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INTERCÂMBIO FOTO ASSESSORIA IRGA

Principais novidades O que os representantes do Irga destacam do Rice Market & Technology Convention

1º dia (31/5) Coquetel de boas-vindas: oportunidade de fazer contato com operadores do mercado internacional do arroz.

Mário Bergalo (brasileiro, produtor no Paraguai), Marco Antônio dos Santos (Meteorologista da Somar Meteorologia), Dwight Roberts (CEO da US Rice Producers Association), Guinter Frantz (presidente do Irga) e Tiago Barata (Diretor Comercial do Irga)

Irga participa de evento

arrozeiro nos EUA Rice Market & Technology Convention ocorreu em Houston e reuniu mais de 250 empresas

A

inda que tenham hábitos alimentares tão diversificados quanto o dos brasileiros, os Estados Unidos são sempre lembrados pelo alto consumo de fast food. Mas há iniciativas em solo que colocam em pauta discussões sobre outros mercados do setor alimentício. É o caso do Rice Market & Technology Convention, evento organizado pela Associação dos Produtores de Arroz dos Estados Unidos (US Rice Producers Association) e que reúne produtores do grão de várias partes do planeta. Como já é tradição há, no mínimo, 10 anos, o Irga compareceu ao encontro. Este ano, as atividades ocorreram de cidade de Houston, no Texas, e contaram com aproximadamente 500 participantes de mais de 250 empresas que atuam na cadeia produtiva mundial do arroz. Em 2016, os representantes do Irga que esti-

veram na convenção – que completa cinco anos com o nome atual, mas é realizada há cerca de duas décadas – foram o presidente da entidade, Guinter Frantz, e o diretor comercial do Irga, Tiago Sarmento Barata. Barata participa do compromisso americano desde, pelo menos, 2006, e avalia que as discussões sobre tecnologia de produção, industrialização e mercados fazem valer a viagem. – Para nós, é o principal evento, onde estão os grandes representantes da cadeira produtiva do arroz. Além das palestras e discussões propostas, é sempre uma ótima oportunidade de fazemos networking e conhecermos outros operadores da cadeia produtiva – afirma Barata. Ele recorda que foi na edição de 2015 que foi dado o pontapé inicial de conversas entre Brasil e México. Tratam-se de negociações para um acordo fitossanitário para que os mexicanos possam consumir grãos brasileiros. – Eles exigem o uso de brometo de metila na produção, substância que é proibida no Brasil. Essa é uma das questões que estamos acertando – ressalta Barata. Em 2017, o Rice Market & Technology Convention deve ocorrer na República Dominicana.

2º dia (1º/6) Palestra com Robert Ziegler, ex-presidente do International Rice Research Institute (IRRI), e com Milo Hamilton, analista de mercado internacional de arroz e presidente da empresa Firstgrain. Ziegler, que tem experiência na condução de projetos de pesquisa e extensão do arroz nos continentes africano e asiático disse acreditar no potencial de crescimento da produção de arroz nos países da América do Sul. Hamilton destacou que o acesso à água tende a ser um fator que guiará o mercado mundial de arroz no futuro próximo. 3º dia (2/6) Discussões sobre mercados importantes para o arroz brasileiro. Entre eles, o argentino, colombiano, cubano, chileno, indiano e norte-americano. Houve também a participação do meteorologista brasileiro Marco Antônio dos Santos que, com a introdução do presidente do Irga, Guinter Frantz, traçou perspectivas climáticas para as principais regiões produtoras. 4º dia (3/6) Passeio pelo Estado de Louisiana, importante produtor de arroz dos Estados Unidos, com visita ao porto de Lake Charles, considerado o principal canal de exportação de arroz a granel dos EUA.

Lavoura Arrozeira Nº 467 | Agosto/Setembro/Outubro 2016

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Revista Lavoura Arrozeira nº 467

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