Page 1

www.redebrasilatual.com.br

Distrib

Bebedouro

Jornal Regional de Bebedouro

Gratuuiição ta

nº 10

juventude

Agosto de 2011

literatura

Os rolês da moçada As baladas de Bebedouro. Em bares, em chácaras, em casas

a senhora poetisa Nadyr escreve desde que era menina. E nunca mais parou

Pág. 6

música

uma linda voz Pollyana e a Banda Foour agitam o pop rock da cidade

Pág. 6

jiu-jitsu taekwondô

lucas não tem os Braços, mas e Daí? Menino deficiente dá lição de vida e se torna campeão. “Pratico esporte e sou feliz” Pág. 7

hexacampeão Chaviel, o moço que unificou o título de todas as confederações

Pág. 7


2

Babel atual

bancos

Lucro monstruoso Bradesco, Santander e Itaú lucram R$ 16,8 bi em meio ano

Os jovens sempre aspiram mudanças. Eles são quase sempre rebeldes, desafiadores da realidade em que vivem, questionadores do futuro. Os jovens de hoje são o mesmo que foram os maduros de ontem e os velhos de anteontem: inconformados. E, como seus antepassados, estão à procura do novo. Quando se juntam, então, eles podem tudo. E, por isso, se riem de tudo nos fins de semana, nas baladas dos botecos, nas festas das chácaras ou nos bem-comportados churrascos caseiros, sob a mira dos pais. Eles, os jovens e seus rolês, são a principal reportagem desta edição. E foi inspirada nessa inspiração, bebendo na fonte da juventude que esta edição se formou: no belo exemplo do menino bebedourense Lucas, um jovem que, sem os braços, foi à luta e se tornou campeão de taekwondô; na trajetória de Pollyana, a cantora bebedourense de bela voz, que encantou o Brasil e está de novo entre nós; do não tão jovem bebedourense Chaviel Chagas, o hexacampeão que unificou os títulos de jiu-jitsu de todas as confederações; e na madura juventude da professora aposentada Nadyr, uma poeta bebedourense que põe seu sonho à mostra, o de editar um livro. Com tanta juventude só nos resta jovialmente dizer: Boa leitura!

vale o que vier Parabéns pelo jornal, um conteúdo de cunho altamente social e inquisidor, coisa rara nos dias de hoje. Parabéns a toda essa equipe bem afinada. O jornal é bem bacana. Denise Ribeiro, jornalista

cumprir o papel social, pagar melhor e empregar mais trabalhadores, sem adoecer seus funcionários com pressão e metas absurdas” – diz a dirigente, lembrando que as questões de saúde continuam entre as principais preocupações dos bancários. O lucro líquido divulgado pelo Bradesco no primeiro semestre de 2011 foi de R$ 5,487 bilhões, 21,7% maior na comparação com igual período do ano passado. Um dos fatores que puxaram o resultado foram as operações de crédito, que saltaram de R$ 176 bilhões em 2010 para R$ 215 bilhões neste ano, crescimento de 22%. Outra receita com

alto rendimento foi a de prestação de serviços, que subiu de R$ 6,2 bilhões para R$ 7 bilhões, variação de 12%. No Santander, o lucro líquido foi de R$ 4,153 bilhões nos seis meses de 2011, 17,7% maior que no mesmo período do ano anterior e o melhor resultado de todos os países onde a instituição atua, correspondendo a 25% do lucro global do grupo. A carteira de crédito cresceu 17%. Já o resultado do Itaú foi o maior até agora. Seu lucro líquido foi de R$ 7,133 bilhões no primeiro semestre deste ano, 11,5% maior que no mesmo período de 2010.

Saúde

Aprovada verba da UPA Unidade de Pronto Atendimento é prioridade de Dilma A Câmara de Vereadores aprovou a abertura de um crédito suplementar no orçamento municipal de R$ 431 mil referentes à contrapartida do município no convênio com o Governo Federal para a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), na Rua Luiz Brunelli, no Jardim Júlia. As UPAs 24 h – prioridade do Governo Dilma para fortalecer a saúde pública –

divulgação

editorial

Bradesco, Santander e Itaú empregam quase 212 mil trabalhadores em todo o país, 44% do setor. Juntos, eles lucraram no primeiro semestre de 2011 R$ 16,8 bilhões. Apesar do lucro, o setor deve muito aos seus empregados e à população. “Se os bancos fossem sustentáveis, como fazem crer nas propagandas, teriam de se tornar empregadores melhores e baixar as absurdas taxas de juros, entre as maiores do mundo” – salienta Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo. “O crescimento do setor segue forte, a média de 20% ao ano numa década, ou seja, eles poderiam

Haverá uma Unidade de Pronto Atendimento na cidade

são estruturas de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de Saúde (UBS), os chamados postinhos, e as

portas de urgências hospitalares. Juntas, elas compõem a rede organizada de atendimento às urgências.

Expediente Rede Brasil Atual – Bebedouro Editora Gráfica Atitude Ltda. – Diretor de redação Paulo Salvador Editor João de Barros Redação Leonardo Brito (estagiário) Revisão Malu Simões Diagramação Leandro Siman Telefone (11) 3241-0008 Tiragem: 10 mil exemplares Distribuição Gratuita


3


4 juventude

A gente não quer só comida, quer diversão e arte

mauro ramos

Mas as baladas dos jovens custam muito caro. Bares do Lago Artificial são os preferidos

O Kaza Bar e a Cachaçaria (foto no alto, à direita) são duas opções da Avenida do Lago: clientes reclamam dos preços

Os bares e lanchonetes da região do Lago Artificial têm sido a atração de lazer dos jovens bebedourenses nos fins de semana. O Kaza Bar, com música ao vivo, petiscos e bebidas, um dos preferidos da moçada, vai ser ampliado para receber, segundo os proprietários, 700 pessoas. Às quintas-feiras tem música ser-

taneja; às sextas e sábados é a vez das eletrônicas e das bandas cover. A casa noturna é de qualidade, mas custa caro – ela cobra entrada de R$ 15,00 por pessoa. Helen de Souza, de 19 anos, frequenta a casa. “Eu vou uma vez a cada dois meses, pois mais que isso não dá” – diz. Na última vez, ela e uma amiga gastaram

R$ 80,00 cada uma. A alternativa delas é procurar uma lanchonete ou festas nas chácaras, também comuns na cidade. A “Chácara do Léo” é uma das mais famosas. Quase todos os fins de semana, ela é usada para a realização de alguma festa. Organizadas pelo dono, Leonardo Salvador, ou por outros

promoters, elas funcionam com open bar, ou seja, paga-se o ingresso, em torno de R$ 45,00, e a bebida é à vontade. O som, normalmente intercalado de música sertaneja e eletrônica, é embalado por algum DJ. Os irmãos Ana Laura e Júlio, gêmeos de 20 anos, gostam das festas nas chácaras, do Kaza Bar

e da Cachaçaria, da Avenida do Lago. O namorado de Ana Laura é o DJ Tiago Bodinho que, às sextas-feiras, toca no Kaza. Ele e a namorada preferem ir a uma festa mais cara, por causa da organização e da segurança. “É preferível ir a um evento sem brigas e gente louca” – garante Ana Laura. A fisioterapeuta Ana Paula Gonçalves Palharini, de 24 anos, irmã mais velha de Ana Laura, conta que sua turma arma os “esquemas”, como chamam as festas na casa de amigos, com churrasco regado a cerveja e refrigerante. Mas sente falta das festas temáticas. “Acho que poderiam voltar o Baile Country, o da Primavera e o Havaiano do Bebedouro Clube” – conta. Já Ana Laura e Tiago sentem falta de mais uma sala de cinema. “Vamos a Ribeirão Preto quando queremos ver um lançamento, pois sabemos que ele só vai chegar aqui bem depois” – dizem.

Os amigos Kleber Mesquita de Souza Lima, o Klebin, de 24 anos, Danilo Martins Zolla, de 21, e Carlos Eduardo Bertelli, o Caê, de 26, também frequentam o Kaza Bar e as festas nas chácaras, mas apresentam uma opção a mais, o Absolut. Inaugurada há três meses, a casa noturna do Jardim Souza Lima abre suas portas às sextas e sábados, com shows de música sertaneja e DJ. Até às 23 h, o sistema é

arquivo pessoal

Distante do centro, Absolut também é opção

Klebin, Zolla e Caê: o trio indica o Absolut

por consumação – R$ 10,00 mulher e R$ 15,00 homem. Klebin conta que, quando não há o que fazer ou o dinheiro está curto, eles se juntam a outro amigo, Breno Costa, de 25 anos, e organizam uma festa em alguma chácara ou no Itapoan Clube. “Fazemos a festa para a nossa turma, mas junta bastante gente, chega a dar umas duzentas pessoas”– explica Kleber, que garante que não visam lucro com o evento. Carlos Eduardo, o Caê, diz

que seus amigos também curtem as apresentações de stand up comedy, no Teatro Municipal. Recentemente, apresentaram-se ali Nani People e outros artistas do programa A Praça É Nossa, do SBT. O comediante Nizo Neto também está com show agendado. Caê ainda não assistiu a nenhum espetáculo, mas garante que irá ao próximo. Zolla acha que falta na cidade um Sport bar “com boliche, por exemplo” – sugere.


5 Os bem-comportados

Eles não bebem, são bastante caseiros e riem à toa A turma de Vitor Ferreira Gomes, de 24 anos, e sua namorada, Larissa, de 21, tem comportamento pouco comum: eles não consomem bebidas alcoólicas. Estudante do último ano de veterinária, Vitor é um líder do grupo. Ele confessa que de vez em quando todos saem para a balada, mas preferem reunir os amigos em casa. Casais de namorados ou não, formam um grupo de 15 a 20 pessoas. No inverno eles fazem fondue, no verão churrasco, pizza e macarronada. “Fazemos qualquer coisa, o importante é reunir a turma” –

arquivo pessoal

No inverno, eles fazem founde; no verão, churrasco. Assim, a turma está sempre junta

Luci e Paulo de olho vivo em Vitor e a namorada Larissa

diz Vitor. As festinhas não são sempre na mesma casa, eles revezam. Os pais gostam, até

ajudam a organizar tudo, mas não participam, preferem deixar os jovens à vontade.

Eles comem, bebem refrigerantes e sucos, tocam violão, ouvem música e assistem

a filmes até às quatro da manhã. Luci Ferreira Gomes, 47 anos, mãe de Vitor, garante que não liga para a inevitável bagunça. “Prefiro que seja assim, pois sei onde eles estão e o que estão fazendo” – diz satisfeita. E completa: “Acho bonita a união deles”. A mãezona conta que certa vez saiu para comer uma pizza com o marido, Paulo. Quando voltou, eles estavam reunidos em casa. “Tinha gente em todo lugar – na cozinha, na sala, na varanda, mas eles são bem-comportados, é gostoso ver a amizade deles” – diz, sorrindo.


6 Cultura

O tempo? Que importa o tempo?

Sensibilidade à flor da pele Aos 72 anos, boa de prosa, a professora aposentada Nadyr de Almeida Rossanezi surpreende por sua sensibilidade em relação aos problemas cotidianos das pessoas, fonte de inspiração para suas poesias e crônicas. Folheando sua antiga pasta, onde arquiva seus trabalhos ainda datilografados, ela tem uma história para contar sobre o fato que inspirou cada um deles. Apesar de ter nascido em São Paulo, considera-se bebedourense, pois se mudou para cá com menos de dois anos de vida. Nadyr começou a escrever na adolescência, porém seu

mauro ramos

Nadyr, a professora aposentada que vive e sonha com a arte

Nadyr e a pasta com poesias

período mais produtivo foi entre as décadas de 1980 e 1990, quando fez uma poesia para sua filha Lucilene – “aí, minha outra filha, Mirela, ficou enciumada e eu fiz uma para ela também” – relembra. Daí em diante a produção não parou

mais: homenageou os filhos Zé Paulo e Gustavo, o marido, já falecido, José Osório e “até minha cachorrinha foi homenageada com uma poesia” – conta, sorrindo. Nesse período, ela participou de vários concursos e recebeu menção honrosa em todos eles. Pegou um honroso segundo lugar no Concurso Internacional do Grupo Sul – Mineiro de Poesia da Editora Alba de Varginha –, com a obra Flor Mimosa, que faz parte de uma coletânea publicada pela mesma editora. Musicista formada no antigo Conservatório Dramático Musical Heitor Villa Lobos,

O tempo não tinha

ela transformou em música uma das poesias de que mais gosta: O tempo? Que importa o tempo? Ela também toca acordeom, foi normalista, cursou Pedagogia na USP, em São Paulo, e Educação Artística em Ribeirão Preto. A artista conta que depois de um tempo adormecida sua inspiração vem voltando aos poucos. “Estou terminando alguns trabalhos que estavam inacabados” – diz, satisfeita. Por questões financeiras nunca conseguiu editar um livro, mas sonha com o dia em que poderá ver todas as suas poesias e crônicas editadas.

importância enquanto meu coração chorava, minutos? Horas? Ou dias? Meu cérebro não registrava. Só tua ausência ao meu lado é que realmente importava. Aquela cama vazia, fria e solitária, meu corpo não aquecia e de frio eu padecia, quanta falta me fazias, tanto, tanto eu te queria, nada me preenchia e de saudade eu chorava. O que realmente eu queria. Era ter-te de novo em meus braços me aquecendo, preenchendo

Música

de amor me deixando

Pollyana deixa as coisas acontecerem

louco, até beber desta fonte

Com uma linda voz, cantora bebedourense encantou o Brasil na TV Vida. No fim de 2006, ela, que também compõe, gravou seu primeiro CD solo, Totalmente Livre, produção de Juliano Raffan, no estúdio Heaven, que teve a participação de Serginho Herval e do pianista Cleberson Horsth, integrantes do Roupa Nova. Em 2008, no Rio de Janeiro, faz shows com Pity, Fresno, NX Zero e Charlie Brown Jr. Depois canta na noite paulistana. Hoje, aos 24 anos, ela volta a Bebedouro sem planos para o futuro. “Deixo as coisas acontecerem” – diz. Agora, Pollyana inicia um novo trabalho com a banda pop rock da cidade, a Banda Foour, que tem data marcada para gravar

estremecer na paixão meu corpo inteiro suado. Se tu voltasses pra mim o tempo seria outra vez desprezado. Não importa o quanto passasse nem quanto a Terra girasse ou o relógio rodasse. Só uma coisa eu veria... divulgação

A família de Pollyana Papel é de músicos. Ela canta desde cedo com os pais, Manoel Carlos Papel, de 60 anos, e Divina Machado de Paiva Papel, de 50. Aos 15 já cantava no parque do peãozinho, na Festa do Peão de Barretos. Em 2006, ela participou do programa Ídolos, do SBT, e ficou entre as dez melhores numa disputa com 12.700 candidatos. Ela então encantou o país e participou de programas de rádio e TV – Adriane Galisteu, Hebe Camargo, Celso Portioli, Qual é a Música (com Silvio Santos), Domingo Legal, TV Rit e Rede

sentir teu corpo molhado,

Fotos de Pollyana: todas são um colírio para os olhos

um DVD ao vivo no House Experience of Show, de Novo Horizonte. Em janeiro de 2012, Pollyana fará seu primeiro DVD acústico em Votuporanga, cidade em que já fez

a abertura de um show do Roupa Nova. Para saber da agenda de Pollyana e Banda Foour consulte os sites: <www.bandafoour.com.br> e <www.pollyanapapel.blogspot.com>.

teu rosto, teu corpo acolhido em meus braços protegido me sentindo muito amado. Por isso que importa o tempo Se não estás mais ao meu lado? Volte para mim oh! querida Quero morrer nos teus braços.


7 taekwondô

Lucas, sem os braços, é campeão de taekwondô

mauro ramos

Deficiência não impede menino de 13 anos de praticar esporte e ser feliz

Lucas: um lutador inacreditável

Lucas Queiroz de Almeida, de 13 anos, nasceu com uma doença congênita chamada Síndrome de TAR. Com os dois braços atrofiados e problemas nos dois joelhos, ele estuda, brinca e pratica esportes como qualquer criança de sua idade. A diferença é sua capacidade de superação. Mesmo com a deficiência, ele é “faixa amarela ponta verde” de taekwondô e foi medalha de prata em 2009 no Campeonato Paulista, que teve como convidada uma equipe de lutadores coreanos, criadores do esporte. Este ano Lucas foi medalha de ouro na edição do mesmo torneio. Os demais competidores não são deficientes. O menino é aluno da Esco-

la Estadual Pascoal e começou no taekwondô na Escola João Pereira Pinho, aos 9 anos. Atualmente, ele pratica na Comissão Central de Esportes – CCE –, da prefeitura. A mãe, Lucilene de Souza Prociunca, de 34 anos, se preocupa com a educação do garoto. “Se ele tira nota baixa, eu não o deixo treinar” – diz. “Me assusta também o tal do bulling, as crianças botam apelido nele por causa do seu problema” – acrescenta Lucilene. O menino aparentemente não liga para as provocações. “Pratico esporte e mostro a todos que também sou capaz”– diz. Lucas ainda nada, joga bola, já pintou quadros e tirou 1º lugar em corrida de 50 metros nos

jogos escolares de São José do Rio Preto. A mãe de Lucas diz que “não tenho vergonha por meu filho ser deficiente, se eu tivesse ele não seria o que é hoje, ficaria trancado dentro de casa, como infelizmente acontece com alguns”. Ela ainda o incentiva a voltar com a natação e praticar capoeira. “O problema é que a prefeitura não tem programas que deem condições de transporte, mas precisava ter”– cobra.

Jiu-jitsu

Bebedouro tem um hexacampeão mundial Filho de Francisco das Chagas e Benedita de Souza, o bebedourense Chaviel de Souza Chagas desde pequeno gosta das artes marciais. Aos cinco anos, ele praticava judô. Mas só há dez anos ele começou a praticar jiu-jitsu na antiga Associação dos Empregados no Comércio de Bebedouro. Em dois meses se tornou campeão regional e em um ano já era campeão estadual da modalidade. Hoje, aos 32 anos, é hexacampeão mundial. Seu feito mais recente foi em julho deste ano,

quando se tornou mais uma vez campeão pela CBJJO – Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Olímpico, em Niteroi. Em 2010, Chaviel participou de 33 competições e ganhou todas, inclusive o Campeonato Mundial realizado nos Estados Unidos. Ele conta empolgado que o jiu-jitsu deu origem às demais artes marciais. “É a mais completa delas, eu a chamo de xadrez de corpo, pois pesa muito a estratégia, até mais que a força” – explica. E completa: “ainda dá serenidade, acalma a gente”. Chaviel

mauro ramos

Chaviel Chagas, primeiro a unificar o título de todas as confederações

Francisco e o filho Chaviel, com o peito cheio de medalhas

diz que gosta de competir e praticar esporte. “No jiu-jitsu encontrei essa oportunidade, mas eu também já sonhei em ser jogador de futebol, acho que teria sido um bom lateral direito” – diz. Não dá para saber, mas se ele fosse no futebol tão bom quanto na luta estaria na seleção brasileira. Chaviel também trabalha com crianças e adolescentes, ensinando as técnicas da luta na Academia Sport Center, num projeto da prefeitura, com apoio da Atlas Chevrolet.


8 foto síntese – lavagem da prefeitura

palavras cruzadas palavras cruzadas 1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

1

2

3

4

mauro ramos

5

9

3

2 8

6

1

7

3

1

5

10

11

Horizontal – 1. Natural da capital paulista 2. O que não é comum 3. Raiva; Atmosfera; Sigla da Força Aérea do Reino Unido 4. Sigla que designa Nordeste; Fruto da amoreira 5. Trituro com os dentes; Antecede o ENE 6. Partir; Espaço descoberto e cercado por muros, contíguo a uma casa ou edifício 7. Fazer explodir 8. Amo; Diretor Técnico 9. Aquilo que se deseja 10. Motta, cantor e compositor brasileiro; Água solidificada pelo frio; Pessoa com quem se teve relacionamento 11. Solução usada para hidratar ou alimentar enfermos; Íntimo

9

1

8

9

3

4

9

9

8

8

4

7

8

sudoku

6

6

7

2

5 6 3

1

5

Vertical – 1. Qualidade de ser primeiro 2. Afluente da margem esquerda do Rio Reno; Ou, em inglês; Cada um dos cinco prolongamentos articulados que terminam as mãos e os pés do homem 3. Nome de um dos planetas; Sigla para Disk Operating System ou Sistema Operacional em Disco 4. Interpretei por meio da leitura; Situação de risco ou ameaça para alguém 5. Partida; Fora do tempo ajustado 6. Infecção contagiosa causada por vírus, que provoca erupção cutânea; Pronome pessoal feminino 7. Transmissor de dados (Abrev.) Caminho sinuoso 8. Exprime a ideia de ar; Habitação fortificada de certos chefes negros, na África 9. Espaço vazio; Partir; Possuem 10. Sentido pelo qual se percebe o cheiro; De cor entre rubro e violáceo

2

4

vale o que vier As mensagens podem ser enviadas para jornalba@redebrasilatual.com.br ou para Rua São Bento, 365, 19º andar, Centro, São Paulo, SP, CEP 01011-100. As cartas devem vir acompanhadas de nome completo, telefone, endereço e e-mail para contato.

Respostas p r i o r i d a d e s

a u l i s t a n o a r i d a d e l r a a r r a f n e a m o r a o o e m e t r p p a t i o d e t o n a r d o r o d t r e s i d e r a t o d g e l o e x o r o a i m o

Palavras cruzadas

1 6 2 5 7 9 4 8 3

5 8 4 2 6 3 9 7 1

9 7 3 8 4 1 2 5 6

Sudoku

3 5 7 6 8 4 1 9 2

2 4 9 1 5 7 3 6 8

6 1 8 9 3 2 7 4 5

7 2 6 3 9 5 8 1 4

8 9 1 4 2 6 5 3 7

4 3 5 7 1 8 6 2 9


Jornal Brasil Atual - Bebedouro 10  

hexacampeão uma linda voz música Menino deficiente dá lição de vida e se torna campeão. “Pratico esporte e sou feliz” jiu-jitsu a senhora po...

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you