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LARISSA KOCK ADRIANO PORTFÓLIO DE ARQUITETURA


SUMÁRIO

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CURRÍCULO

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COPENHAGEN CONFERENCE HALL TERCEIRO LUGAR EM CONCURSO INTERNACIONAL

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HAB 45 HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL PARA MORADORES DE RUA

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PROJETO SUSTENTÁVEL PROJETO PARA CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA

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RESIDÊNCIA UNIFAMILIAR

22 MODELAGEM, E RENDERS

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ABRIGOS DE EMERGÊNCIA CONCURSO PROPOSTO PELA PLATAFORMA PROJETAR.ORG

20 PROJETO DE INTERIORES

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PROJETO URBANO

HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL NO ATERRO DA BAÍA SUL

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PLANEJAMENTO URBANO PROJETO PARA REQUALIFICAÇÃO DO BAIRRO CARIANOS

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CURRÍCULO Estudante de Arquitetura e Urbanismo, comprometida com o que faz e que acredita no potencial da arquitetura para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A participação em grupos filantrópicos, esportes, performances teatrais e de poesia permitiram o desenvolvimento da capacidade de comunicação, organização e gestão.

CONTATO larissakadriano@gmail.com

IDIOMAS PORTUGUÊS ITALIANO

(48) 991923196

INGLÊS

HABILIDADES AUTOCAD

LUMION

SKETCHUP

ADOBE ILLUSTRATOR

REVIT

ADOBE PHOTOSHOP

ARCHICAD

ADOBE INDESIGN

V-RAY PARA SKETCUP

REALIDADE VIRTUAL

EDUCAÇÃO ENSINO MÉDIO Janeiro de 2010 - Dezembro de 2012 Sociedade Educacional Verdes Mares LTDA (Energia), Itajaí, Santa Catarina Brasil GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO Agosto de 2013 - Presente Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Santa Catarina Brasil. INTERCÂMBIO NA ÁREA DE ARQUITETURA SUSTENTÁVEL Setembro de 2015 - Agosto de 2016 Politecnico di Torino. Departamento de Arquitetura e Design, Turim - Itália. 4


EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL CONSULTORIA PARA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS DE VALORIZAÇÃO E PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ - UFSC Maio de 2014 - Dezembro de 2014 Projeto de extensão baseado na análise do potencial histórico-cultural do Bairro da Barra em Balneário Camboriú, Santa Catarina - Brasil. PROJETO E HABITAÇÃO SOCIAL QUILOMBOLA - UFSC Agosto de 2014 - Agosto de 2015 Projeto de extensão com a finalidade de encontrar alternativas arquitetônicas e urbanísticas às comunidades quilombolas beneficiadas pelo programa “Minha Casa Minha Vida - Entidades”, financiado pela Caixa Econômica Federal. ESCRITÓRIO KANTARQ - ARQUITETURA E DESIGN Setembro de 2016 - Janeiro de 2017 Estágio na área de projeto arquitetônico e design de interiores. Participação na elaboração de modelos 3D, projeto executivo, luminotécnico, detalhamento técnico e renderização. ESCRITÓRIO MM ARQUITETURA CONECTADA Maio de 2017 - Novembro de 2017 Estágio na área de projeto arquitetônico e design de interiores em escritório especializado na área hospitalar, hotelaria e comercial. Participação na elaboração de levantamentos, modelos 3D, projeto executivo, luminotécnico, detalhamento técnico e renderização. FREELANCER DE REPRESENTAÇÃO GRÁFICA EM ARQUITETURA Junho de 2017 - Presente Produção de workshops dos softwares SketchUP e V-ray para Sketchup e auxílio na representação de projetos para arquitetos autônomos. PESQUISA ORIENTAÇÃO ESPACIAL NO CAMPUS DA UFSC, GRUPO PET-ARQ UFSC Outubro de 2017 - Presente Pesquisa voluntária com colaboração do laboratório PRONTO 3D. O trabalho tem por objetivo a análise da orientação espacial do visitante na Universidade Federal de Santa Catarina e confecção de maquete com corte a laser e impressão 3D do Campus, a fim de auxiliar a localização do usuário.

ATIVIDADES EXTRACURRICULARES 2018 TERCEIRO LUGAR NO CONCURSO INTERNACIONAL #COPENAGHENCALL Organizado pela plataforma Start for Talents 2018 ORGANIZAÇÃO DO SEMINÁRIO REGIONAL DE ENSINO SUPERIOR (SERES) Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis - SC, Brasil 2016 PARTICIPAÇÃO NO CONCURSO ABRIGOS DE EMERGÊNCIA Organizado pela plataforma Projetar.org 2016 WORKSHOP DE FOTOGRAFIA Politecnico di Torino, Turim - Piemonte, Itália 2015 GRUPO DE ESTUDOS LIVRE DO ENSINO DE ARQUITETURA Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis - SC, Brasil

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COPENHAGEN CONFERENCE HALL

Projeto premiado em terceiro lugar no concurso internacional “Copenhagen Call” da plataforma Start for Talents. Localizado próximo de diversos equipamentos de serviço, na Andersen Boulevard de Copenhagen - Dinamarca, o projeto busca adequar-se ao entorno e promover a conexão das diferentes partes da cidade em diversos níveis: seja no contexto arquitetônico, obedecendo a cota das edificações históricas do seu arredor e as características da arquitetura local, ou dentro do aspecto social, promovendo e proporcionando a conexão de seus usuários. A edificação toma como inspiração as águas de Copenhagen, com volumes opacos flutuando dentro de uma caixa translúcida - e alguns recortes estratégicos, permitindo mostrar parcialmente os 3 volumes internos (auditório, galeria de arte e café), além do fluxo dos usuários, criando assim uma fachada dinâmica e capaz de despertar o interesse daqueles que transitam do lado externo. O conceito aprofunda-se ainda mais dentro da ideia de imersão, onde os volumes encontram-se quase que suspensos pela atmosfera interna do invólucro de vidro, criando espaços vazios dedicados a circulação e permanência dos usuários, além de auxiliar na compreensão do ambiente e permitir um maior respiro na área interna do prédio. A fim de tirar partido da forma do terreno, a unidade construída possui forma trapezoidal, onde a base maior torna-se a fachada principal do projeto, induzindo um fluxo que atravessa toda a edificação até sua porção mais afunilada.


COBERTURA

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3º PAVIMENTO 27

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3 6

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3

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Exhibition exit

2º PAVIMENTO 28

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20 5 6

3 4 22

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21 3

6

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6 29

6

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1º PAVIMENTO

O vidro translúcido funciona como um grande refletor do entorno, imprimindo em suas fachadas as edificações vizinhas, reavivando a identidade do local e da própria edificação. Todas as fachadas possuem, também, aberturas para intensificar a circulação interna e criar pontos dinâmicos de encontro e circulação envolta do mesmo. Localizado na porção frontal do projeto, logo na entrada e de forma suspensa, encontra-se a galeria de arte - que assim como os demais volumes internos está completamente independente. Já o café encontra-se abaixo do menor dos 3 volumes: uma imensa arquibancada que assiste todo o hall. O auditório, que obedece o formato da estrutura e do terreno, é elevado e cria um espaço inferior intimista para o foyer. O palco conta com coxia e possui uma parede levadiça logo atrás do mesmo, emoldurando assim a paisagem externa: uma vista para o Christiansborg Palace.

B A

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8 15

5 6

4

13

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13 13

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CORTE AA’

17 4 3

4

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3 3

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19 16

6 5

B A

N Acessos

SUBSOLO 4

3 2

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5 11

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CORTE BB’

1 5

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6 9

12 6 5

1. Vestiário / 2. Camarim / 3. Bwc PNE / 4. BWC Público/ 5. Elevador de carga/ 6. Elevador Depósito 1. Vestiário / 2. Camarim / 3. Bwc PNE // 7. 4. BWC Público/ 5./ 8. Circude carga/ 6. Elevador / 7. Depósito / 8. Circulação de Depósito lação deElevador funcionários / 9 Estacionamento / 10. funcionários / 9 Estacionamento / 10. Depósito do auditório / 11. do auditório / 11. Acesso de carros / 12. Depósito de maAcesso de carros / 12. Depósito de maquinário / 13. Escritório / 14. quinárioFoyer / 13./ 15.Escritório / 14. Foyer / 15. volumes / Guarda volumes / 16. Hall Principal / 17.Guarda Depósito / 18. Cozinha / 19. Cafeteria / 20. Auditório, Teatro / 21. Entrada do Cafeteria 16. Hall Principal / 17. Depósito / 18. Cozinha / 19. auditório / 22. Sala de/controle / 23. Foyer /do 24. Exposição / 25. / 22. Sala / 20. Auditório, Teatro 21. Entrada auditório Mesanino / 26. Terraço verde / 27. Backstage / 28. Parede de controle / 23. Foyer / 24. Exposição / 25. Mesanino / 26. levadiça / 29. Escadaria Terraço verde / 27. Backstage / 28. Parede levadiça / 29. Escadaria

INTEGRANTES Larissa Kock Adriano Guilherme Souza Lessa Maurício Storchi SOFTWARES UTILIZADOS Archicad Photoshop Illustrator SketchUP V-ray para SketchUP

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ABRIGOS DE EMERGÊNCIA A proposta do concurso 018 da Projetar.org era a de que os acadêmicos projetassem um abrigo temporário que poderia ser utilizado no auxílio de vítimas em casos de emergências como desastres naturais. A partir do tema buscamos uma estrutura modular, leve, fácil de transportar e montar sem ferramentas e mão de obra especializada, tomamos o andaime como partido conformador tanto da estrutura quanto da concepção dos espaços que criamos para a presente proposta de abrigo de emergência.

INTEGRANTES Larissa Kock Adriano Giovana Meneguin Guilherme Souza Lessa Nathalia Marcello Oliveira Thiago Cardoso SOFTWARES UTILIZADOS AutoCAD Illustrator SketchUP V-ray para SketchUP

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Entendendo o funcionamento do andaime e o seu potencial para atingir o objetivo da proposta, vimos a necessidade de adaptar algumas peças diferentes da atual produção. Para tornar o processo eficiente, propomos uma parceria com empresas que o fabricam a fim de que qualquer andaime possa ser destinado a esse uso no caso de uma emergência. Visto que utilizamos o modelo mais comum e menos flexível, o processo poderia ser aplicado em qualquer outro tipo de andaime. Além de atender às expectativas da estrutura, o andaime tem como benefício a suspensão da base, que pode ser útil quando o terreno é irregular por deslizamentos de terra ou possui chance de alagamento e a modulação que permite a implantação do abrigo tanto em áreas urbanizadas que podem ser menos versáteis por apresentarem terrenos estreitos, quanto rurais que tornam possível a disponibilidade de amplos terrenos livres.

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HAB 45

PRAÇA XV

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A rua, palco de encontros e da vida em comunidade, para algumas pessoas é vista como falta de alternativa. Cada um destes homens e mulheres possui uma história e, em sua maioria, foram as experiências e as escolhas infelizes que as levaram a esse espaço sem dono. Numa primeira análise o objetivo era criar um edifício comunitário que pudesse ajudar na capacitação do usuário, oferecimento de moradia e fortalecimento de vínculos. A proposta visa criar um edifício em dois blocos: a torre de habitação, com enfoque nos espaços comunitários, e também o embasamento público, com espaços flexíveis, em que nele possam ser realizadas oficinas, espaços de aprendizagem, além de apoio profissional.


A estadia foi pensada para pelo menos três meses, a fim de que o usuário tenha tempo de se restabelecer, capacitar e estabelecer vínculos. O que se propõe é a criação de um ambiente que fortaleça as relações sociais, tanto entre os moradores quanto com a cidade, para que esse ser, antes considerado invisível, possa reforçar sua identidade.

COBERTURA 5 29 28

1. Escada Arquibancada / 2. Sala multiuso de atendimento ao público / 3. Sanitário feminino / 4. Sanitário masculino / 5. Circulação / 6. Recepção moradia / 7. Sanitários Funcionários / 8. Estar funcionários / 9. Bwc PNE / 10. Sala de reunião / 11. Copa / 12. Terapia / 13. Terapia coletiva / 14. Depósito / 15. Casa de gás / 16. Cafeteria / 17. Depósito de lixo / 18. Sanitário / 19. Recepção oficinas / 20. Sala de computação / 21. Espaço de oficina multiuso / 22 Leitura e estudo / 23. Atelier / 24. Terraço / 25. Lavanderia coletiva / 26. Sala de estar/ 27. Cozinha coletiva / 28. Sala de estar / 29. Dormitório 2 pessoas / 30. Dormitório Família / 31. Dormitório 3 pessoas

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PAV. DORMITÓRIO 30

31 5

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3

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PAV. COMUNITÁRIO 27

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PAV. DORMITÓRIO

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PAV. COMUNITÁRIO 27

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PAV. DORMITÓRIO 30

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3

C

4 9

PAV. COMUNITÁRIO

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PAV. OFICINAS

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B 15 14 5

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TÉRREO ARAÚJO FIGUEIREDO

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4 3

TÉRREO SALDANHA MARINHO

5 6

2

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A`

9

8 1

11 10

A

A

N 11


A

B

C 12

Conexão e fortalecimento tornaram-se palavras chave para a concepção do partido arquitetônico e a partir delas foram lançadas diretrizes de projeto como: térreo permeável, visibilidade das atividades e das pessoas dentro do edifício, relação entre as formas e a criação de terraços para conexão visual em altura. Seguindo essa lógica, o edifício tem seu início na cidade, através da arquibancada, e dela dá-se origem ao bloco comunitário com o grande vão que acomoda as oficinas. A arquibancada no térreo, é um ambiente de manifestação e estar, conecta os desníveis da quadra e cria um espaço democrático que permite que a cidade se dilua enquanto adentra ao edifício. A partir dela é feito o acesso à moradia, à sala da cidadania - espaço multiuso e rotativo para a ajuda em questões legais - e aos banheiros públicos, para os moradores de rua que não foram contemplados ou não quiseram a permanência. Com a intenção de criar novas relações a proposta dá prioridade aos espaços coletivos, tendo os quartos dimensões mínimas. Além disso foram pensados dormitórios com números de pessoas diversificados para que famílias também possam se alojar no local.


A escolha da estrutura metálica partiu da ideia de criar um grande vão que possibilita a permeabilidade do térreo, já a caixa de circulação e o embasamento foram pensados em paredes portantes e alvenaria. Os fechamentos são em steel frame, com chapas de fibrocimento tratadas para acabamento externo e alguns pontos possuem o acabamento em madeira, na busca de tornar o ambiente mais aconchegante através da utilização deste material. VISTA 1:75

CORTE AA’

CORTE 1:75

+33,84 11 COB. CAIXA DA AGUA

+31,84 10 RESERVATÓRIO DE ÁGUA

PLANTA DE SITUAÇÃO CC' PLANTA DE SITUAÇÃO +27,84 9 COBERTURA

+24,72 8 PAV. DORMITÓRIO TIPO

2

+21,60 7 PAV. COMUNITÁRIO TIPO

+18,48 6 PAV. DORMITÓRIO TIPO

+15,36 5 PAV. COMUNITÁRIO TIPO

+12,24 4 PAV DORMITÓRIO TIPO

+9,12 3 COMUNITÁRIO + TERRAÇO

+6,00 2 OFICINAS

+2,88 1 TÉRREO ARAÚJO FIGUEIREDO

Rua Saldanha Marinho

±0,00 0 TÉRREO SALDANHA MARINHO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA SOFTWARES UTILIZADOS Archicad Photoshop Illustrator SketchUP V-ray para SketchUP

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PROJETO SUSTENTÁVEL

A proposta da disciplina era a de realizar a recuperação do hospital Martini - hoje abandonado - através da realização de um anexo que pudesse servir de dormitório aos idosos atendidos no local. O hospital localiza-se no bairro Aurora, zona operária da cidade de Torino, Itália, que se desenvolveu devido ao estabelecimento de indústrias automobilísticas na área. Hoje tais empresas saíram do local e o que restou foi uma área subutilizada, com áreas públicas em potencial, além de uma linha ferroviária que corta a comunicação entre as regiões do bairro. Os objetivos do projeto eram o de criar uma arquitetura de referência ao passado - devido ao hospital já instalado no local - mas sem imitá-lo, seguindo seus princípios, além de desfrutar do efeito terapêutico da paisagem, criando um espaço permeável e mais humano que integra o ambiente circundante ao projeto. Nas aulas de Física do ambiente construído foram realizadas diversas simulações de forma à garantir o conforto térmico, acústico e luminoso do usuário além de enquadrar o edifício nas especificações do protocolo “Itaca” de edifício sustentável - uma espécie de certificação LEED italiana.

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TÉRREO

PAVIMENTO TIPO


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POLITECNICO DI TORINO, TURIM, ITÁLIA INTEGRANTES: Larissa Kock Adriano Marina Rocha SOFTWARES UTILIZADOS Revit AutoCAD SketchUP V-ray para SketchUP Photoshop Illustrator SOFTWARES PARA ANÁLISE DE DESEMPENHO: Envimet para análise do microclima; Excel para análise do invólucro opaco; Therm para análise das pontes térmicas; Echo para análise acústica; Parasol para análise do invólucro transparente; Revit Green Building Studio e Lighting Analysis para análise da iluminação e Edilclima para certificação Itaca.

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RESIDÊNCIA UNIFAMILIAR

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O projeto consiste na elaboração de uma residência unifamiliar no bairro córrego grande em Florianópolis. o conceito que norteou o processo de concepção da casa foi o dinamismo, baseado na energia e vitalidade dos moradores da casa.


Foram projetados dois volumes, dispostos de maneira que pareçam ter uma mudança de planos em ascensão, reforçado pelos muros de arrimo da garagem e o jogo que faz com a piscina, localizada logo acima do mesmo. A entrada da casa é feita por uma escada que leva o observador a enxergar a piscina e dá para o espaço social. Pensando em um ambiente integrado e que possibilitasse a reunião de várias pessoas a sala, a cozinha e a sala de jantar rodeiam um jardim interno. As malhas dos ambientes sociais são invertidas a fim de ressaltar a dinamicidade, reforçando o partido.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA SOFTWARES UTILIZADOS AutoCAD SketchUP Lumion

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PROJETO DE INTERIORES

Disciplina de interiores cursada em intercâmbio com o objetivo de projetar um apartamento para dois de jovens que trabalham fora de casa. Um dos conceitos principais do projeto é o da integração, por isso optou-se por unir o ambiente de estar e a cozinha de modo a desfrutar melhor as pequenas dimensões do local além de utilizar móveis integrados. O banheiro foi posto entre a sala de estar e o quarto com o objetivo de criar uma hierarquia entre espaços coletivos e privados, além de ser facilmente atingido - sem ter que atravessar espaços privativos- tanto da sala de estar quanto do quarto. Os móveis foram postos do lado oposto das janelas com o objetivo de criar uma zona linear de passagem, entre os diversos cômodos - livre de obstáculos e destacada pela continuidade do piso -, além de garantir uma maior iluminação natural. Os materiais predominantes são: Madeira para o pavimento e alguns móveis. Concreto aparente para demarcar o espaço linear de transição. Mármore no banheiro e no plano de trabalho da cozinha. Metal é utilizado nos eletrodomésticos, iluminação e pias. 20


PLANTA DO TÉRREO

CORTE LONGITUDINAL

CORTE AA’

CORTE BB’

POLITECNICO DI TORINO, TURIM - ITÁLIA SOFTWARES UTILIZADOS AutoCAD SketchUP V-Ray para SketchUP

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MODELAGEM E RENDERS

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PROJETOS: MM ARQUITETURA CONECTADA IMAGENS SOFTWARES UTILIZADOS AutoCAD SketchUP V-Ray para SketchUP

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PROJETO URBANO O projeto, localizado no aterro da baía sul em Florianópolis é resultado de estudos realizados na fase inicial do projeto, e através deles pôde-se compreender melhor a história do local, que antes apresentava uma forte atividade pesqueira. Após o aterro, poucos continuaram suas atividades, reduzindo o número para apenas oito pescadores. O mar deixou de ser o protagonista na paisagem, para dar lugar ao aterro. Buscando resgatar a identidade do local, que antes era marcado pela atividade pesqueira, com a presença da colônia dos pescadores, o projeto realizado em um recorte do aterro da baía sul procurou trazer elementos que pudessem de alguma forma remeter aquela antiga cultura que existia no local. O retorno do mar como um elemento de força na paisagem e no cotidiano do bairro, foi um fator bastante importante, uma vez que tenta recuperar um pouco daquela memória que foi aos poucos sendo enterrada junto com o mar. Com a ideia de reforçar ainda mais a conexão entre mar e cidade, e explorar o potencial da área, foi realizado um recorte em forma semicircular com a abertura para o mar, enquanto próximo ao bairro instalamos uma praça central com o terminal do BRT. Desta forma materializamos as duas forças principais que compõem o projeto e utilizamos as habitações de interesse social como elemento de conexão entre cidade e o mar, que vai reconquistando seu lugar na paisagem Para conectar as áreas recortadas pela avenida foi projetada uma via comercial atravessa a passarela e desemboca na área em que se encontraria um mercado público municipal. A ideia era que esse eixo comercial criado pudesse trazer mais visibilidade para mercado, que representa uma parte de destaque no projeto. A edificação está diretamente conectada com o mar, possibilitando um acesso fácil para o reabastecimento de peixes e mercadorias. Com essa nova abertura para a água, a atividade pesqueira ganha mais força e volta a ocupar um lugar de destaque na comunidade. Em torno do local criou-se uma área gastronômica que estimula o consumo de produtos produzidos na comunidade.

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1.Bolsão de estacionamento / 2. Pergolado / 3. Terminal BRT / 4. Centro Comunitário e Biblioteca / 5. Passeio Arborizado / 6. Quadras e pista de skate / 7. Bolsão de estacionamento / 8. Aluguel de bicicleta / 9. Restaurante / 10. Horta Comunitária / 11. Direto do Campo / 12. Mercado Público/ 13. Pet Place /14. Parquinho /15. Creche / 16. Aluguel de bicicleta / 17. Praça intermodal com conexão marítima

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA INTEGRANTES Larissa K. Adriano, Ana Spinelli, Júlia R. Eli, Guilherme S. Lessa SOFTWARES UTILIZADOS AutoCAD SketchUP Photohop

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PLANEJAMENTO URBANO ESTÁDIO E CENTRO ECOLÓGIC O

IO

ES

05

TO

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-4

R

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PRNCIPAL VIA DO SETOR 1

E

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PARADA DO BRT, VIA DE LIGAÇÃO ESTÁDIO / CENTRO ECOLÓGICO E EIXO DE INFRAESTRUTURA

UE

RQ

PA

SETOR 1 E EIXO DE INFRAESTRUTURA EIXOS DE CONEXÃO ARBORIZADOS E DE MAIOR INFRAESTRUTUR A CORREIOS CRECHE

ESTÁDIO

LAZER

POSTO DE SAÚDE

CENTRO ECOLÓGICO

ESCOLA

AEROPORTO

ÁREA COMUNITÁRIA INSTITUCIONAL

ÁREA RESIDENCIAL MISTA TIPO 1 4.5

ÁREA RESIDENCIAL PREDOMINANTE 3.5

ÁREA VERDE DE LAZER

ÁREA RESIDENCIAL MISTA TIPO 2 4.5

Sem escala

ÁREA RESIDENCIAL MISTA TIPO 2 6.5

ÁREA ESPECIAL DE INTERESSE SOCIAL

O bairro Carianos conta com uma série de equipamentos urbanos, que atendem tanto a comunidade local quanto as vizinhas e comparado com a cidade de Florianópolis é considerado um bairro bem amparado de serviços públicos. Dentre esses equipamentos, estão o Estádio do Avaí Futebol Clube e o Aeroporto Internacional Hercílio Luz, numa escala que extrapola as dimensões do bairro. O setor conta ainda com uma série de áreas verdes, sendo a Reserva Extrativista Marinha Pirajubaé sua principal, importante tanto ambientalmente quanto para a memória da comunidade. Apesar de tantos equipamentos urbanos de diferentes usos e escalas o bairro carece de infraestrutura: ruas são interrompidas e impedem a conexão do bairro, faltam calçadas ou suas condições são precárias, os pontos de ônibus são escassos, existe uma falta de hierarquia viária e um zoneamento homogêneo (hoje considerado predominantemente área residencial mista) que dificulta a legibilidade do bairro, fator que se torna ainda mais importante para uma região com equipamentos que atendem um público externo.

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Pensando em todas essas condicionantes e potencialidades, a proposta prevê a criação de eixos de infraestrutura que conectam os setores e os pontos de destaque do bairro, com ruas que priorizem os pedestres e permitem a passagem de ônibus em ambos os sentidos, ciclofaixas, canteiros arborizados, mobiliário urbano e zoneadas como áreas residenciais mistas tipo 1, havendo também um aumento do gabarito atual do bairro, partindo do princípio de adensar as regiões mais estruturadas. O gabarito mais alto encontra-se ao redor do estádio na zona ARM - 1 6.5, seu zoneamento e sua localização tem por objetivo criar uma centralidade no setor, os pavimentos diminuem e formam um degradê em direção às áreas menos centrais, permitindo que o restante do bairro mantenha seu caráter de vizinhança, que segundo os moradores é uma qualidade do local. O estádio se conecta à AVL através da rua Adílio Maria Firmínio, outro eixo estruturante, e em sua outra extremidade foi proposto uma Área Comunitária Institucional em que funcionaria um centro ecológico para atividades de conscientização relativas à reserva extrativista marinha costeira pirajubaé.

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Portfólio de Arquitetura - Larissa Kock Adriano  
Portfólio de Arquitetura - Larissa Kock Adriano  
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