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SINALIZAÇÃO VISUAL

CENTRO UNIVERSITÁRIO BELAS ARTES


INTRODUÇÃO Filosofia No dia 23 de setembro de 1925, Pedro Augusto Gomes Cardim apresentou a um grupo ilustre de homens públicos e artistas, o projeto para a criação da Academia de Belas Artes. A proposta foi bem recebida e a escola foi inaugurada em 15 de fevereiro de 1926 apenas com os cursos de pintura e escultura. A instituição foi criada de acordo com a concepção de arte de seu fundador, “uma Academia não é fábrica de produtos cerebrais, morais ou artísticos, nem de aptidões e talentos. É o centro cultivador das aptidões naturais, onde são desenvolvidas e se tornam aptas para frutificar”. No dia 28 de janeiro de 1932, foi reconhecida pelo governo e mudou sua denominação para “Escola de Belas Artes de São Paulo”. Neste mesmo ano, ficou responsável pelo acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, atividade que exerceu até 1939. O principal reduto da arte figurativa, nos anos 50, continuou sendo a Escola de Belas Artes de São Paulo, que comemorou, no começo da década, 25 anos de existência, marca alcançada pela primeira vez no estado por uma escola artística de nível superior. O grupo de artistas que circulava pela escola produzia grande parte das obras do Salão Paulista, evento inaugurado em 1934 com a participação de artistas como Oscar Pereira Silva, Eliseu Visconti, Pedro Alexandrino, Anitta Malfati, Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi, entre outros. Nas quatro categorias do evento – pintura, escultura, arquitetura e artes decorativas – muitos alunos, professores e exprofessores receberam prêmios ao longo do tempo. A Academia contou com o apoio de muitos intelectuais e artistas reunidos por Pedro Augusto, como Mário de Andrade, Menotti Del Picchia, Antônio de Alcântara Machado e Amadeu Zani. A partir de 1968, durante um período de intensa agitação política, a nova administração da Belas Artes, formada pelo professor Vicente Di Grado e por dois membros da família Gomes Cardim, Luciano e Paulo Antônio, encontrou dificuldades financeiras na instituição. Entre as medidas adotadas para estabelecer definitivamente a instituição como um empreendimento educacional estavam a profissionalização dos professores e funcionários e a criação de novos cursos, visando a manutenção da instituição sem abandonar seus valores tradicionais. O cinquentenário da instituição, em setembro de 1975, abriu espaço para a publicação da lei que tornou a Belas Artes uma instituição de utilidade pública estadual. Essa foi uma importante conquista, além de seu reconhecimento oficial. No ano de 1976, o curso de Arquitetura e Urbanismo foi autorizado a funcionar por um parecer federal, confirmado por um decreto de 1979. Nesse mesmo ano, a instituição perdeu a denominação de “escola” e adotou o nome “Faculdade de Belas Artes de São Paulo”. Em 1986, a Belas Artes passou por um período de expansão. Diversificava os cursos, aumentava o número de alunos e consolidava seu nome no cenário educacional. Três anos depois, foi transferida definitivamente para sua atual sede na rua Dr. Álvaro Alvim, 76, Vila Mariana, processo iniciado em 1985. Nos anos 90, a Febasp atingiu a marca de duas centenas de professores e 2600 alunos, adquirindo uma estabilidade econômica que jamais conhecera antes. Com isso, assumiu uma magnitude impensável à época dos fundadores daquela entidade deficitária que possuía, aproximadamente, 60 alunos em 1968.

A inauguração de mais um prédio da instituição, em 2 de agosto de 1999, marcou uma nova etapa, novos cursos passaram a integrar as opções de ensino da escola. Além disso, a modernização arquitetônica consolidou a entrada da escola numa nova era. Em 2002, a escola recebeu a nova denominação de “Centro Universitário Belas Artes de São Paulo”, de acordo com aprovação da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. A instituição chegou aos 3.800 alunos em 2005, contando com quatro novos cursos: em 2001 foram abertos os cursos de Design de Moda e Relações Internacionais, em 2003 foi aberto o curso de Relações Públicas e em 2004 iniciou-se a primeira turma de Rádio e TV. Para comemorar a formatura da primeira turma de Design de Moda, foi realizado o Belas Artes Moda 2006, que contou com a presença dos mestres de cerimônia, Theodoro Cochrane e Cássia Ávila, além de grandes nomes do meio, como os estilistas André Lima, Adriana Barra, Cris Barros, Valdemar Iódice, Lara Gerin e André Hidalgo. Em 2007, a Belas Artes inaugurou seu Núcleo de Design, na Rua José Antônio Coelho, 879, reunindo os 4 cursos de design numa mesma unidade, com laboratórios, oficinas, biblioteca segmentada e uma infraestrutura adequada às suas quatro habilitações: Gráfico, Interiores, Moda e Produto. Além disso, novas parcerias foram firmadas, notadamente o convênio de cooperação técnico-científica com a Associação Brasileira do Alumínio. Paralelamente, os cursos de Artes organizaram exposições com convidados, como “Impressões da Gravura em Metal: a arte de Roberto Grassmann”, com apoio da Casa da Boia e Associação Viva o Centro, e também com alunos da casa, como InVitro e Passagens, realizada simultaneamente na galeria da Belas Artes e na passagem da rua da Consolação. As bibliotecas da Belas Artes, que receberam certificação ISO 9001:2000 em dezembro de 2004, agora investem em projetos de responsabilidade social, promovendo campanhas de arrecadação de alimentos e brinquedos para instituições carentes. Para o futuro, será feita a implantação de um novo projeto: a disponibilização de equipamentos e recursos aos portadores de necessidades especiais (auditiva e visual) na Biblioteca Central Luciano Octávio Ferreira Gomes Cardim. A Belas Artes firma, desta forma, seu compromisso não somente com o ensino superior de qualidade, mas com os cidadãos, tomando parte na construção de um futuro no qual a educação é prioridade.

Público O público em geral que freqüenta o Centro Universitário Belas Artes de São Paulo é de jovens, estudantes matriculados em um dos cursos em que a faculdade oferece. Existe também a circulação de pessoas de média idade, que normalmente são professores e funcionários.

Análise da situação atual As placas do prédio em geral estão todas boas, só algumas que estão manchadas de tinta, ou rasuradas por estudantes. O posicionamento está correto, porém a placa orientativa localizada no primeiro andar, deveria ganhar mais destaque. Outro ponto negativo são as setas utilizadas na placas, na tentativa de criar um efeito 3D, podem confundir a verdadeira direção a seguir.


ORGANOGRAMA


FLUXOGRAMA


FLUXOGRAMA


LISTAGEM DOS RECINTOS

Subsolo: Sala de Serigrafia – 03.s01/s02, Oficina de Costura – 03.s06/s08, Laboratório de Estamparia – 03.s07, Laboratório de Beneficiamento – 03.s09, Laboratório de Gravação – 03.s07, Oficina de Modelagem – 03.s05. Térreo: Central de Informações, Secretaria, Tesouraria, Galeria, Biblioteca, B.A.café, Estacionamento. 1º Andar: Ambulatório, Laboratório de Malharia, Laboratório de Tecido Plano, Oficina de Design – 03.102 e 03.103, Salas de Aula – 03.102 a 03.117. 2º Andar: ND-TEC (Mezanino), Achados e Perdidos, Sala dos Professores, Coordenadores de Cursos, Salas de Aula – 03.202 a 03.215. 3º Andar: Laboratório de Fotografia, Laboratório de Imagem e Som (LIS), Salas de Aula – 03.302 a 03.310. 4º Andar: T.I Audiovisual, Laboratório de Computação Gráfica (LCG), Ateliê Livre, Salas de Aula – 03.402 a 03.409. 5º Andar: Espaço Multi-uso.


MODULARIZAÇÃO

PICTOGRAMA CORES C: 0 M: 100 Y: 100 K: 0

1º ANDAR

C: 100 M: 89 Y: 07 K: 02

Ambulatório Laboratório de Malharia Laboratório de Tecido Plano Oficina de Design (s.102/s.103) Salas de Aula (s.102 ~ s.117)

2º ANDAR

SETAS

TIPOGRAFIA HAMMER FAT REGULAR ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVXZ abcdefghijklmnopqrstuvxz 0123456789

ND-TEC (Mezanino) Achados e Perdidos Coordenadores de Cursos Sala dos Professores Salas de Aula (s.202 ~ s.215)

MATERIAIS PLACAS EM ACRÍLICO COM ADESIVOS NAS PRANCHAS E EM ALGUMAS PORTAS ESPECÍFICAS (BANHEIROS).


LISTAGEM DAS PLACAS

INDICATIVA:


Laboratório de Tecido Plano

Secretaria

Oficina de Design (s.102/s.103)

Tesouraria

Salas de Aula (s.102 ~ s.117)

Biblioteca

SUBSOLO

B.A Café

2º ANDAR

Galeria ND-TEC (Mezanino) Achados e Perdidos Sala dos Professores

Oficina de Modelagem

Salas de Aula (s.202 ~ s.215)

Laboratório de Gravação Laboratório de Beneficiamento

Laboratório de Fotografia Laboratório de Imagem e Som (LIS) Salas de Aula (s.302 ~ s.310) Ateliê Livre Lab. de Computação Gráfica (LCG) T.I Audiovisual Salas de Aula (s.402 ~ s.409)

Coordenadores de Cursos

Sala de Serigrafia Laboratório de Estamparia

3º ANDAR

Laboratório de Malharia

4º ANDAR

Estacionamento

Ambulatório

5º ANDAR

Central de Informações

1º ANDAR

TÉRREO

ORIENTATIVA / DIRECIONAL:

Espaço Multiuso


INFORMATIVA:

Uma trinca de ilustradores irá debater o tema

O evento é parte do Ilustre, uma temporada dedicada especialmente a arte de ilustração em suas mais variadas formas. Ilustre - Humor Negro Dia 26 de maio de 2010, às 20 horas Sesc Pinheiros - Sala de Leitura, 2º andar Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros Evento gratuito

EVENTOS

A forma mais polêmica de humor será tema de um bate-papo no Sesc Pinheiros, dia 26 de maio, a partir das 20 horas. Os ilustradores Allan Sieber, Arnaldo Branco e Andre Dahmer irão abordar o gênero cômico apresentando suas charges, tiras e quadrinhos.

A forma mais polêmica de humor será tema de um bate-papo no Sesc Pinheiros, dia 26 de maio, a partir das 20 horas. Os ilustradores Allan Sieber, Arnaldo Branco e Andre Dahmer irão abordar o gênero cômico apresentando suas charges, tiras e quadrinhos. O evento é parte do Ilustre, uma temporada dedicada especialmente a arte de ilustração em suas mais variadas formas. Ilustre - Humor Negro Dia 26 de maio de 2010, às 20 horas Sesc Pinheiros - Sala de Leitura, 2º andar Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros Evento gratuito

EVENTOS

Uma trinca de ilustradores irá debater o tema


REGULAMENTAL:


REFERÊNCIAS DE SINALIZAÇÃO

1º Caso - Sinalização - Escola de Referência em Ensino Médio Clementino Coelho Escola estadual de alto conceito de Ensino Médio em Petrolina-PE Sinalização informativa dos setores presentes na escola.

Comentário: Esta placa informativa dos setores presentes no andar dessa escola está mau desenvolvida pois deveria ser uma placa orientativa ou seja possuir o direcionamento de cada lugar, para a pessoa não ficar perdida, já que quem no geral precisa encontrar esses locais são alunos, pais de alunos e visitantes da escola. Além de que o reforço do logotipo da escola com o nome é desnecessário já que esta placa é interna.

Sinalização Identificativa de um espaço.

Comentário: Novamente o reforço do logotipo é desnecessário. Interessante que há uma falha já que apenas no banheiro e nas salas de aula foram colocados a identificação do espaço em inglês, que deveria conter em todos os lugares, mas que não deixa de identificar o banheiro pelo pictograma. Sinalização Identificativa de uma sala de aula.

Sinalização regulamental da escola.

Comentário: Mais uma vez o reforço do logotipo desnecessário. A identificação nesse caso não segue um padrão já que a maioria das placas possui o escrito e um pictograma correspondente. Comentário: Esta placa informando aos alunos as regras de conduta da escola está bem desenvolvida pois, mesmo quem não sabe ler, ou não enxerga as letras ao longe, consegu identificar através dos pictogramas o que quer dizer. E no caso da placa proibido fumar deveria conter a lei da proibição pois é obrigatório.


REFERÊNCIAS DE SINALIZAÇÃO

2º Caso - Sinalização – Faculdade UniFMU Instituição de ensino superior muito procurada por alunos. Sinalização Orientativa de um espaço

Sinalização Orientativa de um espaço

Comentário: Placa feita com acrílico e adesivo suspensa por um ferro. As setas indicando o banheiro realçam mais do que o tipo de banheiro propriamente dito. Utilização da marca junto mas de uma forma mais contida como um mero detalhe e não dividindo a atenção de quem vê com o principal que é a indicação do banheiro.

Comentário: Placa feita de polipropileno com adesivo colado e presa com parafusos. Utiliza as cores da instituição. Orienta corretamente o andar e o que ela quer indicar. Para mim essa está de acordo com o fluxo de pessoas e a distancia que elas podem olhá-la.

Sinalização Identificativa de um espaço

Comentário: Placa adesivada identificando um banheiro contraditória ao que a faculdade propôs nas outras placas mesmo nas de banheiro. O pictograma utilizado é diferente dos outros padrões estabelecidos. A placa contém informação somente em francês ao invés de conter em português em destaque e em outra língua um pouco menor.

Sinalização Regulamental da Faculdade

Comentário: Placa feita de polipropileno com adesivo colado e presa com dupla face transparente. Ela não possui nenhuma característica da faculdade e nem a lei correspondente, algo que é imprescindível. Ela apenas informa uma lei.


CAMILA GODOY LEANDRO TSUDA LEONARDO FIORIN LUCAS ACTUM NATHÁLIA RODRIGUES AM5DG PROF. IZABEL MEISTER DESENV. INT. DE PROJETO GRÁFICO II

Sinalização Belas Artes  

Trabalho acadêmico, cujo tema requisitava a criação de um novo projeto de sinalização para o Centro Universitário Belas Artes.