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Sumário * Editorial (Pags 4-5) * Orçamento Petit (Pags 6-7) * Pra onde vamos? (Pags 8-13) * Entrevista Gourmet (Pags 14-15) * Nem só de pão vive o homem (Pags 16-17) * Lixo no lixo na mesa (Pags 18-19) * Você tem fome de que? (Pags 20-21) 2


Nem só de pão vive o homem Fonte: Google Fotos

Ensinamos a fazer drinks maravilhosos pra dar aquela variada e chegar impressionando nas festinhas !! (Pags 16-17)

Pra onde vamos?

Fonte: Google Fotos

O Brasil é um país gigante, e cada prato típico te leva a lugar diferente, vamos fazer um tour e te mostrar cada um deles! (Pags 8-13) 3


Editorial A Petit Gastrô surgiu do nosso interesse em comum pelo mundo da Gastronomia, já que nós três temos muita afetividade com essa área. Gostamos de comer? Amamos! Mas somos ainda mais apaixonadas por tudo que vem acompanhando a comida, como sua história, suas origens e seus ensinamentos. Sim. A comida tem muito a nos ensinar! Acreditamos que gastronomia de qualidade pode ser realidade de todos: veganos, vegetarianos, homens e mulheres. Nossa revista traz entrevistas, curiosidades e receitas para todos os gostos (literalmente, rs). Coloque seu avental, pegue seu caderninho de receitas e prepare-se para passar por debaixo da mesa! Hhhmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm Beijos e aproveitem!

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Laura Beatriz- Editora-Chefe

Roberta Abreu- Redatora

Maria Eduarda Tosetti- Redatora 5


Orçamento Petit

Por Maria Eduarda Tosetti

“Ser vegano é caro”, você, com certeza já ouviu (ou falou) está frase. O orçamento petit vem para desmistificar esta ideia: é possível, sim, preparar refeições veganas baratas, práticas e deliciosas! Confira:

Estrogonofe? SIMMMM! Um prato super presente na culinária brasileira em uma versão deliciosa e amiga dos animais! O que você vai precisar? * 1 xícara de aveia *1 fio de azeite *4 dentes de alho picado *100 g de cogumelos champignon fatiados * 2 colheres (sopa) de mostarda * Sal, pimenta-do-reino e tomilho à gosto

* 2 xícaras de água morna * 1/2 cebola picada * 300 g de palmito pupunha picado * 1/2 xícara de água * 1 xícara de molho de tomate * 1/2 xícara de salsinha

Tudo pronto? Vamos pro fogão: Em uma tigela, misture a aveia com a água morna. Deixe de molho por 30 minutos. Em seguida, bata no liquidificador e reserve. Em uma frigideira, esquente 1 fio de azeite e refogue a cebola eo alho. Acrescente o palmito, os cogumelos, o molho de tomate, a mostarda e o creme de aveia reservado. Mexa bem e acrescente a salsinha, o tomilho e o alecrim fresco. Adicione a água e tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto

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Fala sério, o pão de queijo é perfeito: serve de café da manhã e de lanchinho. Pode ser recheado, frito, assado e VEGANO! Anota aí, esse pão *sem* queijo vai te surpreender!

O que você vai precisar? *2 xícaras de polvilho doce * 1 xícara de polvilho azedo * 1/3 xícara de óleo * 2 xícaras de batata salsa amassada * 1 xícara de água quente * Sal a gosto Agora, mão na massa: Cozinhe em água fervente a batata salsa descascada. Reserve a água utilizada após o fervimento.Amasse as batatas, até a consistência de um purê. Em uma travessa, adicione o polvilho azedo, o polvilho doce, o óleo, o sal e a água quente do fervimento das batatas. Misture bem, usando as próprias mãos, até virar uma massa uniforme. Faça bolinhas, de preferência pequenas, e coloque em uma assadeira antiaderente com espaço entre uma bolinha e outra, pois quase duplica de tamanho.Em forno preaquecido a 180°C, colocar seus pães de queijo veganos por aproximadamente 20 minutos, ou quanto achar necessário.

Para finalizar a santíssima trindade da culinária vegana, o famoso brigadeiro!

O que você vai precisar? *1 e 1/2 xícara (chá) de batata doce cozida e amassada *2 colheres (sopa) de cacau em pó *1/3 de xícara (chá) de açúcar mascavo *1 colher (sobremesa) de óleo de coco

Mãos à obra: Em uma panela, misture a batata doce com os demais ingredientes. Leve ao fogo médio até que a mistura comece a desgrudar. Despeje em um prato e espere esfriar por completo. Deixe cerca de 20 minutos na geladeira antes de enrolar. Faça bolinhas, passe no granulado e delicie-se. DICA: Você também pode passar em sementes como castanhas, avelãs, nozes e pistache.

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Pra onde

vamos?

Por Maria Eduarda Tosetti

O Brasil é o quinto maior país do mundo. Além de sua grandiosidade territorial, há uma grande diversidade culinária em cada região brasileira. Cada um dos estados brasileiros tem seus pratos típicos, preparados de acordo com antigas tradições, que são transmitidas a cada geração. Confira receitas típicas, e deliciosas, de cada região do Brasil:

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Fonte: Google Fotos

Centro-oeste

Arroz com pequi -  O Pequi é um fruto que dá em uma árvore típica do cerrado brasileiro,  clima da região Centro-Oeste: Ingredientes:  ● • • • • • • • •

2 kg de Arroz Cristal cru ● 150 ml Óleo Cristal ● 6 dentes de alho ● 1 cabeça de cebola ● 1.5 litro de pequi ● Açafrão a gosto ● Sal a gosto ● Pimentas bode e de cheiro a gosto

Como fazer:   ● Adicione o óleo, a cebola e o alho picados. Em seguida coloque o açafrão e refogue o arroz. ● Depois de cerca de um minuto coloque o pequi e misture bem. Coloque água até cobrir os ingredientes e deixe cozinhar. ● Quando a panela pegar fervura, coloque mais água e deixe o fogo baixo até o pequi amolecer. ● Para finalizar coloque a cebolinha e a pimenta

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Fonte: Google Fotos

Sul Cuca- ​Não é bem um bolo, nem bem uma torta. É toda única. Seria a maior contribuição gaúcha ao menu do café da tarde? Ingredientes - cobertura  ● • • • • •

6 bananas-nanicas maduras ● ¾ de xícara (chá) de açúcar ● ¾ de xícara (chá) de farinha de trigo ● 50 g de manteiga gelada ● 1 colher (chá) de canela em pó

Ingredientes - massa   ● 2 xícaras (chá) de farinha de trigo ● 1 ½ xícara (chá) de açúcar ● 3 ovos ● 50 g de manteiga em temperatura ambiente ● ¾ de xícara (chá) de leite ● 1 colher (sopa) de fermento em pó ● Manteiga e farinha de trigo para untar e polvilhar a assadeir

Como fazer - cobertura 1. Preaqueça o forno a 180 ºC (temperatura média). 2. Numa tigela média, misture a farinha, o açúcar e a canela. Corte a manteiga em cubos e misture com as pontas dos dedos, até formar uma farofa. 3. Descasque e fatie a banana em rodelas de 1 cm. Reserve. Como fazer - massa   1. Unte com manteiga uma assadeira retangular de 32 cm X 22 cm. Polvilhe com farinha, chacoalhe bem para espalhar e bata sobre a pia para retirar o excesso. Na tigela da batedeira, coloque a manteiga e o açúcar. Se a manteiga não estiver em temperatura ambiente, leve ao micro-ondas para rodar por 15 segundos para ficar no ponto pomada. Comece batendo na velocidade baixa e aumente gradualmente – assim evita que o açúcar espirre para fora da batedeira. Bata por 2 minutos até formar uma farofa úmida. Numa tigela pequena, quebre um ovo de cada vez e junte à mistura de manteiga com açúcar, batendo a cada adição para incorporar. Bata por mais 2 minutos até formar um creme claro – se necessário, pare de bater e raspe a lateral da tigela com uma espátula. Diminua a velocidade da batedeira e adicione a farinha em 3 etapas, intercalando com o leite – termine com a farinha para evitar que a massa fique com aspecto talhado. Bata a cada adição apenas para incorporar os ingredientes – novamente, caso precise, pare de bater e raspe a lateral da tigela com a espátula durante o processo. 5. Desencaixe a tigela da batedeira, acrescente o fermento e misture delicadamente com a espátula. Transfira a massa para a assadeira e nivele bem. Distribua as rodelas de banana sobre a massa, uma ao lado da outra sem sobrepor. 6. Para cobrir, amasse pequenas quantidades de farofa com as mãos e disponha sobre a cuca. Repita até cobrir tudo. Quanto mais irregular ficar a cobertura, com partes mais esfareladas e porções mais firmes, mais crocante a cuca fica. 7. Leve ao forno para assar por cerca de 40 minutos ou até o bolo crescer e a farofa dourar.

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Feijão Tropeiro- Receita muito presente em Minas Gerais, recebe esse nome em homenagem ​os

próprios tropeiros, que transportavam mercadorias para cá e para lá desde o período colonial,alimentando-sede misturas como essa. ; Ingredientes: • • • • • • • •

●2 xícaras (chá) de feijão-roxinho ● 1 folha de louro ● 2 colheres (sopa) de bacon picado ● 2 gomos de linguiça calabresa fresca ● 2 dentes de alho amassado ● 1 cebola grande picada ● 3 ovos ● 5 folhas de couve picadas ● 1 e meia xícara (chá) de farinha de mandioca crua

Como fazer: Em uma panela, cozinhe o feijão em água com o louro até que os grãos estejam macios (sem desmanchar). Escorra a água e despreze o louro. Em uma panela frite o bacon e a linguiça. Escorra o excesso de gordura, junte o alho e a cebola e deixe refogar. Adicione os ovos e mexa até que estejam cozidos. Junte o feijão, a água e a couve. Misture bem e deixe cozinhar para tomar gosto. Acrescente a farinha, misturando bem e sirva a seguir.

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Sudeste 11


Fonte: Google Fotos

Norte Pato ao tucupi-   Prato típico do Pará que leva os dois ingredientes mais tradicionais da  região: o tucupi (líquido amarelo retirado da raiz da mandioca brava) e  jambu, uma erva Ingredientes:   1 pato inteiro (aproximadamente 3 kg) ● 5 maços de jambú ● 3 litros de tucupi ● 2 cebolas picadas ● 10 dentes de alho ● 2 tomates

1 maço de chicória ● ● 2 limões ● Sal e pimenta-do-reino a gosto ● 1 colher (sopa) de manteiga ● 2 colheres (sopa) de azeite ● Pimenta-de-cheiro a gosto

Como fazer:   Comece a preparar o pato de véspera! Para isso, o primeiro passo é deixá-lo na água corrente por cerca de 5 minutos. Depois lave-o com algumas folhas de chicória e limão. Em seguida, coloque o pato junto com 3 dentes de ​alho​amassados, o sal e a pimenta-do-reino em um recipiente. Cubra com ​papel-alumínio​e leve para a geladeira. No dia seguinte, retire o pato da geladeira e corte-o. Depois aqueça uma panela com a m ​ anteiga​e o azeite e acrescente a cebola picada, 4 dentes de alho amassados e os tomates picados. Refogue bem até que a cebola comece a dourar. Adicione os pedaços de pato para selar. Despeje o pato e o refogado em uma assadeira e leve ao forno preaquecido a 200º C por aproximadamente 1 hora, até que o pato fique corado e macio. Enquanto isso, coloque o tucupi para ferver com sal, os 3 últimos dentes de alho inteiros e a chicória. Reserve. Lave o jambu em água fria por alguns minutos. Em seguida, remova as flores e ferva-o em água e sal até que tenha amolecido. Escorra a água e coloque o jambu dentro da panela com o tucupi quente. Acrescente a pimenta-de-cheiro levemente amassada. Quando o pato estiver bem macio, coloque-o dentro da panela com o tucupi e ferva novamente. Sirva quente!

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Cuscuz nordestino -  Bem diferente do paulista, o cuscuz da região nordeste é feito basicamente  com flocos de milho e pode ser servido com carne de sol ou só com uma  manteiguinha! Ingredientes -   • ●1 ½ xícara (chá) de farinha de milho flocada ● • ½ colher (chá) de sal • ¾ de xícara (chá) de água ● • 2 colheres (sopa) de manteiga Como fazer -   1. Numa tigela misture a farinha de milho com o sal. Regue com a água aos poucos, mexendo com uma colher para umedecer a farinha – a textura deve ficar como a de areia molhada, bem úmida. Deixe hidratar por 10 minutos – assim os flocos ficam mais macios ao cozinhar no vapor. 2. Preencha o fundo da cuscuzeira com água e encaixe o cesto de vapor na panela. Transfira a farinha de milho hidratada para o cesto, sem compactar. Tampe e leve para cozinhar em fogo alto. 3. Assim que começar a ferver, vai sair um leve vapor pela lateral da tampa. Abaixe o fogo e deixe cozinhar por mais 10 minutos até o cuscuz ficar bem macio. Verifique ao abrir a tampa: o cuscuz deve estar inflado macio ao toque. 4. Desligue o fogo e, com cuidado para não se queimar ou virar o cesto, puxe a haste central para desenformar cuscuz. Transfira para uma tigela e desfaça o cuscuz em pedaços com um garfo. 5. Numa tigela pequena misture a manteiga com ¼ de xícara (chá) da água fervente da cuscuzeira. Mexa com uma colher até derreter pelo menos a metade da manteiga – ela termina de derreter com o calor do cuscuz. 6. Regue a água com manteiga sobre o cuscuz e misture com o garfo – a água com manteiga deixa o cuscuz mais úmido e saboroso. Sirva a seguir

Fonte: Google Fotos

Nordeste 13


Entrevista Eduardo de Vasconcellos, 53, é natural de São Paulo e tem restaurante há mais de 35 anos. Em todos esse anos, já teve mais de 25 estabelecimentos: bares, baladas, restaurantes… Ufa! Edu, que agora mora em Ubatuba - litoral norte do estado -, conta qual o segredo para o sucesso no ramo gastronômico. Maria Eduarda: Olá, Eduardo! Obrigada por aceitar o convite da Petit Gastô e poder partilhar sua experiência com nossos leitores! Como surgiu esta paixão pela culinária? Eduardo: Eu quem agradeço o convite! Bem, divido meu interesse por esse ramo em dois motivos: primeiro, por ver minha mãe Emira cozinhar para toda a família aos domingos, eu ficava vidrado na cozinha observando ela trabalhar. O segundo é um ponto fundamental para quem quer ter restaurante: só cozinhar o que gosta de comer, M.E: Depois de montar mais de 25 estabelecimentos, qual você considera a maior dificuldade de se ter um restaurante? E: Amo o que faço, então minhas principais complicações são as cargas tributárias e leis trabalhistas que envolvem este tipo de comércio. M.E: Seu sustento é, há 35 anos, a gastronomia. A comida ainda segue sendo uma terapia, um hobby? E: Quando cozinho em casa, sim! É quase como um lazer. Mas profissionalmente, na “pauleira” vestindo uma doma dentro da cozinha é muito mais estressante, a correria para soltar pratos quebra um pouco esse prazer. M.E: Se discute cada vez mais sobre o desperdício exacerbado de alimentos. Como seu restaurante contorna essa prática? E: Todos os meus funcionários são bem instruídos sobre isso, temos um time de nutricionistas que também ajudam a evitar o desperdício mostrando como aproveitar tudo que o alimento pode oferecer. Além disso, tenha um cardápio enxuto, saiba quais são os pratos que saem mais, para evitar que comida estrague lá dentro, cada preparação do cardápio tem que ter giro, saída. E, todos os meus restaurantes só servem porções individuais, isso reduz drasticamente o desperdício. M.E: Eduardo, agradeço, mais uma vez, sua participação. Por último, qual a dica de ouro para quem quer abrir seu restaurante? E: Faça o que gosta! É trabalho, mas tem que ter prazer. Cozinhe com o coração, comidas que te agradam, monte uma equipe ponta firme e vai! Comida é também uma forma de prazer, e poder alimentar os ou-

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tros é realmente muito gratificante.


Gourmet Renata Sena Gomide, natural de Viçosa-MG, é graduada pela Universidade Federal de Viçosa em Nutrição (CRN 9° região/MG - 16749). Ela tem pós graduação em Esportiva Funcional (Vp consultoria), é Coaching em Saúde e Emagrecimento e, além disso, tem formação em Modulação Intestinal. A nutricionista atua na área há 5 anos e nessa entrevista vai esclarecer nossas dúvidas sobre a disputa entre alimentação saudável e fast food; dá dicas sobre alimentos que ajudam no controle da ansiedade e também orientou sobre a hidratação no verão - que está logo aí - . Vem conferir! ROBERTA ABREU: Diante da correria do dia a dia pro trabalho e pra faculdade, fica cada vez mais difícil ter uma alimentação saudável, já que os fast foods andam substituindo refeições importantes. Qual o risco disso e qual a sua orientação para quem tem essa rotina? RENATA SENA GOMIDE: Uma alimentação baseada em fast foods, alimentos industrializados ou gordurosos só trazem malefícios ao organismo: aumento do peso corporal, aumento de gordura corporal, aumenta o risco de desenvolver doenças, como diabetes, pressão alta, hipercolesterolemia, problemas intestinais, ansiedade, depressão, doenças hepáticas, câncer, entre outras. Para modificar isso é preciso modificar os hábitos (que são possíveis ser mudados com persistência e constância) e ter uma certa organização antes de sair de casa. Afinal, porque é mais fácil desembalar um biscoito do que descascar uma banana? Tem algo errado aí, e isso se chama hábito incorreto. RA: Nesse ano, a OMS confirmou que o Brasil é o país com mais pessoas ansiosas. Diante disso, é bem comum descontarmos a nossa ansiedade na comida. Como controlar? RSG: Acredito que não seja um plano alimentar montado que vai controlar a ansiedade, mas sim um conjunto de fatores. O primeiro fator é ter consciência: observe o que você comeu e porque comeu, quais foram os sentimentos que sentiu naquele momento, identificar qual foi o gatilho que levou a ter esse comportamento. Além disso, a nutrição pode ajudar a diminuir a ansiedade com alguns alimentos funcionais (ovo, cacau, lentilha, nozes, abacate, banana, entre outros) e fitoterápicos. RA:Sabe-se que não basta apenas a alimentação de qualidade para ter uma saúde de ferro, praticar esportes também é essencial. Qual a importância de procurar um nutricionista quando se faz atividades físicas? RSG: Com uma alimentação adequada e equilibrada ajuda o paciente que pratica atividade física em oferecer de forma eficiente os nutrientes e energia para tal prática, permite uma recuperação muscular mais eficiente,

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Nem só de pão

vive o homem

Por Roberta Abreu

MOJITO Você não precisa ir até Cuba para encontrar essa refrescante bebida nesse calor! O Mojito - pronunciado “morríto” - tem suas origens cubanas, mas não há dúvidas de que ele conquistou o mundo e o título de bebida mais fresh de todas. Sabe o melhor? Pra preparar esse drink você não precisa ser nenhum bartender profissional e sua receita não tem nenhum ingrediente extravagante, ele é tão simples que você vai querer fazer, refazer e fazer de novo, além de ser uma DELÍCIA! Bora conhecer um pouco mais sobre ele?

• Mas por quê Mojito? Nosso gênio Francis deu esse nome chique pra esse drink não só porque ele era um grã-fino. A palavra é o diminutivo de “mojo”, que, por sua vez faz parte do folclore afro-americano e significa feitiço/encanto. Tudo a ver com a sensação que a gente tem depois de beber bons copos dessa bebida, né?!

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• Mas por quê Mojito? Nosso gênio Francis deu esse nome chique pra esse drink não só porque ele era um grã-fino. A palavra é o diminutivo de “mojo”, que, por sua vez faz parte do folclore afro-americano e significa feitiço/encanto. Tudo a ver com a sensação que a gente tem depois de beber bons copos dessa bebida, né?!

• Qual a receita? Você vai precisar de: 1 limão 1 dose de rum branco (50 ml) 3 ramos de hortelã 1 colher (chá) de açúcar cubos de gelo a gosto água com gás

• Modo de preparo:

Fonte: Google Fotos

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1. No copo em que você pretende servir o mojito coloque o suco de limão, ½ copo de água com gás, 1 ramo de hortelã e também o gelo picado • Amasse bem a hortelã (esse é o segredo do mojito perfeito) • Em seguida, acrescente o rum e o gelo. • Depois disso é só apreciar essa bebida FANTÁSTICA. Decore o copo para dar um toque mais interessante. Ah, não se esqueça SE BEBER, NÃO DIRIJA!!!! 17


Lixo

No lixo na mesa

Por Roberta Abreu

Você sabia que o Brasil desperdiça 26,3 milhões de toneladas de alimentos por ano? Isso corresponde a 10% de todo alimento disponível, enquanto 5,2 milhões de brasileiros ainda passam fome (2013/FAO). É possível contribuir diariamente em nossas casas para que esses desperdícios se reduzam, pois há muitas maneiras de se reaproveitar alimentos, bastando conhecer o valor nutricional deles. Restos de comida, cascas e talos de frutas e de legumes podem ter o destino à mesa ao invés do lixo. Confira nossa receita para mudar de vez seus hábitos.

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Bolo de casca de frutas Ingredientes: ⦁ 2 copos de cascas de frutas bem lavadas (manga, goiaba, banana, pêra); ⦁ 1 ½ colher (sopa) de manteiga; ⦁ 1 colher (chá) de fermento em pó; ⦁ 2 ovos; ⦁ 2 ½ copos de farinha de trigo; ⦁ 1 copo de leite; ⦁ 1 copo de açúcar; Modo de preparo: ⦁ Bata as cascas com o leite em um liquidificador. ⦁ 1 pitada de sal. ⦁ Coe o líquido e reserve. ⦁ Bata as gemas, a manteiga e o açúcar. ⦁ Acrescente as cascas batidas, a farinha, o fermento e misture bem. ⦁ Por último, coloque as claras batidas em neve. Misture tudo e asse em forma untada.

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Você tem fome DE QUê?

Por Roberta Abreu

Acho que minha fama é de quieta ou trouxa, mas condiz com o meu coração mole mesmo. Eu procurei por muito tempo um sentido para viver, até me perdi algumas vezes no caminho e achei que não fosse chegar a lugar nenhum, mas decidi que quero estudar pra ajudar as pessoas e animais no futuro, quero trazer coisas boas pro mundo. Ana Vitória, 19 anos, aluna de Comunicação Social

Nós estamos sempre com fome, não falo tão somente da fome por alimentos, mas da fome da alma. Vivo constantemente tentando alimentar o meu interior com amor, fé e felicidade. Amor pois sem ele as coisas perdem significado e beleza, fé pois acredito que a busca por ela me transforma em uma pessoa melhor e por fim a felicidade, essa certamente é a que eu tenho mais fome, pois ela consegue desestruturar todo o resto, me falta sabedoria para não confundir a felicidade com as ações efêmeras da vida. Julia Adrielle, 23 anos, aluna de Jornalismo 20


Alimentamos o corpo todos os dias. O café da manhã, considerada a refeição mais importante do dia, dá forças ao nosso corpo para aguentar o batente. Logo vem o almoço, cafezinho da tarde e, pra completar, o jantar. Comemos demais, né? Comemos sempre, não é mesmo? Mas e a nossa alma? Você têm alimentado sua alma? Quantas vezes por dia, por semana, por mês, você dedica seu tempo para cuidar do seu interior e da sua mente? O seu espírito é tão importante quanto seu corpo, é nele que se encontra seus valores, ideais, anseios, sonhos, confiança… Alimente sua alma, alimente suas motivações, alimente seu interior!

Eu como estudante do curso de Teatro e por acreditar que nasci pra fazer isso, gosto de tudo que o cômico pode nos oferecer, gosto de provocar a alegria e o riso. A comicidade me motiva. Gabriel Lidovino, 21 anos, aluno de Teatro.

A minha fome é de justiça. Anseio de que as coisas sejam justas, me indigno sempre que vejo algo que prejudica outras pessoas e que na maioria das vezes não posso fazer nada. Mas no convívio humano sabemos que as coisas não são nem um pouco justas, talvez se usássemos um pouco de empatia para com o próximo e tentássemos entender nossas diferenças o mundo seria mais justo, ou no mínimo equilibrado Taynara Pena, 19 anos, aluna de Comunicação Social 21


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Profile for laura beatriz

Revista Petit Gastrô  

Revista Culinária produzida no 2º período de Comunicação Social na disciplina COM270

Revista Petit Gastrô  

Revista Culinária produzida no 2º período de Comunicação Social na disciplina COM270

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