoamento da área do município de São José iniciou-se a partir de 1726, com os primeiros vicentistas vindos da Vila de Nossa Senhora do Desterro. No entanto, o adensamento populacional só aconteceu a partir da vinda dos açorianos para a região em 1750, pois, receosa de perder as terras do sul do Brasil para os espanhóis, a Coroa Portuguesa incentivou a migração açoriana para a região (Leitura Espacial do Município, 2004). Foi definido um modelo de ocupação e estipularam-se regras para o povoamento, definindo previamente a localização de logradouros, etc. Evidencia-se também a importância da capela na configuração do povoamento. Como menciona Reis (2002), na configuração dos núcleos litorâneos destaca-se a presença de amplo espaço público fronteiro à capela, iniciando-se junto ao mar até a capela edificada sobre pequena elevação. Dessa forma, a população se localizou inicialmente no entorno da Praça da Igreja Matriz e ao longo do litoral estendendo-se para o norte e sul. Caracterizado pela colonização portuguesa, o traçado das ruas acompanhava as colinas circundantes e o centro de povoação teve a praça como ponto principal. Reis (2002) afirma que a fundação da freguesia de São José da Terra Firme, datada de 26 de outubro de 1750, expressava a existência organizada de localidades como centro de poder civil e religioso. A freguesia foi então elevada à condição de vila em 1833 e, posteriormente, à cidade de São José em 1856. A economia do município baseava-se em atividades como a produção agrícola, pesca, serraria e matadouro. Essas atividades eram responsáveis por abastecer a capital do estado,

que, com a dependência da ligação marítima entre a ilha e o continente, garantia a subsistência de São José. Além disso, desde meados do século XIX havia em São José a Casa de Câmara e Cadeia, o Theatro Adolpho Mello e atracadouro de barcos do outro lado da Praça. A existência desses edifícios constata a importância adquirida do município na competição pela liderança de Santa Catarina, como afirma Farias (2002). O início do século XX marca um período de declínio das atividades portuárias e abandono do transporte marítimo, configurando a decadência da economia do município. Essa característica tem como justificativa a construção da ponde Hercílio Luz, que facilitou a ligação entre a ilha de Santa Catarina e o continente, e a subsequente perda para a capital do distrito de João Pessoa, localizado na extremidade continental mais próxima à ilha. Na década de 60, o crescente inchaço urbano de Florianópolis fez com que o continente passasse a receber um número maior de moradores em busca de menor custo de vida. Na época, a malha viária ainda era mais densa no Centro Histórico, mas na década de 70, obras na BR 101 tornaram esta prioritária na conectividade entre as vias, desencadeando um crescimento da malha no entorno do centro e excluindo-o da dinâmica urbana. O empreendimento Kobrassol intensifica essa segregação, já que sua área passa a ser o novo centro comercial da cidade. Em 2000 o centro administrativo de São José é transferido do entorno da Praça da Igreja Matriz para as margens da BR 282 e é construída a Beira Mar Continental, que só não atingiu a região histórica por intervenção dos moradores. Consequência desse processo, o centro histórico encontra-se abandonado.

Figuras 1, 2, 3, 4 e 5 - Retiradas do livro São José da Terra Firme. Respectivamente, Vista da Praça da Igreja, Vista da Igreja, Lateral da Igreja, Theatro Adolpho Mello e Vista da Praça da Igreja.

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Universidade Federal de Santa Catarina Leodi Antônio Covatti Departamento de Arquitetura e Urbanismo Lucas Gustavo Anghinoni Professora Margareth Afeche Nathália Cervelin Pecantet


RESGATE HISTÓRICO DA ATIVIDADE COLETIVA EM SÃO JOSÉ análise da área Inserção na estrutura da cidade O trecho visitado do centro histórico de São José, configurado pelas ruas Getúlio Vargas, Macari, Cel. Irineu Comelli, Xavier Câmara e Antônio Ferreira, apresenta a configuração básica da urbanização portuguesa. Tem como ponto focal a praça com a Igreja Matriz – pertencente à paróquia São José - voltada para o mar, sendo o entorno imediato composto por edificações ainda conservadas, como o Teatro Adolpho Mello e o casario açoriano onde atualmente se encontra o Museu Municipal de São José.

Figura 6 - Indicação de vias.

A região possui caráter residencial, a área da Matriz é utilizada principalmente como passagem pelos moradores e trabalhadores da Câmara Municipal e pequenos comércios, locais de atividades gastronômicas e culturais também movimentam usuários na região. A praça é cortada pela via de maior tráfego da área, a Rua Getúlio Vargas, o que contribui para a descaracterização do conjunto histórico. Há um aumento sazonal do fluxo de pessoas durante as festas Açoriana e do Divino Espírito Santo.

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Muitas das edificações apresentam novos usos, como o sobrado da Municipalidade e parte das edificações pertencentes ao casario citado acima. O primeiro alojava o arquivo municipal tendo atualmente em seu térreo um comércio/bar; o casario apresenta uma serie diversificada de usos, como café (Café da Corte, Bistrô Joy Joy ), museu (Museu Municipal de São José), e prestadores de serviço em geral. Apesar da lei Nº 3752/2001 instaurar o não bloqueio das edificações referidas, foi observado um entorno diversificado esteticamente, agredindo a unidade do local. Juntamente aos blocos históricos, edificações recentes compõem um cenário que já é comum, edificações históricas ladeadas por intervenções contemporâneas que não interagem para formação de uma unidade formal. Como exemplo, temos a Câmara Municipal de Vereadores, que se encontra em frente à Praça Hercílio Luz e bloqueia a vista ao mar, não agregando valores arquitetônicos e de uso, uma vez que sua institucionalidade somente atrai quem trabalha no local. Dispositivos urbanos como iluminação, lixeiras e calçadas estão em razoável estado de conservação, principalmente ao longo das edificações de interesse histórico, assim como o quesito acessibilidade espacial. No entanto, a presença de calçamento em petit-pavé (mosaico português) como característica histórica é um elemento que traz problemas de acessibilidade devido à sua irregularidade na hora da execução. Contudo, não foi observada a apropriação da população dos equipamentos disponíveis, como a praça, teatros, museu e bares/lanchonetes. A visita foi feita em um dia de semana com ceu claro e sem precipitação. A vista da rua Irineu Comelli (atrás da câmara de vereadores) é panorâmica, sendo possível observar grande parte da orla continental e insular (Figura no rodapé da página).

Características ambientais da área O município de São José pertence à região Sul do Brasil, caracterizada pelo clima subtropical, e, por sua proximidade ao oceano, sofre grande influência da maritimidade, apresentando assim médias baixas de variação de temperatura. Os principais ventos atuantes são sul, norte e nordeste. A malha urbana antiga situa-se nas planícies costeiras, que compõem a paisagem com altos taludes. A ocupação dos morros deu-se a partir dos anos 80 devido ao crescimento demográfico do município. A alteração significativa do relevo, como aterros e terraplanagens também altera a dinâmica ecológica e traz impasses quanto à preservação, uma vez que grandes esforços já foram feitos por São José e Florianópolis para que o sistema viário se desenvolvessen em detrimento da preservação de áreas tidas como sensíveis, como mangues e matas ciliares. Universidade Federal de Santa Catarina Leodi Antônio Covatti Departamento de Arquitetura e Urbanismo Lucas Gustavo Anghinoni Professora Margareth Afeche Nathália Cervelin Pecantet


RESGATE HISTÓRICO DA ATIVIDADE COLETIVA EM SÃO JOSÉ diretrizes Mapeamento de cheios e vazios

Mapa de usos

Através do mapeamento de cheios e vazios, observou-se que na área do centro histórico restam poucas áreas verdes e de uso público. Os gabaritos são baixos, mas, analisando o Plano Diretor vigente (1984) e a paisagem da cidade, nota-se que ao invés de um gradiente suave, há um salto de um máximo de 6 para 14 pavimentos, alcançando o atual centro urbano de São José (vide figuras abaixo).

O uso predominante da área é o residencial. Há alguns estabelecimentos comerciais e um número maior de edifícios públicos, o que gera atração para a área, porém de usos bem específicos.

Figura 7 - Mapeamento de cheios e vazios. Produzido pela equipe a partir de imagem de satélite retirada do website Google.

Via Principal Edificações históricas Edificações institucionais Áreas verdes Figura 10 - Mapeamento de usos. Produzido pela equipe a partir de imagem de satélite retirada do website Google.

Propostas

Figuras 8 e 9 - Mapeamentos contento Índice de Aproveitamento e Gabarito Máximo, respectivamente. Fonte: Leitura da Cidade de são José, SC. (Tendências e Potenciais), 2004

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1. Priorizar a população devolvendo a convivência histórica perdida. 2. Equipamentos comerciais de apoio à vivência urbana. 3. Incentivo de atividades tradicionais. 4. Desenhar uma orla. 5. Criar novos acessos à orla e áreas de estar. 6. Valorização e visibilidade da bica da Carioca com implantação de área de parque em seu entorno. 7. Permitir somente a passagem de veículos leves e transporte coletivo pelo centro histórico. 8. Desviar o fluxo intenso de automóveis pela Rua José Lino Kretzer. 9. Requalificação do ginásio para que ele integre-se à nova orla. Universidade Federal de Santa Catarina Leodi Antônio Covatti Departamento de Arquitetura e Urbanismo Lucas Gustavo Anghinoni Professora Margareth Afeche Nathália Cervelin Pecantet


RESGATE HISTÓRICO DA ATIVIDADE COLETIVA EM SÃO JOSÉ análise de outros projetos Biquinha São Vicente - SP

Existente desde 1553, a Biquinha São Vicente, também chamada de Biquinha de Anchieta, foi uma das principais fontes de água da população de São Vicente durante séculos. Seus belos azulejos trabalhados a mão são relíquias históricas. Lá, o famoso padre jesuíta bebia água e catequizava índios. Preservada, ainda hoje a bica é utilizada pela população. Da mesma forma, a bica da Carioca, abandonada e desconhecida por grande parte da população da grande Florianópolis, caracteriza um belo espaço histórico, local usado para coleta água e para lavação de roupas.

Figura 11 - Biquinha São Vicente. São Vicente, SP

Espaço Lúcio Costa - DF

Figura 12 - Espaço Lúcio Costa, Brasília, DF

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Centro Histórico - RJ O Rio de Janeiro passa por uma revitalização do centro e área portuária, que, no entanto, apresenta uma série de retrocessos e incentivos à continuidade de problemas urbanos tão discutidos. Publicada na versão online do Jornal O Globo, uma matéria aponta o "sopro de modernidade” trazido ao centro do Rio pelas obras de revitalização da zona portuária. Quatro torres espelhadas de um centro empresarial estão sendo construídos e, segundo a incorporadora, formarão em conjunto o maior prédio empresarial da América Latina, com 186 mil metros quadrados. No subsolo dos prédios foram construídos cinco andares de garagem subterrânea para dois mil carros. O empreendimento evidentemente exalta a utilização do veículo e não do pedestre e do transporte público, que não está distante (metrô). Como menciona o conselheiro do Instituto dos Arquitetos do Brasil no Rio, Luiz Fernando Janot, “os centros históricos do mundo estão restringindo cada vez mais a entrada de carros, mas, no Rio, infelizmente, não há uma política para conter o automóvel na área central”.

O Espaço Lúcio Costa, em Brasília, é uma sala localizada abaixo da Praça dos Três Poderes. O interessante do projeto é possibilitar a inserção de espaços na praça sem que um eixo visual seja bloqueado. No caso, alinhado a leste encontra-se o Palácio do Planalto.

Figura 13 - Centro Histórico do Rio de Janeiro, RJ

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RESGATE HISTÓRICO DA ATIVIDADE COLETIVA EM SÃO JOSÉ projeto

Implantação – O que, para quem, onde? A dinâmica atual do centro histórico de São José parece esquecer-se da memória do antigo núcleo urbano, que era forte ponto cultural, atraindo, inclusive, usuários de outros povoados (SILVA, 2006). Procura-se, com essa intervenção, resgatar essa dinamicidade e reintegrá-lo ao restante da cidade, usando a memória como ferramenta. Tendo como partido a malha tradicional da cidade portuguesa, adotada na fundação de São José (REIS, 2002), a Praça da Matriz é o ponto focal do projeto, e dela partem as outras intervenções, que são delimitadas pelas pontas da Ponta de Baixo (próxima à Rua Dr. Homero de Miranda Gomes) e da Praia Comprida (próxima à Rua Gaspar Neves). A verticalização destes pontos da baía evocam a intenção de demarcar os limites da intervenção e propiciar ao usuário situar-se na orla. O projeto visa, além de revitalizar a vivência no centro histórico através da cultura e tradição, oferecer apoios para os moradores locais. Gerando, assim, apropriação da população, que são os principais agentes para manter vivas a memória e a identidade urbana, configurando, junto com a arquitetura, a paisagem cultural. Propõe-se um eixo cultural, onde edificações históricas têm seus usos retomados ou recebem novos, havendo assim a apropriação e valorização desses prédios. São mantidos os usos da Biblioteca Municipal, Arquivo Histórico, Fundação Municipal de Cultura e Turismo, Casa Cultural, Theatro Adolpho Mello e Museu Municipal. Serão revitalizados o Cine York e o seu bar, que servia como área de convivência entre frequentadores do cinema e do Theatro. Uma casa característica (de cor rosa) na Rua Getúlio Vargas servirá de apoio, havendo também exibições de filmes. Houve a preocupação de incentivar a atividade gastronômica local através da valorização dos casarios, sendo que alguns já possuem tal atividade. Projetou-se um caminho por detrás deste casario, configurando possíveis acessos a empreendimentos gastronômicos locais. De qualquer forma, esta área foi pensada como um estar e contemplação contínuo. Nas pontas da área de intervenção, propôs-se a Torre da Olaria e da Cooperativa de Pescadores. Ambas servindo de marcos verticais, conformando um eixo visual com a torre da Igreja Matriz.

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Figura 14 - Direcionamento de fluxo de veículos

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RESGATE HISTÓRICO DA ATIVIDADE COLETIVA EM SÃO JOSÉ projeto 1. Vias São propostas soluções de caráter geral para direcionar o trânsito pesado da Rua Getúlio Vargas para a Rua José Lino Kretzer, mantendo somente a passagem de transporte coletivo e automóveis de moradores da área. Foram criados novos acessos à orla através de pequenos parques, tornando-a assim mais visível. Com o mesmo intuito, foram abertos novos caminhos para a Carioca. 2. Parque da Bica (prancha 3) A bica da Carioca é um ponto fundamental do ex-povoado, já que era fonte de água potável para os moradores e visitantes, além do uso das lavadeiras, que configurava uma área de convivência. Propomos a reativação da bica e a transformação da área em um parque para evidenciá-la e acentuar o seu caráter coletivo. Próximo à Carioca há a Escola de Ensino Básico Francisco Tolentino, que teve sua quadra revitalizada e conectada com o Parque. A casa ao final da Rua Xavier Câmara com a Rua Antônio Vieira servirá de apoio para a escola, sendo usada como biblioteca infantil. Outros equipamentos, como o ginásio presente próximo a orla serão revitalizados de modo a ampliar e/ou melhorar o atendimento público oferecido ao usuário, sempre no sentido de respeitar a paisagem na qual estão inseridos. 3. Cooperativa de Pescadores (prancha 4) A fim de incentivar a atividade pesqueira, propôs-se uma sede para uma cooperativa de pescadores em um ponto marcante da intervenção. Propõe-se uma cobertura tensionada em forma de vela, que remete à atividade e configura num símbolo urbano. Com o mesmo intuito, propôs-se a Torre da Olaria, que além de ter a sua função de chaminé, servirá de palco para um mirante instalado nas suas imediações. Ambas atividades terão representatividade na Praça do Comércio. 4. Praça do Comércio (prancha 2) Para evidenciar a importância do eixo que parte da Igreja Matriz para a configuração da cidade, revitalizamos a praça da Matriz conforme seu desenho e paisagismo original. A partir da praça e marcando o eixo igreja/mar, implantamos uma praça seca com recortes de vegetação. O desenho foi concebido a partir da desconstrução de losangos que tinham em

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comum este eixo. A partir deles foi feito a disposição de diferentes tipos de pisos e, intercalando-os, vegetação, espelhos d'água – em referência ao chafariz que ali havia - e pequenos estares. Independente do arrojo da disposição proposta, objetiva-se simplicidade e discrição, uma vez que a área possui interesse histórico, e deve ser preservada e evidenciada como tal. Foi feita uma releitura contemporânea do trapiche que existia no final do eixo visual da praça portuguesa, mantendo o desenho da nova praça. O desenho desta dilui-se em direção ao mar, e ramifica-se em ambas direções da orla. Em direção à Torre da Olaria esse desenho continua diluindo-se e para o lado da Cooperativa dos Pescadores, compõe uma faixa contínua entre decks e calçadas. No subterrâneo da Praça do Comércio, foi proposto um museu em apoio ao existente, a fim de abrigar espaços versáteis, atualizando a dinâmica do Museu Municipal de São José. O grandioso espaço gerado pela praça seca, em composição com os decks e o museu subterrâneo, compõem o palco principal do projeto de coletividade de São José. Isto porque esta praça abrigará uma grande feira que poderá servir de aos equipamentos anteriormente propostos, agindo assim, como incentivadora das atividades coletivas do município. Tais atividades podem ser de diferentes finalidades, desde feiras, shows, mostras, tudo com ênfase na apropriação do centro

pelo indivíduo, fundamental para a identidade do cidadão e valorização da memória, uma vez que há referência ao antigo descampado que era presente no local.

Institucional Patrimônio e História Figura 15 - Potencialidades das Edificações

Universidade Federal de Santa Catarina Leodi Antônio Covatti Departamento de Arquitetura e Urbanismo Lucas Gustavo Anghinoni Professora Margareth Afeche Nathália Cervelin Pecantet


RESGATE HISTÓRICO DA ATIVIDADE COLETIVA EM SÃO JOSÉ projeto

Figura 16 - Vista aérea do eixo da Praça do Comércio

Figura 17 - Vista da Igreja a partir da Praça do Comércio

Figura 18 - Vista geral a partir do Deck

Figura 19 - Museu São José

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Universidade Federal de Santa Catarina Leodi Antônio Covatti Departamento de Arquitetura e Urbanismo Lucas Gustavo Anghinoni Professora Margareth Afeche Nathália Cervelin Pecantet


RESGATE HISTÓRICO DA ATIVIDADE COLETIVA EM SÃO JOSÉ referências projetuais Figura 20 Jardin Serge Gainsbourg, França

Figura 21 On the Way to the Sea, Israel

Figura 22 The CityDeck, EUA

Figura 23 Park of Levante Master Plan, Espanha

Figura 24 Brochstein Pavilion, EUA

Figura 25 The Mobius: Portal to the Point, EUA

Figura 26 National Mall Finalists Exhibit Designs, EUA

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RESGATE HISTÓRICO DA ATIVIDADE COLETIVA EM SÃO JOSÉ referências COUTINHO, ANA LUCIA, FARIAS, VILSON FRABSISCO DE. Biguaçu. In: Dos Açores ao Brasil meridional:uma viagem no tempo: 500 anos, litoral catarinense: um livro para o ensino fundamental – 2ª ed.- Florianópolis: Ed. Do autor, 2000. Pp. 206 – 219. FARIAS, VILSON FRABSISCO DE. Dos Açores ao Brasil meridional: uma viagem no tempo: 500 anos, litoral catarinense: um livro para o ensino fundamental – 2ª ed.- Florianópolis: Ed. Do autor, 2000. 504 p. GERLACH, Gilberto; MACHADO, Osni. São José da Terra Firme – São José, 2007. GT-CADASTRO/FEESC/UFSC. Leitura da Cidade de São José, SC (Tendências e Potenciais). Florianópolis: 2004, 337 p, mapas (92) - Projeto de Revisão do Plano Diretor de São José – SC. SÃO JOSÉ. Plano Diretor de São José. Prefeitura Municipal de São José, São José, 1985, lei nº 1.604 de 17/04/1985. PEIXOTO, P. Centros históricos e sustentabilidade cultural das cidades, Sociologia, 13, pp. 211-226, 2003. Diagnóstico para Urbanismo I – Centro Histórico de São José. ARQ UFSC. Alunos: Carolina A. R. Schimitt e Rodrigo Souza. Decretos e leis que dispõem sobre o patrimônio tombado de São José: Lei nº 3.752/2001 Decreto nº 18.692/2005 Decreto nº 18.706/2005 Decreto nº 18.699/2005 Decreto nº 18.705/2005 Decreto nº 18.704/2005 Decreto nº 18.703/2005 Decreto nº 18.702/2005 Decreto nº 18.700/2005 Decreto nº 18.701/2005 Decreto nº 18.698/2005 Decreto nº 18.697/2005 Decreto nº 18.696/2005 Decreto nº 18.695/2005 Decreto nº 18.693/2005 Decreto nº 18.691/2005 Decreto nº 22.283/2006 Decreto nº 18.707/2005 Decreto nº 18.699/2005

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ìndice de Figuras Figuras 1, 2, 3, 4 e 5 - Retiradas do livro São José da Terra Firme. Figura 6 - Imagem do website Google. Figura 7 - Mapeamento realizado pela equipe. Figuras 8 e 9 - Mapeamentos retirados de Leitura da Cidade de são José, SC. (Tendências e Potenciais), 2004. Figura 10 - Mapeamento realizado pela equipe. Figura 11 - http://www.guiasaovicente.com.br/biquinha-sao-vicente.asp acesso em 17/12/12 Figura 12 http://fr.wikipedia.org/wiki/Fichier:Espa%C3%A7o_L%C3%BAcio_Costa_museum_in_Bras%C3%ADlia.jp g acesso em 17/12/12 Figura 13 - http://oglobo.globo.com/rio/sopro-de-modernidade-no-centro-do-rio-5761597 acesso em 17/12/12 Figura 14 - Mapeamento viário realizado pela equipe sobre imagem do website Google. Figura 15 - Mapeamento de potencialidades da edificações realizado pela equipe sobre imagem do website Google. Figura 16 - Renderização realizada pela equipe. Figura 17 - Renderização realizada pela equipe. Figura 18 - Renderização realizada pela equipe. Figura 19 - Renderização realizada pela equipe. Figura 20 - http://www.archdaily.com.br/73384/jardim-serge-gainsbourg-territoires/am%C2%8Enagement-de-laporte-des-lilas-jardin-s-gainsbourg/ acesso em 17/12/12. Figura 21 - http://www.bodew.com/creative-functional-israel-bat-yam-beach-playground-facilitiesarchitecture-project/ acesso em 17/12/12. Figura 22 - http://www.architravel.com/architravel/building/the-citydeck acesso em 17/12/12. Figura 23- http://urbanlabglobalcities.blogspot.com.br/2011/05/parque-levante-master-plan-by-kr.html acesso em 17/12/12. Figura 24 - http://www.archdaily.com/15786/brochstein-pavilion-the-office-of-jamesburnett/1598776022_06/ acesso em 17/12/12. Figura 25 - http://www.archdaily.com/188122/the-mobius-portal-to-the-point-weissmanfredi/wm_09_viewfrom-point/ acesso em 17/12/12. Figura 26 - http://wamu.org/news/12/04/09/national_mall_designs_on_display_at_smithsonian acesso em 17/12/12.

Universidade Federal de Santa Catarina Leodi Antônio Covatti Departamento de Arquitetura e Urbanismo Lucas Gustavo Anghinoni Professora Margareth Afeche Nathália Cervelin Pecantet


Resgate Histórico da Atividade Coletiva em São José - SC