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“Havia a música. A ideia de rejeitar o resto do mundo e viver de maneira natural. Havia a cultura das drogas. A posição contra o governo, especificamente sua política para o Vietnã. E tudo se agrupou naquele momento. É interessante que chamem de Nação Woodstock porque era isso que todos queriam — estar separados, ter sua própria comunidade. E por três dias todos a tiveram. Quando olho para a segunda metade dos anos 1960, percebo que foi o único período em que ouvi falar a sério sobre o amor como uma força para combater a ambição, o ódio e a violência.” Martin Scorcese

woodstock

Dividido em três partes, uma para cada dia do festival, e com um capítulo para cada show, Woodstock, de Pete Fornatale, é uma grande coleção de depoimentos de quem esteve atrás, à frente e em cima do palco. Neste livro, estão todas as histórias, lendas e mitos que fazem parte do espetáculo. Depoimentos como o de Santana sobre o seu show – uma das grandes surpresas do festival: “Eu estava chapado de mescalina porque me disseram que eu só ia tocar às duas da manhã. Assim que tomei o lance e comecei a pirar, subimos – eram duas da tarde!”

Pete Fornatale

woodstock quarenta anos depois, o festival dia a dia, show a show, contado por quem esteve lá

depoimentos de:

Jimi Hendrix Janis Joplin Joe Cocker Jerry Garcia Joan Baez Santana e outros...

Depois de Woodstock, o mundo nunca mais foi o mesmo. Em um fim de semana de agosto de 1969, mais de quinhentas mil pessoas vivenciaram, numa fazenda no norte do estado de Nova York, o apogeu da revolução política, social e cultural que definiu os anos 1960 e cujos efeitos sentimos até hoje, quarenta anos depois. No palco, performances arrasadoras como as de Richie Havens, Santana, Sly and The Family Stone, Creedence Clearwater Revival, Joe Cocker, Crosby, Stills, Nash and Young e o histórico show de Jimi Hendrix, que tocou na guitarra o hino nacional americano.

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Woodstock