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catanduva

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Jornal Regional de Catanduva

jornal brasil atual

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nº 21

serviço

Distrib

Gratuuiição ta

Fevereiro de 2014

cidadania

água vai pelo ralo Prefeito reajusta tarifa por decreto e vereador fala em aumento de 130%

ceu Ministra Marta Suplicy inaugura centro, que irá atender 12 mil ao mês

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social

avoiam Freira dirige casa que abriga acompanhantes de doentes gratuitamente

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Cultura cidade

Linha do trem assusta moradores do entorno Acidente em S. J. do Rio Preto suscita debate e população quer retirada dos trilhos do perímetro urbano Pág. 4

antiguidades Café com História rememora narrativas através de objetos

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Catanduva

2 cidadania

Ministra inaugura CEU na cidade

editorial Vamos falar bem claro, o fato mais importante do ano será o mundial de futebol. Depois as eleições presidenciais. E a gente torce por uma “Copa de Rolezinho”. Isso mesmo, que o futebol seja jogado no estilo rolezinho: na manha, no estilo brasileiro. E, sim, vão acontecer mais rolezinhos nos shoppings, porque é a democracia racial acontecendo na prática em espaços blindados das cidades, que só oferecem muros e condomínios aos cidadãos. E também vai haver mais protestos na Copa – alguns até contra o evento. Mas sejamos claros: a Fifa sempre foi isso que agora estamos vendo em nosso quintal, com seus esquemas de controle de propaganda, preços e acessos. É preciso lembrar que ela e a CBF são entidades privadas, controladas por meia dúzia de dirigentes, que não prestam contas a ninguém. E isso dá motivo para que muitos queiram comparar as carências populares por transporte, saúde, educação e segurança com os custos da realização da Copa do Mundo. Ainda assim, ter novamente o mundial de futebol por aqui é um sonho para milhões de brasileiros. O país vai parar para torcer. E assim foi na Copa de 70, no México, durante a ditadura civil-militar, ou nos mundiais da Nova República, da época dos neoliberais e das privatarias tucanas. Independentemente do governo, o gosto pelo futebol e por torcer pelo Brasil fala mais alto. E a gente torce para que o jogo jogado dentro do campo seja tão criativo e contundente como foram as manifestações e os rolezinhos.

No dia 23 de janeiro, a Ministra da Cultura Marta Suplicy esteve em Catanduva para inaugurar o novo Centro de Artes e Esportes Unificados “Francisco Felipeli Filho”, o CEU, no Jardim Eldorado. “Antes da cultura, temos que comer. O Lula deixou a alimentação do corpo e, agora, a Dilma está dando o alimento da alma. Esse casamento está possibilitando ao brasileiro algo que ele não teve nos últimos 500 anos”, destacou a ministra. O evento também contou com a presença do prefeito

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Espaço possui quadra, biblioteca, telecentro e outros

Geraldo Vinholi (PSDB) e do deputado estadual João Paulo Rillo (PT), além de vereadores e prefeitos da região.

O CEU de Catanduva irá atender mais de 12 mil habitantes ao mês, com espaços dedicados a esportes, cultura e assistência social, em uma área de três mil metros quadrados. O centro possui salas multiuso, biblioteca, telecentro, cineteatro, auditório com 60 lugares, quadra poliesportiva coberta, pista de skate, equipamentos de ginástica e pista de caminhada. O CEU funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, e aos sábados e domingos, das 9h às 12h.

Vale-cultura Marta também ressaltou a criação do Vale-Cultura, uma política do seu ministério, que consiste na renúncia fiscal aos empregadores que aderirem ao programa e possibilitarem aos seus funcionários um subsídio para eventos ou compra de itens culturais dos mais variados.

Algumas categorias, como os bancários, já aderiram ao programa. “Eu acho o Vale-Cultura muito importante. Nós, os bancários, assinamos no ano passado a convenção coletiva e toda a categoria recebeu em janeiro R$ 50 para gastar em teatro, cinema ou até mesmo acumu-

lar para comprar livros e instrumentos musicais”, lembrou o vereador Amarildo Dávoli. “O governo federal e as empresas já estão investindo, mas deveriam investir ainda mais em cultura. É disso que o brasileiro precisa: conhecimento.”

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Expediente Rede Brasil Atual – Catanduva Editora Gráfica Atitude Ltda. – Diretor de Redação Paulo Salvador Secretário de Redação Enio Lourenço Redação Florence Manoel, Lauany Rosa Revisão Malu Simões Diagramação Leandro Siman Telefone (11) 3295-2800 Tiragem: 12 mil exemplares Distribuição Gratuita


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o i d á r u e s o n o d a i m e r p Jornalismo Anelize Moreira e Marilu Cabañas são as duas repórteres da Rádio Brasil Atual que levaram o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos deste ano. Isso é reconhecimento ao talento das jornalistas e à presença da rádio no noticiário humanista.

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4 Cidade

Moradores temem acidentes próximo a linha férrea Em novembro de 2013, um trem da América Latina Logística (ALL) descarrilou e atingiu uma casa próxima à linha férrea, deixando oito mortos em São José do Rio Preto. Desde então, a região está em alerta. Inconformados com o ocorrido na cidade vizinha, os catanduvenses que vivem próximo à linha do trem questionam a necessidade de ela cruzar o município dentro do perímetro urbano. O carreteiro Rubens Paulo da Silva, de 49 anos, relembra que já aconteceram acidentes no trecho do bairro Santa Rosa, onde vive desde criança. “O povo fica triste, porque

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População pleiteia deslocamento da linha para fora do perímetro urbano

pode acontecer um descarrilamento, como o ocorrido em São José do Rio Preto. Ou então uma pessoa pode passar na

Poder público

A assessoria de comunicação da Prefeitura afirmou que a ALL é a responsável pela manutenção dos trilhos, por ser a concessionária da malha ferroviária. Porém, o prefeito Geraldo Vinholi (PSDB) segue com o processo de retirada da linha do perímetro urbano da cidade – coordenado pelo Departamento Nacional de

Infraestrutura de Transportes (DNIT), do governo federal. Para o vereador Nilton Cândido (PTB), que fez um requerimento na Câmara apontando as dificuldades e os riscos da linha do trem, é obrigação da América Latina Logística o deslocamento dos trilhos. “Quem causa problema para a cidade é a ALL. Ela é quem tem que criar meca-

frente do trem. Ou ainda essa ponte que passa pelo bairro cair em cima de algum carro”, declara.

nismos para resolver seus problemas dentro da cidade. Não é justo que as pessoas fiquem 15 minutos paradas na Rua 15 de Novembro e outros 15 minutos na Rua São Paulo. Ela que construa túneis”, salienta. Sobre a iluminação precária e o mato sem corte nas proximidades dos trilhos, a Prefeitura não se pronunciou.

Ele defende que a malha ferroviária seja deslocada para fora da área urbana. “A população toda concorda que precisa tirar a linha do meio da cidade. Não dá para esperar acontecer uma tragédia.” Outra reclamação dos moradores residentes nas proximidades dos trechos ferroviários diz respeito à infraestrutura: falta de iluminação, mato alto e danos às moradias. “Todas as casas aqui no bairro Santa Rosa estão com rachaduras por causa do tremor do trem”, afirma Rubens Silva. O segurança Ademar Cardoso de Sá, morador do bairro

ALL

O Brasil Atual entrou em contato com a América Latina Logística, que, através da assessoria de comunicação, declarou ter investido mais de R$ 1,8 bi em segurança (como campanhas de conscientização), o que teria reduzido em 80% o número de acidentes. A concessionária reiterou que o contorno ferroviário é uma obra de infraestrutura

Antônio Zácaro, também protesta contra a falta de zelo da Prefeitura na área: “Eles passaram com o trator há menos de uma semana, mas não adiantou nada, porque precisam passar a máquina para cortar a grama. No tempo do Félix [Sahão, ex-prefeito] não tínhamos esse problema. O mato alto pode abrigar aranhas, escorpiões, além de servir de esconderijo para bandidos”. E complementa: “Isso aqui à noite é um breu. Deveriam fazer uma calçada e melhorar a iluminação, mas eles só cuidam dos bairros dos ricos. Os bairros dos pobres ficam esquecidos”.

pública, de responsabilidade da Prefeitura e do DNIT. “As obras são custeadas pelo governo federal e a ALL realiza apenas uma avaliação técnica para confirmar a segurança e a produtividade da operação.” A ALL ainda se comprometeu em enviar uma equipe para averiguar as rachaduras das casas provcadas pela vibração do trem.


Catanduva

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serviço

Taxa de água e esgoto pode chegar a 130%, diz vereador “A conta de água aumentou e os catanduvenses estão indignados.” Esta afirmação é do vereador Amarildo Davoli (PT), que, juntamente com os parlamentares Wilson Paraná (PT), Nilton Cândido (PTB), Cidimar Porto (PMDB) e Francisco Batista de Souza, o Careca (PDT), entrou com uma representação no Ministério Público Estadual contra a elevação do preço da tarifa de água e esgoto, decretada pelo prefeito Geraldo Vinholi (PSDB). Segundo Amarildo, a Prefeitura elaborou uma tabela progressiva que aumenta a tarifa para uma parcela significativa da população. “Para ter uma ideia, quem gasta até 15 metros cúbicos, paga R$ 21,37. Já quem gasta 16 metros cúbicos recebe uma pau-

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Prefeito reajusta por decreto e não consulta Poder Legislativo; vereadores entram com ação no MP lada de 130% de aumento e paga R$ 49,36.” O vereador petista também comentou as declarações do prefeito Vinholi, que diz que Catanduva teria a água mais barata do noroeste paulista. “Trata-se de propaganda enganosa, é por isso que a população está revoltada. O Vinholi não deveria ter imposto essa decisão [aumento da tarifa de água e esgoto] por decreto. Ou seja, ele preferiu não passar o projeto pela Câmara, o que daria oportunidade de análise aos vereadores”, declara. Para Amarildo, a Superintendência de Água e Esgoto de Catanduva (SAEC) investe mal os recursos arrecadados da população, já que há bairros na cidade que não possuem esgoto tratado. “O au-

mento foi abusivo, sendo que o prefeito prometeu baixar os custos do consumo da água durante a campanha eleitoral”, complementa. Em nota, a assessoria de comunicação da Prefeitura negou a contabilidade. Em 2013 não houve aumento ou reajuste na tarifa de água do catanduvense. Além disso, o prefeito aumentou a margem de consumido da tarifa mínima. Dito isso, a SAEC detalha que, neste ano, o reajuste foi de 12%. Com o não reajuste em 2013, a água está com preço inferior em 2014. É aventada a realização de uma audiência pública para esclarecer a população e debater a questão. “Seria o ideal, já que vivemos em um país democrático”, explica Davoli.


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Freira dirige casa para acompanhantes de doentes Serviço voluntário da Avoiam acolhe gratuitamente familiares de enfermos de todo o país “A ideia surgiu a partir de um trabalho que já exercíamos nos hospitais Padre Albino e Emílio Carlos, quando percebi que muitos acompanhantes vinham visitar seus parentes e não tinham condições de voltar para suas cidades, passando a noite sem dormir, comer ou tomar banho”, conta. Naquela época, a irmã Ana Maria e seus voluntários disponibilizavam sabonete, escova e pasta de dente, e faziam o chamado trabalho espiritual, mas perceberam que era preciso mais.

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Em meio a tantos atos individualistas, a freira Ana Maria Custódio resolveu fazer a diferença e abriu seus braços e coração para dar abrigo, comida e afeto de graça às pessoas que vêm a Catanduva acompanhar parentes enfermos internados no município. Há oito anos, ela fundou a Associação de Voluntários Irmã Ana Maria (Avoiam), que viabilizou a manutenção da Casa de Apoio São Camilo de Léllis – local onde se realiza o trabalho assistencial.

“Já chegamos a abrigar aproximadamente 12 pessoas

Até o fechamento desta edição, a adolescente Stéfani de Oliveira Figueiredo, de 17 anos, encontrava-se hospedada na Casa de Apoio São Camilo de Léllis, juntamente com a sua tia, Selma Ferreira. Stéfani é de Coroados (próximo a Birigui) e deu a luz ao pequeno Felipe no Hospital Padre Albino. O bebê nasceu com uma infecção intestinal, que ocasionou uma perfuração no ór-

Como se mantém

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Família acolhida

gão, fazendo-o ficar por mais de 20 dias na maternidade sem receber alta. A jovem mãe soube do trabalho da Avoiam por intermédio de uma funcionária do hos-

de uma só vez na casa. É um número alto para nós, mas

colocamos colchões na sala e conseguimos ganhar espaço. Eu costumo dizer que em coração de mãe sempre cabe mais um”, afirma Ana Maria. Ela também relatou que a Casa de Apoio já chegou a abrigar acompanhantes de um mesmo paciente por dois meses e meio, devido a um tratamento mais longo. As cidades que mais enviam pessoas são Birigui, Pedranópolis, Ituverava, Franca e Riolândia, além dos Estados da Bahia, Pernambuco e Ceará.

pital e foi acolhida na Casa de Apoio, onde criou vínculo com a irmã Ana Maria e seus voluntários. “Quem vem para cá, não tem vontade de voltar para casa”, conta. Selma, por sua vez, elogia a maneira como foram tratadas. “É como se eu estivesse em casa. Há liberdade total para comer e cozinhar o que quisermos, além de respeito, atenção e companheirismo.”

Atualmente, a Avoiam conta com 23 voluntários e obtém recursos para se manter através de rifas, eventos, bazares beneficentes e doações. Recentemente, a instituição recebeu o título de Utilidade Pública Municipal, que possibilita a captação de recursos municipais, estaduais e federais. “Com ajuda de subvenções, queremos construir uma sede própria e maior, até

porque está sendo construído um Centro de Radioterapia em Catanduva, que deve aumentar a nossa demanda, que já é bem grande”, comenta a irmã Ana Maria. A Casa de Apoio São Camilo de Léllis fica na Rua 15 de Novembro, 464, São Francisco – Catanduva/SP. Os telefones de contato para informações ou doações são: (17) 3045-2854 ou (17) 8116-0639.


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Cultura

Loja de antiguidades se firma como ponto cultural Café com História – Antiguidades faz de relíquias antigas um gancho para rememorar narrativas

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Há um ano, os irmãos gêmeos Fernando Abdo Banhos e Guilherme Abdo Banhos, de 28 anos, ambos professores de história, fundaram a loja Café com História – Antiguidades. “A ideia de montar esse ambiente surgiu de uma paixão que nutrimos desde a infância por antiguidades, que fez com que estudássemos história”, relata Fernando.

O objeto mais antigo O objeto mais antigo da loja é um relógio de parede Ansonia, que tem cerca de 112 anos e foi trazido da Itália, na década de 40, durante a Segunda Guerra Mundial. Guilherme conta a história do relógio adquirido de uma idosa, no município

paulista de Serra Negra: “O relógio foi feito nos Estados Unidos e mandado para a Itália. Na época, o pai dela, que não concordava com o regime fascista de Benito Mussolini, veio com a família para o Brasil em uma viagem de navio. A senhora se recorda de ter visto o relógio no colo do

pai durante toda a viagem”. Segundo o historiador, a proprietária resolveu passar o relógio adiante, uma vez que se achava muito idosa e tinha apenas um único filho, que não demonstrava interesse em manter a relíquia na família.

Ele é crítico ao explicar a proposta de enriquecer a relação do catanduvense com a cultura. “Catanduva é uma cidade muito boa, mas neste quesito está atrasada em relação às outras. O nosso foco principal é que as pessoas conheçam os objetos de antigamente, ouçam as histórias e entendam que o mundo era diferente.” Segundo Fernando, o

acesso às centenas de objetos do acervo é fruto de “muita correria”. Explica: “Nós viajamos para várias áreas do Brasil em busca de ‘novidades antigas’ e as encontramos em lojas, com amigos colecionadores e demais pessoas. Na medida em que conhecemos mais gente, temos acesso a mais histórias. Não compramos as peças em si, mas as boas histórias delas”.

Ponto de encontro O local está se tornando um ponto de encontro cultural da cidade. O aposentado Euclides Janetti, de 81 anos, faz da loja um memorial particular. “Como moro perto, sempre venho aqui. Não só para ver os artigos, mas também para bater papo, passar a hora e ajudá-los. É muito bom re-

cordar tempos antigos e quase tudo me remete a épocas que vivi, como os lampiões de carbureto”, revela. Para os interessados em fazer uma visita, o Café com História – Antiguidades fica na Rua Rio Grande do Sul, nº 282 (na esquina com a Rua Municipal) – Higienópolis.


Catanduva

8 foto síntese – Obelisco Catanduva

Palavras Cruzadas diretas PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS

www.coquetel.com.br

© Revistas COQUETEL

Loteria da Caixa em que se escolhe um clube do coração

Método usado em exa- Besouro, mes de gravidez ven- em inglês didos em País onde se localiza farmácia a Galileia

Cenário de "Procurando Nemo" (Cin.)

Objetivo; projeto 2, em romanos

Que acontece no período da tarde

Estado da Revolução Farroupilha (sigla)

Qualidade da pessoa higiênica

Instituto Nacional do Livro (sigla)

País asiático, tem o muay thai como esporte nacional

(?) Nin, autora feminista

Marco (?), ator de "A Grande Família" (TV) Fábrica de objetos de barro

PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS

Instituto Nacional do Livro (sigla)

Função da coluna, na Arquiwww.coquetel.com.br tetura Base da divisão social no Antigo Regime

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Falta de Chuva sucesso constante fina e prolongada Que possuem outro lugar de origem (fem.)

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Formação para se dançar o tango

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Descuidada; negligente

Formação para se dançar o tango

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Descuidada; negligente

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Base da divisão social no Antigo Regime

Nascente (?) Rebelo, ministro

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Qualidade

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Função da coluna, na Arquitetura

A G O R A

Estado da Revolução Farroupilha (sigla)

Marco (?), ator de "A Grande Família" (TV) Fábrica de objetos de barro

P A R

Que acontece no período da tarde

Objetivo; projeto 2, em romanos

Cenário de "Procurando Nemo" (Cin.)

C A S T I G O

Método usado em exa- Besouro, mes de gravidez ven- em inglês didos em País onde se localiza farmácia a Galileia

Lilian Esteves Canassa

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Loteria da Caixa em que se escolhe um clube do coração

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