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Nessa edição da Revista Cores da Estação, proposta pelos alunos do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Uberlândia, juntamente com a comunidade Estação Vida, fizemos um copilado de matérias produzidas pelas próprias crianças da instituição. Para isso, nossa equipe colheu fotos, entrevistas e pautas, durante três semanas. No início, nosso grupo compartilhou experiências vividas em salas de aula, que possibilitou a troca de conhecimentos para posterior a realização das tarefas. Por meio dessa interação, as crianças e os adolescentes tiveram o primeiro contato com o fazer

jornalístico, como pauta, conceitos de fotografia e entrevista. O próximo passo foi dar a liberdade na escolha de temas para cada criança. Cada um definiu, de acordo com a sua afinidade, o que mais era de seu interesse. Dança, costura, tecnologia, foram alguns dos temas escolhidos. Em dupla, eles montaram suas pautas, incluindo perguntas para alguns entrevistados. A entrevista foi feita juntamente com o auxílio do nosso grupo, porém todas as perguntas foram pensadas somente pela dupla. Por fim, as matérias foram escritas e agora, aqui serão divulgadas.

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Nos bastidores da construção dessa edição, as crianças e os adolescentes foram fotografados pela nossa equipe, demonstrando entusiasmo e aptidão pela atividade proposta. A seguir, as fotos representam este momento em que o trabalho jornalístico foi iniciado.

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Costura está em alta na Estação Vida Por Maécia Souza e Daniele Costa

As aulas de costura na estação vida começaram a 2 anos, segundo a professora Antônia de Sousa de 39 anos, cada vez mais os alunos querem entrar nessa oficina. A costura e onde fazem os uniformes da ONG, a professora ensina a fazer crochê, costura, pintura de pano entre outros. Segundo ela dar aula na ONG estação vida é prazeroso, eles aprendem bastante " quando eles iniciaram não sabiam nem fazer correntinha, hoje já fazem ponto alto e ponto baixo". Um exemplo que foi entrevistado e o aluno Cesar de 8 anos, que relatou que decidiu fazer costura porque gostava muito e acha que aprende muito costurando.

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Como ser um professor ótimo Por Erick Gomes e Pedro Henrique Pereira

Entrevistamos o jovem rapaz chamado Kenner da Silva, com 18 anos de idade ele sempre gostou muito de dança, era bastante esforçado, por conta disso o professor Mayke deu uma oportunidade para ele de ser um professor de dança e com isso hoje ele dá aula na ONG estação vida. Resolvemos entrevistar alunos e saber por que eles escolheram a dança. Conversamos com o Paulo que gosta muito de dança e escolheu ela pois gosta de soltar o esqueleto apesar de ter muita dificuldade, ele quer ser um professor igual o Kenner e o Mayke. Também falamos com a Julia que também adora a dança, e pratica desde pequena e isso e muito importante para ela.

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Professora de judô fala um pouco sobre sua vida Por Lucas Gabriel, Amanda Silva e Wesley Silva

Gracielle Lopes de Sousa, de 34 anos é professora de judô na ONG estação vida, ela iniciou na ONG no dia 15 de maio de 2018. Desde 1991 iniciou sua carreira no judô, sendo seu pai o seu professor que se chama Sensi Claret. Ela começou com apenas 6 anos de idade e até hoje com 28 anos de carreira ela já ganhou 40 medalhas, sendo que logo no seu primeiro campeonato foi campeã. Quando iniciou seu trabalho aqui na ONG foi difícil porque os alunos não sabiam e não conheciam o judô.

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A presença dos jogas na estação vida Por João Victor Pereira e Douglas Veras

Os jogos é uma atividade que tem muita diversão pois tem os ganhadores e os perdedores e suas regras. Os jogos estão presentes em todos os lugares, todo mundo joga alguma coisa hoje em dia. Na estação vida muitos jogos são feitos, por exemplo, futebol, handebol, xadrez, carimbada, vôlei, dama entre outros. Aqui na ONG todos jogam alguma coisa até mesmo a dia da limpeza, Elda dos Santos, conta que joga caixeta, mas que nunca faz um campeonato porem já ganhou algumas partidas.

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A tecnologia no dia a dia Por Alex Ferreira e Igor Assis

A tecnologia ajuda muito no dia a dia. De acordo com o professor Guilherme, 18, que dá aula de jornalismo na ONG Estação Vida, a tecnologia para ele ajuda muito para trabalhar, estudar e descontrair, e é muito importante, claro. Ele também diz que conforme a tecnologia vai se desenvolvendo o mundo vai se desenvolvendo junto a ela. Guilherme fala que na ONG a internet poderia ser usada com mais frequência para estar aprendendo sempre mais como em cursos para aprender novas línguas, pesquisar coisas novas que não sabemos.

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Revista Cores da Estação  
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