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biblioteca louis braille

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Prefeitura de São Paulo, SecretarIa de Cultura e Centro Cultural São Paulo

histórico A Biblioteca Braille foi idealizada por Dorina Gouvêa Nowill para atender às crianças com deficiência visual. Seu acervo foi iniciado com a transcrição, para o sistema braille, dos livros de histórias infantis do acervo da Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato. Inaugurada oficialmente em 29 de abril de 1947, graças ao empenho da Diretora da BIJ Monteiro Lobato, Lenyra Fraccarolli. A Biblioteca Braille foi uma iniciativa pioneira na atenção especial à criança cega. A Audioteca foi implantada em 1975 com o objetivo de disponibilizar livros em áudio, gravados em fitas K7, por voluntários, que faziam essas gravações em suas casas. Em 1981 a Biblioteca recebeu, por doação, o acervo da Biblioteca Braille da Fundação para o Livro do Cego no Brasil, atual Fundação Dorina Nowill para Cegos. Em 1986 a Biblioteca Braille foi transferida para o Centro Cultural São Paulo como uma das Coleções Especiais da Divisão de Bibliotecas. A Biblioteca também ampliou seus serviços e passou a transcrever em braille obras didáticas para que estudantes com deficiência visual pudessem acompanhar os currículos escolares. Paralelamente, foram transcritos livros de literatura para atender à solicitação de usuários, que passaram a frequentar o local em busca de conhecimento e de convívio social. O acervo da Biblioteca Braille é composto de obras de referência, didáticas e de ficção, literaturas brasileira, estrangeira e infantil, além de periódicos nacionais e estrangeiros. Dando suporte a essa coleção, a Biblioteca dispõe de softwares específicos que possibilitam ao deficiente visual o acesso ao mundo digital. Na Audioteca, atualmente, estão disponíveis livros falados em CD e MP3, gravados e editados no estúdio do Centro Cultural São Paulo. Em 2007, com a nova configuração do Centro Cultural São Paulo, a Biblioteca Braille foi transferida para o centro do prédio, junto ao complexo das Bibliotecas. Com essa mudança foi necessária a instalação de piso tátil para que os funcionários e usuários pudessem transitar pelo prédio com maior independência. No mês de setembro de 2008, a partir do Decreto nº 50.038, a Biblioteca passou a se chamar Biblioteca Louis Braille, em homenagem ao criador do sistema, cujo bicentenário de nascimento se comemorou em 2009. Por ser um local onde se acumulam experiências relativas à deficiência visual, a Biblioteca Louis Braille é constantemente procurada por profissionais das mais diversas áreas. Além do acompanhamento individualizado no momento da consulta e de empréstimos de obras, a Biblioteca também faz remessas postais, estendendo o serviço de empréstimo a todo o País e exterior. Para a prestação de serviços ao público com deficiência visual, a Biblioteca conta com a colaboração de voluntários e com o apoio da Sociedade Amigos da Biblioteca Louis Braille.da Biblioteca Louis Braille. 2


Serviços Empréstimo

de livros em braille e livros falados (adulto e infanto-juvenil), na Biblioteca; Empréstimo de livros em braille e livros falados por meio do Cecograma (serviço gratuito prestado pelos Correios, de remessa de livros, livros falados e material impresso em braille) para qualquer cidade do Brasil, inclusive São Paulo, em casos especiais;  Acesso à internet a partir de equipamentos com softwares ledores e ampliadores de tela;  Digitalização de textos por meio de scanner acessível;  Programa Braille Acontece, transmitido pela web radio do CCSP;  Lupa eletrônica. 

Estes serviços são gratuitos, sendo necessário apenas o cadastramento do interessado. Para efetuar o cadastro deverá ser apresentada a seguinte documentação: RG, comprovante de residência com CEP. Além de dados pessoais, como escolaridade, ocupação, telefone para contato e e-mail. O cadastro pode ser feito pessoalmente, na Biblioteca ou por e-mail e carta. Nestes dois últimos casos é necessário o envio dos documentos, digitalizados ou xerocados. horário de atendimento de terça a sexta, das 10h às 19h; sábados e feriados, das 10h às 18h A entrada de usuários só será permitida até 30 minutos antes do término do expediente. bibliotecabraille@prefeitura.sp.gov.br tel.: 3397-4088

prefeitura de são paulo gilberto kassab secretaria de cultura carlos augusto calil centro cultural são paulo | direção geral e divisão de curadoria e programação ricardo resende divisão administrativa gilberto labor e equipe divisão de acervo, documentação e conservação márcia augusto ribeiro e equipe divisão de bibliotecas waltemir jango belli nalles e equipe divisão de produção e apoio a eventos luciana mantovani e equipe divisão de informação e comunicação janete el haouli e equipe divisão de ação cultural e educativa alexandra itacarambi e equipe coordenação técnica de projetos priscilla maranhão e equipe informativo biblioteca louis braille | biblioteca louis braille juliana lazarim e equipe curadoria de programas acessíveis helena chenque comissão de acessibilidade do ccsp - programa livre acesso ricardo resende, gilberto carlos marques labor, giuliano tierno de siqueira, lizette toledo de negreiros, márcia marani, maria helena chenque dos santos, zilah florence e walter tadeu hardt de siqueira arte gráfica solange azevedo impressão gráfica do ccsp realização:

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4 WWW.CENTROCULTURAL.SP.GOV.BR R. Vergueiro, 1000 / CEP 01504-000 Paraíso / São Paulo SP/Metrô Vergueiro0 11 3397 4002 ccsp@prefeitura.sp.gov.br


Folder insti braille  

Folder Institucional Biblioteca e Editora Braille, integrante da coleção de folderes institucionais.

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