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catanduva

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Jornal Regional de Catanduva

jornal brasil atual

jorbrasilatual

nº 19

saúde

Distrib

Gratuuiição ta

Setembro de 2013

Trabalho

já é realidade Programa Mais Médicos começa a ser implantado em regiões pobres do país

Aposentados Inativos municipais lutam para conseguir abono salarial

Pág. 5

Cidadania

Esplanada Residencial sofre com o corte de água e maus cuidados com o lixo

Pág. 6

futebol legislativo

Deputado estadual quer cpi do metrô Em entrevista ao Brasil Atual, Luiz Claudio Marcolino comenta escândalo do governo paulista Pág. 4

Grêmio Novo presidente quer reconduzir equipe à elite do futebol paulista

Pág. 7


Catanduva

2 política

Polêmica na Câmara Municipal

editorial Nesta edição, a reportagem do jornal Brasil Atual conversou com o líder do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa, Luiz Claudio Marcolino, que comentou seus projetos, temas em destaque no país e o esforço que vem fazendo ao lado de outros parlamentares para a instalação da CPI do Metrô, a fim de investigar as denúncias da multinacional alemã Siemens sobre a existência de cartel nas licitações dos serviços ferroviários do Estado de São Paulo. Em meio aos escândalos de corrupção do governo paulista, o programa Mais Médicos, do governo federal, é um alento. Este é um passo significativo para o aprimoramento do SUS, independentemente das críticas infundadas de uma elite reacionária, apoiada no conservadorismo das associações da categoria médica, que tenta boicotar a vinda de médicos estrangeiros para trabalharem na atenção básica de saúde nos rincões do país (onde seus filhos não querem ir). Que essa política de saúde continue se expandindo e os filhos dos trabalhadores possam ocupar cada vez mais as cadeiras de medicina nas universidades e alterar esse paradigma elitista que algumas profissões teimam em carregar consigo. Boa leitura!

O Projeto de Lei (PL) 100/2013, que tramita na Câmara de Catanduva, gerou polêmica entre os parlamentares. De autoria do Poder Executivo, o PL visa a criação de uma gratificação aos policiais militares por desempenho da Atividade Delegada – serviços de segurança dos PMs em horários de folga –, de acordo com convênio a ser celebrado com o governo do Estado de São Paulo. Para o vereador José Alfredo (PMDB), a medida se justifica por ser uma necessidade da população. “Este projeto foi uma forma encontrada por juristas e por membros da administração pública para que nós pudéssemos dar um pouco mais de força à segurança pública e dar ao policial militar o retorno por seus esforços”, afirmou. Já Amarildo Davoli (PT) posicionou-se contrário ao projeto, por acreditar que justifica a má remuneração dos policiais militares. “O PM ganha mal, porque o Estado

divulgação

Vereadores discordam da criação de Atividade Delegada

é ineficiente. O orçamento de São Paulo é maior do que o da Argentina e, hoje, todo funcionário público estadual ganha pouco.” O parlamentar petista reforçou a necessidade de aumentar o contingente policial e valorizar a remuneração desses profissionais. “O governo do Estado desviou R$ 100 milhões no escândalo do propinoduto [prática de cartel nas licitações da CPTM e do Metrô]. Com esse dinheiro dava para contratar 10 mil policiais e dobrar o salário.” Davoli ainda ressaltou que este é um trabalho altamente estressante. “Eles [policiais militares] precisam de descan-

so e momentos de lazer com a família. São seres humanos. O aumento da criminalidade é resultado da política desastrosa do PSDB.” O vereador Nilton Cândido (PTB) faz coro com Amarildo: “O governo do Estado de São Paulo, o maior da Federação, paga mal os seus policiais a ponto de obrigá-los a fazer ‘bico’ e não dá nenhuma estrutura a eles”. A ausência do impacto financeiro e da cópia do convênio no PL, além da existência de uma lei similar sancionada pelo ex-prefeito Afonso Macchione Neto, são argumentos dos vereadores contrários à Atividade Delegada.

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Expediente Rede Brasil Atual – Catanduva Editora Gráfica Atitude Ltda. – Diretor de redação Paulo Salvador Edição Enio Lourenço Redação Florence Manoel, Lauany Rosa e Luís Bellissimo Revisão Malu Simões Diagramação Leandro Siman Telefone (11) 3295-2800 Tiragem: 12 mil exemplares Distribuição Gratuita


Catanduva

3

saúde

Mais Médicos seleciona 1.618 na primeira etapa

ticipação no Mais Médicos, sendo 55 médicos brasileiros e 79 formados em outros países – essa procura representa apenas 6% da demanda do Estado. Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o aumento no número de municípios contemplados nesse primeiro momento chama a atenção pelo deslocamento de profissionais para o interior e regiões de

Atenção básica Segundo o Ministério da Saúde, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) são responsáveis pelo atendimento de 6,5 milhões de usuários do SUS. O Mais Médicos pretende enviar profissionais às UBS e às Unidades de Saúde da Família nas cidades

fronteira do país, vagas que passarão a ser ocupadas com a entrada dos médicos estrangeiros. Contudo, ele afirma que “o ministério continuará estimulando a ida de médicos brasileiros para regiões carentes”. Os selecionados no programa devem chegar aos municípios entre setembro e outubro. Porém, as opiniões se dividem. De um lado, governo federal,

Por Lauany Rosa

prefeitos e secretários municipais de Saúde, Conselho Nacional de Saúde (CNS) e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) defendem o projeto como uma solução para aprimorar o Sistema Único de Saúde (SUS). Do outro lado, as associações da categoria médica, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Força Sindical criticam a oportunidade de trabalho oferecida aos profissionais estrangeiros. Segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), de 2011, a falta de médicos é um dos maiores problemas da saúde no Brasil. Pacientes sem atendimento, unidades sobrecarregadas, longas filas de espera e até óbitos nos corredores são as consequên-

cias desse déficit. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem em média 1,8 médicos para cada mil habitantes – número inferior a países como Venezuela (1,9), México (2,4), Argentina (3,2) e Cuba (6). Os profissionais selecionados no Mais Médicos receberão uma bolsa mensal de R$ 10 mil, mais os auxíliosmoradia e alimentação. O programa tem duração de três anos, com possibilidade de prorrogação. A segunda etapa de seleção começou no dia 19 de agosto. Os médicos brasileiros têm prioridade no preenchimento dos postos de trabalho. As vagas remanescentes serão oferecidas a brasileiros graduados no exterior e, em seguida, aos estrangeiros.

O programa em Catanduva

do interior, onde os hospitais muitas vezes estão distantes das residências da população. “Quanto mais médicos trabalharem na atenção básica, melhor para o país. É nesse atendimento que se resolvem cerca de 80% dos problemas de saúde”, destacou Padilha.

divulgação

Após as Jornadas de Junho, em que manifestantes reivindicaram melhorias nos sistemas de transporte, educação e saúde, a presidenta Dilma Rousseff (PT) anunciou a criação do programa Mais Médicos, que amplia a contratação de médicos, com enfoque na atenção básica de saúde e urgência e emergência nas regiões mais pobres do país – como municípios do interior e periferias das metrópoles. A primeira etapa de seleção do programa encerrou-se no dia 13 de agosto, com 1.618 profissionais selecionados, sendo 358 estrangeiros. O número representa 10,5%, dos 15.460 médicos requisitados por 3.511 cidades de todo o país. Em São Paulo, 134 profissionais confirmaram a par-

Agencia Brasil

Em São Paulo, apenas 30 municípios receberam inscrições

A reportagem tentou contato com o secretário de Saúde Antônio Pereira Souza Junior, para saber a possibilidade de Catanduva aderir ao programa Mais Médicos. A Assessoria de Comunicação da Prefeitura alegou que ele não poderia conceder entrevista até o fechamento desta edição, mas afirmou que o mu-

nicípio aderiu ao programa, porém não foi contemplado na primeira etapa. “O setor está aguardando a segunda etapa. Os critérios e quem escolhe as cidades contempladas é o Ministério da Saúde. Locais com maior carência de médicos deverão ser contemplados com o projeto”, diz a nota.

As 701 cidades que não receberam inscrições serão beneficiadas até o final do ano por algum dos 4.000 médicos cubanos. A medida anunciada pelo Ministério da Saúde, no dia 21 de agosto, faz parte de um acordo com a Opas, que intermediará a negociação

com o governo de Cuba. Segundo o ministro Alexandre Padilha, a pasta vai investir R$ 511 milhões, até 2014, na vinda dos profissionais, que não terão de passar pela Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior

(Revalida), pois trabalharão com registro provisório, para atuar na atenção básica de saúde. O ministro ressaltou que os profissionais cubanos possuem especialização em medicina familiar e comunitária, e 84% têm mais de 16 anos de experiência na medicina.

enio lourenço

Médicos cubanos atenderão cidades não selecionadas


Catanduva

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legislativo

Líder do PT na Assembleia Legislativa comenta temas em

Luiz Claudio Marcolino diz que escândalo do cartel no Metrô de São Paulo não é nenhuma surpresa pa

divulgação

Parques ecológicos

O deputado estadual Luiz Claudio Marcolino (PT) esteve em Catanduva no dia 31 de agosto para a tradicional Festa dos Bancários e conversou com a reportagem do Brasil Atual. Na ocasião, ele falou sobre os debates que fervilham na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), onde hoje é o líder da bancada do Partido dos Trabalhadores, comentou temas polêmicos e falou sobre seus principais projetos em andamento na casa.

“Um dos temas frequentes na Alesp é a privatização dos patrimônios ecológicos. O governo do Estado de São Paulo quer privatizar o Pico do Jaraguá e a Serra da Cantareira (São Paulo), a Floresta Estadual de Itirapina (Rio Claro), o Parque Estadual de Campos do Jordão, a Floresta Estadual de Cajuru, entre outras áreas. Nós estamos obstruindo esses projetos, para tentar garantir que os parques continuem nas mãos dos paulistas.” CPI do Metrô

Desde o início do mandato, o deputado estadual promove um embate na Alesp por melhorias no serviço do Metrô de São Paulo. As denúncias do cartel entre as empresas concorrentes nas licitações que explodiram nos últimos meses não são nenhuma novidade para Marcolino. “Em 2008, a bancada do Partido dos Trabalhadores já havia denunciado as propinas pagas pelas empresas Alstom e Siemens, mas só agora o assunto veio à tona. O nosso objetivo é abrir uma Comissão Parlamen-

tar de Inquérito (CPI)” – até o encerramento desta edição, 27 deputados, dos 32 necessários para a abertura, haviam assinado o requerimento. Segundo o petista, é importante investigar o caso, porque o dinheiro desviado poderia ter sido investido em agricultura, saneamento básico, educação, saúde. “Além disso, as empresas envolvidas no escândalo ainda atuam em outros setores. A CPI tem como finalidade fazer com que o dinheiro volte para os cofres públicos e impedir que organizações corruptas operem em nosso Estado.”

“O nosso objetivo é abrir uma CPI” Terceirização

Marcolino é contra o Projeto de Lei (PL) 4.330/2004, do deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO) – que trata sobre terceirização –, porque equivaleria ao final da carteira de trabalho assinada. “A Constituição de 1988 já

abriu a possibilidade de terceirizar algumas áreas, como vigilância e limpeza, que não são consideradas serviços principais nas empresas. O PL do Sandro Mabel permite terceirizar todas as áreas, o que acaba com todas as categorias organizadas.” Fim das Apaes

A reportagem do Brasil Atual questionou o deputado sobre o cancelamento do repasse dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes), a partir de 2016, proposto pelo senador José Pimentel (PT-CE). “As Apaes exercem uma função que o Estado deveria assumir, que é garantir os direitos das pessoas com deficiência. Hoje, seu fechamento seria prejudicial a um grupo de pessoas que precisa ser atendido por trabalhadores especializados. O Estado deve dar mais atenção às questões que afetam o povo com deficiência.”


Catanduva

5 Trabalho

voga na Casa e no país Aposentados recebem um “não” Religião x Política

Diferente do que prega o senso comum, Marcolino acredita que tanto religião quanto política devem ser discutidas e refletidas pela população.

“O Estado deve atenção ao povo com deficiência” “A religião dialoga em

relação às famílias, aos valores, aos conceitos de uma sociedade. Por isso deve ser discutida sem ofender uma ou outra crença. No entanto, é um equívoco utilizar a religião para afetar politicamente pessoas ou grupos sociais. Muitas afirmações feitas pelo deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) prejudicam a população. Em décadas anteriores, os próprios protestantes eram discriminados, tinham dificuldade em entrar no mercado de trabalho e se relacionar. Política, religiosidade e valores familiares são estruturas diferentes que se somadas, delineiam uma sociedade melhor.”

Projetos na Alesp

O deputado petista trabalha pela aprovação do transporte 24 horas, nas regiões metropolitanas do Estado. Na educação, ele luta para que 30% das vagas das Etecs, Fatecs e universidades estaduais sejam destinadas aos alunos de escolas públicas e afrodescendentes e 5% para pessoas com deficiência. “Nós pagamos inúmeros impostos e são poucos os estudantes de escolas públicas que têm acesso à universidade gratuita.” Marcolino também defende o atendimento de doenças buco-maxilo-faciais (doenças que causam deformidades no maxilar) nas escolas para crianças e jovens. “Hoje, não tem nenhum programa nos postos de saúde e escolas públicas que ofereça o tratamento.” Na saúde e educação, o parlamentar é autor de um projeto aprovado que garante aos funcionários temporários desses setores o direito ao Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe).

Inativos não ganham abono dos servidores municipais No dia 16 de julho, o prefeito Geraldo Vinholi (PSDB) sancionou a Lei 88/2013, que concede abono salarial de R$ 150 aos funcionários públicos municipais, mas exclui os aposentados – conforme antecipou a edição nº 17 do Brasil Atual. O diretor administrativo do Sindicato dos Municipiários de Catanduva (Simcat), Edmilson Trida, afirma que na época em que o dissídio foi negociado não havia previsão orçamentária para garantir o abono aos aposentados. “O problema é que os inativos perdem o vínculo com a Prefeitura e passam a pertencer

divulgação

ara bancada do partido Por Florence Manoel

ao Instituto de Previdência Municipal de Catanduva (IPMC), que não pode custear benefícios sobre os quais não haja arrecadação, como é o caso do abono”, explica. Segundo Trida, a Prefeitura também estaria impedida juridi-

camente de proporcionar o benefício aos aposentados. “A legislação seria derrubada e todos os servidores sairiam perdendo. Os aposentados ficaram em segundo plano e agora estamos procurando uma saída para que sejam incluídos.” A Assessoria de Comunicação da Prefeitura reforçou a declaração do diretor do Simcat sobre a ilegalidade de o Poder Executivo conceder aumentos para os servidores inativos. “Porém, o prefeito Geraldo Vinholi irá tentar junto ao IPMC uma saída para conseguir dar algo aos inativos da administração pública”, diz o órgão.

Contraponto na Câmara De origem sindical, o vereador Amarildo Davoli (PT) faz críticas ao prefeito. “Durante a campanha, quando prometeu o abono salarial, Vinholi não mencionou que excluiria os aposentados. Sua conduta é vergonhosa, pois os inativos prestaram serviço ao município por cerca de 40 anos.”

Davoli também lamenta o posicionamento do Simcat de procurar “manter a harmonia com o Executivo, sacrificando aqueles que deveria representar”. “Como sindicalista, vejo que o Simcat não negociou com seriedade. O sindicato tem o papel de cobrar do patrão, no caso a Prefeitura, o cumprimento das promessas e

isso não foi feito. Falta representatividade”, diz. O vereador enxerga o desrespeito aos aposentados como um risco ao futuro dos trabalhadores da ativa. “Se este ou outro prefeito continuar com a política de abono, os inativos de hoje e de amanhã serão constantemente prejudicados.”


Catanduva

6 Cidadania

Residencial Esplanada sofre com o corte de água Ausência de hidrômetros individuais possibilita atitude arbitrária da SAEC

Problema do lixo

divulgação

Os moradores do Residencial Esplanada vêm sofrendo com o corte indiscriminado de água em alguns prédios. Para solucionar o problema, o vereador Amarildo Davoli (PT) solicitou ao prefeito Geraldo Vinholi (PSDB) que envie à Câmara Municipal um projeto de lei autorizando a Superintendência de Água e Esgoto de Catanduva (SAEC) a instalar hidrômetros individuais em cada apartamento dos prédios do conjunto residencial. “Esse projeto visa sanar um problema que acarreta prejuízo aos munícipes e à Superintendência de Água e Esgoto de Catanduva (SAEC), na medida em

que a SAEC presta um serviço, não recebe e o morador acaba ficando sem a água”, argumenta o vereador. Segundo Davoli, a ligação coletiva da água a um único hidrômetro desconsidera as diferentes necessidades das famílias,

que não consomem igualmente, mas pagam tarifas iguais. “Além do mais, os atrasos ou o não pagamento de uns podem penalizar os demais moradores, que honram os seus compromissos”, explica o petista.

Os moradores do Residencial Esplanada têm reclamado do lixo espalhado no seu entorno. Apenas três caçambas são disponibilizadas para uma população de cerca de 800 pessoas. Devido à superlotação dos reservatórios e à impossibilidade do seu fechamento, os resíduos ficam expostos à ação de animais soltos pelo bairro (cachorros e cavalos), que os remexem e espalham por calçadas, ruas e quintais. “Esse lixo propicia a con-

taminação do solo, a criação de insetos, a proliferação de doenças, enfim, a exposição dos moradores ao risco de contrair enfermidades. Solicitei providências ao prefeito. A empresa responsável precisa disponibilizar mais caçambas com tampas, para armazenar o lixo até o dia da coleta. Também é preciso fiscalizar e se fazer algo quanto aos animais soltos no bairro. Não dá pra olhar somente para o Centro da cidade”, disse o vereador Amarildo Davoli.


Catanduva

7

futebol

Grêmio Catanduvense tem novo presidente “O clube estava ao ‘Deus dará’”, afirma Arthur Neto, o novo presidente do Bruxo

divulgação

Após a desastrosa gestão de Silas Macedo, que deixou o Grêmio Catanduvense de Futebol afundado em dívidas e abandonou a presidência, que iria até dezembro de 2015, uma nova diretoria assumiu o clube. Arthur Espírito Santo Neto, médico da equipe profissional nos últimos quatro anos, é o presidente que vai comandar o principal clube de futebol da cidade na empreitada rumo à elite do futebol paulista em 2014.

A diretoria também é composta por José Altino Venturin de Oliveira (1º vice-presidente), José Nilson Bassalar de Santana (2º vice-presidente), João Carlos Porcionato (diretor social), Vagner Violin (gerente de futebol), Carlos Renato Navarro, Rodrigo Balduino Ferreira e Júlio Stuchi (marketing). Segundo Arthur Neto, a atual diretoria conta com o apoio da Prefeitura de Catanduva, que prometeu ajudar a

viabilizar parcerias, para sanar as elevadas dívidas do Grêmio, estimadas em cerca de R$ 2 milhões. “O clube estava ao ‘Deus Dará’. A gestão Dimas foi péssima e nosso pensamento é fazer uma auditoria para que os responsáveis respondam pelo prejuízo que causaram ao Grêmio.” A primeira ação é começar a montar o elenco do Bruxo para a disputa da Série A2 do Campeonato Paulista em janeiro.

divulgação

Motivação vem da família e das origens no clube O novo presidente explicou as motivações para assumir um clube beirando a falência. “Eu sou de Catanduva, joguei no Greminho – antigo time juvenil do Bruxo – há quase 20 anos,

meu pai já foi vice-presidente na década de 1980, e por isso resolvi juntar vários amigos para não deixar o time acabar em plena Série A2 do estadual.” A ajuda da sociedade catan-

duvense para reerguer o time é enfatizada por Arthur Neto, que conta com o apoio de patrocinadores locais e a participação da população nos eventos do Grêmio. “Pelo que vejo no Fa-

cebook e na rua, as pessoas estão entusiasmadas com a nova diretoria, que não tem nomes vinculados a partidos políticos, nem a falcatruas”, disse o presidente.

literatura

Jovem escritora lança Ritual do Espírito Maligno A escritora catanduvense Wândria Coelho, de 22 anos, lançou seu primeiro livro, Ritual do Espírito Maligno, voltado ao público infanto-juvenil. “É a história de três amigos que invadem um cemitério em plena ‘sexta-feira 13’ e se deparam com um gato preto que os ataca. O narrador-protagonista fica depressivo e não conta a verdade com medo de ser desacreditado”, diz a autora.

divulgação

Obra infanto-juvenil da catanduvense Wândria Coelho explora mitos e superstições No livro, a figura supersticiosa do animal é um espírito maligno que pretende roubar a alma dos jovens, para fazer um ritual e despertar um espírito ainda mais forte do que ele, capaz de destruir a humanidade. A autora, que pretende publicar mais duas obras sobre as macabras aventuras do trio de amigos, se diz influenciada por livros e filmes de terror, com destaque para a saga Harry Potter, de J.K. Rowling.

Literata precoce Amante da literatura desde a adolescência, Wândria Coelho escrevia contos na escola apenas para ser aprovada. “Gostava de criar, mas não tinha pretensão de divulgar meus trabalhos, que eram frutos da cobrança dos professores.” Mas, aos 15 anos, ela resolveu se aventurar para valer na escrita. Durante as férias escolares começou a rascunhar o que viria a ser o Ritual do Espírito Maligno. “Estava sem nada para fazer e me propus a escrever um livro. Minha mãe comprou um caderno e disse que procuraria uma gráfica para publicar alguns exemplares”, conta. O livro pode ser adquirido através do site <www.editoramultifoco.com.br>, por R$ 35.


Catanduva

8 foto síntese

Palavras Cruzadas diretas PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS

www.coquetel.com.br

PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS

© Revistas COQUETEL 2013

Deus maior do panteão grego (Mit.)

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"Sempre (?)", lema dos escoteiros Sufixo que indica a função álcool

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Cantiga de roda em que se passa um objeto de mão em mão

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Cantiga de roda em que se passa um objeto de mão em mão

Erasmo de Roterdã, filósofo holandês

© Revistas COQUETEL

Erasmo de Roterdã, filósofo holandês

Parte entre (?) de Notre-Dame, construção a medula expoente da arquitetura e a casca (?) Watts, atriz de gótica na da árvore França "O Impossível"

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Menosprezo; insensibilidade

Ato voluntário impres- Município cindível ao funcionabaiano mento de onde teria surgido a hospitais primeira micareta

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Menosprezo; insensibilidade


Jornal brasil atual catanduva 19