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NOSSO BAIRRO O jornal da comunidade

Joinville - SC - De 01 a 15 de janeiro de 2017 - Ano 05 - Edição 123

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Como será o mercado de trabalho em 2017? O ano de 2016 acabou e as marcas deixadas pela falta de geração de empregos no Brasil ficaram evidentes. Desde que a crise econômica deu seus primeiros sinais, filas e mais filas se formaram no Centro de Joinville

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Pág. 04 Emprego

Leia também... Comunidade Pág.03

James Klaus

A notícia não para!

Atenção às crianças nas piscinas

Foto: Jacson Carvalho / JNB

Comportamento

Pág.05

Cris Nogueira

Quando teremos a mudança necessária?


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De 01 a 15 de janeiro de 2017

Realidade Confiança X otimismo Jacson Carvalho

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S

empre que se inicia um novo ano a pergunta entre trabalhadores e empresários é sempre a mesma: como será o ano? Depois de um “atropelamento” econômico que passamos em 2015 e 2016, este ano promete. Num modelo capitalista como o brasileiro, sempre se estimula o consumo, nascemos deste modo, impulsionados a compras. A educação econômica da maior parte da população

sempre é ganhar para gastar e não ganhar para poupar. Por isso que quando veem uma crise forte e poucos ficam em pé. Nesses dois anos de crise que o Brasil mergulhou, foi basicamente um filtro, muitas empresas fecharam, os que estavam mais bem preparados conseguiram passar a tempestade e esses conseguem um tempo para se reequilibrar. Alguns que já vinham atrapalhados, acabaram se utilizan-

do da crise para ficar devendo aos credores e desaparecer. Os trabalhadores que ficaram desempregados na época da crise entraram no mercado informal, agora, aos poucos, vão se formalizando como MEI (Micro empreendedor Individual). Mas cuidado, 2017 não deve ser um ano com economias confiantes, mesmo que muitos estejam otimistas. Hora de cautela e de crescimento sem movimentos bruscos.

Comunicado

(47) 3025-6592

Foi perdido um diploma no ano de 2016. O documento se refere ao curso de Bacharel e Licenciatura em Psicologia, concluído em 2007 pela Faculdade de Psicologia de Joinville, Associação Catarinense de Ensino. O documento pertence a Paula Knabem, brasileira, nascida em 19 de janeiro de 1985.

Charge do Jones

Desejamos a todos um

Feliz Natal! ...e um próspero Ano Novo cheio de saúde e paz O JORNAL NOSSO BAIRRO é publicado quizenalmente e distribuído de forma gratuita nos bairros de

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Gestor Executivo/Jornalista Responsável: Jacson Carvalho Projeto gráfico: Jacson Carvalho Reportagens: Sabrina Quariniri e Bruna Romão Comercial: Yana Oliveira

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Joinville/SC - De 01 a 15 de janeiro de 2017

Comunidade

03

James Klaus

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Segundo os bombeiros, o afogamento é a segunda maior causa de morte de crianças e 95% destes casos poderiam ser evitados

ra uma segunda-feira de muito calor, um dia 26 de dezembro ensolarado na cidade de Corupá, norte do estado de Santa Catarina. O final de tarde pós-natal era maravilhoso para uma família que se refrescava na piscina, mas um acidente com a filha de 12 anos quase transforma a diversão em tragédia. Ao mergulhar, a garota teve os cabelos sugados pelo sistema de filtragem, localizado no fundo da piscina. Ela ficou submersa por aproximadamente um minuto e meio, tempo suficiente para o afogamento. Um familiar percebeu a situação, buscou uma faca e cortou os cabelos. Mesmo liberada e já fora da água, ele estava inconsciente; a luta era pela vida e contra o tempo. Os bombeiros voluntários de Corupá foram acionados e chegaram à residência na rua Roberto Siedel, no Centro, a tempo de reanimar a adolescente. Encaminhada ao hospital e fora de perigo horas depois, ficou traumatizada com o acontecido. De acordo com dados de instituições de segurança e prevenção à afogamentos, no Brasil, 20 pessoas morrem afogadas todos os dias e o afogamento é a segunda causa de morte em crianças de um a nove anos de idade e a terceira entre dez e 19 anos. Destes, 53% dos acidentes com afogamentos são registrados em piscinas. O Corpo de Bombeiros Militar, juntamente

com a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático, Sobrasa, lançaram a campanha “Piscina Segura”. Conforme a entidade, com cinco atitudes é possível aumentar em 95% a segurança contra afogamentos. Segundo a ONG, aprender como agir em emergências aquáticas, não estar a mais do que um braço de distância da criança, mesmo na presença de um guarda-vida, e restringir a entrada das piscinas residenciais com o uso de grades ou cercas, a uma altura que impeça crianças de entrar no recinto da piscina sem um adulto, são dicas preciosas. Mas também é fundamental ter ralos antiaprisionamento e também um sistema de desligamento da bomba, para casos de acidentes. Já para piscinas de academias, clubes ou hotéis, a indicação é sempre ter a presença de um guarda-vida habilitado para o trabalho e permanecer próximo e atento à criança. Os cabelos devem ser presos ou amarrados para o banho de piscina, pois caso estejam soltos, podem ser sugados pelos ralos e prender o banhista no fundo, causando afogamento. Algumas piscinas tem os sugadores na lateral, o que pode ser tão perigoso quanto os localizados no fundo. Isso porque as pessoas tendem a ficar próximas às margens. Além dos cabelos, existem registros de acidentes em que banhistas

tiveram outras partes do corpo sugadas; órgãos genitais, mãos, seios e a pele das costas. Ao causar o sugamento, o ar é retirado causando o efeito vácuo, o que torna o aprisionamento irreversível. Muitas vezes, as piscinas precisam ser quebradas para liberar a vítima, que sofre sérias consequências. Não permita que seu relaxamento se confunda com falta de cuidado ou responsabilidade. Crianças e adolescentes tendem a querer ficar na água por longos períodos e nem sempre os pais podem acompanhá-los. Relatos do tipo “Fui atender ao telefone e quando voltei, já tinha acontecido”. No mais, “enjoy it”, ou seja, divirta-se! Tchibuuuuuuuuuuuuuummmm!

Afogamento é a segunda maior causa de morte de crianças

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Mesmo com resultados negativos na economia, Cepat de Joinville divulga primeiras oportunidades de emprego do ano

O

ano de 2016 acabou e as marcas deixadas pela falta de geração de empregos no Brasil ficaram evidentes. Os números são alarmantes, quando comparados aos anos anteriores. A taxa de desemprego no país, medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, esteve em torno de 11,2% no trimestre encerrado em maio do ano passado. Esse resultado é o maior desde março de 2012. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que para 2017 o desemprego será de 11,5% - previsão 1,3 ponto acima do projetado anteriormente. Desde que a crise econômica deu seus primeiros sinais, filas e mais filas se formam no Centro de Joinville. Muitas pessoas à procura de um emprego aumentam essa triste estatística de desempregados. O que especialmente o joinvilense pode esperar para o início do ano? Será que as projeções são diferentes do que as projetadas para o Brasil? Segundo Mário José de Souza Leal, (Marinho), diretor do Cepat (Centro público de Atendimento aos trabalhadores), a tendência para geração de empregos a partir de janeiro é de estabilização, com uma recuperação fraca. Ele explica que houve muitos seguros desemprego, mas também teve muitas admissões. Em janeiro de 2016 foram 386 vagas captadas, ou seja, empresas disponibilizaram estas vagas. Ainda naquele mês, 1.234 pessoas se inscreveram no sistema, 1.715 deram entrada no seguro desemprego

e foram emitidas 781 carteiras de trabalho. Mário acrescenta que 149 pessoas foram empregadas pelo Cepat. “Esse número para nós é o mais importante. A finalidade do Cepat é recolocar pessoas no mercado de trabalho, é importante que elas estejam ocupadas’’, diz. Assim como muitos que migram para outros estados em busca de melhores condições de vida, Ângela Maria da Silva, 39, aguardava ansiosamente para ser atendida no Cepat. Assim também como muitos que esperam por horas em busca de uma vaga que por vezes é concorrida. Ela veio de Bragança Paulista (SP) e há 48 dias está morando na cidade em uma kitnet. A pergunta logo foi: Por que a senhora escolheu Joinville? “Vim procurar serviço. Na minha cidade não tem. Aqui também está complicado de conseguir, mas lá está pior’’, fala. A desempregada chegou à cidade por meio de seu marido, que já estava aqui e arrumou um bico, juntou dinheiro e mandou a ela para comprar a passagem de ônibus. A vaga que ela procura é de auxiliar de cozinha, havia apenas uma vaga, porém ela estava bem confiante. “ Em nome de Deus eu sei que vou conseguir. Que janeiro traga bons empregos a todos. Eu espero estar trabalhando e meu marido também, dentro de uma casa, pode ser pequeninha mesmo, um cômodo apenas, assim eu estaria feliz’’, conta Ângela. A crise financeira também atingiu em cheio o setor industrial. Em uma empresa de fabricação de plásticos de Join-

ville, pessoas saíram e quase não houve contratações. A queda foi significativa nos últimos três anos. Segundo o diretor industrial James Ademir Alves, em 2014 eram 350 colaboradores, 220 no ano de 2015 e em 2016 apenas 200. Ele acredita que 2017 será um ano de aquecimento do mercado. “Em dezembro já tivemos clientes fazendo movimentação de compras e isso trará reflexos em janeiro. Teremos um aumento da atividade, aumento de vendas e consequentemente novas contratações”, completou James. A empresa espera contratar mais funcionários este ano. E para dona Ângela que busca por uma vaga fica o alerta. O diretor lembra que pessoas de boa família, de bom caráter e acima de tudo com vontade de trabalhar, podem enviar currículo ou ir até a empresa, que fica no Bairro Costa e Silva. O Cepat também divulgou as primeiras vagas de emprego do ano. São 49 oportunidades, entre vagas novas e também aquelas ainda não preenchidas. Há também ofertas exclusivas para deficientes, como assistente administrativo, auxiliar de limpeza e operador de caixa. Os cargos são para homens e mulheres. Interessados ainda podem consultar o Portal Mais Emprego ou entrar no site da prefeitura- www. joinville.sc.gov.br, que frequentemente publica listas de emprego do Centro Público de Atendimento aos Trabalhadores.


Joinville/SC - De 01 a 15 de janeiro de 2017

Comportamento

05

Cris Nogueira

E agora, Brasil? jornalismo@agorajoinville.com.br

Fabricação

2017

Manutenção

Quanto tempo será preciso para que a indignação, a força e a reação de nosso povo possa gerar a necessária mudança?

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os últimos tempos, assistindo aos noticiários, confirmando o perfil dos políticos a cada delação, as péssimas previsões econômicas e as diversas tragédias ocorridas, comecei a refletir que quando chegamos a uma certa idade nos tornamos testemunhas de alguns fatos históricos e, por consequência, acabamos por ter a sensação de que as coisas se repetem. Há uma diferença entre algo que se repete por ser cíclico e natural, como a força da natureza que se adapta para renascer e algo que se repete por não ter havido um antídoto, como um vírus que não foi medicado corretamente e se mantém definhando, enfraquecendo e acabando com uma pessoa.

O que fazer? Lembrei-me de um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado José: E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José? Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou e agora, José? E agora, José? sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro

sua incoerência, seu ódio - e agora? Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais. José, e agora? Se você gritasse, se você gemesse, se você tocasse a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse, se você morresse... Mas você não morre, você é duro, José! Sozinho no escuro qual bicho do mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José! José, para onde?

Uma poesia escrita em 1942, que representa o sentimento de desilusão e descrédito de boa parte dos brasileiros em 2016. O que não mudou em 74 anos? Eu arrisco dizer que um fato significativo, que atinge um grupo de pessoas, possui consequências diferentes para cada um dos envolvidos, uma delas pode ser não gerar consciência, apenas aceitação, impedindo-nos de efetivar qualquer mudança, como se tivéssemos que aceitar as coisas, já que sempre foram assim. Quanto tempo será preciso para que a indignação, a força e a reação de nosso povo possa gerar a necessária mudança? Nossas percepções estão sendo estimuladas pela ação de algumas Instituições, noticiadas por todos os canais de comunicação; as notícias que assistimos diariamente retratam o quanto somos reféns das péssimas escolhas que fizemos ao longo dos anos, no que tange àqueles que nos represen-

tam. A cada delação, a cada prisão, ficamos perplexos com a corrupção e com o prejuízo gerado na nossa economia e na nossa vida, por consequência. A perplexidade é apenas o primeiro sentimento, temos que ir além dele, temos que entender o que está acontecendo nesse país, as consequências que tudo isso causa em nossas vidas; tomar consciência da situação é o primeiro passo para a mudança. Enquanto nação nós não temos o exercício de nos unirmos ou nos organizarmos, mas sempre há a primeira vez. Caso você não queira se vestir de verde e amarelo e ir para a praça, fique tranquilo, ninguém vai lhe julgar por isso, mas na hora de escolher seu representante, você terá a obrigação de refletir. Acredito que, de alguma forma, depois de tantas “fraturas expostas” na política brasileira, devamos iniciar um novo e melhor processo de seleção na escolha de nossos representantes. Temos que começar a melhorar nossa autoestima, entender que somos capazes e vitais para melhorar o país, cada um de seu jeito. Sempre pensei que quando sou parte do problema, também sou parte da solução, então: (perdoe-me Drummond, não resisti!). E agora, José?

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De 01 a 15 de janeiro de 2017

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oradores do bairro Guanabara reclamam da falta de faixa de pedestres na rua Guanabara. Segundo Daniel Bueno, que mora em frente ao local, por conta da falta de sinalização, já ocorreram acidentes

Quem responde

na região. O mais recente aconteceu na última semana, quando uma moradora foi atravessar a rua, de carro, e houve uma colisão com uma motocicleta. O motociclista se feriu. Daniel diz que há seis me-

ses foram realizadas obras de recapeamento e, desde então, a faixa não foi pintada e há dificuldades em atravessar a rua. “Agora são recorrentes acidentes entre carro e pedestre, moto e pedestre.”, diz.

Samuel Luiz Bernardes Gomes, Engenheiro do Detrans

Em resposta, Samuel Luiz Bernardes Gomes, engenheiro do Departamento de Trânsito de Joinville (Detrans), diz que a obra de recapeamento realizada no local foi feita com recurso do Esta-

do de Santa Catarina (BADESC), portanto, a responsabilidade de término da obra é responsabilidade da empresa que foi contratada. O Detrans entrará em contato com o Seinfra, que é

responsável por fiscalizar a obra, para ver quando será dada a continuidade. Segundo Samuel, na rua Guanabara está previsto o recapeamento e sinalização completa.


07 Joinville/SC -

Economia

De 01 a 15 de janeiro de 2017

Antonio Gavazzoni

Menos gaiolas, mais asas jornalismo@agorajoinville.com.br

Educação Em uma de suas crônicas mais célebres, “Gaiolas e Asas”, Rubem Alves falou na importância de “encorajar o pássaro a voar”

C

onsiderado um dos mais importantes pensadores da Educação no Brasil, Rubem Alves defendeu ao longo da sua vida a criação de um novo modelo de Escola, escrita desse jeito mesmo, com letra maiúscula. Em uma de suas crônicas mais célebres, “Gaiolas e Asas”, falou na importância de “encorajar o pássaro a voar”, numa analogia ao papel da escola na construção do conhecimento. Vi muita gente brava – e muita gente feliz também – com a ideia de rever a carga horária e o currículo do Ensino Médio. E vi muita confusão em torno do que foi divulgado. O que talvez falte entender é que o sucesso

de qualquer proposta está atrelado à capacidade de mudar o que ocorre em sala de aula. A história nos mostra que não é do dia para a noite que se muda um conceito ou mesmo um sistema. A Finlândia, que tem hoje a melhor Educação do mundo, 100% estatal e gratuita, levou cerca de 40 anos para alcançar a liderança do ranking anual do Pisa (Programme for International Student Assessment). O segredo? Talvez seja a combinação entre a valorização dos professores e um currículo que vai além da boa e velha dupla português e matemática. Com os melhores indicadores do Brasil, como a menor taxa de analfabetos, Santa Ca-

tarina vem investindo pesado em Educação. Acreditamos que nossas crianças e jovens podem e devem aprender muito mais, construindo o conhecimento necessário para fazer melhor do que a nossa geração. Mais uma vez nos antecipamos e vamos largar na frente em 2017: 14 escolas terão o Ensino Médio Integral e outras 556 devem oferecer jornada diferenciada. Com investimento de cerca de R$ 500 milhões via Pacto por SC, o Governo do Estado deve entregar 14 novas escolas e a revitalização de outras 19 unidades no início do próximo semestre. Para a segunda metade do ano, serão outras cinco instituições, construídas do zero.

Mercado financeiro prevê inflação de 4,81% para 2017

O

mercado financeiro espera que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 4,81% este ano. A projeção está no boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central (BC) feita com instituições financeiras e divulgada sempre às segundas-feiras. Na semana passada, a previsão para o IPCA era 4,87%. A expectativa é de que a inflação de 2017 se situe bem abaixo da projetada para 2016, cuja estimativa passou de 6,38% para 6,35%, entre a primeira semana de janeiro e esta semana. Para a Selic, taxa básica de juros da economia, a previ-

são do mercado foi mantida em 10,25% ao ano. As instituições financeiras, portanto, apostam na continuidade da trajetória de redução dos juros. Diante da recessão econômica e da melhora na inflação, o BC tem sinalizado que pode intensificar o corte da taxa básica. Nas duas últimas decisões, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortou a Selic em 0,25 ponto percentual. Atualmente, a taxa está em 13,75% ao ano. A próxima reunião do Copom começa amanhã (10) e a decisão em relação à Selic será anunciada na terça (11). A Selic é um dos instrumentos usados para influen-

ciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) este ano permanece em 0,50%.


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Jornal Nosso Bairro  

Jornal Nosso Bairro - Edição 123

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