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ARQUITETURA E URBANISMO

PORT. FOLIO

LAIS BERNARDES

2019


| PERFIL PROFISSIONAL |

LAÍS DE SOUZA BERNARDES BARBOSA ESTUDANTE . BRASILEIRA 16.03.1998 laisbernardes15@hotmail.com

PROJETOS DE ARQUITETURA E URBANISMO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA MAQUETES DIGITAIS


| PERFIL PROFISSIONAL |

FORMAÇÕES Acadêmica de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Técnica em Informática pelo Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - IFNMG (2016)

HABILIDADES AutoCad

Illustrator

Archcad

Indesign

Sketchup e V-ray

Premiere

Photoshop

Pacote Office

LÍNGUAS Inglês Intermediário (Wizard Idiomas) Espanhol básico

ATIVIDADES COMPLEMENTARES Curso de capacitação em AUTOCAD pela Escola Desenhar (2018)


| PROJETOS |

|PAVILHÃO VISTO DO FORTE DE BRUMADINHO|

|VISTA DA ENTRADA E BICICLETÁRIOS|


PAVILHÃO BRUMADINHO PROJETO PARA A PRESERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DO PATRIMÔNIO CULTURAL E NATURAL NO FORTE DE BRUMADINHO, NA SERRA DA MOEDA GRUPO: JULIANA SIMIONE, LAÍS BERNARDES, LUIZA GUINHO ORIENTADOR: FREDERICO TOFANI | OUTUBRO DE 2017

Localizado em Brumadinho, na Serra da Moeda (MG), a proposta consiste um pavilhão que contém serviços básicos para os visitantes, como banheiros, bebedouros, assentos e um bicicletário, visto que grande parte das pessoas que frequentam o local são ciclistas.

A escolha do local de implantação se deu a partir do anseio de enquadrar três pontos importantes para o projeto: o mirante, as ruínas do forte e o córrego. Estas três visadas estão enquadradas pelas naves que constituem o edifício.

A partir deste pavilhão, segue um caminho, constituído por escadas e passarelas em direção ao córrego onde irrompemse casulos, que são pequenas estruturas que se projetam para a paisagem da serra e promovem uma sensação de introspecção, isolamento e, ao mesmo tempo, de liberdade para o usuário.


| PAV I L H Ã O B R U M A D I N H O | ALA DAS ÁGUAS No setor lateral do lado direito da nave central, com sentido para o mirante, estão localizados os banheiros simétricos, feminino e masculino, juntamente com os acessíveis, que possuem entradas independentes. Os dois acessos dispõem de corredores que dão para uma vedação de vidro, o que permite tanto uma iluminação direta à nave central, quanto uma visada para o mirante. Ao final do corredor, estão localizados os bebedouros.

NAVE CENTRAL A área destacada em roxo é a nave central de acesso para o pavilhão e é também o eixo axial que enquadra a visada do forte. A entrada é projetada de modo a criar uma sensação de afunilamento, e conforme adentra-se à nave há uma expansão de seu pé-direito. No ponto de maior expansão é onde estão os assentos, que estão suspensos e pendurados no teto. Para ampliar a percepção de centralidade, foi colocada uma abertura zenital que segue o caminho da nave.

ALA DE SAÍDA No setor lateral do lado esquerdo da nave central, com pequeno desnível em relação à ala principal, localiza-se a saída de acesso à passarela com as escadas que levam o visitante ao percurso do córrego e aos casulos. Esta área ainda proporciona espaço para permanência através de arquibancadas com visada para o córrego.


| PAV I L H Ã O B R U M A D I N H O |

|ARQUIBANCADA (ALA DE SAÍDA)|

|ASSSENTOS (NAVE CENTRAL)|


|BEBEDOUROS (VISTA FRONTAL)|

|VISTA DE UM DOS CASULOS (SENTIDO FORTE)|


| PAV I L H Ã O B R U M A D I N H O |

CASULO Os casulos apresentam vedações laterais de chapas metálicas perfuradas que proporcionam ventilação, além das aberturas completas para entrada e visada O casulo e a passarela são feitos de aço corten, isto devido sua maior resistência à degradação pelas intempéries e problemas de incêndios que ocorrem no local, como também por critério estético.

|CASULO NO CÓRREGO|


| MORADIA NO HIPERCENTRO |

Os produtores do espaço urbano tendem sempre a colocar a população de baixa renda às margens da cidade, nas regiões longe do centro das cidades e consequentemente da infraestrutura urbana de melhor qualidade oferecida nas regiões centrais. Aliado à isso, nota-se o crescimento de edificações desocupadas e subutilizadas nesta região. Como consequência, observa-se um crescimento de ocupações urbanas nos imóveis subutilizados na reigão central. O objetivo deste projeto foi escolher um imóvel no hipercentro de Belo Horizonte que não estivesse cumprindo sua função social e readequà-lo para uma habitação de interesse social. O edifício escolhido para tal foi um prédio parte do antigo campus da Escola de Engenharia da UFMG.

| L O C A L I Z A Ç Ã O E S PA C I A L D A E D I F I C A Ç Ã O


MORADIA NO HIPERCENTRO MORADIA NO HIPERCENTRO ORIENTADOR: MARCELA BRANDÃO | DEZEMBRO DE 2018

| IMAGEM SATÉLITE DO EDIFÍCIO |

O edifício possui 8 andares, com 1537m² de área por andar. O auditório no segundo nível totaliza uma área de 222,5 m². A área total construída é de 12.518, 5 m², e o pé direito dos andares variam entre 3,50 e 4,50 metros. O edifício é tombado e compõe de um estilo modernista.


| MORADIA NO HIPERCENTRO |

PROJETO

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| MORADIA NO HIPERCENTRO |

PROCESSO A organização espacial ficou conforme a figura após análise das questões de iluminação, ventilação e acesso da edificação.

Devido a ventilação natural e a iluminação serem necessárias pricipalmente nos apartamentos, foi adotada a circulação central com um átrio para luz natural, e vazios laterais nos corredores para a iluminação em todos os andares, assim como a obra utilizada como referência Cité Napoleon:


| MORADIA NO H

Elencando dados sobre o entorno do local , notou-se certa decadência de

Visto isso, entedeu-se que uma habitação de in

O levantamento desses e outros elementos considerados importantes p das diretrizes de projeto. A partir das diretrizes

|DIAGRAMA DIRETRIZES E ESTRATÉGIAS DO PROJETO |


HIPERCENTRO |

LEVANTAMENTO

e equipamentos públicos para esporte e lazer, bem como escolas públicas infantis (UMEI’s). nteresse social requeriria tais tipos de equipamentos públicos como estes. DIRETRIZES

para uma moradia de interesse social foram fundamentais para definição s, surgiram as estratégias que seriam adotadas como base para o projeto. Assim, foi definida a utilização do térreo para a parte pública da edificação, a adoção de técnicas sustentáveis para o edifício, maneiras de integração do prédio com o seu entorno, valorização do fator acessibilidade, oferecimento de equipamentos coletivos de esporte, lazer e educação, bem como uma abordagem histórica e dialógica do pratrimônio que é a edificaçao, valorizando a fachada modernista e criando um centro cultural para a história do edifício. MÓDULO Foi adotada uma malha de 60x60, pois se adapta à malha estrutural existente, é mais adequada ao tamanho do mobiliário e dialoga com o tijolo modular, escolhido como material para vedação.

| TIJOLO MODULAR |


| MORADIA NO H

Os layouts de cada cômodo foram pensados antes da definição de área por e quantidade de pessoas em cada apartamento, co

| A PA R T A M E N T O 1 O U 2 P E S S O A S |

| A PA R T A M E N

| 40 m² | | E X E M P L O D E L AY O U T |

Um mesmo cômodo p

Os cômodos dos apart ou três quartos, lavan

As plantas apresenta


HIPERCENTRO |

ARRANJOS ESPACIAIS

apartamento, com o propósito de definir esta área a partir destes layouts onsiderando diferentes arranjos espaciais para os diversos modos de vida.

NTO 3 OU 4 PESSOAS| | 50 m² |

| A PA R T A M E N T O 5 O U 6 P E S S O A S | | 65 m² |

LAYOUT

pode agregar diferentes atividades, de acordo com o modo de vida de cada família.

tamentos são compostos baiscamente por uma sala de estar, banheiro, dois nderia e cozinha, variando de tamanho e quantidade de acordo com o tipo de apartamento.

am diversos layouts possíveis para um mesmo modelo de apartamento demonstrando as diversas posssibilidades de utilização do espaço.


| MORADIA NO HIPERCENTRO |

| P L A N T A D O PAV I M E N T O T É R R E O |

| E S PA Ç O D E C O N V I V Ê N C I A N O S C O R R E D O R E S |


| MORADIA NO HIPERCENTRO |

TÉRREO O pavimento térreo acomoda todos os espaços públicos e a maior parte dos espaços coletivos com o objetivo de estimular a integração do edifício ao seu entorno e promover convivência entre os moradores do prédio.

CONVIVÊNCIA Além do térreo, eixos de covivência ao longo dos corredores dos andares acima foram estratégicamente colocados para estimular a convivência da vizinhança em cada andar.


| MORADIA NO H

| P L A N T A D O 2 ยบ PAV I M E N T O |

| PLANTA DO 6ยบ

| P L A N T A D O 7 ยบ PAV I M E N T O |

| PLANTA


HIPERCENTRO |

PLANTAS Para fugir da lógica de pavimentotipo, a disposição de apartamentos e espaços coletivos mudam em alguns andares de acordo com requisições de ventilação, iluminação e acústica.

º , 5 º , 4 º e 3 º PAV I M E N T O S |

A D O 8 º PAV I M E N T O |

Os espaços representados na cor branca nos corredores são os vãos colocados para que a iluminação natural do átrio chegue aos pavimentos mais baixos. Os destaques em amarelo fora das plantas são os mesaninos dos menores apartamentos.


| CENTRO EXTRA-ACADÊMICO |

A edificação com área total de 244 m² ficaria na rua Professor Edmundo Lins, esquina com a rua Professor Melo Viana, próximo ao Restaurante Universitário Setorial I.


CENTRO EXTRA-ACADÊMICO ATELIÊ INTEGRADO DE ARQUITETURA II CENTRO EXTRA-ACADÊMICO DA UFMG ORIENTADORES: ALEXANDRE MENEZES, ÉRICA MATTOS , GUILHERME VASCONCELOS |JULHO DE 2017

É um espaço voltado para os estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais - Campus Pampulha, com o intuito de promover a convivência e atender aos alunos que permanecem por muito tempo na universidade e necessitam de um ambiente mais apropriado para descanso, renovação de energias e descontração.

| IMPLANTAÇÃO DO CENTRO |


| CENTRO EXTRA


A-ACADÊMICO |


| CENTRO EXTRA

No primeiro bloco encontra-se uma cozinha comum de livre acesso e geri

O segundo bloco possui banheiros e vestiários também de livre A área externa busca integrar a edificação ao entorno criando um local agrad


A-ACADÊMICO |

Em dois blocos, o Centro fornece conforto e convivência para os estudantes.

ida pelos próprios estudantes, um salão de convivência com bancadas para trabalho ou alimentação, sofás e elementos de descontração e lazer. e acesso e um banheiro acessível para portadores de necessidades especiais. dável tanto para permanência quanto para passagem, oferecendo arborização, bancos e redes para descanso.

| FACHADA OESTE |


| CENTRO EXTRA


A-ACADÊMICO |

| FACHADA OESTE | VISADA | LATERAL |


| COMO PENSAR A NATUREZA NA CIDADE |

Cada vez mais se planeja espaços e cidades para o seres humanos. Sempre buscando conforto e comodidade, as pessoas esquecem ou negligênciam outros elementos que integram a natureza. O projeto parte da intenção de considerar com equidade no planejamento urbano e espacial o “ponto de vista” e necessidades dos demais grupos existentes na natureza, neste caso: os animais, o clima, a vegetação, a água e também os humanos. Cada um dos integrantes da natureza citados anteriormente propuseram diretrizes de projeto de acordo com seus interesse e necessidades, e por fim, o projeto partiria da mediação dos pontos levantados por todas as partes. O espaço escolhido para intervenção geral foi o Santa Teresa, bairro tradicional da região leste de Belo Horizonte (MG) e finalmente a demonstração de um projeto de menor escala a partir do estudo.


COMO PENSAR A NATUREZA NA CIDADE PROJETO COMO PENSAR A NATUREZA NA CIDADE ORIENTADORA: LUCIANA BRAGANÇA | OUTUBRO DE 2018 GRUPO: GABRIEL, LAÍS, LEONARDO, LYGIA E MARCO ANTÔNIO

| BAIRRO SANTA TEREZA |


| COMO PENSAR A NATUREZA NA CIDADE |

| M A PA D E D I R E T R I Z E S INTERVENÇÃO GERAL COM TODOS ELEMENTOS INTEGRADOS |


| COMO PENSAR A NATUREZA NA CIDADE |

As diretrizes de cada grupo da natureza foram dispostas no projeto para o bairro de forma a atender o máximo das necessidades de cada parte e também de integrar tais soluções considerando as potencialidades do bairro.

ÁGUA Os elementos em azul e cinza escuro representam as propostas para o grupo da água, que necessita de escoamento e também permear o solo. VEGETAÇÃO Os elementos em verde representam a vegetação que tem requisitam espaços com diversidades de especies e solos permeáveis. CLIMA O clima é compatível às diretrizes para a vegetação e a água. ANIMAIS Os animais (pássaros, animais de rua, saguis, capivaras, etc) necessitam basicamente de alimento, água e abrigo, por isso espaços com maior concretação vegetal e corredores verdes facilitam a manutenção da vida animal e também seu deslocamento no espaço. HUMANOS Os elementos em roxo e amarelo representam as diretrizes pensadas especificamente para os humanos, contudo todas as prospostas oferecem maior qualidade de vida ao espaço e às pessoas.


| COMO PENSAR A NATUREZA NA CIDADE |


| COMO PENSAR A NATUREZA NA CIDADE |


| COMO PENSAR A NATUREZA NA CIDADE |

A proposta detalhada final realizada em um dos espaços de intervenção no bairro foi para a praça do Bar do Orlando. As principais alterações foram no calçamento das ruas para o escoamento de água, a substituição de partes do muro da linha do metrô por cerca viva, a implantaçao de mais árvores e o nivelamento da rua com a calçada para integração da praça com a área do muro .

| iMAGEM ATUAL DA PRAÇA GOOGLE MAPS |


| COMO PENSAR A NATUREZA NA CIDADE |

| PLANTA DO PROJETO |


| COMO PENSAR A NATUREZA NA CIDADE |


| COMO PENSAR A NATUREZA NA CIDADE |

| CORTE DO PROJETO |


| QUADRA DOIS |

Partindo do pressuposto de que algumas quadras no hipercentro de Belo Horizonte estariam subutilizadas, a proposta consiste em reunir programas arquitetônicos diversos e complexos que compusessem as edificações do quarteirão. A proposta principal do trabalho foi desenvolver os programas arquitetônicos para as futuras edificações. No entanto, por fim também foram produzidos estudos volumétricos para esses edifícios considerando a área e o programa arquitetônico, e desconsiderando que já existem construções no local.. A quadra escolhida foi a “quadra dois”, delimitada pelas ruas Tamóios, Rio Grande do Sul, Tupis e pela Avenida Olegário Marciel. Os programas arquitetônicos selecionados foram pensados de forma a atender certa demanda existênte neste região central e proporcionar atividades em diversos períodos do dia, além de promover integração e interação entre diferentes grupos socias que coabitam a cidade.


QUADRA DOIS PROGRAMAS ARQUITETÔNICOS HETERÓCLITOS COMPLEXOS ORIENTADOR: ANDRÉ PENIDO | DEZEMBRO DE 2017

| QUADRA DOIS VISTA SUPERIOR |

A quadra é aberta e com grande áreas de pilotis para que seja possível a passagem de pedestres na área interna. As calaçadas são largas, acessíveis e arborizadas. Os edifícios mais altos possuem espaços para passagem de vento para o restante da quadra, e os ambientes que necessitam de maior iluminação foram posicionados a favorecer a iluminação natural. O estacionamento é verticalzado para que não ocupe grandes áreas de quadra e parte das vagas estão no subsolo.


| QUADR


RA DOIS |

| PAV I L H Ã O B R U M A D I N H O |

TEATRO OFICINA O teatro atende á um público de aproximadamente 390 pessoas e oferece espaços para espetáculos e oficinas de teatro. ESPAÇO DE SHOW O espaço para show localiza-se no terraço do teatro e compatilha de sua administração e bilheteria. CENTRO ESPORTIVO Busca atender a todo tipo de público oferecendo das mais diversas atividades. Ele ocupa a maior parte da quadra e é distribuido para ser acessado por várias entradas. As partes abertas em seus andares superiores pertencem ao salão de refeições e à uma das quadra poliesportivas, que possui parte da vedação em arame próprio para ginásios permitindo a passagem do vento através do quarteirão. CRECHE E ESCOLA Atende à crianças de 0 a 14 anos. A creche possui um espaço aberto para o solário que tem acesso por rampa e recebe a luz do sol pela manhã. Acima, o ensino fundamental se divide em salas de aprendizagem, varandas abertas para lazer e biblioteca no topo. A quadra poliesportiva da escola se localiza no prédio ao lado e é acessada através de uma larga rampa. POSTO DE SAÚDE Posto de saúde popular e de pequno porte e localiza-se no térreo para fácil acesso. RESTAURANTE POPULAR Atende até 1200 usuários por vez e tem acesso por rampa pela rua Olegário Marciel. CENTRO DE ACOLHIMENTO Acolhe pessoas em situação de rua. Situa-se no térreo para fácil acesso e visualização . HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL Possui 65 unidades tipo, distribuídas em 9 andares mais o térreo com a administração e área de lazer. PRESÍDIO Presídio para infratores de pensão alimentícia. A incluisão de um presídio na região central tem por objetivo inserir grupos sociais nas regiões mais infra-estruturadas da cidade. ESTACIONAMENTO VERTICAL Um estacionamento para atender às demandas de todos os programas arquitetônicos ocuparia uma extensa área , desta forma o estacionamento é vertical para poupar espaço e atender ao público.


ORCHESTRATE ATELIÊ INGRADO DE ARQUITETURA E URBANISMO I - OBJETO INTERATIVO ORIENTADORES: ANA PAULA BALTAZAR, EDUARDO MASCARENHAS ,JOSÉ CABRAL E SANDRO CAVANEZZI | JULHO DE 2016

Com o intuito de desenvolver um objeto interativo e com recursos eletrônicos, Orchestrate foi criado após longo processo de discussão e amadurecimento do conceito de interatividade. A ideia deste caderno técnico é esclarecer sobre o objeto e suas funções, além de oferecer intruções para quem queira reproduzir o objeto.

PROPOSTA Orchestrate busca construir uma combinação de vários sons - a partir de dispositivos de áudio que estiverem conectados ao objeto como uma “orquestra”. Ao conectar e desconectar os diversos fios, sem saber quais ativam o que, os sons escolhidos para reproduzirem nos aparelhos, começam a tocar, permanecem tocando ou são interrompidos. Assim, a brincadeira com os fios é como um quebra-cabeça imprevisível que pode criar infinitas composições de sons. |CROQUI ORCHESTRATE |

Orchestrate além de tudo proporciona diversidade. Ele é o encontro de pessoas e gostos musicais para uma nova criação.


| ORCHESTRATE |

INTERAÇÃO A interação acontece entre uma até quatro pessoas e se estabelece tanto na seleção dos sons a serem tocados pelos aparelhos - que podem ser celulares, tablets, mp3, ou qualquer outro dispositivo do tipo -, quanto no envolvimento e na descoberta de quais combinações entre fios ativam quais sons. A interação ainda pode se estender de acordo com a imaginação do usuário, podendo criar um ambiente sonoro que permita interação indireta com o objeto.

PROCESSO Inicialmente a ideia era criar uma caixa retangular com seis entradas e dez saídas de áudio, de forma que a interação pudesse acontecer entre até seis pessoas e aparelhos. Durante a execução não foi possível reproduzir a intenção inicial devido ao custo das caixas de som e a dificuldade em encontrar a caixa de MDF em tal formato.

| I D E I A I N I C I A L PA R A O O R C H E S T R A T E |


| ORCHESTRATE |

ELETRÔNICA O desenvolvimento dessa etapa consiste em separar as duas partes do cabo p2p2, o lado macho e o lado fêmea. Esse cabo é composto por três fios internos, dois correspondem ao canal direito e esquerdo de áudio e o terceiro é o fio terra em que deve ser mantida a conexão

| R E P R E S E N T A Ç Ã O D O S E Q U I PA M E N T O S |

Os canais de áudio são divididos ao meio e é soldado outro fio em cada metade, na outra ponta destes fios é soldado um jacaré, obtendo ao fim oito fios e consequentemente oito jacarés por cabo. O fio é soldado na parte de cima do jacaré.

| REPRESENTAÇÃO DO CONECTOR TIPO JACARÉ |

A parte fêmea do cabo p2p2 se conecta ao cabo p2 da caixa de som e a parte macho do cabo conecta-se à entrada de fone do celular ou outro dispositivo com áudio.


| ORCHESTRATE |

ESTRUTURA Para a estrutura do objeto é utilizada basicamente uma caixa de MDF. A estrutura da caixa é invertida de forma que a tampa passa a ser base e o fundo da caixa é descolado e utilizado como tampa. No centro de cada uma das quatro faces da caixa é feito um buraco grande (com o auxílio de furadeira) para o encaixe da caixa de som e um buraco menor ao lado para a saída do cabo que conecta ao telefone.

MATERIAIS UTILIZADOS Foram usados para a construção do objeto: uma caixa de MDF (tampa da caixa usada como base), quatro caixas de som (com sáida de cabo p2), quatro cabos p2p2 macho/fêmea, sete metros e meio de fios condutores (várias cores) e trinta e dois jacarés pequenos.

RESULTADO FINAL

| ORCHESTRATE |


Contato: laisbernardes15@hotmail.com

2019

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PORTFOLIO LAIS BERNARDES  

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