Page 1

Informe Ano I − número 1

A. S. A. M. I. Órgão de divulgação do Comitê ASAMI de Fixadores Externos

Entrevista

ASAMI no Haiti A fixação externa em situações de catástrofe

X CICARAO Congresso Internacional do Comitê ASAMI inova programação e valoriza debate entre os especialistas

Resumos Comentados


International Congress on External Fixation PACOTE COM EXTENSÃO EM&MADRID Bone Reconstruction

     

Passagem Aérea (Ibéria) classe econômica 3 noites de hospedagem em Madri com taxas hoteleiras e caf 20 - 22Aeroporto de outubro/2010 – Barcelona-Espanha Traslado coletivo em Madri / Hotel / Aeroporto 4 noites de hospedagem em Barcelona com taxas hoteleiras e www.externalfixation2010.com Traslado coletivo em Barcelona Aeroporto / Hotel / Aeroporto Seguro Viagem Preços por pe

- Hesperia Towe - Tryp Cibeles ( SGL = US$ 2.9 DBL = US$ 2.2

Taxas de embarque nã


Informe Ano I − número 1

A. S. A. M. I. Órgão de divulgação do Comitê ASAMI de Fixadores Externos

Palavra do Presidente

Um novo canal de comunicação O Informe Asami será veiculado trimestralmente e vai conter informações pertinentes às atividades do Comitê assim, como conteúdo científico de atualização

E

stamos concretizando um antigo sonho do Comitê ASAMI de Reconstrução e Alongamento Ósseo da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT com a publicação da edição Número 1 do Informe ASAMI). O objetivo é fazer de nosso informativo periódico mais um canal de comunicação entre os ortopedistas e membros do Comitê.

O Informe Asami será veiculado trimestralmente e vai conter informações pertinentes às atividades do Comitê assim, como conteúdo científico de atualização. Vale lembrar que a publicação do informativo só foi possível com a participação de nossos patrocinadores, que aqui divulgam seus produtos e aos quais agradecemos imensamente pela parceria e envolvimento demonstrados. De mesma forma lamentamos a ausência de várias empresas que não demonstraram interesse em apoiar o Comitê. Convidamos todos a acessarem o site www.asamifix.com.br, totalmente reformulado, mas ainda em caráter de aprimoramento contínuo. Reserve em sua agenda o período de 3 a 5 de setembro de 2010 para participar do X Congresso Internacional do Comitê ASAMI de Reconstrução e Alongamento Ósseo da SBOT, em Gramado RS e confira os diferentes temas e convidados estrangeiros que participarão do evento. Um grande abraço!

Dr Hilário Boatto Presidente do Comitê Asami


Coluna dos ex-presidentes

O início de um futuro muito próximo…

É

com muita alegria, entusiasmo e orgulho que vejo nascer a revista do Comitê ASAMI – Reconstrução e Alongamento Ósseo, órgão oficial da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), onde será dada continuidade a um trabalho iniciado nos anos 80 em nosso país, quando um grupo de colegas visualizou e acreditou na importância dessa sub especialidade, hoje consagrada no mundo, tanto na Ortopedia como na Traumatologia. Lembro-me, com saudade, quando meu professor e chefe de residência, José Soares Hungria Filho, dizia que existia um professor russo que fazia coisas mirabolantes com a fixação externa. Fiquei estupefato quando vi pela primeira vez, em 1986, na Espanha, um transporte ósseo em uma osteomielite crônica, assim como um alongamento de 25cm em um acondroplásico. Esse tipo de paciente, aqui no mundo ocidenta,l não contava com esse tratamento e para nossa felicidade, em 1987, teríamos o primeiro curso oficial do setor na USP, com a vinda dos profesores italianos de Lecco e com a concomitante fundação da ASAMI brasileira, tendo como seu primeiro presidente o Prof. Dr. Roberto Guarniero. Recebemos em nossa universidade o apoio incondicional de nosso chefe, Prof. Dr. José Laredo Filho, que também entendia a importância da especialidade, fundando em 1989, na Escola Paulista de Medicina, sob nossa responsabilidade, o primeiro grupo universitário para desenvolver o método. Avançamos todos juntos no setor, para Itália e Russia. Em 1994, durante a minha presidência, a ASAMI se tornou um comitê da SBOT. Nossa revista já deveria ter sido iniciada há muito tempo, e penso que o amadurecimento das pessoas e, principalmente, o entusiasmo dos mais jovens irão levá-la para um caminho próspero. Uma revista composta por corpo editorial eficiente e com um conselho editorial formado pelos ex presidentes só pode somar qualidade, seja nos artigos originais, nos artigos de revisão, e buscando em um futuro próximo sua indexação. Para tanto, é necessária a colaboração de todos os membros do Comitê, assim como o apoio e orientação do conselho consultivo, dando à nossa revista solidez e fazendo com que seja uma publicação útil, de leitura interessante e agradável.

Prof. Dr. José Carlos Bongiovanni Presidente Comitê ASAMI 1994-1997/2006-2008 Presidente ASAMI Internacional 2006-2008


Informe Ano I − número 1

A. S. A. M. I. Órgão de divulgação do Comitê ASAMI de Fixadores Externos

Editorial

É

Corpo Editorial Editor responsável Dr. Rubens A. Fichelli Junior Editor Associado Dr. Rodrigo Mota Pacheco Fernandes Corpo Editorial Dr. Arnaldo Blum, Dr. Renato Amorim e Dr. Wagner Nogueira

com muito orgulho e satisfação que esta diretoria lança a primeira edição de nosso Informe ASAMI. Certo de que estamos apenas concluindo o trabalho iniciado por tantos outros, não podemos deixar de prestar as mais justas homenagens a todos que fizeram parte desta historia. Nosso compromisso inicial se refere a uma assiduidade trimestral e estará à disposição do exercício de uma tribuna cultural e científica que certamente estará ao alcance de todos os membros ASAMI. Nossa proposta é a de que, juntamente com o site (totalmente reformulado), atividades das regionais e cursos itinerantes, nosso boletim seja um mecanismo de aproximação de todos os sócios e um meio de participação ativa no processo educativo e na informação. O boletim pertence e será confeccionado por todos quantos desejarem contribuir para as suas diferentes seções. Assim as sugestões serão bem vindas e necessárias. Nosso boletim contará com várias sessões, dentre elas: resumos comentados de artigos recentemente publicados, artigos de opinião, artigos de revisão, entrevistas, calendário de congressos, informações sobre novas ações da diretoria, etc. Esperamos que esta seja uma semente para a construção e elaboração da futura Revista ASAMI Reconstrução e Alongamento Ósseo. Sabemos de nossas limitações e estamos fazendo o melhor que podemos. Os desacertos certamente serão motivo de reavaliação, até que se cumpra a finalidade primordial, qual seja a de reunir e integrar os membros do Comitê.

Diretoria ASAMI

Rubens Antonio Fichelli Jr.

Presidente Dr Hilário Boato Vice-Presidente Dr. Rubens A. Fichelli Jr.

Editor Responsável

Sumário

1º Secretário Dr. Marcos Pretti 2º Secretário Dr. Fernando Adolphsson 1º Tesoureiro Dr. Paulo Reis

Especial

6 Entrevista

2º Tesoureiro Dr. Renato Amorim

Comissão Científica Dr. Fernando Adolphsson Dr. Rubens A.Fichelli Jr.

Artigo de opinião

Conteúdo editorial e Projeto gráfico www.cincomaisdesign.com.br

9

Resumos comentados Meu Serviço

7 12

13 Agenda/eventos

14


Especial

X CICARAO Congresso Internacional do Comitê ASAMI inova programação e valoriza debate entre os especialistas

De 3 a 5 de setembro, no Centro de Convenções do Serrano Resorte & SPA

E

ntre os dias 3 e 5 de setembro, os ortopedistas brasileiros e, principalmente, os membros do Comitê ASAMI de Reconstrução e Alongamento Ósseo têm um compromisso imperdível: acompanhar, participar, debater e aprender durante as várias sessões científicas do X CICARAO – Congresso Internacional do Comitê ASAMI de Reconstrução e Alongamento Ósseo. Sob a presidência do Dr. Renato Slomka e tendo como sede a cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, a décima edição do maior evento da especialidade reunirá no Centro de Convenções do Serrano Resort & SPA os mais consagrados nomes do segmento da reconstrução e alongamento ósseo, entre especialistas brasileiros e palestrantes estrangeiros. Atendendo às solicitações dos membros do Comitê ASAMI, o presidente do Congresso, Dr. Renato Slomka, deu à décima edição do evento um formato diferente e inovador. “Desta vez – explica – teremos nosso congresso com alterações tanto no conteúdo como na forma de apresentação dos trabalhos. Procuramos dar oportunidades aos colegas novos que estão produzindo cientificamente, e colocando os mais experientes na posição de coordenadores, com a fina-

6

lidade de provocar a interação e o debate de ideias”. Outra novidade do X CICARAO é o novo fomato da sessão de pôsteres, agora com um grade de horários definidos para cada uma das apresentações e sempre com a presença dos próprios autores. E mais: os convidados estrangeiros do congresso participarão da escolha dos premiados do ano de 2010. Para o Dr. Slomka, os temas livres merecem essa valorização. “São trabalhos muito importantes porque, através deles, podemos ver as experiências dos colegas que não tem uma casuística maio,r mas tem a sua contribuição a dar”. Os convidados internacionais são mais um destaque do evento. Em Gramado estarão presentes os Drs. Duran Nayagam, de Liverpool, que nos visitará pela primeira vez, Svetlana Ilizarov e Marina Makarov, que farão suas primeiras apresentações no Brasil, e Mikhail Samchukov, da cidade de Dallas, Texas, nos Estados Unidos. Além do conteúdo científico, a programação social do X Congresso Internacional do Comitê ASAMI de Reconstrução e Alongamento Ósseo foi organizada de forma a oferecer aos congressistas e seus acompanhantes uma variedade de opções e a natureza exuberante da bela cidade de Gramado.


Entrevista

ASAMI no Haiti

por Dr. Rubens Fichelli Jr.

A fixação externa em situações de catástrofe A tragédia que assolou o Haiti no dia 12 de janeiro e que ocasionou a morte de cerca de 250 mil pessoas, desencadeou um espírito solidário que mobilizou o mundo todo. O médico ortopedista e vice-presidente do Comitê ASAMI – Reconstrução e Alongamento Ósse,. Dr. Rubens Fichelli Jr, foi um dos cinco primeiros ortopedistas a desembarcar naquele país, através da ONG Expedicionários da Saúde. Em entrevista ao Informe ASAMI, ele nos fala sobre as dificuldades e experiências do trabalho em uma catástrofe e da grande eficácia do fixador externo em situações deste tipo. Confira!

Informe ASAMI – Como o Sr. conheceu a ONG Expedicionários da Saúde e de que maneira se deu sua chegada ao Haiti? Dr. Rubens Fichelli Jr. – Quando soube que a necessidade primordial no Haiti, na área da saúde, seria de médico ortopedista, principalmente que fizesse fixador externo, logo me inscrevi em diversos sites de voluntários. E foi quando descobri a ONG Expedicionários da Saúde que estava se estruturando e aguardava ortopedistas. Não hesitei e

me juntei ao grupo. Após cinco dias já estávamos de saída.

muito mais de carinho do que uma osteossíntese.

Informe ASAMI - Como foi seu trabalho no Haiti?

Informe ASAMI - Como eram as condições de trabalho?

Dr. Rubens Fichelli Jr. – O grupo era muito unido e trabalhávamos como uma engrenagem, com técnicos de enfermagem, ortopedistas e anestesistas. Além de mim, outros quatro ortopedistas: Rafael Barreto, Jose Luis Amin, Ricardo Axer e João Holanda, trabalharam como nunca e como ninguém.

Dr. Rubens Fichelli Jr. – Precárias. Ao chegarmos a Porto Príncipe não tínhamos condições de segurança e fomos orientados pela ONU a ir para Lês Cayes, cidade há 150 quilômetros de Porto Príncipe. Permanecemos no Hospital Brenda Strafford, uma instituição canadense que realizava procedimentos

Informe ASAMI - O médico precisa de alguma formação especifica para atuar em catástrofe? Dr. Rubens Fichelli Jr. – O principal é saber que não se está indo para uma aventura, e sim uma missão muito bem definida. Deve saber trabalhar em equipe, fazer bem o que se propôs a fazer e ter bom senso.Neste trabalho, o médico deve sempre manter presente um espírito de amor e dedicação pois na maioria das vezes, as pessoas precisam

Informe

A. S. A. M. I.


Entrevista

“A maior parte dos procedimentos cirúrgicos era basicamente de fraturas expostas, algumas já infectadas e o fixador nesta situação se tornou nosso arsenal mais utilizado”

oftalmológicos. Nele, ficamos dois dias apenas fazendo limpeza e dando condições mínimas de higiene para o trabalho. Informe ASAMI - A fixação externa mostrou-se um método eficaz nestas condições? Dr. Rubens Fichelli Jr. – Nas condições encontradas, com certeza foi o melhor. Nos

primeiros dias, operamos sem Raio X e as necessidades eram muitas. A maior parte dos procedimentos cirúrgicos era basicamente de fraturas expostas, algumas já infectadas e o fixador nesta situação se tornou nosso arsenal mais utilizado. As pessoas, nestas condições, terão pouca chance de reversão, por isso sempre reforçamos que o fixador externo deve ser feito sempre, “como se fosse definitivo”, assim como o conceito correto de instalação que

sempre discutimos muito em nossos cursos da ASAMI. Hoje boa parte dos fixadores já são instalados como provisórios, e por isso sem a técnica adequada. Isto tem que mudar, em qualquer condição, mesmo nos casos onde ele vá ser revertido, deve ser instalado como se fosse definitivo. Informe ASAMI - Quantos procedimentos foram realizados? Dr. Rubens Fichelli Jr. – Em nossa primeira expedição realizamos mais de 100 procedimentos cirúrgicos, sendo a maioria de fixação externa, além de centenas de atendimentos ambulatoriais e milhares de sorrisos. Informe ASAMI - Como está sendo feito o seguimento dos casos? Dr. Rubens Fichelli Jr. – A ONG Expedicionária da Saúde esta na sua quarta equipe; sendo que na segunda e terceira tivemos o apoio de colegas da AMB, que foram fundamentais na manutenção do processo. Agora ficou estabelecido a ida de uma equipe por mês, que permanece em média dez dias para acompanhar os casos e realizar novos procedimentos.

8


Artigo de Opinião

Método multiplicador de Paley Previsão de dismetrias de membros inferiores Alexandre Lourenço Médico Assistente do Grupo de Ortopedia Pediátrica da Unifesp.

O método multiplicador de Paley (JBJS, 2000), multiplier, é uma ferramenta extremamente útil quando lidamos com casos de diferença de comprimento de membros inferiores de crianças. Ele é considerado atualmente o método mais fácil para prever a diferença ao final do crescimento, tanto de casos de causas congênitas como de causas adquiridas, e tem sido largamente usado por ortopedistas do mundo inteiro. Alem disso, podemos usar o multiplicador para cálculo de altura final e a idade ideal para planejar uma epifisiodese. Para a previsão da dismetria, o método multiplicador usa duas fórmulas distintas: uma para casos congênitos e outra para casos adquiridos e varia apenas de acordo com o sexo. O multiplicador independe do percentil, do osso avaliado (fêmur ou tíbia), da raça ou nacionalidade e de gerações. Assim teremos uma tabela com os fatores multiplicadores para cada idade para o sexo masculino e uma tabela para o sexo feminino.

diferença atual pelo fator multiplicador conforme a tabela mostrada abaixo, usando a seguinte fórmula: ∆m = ∆ x M, onde ∆m é a dismetria na maturidade, ∆ é a dismetria atual e M é o fator multiplicador para a idade da criança que está na tabela. Para acompanhar os exemplos de caso que iremos mostrar, veja os números das tabelas correspondentes que são mostradas em anexo. O método multiplicador permite fazer a estimativa de dismetria tanto no berçário como em qualquer outra idade da criança. Por exemplo, um recém nascido do sexo masculino, com fêmur curto congênito e uma diferença de 2,5cm ao nascimento: ∆m = 2,5 x 5,08, portanto, a diferença prevista será de 12,7cm. Outra situação, na qual uma criança do sexo feminino, com hemimelia fibular, vem para primeira avaliação aos quatro anos e com uma diferença de 6,0 cm, faríamos o seguinte cálculo: ∆m = 6 x 1,83, ou seja, a diferença prevista seria de 10,98cm.

Multiplicador em casos congênitos

Para os casos de dismetria de causa adquirida, precisamos ter o comprimento dos membros inferiores em dois momentos diferentes, de preferência com intervalo de seis meses ao menos. Nos casos adquiridos, usa-

Nos casos congênitos devemos ter a idade cronológica da criança e a diferença do comprimento. Para fazer a previsão da dismetria ao final do crescimento, basta multiplicar a

Multiplicador em casos adquiridos

mos a seguinte fórmula: ∆m = ∆ + IxG, onde I = inibição e G é o crescimento restante. Para obtermos I (inibição), usamos a equação: um menos a razão do crescimento do membro afetado dividido pelo crescimento do membro normal, como mostrado abaixo. I = 1- crescimento do membro afetado crescimento do membro normal

O crescimento restante (G) é a diferença do membro na maturidade menos o comprimento atual, ou seja, G = Lm-L. Como o comprimento na maturidade (Lm) é L multiplicado pelo fator multiplicador para a idade atual, teremos Lm = L x M, ou seja, G = LxM–L, que também pode ser lida assim: G = L(M-1). Essa fórmula aplicada nos casos adquiridos pode parecer mais complicada à primeira vista, porém basta termos os dados em mão para completá-la sem dificuldades. Vejamos um exemplo de uma criança do sexo feminino, de oito anos de idade e que teve uma sequela de fratura de fêmur com formação de barra óssea na fise e que está evoluindo com dismetria de membros inferiores. Como já frisamos, precisamos de dados obtidos

Informe

A. S. A. M. I.


Artigo de Opinião

em duas consultas distintas. Assim, esta menina tem atualmente uma diferença de 2,7cm, onde o fêmur normal tem comprimento de 28cm e o fêmur afetado tem 25,3cm. Supondo que, em uma consulta há um ano, o fêmur normal tinha 26cm e o fêmur afetado tinha 24,4cm, podemos com estes dados preencher as equações mostradas acima e com isso fazer a previsão da dismetria futura. Assim, para obtermos ∆m = ∆ + I x G, iniciamos o cálculo de I. Sabemos que o crescimento do fêmur normal

foi de 2cm e o crescimento do fêmur afetado foi de 0,9cm, portanto I = 1- (0,9/2), ou seja, 1- 0,45, que é igual a 0,55. Quanto ao crescimento restante (G), temos para oito anos um multiplicador para meninas com valor de 1,33 (vide tabela). Assim, G = 28(1,33-1), que é igual a 9,24cm. Agora, para saber a diferença ao final do crescimento basta colocarmos todos estes dados na nossa equação (∆m = D + IxG), ou seja, ∆m = 2,7+ (0,55 x 9,2), que é igual a 7,8cm.

Multiplicador para cálculo de altura final Com uma tabela diferente daquela usada para dismetria, podemos também estimar a altura final de uma criança com uma tabela de multiplicador para altura, que novamente difere apenas para os sexos, havendo uma tabela para o sexo masculino e outra para o feminino. Estas tabelas também estão em anexo. Seu uso é semelhante à formula usada para casos de dismetria congênita, ou seja, para saber a altura na maturidade (Hm), basta termos a altura atual (H) e multiplicar pelo fator multiplicador

Tabela de dismetria de Paley MENINOS

MENINAS

IDADE

Multiplicador

IDADE

Multiplicador

0

5,08

0

4,63

0,4

4,01

0,3

4,01

1

3,24

1

2,97

1,3

2,99

2

2,39

2

2,59

3

2,05

3

2,23

3,3

2

4

2

4

1,83

5

1,83

5

1,66

6

1,68

6

1,53

7

1,57

7

1,43

8

1,47

8

1,33

9

1,38

10

1,26

10

1,31

11

1,19

11

1,24

12

1,13

12

1,18

13

1,07

13

1,12

14

1

14

1,07

15

1

15

1,03

16

1

16

1,01

17

1

18

1

1) Pré-natal (congênito): Dismetria final = Dismetria x Multiplicador 2) Pós-natal (desenvolvimento): Dismetria final = Dismetria + I x G

I(inibição)=1- C- C´ L- L´

10

C & L: tamanho atual da perna curta e longa C´& L´: tamanho em qualquer outra data G (crescimento restante) = L(Multiplicador-1)


de altura (M). A fórmula é Hm = H x M, sendo que o resultado tem uma variação de + 4cm. Por exemplo, um menino de quatro anos com uma altura de 1,02m terá uma projeção de altura final de 1,76m (variando de 1,72m a 1,80m). Multiplicador para cálculo de epifisiodese Podemos usar o método multiplicador para calcular a idade ideal para realizar uma epifisiodese quando houver indicação para este procedimento. Nesta situação, a equação será inversa, ou seja, deveremos descobrir qual o multiplicador e com isso determinar a idade correspondente. Para a fórmula para epifisiodese usamos e (epsolon), que representa o comprimento a ser compensado pela epifisiodese e k (kappa) que representa a porcentagem do crescimento da fise a ser bloqueada, havendo kF para fêmur distal (0,71), kT para tíbia proximal (0,57) e kF + T (0,65) para ambos. A fórmula para encontrar o Me, que é o multiplicador na idade da epifisiodese, é a seguinte:

Me = LM LM- e/k

Para exemplificar, vejamos uma menina de sete anos com um encurtamento de 2cm de causa congênita. A dismetria final (∆m = ∆ x M) será de 2 x 1,43, ou seja, 2,86cm, que é uma boa indicação para epifisiodese. Assim, sabendo que seu fêmur normal tem 30cm, podemos aplicar a fórmula para encontrar o Me e, consequentemente, a idade ideal para a epifisiodese. Usando a fórmula acima teremos Me = 30 x 1,43 dividido por 30 x 1,43 menos 2,86 dividido por 0,71 (caso a epifisiodese seja feita no fêmur distal). Assim, encontramos que Me = 1,10 e usando a tabela

vemos que este multiplicador corresponde à idade de 11 anos e seis meses, que será a idade ideal para epifisiodese. Aqui vai uma dica importante: veja que na tabela não temos exatamente 11 anos e seis meses, porém, para 11 anos temos 1,13 e para 12 anos temos 1,07, ou seja, em um ano tivemos uma variação de 0,06, portanto em seis meses a variação será de 0,03, daí temos

o multiplicador deste caso que é igual a 1,10. Esta dica vale para ser usada também na tabela de altura quando nem sempre temos a idade exata na data da consulta. Como pudemos ver com os exemplos, o multiplicador é bem fácil de usar e para aqueles que desejem maiores informações recomendamos a leitura dos trabalhos de Paley. Saudações!

Multiplicador para altura de Paley MENINOS IDADE

Multiplicador

IDADE

Multiplicador

0

3,535

8a+6m

1,351

3m

2,908

9a

1,322

6m

2,639

9a+6m

1,298

9m

2,462

10a

1,278

1a

2,337

10a+6m

1,260

1a+3m

2,239

11a

1,235

1a+6m

2,160

11a+6m

1,210

1a+9m

2,088

12a

1,186

2a

2,045

12a+6m

1,161

2a+6m

1,942

13ª

1,135

3a

1,859

13a+6m

1,106

3a+6m

1,783

14a

1,081

4a

1,731

14a+6m

1,056

4a+6m

1,675

15a

1,044

5a

1,627

15a+6m

1,030

5a+6m

1,579

16a

1,021

6a

1,535

16a+6m

1,014

6a+6m

1,492

17a

1,010

7a

1,455

17a6m

1,006

7a+6m

1,416

18a

1,005

8a

1,383

Altura na maturidade: Altura atual x M

Informe

A. S. A. M. I.


Resumos Comentados Dall’oca C, Christodoulidis A, Bortolazzi R, Bartolozzi P, Lavini F.

Treatment of 103 displaced tibial diaphyseal fractures with a radiolucent unilateral external fixator. Arch Orthop Trauma Surg. 2010 Apr

Os autores mostram a experiência no tratamento das faturas diafisárias da tíbia com fixador radiolucente X-Caliber (n= 98 casos). Avaliando a consolidação, em 84,7% dos casos ocorraram consolidação sem a necessidade de nova abordagem, em média ocorrida com 21 semanas de pós-operatório. Quinze fraturas evoluíram com distúrbio da consolidação. As complicações somaram 13 casos (infecção em pinos, perda de redução, encurtamento). Os resultados encorajam a opção do fixador monolateral como opção ao tratamento das fraturas diafisárias da tíbia. Os autores inserem na casuística casos de fraturas fechadas e abertas. Chen D, Chen J, Jiang Y, Liu F.

Tibial lengthening over humeral and tibial intramedullary nails in patients with sequelae of poliomyelitis: a comparative study. Int Orthop. 2010 May

Neste artigo, produzido na Shanghai Jiaotong University, os autores comparam dois grupos de pacientes com sequela de poliomielite submetidos a alongamento sobre haste. No primeiro, usando haste para úmero, e no segundo, tibial, mostrando os mesmos resultados (índice de consolidação, índice de fixador externo, qualidade de regenerado) com menos sangramento, menor tempo cirúrgico e mesma frequência de complicações. Ressaltam a melhor adaptação das hastes “umerais” em relação ao diâmetro das tíbias na poliomielite. Blonna D, Castoldi F, Scelsi M, Rossi R, Falcone G, Assom M.

The hybrid technique: Potential reduction in complications related to pins mobilization in the treatment of proximal humeral fractures. J Shoulder Elbow Surg. 2010 May.

Os autores apresentam os resultados prospectivos do tratamento das fraturas do 1/3 proximal do úmero comparando 55 casos tratados com redução aberta, osteosutura e fixação com pinos rosqueados 2,5mm e fixador externo (Técnica Híbrida), com 51 casos de osteossíntese fechada com fixador externo inserido de forma per-cutânea. Os resultados mostram menor incidência de complicações, revisão (reoperação) e migração dos pinos. Os escores funcionais também se apresentam melhores no grupo submetido à técnica híbrida. Os autores inserem a técnica

12

híbrida como opção no tratamento das fraturas do úmero proximal. Ma CH, Yu SW, Tu YK, Yen CY, Yeh JJ, Wu CH.

Staged external and internal locked plating for open distal tibial fractures.

Acta Orthop. 2010 May Department of Orthopaedics, E-Da Hospital and I-Shou University, Kaohsiung, Taiwan. Os autores relatam a experiência (estudo retrospectivo – mar/2006 ate jul/2008) de 16 casos no tratamento de fraturas abertas da extremidade distal da tíbia em dois estágios. No primeiro estágio, utilizando a placa bloqueada como fixador externo até melhora das condições de partes moles, quando o paciente tem a síntese convertida para interna também com placa bloqueada de baixo perfil. Todos os casos evoluíram com bom e excelentes resultados funcionais e radiográficos. Wani N, Baba A, Kangoo K, Mir M.

Role of early Ilizarov ring fixator in the definitive management of type II, IIIA and IIIB open tibial shaft fractures.

Int Orthop. 2010 May .

Os autores relatam sua experiência (60 pacientes) no tratamento das fraturas expostas II e III A e B com fixador de Ilizarov convertido a partir de fixador linear simples nos primeiros três a cinco dias de internação. Observaram tempo curto de internação (média de seis a oito dias), consolidação em todos os casos, em média com 21,1 em tipo II, 21,7 em tipo IIIA e 24,9 em tipo IIIB. A diferença de tempo de consolidação é semelhante nos grupos II e IIIA, e bem maior no IIIB. O índice de consolidação nos pacientes submetidos ao alongamento ósseo foi de 1,5 meses/cm. Quatorze pacientes foram submetidos a retalhos ou enxertos de pele. Todos os pacientes evoluíram com poucas complicações (a mais freqüente foi a infecção no trajeto de pinos) e evoluíram com bom arco de movimento em joelho e tornozelo. Os autores indicam o uso do fixador de Ilizarov no manejo agudo de fraturas expostas dos tipos II, IIIA e IIIB. Pieske O, Kaltenhauser F, Pichlmaier L, Schramm N, Trentzsch H, Löffler T, Greiner A, Piltz S.

Clinical benefit of hydroxyapatite-coated pins compared with stainless steel pins in external fixation at the wrist: A randomised prospective study.

Injury. 2010 May

Os autores comparam os resultados do uso de pinos revestidos de hidroxiapatita em relação a pinos comuns de aço, no tratamento de fraturas instáveis do rádio com fixador monoplanar. Um total

de 40 pacientes foi avaliado (total 160 pinos), vinte de cada grupo. Foram avaliados os seguintes critérios: sinais clínicos de infecção superficial em trajeto de pinos, afrouxamento (relacionado ao tempo de fixação externa), infecção profunda, dor. Foi avaliado também densidade óssea. Não encontraram diferenças significativas entre os dois grupos em relação à complicações com pinos, exceto em idosos. Giotakis N, Panchani SK, Narayan B, Larkin JJ, Al Maskari S, Nayagam S.

Segmental fractures of the tibia treated by circular external fixation.

J Bone Joint Surg Br. 2010 May;92(5):687-92.

Os autores apresentam estudo retrospectivo de 20 pacientes com fratura segmentar da tibia tratados com fixador externo de ilizarov. Chamam a atenção a heterogeneidade das lesões, associação com outras lesões e a necessidade de estabilização em múltiplos níveis com o menor comprometimento possível de partes moles. Os critérios avaliados foram: consolidação, complicações, testes funcionais para joelho e tornozelo e estado geral de saúde (short – form 36). O tempo médio de consolidação encontrado foi 21,7 semanas, Complicações em quatro pacientes (duas pseudoartroses no foco distal), uma infecção em pino e outro, encurtamento de 15mm com 8º de valgo. Os scores funcionais foram favoráveis com avaliações bom e excelente em todos os casos, entretanto o score geral de saúde foi desfavorável, demonstrando a relação entre o politrauma e o estado geral do paciente. Spina M, Gualdrini G, Fosco M, Giunti A.

Knee arthrodesis with the Ilizarov external fixator as treatment for septic failure of knee arthroplasty.

J Orthop Traumatol. 2010 Apr 28.

Os autores reportam os resultados da artrodese femoro-tibial com fixador circular de Ilizarov como tratamento de afrouxamento séptico de artroplastia total do joelho. O estudo retrospectivo inclui 17 pacientes operados entre 1990 e 2007, com faixa etária média de 62,9 anos. A classificação de CiernyMader foi utilizada para avaliação clínica e anatomopatológica. A classificação de Engh foi usada para avaliar o defeito ósseo. O tratamento cirúrgico foi estabelecido de acordo com estes critérios. Treze pacientes evoluíram com consolidação com media de 9,3 meses. Dois pacientes não toleraram o fixador e evoluíram com pseudoartrose séptica da artrodese. Concluem indicando o uso do fixador circular neste tratamento devido a sua versatilidade, baixo custo, estabilidade e baixo risco de disseminar processo infeccioso. Necessita de experiência do cirurgião com o método e boa seleção do paciente.


Meu Serviço

AA C D Associação de Assistência à Criança Deficiente

A

A Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que trabalha há 59 anos pelo bem-estar de pessoas com deficiência física. Ela nasceu do sonho de um médico que queria criar no Brasil um centro de reabilitação com a mesma qualidade dos centros que conhecia no exterior, voltado para o tratamento de crianças e adolescentes com deficiência e a reinserção deles na sociedade. Foi pensando nisso que o Dr. Renato da Costa Bomfim reuniu um grupo de idealistas e, no ano de 1950, fundou a AACD. A instituição conta com equipes multidisciplinares na avaliação, acompanhamento e tratamento da grande demanda de pacientes vindos de todos os estados do Brasil, muitos deles portadores de graves deformidades e que não encontram tratamento em suas regiões de origem. Os profissionais envolvidos no atendimento sentiram a necessidade de, em acompanhando os avanços da ortopedia mundial, criar um grupo que pudesse oferecer aos pacientes o tratamento das mais variadas deformidades congênitas ou adquiridas pelo método de fixação externa, destacando o uso do fixador externo circular de Ilizarov. A semente foi lançada e, em 1997, foi criado o Grupo de Reconstrução e Alongamento Ósseo da AACD. O Prof. Dr. Walter Hamilton de Castro Targa teve o privilégio de iniciar as atividades do grupo, realizando o tratamento de inúmeros pacientes da instituição com o método de Ilizarov. Dando seguimento a este trabalho, Dr. Hilário Boatto aceitou o desafio de coordenar o grupo a partir do ano de 2001, tendo a satisfação de contar com uma equipe altamente capacitada na aplicação do método de Fixação Externa. O serviço se tornou uma referência na correção das mais variadas deformidades dos membros. “A maior parte dos nossos pacientes – conta o Dr. Hilário – é de portadores de anomalias congênitas com graves deformidades dos membros inferiores, tais como na artrogripose múltipla congênita. A deficiência congênita do fêmur e a hemimelia fibular são, na grande maioria dos casos, as responsáveis pela anisomelia dos membros inferiores. Ainda recebemos pacientes com seqüelas de poliomielite, com graves deformidades nos pés, que tem indicação de correção por meio da fixação externa. Displasias e suas consequentes deformações ósseas, assim como a mielomenin-

Grupo de Reconstrução e Alongamento Ósseo da Associação de Assistência à Criança Deficiente de São Paulo – AACD. Da esq. para a dir.: Dr. Marco Aurélio Campos Silva, Dr. Hilário Boatto, Dr. Francisco Helio Violante Jr., Dr. Raul Münch Cavalcanti; Ft. Priscilla L. Hoshino, Ft. Mariano de Castro Couto, Dra. Solange Sumire Aoki

gocele fazem parte do dia a dia dos profissionais envolvidos no tratamento ortopédico dos pacientes que procuram a instituição”. Pacientes com sequelas de trauma raqui medular e outras etiologias neurológicas também são atendidos, avaliados e quando indicado, submetidos ao tratamento por meio da fixação externa. O bom resultado obtido não seria possível sem a participação ativa da equipe de fisiatria e fisioterapia, pois o preparo pré operatório, o acompanhamento e orientação durante o tratamento e a reabilitação pós operatória dos pacientes são realizados com dedicação por profissionais da área contribuindo assim para uma melhor qualidade de vida do paciente tratado na AACD. “ O trabalho continua – explica o Dr. Hilário - e a enorme demanda exige dos componentes do grupo dedicação e atualização científica constante que aliadas ao carinho e respeito pelo paciente nos estimula a dar continuidade a este trabalho”.

Informe

A. S. A. M. I.


Agenda/Eventos

Curso Itinerante de Deformidades e Alongamento Ósseo

Calendário de eventos

O Comitê ASAMI está disponibilizando para todas as regionais o Curso Itinerante de Deformidades e Alongamento Ósseo. Confira a programação e solicite o curso, com palestras e workshops através da webpage www.asamifix.com.br.

22 a 24 de julho II COMINCO Congresso Brasileiro de Cirurgia e Técnicas Minimamente Invasivas da Coluna Vertebral Local: Centro de Convenções do WTC Sheraton – São Paulo-SP – www.cominco2010.com.br

• Avaliação Clínica e Radiográfica das deformidades angulares dos MMII • Correção das deformidades angulares dos membros inferiores (plano frontal e sagital) • Alongamento do Fêmur • Alongamento da tíbia • Pseudartroses

JULHO

SETEMBRO

3 a 5 de setembro X Congresso do Comitê ASAMI de Reconstrução e Alongamento Ósseo da SBOT-CICARAO Local: Centro de Convenções do Serrano Resort Gramado-RS – www.vjs.com.br/cicarao2010 OUTUBRO

Workshops/Fixadores Circulares

22 a 22 de outubro International Congress on External Fixation & Bone Reconstruction Local: Centro de Convenções do Hesperia Tower Hotela – Barcelona-Espanha – www.externalfixation2010.com

• Correção de deformidades angulares da tíbia

NOVEMBRO

• Princípios básicos da Fixação Externa nas fraturas dos membros inferiores

• Alongamento do Fêmur • Alongamento da tíbia • Fixação externa monoplanar nas fraturas dos membros inferiores

13 a 15 de novembro 42º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia – CBOT Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasilia-DF – www.sbot.org.br

Regionais ASAMI No intuito de aproximar os associados e responder às demandas regionais, que são diversas e naturalmente bem diferentes de região para região, estaremos iniciando a constituição de quatro Regionais ASAMI, formadas por colegas membros ASAMI e que atuará junto à Diretoria e às Regionais SBOT, fortalecendo vínculos e mantendo todos mais próximos das prioridades regionais. Os cursos itinerantes também serão construídos em conjunto e seguindo as necessidades de cada regional. Certos de que os membros das regionais representarão adequadamente os membros ASAMI e a Diretoria, segue a composição de cada regional:

Sul: Ruth Maria Gonçalves (SC); Richard Luzzi (PR); Daniel de Souza Carvalho (SC); Eduardo Brum (RS). Norte/Nordeste: Nelson Cesar Marquezani (AC); Samuel Campos Neves (BA); Guilherme Marques Cerqueira Junior (PE); Claudio Costa Martins de Souza (CE); Luiz Lopes Lima (CE). Centro Oeste: Juliano Francisco Silva (DF); Samuel Diniz Filho (GO); Jose Milton Pelozzo (MT); Miguel Aprelino Alito (MT). Sudeste: Orotavo Lopes da Silva (RJ); Leonardo Ornelas (MG); João de Souza Gaspar (RJ); Francisco Helio Violante Jr (SP) ; Marcelo Back Sternick (MG).

Para maiores informações: www.asamifix.com.br


Distribuidor dos Produtos:

Soluções Artroscópicas

Próteses para Joelho, Quadril e Ombro

Fixadores Internos e Externos

Placas e Parafusos Bioabsorvíveis

Av das Américas, 7935 Bloco B Sala 234 Barra da Tijuca Rio de Janeiro RJ Tel: 21 3282 7400 marketing@imact-rio.com.br

PACOTE BÁSICO - BARCELONA:  Passagem Aérea (Ibéria) classe econômica  4 noites de hospedagem com taxas hoteleiras e café da manhã (19 a 23/10)  Traslado coletivo Aeroporto / Hotel / Aeroporto  Seguro Viagem Preços por pessoa: Hesperia Tower Hotel SGL = US$ 2.506,00 DBL = US$ 2.023,00 PACOTE COM EXTENSÃO EM MADRID  Passagem Aérea (Ibéria) classe econômica  3 noites de hospedagem em Madri com taxas hoteleiras e café da manhã (16 a 19/10)  Traslado coletivo em Madri Aeroporto / Hotel / Aeroporto  4 noites de hospedagem em Barcelona com taxas hoteleiras e café da manhã (19 a 23/10)  Traslado coletivo em Barcelona Aeroporto / Hotel / Aeroporto  Seguro Viagem Preços por pessoa: - Hesperia Tower Hotel (Barcelona) - Tryp Cibeles (Madrid) SGL = US$ 2.973,00 DBL = US$ 2.289,00 Taxas de embarque não inclusas

Taxas de embarque não inclusas

Informações: www.externalfixation2010.com Tel: (11) 5561-4188 www.limatur.com congressos@limatur.com

Preços por pessoa sujeitos a alteração e disponibilidade no ato da reserva

Fixador Externo em fibra de carbono para compressão, transporte ou alongamento ósseo.

Bahia:

Rio de Janeiro:

São Paulo:

FIXUS 66

Paraná:

Ceará:

Pernambuco:

Mato Grosso: Importador exclusivo: Alessandro R. Costa (11) 8196.6749 - alessandro_costa@hotmail.com


1-Informe ASAMI FIXADORES EXTERNOS  

1-Revista ASAMI Fixadores Externos da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you