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Staff Tradutora: Goreth Revisora: Caroline Formatação: Andreia M.


Sinopse Samantha Holt está no fim de sua corda. Depois de ter sido demitida, ela se candidatou a todos os trabalhos que pôde, e finalmente conseguiu um ... como guarda de segurança da noite. Sem treinamento e sem recursos, ela está fora toda a noite, todas as noites. E uma noite, as chances apontam para ela.

O shifter de alfa-leão Dale Addison não esperava resgatar uma mulher deslumbrante enquanto fazia uma corrida no início da manhã, mas, uma vez que ele tem, ele não pode tirá-la da cabeça. Ele perdeu sua fé em companheiros destinados há muito tempo, e mesmo que ele tivesse uma companheira, ela certamente não seria uma humana ... mas ele não aguenta pensar em Sam lá sozinha. Quando ele a convida a fazer uma aula de autodefesa em seu estúdio de artes marciais, não é apenas para protegê-la - é para mantê-la próxima.

A conexão de Sam e Dale não pode ser negada. Mas Dale pode admitir a si mesmo e seu orgulho ao ter uma companheira humana? Sam pode encontrar um coração de leoa dentro dela? E o que acontece quando o inimigo de longa data de Dale decide que Sam é o alavancagem que ele precisa para se tornar alfa no lugar de Dale?


Samantha Holt

trabalhava oito horas diariamente, e começaria o

seu turno naquela noite, quando já estava lá fora sentiu o choque do tempo, estava congelando. O uniforme do seu novo trabalho veio com uma jaqueta de clima frio, porém a noite de novembro já estava mais fria do que se pode controlar. Mesmo quando ela passou suas mãos vigorosamente por seus braços, o vento entrou através do zíper e e a fez tremer. Teria sido mais fácil se tivesse alguma distração ao redor, ou algo para fazer. Mas não havia nada para pensar sobre a noite toda, exceto o frio, e como ela não teve muitas opções de trabalho, acabou por aceitar, e agora está trabalhando em turnos noturnos como um guarda de segurança para pagar o aluguel. Guarda de segurança não era um trabalho que Sam pensou que teria — ela não era uma pessoa muito intimidante. Claro, ela não era uma menina pequena, definitivamente tinha mais curvas do que músculo. E ela talvez teve que fazer sua própria segurança em alguns parques quando ela era criança, mas ela era não um mestre em legítima defesa. Aplicação tinha sido uma derradeira Ave-Maria, depois que ela tinha se inscrito para trinta e cinco outros trabalhos em um mês — empregos de escritório, varejo, empregos de serviço de alimentação — e não obteve nenhuma resposta. Mesmo assim, ela tinha hesitado antes de aceitar, porque ela tinha um pouco de medo do que poderia acontecer com ela, se alguém realmente tenta-se roubar a Empresa E. E. Evans e Associados. Não era uma má vizinhança; Carros de polícia cruzavam por aqui e ali e ela tinha o walkietalkie que ela usava para fazer a verificação em intervalos regulares toda a noite... ela estaria ali toda a noite, ou melhor, cinco noites por semana,


andando por um prédio vazio e silencioso. Ela tinha um cassetete para se proteger, mas era só isso. Ela estremeceu e enfiou as mãos no bolso da roupa. Se ao menos ela não tivesse sido despedida há dois meses. Se ao menos ela tivesse mais economia. Se ao menos ela não tivesse que pagar o aluguel. Ela estava à procura de um companheiro de quarto ou um lugar mais barato, mas aparentemente novembro é um mês ruim para mover-se. Mesmo que ela encontrasse algo, ela ainda precisaria de um emprego, e este foi o único que respondeu. Esta manhã, prometeu a si mesma, que voltaria a procurar por outro trabalho. Ela saiu do trabalho às 06:00, e levaria algumas horas até ir através das listas de novo. Talvez haveria uma posição de gerente de projeto aberto. Talvez haveria uma de barista aquecimento central neste momento.

aberta. Ela levava nada com

Sam pulou quando alguém gritou alguma coisa no parque de estacionamento à sua direita. Ela colocou a mão em seu cassetete. Provavelmente nada, mas— Alguém de outra voz ecoada após o primeiro. Não podia dizer o que estavam dizendo, mas definitivamente eram vozes de homens. Não é nada, ela disse a si mesma com firmeza. Eles saíram tarde, teve um bom tempo. Não ligam para E. E. Evans e Associados. Ou para você. Ainda assim segurou mais forte no seu cassetete quando as vozes pareciam se aproximar. As vozes estavam virando a esquina, ela notou que eram u grupo, e que estavam empurrando uns aos outros e falando alto. Havia quatro deles, todos grandes caras e bastante jovens. Ela tentou olhar discretamente, tentando parecer ser somente um guarda de segurança chato. Na liderança, tinha um cara grande e alto com uma barba ruiva, que infelizmente a reparou de qualquer forma. Ele freou bruscamente e deu uma cotovelada a um de seus amigos. - Dê uma olhada. Olha a Segurança.


- Gostaria de saber o que ela guarda. - O segundo tipo, mais curto e com corte escalonado chegou mais perto de Sam. Ele a olhou. - Não será tão valioso. Isso foi um insulto, mesmo que era provavelmente verdade. Sam tomou cada pequena partícula de confiança que ela tinha e disse, - Andando, rapazes. - O tom de sua voz saiu mais autoritário do que ela esperava, mas eles não mudaram. Os dois últimos vieram por trás de seus companheiros e a olharam da cabeça aos pés. - Então o que é? - Barba ruiva pediu. Ele olhou para o prédio atrás de Sam. - Este lugar seria uma joalheria ou algo assim? Sam queria dizer-lhe, que é uma coisa estúpida corporativa, estou protegendo planilhas é que é, mas haviam a alertado em sua contratação que se dissesse alguma coisa sobre a empresa a alguém, ela seria despedida. - Eu disse, se mexam. - Ela repetiu. - Ooh. - Disse um dos caras. - Ela acha que pode nos dizer o que fazer. - Vamos nos mover quando quisermos. - o barba ruiva disse a Sam. Enquanto isso, você irá nos dizer o que está no prédio. - Ele tinha chegado um pouco mais perto. Sam não queria provocar esses caras e começar uma briga, mas ele estava chegando perto. - É o meu trabalho não te dizer o que está no prédio. - Ela disse calmamente diante da situação. Ela quebrou as regras da empresa um pouco a dizer. - Não é nada para poder roubar e vender. Vão se divertir em outro lugar. - Ela desenhou seu cassetete, estava segurando apertado e sua palma estava toda suada. - Olhem isso. - escovinha disse, acenando para seu cassetete. - Ela acha que pode nos bater? - Ninguém vai espancar ninguém. - Disse Sam. Estava agradecida que ela sempre foi boa em sonoridade calma numa crise, pelo menos. O coração dela pulsava um milhão de vezes por segundo, sentia que ele ultrapassaria através de seu uniforme a este ritmo. - O que é isso, então? - Cabelo curto pediu. - Deixe-me vê-lo, hein?


Ele agarrou o cassetete. Sam ficou estática, o pânico começou a se instalar acima de seu peito. Os outros três caras estavam de volta e cabelo curto ainda não era grave, mas qualquer coisa podia acontecer em alguns minutos. Ela pegou seu walkie-talkie e disse. - 70-10, 10-70, preciso de ajuda por favor. - 10-70 era na verdade o único código que eles a ensinaram— significava que ela tinha visto alguém suspeito. Não havia nada em troca. Cabelo curto riu. - Nenhuma ajuda virá para você, querida. - Ele disse, e seus amigos começaram a rir também. Esta foi a primeira vez que ela tinha usado o walkie-talkie fora do horário regular. Estava começando a parecer que ela estava certa, quando ela quis saber se o cara do outro lado só cochilava para o resto da hora. Cabelo curto agarrou seu cassetete novamente e ela pulou para trás, ainda não querendo realmente bater-lhe com isso, porque eles eram quatro homens e ela era uma mulher e não tinha chance contra eles, caso entrasse em uma luta de verdade. Talvez ela só devesse deixá-lo tomar conta disto. Mas então o que ele faria com isso? Cabelo curto entrou novamente, mas em vez de ir para o cassetete, ele empurrou seu ombro. Ela tropeçou para trás, quase tropeçando em seus próprios pés, e todos riram novamente. Sam pegou o seu equilíbrio, engoliu ao redor o gosto metálico do medo e começou a procurar uma direção. Se ela pudesse ir longe o suficiente, ela poderia sair e telefonar para chamar a polícia. Então barba ruiva a pegou pelo braço. – Ei. - Ele disse em seu ouvido. - Deixe-me ir! - Ela gritou e começou a lutar. Os homens estavam rindo, e o som encheu as orelhas dela, ela tentou puxar contra seu aperto, mas parecia como o aço. - Não. - Ele segurou mais forte. Ela tinha o braço direito, que estava segurando o bastão, mas ela não estava indo para ele ainda. Ela trocou a mão esquerda e o balançou tanto quanto ela poderia. Fez um barulho de surpreso oof quando atingiu-o no estômago, e sua aderência suficiente para soltar a chave livre e começar a correr.


Por um segundo, ela achou que estava livre— e então gritou quando foi puxada para trás por sua estúpida jaqueta uniforme e caiu em cima de alguém de difícil aderência. Ela se esforçou e lutou, mas ele não se moveu. - Vá em frente. - Ele disse— parecia barba ruiva. - Você acha que pode nos ameaçar? Você acha que você pode— - O que diabos está acontecendo aqui? A nova voz era profunda e poderosa, e silêncio caiu imediatamente. Sam se retorcia nas garras do barba ruiva para ver se isso ajudava ou não. Seus olhos lacrimejaram, e ela teve que piscar duro para se concentrar. Não era um policial. Ela esperava realmente que fosse um policial. Entretanto, ela olhou para o homem que tinha falado e este era impressionante. Ele era alto— mais alto do que qualquer um de seus agressores por poucas polegadas, pelo menos e extremamente largos nos ombros. Ele tinha cabelo loiro puxado para trás em um rabo de cavalo curto e era uma daquelas pessoas que se pareciam tão bonito, que ele não parecia muito real. Ele estava parado com confiança e e medindo todos como se ele estivesse no comando total da situação. Por outro lado, ele não tinha nenhuma arma, e ele estava sozinho. - Quem é você? - Cabelo curto, perguntou, após um longo momento. - Sim, que é você? - Disse barba ruiva. - E o que está acontecendo aqui não é da sua conta. Só estávamos tendo um pouco de diversão. O homem os ignorou completamente, olhando apenas para Sam Você está bem? - Ele perguntou, soando em causa. - Eles machcaram você? - Uh. - Disse Sam. A voz dela quebrou, e ela engoliu. - Não estou machucada. Só não me deixem ir. - A coisa toda de segurança parecia muito complicada para explicar. Não importava, afinal, ela só queria fugir. O homem bonito transferiu seu olhar para o barba ruiva. - Você ouviu a moça. Deixe-a ir. - Ou o quê? - Barba ruiva replicou. - Você é apenas um cara com um agasalho. O que vai fazer com a gente, se não o fizermos?... - Sam pôde sentir


uma lágrima cair de seu olho. Ela não queria que esse homem fosse espancado em nome dela, mas o que queria realmente era apenas fugir. Ela só pensava.... por favor, deixe ele ser das artes marciais, perito, ou somente inteligente o suficiente para chamar a polícia, ao invés de tentar lutar— Ela ouviu um barulho de rosnado. Parecia um animal, um animal grande. Mas onde— Ele estava vindo do homem, ela percebeu. E ele estava mudando. Então ela começou a assistir, olhando amplamente para ele, o agasalho parecia derreter virar um borrão, pele dourada brotava sobre o corpo do homem. Seus músculos ondularam e cresceram, seu corpo ficava mais grosso e mais poderoso. - Merda, ele é um metamorfo. - Um dos caras respirava, quando o homem mudou, suas mãos e pés tornaram-se patas e o cabelo dele tornouse uma juba. Em apenas alguns segundos, havia um leão na calçada em frente a ela. Sam não podia acreditar. Metamorfos eram raros, e a maioria deles viviam em áreas remotas do país, onde eles poderiam se deslocar em paz e não haveria ninguém ao redor para atormentá-los. Ela nunca tinha visto um pessoalmente antes, apenas algumas vezes na televisão— eles não gostavam de publicidade. O aperto do barba ruiva tinha ficado mais frouxo. Desde que o leão estava entre ela e os seus agressores, Sam se livrou e pulou longe, então hesitou. Ela deveria fugir? Então o leão inalou, seus lados se expandiram e soltou a respiração em um rugido. Parecia ser a coisa mais alta que ela já tinha ouvido. Sentiu como se o ar estivesse vibrando com o som. Os quatro rapazes quebraram e correram, e quando o rugido tinha desvanecido do ar, eles se foram. O leão virou-se para vê-la e alguns segundos depois, foi só um homem com um agasalho novamente. - Desculpe se te assustei. - Ele disse. - Você está bem? - Sam não conseguiu responder. Podia sentir que seu cérebro estava completamente em branco. Ela estava ofegante como se ela tivesse


corrido uma maratona, e sentia seu corpo muito frio e quente ao mesmo tempo. O homem levou um olhar mais próximo dela. – Ei. - Ele disse, em uma voz mais suave, dando um passo em sua direção. Sam estava focada nele e notou outra vez como impossivelmente lindo ele era, como seus ombros eram amplos, como grande ele tinha acabado de se tornar... ele estava falando com ela. - Você pode fazer algo por mim? - Ele perguntou. - Pode respirar comigo?... - Sam piscou para ele. - O que? - Ela conseguiu dizer. Respire desse jeito. - Ele demonstrou, inalando lentamente enquanto ele levantava uma mão, segurando-o por alguns segundos e expirarando novamente e trazendo a mão para baixo. - Inspire, respire... - Ela respirava, e tentou segurá-lo como ele fez, mas foi difícil, como seus pulmões estavam em gagueira. - Isso é bom. - Disse ele. - Isso é muito bom. Novamente... - E ela seguiu sua respiração e segurou-a por um segundo e então para fora. E outra vez. Após várias respirações, ela percebeu que o coração estava abrandando, e seu peito tinha afrouxado um pouco. As pernas dela ainda sentiam como se fossem borrachas, e ainda havia suor frio pelo corpo todo, mas ela achou que poderia pensar novamente. - Tudo bem? - Perguntou-lhe. - Sim. - Ela disse. - Eu penso assim. Desculpe por passar por isso. - Não se desculpe. - Ele disse. - Você estava com medo. Qualquer um teria medo. - Obrigada. - Ela disse. - Muito obrigada por ter feito isso. Eu pensei que eu— não sei o que teria acontecido. - Ela envolveu seus braços em torno de si mesma e tremia um pouco. O homem adiantou um pouco, estendeu a mão, mas parou antes de se aproximar demais. - Não há nenhuma necessidade de me agradecer. Alguém tinha que entrar em cena. Estou feliz que eu estava aqui. - Ele tinha uma estranha maneira de sorrir, ela notou; era mais da forma que seu rosto parecia, iluminava um pouco, do que qualquer movimento real de sua boca.


- Não tão feliz como eu sou. - Ela disse. - E nem todo mundo teria feito isso. - Nem todo mundo poderia se transformar em um leão e os assustado, era talvez mais um ponto, pensou. - Todos deveriam. - Ele disse. - Cuidar de outras pessoas—, é algo que poderia dar uma grande palestra sobre. Em circunstâncias diferentes. - Sam soprou uma pequena risada. Seu quente não-muito-um sorriso e suas palavras sinceras, abertas estavam ajudando-a a relaxar ainda mais do que o exercício de respiração tinham feito. Ela desejava que pudesse tê-lo aqui ao lado dela toda a noite. O trabalho dela melhoraria imensamente, com certeza. - É importante para mim. - Ele disse. - Mas eu não preciso te dizer isso— você está fazendo profissionalmente. - Ele fez um gesto para seu uniforme. Isso fez com que Sam se sentisse culpada por uma série de razões, não menos do que foi que ela nunca tinha tomado este trabalho se ela não estivesse desesperadamente quebrada. - Protejo somente o prédio, sem qualquer pessoa lá dentro. - Ela disse apressadamente. - E acho que não sou muito boa nisso. Obrigada novamente por me ajudar. - Ninguém é bom em quatro contra um. - Disse ele. - Mas você é muito bem-vinda. Eu posso levá-la para casa? Ou um lugar mais seguro?. - Isso parecia grande, mas... - Não posso sair antes de terminar meu turno. - Ela arrancou o telefone para verificar o tempo. 05:31. - É quase no fim, no entanto. Mais uma meia hora e poderei sair e ir para casa. - Vou esperar com você então. - Ele disse. - Você não precisa fazer isso. - Ela protestou, apesar de que realmente não queria estar sozinha novamente. Era tecnicamente de manhã, mas o céu de meados de novembro ainda estava preto. E ela ficava pensando se aqueles caras, ou outros, poderiam aparecer novamente a qualquer momento.

Ela não estava pensando em voltar ao trabalho amanhã à noite.


- Eu sei que não preciso. - Ele disse, sorrindo de novo. Apenas o menor capricho dos cantos da sua boca, ela notou, e o resto foi nos músculos do rosto. Ele tinha um rosto muito atraente, em um tipo de... maneira aristocrática, como se fosse algum imperador romano em um filme. - Eu quero. Continuou. - Não me sentiria bem, deixar-te aqui no caso desses homens voltarem. – - Obrigada. - Disse ela, embora ela também se sentiu compelida a salientar. - Mas eu vou estar aqui amanhã à noite, na mesma. É meu trabalho. - Não parece muito seguro. - Ele disse, franzindo a testa um pouco. - Ei. - Ela disse, tentando por descuido. - Sabia que era perigoso quando o levei. - E eu tive que levá-lo de qualquer maneira. Ela piscou duro quando seus olhos começaram a encher e sufocou as lágrimas para não caírem. Adrenalina ou algo assim, fazendo tudo parecer esmagador. - Tenho que voltar para o meu posto. - Ela disse rapidamente, e virou-se embora, engolindo para baixo qualquer incipiente choro. A única coisa que poderia fazer esta noite melhor seria quebrar e chorar na frente de seu Salvador. - Eu vou ficar com você até terminar a noite, pelo menos. - Ele disse, após ela ter voltado para o lugar na porta dos fundos do edifício. Ela sabia que deveria protestar, dizer a ele para voltar para sua vida, que ela estaria bem, mas... ela não fez. Em vez disso, ela assumiu sua posição novamente sem dizer nada — normalmente, andaria a ronda mais uma vez antes de se dirigir e preencher seu relatório de mudança, mas esta noite ela estava ignorando o protocolo. Seu "novo amigo" ficou firmemente plantado ao lado dela, e ela se sentiu mais quente com ele ali. Sem mencionar que era mais seguro. - Então... - Ela disse, querendo distraí-lo do tópico de quão perigoso o trabalho dela era ou não era. Não ia mudar, então por que gastar tempo se preocupando com isso, certo? - ... não sei seu nome. - Oh. - Ele disse envergonhado— era difícil falar com brilho das luzes da rua, mas talvez tenha corado um pouco. - Peço sinceras desculpas. Que grosseria. Meu nome é Dale Addison.


- Eu sou a Sam. - Ela disse. - Samantha. Holt. - Ele parecia estranho e parado, e exatamente tão constrangido quanto ela estava. Maravilhosa. - Estou muito feliz em conhecê-la, Sam. - Dale disse graciosamente, ignorando o tropeço dela em dizer seu próprio nome. - Não tão feliz quanto eu fui conhecê-lo. - Naquele momento, quando ele tinha mudado... ela nunca tinha visto nada igual. - Não sei sobre isso. - Ele disse, mas não acendia. Se fosse uma linha, ela esperaria algo parecido, não é todo dia que eu encontro alguém que é blá, blá, blá, mas Dale só parecia sério, como se ele realmente estivesse pensando sobre a questão. Sam não sabia o que dizer, então ela só falou. - Desculpe por ter interrompido sua corrida. - Ele usava roupas de ginástica, no meio do nada às cinco e meia da manhã; Agora que ela estava prestando atenção, era óbvio que ele estava fazendo. Dale deu de ombros. - Corro todas as manhãs. Não perco a chance de mudar para fora na rua, todas as manhãs, e que bom que eu fiz, grato por isso. - Não sabia que havia qualquer metamorfo leão na cidade. - Ela disse e depois largou-se mentalmente. Ela sabia que os metamorfos eram muito fechados — e com razão, a maioria deles viviam na saída no meio do nada, para evitar que as pessoas cutucassem seu negócio. - Mantemos um perfil baixo. - Ele disse. - Mas há um grupo inteiro de leões morando nesta cidade. Quase ninguém sabe sobre nós. - Não contarei a ninguém. - Disse Sam rapidamente. - Quero dizer. Não deve haver ninguém querendo saber se vocês estão apenas vivendo suas vidas na cidade como todos os outros, certo? - Isso é o que eu sempre pensei. - Ele disse. - Estou feliz por você ver da mesma forma. Eu aprecio sua discrição. - Isso seria uma péssima maneira de te pagar de volta por salvar a minha vida. - Ela disse. - Contar seus negócios pessoais por toda a cidade. - Muita gente gostaria de dizer a todos que conhecem. - Dale apontou.


- Eu nunca faria algo assim. - Sam disse indignada. Embora não era como se ela tivesse alguém para contar. A maioria de seus amigos tinham sido do seu antigo emprego, e quando ela tinha sido despedida, eles se afastaram. Agora que ela estava trabalhando à noite, a agenda dela não combinava com qualquer outra pessoa. E a família dela... bem, quanto menos falarmos disso, melhor. Ela estava distraída pelo pensamento deprimente que ela era na maior parte sozinha esses dias. E então o silêncio voltou, tornando-se estranho novamente. Então Dale limpou a garganta e disse: - Notei que você não tem muita formação de legítima defesa, não é? Sam ficou, quente de vergonha. – Não. - Ela admitiu. Não era como se tivesse investido muito em ser malvada, mas era vergonhoso ser tão obviamente ruim em seu trabalho. Ela sempre teve orgulho em fazer um bom trabalho, mas aqui não havia como ela podia sentir isso. - Eles não treinaram você quando te contrataram? - Sam balançou a cabeça. - Só me disseram que os protocolos foram para algumas situações diferentes. Disseram-me que quase nunca haveriam quaisquer incidentes, eles— só precisavam de um corpo quente em seu uniforme para desencorajar qualquer um que poderia pensar em invadir. - Seu rosto estava quente outra vez. - Não acredito como irresponsável a Empresa é. - Dale soou de desaprovação. - Bem, acho que é típico das empresas cortando gastos. Mas eles colocam em perigo a deixar-te aqui toda a noite sozinha. O mínimo que poderiam fazer é ajudá-la a se cuidar melhor. - Sam encolheu os ombros. Ela concordou com ele, mas não achava certo reclamar sobre o patrão dela enquanto ela literalmente estava guardando a sua porta. - Ouça. - Disse Dale. - Eu trabalho em um estúdio de artes marciais mistas.


- Sério? - Talvez ele era um especialista em artes marciais. E ele ainda tinha escolhido intimidar os caras em vez de bater neles. O respeito de Sam por ele subiu ainda mais. Ele assentiu. - Sério. E ouça. Temos aula de defesa pessoal feminina nas noites de quinta-feira às sete. Ele foi projetado para ajudar as mulheres a aprenderem a proteger a si mesmas, sem movimentos nem nada, apenas práticas técnicas no caso de estar sendo atacada. Como esta noite. - Ele pôs a mão no ombro dela, não segurando firmemente, um leve toque. Ainda quase parecia que Sam podia sentir o calor da mão dele através de sua jaqueta. - Você poderia vir esta semana? Sam hesitou. Ela queria— ela iria apenas revê Dale, ela percebeu, deixar de ser sozinha, e aprendendo a manter-se segura em seu trabalho— mas... - Não tenho o dinheiro para as classes agora. - Era uma vergonha ter que admitir, mas Dale já sabia que ela não poderia fazer o trabalho dela, então por que não dizer que ela estava falida, também? Era a verdade. - A primeira aula é grátis. - Ele disse rapidamente. - E eu odeio a ideia de você aqui fora indefesa todas as noites. Tenho certeza de que possamos descobrir algo. Ela hesitou um pouco mais. - Você ensina a classe? Ela pensou sobre Dale mostrar-lhe como ficar em pé, colocando seus braços em volta dela para guiar as mãos— mas então ela seria sua aluna, e que provavelmente seria contra as regras—. Mas Dale estava balançando a cabeça. - Uma boa amiga ensina. - Ele disse. - Tem um pé menor que o meu, e quinze anos mais velha, e ela ainda chuta minha bunda metade do tempo quando nós lutamos. - Sério? - Sam adoraria ser aquele valentão um dia. Dale assentiu com a cabeça. - Sério. Ela vai gostar de você, posso dizer. Sam ficou vermelha de novo. - Tá bom. - Ela disse, antes de mudar de ideia. - Eu irei. - Ele sorriu novamente, e desta vez era um sorriso verdadeiro, iluminando seu rosto. - Obrigada.


- Obrigado. - Dale disse, incrivelmente grato que Sam tinha finalmente dito sim. Ele estava tentando não pensar sobre o que teria acontecido se ele tivesse escolhido uma rota diferente para a corrida desta manhã. Não conseguia tirar a imagem de Sam lutando com aqueles homens de sua cabeça. Seu leão tinha sido feroz e protetor desde que ele tinha a visto e a ideia de que ele não viria aqui—. Ele não podia acreditar que esta Empresa tinha sido tão negligente com segurança de Sam. Tê-la aqui toda a noite, sozinha, sem nenhuma forma de se defender, era uma loucura. Algo ocorreu. - Tem alguma maneira de entrar em contato com alguém dentro do prédio em caso de emergência? Eles têm alguns protocolos para isso? - Ela tirou um walkie-talkie no cinto dela e segurou. Supostamente com isto. Uso-o para checar uma vez por hora, e sempre recebo uma confirmação. Mas eu tentei quando esses caras apareceram, e não aconteceu nada. Acho que o cara que dirige as câmeras fez uma pausa. Ela tinha chamado por ajuda, e ninguém tinha escutado. As mãos de Dale enrolaram para punhos, e se obrigou a relaxar, respirando profundamente. - Isso é inaceitável. - Ele disse, tão calmamente quanto podia. - Você deve queixar-se. - Mas ela balançou a cabeça. - Não posso. Ela disse. - Eu preciso desse emprego. - Ela sorriu, sem nenhum humor. Lembre-se, eu estou quebrada. Ela estava tão para baixo sobre isso. Deu-lhe vontade de embrulhá-la em seus braços e dizer-lhe para não se preocupar... que era ridículo. Ele não era o tipo de homem que sussurrava palavras doces para os ouvidos das mulheres.


Mesmo se ela sendo tão bonita, que chegava até doer seus olhos. A maneira que seu cabelo escuro caiu suavemente ao redor de seus ombros, as curvas que ele podia ver sob o uniforme, a inclinação do nariz sob os olhos grandes, marrom-chocolate... - Há alguma coisa que você precisa? - Ele perguntou, ao invés de dizer isso em voz alta. - Fez... alguma coisa que precisa de ajuda? Ela era obviamente inteligente e capaz— mais capaz do que "um corpo quente em um uniforme." Talvez tivesse havido alguma crise que forçou a aceitar este emprego— roubo, incêndio, despesas médicas? Ela deu de ombros. - Nada mais do que tem acontecido com qualquer um. Eu fui despedida, candidatei-me a cada trabalho que estava aberto, e este era o único lugar que me contratou. Eu tinha uma poupança por um par de meses e que tive que usar praticamente todo o meu dinheiro. - Ela deulhe outro sorriso triste e infeliz. - É a vida às vezes. Dale foi simultaneamente impressionado com sua coragem calma, determinada e furioso que ela tinha sido colocada em uma situação onde ela precisava dele. Ele nunca tinha experimentado nada parecido que ela tinha passado— ele sempre teve o orgulho atrás dele, se ele precisava delas. Ele queria perguntar de onde a família dela era, por que eles não estavam ajudando, mas ele já tinha lhe bombardeado com muitas perguntas pessoais por uma noite. Especialmente numa noite como esta. - Peço desculpa. - Disse ele baixinho, também disse. - Eu prometo que nós poderemos resolver as coisas com a classe. Ele queria prometer muito mais. Você acabou de conhecer essa mulher, Dale! Ele disse a si mesmo. Seu leão infelizmente ficou mexido com isso, e ele tornou tomar outra respiração profunda. - Acalme-se. Ele não era normalmente uma pessoa espontânea — Lynn já olhava para o lado para ele sobre a adição de última hora para a classe. Ele não sabia por que ele de repente queria entregar Sam a lua se ela dissesse que ele precisava. Ela é um ser humano, ele se lembrou. Ele não gostava das mulheres humanas. Foi uma má ideia de todo o lado, mesmo se soubessem que ele era um leão.


- Eu realmente aprecio isso. - Disse Sam. Ela olhou para o telefone dela. - É hora de entrar e preencher papelada. Já, já eu saio... - Posso acompanhá-la em casa? - Ele perguntou imediatamente. Obrigada. - Ela disse, e ele relaxou quando ela caminhou até a porta e digitou um código de tempo— há muito tempo, ele observou, para ser uma rota de fuga fácil se ela fosse atacada novamente. O que ela pode ser a qualquer momento. Ela voltaria para este trabalho amanhã à noite, ele sabia que era perigoso. Ele não queria deixá-la— ele não queria deixá-la debaixo de olho em tudo, e isso incomodava. Dale sempre acreditou em relacionamentos sérios, não em atrações rápidas. Ele nunca tinha tido uma reação tão forte para uma mulher que ele mal conhecia antes. Havia um monte de metamorfos que ainda acreditavam em companheiros destinados e amor à primeira vista, mas sob seu ponto vista, Dale achava que muitas vezes era apenas uma desculpa para pular na cama com alguém, eles pensavam que era atraente. Só porque Sam é linda, inteligente, determinada e corajosa, não significava que ela seria sua companheira ou seu verdadeiro amor. Ela era apenas uma pessoa que foi ajudada a sair de uma situação difícil, e que tinha uma vida em processo. Isso era tudo. E ela era humana, então mesmo que ele quisesse conhecê-la melhor, seria uma má ideia. Sam saiu pela mesma porta após alguns minutos, tomando cuidado e se certificando que tudo fosse trancado atrás dela. – Ok. - Ela disse. - Eu escrevi o que aconteceu com a papelada e contei tudo o que aconteceu para Jerry— o cara que assiste as câmeras— porém não sei dizer o quanto ele se importou. - Ele não se importou que você foi quase atacada? - Dale perguntou descrente. Sam se encolheu um pouco. - Acho que ele pensou que eu estava exagerando, porque eu estava com medo. E é verdade que não há nenhuma maneira que eles teriam entrado no prédio. Eles precisariam do código para isso. - E você nunca teria dito-lhes qual era. Isso foi algo que Dale tinha certeza, mesmo que ele só tivesse a conhecido há menos de uma hora.


- Vamos? - Ele disse, ao invés de reclamar sobre isso ainda mais. A integridade de Sam... era admirável. Sim. Admirável. Isso era tudo. - Sim. Só queria que você soubesse que... - Disse Sam e começou. Foi uma grande caminhada, e o céu já estava claro quanto eles saíram, na maior parte em silêncio. Dale encontrou o olhar de Sam quando o sol começou a espreitar no horizonte, iluminando o rosto dela e pegando vermelho-ouro evidenciando o cabelo dela. - ... não quero ser ruim no meu trabalho. - Sam terminou dizendo suavemente após terem caminhado por quinze minutos ou mais em silêncio sociável. - Eu quero te agradecer, muito sinceramente, Obrigada por me dar a oportunidade de corrigir isso. - Não a nada que realmente você precise me agradecer. - Dale disse, um pouco desconfortável. - Eu sou na verdade um co-proprietário do estúdio. Eu não estarei quebrando nenhuma regra ou causarei nenhum problema em levá-la. Ela o olhou de relance rapidamente pelo caminho. Mesmo na luz solar recém-nascida, seus olhos eram de um marrom escuro, escuro. - Talvez não seja um grande negócio para você, mas é para mim. Eu sempre tentei fazer o meu melhor em tudo, e— acho que só fiquei desanimada ou algo assim, mas eu realmente não estava tentando com isso. A classe é uma oportunidade de tentar, então eu vou te agradecer por isso, mesmo se não houver nenhum problema. Ela era tão sincera. Ele desejou que pudesse colocar seu braço ao redor dela, enquanto caminhavam, puxá-la ao seu lado e beijar o topo de sua cabeça. Ele queria segurar a mão dela. Que tipo de idiota romântico ele estava virando? Ele nunca tinha se sentido assim antes em sua vida, nem por ninguém. O problema todo era que ele havia gostado dessa sensação.


Sam estava muito, muito triste de ir para casa como uma pessoa normal. Ela sabia o quanto queria vê-lo todas as manhãs. Mas depois que ela tinha cronometrado, ela atingiu duramente. O ataque do nada, depois de uma longa noite de estar deprimida, congelada e sendo resgatada... pelo cara lindo andando ao seu lado. Havia um tempo que Sam teve um namoro, seu último namoro tinha sido antes de ser despedida. Não era "sexy" ser "desempregada e, possivelmente, logo evoluiria para ser uma “sem-teto”, depois de tudo. Mesmo quando ela estava empregada, sua vida amorosa não era muito agitada, não tinha muitos homens inclusos, ela nunca tinha estado com um homem tão atraente como Dale. Ele com certeza deveria ter uma barriga tanquinho, músculos nos lugares certos, e era lindo quando se tornava um leão. E agora que o sol estava nascendo, ela podia ver que seus olhos eram de uma cor incrível, um âmbar claro manchado de ouro. Dava água na boca só de olhá-lo. E, claro, ela estava exausta, ainda estava um pouco nervosa, e ainda estava usando seu uniforme de guarda de segurança. Um par desajeitado de sapatos, calças disformes e jaqueta quadrada que não valorizavam sua forma curvilínea-extra. Ela sabia que não era a ideia de um encontro atraente agora, mas queria estar um pouco mais bem vestida. Por um segundo, ela se deixou fantasiar sobre ser o tipo ideal de mulher que poderia sair com Dale. Essa mulher deveria ser alta, e com certeza seria magra e esbelta, ela provavelmente faria artes marciais também, então ela seria um pouco musculosa. Ela trabalharia em algum lugar de alta potência, seria brilhante e confiante. E sem contar que ela deveria ser uma Leoa. Não uma gordinha, triste, sem dinheiro, e com sérias falhas de segurança. Pare com isso, ela disse a si mesma. Ela trabalhou duro para


chegar onde estava, se comparasse com seu antigo emprego, ela já havia evoluído bastante. Não era vergonha em trabalhar onde ela estava, e sem contar que ficaria nesse emprego até que conseguisse um melhor. Ela ainda estava melhor do que a maioria de sua família. Tudo o que ela precisa fazer é cuidar de si mesma, seguir em frente e ir trabalhar todos os dias, e ela estaria bem, eventualmente. Ela teve literalmente um golpe de sorte esta noite, ser encontrada por um metamorfo leão cavalheiresco, que esteve lá disposto para salvá-la, tinha sido uma oportunidade de um-em-um-milhão. Ela estava com um excesso de adrenalina por ter sido quase atacada por quatro homens, e também estava um pouco intimidada por Dale e seu leão super-quente, auto aristocrático, que eram tudo. E sem contar que Dale estava sendo incrivelmente bom para ficar com ela para o resto da noite e caminhar a pé até o caminho de sua casa, perdida em seus pensamentos, ela então percebeu que já tinham chegado. - Esta é minha casa. - Ela disse a ele, em frente a porta dela. - Oh. Bom. - Disse ele um pouco sem jeito, então, continuou. - Cuide-se, tá bem? Você passou por muita coisa mais cedo. Coma uma boa refeição, tenha um bom descanço, durma um pouco. - Claro mãe. - Ela não poderia deixar de brincar com ele. Ele corou um pouco. Foi ainda mais adorável de vê-lo. - Só quero que você fique bem. - Disse Dale. - Você fez que eu ficasse bem. - Ela disse. - Estou em casa, e a salvo. Eu irei na quinta-feira. - E então, ela não pôde evitar de perguntar. - Você estará lá? - Oh, sim. Eu definitivamente estarei lá. - Ele deu seu sorriso sutil. - Então eu o verei na quinta-feira às sete. - Ela disse e entrou.


Dale foi trabalhar ainda com Sam em seu pensamento. Ele esperava que ela ficasse bem. E ele realmente esperava que ela aparecesse na quintafeira. Dale de repente percebeu que caso ela não viesse, ele não teria nenhuma forma de entrar em contato com ela. Ela não havia dado o número de seu telefone, e ele não tinha um endereço de e-mail ou qualquer coisa. Se ela não aparecesse, suas únicas opções seriam aparecer no seu local de trabalho, que foi um pouco assustador, ou em sua casa, que era ainda mais assustador. Se fosse o caso de ir até algum desses locais, ele iria atravessar aquela ponte, Dale pensou firmemente. E certamente não seria muito assustador parar naquela esquina da rua onde ela ficou de guarda durante seu ataque, ele iria uma vez e não mais, caso ela não viesse para a classe. Então, ele a deixaria em paz. Porém ele não queria pensar nessa alternativa, porque tanto quanto ele sabia, ela viria na quinta-feira. Deus. Ele estava agindo como um adolescente que estaria tendo seu primeiro encontro. Normalmente, Dale não se preocupava com essas coisas— ele descobria o que precisava ser feito e prontamente já fazia. Então, tudo bem. Ele faria o que precisava ser feito. Quando ele chegou ao estúdio, passou pelo escritório de Lynn. Com certeza, ela já estaria ali, mesmo que fosse apenas 07:30. Ela estava inclinada sob alguns papéis com uma mão segurando seu cabelo sal e pimenta que estava envolta do rosto dela. – Ei- Ela disse. - Estás atrasado hoje. - Surgiu um imprevisto. - Dale disse vagamente, desde que ele não estava disposto a mentir sobre o encontro com Sam, ele ignorou a maneira


que as sobrancelhas de Lynn subiram. Antes que ela pudesse questioná-lo, ele foi para uma distração garantida. - Eu quero falar com o Alan Chapman hoje. Quando poderia encontrá-lo? O olhar de Lynn aguçou imediatamente. - Eu enviei para ele três emails esta manhã. - Ela disse. - Ele está metendo o nariz na vitrine do mês que vem, ele tem opiniões sobre a reunião de orçamento, ele quer chamar a atenção sobre os aplicativos que estamos trabalho— anual do devemos nos mover para um novo edifício? E-mail anda por aí e ele é enviado para fora de seu habitual manifesto de dez páginas sobre as opções de imóveis na cidade. Ele disse que parou por hoje mais tarde. Para fazer o quê, não sei. - Ele acha que pode fazer o que quiser. - Dale disse sombriamente. - O homem não pode estar no controle de tudo. Alan Chapman era o maior espinho no sapato de Dale— ele queria ser o alfa do grupo, e ele estava furioso com o pai de Dale, pois este tinha passado a posição para ele. Porém ele sabia que não era páreo para pedir uma luta de desafio contra Dale, e que Dale teria a maioria do apoio do grupo em todo o caso, então ele se satisfazia em somente causar problemas. - Então ele deveria investir em terapia e parar de descontar em nós. Disse Lynn. - Ele tem coagido até a pobre Dawn. O vi almoçando com ela semana passada, e ela estava o olhando com aquele tipo de olhar de menina sonhadora. Dawn trabalhou na recepção no estúdio e ela esteve atrasada com seu processo de transformação— tendo sua primeira transformação apenas recentemente. Ela não tinha muitos amigos e ainda estava tentando se encaixar com os adultos do grupo. - Devo avisá-la sobre ele. - Disse Dale, mas Lynn balançou a cabeça. - Às vezes é como se você nunca foi um adolescente, Dale. - Ela disse. - Isso vai apenas fazê-lo mais interessante. Por sorte ela vai descobrir que ele é um nojento por conta própria, mas nunca há uma garantia. - Ninguém deve ser capaz de não ver que Alan Chapman é viscoso. murmurou Dale.


Lynn revirou os olhos. - Você diz isso porque fica todo o tempo com essa parte de treinamento e pouco aqui no escritório. Dawn não tem muita paixão por artes marciais. Não me surpreende que ela ache que o Alan é interessante— praticamente não vive na luta. - Ultimamente ele tem sido, tem feito mais essa parte da luta. - Disse Dale. - Você disse que ele vem hoje? Quando? - Não sei. - Ela diz. - Ele está assombrando o lugar ultimamente. Quem me dera saber alguma forma de descobrir o que ele está tramando. - Tente falar com o Freddie. - Aconselhou Dale. Freddie McMillan foi a coisa mais próxima que Alan tinha de ter um fantoche no grupo. Dale tinha tentado mais de uma vez tomar o lugar do Alan como mentor de Freddie, para avisá-lo que o Alan não era um bom homem para ajudá-lo em seus treinos e muito menos que sigam seus passos, mas Freddie tinha muitos horários de treinamento rigorosos e nunca tinha tempo o suficiente. Ele gostava de Lynn mais do que Dale, pelo menos. - Vou ver o que posso fazer. - Disse Lynn. - Não há garantias, embora. - Eu entendo. - Dale hesitou e em seguida, passou rapidamente. - Eu também queria que soubesse que você terá uma nova aluna na quinta à noite. - Estamos cheios. - Lynn se opôs, franzindo a testa. - Você já assinou? Ela não pode esperar até a classe do mês que vem? - Não. - Ele disse. - Ela trabalha de segurança, sem qualquer formação, ela sai toda a noite para a rua. Ela precisa obter algumas instruções básicas mais rápido possível. As sobrancelhas de Lynn subiram quase até o seu cabelo. - Como você conheceu esta mulher? - Não é... - O que? Importante? Relevante? Foi importante e relevante. - Eu prefiro não discutir. - Ele disse, que era pelo menos verdade. Ele não sabia se Sam iria querer que todos soubessem como eles se conheceram, e que ficaria sob a atenção das pessoas se a história fosse ao redor do estúdio.


A maioria das pessoas não teria pensado isso, mas leões poderiam ser terríveis fofoqueiros. - Então você quer dar tratamento especial a uma mulher misteriosa que trabalha de segurança privada. - Boca de Lynn estava tremendo. - Você nos diria se ela trabalhasse como uma espiã, certo? - Fique quieta. - Ele disse sem calor. - Ela não é misteriosa, e muito menos uma espiã. - Qual é o nome dela, então? - Lynn inclinou-se em sua mesa, parecendo mais uma leoa a cada segundo. - Samantha. Sam. - Dale disse pensando para o futuro próximo. - Há mais uma coisa. Não haverá cobranças para ela. - Não cobrar dela? - Lynn perguntou, incrédula. - Eu sei que estamos muito melhor desde que você assumiu depois de seu pai, mas se começarmos a deixar as pessoas a ter aulas de graça, isso vai mudar. - Apenas nesse caso. - Dale colocou uma pitada de comando alfa em sua voz. Lynn levantou as mãos. - Ok. Mas você entende que até mesmo suas ordens alfa não vão me impedir de ver o que Sam tem a dizer sobre toda essa situação. - Só— não vá interrogá-la. - Disse Dale. - Oh, não se preocupe. - Disse Lynn. - Vou tratá-la como ouro, eu prometo. E eu vou ensiná-la a lutar em um piscar de olhos. - Isso é tudo que peço. - Dale disse e saiu do escritório. No corredor, ele passou as mãos pelo seu cabelo e suspirou. De alguma forma, ele já até imaginava que no mais tardar até a hora do almoço já haveriam especulações sobre a existência de Sam existência. Mas Lynn iria cuidar dela, e isso era tudo o que importava.


Sam foi cedo para o estúdio na quinta à noite, no caso dela ter que assinar algum documento ou alguma coisa antes da aula. Significou que ela teve que levantar cedo em sua noite de folga, embora fosse o mês de novembro, ainda estava escuro quando ela saiu da cama às 5:30 PM.

Lá estava ela em frente ao estúdio— Lutar com orgulho, ela leu a placa, e riu um pouco o trocadilho— já eram seis e meia. Havia uma jovem sentada à mesa na entrada, e Sam sorriu com confiança tanto quanto poderia se aproximando. A garota lhe deu um sorriso doce e amigável de volta. – Oi. - Ela disse. - Posso ajudá-la em alguma coisa? - Oi, eu tenho uma aula para começar esta noite. - Disse Sam. - Meu nome é Samantha Holt. Dale Addison pediu que viesse aqui há alguns dias atrás... - O que era tecnicamente verdade. Os olhos da menina se alargaram. - Oh, você é a Samantha! Claro, claro. Você fará as aulas noturnas com Lynn, então você tem tempo de sobra para preencher seu formulário de adesão. - Formulário de Adesão? - Sam perguntou, de repente não tendo certeza. Adesão soava como algo que tinha taxas inevitáveis. - Talvez eu devesse falar com Dale... - Ele está ocupado agora, mas ele tomou conta de tudo. - Disse a garota. - Já está tudo pago, você só precisará preencher as informações de registro e terá tudo pronto. - Oh. - Disse Sam, tudo pago. Bem, mas Dale tinha dito que ele era coproprietário, então Sam esperava que ele não tivesse que pagar qualquer


dinheiro real em seu nome. Ela pensou em insistir em vê-lo de qualquer maneira e certificando-se, mas... Ela havia sentido medo a noite toda, desde o ocorrido, sempre tensa e esperando aqueles caras voltassem. Mas, nada tinha acontecido, ela ainda estava muito esgotada por meio do seu turno... e então demasiada ansiosa para cair no sono quando ela chegou em casa. Ela não podia continuar assim. Ela pelo menos precisava de algo para ajudá-la a se sentir melhor e mais protegida, ela queria aprender a lidar com aquele tipo de situação, caso acontecesse outro ataque, para que ela possa continuar a viver a vida dela. - Ok. - Ela disse. - Vamos aos formulários. - Grande! - A menina produziu algumas folhas de papel e entregou a ela. - Eu sou Dawn, a propósito. É maravilhoso conhecê-la— Dale disse coisas boas sobre você. Sam ficou com seu rosto vermelho escuro. Ela se perguntou se essa garota jovem magra era uma parte do grupo. Será que contratariam nãoshifters no estúdio? Aquilo não era da conta dela. Ela distraiu-se preenchendo os formulários. Nome, endereço... contato de emergência. Ela hesitou por um segundo e então colocou a mãe dela. Ela gostaria de saber se algo acontecesse se sua família, ou melhor mãe apareceria, pelo menos. Dawn saiu se desculpando por um segundo enquanto ela terminava de preencher os formulários, e quando ela retornou, estava acompanhada por uma mulher mais velha vestida com roupa de treino. - Lynn Callahan. - A mulher disse, estendendo a mão. - Ouvi dizer que você é minha nova aluna. - É isso mesmo. - Disse Samantha, gostando da atitude de Lynn. - Peço desculpa por ser tão de última hora. - Sem problemas. - Disse Lynn. - Qualquer amigo de Dale é amigo nosso.


- Você tem que nos dizer como você fez amizade com ele, porém... Dawn disse, inclinando-se para frente. - Ele é um viciado em trabalho, ele nunca faz amigos. - Dawn. - Disse Lynn— não agudamente, mas com autoridade. - Sinto muito. - Disse Lyn a Samantha. Porque? Sam se perguntou, Será que Dale não teria algum amigo? As pessoas do grupo não contam?... - Dale me ajudou a sair de uma situação difícil. - Ela disse, não querendo entrar em toda a história. - Ele sugeriu que eu fazer aulas de defesa pessoal seria uma boa ideia, para que algo como o que ocorreu, não volte a aconteçer novamente no futuro. Dawn abriu a boca, olhou de relance para Lynn e fechou a boca. Lynn disse. - Aulas de auto-defesa são sempre uma boa ideia para qualquer um. Você tem alguma experiência? Sam abanou a cabeça. - Completamente novata nessa área, desculpeme. - Não se desculpe. - Disse Lynn. - É para isso que existem as aulas, para ensinar às pessoas que não sabem. - Então, estou pronta para aprender. - Disse Sam. - É assim que se fala, garota. - Disse Lynn, em seguida, virou-se para um barulho de uma porta sendo aberta no fim do corredor. - Aí está você. Era Dale. Ele era tão lindo na luz do dia— era como se ele iluminasse o corredor apenas pela sua presença. O corredor definitivamente ficava cheio com ele— seus ombros pareciam mais amplos dentro de quatro paredes do que eles tinham para fora no aberto, e ele era mais alto do que ela lembrava. Ele não parecia muito feliz— e estava com uma linha de expressão entre as sobrancelhas vindo em direção a elas, rápido e decidido. – Lynn. Ele disse. - O que está acontecendo aqui? - Estava conhecendo minha nova aluna, não posso? - Lynn deu-lhe um sorriso alegre.


- Claro. - Dale olhou para a frente e para trás entre Sam e Lynn. Sam deu-lhe um sorriso incerto. Claramente havia algo acontecendo sob a superfície entre Dale e Lynn, e ela não tinha certeza se era sobre ela, ou o que. Mas por que seria sobre ela? Talvez Lynn tivesse ficado chateada com as aulas gratuitas. Sam esperava que não fosse o caso, mas se fosse, ela teria que falar com Lynn fora do alcance da voz do Dale e oferecer-se por fora. Ela não iria tirar proveito de ninguém. - Vamos. - Disse Lynn. - Hora da aula. Dale, Dawn, vejo vocês mais tarde. - Espere. - Disse Dale. - Sam, nos encontraremos depois da aula. Há algumas técnicas específicas à sua situação que quero mostrar-lhe. Sam suprimiu um arrepio. Ela já imaginou como seria aqueles ensinamentos, mostrando a ela como lutar, talvez colocando seus braços em volta dela, chegando perto... – Claro. - Ela disse, mantendo sua voz estável com um esforço. - Obrigada. - Será um prazer. - Disse Dale e dando-lhe aquele sorriso sutil. - Ok. - Disse Lynn. - Hora da aula, vamos lá! - É claro. - Disse Sam, correndo atrás dela. - Sinto muito. - Não se desculpe. - Disse Lynn novamente. - Dale tem uma tendência a ficar muito focado em uma coisa e esquecer de todo o resto. - Ele parece muito focado no estúdio. - Sam disse, imaginando se Lynn estaria disposta a dizer a ela alguma coisa sobre Dale. Tudo o que ela realmente sabia sobre ele era que é especialista em artes marciais, que ele era um leão e salvador de guardas de segurança em apuros. Não que ela não estivesse feliz de saber essas coisas. Mas ela gostaria de saber mais um pouco a respeito dele. - Ele é. - Disse Lynn a sério. - Ele assumiu o controle em uma idade muito jovem, mas você não saberia dizer como ele seria quando fosse o responsável. Ele pegou o negócio totalmente no vermelho, porém ainda de pé, mas agora estamos fazendo melhor do que já fizemos em quarenta anos.


Os olhos de Sam foram amplo. - O estúdio existe há quarenta anos? Lynn assentiu com a cabeça. - O Avô do Dale começou por volta dos anos setenta. É um legado de família, e Dale está fazendo um excelente trabalho, cuidando do negócio. Sam tinha muitas outras perguntas para fazer— porque Dale teve que tomar conta do negócio tão jovem? Onde estariam os pais dele? Eram todos do grupo envolvidos no estúdio? Será que Lynn é uma leoa?— mas todas pareciam muito invasivas e pessoais. Ela tinha algo mais a dizer, de qualquer forma, então ela parou em frente de Lynn na porta da sala de aula para dizer. - Sei que Dale mexeu alguns pauzinhos para trazer-me para esta classe. Eu disse a ele que eu não poderia pagar por isso, porém ele disse que cuidaria de tudo, mas eu sinceramente não quero me impor a você. Você é uma professora, assim você deve obter uma chance de decidir se quer ou não ensinar-me. - Lynn tinha a liberdade o suficiente para dizer a verdade se ela não quisesse Sam em torno. Lynn estudou o rosto de Sam por um segundo e então assentiu com a cabeça. - Obrigada por ter dito isso e pela oferta. Dale tem todo o direito de trazer uma estudante se ele desejar, e se eu tivesse algum problema com isso, eu falaria diretamente isso com ele, não com você. E parece que você precisa ter algum tipo de luta para fazer sua defesa pessoal, certo? Sam acenou com fervor. - Sim. - Então vamos entrar e começar a aprender como você deverá se manter segura. - Lynn abriu a porta e acenou para Sam entrar.


Dale já havia terminado de dar suas aulas do dia e estava sentado em seu escritório trabalhando ostensivamente na papelada, ele ficava verificando o relógio o tempo todo para ver se a aula de Lynn já teria terminado, quando houve uma batida na porta. - Entre. - Disse, sentindo uma sensação de mau agouro. Quando a porta se abriu, ele teve a certeza daquela sensação, era Alan Chapman. Ele estava vestindo um terno caro e gravata, e seu cabelo estava perfeitamente modelado; Ele havia cortado seu cabelo em tamanho curto, ao contrário da maioria dos leões, que gostavam de ter um pouco de uma juba. - Dale. - Disse ele. - Eu estava no bairro, e aproveitei para parar e ver como o estúdio estava fazendo, digo com relação da parte financeira. Dale respondeu - Desde quando você tem algum interesse financeiro em como está o estúdio. Chapman tinha oferecido investir, uma vez e outra, porém Dale sempre recusou, mesmo tendo o estúdio ainda à beira de um grande buraco de dívidas. Dinheiro do Chapman vinha com muitas amarras... - Meus interesses não são somente financeiros... - Disse Chapman, entrando e fechando a porta atrás dele. Sentou-se na cadeira em frente ao Dale. - Eu também queria ver como você estava. - Estou bem. - Dale disse categoricamente. - Não é o que o moinho de fofoca diz. - Chapman sorriu, olhando-o diretamente nos olhos. - Ouvi dizer que está apaixonado por uma garota humana. Dale num piscar de olhos. - Eu não es...— onde você ouviu isso? - Ao redor. - Alan disse vagamente. - Qual é o nome dela mesmo? Ah, Samantha? - O que importa para você, saber o nome dela? - Dale pediu firmemente. Ele queria insistir que Sam não era importante, que não havia razão para Chapman estar levando um interesse por ela, mas seu leão rugiu em protesto contra a ideia. Além disso, mesmo que estivesse disposto a


mentir, não era como Chapman acreditasse nele. O homem era um mentiroso nato. - Estou interessado em como você está, Dale. - Disse Chapman. - E estou interessado em como está o grupo. E se você encontrou sua companheira— - Ainda não encontrei minha companheira. - Disse Dale. - Não tenho qualquer interesse em encontrar uma companheira neste momento. Haverá muito tempo para isso no futuro. Lynn faz bem como Leoa alfa. - Ela certamente faz. - Disse Alan. - Bem. É bom saber. Especialmente desde que a garota é um ser humano. Agora. - Ele pegou sua maleta. - Eu vi via e-mail sobre de onde o estúdio vai para frente da casa surgiu novamente, e eu tinha algumas sugestões. Dale respirou profundamente. Isso, ele sabia como lidar.

- Tudo bem, isso é tudo por hoje, todo mundo. - Disse Lynn. - Vão para casa, até a próxima semana. Sam estava ofegante com todo o esforço feito, porém mais feliz do que ela tinha sido há muito tempo. Ela nunca tinha pensado de si mesma como uma pessoa preparada para tal exercício— já que era cheia de curvas, gordinha aos olhos dos outros— e algo como artes marciais sempre parecia totalmente fora de seu alcance. Mas Lynn tinha combatido essa ideia com o primeiro discurso que ela fez. As pessoas não podem pensar que não podem se defenderem, por causa de seus biótipos, seja sendo muito pequena, ou muito magra, ou muito gorda, ou qualquer coisa desse tipo. Artes marciais não se trata de ter um


corpo de modelo. É sobre aprender como usar o corpo que você tem para mantê-lo seguro, Lynn disse antes de iniciar a aula. Sam executou todos os movimentos conforme Lynn a ensinou. Ela iria executá-lo em sua memória todo aquele ensinamento.... E até foi capaz de pensar sobre a outra noite, pensado que do pouco que havia aprendido naquele momento ela poderia ter usado alguns golpes ensinados por Lynn contra aqueles quatro homens. Se um homem está tentando atacá-la, ele é provavelmente maior e mais forte. Talvez ele trabalhe fora, talvez ele exercite seus braços se são enormes. Mas você não pode exercitar as suas pálpebras. Você não pode exercitar o seu nariz ou ouvidos. Talvez você pode exercitar o seu lixo, mas não vai protegê-lo quando chegar a hora, disse Lynn... As outras mulheres tinham começado a rir, mas Sam tinha levado ao coração. Homens fortes nem sempre tinham pontos vulneráveis. Ela estava feliz que poderia aprender como fazer isso.

Ela pegou a respiração e esperou o grupo de mulheres saírem da sala de aula antes do limite à direita atrás deles. Ela queria perguntar a Lynn onde encontrar Dale. E quando ia fazer isso, ela olhou para a porta, e lá estava ele, a esperando no corredor. - Aí está você. - Ele disse, virando de onde ele tinha olhado para as novas colegas de Sam, deixando o prédio. - Você gostou da aula? - Sim, eu realmente gostei muito. - Sam disse com sinceridade. - Lynn é uma grande professora. Lynn foi firme e até um pouco ríspida quando falava, mas quando andou ao redor da sala de aula, ajudando as pessoas com suas posições, ela era muito gentil e tinha mãos cuidadosas. Ela explicava tudo claramente e fazia elas praticarem cada jogada repetidamente. - Aprendi muito. - Disse Sam, pensando sobre os movimentos que Lynn havia mostrado a elas. Ela realmente tinha.


- Que ótimo. - Dale sorriu um sorriso verdadeiro, completo. Deus, ele era atraente. - Está pronta para fazer um pouco mais antes de ter que ir para o trabalho? - Quinta-feira é na verdade minha noite de folga. - Disse Sam, voltando a sorrir. - Então não se preocupe em cansar-me. - Opa, será que soou um pouco como insinuações. Ela não quis que— ela esperava que Dale não tivesse se ofendido. E esperava também que pudesse banir a imagem de um Dale “cansado para sair” da sua cabeça um dia antes de amanhã de manhã. Dale não parecia ofendido, pelo menos— ele ainda estava sorrindo. Grande. Essa sala de aula fica vazia durante a noite, vamos usá-la. Eu preciso pegar umas coisas, já volto. - Claro. - Ela disse o olhando sair. A bunda dele parecia incrível, mesmo em roupas de ginástica. Ele retornou rapidamente, segurando duas hastes de madeira curtas. - Aqui, não temos qualquer cassetetes reais e da próxima vez eu vou lembrar de pedir-lhe para trazer o seu próprio, mas podemos rever alguns movimentos básicos com estas. Desde que você tenha uma arma, você deve realmente saber como usá-la. - Soa bem. - Ela assumiu o controle que ele entregou a ela. - Na outra noite, eu tive algum sucesso com isso. - Lembrou-se com satisfação, que tinha conseguido conectar o cassetete no estômago do cara. - Mas em todo momento temi que eles o tirassem de mim. - Este é um grande problema de ter uma arma, sem formação. - Disse Dale sério. - Ela só se torna a arma do seu oponente. Sua arma deve trabalhar para você. - Ok. - Ela disse. Por algum motivo, a maneira que ele disse que a arma era... foi de uma forma quente. Ela tentou ignorar a sensação e levantou a vara. - Como nós faremos trabalhar para mim? - Em primeiro lugar, se você não estiver sendo usada, mas você quer estar pronta, você deve levantar descansando contra seu ombro. - Ele demonstrou, com o pau no ombro direito, e ela copiou-o. - Dessa forma, seu oponente não conseguirá agarrar— a menos que ele esteja atrás de você,


atente para isso— e estará pronta para balançar com espaço suficiente para pegar impulso. - Certo, entendi. - Agora, já nesta outra posição, quando você balançar, você já acumulará poder. Você irá balançar para a frente, e siga por trazê-lo ao ombro oposto. - Ele demonstrou— a vara fez um barulho estridente swish quando veio para baixo e então para cima através de seu peito para o ombro esquerdo. Sam estava concentrada no movimento da vara... em vez de ficar olhando como amplo o peito dele era, e quão poderosos seus ombros eram, ou como grande sua mão parecia na vara comparado a dela. - Agora você está em uma posição para balançá-lo imediatamente, de uma posição revés. - Dale continuou a demonstrar o balanço no sentido oposto, trazendo o bastão atrás de seu ombro direito quando ele fez. - Vê? Sam acenou com a cabeça. - Eu vejo. - Ok, agora é sua vez de experimentá-lo. - Disse Dale. Sam balançou o pau para baixo de seu ombro tanto quanto ela poderia, terminando o balanço no ombro esquerdo e então inverteu. Ela foi surpreendida em quanto dinâmica e força. - Muito bom e você conseguiu uma boa velocidade. - Dale aprovou, ohando para ela. - Muito bom. Porém o ângulo de seu balanço precisa de um pequeno, embora— posso? - Sim, com certeza. - Sam inalou quando ele chegou mais perto e sentiu seu cheiro— algo levemente picante e muito masculino. Então ele pegou a mão dela— quase envolvendo-a, pois a mão dele era muito maior. - Agora, imagine como se você estivesse balançando-o como uma raquete de tênis. - Ele estava simulando com sua mão. – O que é compreensível, mas torna muito mais fácil para alguém para batê-lo fora de sua mão. - Ele trouxe sua mão esquerda ao redor de seu corpo e começou o balanço com isso. A mão dele bateu o pau torto, quase fora de seu punho. Claro, que poderia também ter sido porque ele tinha seus braços ao redor


dela e foi murmurar no ouvido dela, e isso foi tornando-se difícil para ela se concentrar. Ela tentou novamente se concentrar e manter sua respiração estável. Mantenha-se calma, ela lembrou-se. Ele está apenas sendo simpático. Ele está ensinando-lhe algo, preste atenção! Mas ele cheirava tão bem. - Em vez disso. - Ele disse, sua respiração fazendo cócegas em sua bochecha. - Você quer tentar balançá-lo como uma faca. Finja que você está tentando bater em algo com a ponta afiada da lâmina, não o lado liso do mesmo. - Ele trouxe sua mão suavemente de volta para seu ombro e começou outro balanço, desta vez para fora e para a frente em direção um alvo invisível. Os dedos dele em um caloroso aperto e desta vez ele seguiu no balanço, trouxe a vara de seu ombro esquerdo— agora literalmente no colo envolto em seus braços, só por um segundo— e então guiou através do balanço de revés. Seu peito musculoso foi pressionado contra suas costas.

Sam estava considerando nomear-se para a santidade, porque o fato de que ela ainda não tinha virado para trás, e nem tinha dado a volta em seus braços e o puxando para baixo para um beijo, com certeza foi um milagre. - Você aprendeu, ou quer tentar mais uma vez? - Ele disse em seu ouvido, sua voz baixa, aquecendo seu corpo. - ... mais uma vez. - Sam disse fracamente. Ela não estava brincando; Ela não sabia o quanto ela tinha aprendido, já que estava perdida em seus pensamentos. - Sem problema. - Disse ele. Ela não podia vê-lo, mas pensou ter sentido ele sorrir.


Foi incrivelmente difícil observar Sam e levá-la a praticar por conta própria, mas Dale conseguiu isso. Principalmente, ele conseguiu isso por si mesmo dizendo que ele não ia ser um instrutor assustador. Manteve um olhar cuidadoso sob quaisquer novos instrutores no estúdio, até mesmo membros do grupo, para certificarse de que ninguém estava aproveitando os estudantes do sexo feminino. Ele nunca tinha sido tentado a fazê-lo ele mesmo. Mas Sam... isto sim, havia sido difícil parar de tocá-la. Ainda mais sendo tão linda, tendo curvas e pele macias, ele sentiu que eram incríveis, foi tocando seu feltro no lugar certo. E ele tinha certeza que ela se inclinou um pouco quando ele tinha os braços em sua volta. Ela virou seu rosto em direção a ele, quando ele tinha falado no ouvido dela, e ele quis beijá-la, aconchegar-se no seu ouvido para o pescoço, onde o cheiro dela era mais forte. Obviamente, ele não fez. Ele tinha algum autocontrole. Mas ele queria e muito. - Bom. - Disse ele, enquanto assistia Sam praticando seu movimento. - Isso parece muito bom. - Às vezes as mulheres ficavam hesitantes para colocar toda a sua força em exercícios, mas Sam não tinha esse problema. Claro, ela tem que aprender rápido e precisa usar toda a sua força para se defender. - Ok, pare por um segundo. - Ele disse, movimentando-se para o canto para obter um bloco de prática. Ele voltou e montou-se na frente de Sam. Ela esperou, a vara no ombro direito, a postos. - Quero que tente bater, bem aqui. - Ele bateu a almofada sobre o antebraço. Ela olhou-o em dúvida. - E se eu errar?


- Você não vai errar. Vamos lá. - A julgar pela precisão de Sam até agora, não havia como não conseguir bater no grande alvo a almofada prática apresentada. - Tudo bem. - Disse ela e balançou, sem hesitação. A vara golpeou contra a almofada com um impacto sólido e sem ter que ser dito, ela seguiu até do ombro esquerdo e voltou com um revés. Batida. Dale sorriu. Ela era esperta e aprendia rápido. - Isso é ótimo. Se você acertar um invasor, assim, ele não vai conseguir usar esse braço para atacála mais. - Se não houver mais deles? - Ela perguntou. Ele podia ver o medo se espreitar através dos olhos dela. Ela provavelmente deve ter ficado preocupada com isso a noite toda, se conseguiria usar qualquer das técnicas que estava aprendendo com sucesso em um homem, ela ainda podia estar vulnerável se houvesse mais de um. - Eles provavelmente irão se surpreender que você sabe se defender. - Ele disse. - Homens tem mania de esteriotipar o sexo feminino, que ao meu ver é uma grande burrice, mas a maioria dos caras não acham que uma mulher poderia se defender deles. Se alguns caras estão atrás de você e você quebrar um dos seus braços, bem, esse cara vai ser muito alto sobre isso, e todo mundo vai ser surpreendido. Irão aproveitar esse momento e correram. Ela assentiu com a cabeça a sério. Ele odiava que ela tinha que fazer estas perguntas. Era comovente vê-la tão empenhada, e triste por ela ter que se preocupar em se esquivar de ataques, ainda mais depois daquela cena, vendo aqueles quatro homens atrás dela na rua, mas era Sam, ela era corajosa... Ele queria oferecer-lhe a posição administrativa que eles estavam contratando para o estúdio, mas Lynn iria crucificá-lo. O trabalho era para ser assistente de Lynn, então ela iria a supervisionar as aplicações. Talvez agora que tinha encontrado Sam, ela seria a favor, no entanto.


- Volte para o presente. - Ele disse, para distrair-se de pensar em coisas que provavelmente não aconteceria mesmo. - Mais difícil desta vez. Ela não hesitou em tudo, desta vez a vara golpeou solidamente contra a almofada, bem no centro do seu antebraço. - Você tem um dom. - Ele disse. - Outra vez. Ela estava totalmente linda naquele momento— determinada e focada, vindo direto para ele com força e efeito. Ela era mais forte do que parecia e confortável o suficiente em seu corpo para usar cada pingo dessa força contra ele. - Você vai ser um inferno de uma lutadora se você se empenhar. - Ele disse calmamente, depois de ela bater de novo e voltar à posição pronta. - Não diga isso. - Ela disse, respirando com dificuldade. - Não estou mentindo. - Disse Dale, um pouco ofendido. - Não diria algo que não tivesse certeza e que não quisesse dizer isso. - Mas eu não estou... - Agora ela parecia desconfortável, mudando um pouco de pé a pé. - ... em forma. Ela provavelmente quis dizer que ela estava com mais curvas do que a moda atual de modelos pau-fino. Dale queria dizer-lhe, que ela era linda, mas não foi o que ela estava perguntando sobre. - Você é mais em forma do que você pensa que é. - Ele disse em vez de dizer o que pensou anteriormente. - Você não é fraca, por qualquer meio. E sua forma engana, de qualquer maneira. - O que você quer dizer? - Ela relaxou um pouco. - Você tem um bom senso de onde você está no espaço, tem uma boa precisão em seus ataques, e você quase nunca se descuida. É muito mais difícil de aprender isso do que construir músculos em um braço. - Disse Dale. Suas bochechas ficaram cor de rosa. – Obrigada. - Disse ela, e imediatamente mudou de assunto para. - Devo continuar a treinar? - Acho que você tem para baixo. - Disse Dale. - Embora você definitivamente deva continuar praticando por conta própria, até a segunda ordem. Talvez na próxima semana podemos trabalhar em experimentá-lo


um alvo em movimento. Por enquanto, talvez praticar um pouco do que Lynn ensinou você a fazer? Ela é uma ótima professora, mas uma coisa que ela não é, é ser um homem alto. - Lynn tinha geralmente entrado para dar algumas aulas para jogar com o atacante, de qualquer maneira. - Claro. - Disse Sam. - Nós podemos trabalhar principalmente sobre o que fazer se um cara se aproximar de frente. - Vamos fazer isso, então. - Dale se configurou em uma posição em frente a ela novamente. - Pronta? - Pronta - Ela disse, e ele veio até ela, movendo-se para agarrar o ombro dela. Ela levantou uma mão e foi direto para o olho dele, quase mais rápido do que ele teria sido capaz de bloquear. - Bom! - Ele disse, dando um passo atrás. - Tente novamente. - Desta vez, ele estava preparado, e quando ela foi para o olho dele, ele agarrou o pulso dela. Ela então torceu como Lynn havia mostrado, e ao mesmo tempo, seu calcanhar veio suavemente para baixo no pé dele. Ele a deixou ir. - Isso é impressionante. - Disse ele. - A parte mais difícil de tudo isto não é aprender os movimentos, é colocá-los em prática, com a velocidade necessária para contra-atacar o adversário de verdade. Não esperava que um aluno novo fosse capaz de usar dois movimentos ao mesmo tempo assim, tão demasiadamente rápido, em praticamente sua primeira aula. Ela assentiu com a cabeça. - Isso é o que disse Lynn. Que temos de praticar estas repetidamente, porque caso contrário não lembraremos de como fazê-las em uma situação de combate real. Tenho certeza que se você fosse um verdadeiro atacante teria mais dificuldade. - Mesmo em uma situação de prática, você fez melhor do que a maioria das pessoas teriam feito. - Ele disse. - Bom trabalho, sinceramente. - Obrigada. - Ela estava corando novamente. - Vamos tentar mais um pouco. - Disse ele, tentando evitar fazê-la ficar desconfortável.


O problema era que, os movimentos que Lynn passou na aula inicial envolvia ele levantar-se e fechar para o espaço de Sam, tentando agarrá-la ou empurrá-la contra uma parede ou batê-la no chão. E Sam foi levada com o exercício, o cabelo ondulado em torno de sua testa e seu peito arfando enquanto ela respirava, e Dale teve que ficar bem próximo dela, tocando o pulso, ombro, quadril, pescoço... Foi bom que ele foi usado para manter o controle sobre seu corpo, era tudo. Finalmente, ele abaixou-se para a esteira tentando fugir. Ele tinha pensado em pular este movimento, porque este, queria dizer que ele chegaria muito perto, mas ele não ia ser tão irresponsável quanto negligenciar a prontidão de auto-defesa de Sam, só porque ele estava ligado. Mas tê-la, espalhada abaixo dele, fixando seus ombros, sentindo seu peito suave, tendo seus olhares contra o outro.... - Ok. - Disse ele, e ele sabia que sua voz estava saindo mais como um rosnado, mas ele não podia ajudá-lo. - Lute, tente se desvencilhar. Sam começou a contorcer e torcer os braços dela, e ele estava prestes a lembrá-la que puxando seu aperto assim não ia fazer nada— quando ele sentiu o joelho direito entre as pernas. - Vou assumir que se continuasse a seguir com este movimento, eu iria com sucesso conseguir sair fora. - Disse ela, com um sorriso curvando seus lábios. Ela estava o provocando. Ela normalmente era tão calma e séria, com a maioria de seu humor sendo irônico ou auto-depreciativo. Vê aquele brilho no olhar dela quando pressionou sua perna direita contra o pau dele percebendo que estava endurecendo foi a gota d’água naquele momento. Ele não resistiu e abaixou-se beijando-a, provocando o sorriso e no momento que ele provou dela, sabia que não havia volta. Sam retribuiu-lhe imediatamente, sua boca abriu sob a sua. Ela habilmente torceu sua mão livre e envolveu seu braço ao redor de seus ombros, puxando seu corpo até o dele. Ele podia sentir seus seios, quadris, coxa ainda pressionando contra sua ereção... ele rosnou em sua boca e beijou-a mais ferozmente. Ela gemeu debaixo dele e estendeu a mão para puxar o elástico do cabelo dele, deslizando sua mão em seu cabelo para


obter mais dele. Ele puxou para trás apenas o suficiente para respirar. - Você gosta da minha juba? - Adoro. - Ela inclinou-se para outro beijo. - Homens com cabelos longos são uma... - Mais um beijo. - ... uma fraqueza. - Bem, bravo. - Outro beijo. – Linda. - Outro beijo. – Inteligente. - Outro beijo - porque ele tem um gosto tão bom? - Mulheres honestas são meu ponto fraco. - Disse Dale - Oh. - Ela disse, porém antes que ela falasse mais alguma coisa, ele fechou a boca dela com a dele, e envolveu seus braços ao redor dela e ela retribuiu. Porém, ele teve que emergir para respirar ou começaria a tirar a roupa. - Ei. - Ele disse suavemente em sua boca. - Hum? - Ela respondeu, levantando o queixo para colocar mais alguns beijos sobre os lábios. - Não podemos fazer nada em sala de aula. - Disse ele e foi aí que percebeu o que tinha dito. - Não é que você precise fazer o que eu estou sugerindo, ou nós poderíamos fazer tudo o que você está confortável a fazer... Agora era a vez dele corar, coisa que nunca fez. Sam parecia deixá-lo ficar embaraçado, ela estava deixando-o fora dele, no entanto. E ela estava rindo dele. Ele se afastou um pouco do corpo dela para que pudesse ver melhor. - É ok. - Ela disse. - Eu quero continuar. Mas acho que Lynn provavelmente não iria gostar do que poderíamos fazer aqui. Isso foi um balde de água fria. - Não, ela não gostaria disso. Na verdade, às vezes ela vem para verificar as esteiras antes que de ir embora. - Disse Dale. - Oh, rapaz. - E agora Sam estava rindo com força, com uma borda de constrangimento. - Não consigo nem imaginar o que poderia acontecer se ela entrasse.


- Com certeza teríamos uma palestra sobre respeitar o espaço de trabalho. - Dale disse. Ele estendeu a mão e puxou Sam para seus pés. Vamos lá, preciso ver, se há... - Ele parou. Ele estava prestes a dizer que havia algumas coisas que ele precisava cuidar antes de deixar o estúdio, mas ele foi atingido pela idiotice da instrução. Com certeza havia algumas coisas para ele verificar, porem ele estava diante de uma mulher linda, esperando por ele para irem embora. Nenhuma daquelas coisas eram tão urgentes que não podiam esperar até amanhã. E sem contar que seria incrivelmente rude, para não mencionar estúpido, manter Sam esperando ele terminar a papelada. - Não há nada que me prenda aqui por mais tempo. - Ele disse. E terminando ele perguntou a ela: - Sua casa ou na minha? - O que for mais próximo. - Ela disse. - Você mora aqui perto? - Bem perto. - Ele confirmou. - Pegue seu casaco e vamos. Espere. -Ele disse, e ela virou-se. - O que? - Ela perguntou, quando voltou para atrás. Ele beijou sua boca linda mais uma vez. - Ok, agora você pode ir pegar seu casaco.

Ela abriu um lindo sorriso. - Ok. - Ela virou para a porta, olhando por cima do ombro, quando saiu. Dale segurou a porta da sala de aula para ela e tentou não pensar sobre como ele estava agindo como um herói apaixonado burro em uma comédia romântica. Ele só não queria que ela saísse sem outro beijo. Certamente ninguém iria deixar de querer beijar essa boca tantas vezes quanto possível. Alguém não conseguiu, no entanto. É só ele. Assim que este pensamento o atingiu ele fez uma pausa com a mão no bolso do casaco. Se ele estava fazendo isso, se ele estava ignorando quaisquer obstáculos que viria num pacote chamado Samantha, ele queria que isso fosse de verdade. Ele não era o tipo de cretino que pegava as mulheres e depois as abandonavam. Ele queria um relacionamento.


Ele só esperava que Sam estivesse com esse mesmo pensamento.

Sam colocou seu casaco com um senso de irrealidade. Ela tinha sido tão segura que Dale estava apenas sendo simpático, que não queria que ela se machucasse. Que ele não poderia estar interessado em alguém na sua situação. Bem, ele era bom e ele não quer que ela se machuque, mas ela tinha sido completamente errada sobre o último, aparentemente. Ele beijava como um Deus. E ela mal podia esperar para tirar as roupas para ver todos aqueles músculos... ela tinha sido capaz de sentí-los durante a aula. Ela saiu para ir encontrá-lo e deu de cara com Dawn na recepção. - Oi! - Dawn disse. - Oh, Oi. - Ela disse, tentando encolher-se. - Ainda está trabalhando?

- Sim, estou terminando algumas coisas. - Dawn disse. - Os funcionários tendem a ficar por aqui depois do horário de fechamento. Dale e Lynn ficam sempre até mais tarde. Especialmente Dale. Ele praticamente vive aqui. - Sério? - Ela se perguntava como seria sair com um homem que já foi casado com seu trabalho. Talvez não tão grande. Bem, naquele momento Dale queria sair com ela. Ela ainda não conseguia acreditar que estava prestes a sair com ele. E que no caso, dele querer somente um divertimento, isso estaria... bem, seria um tempo divertido, ela pensou com firmeza. Ela ficaria feliz em se divertir com alguém tão lindo e agradável como Dale, e


seria uma boa memória no meio de um momento ruim de sua vida. Ela só teria que contentar-se com isso. Ela estava distraída com seus pensamentos, quando Dale apareceu pelo corredor. – Ei. - Ele disse, dando-lhe a versão real, cheio de seu sorriso. Ela sorriu de volta impotente. - Ei. - Ei - Disse Dawn, olhando para a frente e para trás entre os dois. Dale, você ficará por aqui, ou eu... - Pode fechar. - Dale não parecia longe de Sam. -A menos que Lynn ainda ficará por aqui. - Para já. - Disse Dawn. - Te...tenham uma boa noite, pessoal. - Disse Dawn sem saber o que dizer. - Obrigada. - Sam disse fracamente e cruzou seu braço com o braço oferecido do Dale, e saíram pelas portas do estúdio. O apartamento do Dale não estava realmente longe dali. Ela suspeitava que era mais fácil para ele viver próximo do estúdio dele. Mas não era só pelo trabalho dele, ou era? Tinha o grupo. Ela ainda não sabia quase nada sobre eles, mas Dale foi claramente dedicado a eles, e ele não iria querer estar longe se alguém precisasse de ajuda. E o estúdio parecia ser um tipo de centro para eles, ela tinha quase certeza que Lynn também era do grupo, eram todos leões. Fazia sentido. E sem dúvida mais um sinal dele ser um bom homem. - Aqui estamos. - Disse Dale, parando em um prédio de apartamentos. Ele abriu a porta deixando-a entrar, e foram subindo as escadas de madeira que levam para o andar de seu apartamento, este era espaçoso, e super iluminado. - Isto é lindo. - Sam disse, um pouco assustada. Em sua experiência, homens solteiros não eram melhores em decoração. - É principalmente coisas de família. - Dale fez um gesto para o mobiliário em madeira esculpido e as fotos nas paredes. - Tenho vivido sozinho. - Oh? - Ela perguntou, sentindo uma história.


- Lynn disse que precisava de um amigo. - Ele disse a sério. Sam começou a rir. Ela teve um sentimento de que a maioria das pessoas achavam Dale sempre sério e responsável, mas ele tinha um ótimo senso de humor escondido sob a responsabilidade. - Parece amigável. - Ela disse quando ela havia se recuperado. Sem dúvida, de certa forma, com folhas verdes aguçadas e uma espécie de planta em desenvolvimento com inclinação do tronco. - É muito amigável. - Ele disse. - Não tenho me mordido uma vez. - Ela riu novamente e estendeu a mão para puxá-lo para baixo em um beijo. E ela então esqueceu sobre o que estava rindo, porque sentiu as mãos de Dale deslizarem abaixo de seus lados para seus quadris, e puxá-la para mais perto dele, sua boca foi insistente contra a dela e sentiu as bochechas dela cor e queimado na boca do estômago. Deus, ela o queria, queria muito. - Venha. - Ele sussurrou em sua boca e puxou-a junto através de um curto corredor para seu quarto. Ele facilmente a levou e deitou-a na cama tirando os sapatos dela, um por um. E então eles estavam de volta na mesma posição que tinham sido no estúdio, com ele olhando para ela. - Você pode acender a luz?. - Ela murmurou. - Quero vê-lo. - Não poderia concordar mais. - Ele passou em um abajur. Os olhos dele assumiram imediatamente o brilho dourado da luz. Olhos do leão. Ela estendeu a mão para traçar a linha da bochecha, a mandíbula e inclinou-se para beijá-lo novamente. - Você é lindo. - Ela disse. - Eu sou lindo? - Ele parecia quase ofendido. - Você já se viu? Você já se olhou no espelho? Você é linda. - Os olhos dele rastrearam para baixo da face dela, para sua clavícula, e então abaixou-se para colocar um beijo bem no centro do seu peito. - Maravilhosa. - Ele murmurou novamente, bem na sua pele. Ele foi mais para baixo, beijando ao longo da linha de sua camisa. - Tire isso. - Ela sussurrou, incapaz de suportar mais. Ele olhou para ela, e seus olhos estavam pegando fogo. - Será um prazer. - Ele tirou a camisa por cima, metade-levantando ela com uma mão nas costas dela, e


puxou-a sobre a cabeça dela. Seu sutiã esportivo seguido, não ficando preso em seu rosto no caminho, como sempre ficava; como ele fez isso? Mas ela esqueceu de perguntar quando ele se inclinou para baixo para aconchegar sob os seios dela, sentindo a boca quente, molhada dele fechando sobre seu mamilo. - Ah. - Ela gemeu quando ele chupou delicadamente e depois. - Aaah! – Mais alto, quando ele deu-lhe um toque dos dentes. Ele levantou a cabeça, e ela voltou-se a ele para realizar um protesto. - Só para que saibas, ao contrário de minha planta, eu gosto de morder. É ok se não gostar, eu pa... - Não. -Ela disse rapidamente. - Não, não. Está tudo bem. Por favor, faça. Ele sorriu— Deus, ele era atraente, quando ele fazia isso— e inclinou a cabeça novamente. Ele jogou sua língua sobre o mamilo dela novamente, mordendo levemente, só um pouco mais difícil e no seu gemido estrangulado, recuou para beijar a pele entre os seios dela, se movendo em direção ao outro, para dar atenção ao outro também. Ele era tão bom com a boca, ela pensou, enquanto lentamente trabalhou seu caminho para baixo dos seios, indo em direção ao estômago dela. Ele gostava de atrasar-se em pontos sensíveis com sua língua macia, inventando sua contração muscular e prensando sua boca, e só depois que ele tivesse sugado beijos na sua pele ele mordia abaixo. Foi cuidadoso e afiado e intensamente amoroso, e a tirava fora de sua mente. Seus dedos brincavam com o cós de suas calças, mergulhando até o traço por baixo de sua calcinha, contra a linha de seus pêlos púbicos. Ela ergueu os quadris dela, insinuando, e ele agarrou seus dedos sob a calça e a calcinha e abaixou-os ao mesmo tempo, tirar-lhes sobre os pés de uma vez. Ele puxou fora as meias, e em seguida ela estava nua. - Sua vez. - Disse ela, olhando para ele, ao pé da cama. - Eu me recuso a ser despida só. - Eu não vou discutir isso. - Ele disse e se despiu da roupa de treino, com um movimento rápido. Seu peito e abdômen eram quase irreais, e ela estendeu a mão quando ele se arrastou sob ela novamente, espalhando suas


mãos sobre seu peitoral e até seu estômago. Os pêlos do peito eram apenas tão loiro como sua cabeça. Ele a beijou suavemente. - Eu acho que eu estava prestes a fazer alguma coisa. - O que... - Sam começou a falar, porém parou-se, ele estava dandolhe beijos no interior de um quadril, e depois o outro, lambendo em seu estômago e fazendo o empurrão de músculos e prazer fluírem dentro dela. – Oh. - Ela disse, a cabeça dela, voltando para o travesseiro. - Sim, “Ah”. - Ele disse, risos enchendo sua voz. Ele passou seus dedos lentamente para baixo de sua fenda, e ela ofegou se contorcendo quando ele tocou seu clitóris, esfregando levemente. Ele foi mais longe, até que ele estava esfregando só do lado de fora de sua boceta, e ela gemeu. - Eu gosto desse barulhinho. - Ele disse em voz baixa e áspera e então inclinou a cabeça e começou a lambê-la. Ele manteve os dedos esfregandoa apenas ao redor da borda do seu clitóris quando ele lambeu. Nenhum homem tinha feito isso para ela antes, normalmente eles mergulhavam e geralmente ela levava um minuto para ajustar e começar a apreciar. Isso era diferente. Com a língua dele atropelando o clitóris dela rápido, lambidas macias, e seus dedos pressionando sobre a base de seu clitóris, da borda externa da sua boceta, a pele fina só por trás, ela estava ofegante e levantando os quadris em todo momento. Então ele chupava o clitóris dela, difícil, e ela soltou um grito estrangulado. Sentia sua boceta aberta e dolorida, e tudo que ela queria era algo dentro dela. - Por favor. - Ela disse. - Por favor... - Mas ela não podia dizer nada mais. Ele entendeu, porém, ele empurrou dois dedos dentro, exatamente onde ela queria que eles estivessem, bem como ele estabeleceu os dentes assim, tão suavemente contra o clitóris dela, dando uma mordidinha em tudo e pressionando-a para baixo. Sam nunca tinha sentido tais sensações até este momento em sua vida. Ela sabia que ela estava sendo alta, mas ela não podia fazer-se silêncio— sua boceta estava apertando em torno dos dedos de Dale, e ele


foi lambendo-a através deles, sentindo cada vez mais os espasmos da boceta dela, dando mais e mais tempo com sua língua. Finalmente, começou a diminuir, até a boceta dela se contrair um pouco mais, e ela estava ofegante e sorrindo até o teto. Dale estava deitado dando beijos suaves na coxa dela, dedos ainda dentro dela. - Mais? - Perguntou-lhe, quando ela parou ofegante. - Mais? - Sam perguntou, incrédula. - Você fez mais do que eu esperava. - Que tipo de caras você tem saído? - Dale estava apreensivo. - Na minha opinião, isso é o mínimo que um homem deve oferecer. Você sabe que a maioria das mulheres não podem ter seus orgasmos apenas durante as relações sexuais. - Ele parecia tão indignado que Sam começou a rir— e quebrou no meio para um suspiro quando outro tremor pulsou através dela. - Eu sabia que... - Sam disse quando ela recuperou sua voz, tendo um tempo duro para acreditar que um homem estava fazendo este tipo discurso. - Não acho que a maioria dos caras fazem. - A maioria dos caras precisam educar-se. - Dale disse com firmeza. Ele acariciou seus dedos ao longo do interior da boceta de Sam, e ela engasgou. -Então, você quer mais? Eu pode fazer isso por um tempo, antes que de me ver cansado, acredite em mim. - Sam balançou a cabeça. – Não. - Ela disse. Eu quero você dentro de mim. Dale fechou seus olhos dourados por um segundo. - Você não é a única. - Ele disse quando abriu seus olhos. - Deixe-me apenas... - Ele puxou os dedos para fora, e Sam engasgou novamente. Ela assistiu-o desastrado para uma camisinha com os dedos escorregadios, e ela pensou que apesar de sua confiança calma, graciosa, ele era sexy como o inferno, ela o amava mais, quando ele estava sendo estranho. Espere. Amava? Então ele se virou, tendo triunfado sobre a camisinha, e ela tomou a decisão de colocar aquela pequena revelação de lado e pensar sobre isso mais tarde.


Ele beijou-a outra vez antes de fazer qualquer outra coisa— beijos longos, apaixonados, lento e profundamente exaustivo, ela quase esqueceu alguma coisa que estava acontecendo, ela estava tão presa na boca dele e tendo seus braços firmemente enrolados ao seu redor. Quando ele inclinou seus quadris para cima e pressionou-se lentamente dentro dela, porém, ela se sentiu mais escorregadia e aberta e mais quente do que ela já tinha sido. Envolveu as pernas em torno da cintura dele e arqueou seu corpo quando ele começou a pressão. Ela não conseguia se expressar naquele momento— era impossível descrever como era bom. Ela sempre achara o sexo um pouco exagerado, ficava feliz por ter um orgasmo sempre que pudesse, mas principalmente gostava pela oportunidade de se conectar com seu parceiro. Porém ela nunca tinha se sentido como estava sentindo ali, junto de Dale... sentia-se tão cheia de prazer, e o apertava em torno de cada impulso, segurando em seus ombros com os dedos, quando ela estremecia ao redor dele. Dale estava vendo a mudança na fisionomia dela quando mudou-se para dentro dela, alterando seu ângulo baseado nos sons que ela fazia, e não demorou para tê-la sob a borda, gemendo, dizendo. - Mais rápido, mais rápido, por favor... - Eu tenho você. - Ele sussurrou, e ele mudou para segurar o quadril com uma mão enquanto ele alcançou o outro entre eles e traçando sob o clitóris dela. Uma vez, duas vezes— Sam gritou em voz alta quando ela sentiu seu orgasmo pela segunda vez. E então Dale finalmente pareceu perder o controle; Ele a pressionava contra os travesseiros, dando impulsos mais fortes e mais rápidos sentindo os espasmos de Sam em torno dele, suor escorria de seus cabelos loiros, sua respiração entrando em calças duras de escurecimento. - Sam. - Ele disse, sua voz profunda e áspera. - Sam... Sam estava totalmente enrolada em torno dele, o segurando apertado, foi quando Dale deu um rosnado profundo que fez Sam tremer até os dedos dos pés.


Demorou um pouco para recuperar o fôlego. Dale continou a correr seu dedos ao longo do braço, do ombro para o cotovelo e de volta novamente; ocasionalmente ele dobrava a cabeça e colocava um beijo bem no centro do seu esterno. Sam acariciou o cabelo do rosto dele e pensou no quanto ela já o amava. Ela sabia que era muito cedo,— que esse sentimento era intenso demais, demais. Eles mal se conheciam. Ela não estava em posição de começar um novo romance, sua vida estava um caos, noites a trabalhar em um emprego que ela odiava. Mas não havia nenhuma forma de estar ficando longe dele. Ela o amava. Ela não acha que ela ia parar tão cedo. Depois de um tempo, ele desenhou em um longo suspiro, e ele disse, - Não sei o quanto você sabe sobre os metamorfos. - Não tanto assim. - Sam disse cautelosamente, não tendo certeza de onde iria com isso. - Metamorfos têm algumas crenças tradicionais sobre o amor. - Dale continuava a acariciar o braço dela. - Os leões em particular podem ser um pouco... muito entusiasmados sobre isso. Na minha opinião. Sam sufocou um riso; Ele disse que duram pouco como se ele tivesse tido alguns argumentos sobre isso. - O que você que dizer? - Disse Sam. - Shifters são suposto para ter almas gêmeas. Uma pessoa que você deve estar pelo resto da sua vida. Talvez. - Talvez? - Disse Sam


Dale virou a cabeça no ombro dela. - Eu nunca acreditei nisso. Já vi pessoas encontrarem seus companheiros, mas é obviamente apenas uma forma para levar alguém para a cama com eles. Meus... os meus pais disseram que foram acasalados, mas muito claramente foi uma mentira. - Peço desculpa. - Disse Sam, mantendo sua voz firme e calma. Ela queria saber mais sobre os pais do Dale, mas ela não ia fazer qualquer pergunta agora que percebeu que ele parecia ficar triste quando ele estava falando sobre eles. - É uma longa história. - Ele disse. -- Talvez eu vou te dizer mais tarde. De qualquer forma, as pessoas obviamente pensam, bem, eu gosto dessa pessoa e acho ela atraente, então já saem achando que eles são seu companheiro e não pensam nas consequências de dizer a alguém que eles estão ligados para sempre. - Você é uma pessoa que pensa em consequências. - Obviamente, disse Sam, claro que ela estava certa. Dale assentiu com a cabeça, seu cabelo escovando seu queixo. - Eu pensei que era uma coisa realmente estúpida. Sempre disse a mim mesmo que, mesmo que se eu me casasse, eu não tentaria enganar a pobre mulher deixando-a pensar que ela era minha companheira. Sam poderia sentir algo quente no peito— um sentimento cheio, feliz à espera para entrar na flor cheia. - Mas? - Ela perguntou, sua voz tremendo um pouco. - Mas eu estava errado. - Dale se retirou de seu ombro e olhou-a nos olhos novamente. - Eu nunca me senti assim por ninguém antes. Eu nem entendo. Não é só porque você é corajosa, engraçada, bonita, inteligente, e persistente, é que eu sei que eu iria cair no amor com você aconteça o que acontecer. É algo mais profundo. Você e eu juntos. Eu sei disso. Os olhos de Sam estavam embaçados, ela tentou piscar, seus olhos estavam enchendo de lágrimas. Ela mordeu o lábio, tentando se segurar, porque nunca chorava e ela não queria começar agora. - Eu... - Ela começou, e a voz dela quebrou.


Dale, se inclinou para baixo para beijar os cantos dos olhos dela, primeiro a esquerda, depois à direita. – Ei. - Ele disse suavemente. - Ei, está tudo bem. Eu não vou em qualquer lugar. Uma lágrima desceu por suas bochechas caindo sob o cabelo dele e depois outras mais caíram. Ela engoliu e puxou-o para que ficassem juntos o suficiente para dizer. - Eu te amo. E você está certo. Devemos ficar juntos. Dale beijou suas bochechas onde as lágrimas tinham se reunido, e então ele a reuniu em seus braços. - Eu amo você, também.

Eventualmente, eles tiveram que desembaraçar-se e levantar-se. Tome seu banho. - Disse Dale. - Eu vou fazer um pouco de comida. Você deve estar com fome. Sam estava com fome— já era hora do almoço para ela, e ela tinha comido somente um café da manhã ligeiro, não querendo ir demasiadamente cheia para a classe. Ela tomou banho no banheiro do Dale, lavou seus cabelos com o shampoo dele e saiu em uma nuvem de vapor que cheirava a ele. Ela pensou que podia cheirar a Dale para o resto do dia e sorriu. - Ei. - Ele disse quando ela saiu. - Não sabia se queria vestir a roupa de treino novamente, então trouxe uma camisa. É a menor que eu pude encontrar, mas ainda não é seu tamanho, desculpe-me. - Não se desculpe. - Disse Sam. - Eu sei que vocês acham que saindo com uma garota em uma de suas camisas é quente. Dale sorriu, surpreso. - Bem. Sim.


Ela apontou o T-shirt— era tão grande, metade-escorregou fora de um ombro. - Ficou bom? Seus olhos foram atraídos para o ombro nu como ímãs. - Quente. Disse ele. Ela o beijou. - Sua vez, para o chuveiro.

Enquanto Sam estava no chuveiro, Dale tinha preparado um monte de ingredientes para omeletes, e quando ela saiu, ele tinha Sam para escolher qualquer recheio que ela quisesse. - Bacon com certeza. - Disse Sam. Dale estava feliz em ouvir isso— ele odiava quando mulheres sentiam que precisavam comer como coelhos. - E queijo e cogumelos e espinafre. - Excelentes escolhas de todos. - Dale deixou cair o bacon em sua panela. - Tentei salvar o toucinho para ocasiões especiais e hoje definitivamente se qualifica. - Tentou? - Sam pediu, levantando suas sobrancelhas, obviamente tentando distrair do fato de que ela estava corando um pouco. Foi adorável. Ele encolheu os ombros. - Às vezes bacon é uma ocasião especial. Ela riu. - Eu definitivamente concordo. E tem sido um tempo desde que tive alguma coisa caseira como este. - Você não cozinha? - Dale perguntou e então percebeu como isso soou, e se corrigiu. - Não estou à espera que cozinhe para mim. Eu gosto de cozinhar.


Sam riu um pouco. - Eu sei cozinhar um pouco, mas eu nunca aprendi nada muito chique. E com trabalho à noite e não tendo muito dinheiro... faço um monte de arroz e feijão e um monte de sanduíches de manteiga de amendoim, que é tudo. - Ela deu de ombros. Dale quase fez uma oferta para comprar seus mantimentos. Todas as semanas para o resto de suas vidas. Ele provavelmente deveria esperar para falar sobre o modo de vida, até que eles estivessem um pouco mais juntos ao menos uma semana. - Venha sempre cá e coma o que quiser. - Disse ele, em vez disso. Em virtude de ter todos os ingredientes preparados, ele conseguiu seu próprio omelete feito rapidamente, tendo o suficiente para comer. Eles sentaram-se à sua pequena mesa de cozinha, joelhos escovando por baixo. - Então. - Dale disse, depois que Sam tinha tido algumas mordidas garantindo que ela gostou. - Há algumas coisas que devemos conversar em algum momento. Sobre o grupo. Os olhos de Sam voltaram-se a ele, de repente alarmado. - Se eu serei sua companheira, significa que tenho que ter algum papel no grupo? Eu não sou um leão! - Não sendo um leão vai limitar o que pode fazer na estrutura do grupo. - Disse Dale. - Mas você ainda terá alguma autoridade, porque você será minha companheira. Então você deverá atender a todos em breve, e podemos falar sobre que tipo de coisas você pode precisar ou quiser fazer. Na verdade, você deve falar com Lynn sobre isso, porque ela faz agora. - Ela pode continuar fazendo isso. - Sam disse com firmeza. - Não estou entrando e tomando o lugar dela, ou o de qualquer um. Não seria certo. - Isso é certo. - Disse Dale. - É como funciona o grupo. Mas talvez você e Lynn poderiam falar sobre isso e descobrir quais as responsabilidades que você se encaixaria. Sam parecia não ter certeza se queria quaisquer responsabilidades. Dale poderia entender— isto tinha sido colocá-la ali sem qualquer aviso. Mas ela reuniu-se rapidamente e perguntou: - Quantas pessoas existem no grupo?


- Atualmente trinta. - Disse Dale. - Nem todo mundo vive na cidade, ou vem ao estúdio regularmente, e há algumas pessoas que estão muito longe, fora do país e são, na sua maioria, somente os membros do grupo no nome. Então as coisas do dia a dia não são tão complicadas. Você viu como Lynn manteve Dawn em linha no outro dia. Sam acenou com a cabeça, sorrindo um pouco. - Isso é padrão alfa feminino. Mantendo um olho sobre os membros mais jovens, certificando-se que não fiquem fora da linha. - Oh. - Sam disse lentamente. - Eu poderia ser boa nisso, se eu tiver a chance de conhecê-los. - Então ela olhou para cima. - Se Lynn é a fêmea alfa agora, significa que você é o macho alfa? Dale assentiu com a cabeça. - Eu sou responsável pelo grupo. Tecnicamente eu deveria fazer todas as decisões de negócio— o grupo tem ativos, que são meio complicados— e mantendo todos os machos adultos em linha, enquanto Lynn lida com as fêmeas adultas, as crianças e problemas pessoais e/ou familiares, mas na realidade só dividimos tudo baseado em qual de nós é melhor capaz de lidar com isso. - Isso soa mais como hum... - Sam pausou. - Sexista? Dale assentiu com a cabeça. - Muitas das ideias tradicionais são assim. Eu prometo a você que fazer parte de nosso grupo não significa apenas ter bebês, e você não precisa fazer o que te digo. A menos que "você esteja em perigo. - Ele não podia ajudar adicionando. - Então você tem que fazer o que te digo. Sam acenou com a cabeça a sério. - Se eu estou em perigo, prometo fazer o que me disser. - Bom. - Dale sorriu. - Lynn quase nunca faz o que digo a ela. - Quantas vezes você tenta dizer a ela para fazer as coisas? - Sam pediu com ceticismo. - Quase nunca. - Dale balançou a cabeça. - Eu lhe disse para levá-la em sua aula, no entanto. E ela nem discutiu comigo. Acho que ela poderia dizer que você era especial.


Sam corou novamente e imediatamente mudou de assunto. - Então, que tipo de coisas têm surgido para Lynn ter que lidar com o grupo? Ou você. Eu só quero saber onde estou me metendo. - Compreensível. - Disse Dale. - Uma vez em uma lua azul, um dos membros mais jovens do grupo vierem a mudar quando não deviam, geralmente temos que vir e ajudar a acalmar as coisas, juntamente com seus pais se eles forem menores de idade. Desde que sou o alfa, nenhum membro do grupo machucou ninguém, mas se eles fizerem, nós teríamos que tomar conta das repercussões legais. Sam o olha. - Isto é mais sério do que argumentos ou crianças a sairem da linha, então. Dale assentiu com a cabeça. - Temos que lembrar que somos perigosos para os outros, e que vivemos em uma cidade, que também pode ser perigosa para nós. Lynn e eu também executamos a chacrinha mensal de grupo, que é anunciada como uma diversão trivial, mas nós sempre certificamos de falar com todos sobre quantas vezes eles estão tendo uma chance de mudar, se eles querem contar a alguém sobre o grupo, e quem é, e coisas assim. É importante verificar com cada membro único do grupo sempre que possível e intervir sob quaisquer problemas tão cedo quanto possível. - Há algum problema agora? - Sam perguntou inclinando-se para a frente, olhando sério. Ela não podia pensar assim, mas Dale poderia dizer que ela estava pronta para a responsabilidade de ser um alfa. Claro, essa responsabilidade particular... Dale hesitou. - É difícil de dizer. Sam levantou suas sobrancelhas. - Como difícil? - Um dos membros do grupo é difícil de definir o que ele é. O nome dele é Alan Chapman, e ele não é oficialmente envolvido com o estúdio— ele trabalha em algum centro de trabalho de negócios de alta potência, e prefere passar o tempo lá. Ele normalmente nos persegue por e-mail pelo menos algumas vezes por semana, contudo ele está tentando colocar dedos em nossos bens.


- Ele pode fazer isso? - Sam perguntou. - Tem qualquer direito legal como um membro do grupo? Dale balançou a cabeça. - Meu avô configurou tudo em seu próprio nome, e meu pai não ia ceder o controle a qualquer outra pessoa. Eu não queria continuar essa tradição, mas estive preocupado com Chapman por um tempo, então a única pessoa que tem autoridade para tomar decisões sobre os ativos do grupo é Lynn. - Sam acenou com a cabeça, satisfeita. - Mas ele quer o controle. Nunca entendi o por que, já que ele não gosta do estúdio e parece que a maioria dos membros do grupo, também não. - Dale balançou a cabeça. - Algumas pessoas são apenas assim. - Sam disse suavemente. - Tudo o que eles querem é o controle. Dale sabia disso muito bem. - Eu costumava esperar que eu poderia conquistar Chapman. - Disse Dale. - Mas ele queria assumir o grupo, depois que meu pai morreu, e ele nunca foi feliz por eu estar no comando. Mas a única maneira dele conquistar esse direito é através de um desafio. - Uma luta? - Sam pediu. - É um dos costumes tradicionais do grupo que nós estamos tentando modificar. - Disse Dale. - E realmente, não é uma boa forma para determinar se alguém será um bom alfa. Mas os mandamentos do alfa não é em absoluto, não é uma ditadura total, porque se não gostam do que estou fazendo, eles podem contestar minha autoridade. Sam franziu a testa. - Poderia ganhar deles? Dale abanou a cabeça, sorrindo, e Sam sentou-se para trás, procurando consolo. Então ela franziu a testa novamente. - Como é que você se tornou um alfa? Sam, obviamente, queria saber se ele teve que lutar com outra pessoa. Dale não sabia se a realidade era melhor ou pior. - Meu pai foi nosso último alfa. - Disse ele, tentando manter sua voz completamente mesmo. - Ele passou a posição para mim quando ele morreu.


- Oh. Me desculpe.- Disse Sam. Ela estendeu a mão e hesitou. Dale pegou e abraçou seus dedos com os dele. - A questão é que ninguém vai me desafiar. Nem mesmo Chapman, porque sou um lutador muito melhor do que ele é. - As artes marciais faz muita diferença quando você está em forma de Leão? - Sam perguntou, curiosa. - Não tanto quando você é um ser humano. - Disse Dale. - Ele ajuda a ser mais consciente de seu corpo e o que acontece, mais conscientes do mundo em torno de você e o que está fazendo. Ajuda seus tempos de reação e sua agilidade, não importa em que corpo está. - Huh. - Ela disse. - Acho que faz sentido. É melhor em artes marciais em forma humana, só porque é um metamorfo? Dale assentiu com a cabeça. - É por isso que eu nunca quis fazer torneios. Não seria justo. E quando estamos ensinando, é muito importante para nos lembrarmos que somos mais fortes e mais rápidos do que um ser humano comum. Eu só deixo metamorfos começarem o ensino depois que eles tiverem muita experiência em salvamentos com não-shifters e estou confiante de que eles possam ensiná-los efetivamente. - Responsável. - Ela disse com carinho. - Então Chapman não faz artes marciais em tudo? Dale assentiu com a cabeça. - Não há nenhuma maneira que ele possa me derrotar em uma luta justa. - E se fosse uma luta injusta? - Sam perguntou desconfiada. - É difícil de enganar. - Disse Dale. - Todo o bando vem e observam. Ambas as partes têm de estarem ilesos e precisam consentir a luta com testemunhas. Então ele não poderia promover uma briga comigo quando estivesse ferido, ou qualquer coisa assim. - Hum. - Sam disse lentamente. - Ok. - Fique longe dele por enquanto. - Disse Dale. - Se ele algum dia aparecer e vier falar com você, venha me procurar imediatamente.


Sam logo pensou tendo suas mãos sendo pegas por Alan, só o pensamento era horrível, imagina a cena. Não que Dale já tinha visto Alan machucar ninguém, mas... sabia que ele poderia, se sentisse que seria necessário. Sam acenou com a cabeça. - Ele não parece alguém que eu gostaria de conviver, enfim. Mais alguém é um problema? - Alan tem um amigo, Freddie, um jovem rapaz. Um pouco nervoso para o futuro. Freddie faz praticamente tudo o que Alan diz. O mesmo vale para ele, se ele vier falar com você, venha me procurar. Sam acenou com a cabeça mais uma vez, olhando um pouco insegura. - Ele nunca treina no estúdio? - Tem treinado com mais frequencia ultimamente. - Disse Dale. - Está me deixando um pouco desconfiado, honestamente. Lynn e eu estamos tentando descobrir se ele está tramando algo. - Tenho certeza que ninguém além de vocês tem a capacidade de descobrir. – Disse Sam. - Espero que sim. - Disse Dale.

Sam estava perdida em seus pensamentos. Dale não queria somente divertir-se com ela— não, ele queria mais, e para completar além de ser incrível na cama ele ainda era um grande cozinheiro. As coisas sobre o grupo foi um pouco decepcionante, embora. Ela ainda estava pensando quando terminaram de comer, quando Dale começou a limpar os pratos.


- De jeito nenhum. - Ele disse quando ela tentou ajudá-lo. - Você é uma convidada. - Eu pensei que eu fosse sua amiga? - Ela perguntou, incapaz de resistir a brincar um pouco. Deu-lhe seu quase-sorriso. - Você está tentando argumentar-se para lavar a louça? - Tens razão. - Disse ela. - Esqueça o que disse. - Mas ela levantou-se e foi ficar ao lado dele na pia. Vendo um lindo homem limpar seus pratos— agora isso era algo que ela poderia se acostumar. Ela não podia deixar a política de grupo em paz na cabeça dela, embora; Ela continuou se preocupar sobre ele, se perguntando se ela ia ter que tentar manter os leões adultos na linha. Ela tinha um sentimento que eles não iam querer receber ordens de uma mulher qualquer não-shifter, que estava saindo com seu líder. Ela teria que ser muito cuidadosa, ela decidiu. Ela absolutamente respeitaria Lynn, talvez ela olharia para si mesma como aprendiz de Lynn. Ela poderia dizer às pessoas, e talvez ela pareceria menos... presunçosa. Ela se perguntou se havia qualquer cerimônia oficial para colocá-la no lugar, como companheira de Dale, além de um casamento regular. Possibilidades imediatamente surgiram na mente dela, alguns deles divertidos, alguns deles... não. - Então há qualquer costume tradicional ainda em seu grupo para fazer parte? - Ela perguntou cautelosamente. Ela não queria ser surpreendida por nada. - Bem... - Dale hesitou. - A cerimônia de indução para se tornar alfa é... temos uma caçada, em forma de leão. É muito tradicional. - Eu vou ter que fazer uma coisa dessas? - Sam já podia sentir seu coração começar a acelerar. Ela não era um leão! - Não, não. - Disse Dale. - É só para o macho alfa. Você não precisa qualquer tipo de cerimônia, apenas minha palavra de que você é minha amiga. - Oh. - Sam se sentiu relaxar. Então ela franziu a testa. - Onde você caça?


- Nós temos um terreno fora da cidade. - Disse Dale. - Não é bom para a agricultura, não perto de alguma coisa, não vale a pena desenvolver. Podemos usá-lo para a caça e para reuniões de grupo, às vezes apenas por diversão. Ninguém pode ir lá e mudar a hora que quiser. - Isso é bom. - Sam não queria admitir, mas ela tinha se perguntado como todos estes metamorfos leões estavam morando na cidade onde eles poderiam nunca mudar. Foi bom saber que eles tinham um lugar. - Meu pai comprou-o. - Disse Dale. Ele tomou uma respiração, olhando direto para as mãos lavando os pratos disse. - Foi uma das poucas coisas boas que ele fez para o grupo. Sam teve que decidir rapidamente o que dizer; foi obviamente difícil para Dale falar sobre isso. Radicou-se em um simples incentivando. - Oh? Por favor continue, ela pensou. Ela tinha a sensação que isso era algo que Dale não falava muito. - Ele não era um alfa muito bom. - Dale baixou um prato na pia e virouse para enfrentar Sam. - Ele gostava de lutar e ele era muito bom nisso, foi o que manteve alfa para a vida adulta, mas ele não era um bom líder. Ele não entendia muito bem o negócio, mas ele se recusava a admitir a fraqueza e obter ajuda com o funcionamento do estúdio. Ele não gostava da maioria das pessoas e a maioria das pessoas não gostavam dele, então ele não aguentou as relações interpessoais no grupo. E ele comprou em valores tradicionais muito difícil, então ele era bastante machista. - Parece ter sido dificil crescer com um homem que cuida das coisas dessa maneira. - Sam disse suavemente. Dale assentiu com a cabeça. - Minha mãe o deixou. Acho que se eu tivesse sido uma menina, ela teria me levado junto com ela, não que ele não tivesse lutado com ela com unhas e dentes, mas minha mãe ela acreditava em algumas das coisas tradicionais, também. Ele precisava de um herdeiro para assumir o grupo. Sam se sentiu um pouco enjoada. - Quantos anos você tinha? - Ela perguntou. - Oito. – O rosto do Dale era ainda como pedra.


Sam tomou um longo suspiro. Se Dale poderia fazer... - Eu tinha seis anos quando meu pai me deixou. - Ela disse, e os olhos de Dale imediatamente ficaram focados nela, em vez de no passado. Ele se inclinou para a frente, os lábios de despedida. - Minha mãe não pôde lidar com isso. - Sam continuou, antes que ela pudesse se recriminar. - Ela não era uma boa mãe no entanto Eu acho que eu a fazia lembrar dele. A mãe dela tinha uma maneira de olhar por cima do ombro direito de Sam, como se fosse demais para realmente ver o rosto dela. Tanto quanto Sam se lembrava, elas sempre tinham tido a maioria de suas conversas sem encontrar os olhos uma da outra. - Ela tinha dificuldade em parar em um emprego. - Sam continuou, determinada a terminar. - Ela então, começou a usar drogas às vezes. Ela teve alguns namorados inúteis. Eu tinha certeza que eu não queria acabar como ela, então eu trabalhei durante todo o ensino médio e fui para a faculdade da comunidade para um curso de gestão. Eu estava em um bom emprego, e realmente sentia que eu podia deixar tudo aquilo para trás... até que fui despedida. - Você realmente deixou tudo aquilo para trás. - Disse Dale, inclinadose para frente. Ele pegou a mão dela. - Você não está usando drogas, você não está negligenciando uma criança. Você tem um trabalho, e vocês continua com isso, mesmo que seja perigoso. E agora tem a sua legítima defesa pessoal, pelo amor de Deus. Sam sorriu. - A legítima defesa foi por sua causa. Mas obrigada. Eu realmente sei disso. E eu não estava despedida. Eu não errei nada. Eu sei que vou pegar mais um bom trabalho, tenho que manter a aplicação. Pode ser difícil lembrar às vezes. - Agora você me tem para lembrá-la. - Dale disse com firmeza. - Obrigada. - Disse Sam. - É sério. Obrigada por me resgatar e obrigada por ter me colocado nessa aula. Disse tudo isso antes, mas principalmente... obrigada por ser você.


- Não precisa agradecer. - Disse Dale, começando a corar um pouco. Agora que eles estavam juntos, Sam finalmente permitiu notar o quão adorável foi. - Você pode ajudá-lo. - Disse Sam. - Isto é o que quero dizer. Você deixou tudo para trás, também. Você não é um tirano, como seu pai, e não deixou como sua mãe. Dale sorriu, seu real, cheio de sorriso, e ele trouxe as mãos dela até seus lábios. - Então parabéns para nós dois. Por transcender nossas educações. E por encontrar um ao outro. - Parabéns para nós. - Sam repetiu fervorosamente.

Dale não podia acreditar— literalmente quase não podia acreditar— na sorte que teve.

Ele tinha demorado algum tempo para aceitar que Sam era sua companheira. Agora que ele estava tendo consciência disso, ele percebeu que ele soube desde o início, que ele se sentia tão fortemente atraído por aquela direção enquanto caminhava para casa naquela manhã do outro dia que tinha que tentar racionalizá-lo embora. Mas quando estavam na cama juntos, quando ele olhava para seu rosto lindo e tinha o conhecimento que ela era dele— quando ele tinha sido oprimido por como ela se sentia culminando em torno dele, e tinha envolvido seus braços ao redor dele e o puxava mais próximo que conseguia como se ele não tivesse sido capaz de racionalizar mais.


Samantha Holt era a sua companheira. E agora que ele tinha admitido, ele não podia acreditar que ele já havia tentado resistir. Tudo era melhor agora. Qualquer problema que ele pudesse imaginar ter parecia mais fácil com ela lá para ajudá-lo. E saber que ela ia avisá-lo se ela tivesse algum tipo de problema era um alívio, pensar que ela poderia estar lá fora em algum lugar com problemas e não ter condições para ajudá-la. Por falar nisso. - Onde está o seu telefone? - perguntou-lhe. - Não tenho seu número. - É isso mesmo! - Ela disse, meio-rindo em surpresa. - Não acredito que nós somos amigos e não temos números um do outro. Espere. Eles trocaram números de telefone, e disse-lhe. - Se você tiver problemas no trabalho, mesmo se você somente sentir medo, se você não tiver certeza se alguém estiver lá, por favor me ligue. Vou encontrá-la a qualquer hora da noite. - Você precisa dormir. - Ela apontou. - Eu gostaria muito que você me chamasse, e me sentiria muito melhor em ajudá-la, só assim eu ficaria seguro para dormir. - Disse Dale com total sinceridade. - Bem, eu agradeço. - Disse Sam. - Mas pelo que eu ouvi, você já trabalha demais. - O grupo precisa de mim. - Disse Dale. - Não vou negligenciar minhas responsabilidades. - Claro que não. - Disse Sam. - Mas o grupo não iria desmoronar se você fizesse uma pausa de vez em quando, é isso? - Não. - Ele admitiu, sorrindo para ela. - E definitivamente existem algumas coisas que valem a pena tirar pausas. É por isso que você deveria me ligar sempre que precisar de mim. - ... isso não é bem o que eu quis dizer. - Disse Sam, mas ela estava sorrindo muito, e ela o deixou que a puxasse para seus braços e poder beijar aquele sorriso até que ambos ficassem sem fôlego.


Ela apenas pareceu tão gostosa, Dale pensou, colocando sua mão em concha no rosto dela, e a beijou mais profundamente. E com sua outra mão ele deslizou para baixo de seu corpo para a anca e depois de volta para a curva generosa atrás. Ele adorava como ela se sentia sob suas mãos. Ela gemeu docemente em sua boca, e ele murmurou. - Pronta para o segundo round? Ela recuou e num piscar de olhos o olhou. - Já? Você... está disposto para isso? - Ela olhou para baixo. - Acredite. - Ele disse. - Isso não vai ser um problema. - Ele já estava meio-duro. - E mesmo que fosse muito cedo, posso fazer muito com meus dedos e minha língua. - Lembro-me. - Ela disse, tremendo. - Mas não quero ser egoísta. - Disse Dale. - Deixar-me ter um ou três orgasmos é o oposto de egoísta. Assegurou ela, deslizando sua outra mão para se juntar a primeira. - Pronta? - Perguntou Dale. - Para quê? - Ela perguntou e em seguida guinchou quando ele a levantou facilmente.

- Eu me acostumaria a isto, wow. - Ela disse, envolvendo as pernas na cintura, quando ele a levou para o quarto. - Espero que você se acostume, muito com isso. - Ele disse a colocando na cama.


Sam foi para trabalhar na sexta à noite com o coração mais leve desde que ela foi demitida do emprego anterior. Ela tinha ficado com Dale até quase 3 da manhã— ele tinha adormecido depois que tinham feito amor pela segunda vez, e ela já havia tido deitado junto com ele na cama dele enquanto ele dormia, a luz ofuscante do hall iluminando seu rosto lindo e o longo corpo musculoso dele. Mas eventualmente ela teve de se levantar e se limpar um pouco, e quando ela voltou ele já estava sentado na cama, piscando sonolento. Seu cabelo estava descontroladamente bagunçado, e tinha tanto de um leão, lembrou-se naquele momento que ela tinha quase dado uma risadinha. Não é que foi engraçado, foi só... encantador. Ele queria ficar com ela até que tivesse de sair para trabalhar e tê-la em sua cama, mas ela insistiu em ir para casa e deixá-lo dormir. Ele tinha ido até mesmo, para levá-la, mas ela conseguiu derrotar seu propósito. Ela tinha prometido encontrá-lo para o café da manhã depois que saísse do trabalho esta manhã, e ela tinha ido para a cama com um sorriso no rosto— ela não podia acreditar como aquele dia tinha se transformado em tão grande, tendo praticado todos os movimentos que Lynn e Dale tinha a ensinado umas cem vezes. E agora ela estava no trabalho que ainda era frio e solitário estando fora toda a noite, mas foi assim, muito melhor do que ele tinha sido há poucos dias. E ela tinha seus pensamentos em Dale (em suas mãos, sua boca e seu... grande corpo) para mantê-la quente. Ela ainda estava um pouco nervosa sobre seu turno, mas foi bem— algumas vezes as pessoas que passaram pela estação, mas ninguém deu a ela mais do que um olhar ou um aceno de cabeça, e ela chegou às seis, com uma sensação de alívio. Dale tinha oferecido vir buscá-la quando ele terminasse sua corrida e caminhada para café da manhã, mas ela tinha salientado que ele estaria todo suado da corrida, e ela estaria com uniforme de guarda de segurança. Ela estava indo para casa trocar-se, e o chamaria quando estivesse pronta, e então eles iriam sair para o primeiro encontro real deles.


Ela estava ansiosa para vestir algo especial para ele. Ele só tinha a visto em seu muito uniforme, e em sua roupa de ginástica que ela tinha usado para a aula de defesa pessoal. Ah, e em sua camisa e mais nada... ela corou um pouco, mesmo que não havia ninguém lá para vê-la. O ponto foi, ela tinha roupas em casa que na verdade ela relutava em suas roupas que mostravam suas curvas, mas Dale parecia gostar delas. Ela não podia esperar para ver a cara de Dale, quando ela saísse para encontrá-lo em um vestido, era um carmesim com o decote e a saia que deflagrou em torno de seus quadris... definitivamente foi demais para um café da manhã, mas para ela era um encontro tipo jantar. Ela se importaria se a garçonete pensasse que ela estava usando a mesma roupa de ontem à noite? Ela não faria. Ela correu para chegar em casa, imaginando onde Dale iria levá-la— a última vez que ela tinha saído para um café da manhã, tinha sido um domingo ao meio-dia com as meninas do trabalho, meses atrás. Verão. Foram lá fora sentadas, comendo waffles e bebendo mimosas. Parecia um outro mundo. Mas pela primeira vez em muito tempo, ela estava mais feliz com o que ela tinha. - Oi. - Slguém falou... Sam freou bruscamente na calçada. Ela estava quase à sua porta, e seu caminho estava bloqueado por um homem jovem, alto. Ele tinha cabelos louro-sujo e uma postura inclinada, e ele tinha os braços um pouco abertos, então ele pegou praticamente a calçada toda. - Oi. - Sam disse cautelosa, se perguntando se ele estava prestes a pedir-lhe dinheiro. - Você é a Samantha. - Disse o jovem. Sam deu um passo para trás. - Como você sabe meu nome? - Será que era alguém que fazia parte do grupo? Ele não parecia ser aparentado com Dale, mas tampouco Lynn. O jovem sorriu. - Você é amiga do Dale. Como ele poderia saber isso? Dale passou ontem dizendo a todos que ele sabia? Sam queria que ele tivesse esperado para falar com ela, se assim fosse.


Além disso. - Como você sabe onde moro? - Eu li na sua ficha de inscrição. - O cara disse, ainda sorrindo. Não era um sorriso agradável. - Você deve realmente ter mais cuidado. Sam colocou a mão em seu cassetete. - Por favor, deixe-me passar. Ela ia subir as escadas do prédio o mais rápido que pudesse, trancaria a porta e chamaria Dale. Logo que ele... - Não. - Ele sorriu mais largo, mostrando um monte de dentes. - O que você quer? - Sam deu um passo para trás e depois outro. Ela iria pegar seu cassetete e entrar em uma boa tacada e depois... Foi então que esbarrou em algo atrás dela e saltou. - Não é sobre o que ele quer. - Disse uma voz profunda, e ela sufocou um grito e girou ao redor. Havia um homem alto em um terno caro de pé atrás dela. - É sobre o que eu quero. - Quem é você? - Sam pediu com uma voz firme tanto quanto poderia gerenciar, embora ela tinha certeza que não saiu como queria. - Meu nome é Alan Chapman. - O homem sorriu, e Sam estremeceu. É bom conhecer você, Samantha.

Dale havia passado o dia alternadamente e estupidamente feliz e estranhamente incerto. Ele não estava acostumado a qualquer sentimento, e tinha feito um dia surreal ontem. Lynn definitivamente tinha notado que ele estava distraído, mas ela apenas sorriu e foi cuidar das coisas do negócio, deixando Dale para ensinar suas aulas e fazer a papelada dele com o melhor que pôde antes de ir para casa.


Ele passou um bom tempo da noite deitado, desejando que Sam estivesse lá ao seu lado em vez de em um trabalho onde ela poderia estar em perigo a qualquer momento. Mas como ele poderia pedir pra ela parar, ele no entanto iria apoiála, ele não tinha a pretensão de ditar a vida dela. Hoje no café da manhã, ele decidiu, ele iria oferecer. Ele dizia que se ela quisesse, ele ficaria feliz em tê-la a ir morar com ele. Ele tinha dinheiro suficiente para pagar as contas e apoiá-la até que ela encontrasse outro emprego da forma que ela quisesse. Talvez ele nem precisasse convencer Lynn para lhe oferecer o cargo de assistente no estúdio. Ele, no entanto, tinha somente a certeza de que ele queria que ela viesse morar com ele. Ele queria passar o resto de sua vida junto dela. E pela primeira vez em sua vida, ele ainda estava começando a pensar em ter filhos um dia. Ele sempre foi muito consciente dos danos que os pais dele tinham feito para querer correr o risco de infligir isso a outro ser humano, mas Sam tinha uma força dentro dela que nenhum de seus pais tiveram. O pensamento de fazer crianças com toque de sua doçura inerente, bravura, integridade de Sam, o pensamento de dar a essas crianças o tipo de infância que Sam e ele não tiveram sido capaz de ter.... Bem, ele podia ver o apelo. Ele quis saber sobre como apresentá-la ao grupo, já que Sam estava indo para viver com ele. Os membros mais velhos eram muito cautelosos com fraca liderança— compreensivelmente, após a posse do seu pai como alfa— e eles não iam gostar que Dale tivesse uma companheira humana. Alguns deles podem até tentar pressioná-la para se voluntariar a ser transformada. Era absolutamente proibido virar um ser humano contra a sua vontade, mas se eles forem persuadidos a serem voluntários... Dale nem sequer tocou no assunto com Sam ainda, porque ele não queria que ela se sentisse pressionada, como se fosse o dever dela para fazer um bom trabalho como sua companheira, ele já podia dizer. Dizendo a ela que ela poderia ser melhor se apenas ela apenas mudasse algo sobre si


mesma... Mas caso ela quisesse, Dale tinha certeza de que sendo uma leoa só faria dela mais Sam. Mas ele não conseguia digerir a ideia de fazê-la sentir que não era suficiente, do jeito como ela era.

- Entre no carro, por favor, Samantha. - Disse Alan Chapman. Seu amigo, Freddie, ela lembrou de Dale dizendo o nome anteriormente a ele— estava segurando a porta de trás aberta para ela. - Não, obrigada. - Ela disse firmemente, mão segurando seu cassetete. Se ela quisesse usá-lo, ela sabia que só teria uma chance. - Não foi um pedido. - Disse Chapman. - Por favor, não me obrigue a ter Freddie a pegando... Enquanto ele estava no meio de sua sentença, Sam pegou seu cassetete num movimento até o ombro dela, como ela tinha praticado a fazer ontem à noite e ele balançou tanto quanto ela poderia sob Freddie. Ela conectou com o meio do ombro de Freddie. Sua boca se abriu em um O de surpresa e Sam fugiu para frente, e foi por pouco, quando duas mãos enormes agarraram seus braços. Chapman estava por trás dela, puxando-a de volta em um forte abraço de urso.

Sam lutou arduamente, tentando pisar em seu peito do pé com o sapato de segurança desajeitado, mas enquanto ela estava concentrada em seus pés, ele agarrou o bastão da mão dela. Ela se aproveitou de seu aperto afrouxou e torceu, mas seus braços ainda estavam muito fortes ao seu redor. E, em seguida, ela ouviu um rosnado atrás dela e congelou. - Freddie. - Chapman disse para o silêncio repentino. - Mude de volta, por favor. - Houve um rugido mais alto.


- Freddie. - Disse Chapman. - Eu não vou mandar de novo. Mude de volta. - Mais um minuto de silêncio e, em seguida, Freddie foi dizendo com uma voz grossa. - Ela me machucou. Chapman disse de volta - É sua própria culpa por não estar preparado. - Disse de forma sarcástica. - Ela tinha uma arma, e você a ignorou. Tudo bem, Samantha, eu vou me juntar a você no banco de trás, enquanto Freddie conduz até o nosso destino. Vamos lá. - Onde vamos? - Sam perguntou, odiando a oscilação em sua voz. Ela estava suando e tremendo, e sua respiração vinha nas calças. - Você vai descobrir quando chegarmos lá. - Disse Chapman. - Vamos lá. - Ele carregava ela ao longo da calçada até a porta do carro aberta e empurrou-a para dentro, entrando atrás dela. - Bloqueios de segurança para crianças, Freddie. Não queremos seu mergulho para fora no meio do tráfego. - Sim, senhor. - Murmurou Freddie e Sam ouviu o clique das fechaduras envolvente. Ela sentou-se miseravelmente distante de Chapman tanto quanto ela conseguia, encostada a porta oposta e pensou sobre Dale dizendo-lhe para respirar depois que ela tinha sido atacada na noite passada. Ela soltou uma respiração, e era irregular e desigual. Ela segurou-a por um segundo e depois deixou tremendo para fora e começou novamente. Expira. Respira.

Ela manteve a respiração, e não parava de pensar sobre o que Chapman poderia querer com ela.


Dale deliberadamente evitou passar pelo local de trabalho de Sam na sua manhã de corrida, não querendo parecer um idiota apaixonado ou louco demais. Eles tinham concordado em se encontrar depois do trabalho de Sam, e se aparecesse em seu trabalho falaria o que: Oi, eu sei que tínhamos um plano, mas não podia ficar longe... pareceu demais com uma cena de um filme brega. Em vez disso, ele deu a volta em torno da extremidade oposta da cidade, vindo direto para sua casa, tomado um banho e se vestindo. Ele tinha colocado um belo terno, mesmo que ele iria ser visto para um café da manhã; mas para Sam, seria tipo um encontro para jantar. Dale não come muito fora, e então ele teve dificuldade em encontrar um bom lugar para ir— a maioria dos lugares que abriam para servir café da manhã, eram tipo de comensais ou do Denny. Mas finalmente encontrou o que parecia ser um restaurante acolhedor que especializou-se em um brunch e era aberto às 7. Ele checou seu telefone. 06:31, nenhuma mensagem. Sam, provavelmente tinha acabado de ter chegado em sua casa. Ele esperou, ficando cada vez mais nervoso como se o relógio não marcasse a hora a frente. - Acalme-se, ele disse a si mesmo. Ela provavelmente foi tomar banho e colocar a maquiagem. Fazer seu cabelo. Ele não tinha ideia do que Sam poderia ter prepararado para um encontro, ele percebeu. Ele só estava mais ansioso para descobrir. Mas ele também era incrivelmente ansioso. Estranhamente ansioso, considerando que era apenas 06:45 e literalmente não tinha razão para pensar que Sam iria querer cancelar. Foi isto que um idiota apaixonado pensaria? Ele forçou-se através de alguns exercícios básicos de respiração, o tipo de coisa que ele usava para centralizar-se antes de uma sessão de treinamento. Eles não estavam funcionando muito bem.


Às sete, ele desistiu e resolveu ligar para Sam. Se ela pensasse que ele era um idiota apaixonado, ele estava bem com isso. Ele não poderia ter dito o porquê, mas ele precisava ouvir a voz dela. O telefone foi pego após dois toques, e Dale estava prestes a dar um suspiro de alívio quando ele ouviu algo que fez seu sangue congelar nas veias. - Dale. - Disse a voz suave de Alan Chapman. - Eu estava esperando sua ligação.

Freddie dirigiu para uma pequena casa em um bairro ruim na periferia da cidade. Ele entrou com o carro em uma garagem pequena, e Chapman puxou Sam para fora do carro pelo pulso, enquanto ela desejou amargamente que tivesse tido tempo de ir a mais de uma das aulas de Lynn. Tudo o que ela conseguia pensar era em ficar parada, mas Chapman e Freddie juntos poderiam carregá-la sem problemas. Além disso, eles eram leões. Então ela foi calmamente, apesar do aperto de Chapman em seu pulso que com certeza ficaria com alguma contusão. Dentro, quase não havia nenhuma mobília, só uma mesa de cartas e algumas cadeiras dobráveis que fazia parte do conjunto até na cozinha. Chapman, pegou um par de algemas da tabela e colocou em torno de seu pulso. - Não quero que você fuja. - Ele disse e na outra mão colocou a outra algema em volta de uma porta de armário fechado. Sam a olhou, mas parecia forte demais para quebrar.


- Por que você não me quer fugindo? - Ela perguntou. - Eu nunca fiz nada para você. Eu não posso te dar nada. Não tenho nenhum dinheiro. - Não quero nada de você, Samantha. - Sam odiava o jeito que ele dizia seu nome, num tom de voz fora de contexto, com tom delicado. - Eu quero o que tem o seu amante. E ele vai me entregar, ou ele nunca vai tê-la de volta. - Você vai lutar com Dale. - Sam percebeu de repente. - É verdade. - Chapman veio até ela, muito perto, e Sam apoiou até a mão dela bater o comprimento total da algema. Estendeu a mão... Mas ele só ia para seu bolso. Ele arrancou o telefone dela. - Vamos ver. - Ele disse. Oh, aqui está. Só “Dale”, Samantha? Nenhum apelido bonitinho? Estou decepcionado. - Dale não desistirá do grupo. - Sam quebrou, e ela percebeu que ela estava falando que ela esperava que fosse verdade. Como ela amava Dale e estava tão feliz que ele a amava de volta, ela não quer sacrificar todos da sua família e amigos para este cuzão sádico só para ela. - Dale tem sido orgulhoso e isto tem sido um grande problema para mim por muito tempo. - Chapman disse, rindo. - Mas acho que finalmente encontrei seu calcanhar de Áquiles. O telefone zumbiu em sua mão. Sam sabia quem era. Ninguém a chamaria aquela hora da manhã. Chapman sorriu, satisfeito e tocou o dedo sobre a tela. – Dale. - Ele disse no telefone. - Eu estava esperando sua ligação.


Todo o corpo de Dale congelou. - O que você fez com a Sam? - Ele surtou. - Oh, ela está bem. - Chapman disse. - Não se preocupe. E ela ficará bem, enquanto você cooperar. - Cooperar com o quê. - Dale perguntou categoricamente, embora ele não precisasse perguntar. Ele já sabia. - Vou me encontrar com vc no estúdio assim que este abrir. - Ddisse Chapman em sua voz suave e confiante. - Eu vou emitir um desafio formal com testemunhas. Vamos lutar hoje, e você vai perder. Se não o fizer, Samantha morre. - Como sabe que não vou aparecer na sua casa em cinco minutos? Dale, levantou-se e mudou-se para a porta. - Dale. - Disse Chapman, soando como se falasse a uma criança simples. - Não estamos na minha casa. Estamos em outra propriedade, e não é nem em meu nome. Você não precisa ficar todo esperançoso de encontrar-me antes do dia acabar. Dale parou no meio do caminho até a porta, começando a tocar suas orelhas. Sentiu que tudo estava recuando, como se o mundo era apenas difusão para fora. E então ele ouviu algo que lhe bateu de volta à realidade: uma voz metálica, gritando. - Não faça isso, Dale! Não se renda a esse idiota! E então, algo se transformou em seu corpo inteiro de frio se tornou quente, com pura raiva: um soco alto e afiado. O som de alguém sendo duramente estapeado na cara. - Não faça isso, Freddie. - Disse Chapman reprovando. - Já falei para você uma vez sobre ficar muito violento com Samantha. Eu odiaria ter que fazê-lo uma terceira vez. - Vejo você no estúdio. - Dale disse botando sua raiva para fora e desligou. Ele olhou para o telefone na mão por um pouco tempo depois, saber que aquele ato de desligar foi um movimento de covardia. Mas não, ele


nunca seria capaz de convencer o Chapman de nada e se permanecesse mais tempo na linha, o mais provável seria que Chapman tentasse usar Sam para pegá-lo. Dale teria de ir para Sam em vez disso. Ele precisava fazer isso. Mas como faria? Sam ficaria sozinha com Freddie quando Chapman saísse para encontrá-lo no estúdio. Dale nunca tinha tido uma chance de conhecer Freddie muito bem, desde que ele foi sempre muito sob o feitiço de Chapman. Mas não pensou que Freddie era tão impulsivo — ele não tinha ideia do que Freddie poderia ser capaz de fazer sem Chapman lá. Se ele quisesse machucar Sam... De repente, Dale abriu seus olhos mais arregalados possível. Ele pegou suas chaves indo em direção para o estúdio.

Dawn já estava na recepção quando Dale entrou. Ela não parecia que estava trabalhando, estava apenas olhando para sua mesa. Quando Dale chegou mais perto, viu que não havia nada em cima da mesa, e seu computador não estava. - Chegou cedo, hoje. - Ele disse. Dawn saltou e olhou para ele. O rosto dela deixou claro que ela já sabia. - Dale. - Ela disse em uma voz pequena. Dale lembrou de Chapman dizendo palavrinhas mansas para Dawn, chegou até levá-la para almoçar outro dia. Ele tinha visto Freddie saindo da recepção enquanto Chapman estava bisbilhotando o negócio de Dale e Lynn.


Ele sabia que Dawn não gostava de trabalhar muito no estúdio, e que ela não se dava muito bem com os outros leões mais jovens. Se ele tivesse no lugar de Chapman, e tivesse tentado obter registros do estúdio para descobrir onde vivia Sam, Dawn seria a primeira pessoa que lhe mostraria. Dale nem precisava sair adivinhando por aí, com certeza ela sabe de alguma coisa, e agora ele sabia que estava certo. Ele podia supor que ela poderia e iria fazer algo para ajudar. Ele só esperarava estar certo sobre isso, também. - Bom dia. - Ele disse, tentando manter sua voz no nível mínimo que pôde. - Eu sei que você teve dificuldade em adaptar-se, e eu sei que o estúdio não é onde você quer trabalhar toda a vida. Mas você conheceu Sam. Ela é uma boa pessoa, e ela tem medo e pode estar machucada agora. - Ela não está machucada! - Ela protestou. - Como você pode saber isso? - Dale perguntou, mantendo sua voz baixa. Ele não queria assustá-la e colocar tudo a perder. - Ela não vai se machucar. - Dawn garantiu-lhe. - Ele só quer que você perceba que esta não é a maneira de liderar um grupo. - O que não é? - Dale perguntou cuidadosamente. - Tomando uma companheira que se recusa a mudar! - Dawn disse. Não podemos ter uma leoa alfa, que não é uma leoa. - Ela olhou-o com grande olhos suplicantes. - Não sei por que você não entende isso. - O que você que dizer? - Dale perguntou. - Sam não se recusou a mudar. Não a pedi para fazer ainda. - Ok, ainda não foi completamente a palavra certa, já que ele nunca iria sugerir isso a Sam, ela é suficientemente boa como ela está, mas ainda não é tecnicamente uma mentira. - Alan disse que tinha, e ela disse que não. - Dawn disse, piscando em surpresa. - E isso torna tudo certo para sequestrá-la e machucá-la? - Dale perguntou. - Ninguém vai machucá-la! - Dawn disse freneticamente.


Dale puxou o telefone dele e segurou. - Enquanto eu estava falando com Alan nisto. - Ele disse. - Sam tentou falar comigo, e Freddie bateu nela. Isso parece não querer machucá-la? - Dale tinha que se acalmar, parar e não pensar muito nisso, ou sua visão começaria a ver vermelho. Dawn olhou para seu telefone. - Freddie não faria isso. - Mas ela não parecia certa. - Freddie com certeza faria isso. - Disse Dale. - Dawn. Freddie a estapeou. - Alan disse que só precisava separar vocês, até que você não estivesse cercado por... por uma nuvem de feromônios. - Ela disse com uma voz trêmula. - Que você entenderia uma vez que estivesse longe um do outro, e que talvez você só fosse para tirar algum tempo para ficar juntos? - Uma lágrima deslizou para baixo sua bochecha. - Alan mentiu. - Disse Dale. Dawn começou a chorar seriamente. - Me desculpe. Mostrei-lhe os formulários dela com sua inscrição. Ele tinha o endereço por minha causa. Eu não devia ter feito isso, deveria ter ido falar com você. - Você sabe para onde eles a levaram, Dawn? - Dale perguntou, muito urgente para estar zangado com ela no momento. Dawn sacudiu a cabeça, mais lágrimas começando a cair. – Não. - Ela disse. - Sinto muito. - Tem certeza que você não sabe nada? - Dale perguntou. - Chapman está a caminho daqui. Sam está sozinha com o Freddie, Dawn. Ele pode estar fazendo alguma coisa com ela. - Deus, está com seu leão em seu traseiro acima se rosnar. Ele tinha que se concentrar para não se alterem aqui. - Freddie e Sam estão sozinhos? - Dawn perguntou, limpando furiosamente as lágrimas nas bochechas. - Isso é o que eu disse. - Dale esfregou a testa. Esta tinha sido sua única ideia, para tentar convencê-la a dizer-lhe. Ele estava aliviado que Dawn na verdade não estava colaborando com rapto de Sam, que ela não tinha


percebido o quanto de um monstro sem alma Alan Chapman era realmente. Mas se ela não sabia... ... bem, ela não sabia ainda. - Dawn, você acha que se você perguntar a Freddie ele lhe diria onde ele está agora? - Dale perguntou. - Tente chamálo e oferecendo para ir sair com ele ou algo do tipo. - Talvez... - Dawn começou a escavar através da bolsa para seu telefone. Ela o achou, e em seguida, discou duro e segurou-o em seu ouvido. - Ei, Freddie. - Ela disse depois de um segundo. - Como vai? Dale resistiu à tentação de arrancar o telefone das mãos dela e exigir que Freddie deixasse Sam ir. Ele teve que deixá-la fazer isso. - Sim, Dale veio e me disse para tirar o dia de folga. - Ela disse. Dale estava impressionado pela constante diferença no tom da voz dela, considerando que ela estava chorando há pouco. - De qualquer maneira, eu não tenho nada para fazer. - Ela disse. - Eu pensei que talvez eu poderia levar algo para você. Café e rosquinhas? Dale assistiu o rosto dela, desesperado por alguma pista que isto estava levando a algum lugar. - Alan não vai saber. - Eela disse. - Eu só quero sair. - Ela estava franzindo a testa um pouco. Dale fez-se a respirar lentamente. Ele podia sentir seu leão prestes a explodir através de sua pele a qualquer momento. Ele só precisava de um alvo. - Ele realmente está muito de um duro? - Dawn foi de alguma forma conseguir som entediado. - Bem, é ok, mas estou quase no lugar de donut de qualquer forma, você quer que eu pegue algo e deixe para você? Não preciso entrar se o Alan for ficar chateado com isso. - Dale prendeu sua respiração, à espera. - Creme de Boston... - Dawn disse. - ... chocolate granulado, morango geleia. Peguei. Vejo você em breve— Espere, onde você está? - Dale a assistiu pegar uma caneta e escrevendo um endereço em um bloco de notas. - Ótimo. - Disse Dawn. - Até logo. - Ela desligou e arrancou o pedaço de papel e estendeu a Dale. - Toma. - Ela disse.


Dale agarrou-o. Era cerca de dez minutos de carro. Ele poderia estar ao lado de Sam em dez minutos. – Obrigado. - Ele disse. - Não estou surpreso que Freddie estava convencido, isso foi incrível. Você provavelmente salvou a vida de Sam. - Eu pensei que você acreditasse na honestidade em todas as situações. - Dawn disse, sorrindo timidamente. - Eu acredito em honestidade em.... a maioria das situações. - Disse Dale. - Mas, nesta situação, há coisas mais importantes do que a honestidade, e você está me ajudando a salvar uma delas. Obrigado. - Era o mínimo que poderia fazer, considerando o que eu fiz para ajudá-los. - Disse Dawn. - Boa sorte. - Não se preocupe. - Disse Dale. - Eu vou trazer ela de volta. - Ele foi embora sem olhar para trás, colocando o papel no bolso dele. Ele não precisava dar olhar novamente, o endereço estava queimando em seu cérebro.

Sam estava assistindo Freddie com cautela. Depois que Chapman havia partido, ele tinha passeado ao redor impacientemente, e Sam estava esperando por ele bater nela de novo. O lado esquerdo do rosto dela estava quente e começando a inchar da primeira vez, e ela tinha certeza que Freddie não queria nada mais do que uma repetição. Então ela manteve a boca fechada, não querendo provocá-lo, e ele ficou com um telefonema antes que ele pudesse trabalhar-se à altura. Sam não tinha sido capaz de dizer quem estava do outro lado, mas aparentemente eles vão vir e trazer donuts.


E Freddie tinha sido relutante em deixá-los vir, então talvez fosse alguém que não sabia sobre o plano. Talvez Sam pudesse gritar e dizer-lhes o que estava acontecendo. Se eles fossem um leão, também, talvez eles poderiam até retirar ela. Talvez. Mas as chances eram de que eles estavam com ele. Freddie tinha dito. - Preso aqui com namorada estúpida do Dale. A quem quer que fosse, então pelo menos sabiam que Sam estava ali. No entanto, ela tentaria. Ela tinha que tentar algo. - Por que o está ajudando? - Ela perguntou a Freddie, metade de curiosidade mórbida e metade porque ele estava começando a ficar impaciente e ela não queria que ele se cansasse e descontasse nela. Freddie deu-lhe um olhar desdenhoso. - Quem não gostaria de ajudálo? Ele é rico, poderoso, ele pode pegar o que quiser, e ele não tem um pau no rabo dele, como a maioria do grupo. Seu namorado em especial. Sam poderia ver como valores fortes do Dale iria desencorajar um certo tipo de pessoa, mas considerando sua situação atual, ela teria ficado feliz com um pouco mais de ânimo. - O que ele quer? - Perguntou ela, em vez de dizer isso em voz alta. - E sobre o que você quer? O que é que ele te deu? - Ele me paga. - Disse Freddie. – Eu sou o seu assistente. -Em seu escritório? -Sam perguntou, dando uma de falsa-inocente. Freddie hesitou. - Não. - Oh. - Disse Sam. - Eu só queria saber qual era o próximo degrau da escada. Em escritórios, você têm promoções. - Nem sempre, é claro. Às vezes você ficou em um nível baixo para sempre sem saída... e às vezes você era despedido. Mas ela tinha um senso de que Freddie era um tipo de copo meio-cheio de uma pessoa. - Quando ele for o alfa, vai acontecer uma promoção. - Freddie disse. - Eu vou ser a pessoa mais alta no grupo, ao lado dele. - E Lynn? - Sam perguntou. - Lynn não será a Leoa alfa sob Alan. - Freddie disse com confiança.


- Por que não? - Sam pediu. - Onde ela vai? Quem irá substituí-la? Expressão de Freddie ficou feia. - Pare de ficar fazendo todas essas perguntas. Você quer que eu te bata de novo? - Não. - Disse Sam tão calmamente como ela poderia. Que tinha sido burro— ela tinha se envolvido em atacar a lógica de Freddie e empurrou longe demais. - Me desculpe. Eu... - Eu não acho que você lamente. - Disse Freddie. - Eu acho que você estava tentando mexer com minha cabeça. Você quer que eu te mostre o que penso sobre isso? - Ele começou ir em sua direção. - Não. - Disse Sam, o medo começou a subir nela. - Não, não... por favor... A campainha tocou. Freddie ficou congelado em seu lugar, e do nada relaxou-se... assim de repente foi um pouco assustador. - Isso é provavelmente os donuts. Eu já volto. Sam estava pronta para gritar, mas em seu caminho para a porta, Freddie parou na janela para espreitar lá fora e deu um passo para a frente. - Que foda! - Ele surtou. Sam pulou. - O que é? Freddie, virou-se para encará-la. - O que ele está fazendo aqui? Como ele sabia onde ir? Se você disse a ele, eu juro por Deus... Sam ouviu o discurso retórico com uma esperança crescente que só chegou quando ela ouviu. - Deixe-me entrar, Freddie. - Em um profundo, comandando de voz vinda do lado de fora. Dale estava aqui.


Dale conseguia ouvir a voz de raiva de Freddie, como ele veio até o pé da frente da casinha velha, e como ele se aproximou da porta, ele ouviu Sam dizendo, não, não, não... por favor...

Seu leão foi acima e rugiu dentro dele, mas ele sabia que ele não podia simplesmente arrombar a porta. Ele não fazia ideia onde Freddie estava; Ele poderia facilmente colocar Sam entre Dale. Se ele tocasse a campainha, Freddie estaria bem na frente dele, pensando que ele era Dawn, em vez de ir em qualquer lugar perto de Sam, pronto para fazer algo desesperado. Mas quando ele ouviu o agudo o que? ele sabia que o jogo estava perdido, e então ele viu que o Freddie tinha o visto pela janela. - Deixe-me entrar, Freddie. - Dale gritou pela porta. - Eu tenho a sua namorada! - Freddie, gritou, soando em pânico. - Não entre ou vai machucá-la! Dale bateu na porta e ele foi bloqueado, mas que estava bem, porque significava que ele poderia fazer o que ele tinha implorado desde Alan Chapman havia pego o telefone de Sam. Ele mudou. A casa era muito velha, e a porta estava em nenhuma maneira de resistir os quase cem quilos de leão. É lascada longe do quadro, e Dale pulou sobre os pedaços quebrados e cobrado para a cozinha... onde Freddie estava escondido, em forma humana, por trás de uma Sam algemada. Ele tinha uma faca encostada na garganta de Sam. - Eu vou matá-la. - Advertiu. - Não se aproxime.


Dale não queria nada mais do que atacá-lo e rasgar sua garganta, mas ele não podia arriscar que Sam se machucasse. Ela já teve o início de que ia ser uma contusão espetacular em um lado do rosto dela, e seu pulso estava cru onde estava a escavar as algemas nele. Ela parecia furiosa, determinada e muito bonita. Ele não podia dar o bote, ele lembrou-se, flexionando suas garras para que escavassem em linóleo. Os olhos de Freddie pularam para baixo, e ele engoliu. Dale rosnou para ele, e ele pulou, nervoso e assustado, a faca na mão dele. Dale congelou, medo de que Freddie acidentalmente cortasse a garganta de Sam. Mas ele não faria Na fração de segundo quando a faca tinha ficado longe o suficiente de sua garganta, Sam bateu o grande salto robusto de sua bota de serviço para baixo para o pé de Freddie que calçava um converse vermelho. Freddie Uivou, e torceu a distância. Ela foi amarrada pela algema, embora ela não pudesse escapar. Freddie se deslocou em forma de leão com um redemoinho de ar deslocado e ela abocanhou como Dale saltou. Ele atingiu o flanco de Freddie trazendo-o para baixo, e Freddie soltou um grito agudo de dor e deslocou de volta imediatamente, até que Dale teve suas mandíbulas gentilmente pressionadas contra a caixa torácica de Freddie. Ele puxou de volta, degustando o gosto de sangue e deslocou-se a ser humano. – Saia. - Disse ele. - Nunca mais quero te ver de novo nesta cidade. Não quero você contate, Sam, ou Alan Chapman nunca mais. Se eu ouvir seu nome, sequer uma vez, você vai ter cada membro do grupo na América tendo seu sangue. Você entende? Freddie assentiu com a cabeça. Seus dentes estavam batendo. - Pegue a chave das algemas. - Disse Sam. - Ele tem no bolso direito da frente. Dale enfiou a mão no bolso de Freddie e encontrou as chaves, e então puxou-o para seus pés. Ele balançou, mas ele ficou acordado.


- Vá. - Disse Dale. - Agora. - Freddie correu para fora da porta. Dale respirava para forte e virou-se para Sam - Você está bem? Ela assentiu com a cabeça. Ela estava tremendo, e Dale foi até ela lentamente, com cuidado, ponda a mão sob o ombro dela. Ela não pulou ou afrouxou, inclinou-se para ele, e ele pegou a deixa e a embrulhou em seus braços. Ela apertou o rosto em seu ombro e estremeceu. - Foi horrível. - Ela disse. - Nada disso nunca tinha acontecido comigo antes - Eu vou fazer tudo que estiver ao meu alcance, para ter certeza de que nada disso aconteça com você novamente. - Disse Dale. Ele esfregou uma mão e descendo pelas costas por um minuto e então respirou fundo e disse. - É sério. O que precisar. Se você quiser ir embora e começar uma nova vida em algum lugar onde não existem leões, irei ajudála a fazer isso... - Não! - Sam levantou sua cabeça. - Eu pensei que éramos amigos, ou melhor, mais que amigos, companheiros. - Nós somos. - Dale não pode deixar de inclinar-se para baixo, colocando da forma mais suave possível beijo na bochecha inchada. A pele estava quente em seus lábios. - É por isso que eu quero fazer de tudo para ter certeza que está feliz e segura. Sam se inclinou e olhou-o nos olhos. - Eu vou ser feliz quando eu ver Chapman ser mandado embora, como você fez com Freddie. E aí eu estarei a salvo quando ele se for. Então você pode fazer qualquer coisa para que isso aconteça. - Feito. - Disse Dale. - E vai ser um prazer. - Sam sorriu. – Bom. Dale começou a sorrir de volta e então parou quando percebeu que seu rosto ainda poderia estar sangrento. - Nós devemos limpar. - Ele disse, ainda bem que pelo menos não parece que ela estivesse com medo. E...você ainda está algemada! Sam levantou a mão dela, com as algemas ainda penduradas. - Não parecia tão importante com você aqui em vez de Freddie, de alguma forma. Quer soltar-me?


Dale ainda tinha a chave, envolvida em uma mão; Ele tinha esquecido quando teve Sam em seus braços e segura. - Eu nunca em toda minha vida fui distraído, como sou quando estou com você. - Ele disse soltando-a das algemas. - Você gostou? - Sam perguntou, extraindo o pulso. - Sim. - Ele segurou a mão dela suavemente em ambas dele— o pulso estava desgastado, mas não sangrando. - Devemos lavar isto e colocar algo sobre ele, mas vai ficar bem. Está dolorida em qualquer outro lugar? Sua cabeça está bem? - Minha cabeça está bem. - Disse Sam. - Acho que preciso colocar gelo no meu rosto. Eu acho que Freddie cortou-me, no entanto. - Ela torceu, e Dale viu a renda na manga de sua blusa e um fio de sangue no braço superior. - Com a faca? - Dale puxou-a mais perto para olhar para o corte. - Não, foi quando ele era um leão. - Disse Sam. Dale congelou. - Foi com as garras ou com os dentes? - Ele perguntou cuidadosamente. - Foi com os dentes. - Sam disse lentamente, seus olhos no dele. Porquê? - Você sabia que os humanos podem se tornar metamorfos por duas maneiras? - Dale perguntou. Ele guardava sua luz sob as mãos de Sam, mas a parte dele que queria cavar suas garras em algo tinha retornado com força total. Ele estava arrependido de ter deixado Freddie ir. - Eu sei somente o que passa na TV. - Disse Sam. - É hereditário ou eles são mordidos. - Foi então que ela olhou para seu braço. - Isso aqui... conta como uma mordida? - Sim, pode contar, pois os dentes atravessaram a pele, a transformação pode vir a acontecer. - Disse Dale. - Não é garantido. Você saberá dentro de vinte e quatro horas. - Ele olhou para a cara dela. - Sam, me desculpe.


- Não se desculpe. - Ela disse, uma pequena carranca em seu rosto aparecia quando ela estava pensando. - Não faça isso. Não foi você quem me mordeu, e... eu realmente poderia virar uma leoa? Quais são as chances com um corte assim? - É possível. - Disse Dale. - Mesmo com um pequeno corte. Vo....você não está chateada? Que isso aconteceu sem o seu consentimento? - Bem. - Disse Sam, continuando com o olhar sob seu braço. - É óbvio que seria melhor se fosse voluntária... muitas pessoas se tornam voluntárias para serem mordidas? - Não é algo que fazemos frequentemente. - Disse Dale. - Há um monte de pessoas que querem, se você entrar na Internet, você poderá encontrá-los sem problema. - Sam curvou sua boca com um sorriso. - Mas há uma série de procedimentos formais, e o grupo todo tem de concordar em aceitar a pessoa em uma votação unânime. É difícil de fazer, mesmo para os companheiros do povo. - E, por outro lado, morder alguém assim é uma coisa terrível para um leão fazer. - Disse Sam suavemente, olhando para ele agora, em vez de olhar seu braço. - Sim. - Dale observava ansiosamente— como ele nasceu metamorfo e já em um grupo, ele não podia imaginar como ela se sentiria agora. Como seria saber que todo o seu ser poderia estar sendo mudado por dentro, mesmo neste momento? - Bem. - Sam disse. - Tem sido uma manhã realmente louca, e você deve perguntar-me novamente como eu me sentirei somente daqui a vinte e quatro horas, mas por agora estou pensando que... que até que não me parece tão ruim ser uma leoa. Dale a olhou. - É mesmo? Você...você disse que não tem certeza, não importa. Mas... Ela estava olhando para ele com uma expressão de carinho. - Eu adoro quando você parece estar perturbado, eu já tinha te falado isso? Ele parou. - Não.


- Sim. - Ela disse. - Você está preocupado que eu vou ficar perturbada ou louca? - Isso é um eufemismo. - Disse Dale. - Sam, sua vida inteira pode estar prestes a ser mudada. - Eu ainda serei eu mesma, não é? - Sam perguntou. - Não vai ser como se eu tivesse feito um transplante de personalidade total, não é? Dale hesitou. - O leão influenciará seus pensamento por muitas vezes. - Fazer você ser feroz. - Disse Sam. - Bem... sim. - Disse Dale. - Eu quero ser feroz. - Disse Sam. - Eu quero ser uma leoa. Dale se inclinou e a beijou na boca. A cada dia ela provava ser mais incrível. - Você é uma leoa. - Ele disse contra os lábios. - Não importa o que acontecer nas próximas vinte e quatro horas. Você já é, e sempre foi uma leoa.

Dale e Sam foram para o estúdio. Ele queria levá-la direto para casa, mas Sam não quis ir e ficar esperando para saber o desfecho; Ela queria ir até o fim. Ele estacionou o carro no estacionamento, e saíram e entraram pelos fundos. - Espere um minuto. - Dale disse-lhe perto do ouvido. Sam podia escutar vozes gritantes, vindo da direção do lobby. - É ele. - Ela nunca iria esquecer aquela voz enquanto ela vivesse.


- Sim é, e também é a voz de Lynn. - Disse Dale com algum alívio. - Ok, vamos lá. Lentamente. - Ela o seguiu pelos corredores, ouvindo para certificar-se de que Chapman ainda estivesse a frente. As vozes se tornavam cada vez mais altas a medida que chegavam perto e finalmente Dale disse. Eles estão ao virar da esquina. Espere aqui por alguns minutos. Eu tenho uma ideia. - Ok. - Disse Sam. Ela não estava animada sobre ser deixada ali sozinha, mas pelo menos Dale estaria entre ela e Chapman. E Lynn também estaria lá, ela lembrou a si mesma; Ela apostaria que Lynn fosse capaz de chutar a bunda humana ou de leão de Chapman. - Estou aqui, Chapman. - Ela ouviu Dale dizer quando ele virou a esquina. - Você está atrasado. - Chapman pareceu impressionado. - Eu poderia acusá-lo de um monte de coisas, Dale, mas nunca pensei que você fosse um covarde. - Eu estava tentando encontrar Sam. - Dale disse categoricamente, e Sam chupou sua respiração, quando ela percebeu o que Dale estava fazendo. Ela esperava que ele conseguisse encenar— pois ele não parecia ser o tipo de pessoa que era enganado facilmente. - Foi a minha casa de qualquer maneira, não foi? - Chapman perguntou, com um sorriso em sua voz. - Bem, eu espero que você não tenha feito qualquer dano em minha propriedade, ou eu vou ter que processá-lo. Ela está muito longe de lá. - Apenas vá em frente. - Disse Dale. Bom, Sam estava silenciosamente. Ela estava feliz que Dale não tinha nada elaborado. E não parecia que ele estava fingindo em nada. Afinal, ele estava muito bravo com Chapman. Por causa dela. A ideia de ter Dale furioso em seu nome, trazia uma emoção indescritível a ela, e saber que ele lutou com Freddie, e que praticamente ele estava pronto para lutar com Chapman só porque eles queriam machucála, a deixava sem palavras... Ninguém nunca tinha feito algo assim por ela antes. Isso a aqueceu até o fim do inverno....


- Dale Addison. - Disse Chapman em tom formal. - Eu o desafio para a posição de alfa do grupo. - Eu aceito seu desafio. - Dale disse, igualmente formal. - Testemunha. - Disse Lynn. - Testemunha. - Disse outra voz feminina. Dawn a recepcionista, Sam pensou. Ela estava lá o tempo todo? - Eu vou encontrá-lo no campo de combate às 04:00 hoje. - Disse Dale. - Por agora, saia daqui. - Com prazer. - Disse Chapman, Sam ouviu o som do clique da porta quando ele saiu. Ela respirava fundo. Ela sabia que com Dale e Lynn lá, não haveria nenhuma maneira de Chapman ser capaz de magoá-la, mas foi bom saber que ele se foi. - Dale, o que... - Lynn começou a dizer. - Espere um segundo. Venha aqui. - Sam escutou Dale chamá-la. Então Sam saiu, e veio até o hall de entrada. - Oh graças a Deus. - Disse Dawn saindo correndo atrás de sua mesa para dar um abraço em Sam. Sam ficou confusa com aquela situação, ela não podia imaginar porque Dawn estava a abraçando, já que de certa forma estava envolvida. - Sam desculpe-me...eu... - Disse Dawn. - Dei-lhe seu endereço. Juro que não sabia que ele ia te machucar... oh Deus, olhe para seu rosto! - Disse puxando o rosto de Sam para olhar melhor. - Vou fazer tudo para compensála. O que precisar, me avise. Eu sinto muito, muito mesmo. - Tá tudo bem, está tudo bem. - Sam disse apressadamente. - Eu pensei que eu estava fazendo a coisa certa. - Disse Dawn. - Mas isso não importa mais. Você se machucou e foi minha culpa! - Eu estou bem. - Sam disse, e ainda pensando sobre tudo que tinha acontecido hoje e ainda ter que lidar com uma adolescente perturbada acima de tudo, já era demais. - Olha, que tal depois de tudo isto acabar, você e eu tomarmos um café ou almoçar para conversarmos melhor, ok?


Podemos passar por cima de tudo e você pode pedir tantas desculpas o quanto quiser. - O-ok. - Disse Dawn, respirando fundo. - E será tudo por minha conta. -completou Dawn. - Está bem. - Sam imaginou que Dawn se sentiria melhor se ela estivesse fazendo algo para ela. - Tudo bem, já chega, Dawn. - Disse Lynn finalmente, e Sam entregoulhe um alívio. - Sam, o que aconteceu? Não consegui nada com Alan e Dale apareceu. Você está ferida? Sam só balançou a cabeça, se sentindo de repente muito exausta. Rosto de Lynn se amoleceu. - Tudo bem, esquece. - Ela disse. Dale, leve-a para casa, sim? Sam sacudiu a cabeça novamente, desta vez com mais veemência. Você tem que saber o que aconteceu. E Dale tem que... se preparar para a luta... - Chapman sequestrou Sam para forçar-me a perder o desafio. - Dale disse sem rodeios. - Dawn pode explicar-lhe com mais alguns detalhes. Tudo o que preciso fazer para a luta é aparecer. Sam tenho oito horas para fazer isso, então, primeiro eu vou levá-la para sua casa. - Não, quero ir para a sua. - Disse Sam. Dale franziu a testa. - Tem certeza? Sam acenou com a cabeça. Ela precisava da sensação reconfortante da casa de Dale em torno dela, não a solidão estéril de seu apartamento. Sim, é onde quero estar.


Eles pararam no apartamento de Sam para que ela trocasse de roupa, e também para pegar outras peças e levar para casa de Dale... Então depois de terem feito isso, Dale a levou para sua casa. Ele tentou esconder a profunda alegria que sentia quando ela disse que ela queria vir para casa com ele, mas ele não podia deixar de fora o sorriso em seu rosto, sorrindo o tempo todo para ela no carro. Ela então retribuiu sorrindo de volta, grande o suficiente que fizesse até estremecer seu rosto machucado. - Ow. - Não precisa sorrir tanto. - Disse Dale. - Não quero que se machuque. - Sem sorrir? - Perguntou ela, levantando uma sobrancelha. - A maioria das pessoas não acha que isso seria um problema em torno de um desmancha-prazeres, como eu. - Disse Dale. - A maioria das pessoas não te conhecem como eu faço, eu acho. Disse Sam. E Dale percebeu, que era verdade. Ele mostrou mais de si mesmo para Sam nos últimos dias que ele tinha feito a maioria das pessoas nos últimos anos. Ela tinha o visto chateado, com raiva, triste, envergonhado, rindo e feliz demais para palavras. - Então, estou feliz por você estar aqui comigo, que estará em minha casa. - Ele disse finalmente. Ela sorriu novamente para iss—, mas como um meio-sorriso. Ele parou no sinal vermelho e se inclinou para beijar sua bochecha machucada pela segunda vez, leve como uma pluma. - Se você mudar. - Disse ele. - Esse hematoma vai curar muito rapidamente. Ele vai embora em alguns dias. - Você estava tão preocupado comigo sendo mordida. - Ela disse. Mas eu tenho que dizer: Eu não estou vendo o lado negativo até agora. Dale deu de ombros e concentrou-se na estrada, para evitar dizer que ele também não via. Ele não queria que ela se sentisse mal se não houvesse mudança. Ele também não queria se sentir mal se ela não mudasse.


Mas ele teve que admitir— no fundo, ele queria que ela virasse uma linda leoa.

Sam sentia-se exausta até seus ossos— embora, ela percebeu, que eram apenas 08:00 da manhã, nem mesmo era seu horário normal de dormir. Ser sequestrada poderia fazer isso com você, ela pensou. Foi um alívio deixar Dale tomar conta de tudo. Quando chegaram em frente à casa dele, ele pegou sua mala em uma mão e manteve seu outro braço enrolado de forma protetora em volta de seus ombros quando entraram no apartamento. A mão dele agarrou o ombro dela, e ela se sentiu mais segura do que ela tinha desde que saiu para o trabalho ontem à noite. Ele levou-a para seu quarto e disse: - Que tal você se trocar, e dormir um pouco... logo depois posso te trazer o almoço na cama? - Parece incrível. - Disse Sam, com toda a sinceridade que sentia em seu coração. - Eu acho que eu quero tomar um banho, também. - Ela queria lavar toda aquela sujeira de Chapman e Freddie para longe dela. - Use o que precisar— diga-me se você quer que eu compre algo. Talvez você preferisse um banho de banheira? Eu não tenho coisas para isso, mas eu poderia... - Ele olhou para a porta. Sam riu um pouco. - Não, um banho de chuveiro está ótimo. Tomar um banho longo, luxuoso também parecia grande, mas ela preferia deixar para depois que Chapman fosse espancado e ido embora. Ela não seria capaz de relaxar enquanto ele ainda estava esperando para lutar com Dale. - Se você quer assim, está bem. - Disse Dale, franzindo a testa.


Sam foi até ele e colocou suas mãos no rosto dele, dizendo: - Eu amo que você seja assim. - Como o quê? - Dale perguntou, começando a sorrir um pouco. - Que você pensa nos outros em primeiro lugar, que você quer que eu esteja o mais confortável possível. Que você está me fazendo o almoço, e você estava pronto para correr e comprar o banho de espuma também. Sam piscou um pouco— ela só queria tranquilizar Dale que ele estava fazendo um bom trabalho cuidando dela, mas ela estava começando a perceber que se tratava de seu companheiro. Que este homem forte, bonito e carinhoso era realmente dela.

- Você é apenas uma boa pessoa. - A voz dela parou um pouco. - Eu te amo. Dale tomou as mãos na sua, levando-as até suas bochechas e beijando-as. - Eu também te amo. E não acredito que você está tão feliz comigo depois do que aconteceu esta manhã. - O que aconteceu esta manhã. - Disse Sam. - Foi que alguém me atacou e raptou-me sem o seu conhecimento, e você fez tudo ao seu alcance para vir me encontrar e me manter segura. Estou errada? Lentamente, Dale balançou a cabeça. - Então vamos acrescentar que você me salvou de sequestradores violentos à lista de coisas que eu adoro em você, então. Ele beijou suas mãos novamente. - Eu estava tão preocupado. Quando Chapman atendeu seu telefone— eu não conseguia respirar. Eu não conseguia pensar. Eu estava apavorado que estivesse ferida. E então você estava. - Ele estendeu a mão e acariciou o rosto machucado. - Eu teria sido ferida muito pior se não fosse por você. - Ela disse. Acho que Freddie estava se preparando para fazer alguma coisa antes de você chegar.


Dale fechou os olhos por um segundo e então puxou-a para um abraço. - Eu estou... realmente contente por você estar bem. - Ele disse em seu cabelo. - Graças a você. - Sam disse em seu ombro. Ele puxou de volta, então, segurou-a pelos ombros e olhou-a nos olhos. – Não. - Ele disse. - É graças a você, também. Esse movimento que você fez para fugir do Freddie. A maioria das pessoas não teria conseguido fazer isso com tão pouco treinamento como você tem. E eu não ousaria enfrentá-lo, enquanto a faca estivesse tão perto. Você se salvou como eu salvei você. - Esforço de equipe, então. - Sam disse ao redor do caroço na garganta dela. Dale sorriu, e não era um sorriso sutil, este era um completo, amplo sorriso. - Somos uma equipe, não somos. Sam acenou com a cabeça. - Para o bem. - Ela disse com firmeza. Dale a beijou. - Ok. Recompensarei nosso excelente trabalho em equipe, com pequeno-almoço. - Mais um beijo, e ele estava fechando a porta do quarto suavemente atrás dele. Sam olhou para o teto e soltou a respiração. Ela não podia acreditar que isto estava acontecendo com ela. Ela não conseguia acreditar que tinha sido menos de uma semana desde que ela estava de pé na esquina da rua no meio da noite, passando frio, fálida e solitária com um futuro previsível. E agora isto. Ela acenou com a cabeça em descrença e foi para o chuveiro. Ela não podia esperar para finalmente, tirar aquele maldito uniforme de segurança.


Enquanto eles estavam comendo o almoço— um refogado rápido; Não um almoço gourmet que Dale queria para Sam, mas saboroso o suficiente— ele sentiu seu celular vibrar e logo se estabeleceu tonto. Ele o puxou do bolso. - Chapman. - Ele disse a Sam. Firmou-se a boca dela. - Responde. Dale sorriu e respondeu. – Alan. - Ele disse. - Esperei pelo telefonema. - Dale se sentiu incrivelmente bem dizendo aquelas palavras, igual Chapman havia feito com ele mais cedo. - Você sabia que ela já havia saído quando nos encontramos esta manhã. - Disse Chapman. - É verdade. - Disse Dale. Sam estava lançando-se mais perto, e ele se inclinou em direção a ela para que ela também pudesse ouvir. - Ela já estava fora de suas mãos quando você me desafiou. Ela está segura, mas deixe-me dizer, Chapman: você não está. - Você acha que só porque não tenho ela amarrada em algum lugar não significa que não posso machucá-la? - Chapman disse. Dale rosnou. Sam colocou uma mão na perna dele, olhando para o telefone. - Se tocar nela de novo, eu vou matar você, Chapman. - Ela é apenas um ser humano. - Disse Chapman. - Você não pode fazêla a Leoa alfa se ela não é uma leoa. O grupo nunca vai aceitá-la. - Te vejo às 04:00, Chapman. - Dale disse logo desligando o telefone. Ele olhou para Sam. - Ele não vai te machucar de novo. - Oh, eu sei. - Ela disse ferozmente. - Quem me dera eu pudesse desafiá-lo depois disso. - Por favor. - Disse Dale. - Permita-me a satisfação de batê-lo para você. Sam fingiu pensar. - Bem. Eu acho. Dale riu e beijou-a. - Eu amo como você é corajosa.


- Estou feliz. - Disse Sam. - Porque eu amo você, e amo como é protetor, mas não vou deixar você me impedir de ir ver a luta. Dale sentou-se. - Tem certeza? - Eu não vou ficar aqui esperando e sem saber o que está acontecendo. - Ela disse. - Eu quero testemunhar Chapman sendo batido com meus próprios olhos. Dale assentiu com a cabeça, sabendo que, tanto quanto ele queria manter Sam longe, muito longe de Chapman para sempre, ela tinha o direito de decidir de ir. - Ele vai ficar com raiva de você. - Ele avisou. Sam sorriu. - Bom. E Dale beijou-a, amando o toque de ferocidade em sua voz, o brilho nos olhos dela. - De qualquer forma, vamos comer. - Ela disse. - Não podemos deixar este pequeno almoço em ruínas. - Sam tinha exclamado quando ele tinha trazido a mesinha de café da manhã na cama e definiu sobre o colo dela. - Definitivamente não. Eu sempre amei a ideia de surpreender alguém com pequeno-almoço na cama. - Ele disse, sorrindo. - Nunca tive uma chance, embora. Não havia nada que Dale queria mais do que cuidar das pessoas que amava, e embora ele era terrível com surpresas, o pequeno-almoço na cama tinha lhe parecido com um deleite básico que qualquer mulher iria gostar. - Sério? - Sam perguntou com certo ceticismo. - Achei que um cara como você pudesse pegar qualquer garota que quisesse, e eu achei que qualquer garota gostaria de pequeno-almoço na cama. Dale, respirou fundo e tentou explicar-lhe como sua vida amorosa tinha sido antes disso. Ou as mulheres não estavam prontas para o compromisso e pensava que ele era muito sério sobre a relação, ou elas não gostavam dele gastando tanto tempo no trabalho e o deixava sempre quando ele não concordava a abandonar suas responsabilidades por elas. - Além disso. – Acrescentou. - Eu nunca namoraria alguém sem dizer que sou um metamorfo. Então isto me limitou às pessoas quem já me


conhecia, ou quem eu confiaria para mantê-lo em segredo. A maioria dos meus relacionamentos acabaram rapidamente, porque não éramos compatíveis. Mesmo que eu sempre quis algo mais a longo prazo. - Bem. - Disse Sam. - Eu amo que você é um metamorfo, eu amo você sendo responsável e querendo cuidar do seu negócio e também cuidar de seu grupo e eu realmente amo saber que você está comprometido com essa relação. Dale sorriu para ela. - E eu amo que você esteja pronta para se tornar uma leoa se isso acontecer, eu amo que você seja responsável e tenha cuidado com o seu trabalho e sobre como cuidar de pessoas e eu realmente amo que você também esteja comprometida com essa relação. Sam sorriu de volta— e bocejou. - Eu acho que é hora de ir para a cama. Ela definiu o alarme do telefone para 14:00. - Então nós temos muito tempo antes da luta. - E ficou pronta, enquanto Dale levou os pratos de volta para a cozinha. Ela estava enrolada acima na cama quando ele voltou, e ele deitou-se ao lado dela acariciando o cabelo do rosto dela. - Obrigada por me resgatar. - Ela disse suavemente como seus olhos se fechando. - Obrigado por tornar isso possível. - Ele disse de volta. - Eu te amo. Ele inclinou e beijou a testa dela, e quando ele sentou-se, ela já estava dormindo. Ele a observou por alguns minutos, respirando suavemente com a mão dela enrolada por seu rosto e seus cílios longos, repousando sobre as curvas do seu rosto. Sua ferocidade e determinação estava escondida no sono, mas ele sabia que ainda estava lá. Ele ficou ao lado dela, até que teve certeza que ela estava dormindo profundamente, então levantou-se e foi lavar a louça.


Cinco minutos antes do alarme de Sam soar, Dale furtivamente arrastou-se para a cama ao lado dela. Ela estava deitada no estômago dela, respirando suavemente contra os travesseiros, seu cabelo preto esparramado por suas costas, mas tendo alguns fios cobrindo seu rosto. Ela era tão bonita que quase doía de olhar. Ele tocou seu ombro para quando ela acordar não se assustasse, correu a mão no braço dela acariciando-a suavemente. Ela mudou um pouco ao dormir, e ele sorriu e mudou a mão para ela de volta, esfregando suavemente e, em seguida, começou a massageá-la. Ela suspirou, e Dale inclinou e beijou suas têmporas, assim quando as pálpebras dela começou a piscar aberto. - Oi. - Ele murmurou. - Mmm. - Ela disse. - Oi. Ele beijou-a suavemente na boca e na bochecha e então começou a trabalhar seu caminho lentamente para baixo de seu pescoço— exuberantes beijos. Ela gemeu baixinho quando ele a lambeu até sua clavícula e mordeu levemente. - Isto é bom? - Ele murmurou contra a pele dela, mesmo que ele tivesse certo de que ele sabia o que ia ser a resposta. - Sim. - Ela disse. - Continue. - Ele agarrou o telefone da mesa de cabeceira e entregou a ela. - Aqui, seu alarme vai soar em um segundo, se você não desligá-lo. Ele não tinha planejado continuar enquanto ela digitava em seu telefone, mas a curva do peito dela foi grande demais para resistir, e ele se inclinou para beijá-la e beijá-la novamente... - Dale! - Ela disse, meio-rindo. - Estou tentando... Ah...


- Desculpe. - Ele disse, contra seu mamilo. - Mentiroso. - Ela disse, e então. - Ok, pronto! Faça o seu pior. - Eu apenas faço meu melhor. - Ele sorriu para a pele dela, e ela riu. Ele adorava fazê-la rir— ele não pensava que era um cara engraçado em tudo, mas o brilho divertido nos olhos de Sam quando ela olhava para ele às vezes... aquecia diretamente seu núcleo. Manteve-se abaixo do estômago dela, em uma missão para acordá-la da melhor maneira possível. O cheiro dela foi ficando cada vez mais excitante, quando ele traçou um caminho para baixo do ventre dela e sobre o quadril esquerdo. Ela se contorcia embaixo dele, e ele a mordeu novamente, ainda muito levemente. Desta vez ele não estava olhando para explodir sua mente com intensidade, como se estivesse completamente conscientemente da última vez— ele só queria amá-la delicadamente para assim acalmá-la. E dar a ela um orgasmo ou três no processo. Finalmente, ele alcançou seus pêlos púbicos ordenadamente aparado e separou os lábios com a língua. - Dale... - Sam choramingou acima dele, levantando seu quadril para empurrar contra sua boca. Ele queria sorrir, mas em vez disso, ele lambeu lentamente mais para baixo, provando sua umidade almiscarada, deliciosa sob o caminho. E ela estava molhada— parecia que Sam gostou de ser acordada desta forma. Bem, Dale não poderia imaginar uma maneira melhor de começar um dia. Ele a lambeu lentamente e se sentia prazeroso em primeiro lugar, escutando o ruídos baixinhos, de forma bem elaborada. Sua voz era gutural e quieta a maior parte do tempo— só ficou estridente quando ela estava muito animada. Ele iria ser mais detalhista, mais tarde, mas por agora, ela parecia tão bem, e provou tão bom, que ele só queria ficar para sempre neste ponto doce. Ele era duro, mas não urgente, só um agradável zumbido de excitação que fez toda a experiência ainda melhor. Eventualmente, os gemidos de Sam começaram a ficar um pouco mais alto e então um pouco mais exigentes, até que ela disse. - Mais rápido... mais rápido, Dale, vamos... - Ele escutou e então ele aumentou a velocidade em seu clitóris e finalmente trouxe uma mão, seus dedos rastreando em volta


de sua boceta. Ele queria saber em quanto tempo ele iria aprender exatamente o que cada um desses sons significavam. Ele já sabia decifrar alguns, ele pensou, quando ela soltou um gemido ofegante, que se transformou em um agudo quando ele chupou duro seu clitóris. Ele parou por um segundo, ouvindo sua afiada, ofegante respiração e então voltou-se novamente deslizando um dedo dentro de sua boceta. Ela veio ao redor de seu dedo em uma série de espasmos, e então ela soltou um gemido que quase se transformou em um grito no final. Ele manteve a língua contra o clitóris com as réplicas, e então o segundo que ela tentou se contorcer longe dele, ele a puxou para trás. - Bom dia. - Ele disse, tentando segurar seu sorriso. Ela piscou para ele sob o travesseiro, onde o cabelo dela estava descontroladamente enrolado em volta da cabeça. Seus olhos brilhavam e sua boca estava brilhando; Enquanto observava, ela lambeu os lábios. - Bom dia, nada mais certo disso. Deus, você está satisfeito com você mesmo. Ele levantou uma sobrancelha. - Não tenho uma boa razão para estar satisfeito comigo mesmo? - Vem cá. - Ela disse, e ele obedeceu com prazer, deixou-a puxá-lo para baixo em um beijo profundo. Ela mudou sua posição, empurrando seu corpo contra o dele, e ele foi com ela, mesmo que ela não tinha força para virá-lo. Eles acabaram invertidos, com ele nas costas e ela ajoelhada sobre ele. - Sua vez. - Ela beijou-o novamente. O pensamento fez o pulso de sangue subir no pau dele, mas ele disse. - Só se você realmente quiser. Ele sabia que algumas mulheres realmente não gostavam de fazer sexo oral, e ele nunca, nunca pressionaria uma mulher a fazer nada que ela não quisesse fazer com entusiasmo. - Confie em mim. - Ela disse, e ele podia ver que suas pupilas estavam dilatadas ainda com excitação. - Eu realmente quero fazer. - Então eu fico feliz por ser minha vez. - Ele abriu a boca debaixo dela quando ela beijou-o novamente. A língua dela deslizou ao longo dele, e ele não podia ajudar o envolvimento dela em seus braços e a segurando mais


perto enquanto eles se beijaram. Ela recuou eventualmente, respirando com dificuldade. - Você está me distraindo do que eu ia fazer. - Não consigo. - Disse ele. - Foi você quem distraiu-me. - Então prepare-se para se distrair ainda mais. - E então ela correu as mãos no seu peito, com o menor toque de unhas, certificando-se de que ele soubesse onde ela estava. Ela continuou descendo o estômago, pausando para escovar uns beijos sobre seus músculos abdominais e parou com as mãos na cintura, olhando para sua ereção. - Você sabe. - Ela disse. - Você é lindo em todo o lado, mas há um ponto particular onde eu acho que a genética tem apenas... se superado. - Obrigado. - Ele disse, mudando seus quadris. - Agradeço o elogio. - Não é como se eu conhecesse muitos homens. - Ela disse, e ele era estupidamente contente por ouvir sobre. - Mas eu tenho que dizer, realmente está acima de todos eles. Se você sabe o que quero dizer. - Ela o olhou cuidadosamente. Dale deslocou-se novamente— com ela o olhando daquele jeito, estava deixando-o tão duro que estava começando a ficar desconfortável. Sam... - Disse Dale. Ela sorriu para ele, e os olhos dela tinham aquele brilho. - Sim? - Ela estava o provocando, ele percebeu— - Sam. - Ele disse. - Por favor, preciso que me toque. O brilho provocante drenou e no lugar era pura luxúria. - Isso é... gostoso muito de ouvir. Ok. Seu desejo é uma ordem. - E ela inclinou a cabeça para prová-lo. Ele estava à espera de ficar perdido em prazer— ela estava com sua boca na cabeça de seu pau, e também lambia em torno da base— mas aparentemente Sam sentiu que ele ainda não tinha tido o suficiente, porque ela o tomou por completo em sua boca quente, molhada imediatamente, e então Dale ouviu um rosnado vindo do fundo de seu peito. Foi provavelmente a melhor coisa que ele já havia sentido, a boca de Sam nele,


e de repente ele se sentia a beira de um precipício, já não conseguia manterse concentrado e não queria causar uma situação constrangedora. Ela era incrivelmente boa, o sugando forte na cabeça e deslizando a língua, e depois lambendo todo seu comprimento e fazendo bom e molhado e finalmente envolvendo a mão em torno da base o masturbando ao mesmo tempo que o chupava. Fazendo um ritmo perfeito. Ele podia ouvir-se dizer— - Assim, Sam, é perfeita, é tão perfeita, você se sente tão bem... - E sabia que estava balbuciando palavras incoerentes de sexo, mas não conseguia parar de dizer, como se isso dependesse para salvar sua vida. Estava tudo bem, pois ele quis dizer tudo aquilo. Ela era perfeita. Ele tentou pelo menos manter o controle suficiente para dizer. - Sam... Sam, eu vou.... - Quando era iminente. Ela não recuou, embora; em vez disso, ela o trouxe em uma onda longa perfeita— ele apenas soltou seu gozo, este veio duro, jatos fortes... Quando conseguiu mover os braços novamente, Dale puxou Sam em um abraço apertado, inalando o cheiro dela e embrulhou seu corpo morno de sono com o seu. - Foi incrível. - Disse em seu ouvido. - Para você. - Ela sussurrou, sem fôlego. Ele sorriu em seu pescoço. Boa maneira de acordar? - A melhor. - Disse ela. - Quem me dera poder acordar assim todos os dias. - Isso pode ser arranjado. - Ele disse, e ela riu. - Estava brincando. - Não. - Ele beijou seu pescoço e então seu queixo e o lado do rosto dela e então a puxou para trás para olhar seus belos olhos castanhos. - Eu quero acordar com sexo contigo todos os dias. Eu quero você na minha cama todas as noites. Eu quero fazer o café para você todas as manhãs. - Seu olhar cintilou fora. - Eu quero isso, também. - Ela sussurrou. Ele beijou sua bochecha. - Nada parece ser mais certo. - Ela o puxou de volta, e ele a soltou, enquanto ela estava sentada ao lado na cama, olhando para ele. Havia amor em seus olhos, mas também a tristeza. - Acho


que tudo isso parece ser muito de uma coisa boa. Bom demais para ser verdade. Que você saiu do nada e fez tudo que sempre quis... - Ei. - Ele sentou-se e tirou as mãos na sua. - Você merece tudo que sempre quis. Você merece o melhor que posso te dar. Você merece orgasmos toda manhã e café da manhã na cama. Ele quis dizer cada palavra. Quando ele pensou sobre o que ela tinha passado em sua vida, e quão forte ela ainda era... sentiu-se que ele estava partindo o seu próprio coração. Ela sorriu para ele, doce e sincera. - Obrigada. Mas eu não sei. Quase parecia que Chapman e Freddie viriam atrás de mim... era o outro sapato para cair. O equilíbrio para a escala. - Não, Sam. - Dale disse, incapaz de impedir de se inclinar para frente e embrulhá-la novamente. - Este é o equilíbrio. - Ele a abraçou apertado. Isto é o que é certo. Ela inclinou-se para ele. - Você é a melhor coisa que já aconteceu comigo. Ele balançou a cabeça. - Você é a melhor coisa que já aconteceu para mim também. E Chapman nunca vai tocar em você novamente. - Eu acredito. - Ela disse e sentou. - Você não tem uma luta para competir? - É verdade. - Disse Dale. - É melhor irmos andando, não quero me atrasar para vencê-lo.


Sam tinha o puxado para ficarem juntos no momento em que ela e Dale entraram no carro. - Não acho que vai ser arrebatado de mim a qualquer momento. - Ela disse-lhe ao colocar seu cinto de segurança. - Às vezes me lembro... sendo uma criança e minha mãe e eu acho que é como sempre vai ser. Sinta-se livre para me bater de volta à realidade quando isso acontecer. Ela nunca tinha compartilhado um daqueles momentos inseguros com outra pessoa antes, e ter Dale lá para segurá-la por isso... foi maravilhoso. - Confie em mim. disse Dale. Eu vou fazer isso. Sempre que precisar de mim. - Ele apertou a mão dela e então ligou o carro. Eles fizeram o caminho em silêncio confortável— eles estavam fora da cidade, Sam percebeu, e ela adivinhou que devem estar indo para o terreno onde o grupo pode se transformar, ou seja, em seu caminho para o território. Foram uns bons vinte minutos de carro para fora dos limites da cidade, Dale arrancou para uma estrada de terra do lado, e eles acabaram em uma clareira que foi transformada em um estacionamento improvisado. - Todo mundo chegou cedo. - Dale observou quando eles saíram do carro. - Deve ser emocionante, uma luta alfa. - Sam olhou secretamente ao redor para ver se ela poderia manchar dos leões. Nenhum apareceu imediatamente, embora ela viu algumas pessoas em forma humana. - Vamos lá? - Sim. - Dale, pegou a mão dela e partiu, levando-a sob o longo caminho através da grama alta. Sam apreciou a sensação da mão dela sob a sua. A autoconfiança que ela tinha sobre a briga— tão confiante como ela realmente foi sobre a luta— havia ainda um pouco de dúvida. Se Chapman tem um golpe de sorte? E se... - Dale. - Disse Sam urgentemente, chegando a uma paragem e puxando a mão dele. Quando ele se virou, ela disse. - Essa luta não é para a morte, é?


- Normalmente não. - Dale disse sério. Seus olhos dourados eram constantes, e sua voz era de nível. "Não tenho intenção de matar Chapman, em qualquer caso. A luta vai para qualquer lutador que pode acusar o outro. O perdedor tem que deixar o grupo e a cidade, para sempre. Sam soltou um suspiro. - Ok. Embora eu não ache que Chapman se importaria se você morresse. - Muito mau para ele. - Então, Dale disse sombriamente e virou-se para continuar andando. Ele manteve a mão na dela. Quando eles emergiram da grama, eles estavam em outro nível de compensação, que terminou com o início de um grupo esparso de árvores no fim. Abaixo, colinas ondulantes esticando fora na distância. Sam olhou para ele e perguntou quanto do território pertencia ao grupo. Ela não tinha tempo para perguntar a Dale, embora, porque eles vieram sobre o pequeno grupo de pessoas que ela tinha visto do carro deles. Para seu alívio, Lynn já estava entre eles, e Chapman ainda não tinha chegado. - Bem-vinda, Sam. - Lynn disse, calorosamente quanto Sam já tinha ouvido a velha senhora falar. - Deixe-me apresentá-la a alguns dos outros membros do nosso grupo. Essa é a Tammy. - Uma curta mulher asiática com lindos cabelos longos. – Bruce. - Um homem loiro que parecia que ele podia ser primo do Dale, talvez. – David. - Um homem alto e esguio, com cachos vermelhos brilhantes. - E Joyce. - Uma mulher rechonchuda, curta sobre a idade de Lynn ou um pouco mais velha. - Nancy, Rafe, Jorge, e Luke acabaram marcando lá fora do círculo... - Ela acenou com a cabeça a um pequeno grupo de pessoas que falavam atentamente cerca de 100 pés de distância. - E todos os outros estão a caminho. Maureen está trazendo as crianças. - Crianças? - Sam perguntou em dúvida. - Jovens leões, que já passaram por seu primeiro mudança, alguns ainda em seus dezoito anos ou aqueles que ainda vivem com os pais. - Disse Lynn. - Nenhuma criança inalterada é permitida para testemunhar uma luta.


Bom, Sam pensou e decidiu não mencionar que ela não tinha mudado ainda. Ela não era uma criança, e ela ia assistir Dale derrubar Chapman. Lynn disse. - Dale, deixe-me falar com você por um segundo. - Agora não. - Dale disse educadamente, mas com firmeza, olhando para Sam, e Sam percebeu que ele não queria deixá-la sozinha com membros estranho do grupo. - Vá. - Ela disse. - Lynn provavelmente tem algo importante para te falar. Eu ficarei bem aqui. Os olhos de Dale desviou para os outros quatro e novamente para ela. - Tem certeza? - Ela deu-lhe um aceno de cabeça firme. - Não se preocupe. Dale disparou várias etapas com Lynn, orientando para o que ele iria enfrentar com a Sam enquanto eles falaram. Sam virou-se para enfrentar os quatro novos membros. - Olá. - Ela disse, com tanta confiança quanto ela poderia reunir. - É um prazer conhecer todos vocês. Bruce estava olhando para ela, um pouco desconfiado. - Você é humana. - Ele disse, embora tenha havido um pouco de uma subida no final, como ele não tinha certeza. Sam perguntou se ela estava a libertar qualquer feromônios de leoa, ou perfume. Que pensou apenas concordando que ela era humana, mas decidiu que não era nenhuma desvantagem em compartilhar o que tinha acontecido. - Não tenho mais certeza, na verdade. - Como você não pode ter certeza? - Tammy levantou uma sobrancelha. - Freddie, amigo do Chapman, mordeu-me um pouco esta manhã. Sam puxou na manga para mostrar o arranhão. Os leões coletivamente ficaram em estado de choque. - De propósito? - Tammy perguntou, inclinando-se em inspecionar o corte. - Não sei. - Dsse Sam. - Ele quis me machucar, mas não acho que ele quis transformar-me.


David olhou no corte. - Ele não fez um bom trabalho se ele quis te machucar. - David. - Disse Joyce. - O quê? - David pediu. - Eu não disse que era uma coisa má. - É verdade, de qualquer forma. - Disse Sam. - Dale apareceu e tomou conta das coisas antes que ele pudesse fazer alguma coisa muito ruim. - O Freddie fez isso, também? - Os dedos da Tammy correram logo acima de sua bochecha. - Não. - Disse Sam. - Isso foi Chapman. As sobrancelhas de David foram acima. - Não admira que o Dale queira lutar com ele. - Não acredito que Chapman concordou em lutar com Dale. - Disse Tammy. Sam decidiu que ela não queria explicar todo o sequestro neste momento. - Foi complicado. - Ela disse. - Dale é difícil de vencer? Não é como se ela não confiasse na palavra de Dale que ele poderia bater Chapman, mas uma segunda opinião seria apenas... bom de ouvir. - Ele é intocável na prática. - Disse Bruce. - Eu nunca o vi lutar de verdade, no entanto. Não sei se ele já tem. - Tem Chapman? - Sam de repente foi tomada pelo medo— ela só poderia pensar nos estenoses da Lynn da aula de defesa pessoal único de Sam: você pode praticar tudo o que você quer, mas um ataque de vida real não vai ser assim. - Não sei. – Joyce disse pensativamente. - Nunca para alfa antes, obviamente, mas quem sabe. Pessoas costumavam brigar muito mais vezes por baixo do pai de Dale. Dentre as muitas razões que estamos mais felizes de ter Dale aqui. Sam olhou para trás, para Dale, mais preocupada do que ela tinha sido. Chapman era pelo menos dez anos mais velho— talvez ele tivesse tido algumas lutas reais em sua vida.


Mas Dale era um instrutor de artes marciais, ela lembrou-se, quando Dale a olhou nos olhos ele começou a voltar ao grupo imediatamente. Ele sabia o que estava fazendo. Ele sabia tão bem como Lynn que situações da vida real eram diferentes da sala de aula. E ele tinha derrubado Freddie sem nem mesmo piscar. - Tudo bem? - Dale perguntou-lhe quando ele chegou perto. Eu vou ficar quando isto acabar, Sam pensou. - Bem. - Ela disse, sorrindo para ele. - Todo mundo está sendo muito bom. - Todo mundo ficou um pouco assustado de saber o pouco que Freddie fez com ela. - Disse David. - Ele fez isso de propósito? - Eu não poderia dizer, eu não estava lá quando aconteceu. - Disse Dale. - Ela estava tentando ficar longe dele, e ele mudou. - Mais provável que tenha sido um acidente. - Disse Lynn. - Freddie não teria alguma razão para querer Sam se transformando. - Chapman não pensa assim. - Disse Dale. - Ele quer que Sam e eu estejamos fora, não dentro do grupo. - Então vocês são como... um casal? - Bruce olhou para trás e para frente entre eles. Dale colocou um braço em volta dos ombros de Sam e puxou-a para seu lado. - Sam é minha companheira. - Ele disse. - Eu pensei que não acreditava nessas coisas. - Disse Tammy, a sombrancelha, arqueando-se novamente. - Acontece que eu estava errado. - Dale disse solidamente. - Eu mudei minha mente. - Huh. - Disse Joyce. - Você sabe, seu pai nunca teria dito isso em 1 milhão de anos. - Obrigado, Joyce. - Dale deu-lhe seu quase-sorriso, apenas a iluminação geral do rosto. Sam com algum sobressalto percebeu que ela não tinha visto em dias; Dale tinha sido sorrindo amplamente e brilhantemente para ela desde que perceberam que eram companheiros.


Mesmo que o campo era um pouco ventoso e frio, ela se sentiu aquecida através daquele momento. Então uma ondulação atravessou os leões, todos eles girando suas cabeças para o estacionamento improvisado. Sam se virou lentamente, já sabendo o que ela ia ver. Com certeza, Chapman estava saindo do seu BMW prata. Ele bateu a porta, fez em cima do botão o paletó do seu terno caro e começou a caminhar pela grama em direção a eles. Dale, mudou-se para ficar na frente de Sam, quando ele se aproximou, e isso a fez sentir um pouco melhor sobre ter que vê-lo novamente. Não muito, embora; Ela apenas desejava que ele desaparecesse da face da terra, para que ela nunca tivesse alguma chance de vê-lo nunca mais. Em vez disso, ele veio mais perto e mais perto até que ele estava cara a cara com o Dale. Ele não estava olhando para ele, embora; Ele estava olhando por ele para a Sam - Teve sorte hoje. - Disse ele. Dale rosnou para ele, um som de animal que nenhuma garganta humana faria. - Não fale com ela. - Não. - Disse Sam de volta para Chapman. - E vai ficar ainda pior. Chapman rosnou e deu um passo em frente; Dale rosnou de volta e colocou suas mãos— e Lynn pisou entre eles, uma mão em cada um dos seus peitos. - Luta somente no círculo. - Ela disse pressionado-os separados. Cada um deles recuou, rosnando baixo em seus peitos, e Sam olhou para Lynn com renovado respeito. Lynn foi quase um pé mais curto do que ambos Dale e Chapman, mas ambos a escutaram, mesmo que eles não queriam nada mais do que lutar entre si. Sam queria ser capaz de fazer um comando daquele, obtendo muito respeito um dia. - Que horas são? - Dale pediu. - É 03:55. - Disse Joyce.


- Não vejo a hora de você cair, Chapman. - Disse Dale. - Dale já é o suficiente. - Disse Lynn. - Você tem cinco minutos com sua companheira, e pode trazer todos para o círculo. Mais uma vez, Dale a ouviu e se aproximou de Sam, enquanto todos os outros saíram para o campo em direção ao círculo. Dale colocou sua mão em concha no rosto dela. - Está preocupada?. Perguntou Dale. - Só um pouco. - Sam confessou. - Eu sei que você é melhor do que ele. Tenho medo dele ter outro truque na manga, ou acontecer um acidente do acaso. - Ela balançou a cabeça. - Eu realmente quero ser parte deste grupo e respeito seus costumes, mas... Deus, isso é uma maneira estúpida para decidir sobre a liderança. Dale riu suavemente. - Eu sei. - Ele disse. - É. Mas vai funcionar a meu favor, desta vez e lembre-se, Lynn e eu somos muito progressistas. Estamos trabalhando em mover o grupo em direção ao futuro, e você pode nos ajudar com isso de agora em diante. A maneira que toda a gente estava agindo em torno de você mais cedo— não acho que você precisará se preocupar sobre ser aceita. - Você tem que vencer a luta primeiro. - Sam estava um pouco surpresa com a dica do comando na voz dela. - Sim, senhora. - Dale inclinou a cabeça e beijou-a suavemente, virouse e caminhou em direção ao círculo. Sam o viu andar alto e orgulhoso, abraçar-se em torno de sua média, rezando para que tudo se resolvesse e ficasse tudo bem. - Vamos. - Disse uma voz próxima a ela, e ela pulou. Foi Lynn. - Pare de se preocupar. Você não será capaz de ver qualquer coisa de todo o caminho até aqui. Sam sorriu, aliviada. - Obrigada pela força de hoje mais cedo. - Ela disse, enquanto ela seguia Lynn para o círculo. - Não me agradeça por fazer o meu trabalho. - Disse Lynn. - Às vezes machos podem perder seus cérebros um pouco. Cabe a nós mantê-los na


pista e cuidando dos negócios. É um dos mais importantes trabalhos da leoa alfa. - Eu sou não a Leoa alfa, no entanto. - Sam apontou. Lynn olhou para ela. - Ainda não. Mas eu posso ver o que está por vir. Se a mordida de Freddie não mudar você, você vai estar passando toda a ladainha demorada para se voluntariar para ser mordida, não é? Sam hesitou e, em seguida, acenou com a cabeça. - Isto é o que eu quero. - Ela torceu o braço dela automaticamente para olhar o corte, que foi apenas um arranhão em crosta até agora. - Dale disse que leva um longo tempo. Lynn assentiu com a cabeça. - Meses no mínimo, se ele mesmo acontecer. Recebendo um voto unânime da multidão é quase impossível, embora talvez vai ser mais fácil uma vez que Chapman sair daqui. Supondo que Dale ganhe, você poderá ser capaz de se transformar seu sucesso em uma petição bem sucedida. Sam acenou com a cabeça, fazendo uma nota mental. - Eu acho que essa confusão toda com Chapman pode acabar sendo o melhor, não importa o que aconteça. Se Dale ganhar. - Eu só vou ser feliz para não ter que encarar a cara de tolo de Chapman a cada novamente. - Sam ficou surpresa como soava tão veemente de Lynn. - De qualquer forma, uma vez que você se ligar, vou levá-la e ensinar-lhe as direções. Eu não vou me arrepender da posição como Secretária de Grupo Social, acredite em mim. Mesmo sob as circunstâncias, Sam teve de sorrir um pouco mais para isso. - Estou feliz em ouvir isso. - Há algumas responsabilidades que você terá que erguer de minhas mãos frias e mortas. - Disse Lynn. - Mas acho que você vai fazer um trabalho melhor na questão com os filhotes do que eu. Você foi boa com aquela idiota da Dawn, hoje. - Obrigada. - Sam disse, sabendo que a Lynn não dava elogios levemente.


Ela sabia que tudo isso era ainda dependente do resultado da luta... mas foi bom falar sobre isso, como se isso tudo estive assegurado. Lynn assentiu com a cabeça firmemente e então elas estavam no círculo e as duas caíram em silêncio. Dale e Chapman estavam em lados opostos, em forma humana. Foi um enorme círculo, balizado na pintura na grama; parecia com espaço de sobra para lutar, mesmo para um par de leões. Lynn pisou em cima da borda e caminhou para o meio dele. - É hora. - Ela proclamou em voz alta. - Que o desafiante se declare. Chapman levantou seu queixo. - Eu, Alan Chapman, desafio Dale Addison para a posição de alfa neste grupo. - Eu Dale Addison aceito seu desafio, Alan Chapman. - Disse alto e bom som. - O desafio tem sido testemunhado. - Disse Lynn. - Vão lutar entre si até um leão se render, sair do círculo, ou ser morto ou será inciada uma contagem até dez. - Ela fez uma pausa, cada um dos homens olhou nos olhos e disse. – Comecem. - Então Lynn saiu do círculo já transformada em leoa. Havia uma série de manchas no canto do olho de Sam e quando ela olhou ao redor, todas as pessoas no campo tinham se transformado em forma de leão, e ela era a única humana ali. Lynn tomou posição ao lado dela, sentada em seus quadris, com os olhos fixados no círculo. Dale e Chapman ambos mudaram, também. A lembrança do leão de Dale estava marcada na memória de Sam da noite que tinham se encontrado— grande e dourado, com uma longa Juba e um poder, destituída de forma. Agora que havia leões ao redor dela, ela podia ver que Dale era visivelmente o maior de todos. Direita agora, ele estava perseguindo em torno das bordas do círculo, olhos seguindo Chapman, que estava a fazer o mesmo do outro lado. Chapman era muito menor do que Dale, mas sua juba era mais curto e mais malhadas, alternando pele pálida com um dourado-marrom escuro.


Como ele se aproximava para onde Sam e Lynn estavam de pé, Sam podia ouvi-lo roncando sob sua respiração. Sam queria desesperadamente que ela pudesse mudar; Ela queria ficar como o resto do grupo neste momento, não sozinha como um ser humano, observando o risco de vida de seu companheiro, sua vida. Ela estendeu a mão hesitante e a colocou sob o ombro de Lynn; Lynn imediatamente se inclinou para seu toque, deslocando-se para mais perto, e Sam espalhou seus dedos através dos pêlos de Lynn e respirou um pouco mais facilmente. De repente, tão rapidamente Sam olhou para o círculo onde houve uma movimentação, não podia dizer qual deles mudou-se primeiro, Dale e Chapman pularam em direção um do outro. Eles se enfrentaram no centro do círculo, ambos rosnando tão profundamente, Sam poderia sentir o ruído vibrar seus ossos. Eles estavam virados um para o outro, e Dale debruçado em Chapman com uma pata, empurrando-o de volta a poucos passos. Chapman veio certo, porém, dentes à mostra e abocanhou o rosto de Dale. Então eles foram até tão próximos que seus espíritos pareciam estar misturados, bloqueados apertado demais para Sam ver o que estava acontecendo. Ela segurou a respiração. Quando eles se separaram, cada um deles tinham uma linha de sangue brilhando contra sua pele; Dale no ombro, e Chapman em suas bochechas. Eles se recuperaram um pouco e novamente voltaram a perseguir um ao outro um pouco mais, atacando suas caudas. Chapman foi o próximo a atacar; Ele apressou o Dale, claramente tentando empurrá-lo fora do círculo. Dale o arremessou para o lado, porém, e Chapman teve a rápida reversão para impedir a correr ao longo da linha pintada. Sam mordeu seu punho por puro nervosismo. Dale jogou acima sobre suas pernas traseiras e foi duro contra Chapman. Ele gritava enquanto ele pousou, e o som rasgando pelo ar,


ecoando sobre as colinas; Sam sentiu-se rasgando, embora ela não poderia dizer por que, exatamente. As garras de Dale rasgaram a carne lateral de Chapman, e como Chapman recuou para trás, Dale pulou sobre ele, derrubando-o. Rolando-os na grama, rosnando e se encaixando. De repente, Dale soltou um rugido de dor, e Sam guinchou um ruído involuntário e então um pouco mais difícil em seu punho. Chapman tinha mordido para baixo na sua perna e não o deixava sair. Por um segundo, Sam não sabia como Dale ia sair, mas então os dentes de Dale passou-se para baixo na orelha de Chapman e Chapman uivava e soltou-se para trás, até que novamente foram separados por jardas, perseguindo um ao outro. Orelha de Chapman estava sangrenta, mas Dale estava mancando um pouco. Sam se perguntou novamente quanto de artes marciais realmente se traduziam do humano para o leão. Chapman parecia mais confiante, rosnando no peito e fazendo algumas fintas aqui e ali. Dale voltava e recuava alguns passos e depois mais alguns passos, e Sam sentiu medo, o frio estava sobre ela— e se ele estava realmente ferido? E se era isto? Chapman fingia novamente e novamente— e então, quase demasiadamente rápido para Sam perceber o que estava acontecendo, ele reuniu-se e atacou. Quando Chapman estava agachado e então pulou, Dale virou para ficar humano e caiu para trás. Sam se inclinou para frente, boca aberta— o que estava errado com ele... Mas Dale deslocou-se para leão instantaneamente, agora deitado de costas. E em um movimento muito humano para o futuro, Dale impulsionou Chapman, usando o impulso de sua própria corpo para atacar. Chapman pousou desajeitadamente do outro lado de Dale, tropeçou e caiu, e Dale estava em um flash. Chapman se fechou usando com as patas, mas os dentes de Dale fecharam por sua garganta antes que ele pudesse se


mover, e ele congelou. Lynn deslocou para ficar humana imediatamente e gritou, começando a contagem - Um... Dois... Ela continuou contando, e Sam assistiu os músculos da mandíbula de Dale como seus dentes pressionados na garganta do Chapman. Ele contorceu-se, certamente tentado se fechar. Mas ele ficou absolutamente imóvel, enquanto a cauda do Chapman amarradas e Lynn continuou contando. - Seis. Sete. Em. – Oito. - Chapman deixou de se importar sobre os dentes de Dale e deu uma enorme alçada do seu corpo, tentando despistar Dale com toda sua força. Suas poderosas pernas traseiras se esforçaram, percorrendo pelo estômago do Dale. Dale bateu nele trazendo-o de volta ao chão, quando Lynn disse. Nove. - Chapman congelou. Finalmente Lynn disse. - Dez. - E Dale relaxou sua mandíbula e pisou para trás. - O desafiante perdeu a luta. - Anunciou Lynn. - Dale Addison permanece alfa. - E ela mudou para leoa novamente, e de repente o grupo inteiro rugiu em uníssono. Sam ofegou ao som, lágrimas brotando de seus olhos com quão alto foi. Ela podia sentir isso em todo o seu corpo; era impossível pensar em qualquer coisa, somente no som. Eventualmente, ele parou. E Dale passou para frente, fora do círculo e deslocou-se para ser humano. Em uma ondulação através do campo, todos mudaram com ele, até que Chapman foi o único restante leão, ainda deitado no chão. Um longo e silencioso minuto mais tarde, ele se atirou aos seus pés e mudou-se também. Seu terno estava irregular e o cabelo dele estava em desordem e dentre as orelhas dele sangrava copiosamente. Sam olhou para Dale e viu que ele tinha marcas de dentes sangrentas em sua panturrilha direita. Ela esperava que houvesse uma boa maneira para metamorfos obter cuidados médicos.


- Você. - Disse Chapman, e Sam percebeu que ele estava falando com ela. Ele andou até a borda do círculo, ele assumiu uma etapa final, deliberada e veio até o rosto dela. - Sua puta. Se não fosse por você... Sam olhou para ele. - Como se atreve. - Ela disse. Perifericamente, ela podia sentir Dale chegando ao seu lado direito, enquanto Lynn ficou solidamente à sua esquerda, mas no momento, tudo que ela podia ver era Chapman. - Você me sequestrou , me machucou, me amarrou e ameaçou matar-me se Dale ganhasse essa luta. Bem, adivinhe. Dale ganhou essa luta, e você não conseguiu me matar. - É melhor pensar duas vezes. - Chapman rosnou e deslocou-se para virar leão. Ao lado dela, Dale e Lynn mudaram também, mas Sam mal estava ciente disso, porque estava sentindo uma sensação de formigamento quente sobre ela. Ela sabia que deveria estar correndo, mas em vez disso, ela podia sentir uma sensação de rosnar no peito dela, e ela estava se inclinado para frente... Não, espere, ela não estava se inclinado para a frente... ela estava colocando todas as quatro patas no chão. Ela era uma leoa. Seu corpo se sentia vivo. Ela estava cheia de força e ferocidade, e pela primeira vez em um longo, longo tempo, ela não tinha medo de tudo. Com as garras estendidas, rasgando para o gramado, ela mostrou os dentes para Chapman e rosnou. Chapman estava congelado em surpresa quando ela mudou e agora estava olhando para ela em descrença absoluta. Sam rosnou novamente, querendo que ele saísse. A Juba de Dale estava escovando contra ela, e ela pisou mais próximo a ele, até que eles estavam ombro a ombro. Ela se sentiu invencível— não só ela era uma leoa, mas seu companheiro estava ao lado dela, e quando ela inalou, ele fez tão bem. E juntos, eles rugiram.


Chapman pulou de volta. Sam rosnou para ele, e se sentiu bem fazendo isso. Chapman mudou para virar humano, assim como Dale fez. Sam seguiu com relutância. Foi fácil a mudança de volta— ela achou que ela poderia pensar sobre o corpo humano, e sua forma de leoa derreteu— mas o segundo que ela era humana, ela queria voltar pra ela de outra forma. Mas havia coisas mais importantes em que pensar, como obter a retirada de Chapman. - Como? - Ele disse. - Addison, você a transformou? Isso é contra as regras! - Engraçado você se importar tanto com as regras agora. - A voz de Dale escorria com sarcasmo. - Mas não fui eu. Foi Freddie. O rosto de Chapman se transformou em uma carranca muito feia. – Freddie. - Ele disse. - Vou matá-lo. - Boa sorte para encontrá-lo. - Disse Dale. - Embora você terá bastante tempo para fazê-lo, porque de acordo com a lei do grupo, você deve estar fora de nosso território amanhã de manhã, e você nunca mais poderá voltar. Se qualquer um de nós vê-lo aqui depois de amanhã, a pena é a morte. Você entendeu? Chapman rosnou para ele. Pareceu um rosnado fraco para os ouvidos de Sam, após ouvir um rugido real. - Compreende? - Dale repetiu. - Eu entendo. - Chapman estava fora de si. - E mais uma coisa. - Dale deu um passo em frente. - Se você alguma vez olhar ou falar com Sam novamente, eu vou te matar. Fique longe dela. Chapman rosnou novamente e saiu para fora do campo. Juntos, o grupo esperou em silêncio até que eles ouviram a porta do BMW bater, e ele dar partida em seu carro. - Bem. - Disse Lynn, uma vez que ele se foi. - Eu espero que ele não para de dirigir até que ele atinja o Pacífico.


- Eu espero que ele continue. - Disse Sam. Ela se virou para Dale. - Você está bem? Está ferido? Dale abanou a cabeça. - Ele vai curar, não se preocupe. Shifters curam mais rápido do que humanos normais. Sam franziu a testa. - Você não precisa de um médico? - Não. - Disse Dale. - Prometo. Sam diminuiu, satisfeita que enquanto Dale podia ter bastante orgulho de macho para reclamar que ele estava bem no primeiro, ele não olhava nos olhos dela e mentia. - Agora. - Disse Lynn. - É hora de reconhecer a nossa nova Leoa alfa. Sam num piscar de olhos. - Eu pensei. - Ela olhou para Lynn. - Não sou apenas sua aprendiz agora? - Praticamente falando, sim. - Disse Lynn. - Oficialmente, é hora de reconhecê-la agora. Demora um pouco para um novo alfa aprender tudo sobre as coisas, como elas são, mas essa Leoa é o Alfa a partir do momento em que ela é reconhecida. Dale Addison. - Sua voz tomou um tom mais formal, que ela teria usado no círculo. - Reconhece Samantha Holt como sua companheira e a Leoa alfa deste grupo? - Sim, eu a reconheço. - Afirmou Dale. Ele mudou a sua forma de leão e virou-se para Sam. Sam mudou, desde que parecia ser a coisa apropriada. Era incrivelmente fácil— parecia que ela estava apenas reconhecendo uma parte de si mesma que sempre tinha estado lá. Dale encostou o pescoço no dela e em seguida, sentou-se no chão. Sam se sentou ao lado dele e o grupo agora todo deslocado também, e vieram juntos em um grupo em torno de Sam e Dale e curvaram-se coletivamente— até mesmo Lynn— até seus narizes tocarem o solo. Sam se sentia um pouco incerta pela primeira vez desde que ela tinha mudado, mas— se era sua responsabilidade agora. Sentou-se alto e jurou internamente ser a melhor Leoa alfa que ela poderia ser.


Depois de um minuto, todo mundo sentou-se e voltando ao normal, e Dale e Lynn seguiram o grupo. - Isso é a parte chata sobre ser um leão. - Disse Lynn piscando. - Você querer mudar e correr um pouco? Sam sentia os olhos dela obter amplamente. Ela pensou sobre arremessão através das colinas com o grupo, e ter Dale ao seu lado. Suas patas no chão, perfumam o ar. - Sim. - Ela disse. - Então vamos lá. - Disse Dale, dentes piscando em um sorriso largo e feliz.

Quando eles voltaram para o estúdio, Sam estava exausta, mas feliz. Eles tinham tido um tempo incrível— que na verdade tinha sido divertido. Sam não tinha percebido que leões jogavam jogos uns com os outros, mas de certa forma, tinha sido como correr por aí com um monte de grandes felinos. Como um gato. Eles tinham arremessado ao redor, perseguindo um ao outro, pulando para ramos baixos e geralmente tinham um grande momento. Sam queria voltar para o apartamento de Dale e passar uma hora deliciosa mais ou menos juntos, antes dela ter que ir para trabalhar, mas Dale tinha dito que havia mais uma coisa para cuidar no estúdio, então eles tinham conduzido aqui em vez disso. Lynn estava esperando na recepção. - Sam. - Ela disse. - Eu quero lhe oferecer um emprego aqui no estúdio. Você seria minha assistente, lidando


com as questões administrativas e financeiras relativas ao negócio. Você pode levar algum tempo para pensar sobre isso... - Não preciso de algum tempo! - Sam interrompeu. - Sinto muito. Eu... eu iria amar aceitar um trabalho no estúdio. - Largar aquele emprego? Trabalhar no mesmo edifício que Dale? Trabalhar como assistente de Lynn e ter a chance de aprender com ela? Era tudo como um sonho se tornando realidade. - Tudo bem. - Disse Lynn, sorrindo. - Eu só queria certificar-me de que você realmente queria isso. Tenho a papelada aqui, se você quiser levar alguns minutos e assinar tudo. - Sim. Por favor. - Sam olhou para Dale. - Isto foi ideia sua? - Tecnicamente, sim. - Disse Dale. - Porque pensei no dia que te conheci. Mas Lynn sugeriu-me, fazer o contrário. Sam estava sorrindo tanto que doía suas bochechas. – Obrigada. Disse Lynn. Ela olhou para o Dale. - Obrigada. Dale abanou a cabeça. - Eu que te agradeço. Eu te amo. - Ele a beijou. - Eu também te amo. - Disse Sam. - E eu já amo esse grupo. Mal posso esperar para aprender tudo o que você tem que me ensinar. - disse para Lynn. - Comece assinando, e vamos a partir daí. - Lynn disse secamente, e Sam riu assinando.


Uma semana depois

- Tem certeza? - Sam perguntou a Dale, depois de desligar o telefone. - Não têm o que fazer? - Eles têm de conhecer sua nova Leoa Alfa. - Dale apertou o ombro dela. - Além disso, todo mundo passa algum do seu tempo ajudando o grupo, o estúdio ou no campo ou em qualquer lugar. É bom. Sam podia atestar isso. Ela tinha passado a última semana sendo a sombra de Lynn no estúdio, para conhecer o resto do bando que trabalhou ou estudou lá, e ela se sentia tão completa agora. Como tudo que ela fez foi significativo, e com cada movimento que ela fez, sua vida tornou-se mais entrelaçada com Dale e do grupo. Foi maravilhoso. E ela sabia que nunca estaria sozinha novamente. Especialmente não depois de hoje. Ela olhou ao redor do apartamento dela, que tinha tudo embalado e pronto para ir. - Onde está a lista? - Aqui. - Dale brandia a folha de papel. Enquanto Sam embalava, ele rotulava, todas as caixas, indicando o que continha, que quarto no apartamento do Dale iam, se eles eram frágeis e se poderia ir na parte inferior de uma pilha ou tinha que estar no topo. Sam queria realmente ajudar Dale a relaxar e parar de tomar a responsabilidade por tudo em sua vida, mas ela teve de admitir que a atitude dele tinha seus usos. A lista tornou-se fundamental para os planos em movimento. A campainha soou. - Isso é Lynn com o caminhão. - Disse Sam, apertando o botão.


- Grande. - Disse Dale. - Ela pode começar, e você pode fazer uma pausa e esperar a cavalaria. - Eu posso fazer alguma coisa. - Sam olhou ao redor para as pilhas de caixas. - Você embalou o último de tudo ontem à noite enquanto eu ainda estava no trabalho, mesmo que eu disse que queria ajudar. - Disse Dale. - Você estava no trabalho, não ficaria sentada sem fazer nada. - Sam argumentou que, quando houve uma batida na porta. Ela foi para abrí-la. - Eu estava arrumando a papelada. - Disse Dale. - Enquanto você estava levantando peso. Isso parece errado. - Leoas podem levantar o que querem. - Disse Sam. - As mulheres podem levantar o que elas quiserem. - Lynn entrou adicionando. - Está dizendo que somos fracas? - Não! - Dale estava começando a parecer confuso. - Eu só quero ajudar... - Ele franziu a testa para Lynn. - Você está provocando. Lynn virou-se para Sam. - Você é muito boa para ele. Ele nunca teria descoberto isso antes. - Você nunca me provocou assim antes. - Dale protestou. - Já sim, só que você nunca notou. - Disse Lynn. - Agora, Estou estacionada na frente, então é hora de deixar de ser ridículo e pegar algumas caixas. Dale, levantou as mãos em sinal de rendição e liderou o caminho. A campainha soou novamente, evitando quaisquer argumentos mais que Sam podia ter feito sobre o desejo de levantar uma caixa de suas próprias coisas. Ela estava sinceramente animada para ver o que ela poderia fazer com a sua nova força de leoa. Ela já teve algumas aulas de defesa pessoal especial com Lynn, e ela estava espantada com quão forte ela era agora, mesmo em sua forma humana.


Dale e Lynn saíram do apartamento, cada um com caixas empilhadas alto e ao mesmo tempo, três adolescentes passavam pelo corredor e pararam na porta de Sam. - Oi, Sam. - Disse o mais velho, um rapaz chamado Travis que, Sam tinha sido informada, que era primo em segundo grau de Dale e tinha se transformado pela primeira vez muito cedo, aos catorze anos e então já tinha quatro anos de experiência no ramo de leão. - Oi, pessoal. - Disse Sam, apontando-lhes. Travis foi seguido por Victoria, que tinha dezessete e era a seguidora mais feroz de Lynn em artes marciais de mulheres, e Liam, que tinha quase dezoito e aparentemente gostava muito mais de computadores do que de salvamento, embora ele era o mais alto de todos e parecia que ele podia levantar mais do que qualquer um deles combinados. - Então, Dale fez uma lista. - Disse Sam. Ela se segurou assistindo Travis tentar segurar um sorriso. - Isso é um código de cores. - Acrescentou. Que eu tenho dela alguns risos. - É por isso que todo mundo deveria ter uma alfa de grupo, coordenando seus movimentos. - Disse Sam. - Então, basicamente vocês podem levar as caixas com a fita vermelha primeiro e depois colocá-las na parte inferior e então um adesivo de laranja, e assim por diante. Etiquetas azuis e roxas são frágeis. Victoria chegou para a lista e a examinou. - Quando ele tinha tempo para fazer isso? Ele está sempre no estúdio. Eu pensei que ele dormisse lá até que eu ouvi dizer que vocês iriam morar juntos." Liam deu uma cotovelada nela, e ela olhou Sam, sentindo meioculpada. - Eu tenho um sofá no meu escritório, mas é muito pequeno para eu dormir lá. - Disse Dale na entrada, e todos os três adolescentes saltaram. - Só quero, Obrigado por fazer isso. - Sam disse sobre a Vitória. – Eu.. hum... eu não... - Agradeço muito caras tendo tempo fora de seus dias, e prometo que haverá pizza quando estiver tudo acabado.


- Ponto!. - Disse Travis e agarrou a lista fora da mão da Victoria; Ela pegou dele, e entram em uma distância. Liam os seguiu, olhando em adesivos, como ele foi. - Espero que não se arrepende de entrar nessa. - Disse Dale, sorrindo calorosamente para Sam. - Não. - Disse Sam, sorrindo. - Eles são ótimos. - E eles eram— ásperoe-queda e um pouco irreverente, mas isso só tornavam mais parecidos como filhotes de leão como ela.

As crianças acabaram por ser uma grande ajuda— tendo seis pessoas em vez de três significava que a mudança correria incrivelmente rápido. Sam certificou-se de que ela tinha uma chance de falar com cada um deles separadamente, e todos eles pareciam amigáveis, embora Victoria e Liam eram tipicamente adolescentes monossilábicos na maioria das vezes. Travis, por outro lado... - Dale e Lynn são como, sua mãe e seu pai poderiam assassinos de karatê através do chão e então ameaçaram mandar você para a escola militar. Travis disse alegremente, quando ele e Sam empurravam uma poltrona para dentro do elevador. - Vai ser legal ter um alfa em torno do que é mais normal. - Não julgue um livro pela capa. - Sam poderia pensar em dizer, mas Travis fez rir, e então eles estavam ocupados espremendo-se em torno da cadeira— confortável, e a única peça de mobília que Sam era bastante ligada— no pequeno, elevador.


Em breve, estariam se dirigindo por toda a cidade e repetir o processo no sentido inverso, o que envolveu muito mais peso, mas ainda foi mais rápido do que Sam poderia ter sonhado. Embora houvesse alguns soluços. - Não deite fora as caixas em qualquer lugar. - Dale abocanhava Victoria na sua terceira viagem. - Há uma lista por uma razão. - Victoria. - Sam cortou, vendo o rosto dela amassar um pouco. - Pode vir me ajudar a trazer a estante? Victoria olhou para Dale para ver se estava tudo bem antes dela se mudar, mas ele tomou uma respiração profunda e acenou. Ela seguiu Sam e saiu pela porta e descendo as escadas. - Desculpa. - Ela disse depois de um minuto. - Não queria estragar o sistema. - Não se preocupe. Mudar é estressante. Fico feliz que vocês estão aqui ajudando em tudo— na verdade. - Sam disse com inspiração. - Eu quero levar-te para almoçar em algum momento nas próximas semanas. Eu estou fazendo isso com todos os membros mais jovens do grupo. Já era mesmo tipo de verdade. Ela e Dawn tinham saído a poucos dias antes, e uma vez que Dawn tinha parado de se desculpar, elas tiveram uma boa conversa. Sam sabia melhor que ela poderia fazer a Dawn ter amigos no grupo, mas talvez se Dawn tivesse um bom relacionamento com ela, ela se sentirá mais confiante no geral. - Oh. - Disse Victoria, surpresa. Ela sorriu. - Tenho certeza. Quero dizer, nenhum de nós sabe realmente sobre você. - Acredite em mim, eu sei. - Disse Sam, quando elas deixaram o prédio e subiram para o U-Haul. - E eu não quero invadir sua vida e começar dizendo o que fazer. Eu vou entrar em sua vida e comprar para você um sanduíche em primeiro lugar, que tal? Victoria riu. - Parece ótimo.


Foi tão bom, Sam refletiu, para ter o riso em sua vida novamente, para ser capaz de relaxar e fazer piadas e saber que as coisas estavam indo bem. Para ser capaz de oferecer para alguém comprar um sanduíche sem se preocupar que mataria seu orçamento de comida para esse dia. - Grande. - Disse Sam. Ela olhou para a estante. - Vamos levar este subindo pelas escadas, então. Dale as encontrou no meio e ajudou o resto do caminho, e depois quando estavam lá dentro, disse. - Foi a última das coisas pesadas. - Ele olhou para Sam e disse. - Que tal uma pequena pausa antes do resto? - Parece bom para mim. - Disse Sam, querendo saber se Dale estava preocupado sobre como ela estava. Ele não precisava, se assim: ela não sentiu dor em tudo. Mas então, Dale disse: - Victoria, você quer me mostrar o que está aprendendo com Lynn no último par de semanas? Não tive a chance de parar nas aulas avançadas para ver. O rosto de Victoria se iluminou. - Claro. - Ela disse, e a próxima coisa que Sam sabia, é que eles tinham liberado um espaço na sala do Dale e foram treinar levemente. - Isso é novo, você sabe. - Disse Lynn, chegando ao lado dela. Sam olhou para ela. - O que é? - Antes, ele teria brigado com Victoria e não percebeu que ele precisava para compensá-la, ou não sabia como. - Lynn abanou a cabeça. Ele sempre tentou o seu melhor, mas há muitas coisas que ele nunca aprendeu com seus pais, e eu não sou a melhor pessoa para lhe ensinar; Nós brigamos quando tento, principalmente. Mas você está ajudando a ver como se faz. Sam voltou as lágrimas num piscar de olhos e sorriu em vez disso, para expressar a sensação de inchaço de alegria dentro dela. - Obrigada, Lynn. Vou tentar o meu melhor, também. Lynn deu-lhe um sorriso raro, pequeno. - Você vai fazer muito bem.


Eventualmente, cada caixa foi colocada no apartamento do Dale. Pizza foi ordenada, os adolescentes estavam como se morressem de fome ... os leões, Sam adivinhou ... e fugiram no carro da mãe de alguém para ir para casa da mãe de outra pessoa e jogar video games. Lynn saiu logo depois, dizendo algo sobre o aninhamento de pombinhos que Sam estava tão feliz por não ter ouvido falar muito bem. Então foi só Sam e Dale, sozinhos em seu apartamento. Eles sorriram um para o outro. Dale, Sam tinha notado, estava sorrindo muito mais amplamente ultimamente. Iluminava o rosto inteiro, e de alguma forma conseguiram fazê-lo ainda mais lindo do que ele já era. - Bem. - Disse Dale, depois eles tinham apenas sorrido para uns aos outros como se fossem idiotas apaixonados por alguns minutos. - Está pronta para uma noite em casa? Sam fechou os olhos por um segundo em êxtase. Para casa. - Sim, e acho que sei o que eu quero fazer. Dale levantou suas sobrancelhas. - Oh? Sam sorriu e correu pelo corredor indo para o quarto. Quando ela estava na porta, Dale a alcançou tendo-a pressionada contra a parede. - Você não respondeu minha pergunta. - Ele sussurrou em seu ouvido. Sam não tentou chiar quando seu cabelo fez cócegas em seu pescoço. - Acho que quero passar a noite aqui. - Ela se mudou num abraço do Dale e embrulhou braços em volta do pescoço. - Com meu lindo.... - Ela inclinouse para um beijo. – Forte. – Beijo. – Bravo. – Beijo - Companheiro do meu coração.


- Soa como um bom plano. - Dale sussurrou em sua boca e então a beijou de verdade. Sam sabia que ela nunca se acostumaria, que para o resto da vida dela, ela iria derreter nos braços de Dale quando ele a beijava assim. O beijo foi tão profundo, tão apaixonado, que seus joelhos tornaram-se gelatinas, e apenas as mãos de Dale estavam segurando ela. Ele puxou-a para o quarto com ele e deitou-a na cama com ela em cima dele. - Seja bem-vinda. - Disse ele e ela tascou outro beijo de fusão vertebral. - Mmmm. - Sam suspirou em sua boca e então se sentiu sendo puxada para trás para tirar sua blusa, e depois o sutiã. Dale, estendeu a mão para os peitos e esfregou os dedos lentamente sobre os mamilos dela. Sam, gemia quando ele beliscou muito, muito levemente e então apenas um pouco mais difícil— e então apenas um pouco mais difícil... - Oh, Deus. - Sam disse finalmente. - Chega, chega, preciso... - Ela precisava tirar as calças dela. Ela empurrou Dale fora e desabotoou suas calça jeans e então se distraiu quando Dale a beijou logo abaixo do umbigo e então puxou as mãos fora do caminho dela e beijou o pequeno triângulo de pele exposta pelo botão desfeito. - Dale! - Sam advertiu, embora não muito a sério. - Estou tentando... Ele lambeu o remendo da pele e depois mordeu levemente. - Oh, estou a tentar tirá-los... Dale levantou sua cabeça e disse. - Não se preocupe, eles vêm. - E então levou o zíper entre os dentes e puxou-o para baixo. Calcinha de Sam era laço; Ela tinha vestido com roupas práticas para o movimento, mas tinha pensado sobre este momento quando ela se vestiu, depois que o movimento foi feito e as roupas saíram... Dale beijou-a completamente para baixo deles, não muito longe o suficiente para chegar a vagina dela ainda, mas o suficiente para fazer seus quadris levantarem para o rosto.


Ele sentou de repente, agarrando o cós com cada mão e puxou. As calças de brim de Sam descascando e ele agarrou as meias no final, e de repente ela estava nua. Seus olhos dourados estavam quentes, arrastando seu corpo para o rosto dela. - Você é tão linda. - Ele disse. Sam estava vermelha, ela sabia disso—, mas ela estava melhorando em lembrar que seu corpo foi a coisa favorita de Dale para olhar. Em vez de olhar longe ou para suas curvas, ela abriu as pernas— e então, se sentindo ousada, baixou-se e mergulhou os dedos entre eles, apenas tocando o clitóris dela. Parecia incrível, do jeito que o primeiro toque depois para sempre de ser ligada, mas ainda melhor do que pensou, foi ver o efeito que teve sobre Dale. Sua boca caiu aberta, e seus olhos fixados nos seus dedos instantaneamente. - Santa Merda. - Ele disse, soando um pouco estrangulado. - Você gosta disso? - Sam perguntou, se sentindo um pouco tímida, mas na maior parte bonita e... poderosa. Era quase como estar em sua forma de Leoa, sabendo que seu corpo era esta coisa incrível e linda. E que ela poderia fazer com o rosto de Dale o que quiser. Ele assentiu lentamente. Sam mudou os dedos dela, acariciando-os sobre o clitóris dela, e ele engoliu. - Pode ser a coisa mais gostosa que já vi. - Eu vou manter isso em mente. - Disse Sam e acariciou-se novamente, tentando conter o tremor. Em breve ela estaria perdendo o controle, mas por agora, foi bom estar enlouquecendo Dale pela primeira vez, ao invés do contrário. Mudou-se mais baixos, os dedos acariciando sua abertura. - Oh, Deus. - Disse Dale, e sua voz parecia um pouco rouco. - Como eu gostaria de poder assistir você fazer isso a noite toda, porém, preciso mesmo de tocar em você agora. Sam levantou as mãos e disse. - Eu sou ok com isso. Antes que ela acabasse falando, Dale tinha seus próprios dedos acariciando para baixo seu clitóris— com mais força e mais rápido do que


Sam tinha feito, e ela sufocava a um grito de surpresa. Oh Deus, ela se sentia tão bem. Dale a poxou para trás por um segundo— Sam fez um barulho triste, ela não poderia ajudar a si mesma— e tirou a camisa dele. - Só um segundo, eu juro. - Ele disse livrando-se do resto de sua roupa na velocidade da luz e então colocou as mãos de volta onde pertenciam. Ele tinha mãos grandes, e elas estavam quentes e um pouco ásperas exatamente da maneira certa. Sam estava ensopada, e Dale traçou os dedos sobre sua entrada antes de empurrar lentamente dentro— e então quando aquele entrou facilmente, ele olhou acima para o rosto dela, quando ele empurrou um segundo, lentamente. - É tão bom. - Sam murmurou, não querendo que ele se preocupasse de estar indo rápido demais. Ele levou-a na palavra e começou a mexer a mão dentro dela— ele acariciou seus dedos contra seu ponto G de um lado, enquanto a outra mão pressionava suavemente na parte baixa da barriga, trabalhando nela desde o interior e o exterior ao mesmo tempo. Sam gemeu com o prazer construído dentro dela, movendo os quadris contra as mãos de Dale, atrás de cada onda de sensação. Chegou um ponto, porém, onde não só foi o suficiente— ela não podia ir assim, ela precisava de alguma coisa contra o clitóris. Realmente não queria Dale para parar, porém, assim que ela chegou sozinha, imaginando sua reação mais cedo que ele não se importaria que ela fizesse. Como se ele tivesse lido sua mente... quando ele a viu tirar, ele disse. - Faz. A menos que você quer que eu... - Não. - Disse Sam. - Não pare. Deixe-me apenas... - Ela roubou a mão passando a mão do Dale na barriga e esfregou o clitóris dela. Bastava somente um toque para ter seu aperto para baixo dos dedos de Dale, e ela jogou a cabeça dela quando ela acariciou-se mais difícil, ela se torcia sob as sensações de seu corpo que foram mais fortes do que ela já tinha sentido.


- Goze. - Dale disse calorosamente, assistindo a mão dela e empurrando mais e mais rápido com a mão. - Vamos, goze... Sam gritou quando ela chegou, seus músculos fechando em torno da mão do Dale em um orgasmo de abalar a terra. Dale estava a massageando através dele— sua própria mão era inútil; Ela quase nem lembrava como mover os dedos. Mas Dale manteve sua ida, espasmo após espasmo, até que ela estava se contorcendo através das réplicas iniciais de algo mais. Na verdade, seus dedos ainda se sentiam tão bem, e ela estava tão molhada e relaxada— ela chegou até dar um puxão no ombro do Dale e disse. - Quero você dentro de mim. Os olhos de Dale se arregalaram no rosto dela. - Tem certeza? Você não está sensível demais? - Agora. - Disse Sam, deixando as pernas dela cair mais abertas. Os olhos do Dale estavam em chamas. - Com Prazer. - Disse ele e desenhou seus dedos sob ela, deslocou-na cama, agarrou os quadris com suas mãos grandes e foi empurrando para dentro dela em um curso longo. Sam gemeu alto e longo— o pau dele, a arrastava, seu G-ponto, estava muito mais espesso em mais tempo do que com os dedos dele tinham sido. E agora ele estava bem aqui com ela, o braço descendo bem ao lado da sua cabeça para se sustentar. Puxando-o para um beijo, envolvendo as pernas dela em torno de seus quadris e abrindo a boca para sua língua. - Eu te amo. - Ele engasgou no beijo e começou a se mover. Sam estava ainda contorcendo-se de seu último orgasmo, com mais pressões de Dale ela estava agarrada aqueles espasmos faltando pouco e impulsionava direto em direção a outro orgasmo. - Oh. - Era tudo o que ela poderia dizer, quando ele empurrou mais nela e ela tinha contraído em torno dele. - Ah. Oh! - Precisa de...? - Ele perguntou e mudou para poder obter uma mão entre elas para que pudesse pincelar os dedos sobre o clitóris dela.


- Sim, oh Deus. - Sam choramingou e ele pressionou contra o clitóris dela, esfregando-a no tempo com seus impulsos, e que era apenas mais alguns em segundos antes de Sam informar que estava sobre a borda, que iria facilmente. Este orgasmo foi menos violento, mas não menos intenso; Sam poderia sentir as unhas cavando em Dale por volta de seu corpo fechado em prazer. Dale continuou se movendo dentro dela, prolongando as ondas de sensação, até parecia que ela estava se afogando em prazer. - Oh. - Ela suspirou novamente quando ele diminuiu. - Isso foi... foi incrível. - Bom. - Dale disse ofegante. Sam olhou para ele— suspensos sobre ela na luz, seu cabelo caindo em seu rosto, seus olhos brilhando de ouro, ele era a coisa mais linda que ela já tinha visto. - Vamos, agora juntos. - Ela disse, sentindo-se oprimido pela ternura, querendo-o a experimentar o mesmo prazer indescritível, apenas sentia. Eu te amo. - Ela disse. - Vamos. Ele engasgou no ar e começou a empurrar, e ela envolveu-se em torno dele e mudou-se com ele— e, incrivelmente, sentiu o prazer se edificar dentro dela outra vez, mais rápido do que ela pensava que fosse possível. Subindo e descendo, tão rápido e intenso, até Dale estava perdendo seu eixo e ela entrou com um longo gemido, pressionando-o tanto que ele esfregou bem acima em seu clitóris, e Sam veio pela terceira vez. Eventualmente, eles se separaram, ofegando para respirar. Sam olhou para o teto— seu teto. Sua cama. E seu companheiro ao lado dela, fazendo amor com ela. - Eu te amo. - Ela disse, escovando com uma mão no bíceps. Ele pegou a mão e trouxe-a para os lábios e beijou cada um dos seus dedos. - Eu também te amo. - Ele disse. - Eu não posso esperar para o resto de nossas vidas juntos. Ele a puxou para seus braços, e ela fechou os olhos e respirou o perfume de seu companheiro.


Fim

Zc al@pha lion eb  
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