Page 1


Tradução: Deyse Revisão Inicial: Quero Revisão Final: Mayara Leitura Final: Anna Azulzinha Formatação: Lola


Ramon McKenzie deu seu coração a Noah, só para Noah deixá-lo. Por mais de dois anos, não soube nada de Noah..., mas agora ele está de volta. Ele fará tudo o que puder para ter o perdão de Ramon, e para reivindicar o seu coração, mas desta vez, para sempre. Mas onde isso deixa Sylvia? Ela não é apenas a assistente pessoal de Michael e Sebastian McKenzie, ela também é a mulher com a qual Ramon tem saído em encontros pela cidade, desde que Noah o deixou. Nada é simples na vida dos irmãos McKenzie, e a vida de Ramon McKenzie não é exceção.

Atenção: este é um romance M/M com cenas explícitas.


Ramon Andar para trás e para frente no quarto do hotel, onde deveria encontrar o contato que Eric arranjou, está acabando com meus nervos. A segurança na obra em Lexington, constantemente assola minha mente e isso só agrava ainda mais minha confusão sobre Sylvia. O que é o que estou fazendo com ela? E se isso não for o suficiente, não consigo parar de pensar em Noah, o que me irrita muito. Sylvia está querendo muito mais do que eu posso dar a ela agora, e eu deveria dar a ela. Quero dizer, foi ela que esteve aqui durante os últimos dois anos, Noah não esteve e ninguém, inclusive eu, ouviu falar dele desde que me deixou. Um dia, no meu aniversário para ser exato, tudo estava bem, e no próximo ele desapareceu. Nenhuma explicação ou sugestão de onde estava indo. Nem para mim.... Nem para sua irmã, Carla, que agora está casada com meu irmão Sebastian. Agora, sinto como se tudo estivesse dando errado a minha volta. Nada está dando certo no local da obra. Foi uma coisa atrás da outra e se algo não acontecer logo, receio que alguém vai morrer trabalhando lá. Nenhum de nós já teve um problema como esse antes, então isso está me irritando muito agora.


Ouvindo uma batida na porta, espio pelo olho mágico e vejo que um cara está do outro lado. Ele está curvado, seu rosto virado como se ele estivesse ciente de que estou olhando para ele. Vestido como as dezenas de outros trabalhadores da obra: jeans azul, camiseta, moletom e um boné azul de beisebol, mas algo incomodava em minha mente. Sinto que já vi esse homem antes. O cara bate na porta de novo e nesta segunda vez, mais forte. Soltando a trava de segurança, abro a porta e o deixo entrar, seu rosto ainda virado enquanto entra no quarto. Ele fica de costas para mim, mas quando começa a virar, o sangue do meu corpo se transforma em gelo. De jeito nenhum! Sinto meu sangue fluir para os meus pés, conforme caio na cadeira ao lado da mesa, segurando a minha bolsa de viagem. Não importa quantas vezes eu pisque, ele ainda está de pé diante de mim, parecendo tão chocado ao me ver como eu a ele. — Dois anos. — Eu sussurro. Ele cambaleia para trás e cai sentado sobre a cama quando suas pernas a atingem. Em um gesto nervoso, ele vira o boné colocando-o de trás para frente. — Não sei o que dizer. — Ele enterra a cabeça entre as mãos antes de olhar para mim de novo.


— Eu sabia que seria um choque para você me ver, mas mesmo sabendo que este encontro seria com você, ainda é um choque estarmos no mesmo quarto depois de todo esse tempo. Estava pensando em voltar para Lexington, para encontrá-lo quando Eric se aproximou de mim sobre este trabalho. Preciso explicar, mas não tenho ideia de por onde começar. — Pelo começo, geralmente é um bom lugar, embora nada vá mudar o fato de que você sumiu sem qualquer explicação. — Onde está minha raiva quando preciso dela? — Passamos a noite juntos, celebrando meu aniversário. Você comprou dois malditos ingressos. — Eu levanto, sentindo a minha raiva como uma onda de calor que atravessa o meu sangue. O frio do choque desapareceu e foi substituído com este calor estranho. — Para um jogo dos Bruins em Boston. Não havia nenhum sinal de que você não queria estar comigo. É difícil ficar onde estou, mas não me movo em direção a ele. Não sei se quero dar um soco nele ou transar com ele sem sentido para mostrar o que está perdendo por não estar comigo. Enquanto cerro os punhos ao meu lado, vejo quando seus olhos percorrem meu corpo, provavelmente percebendo a mudança na minha aparência. Eu sempre fui musculoso. Todos os McKenzies são, seja pelo nosso trabalho ou pela academia, mas eu mudei desde que estive com Noah, de uma forma boa. Pelo menos, do meu ponto de vista. Estou mais tonificado, com a mandíbula endurecida, o que é mais destacada agora, meu cabelo esta curto. Foi-se o Ramon com


o toque suave e os cabelos excessivamente longos e escuros. Em seu lugar, está alguém que não vai deixar Noah pisar nele novamente. Ele rasgou o meu coração em pedaços. Não vou deixá-lo fazer isso novamente. Mas enquanto o observo, não posso me impedir de sentir uma faísca de preocupação por ele. Droga, por mais que não queira admitir, ainda me preocupo com ele. Realmente olhando para ele, vejo como Noah deixa cair sua cabeça para descansar em suas mãos e noto o ligeiro tremor nelas. Percebo que estes últimos meses devem ter sido duros com ele por um motivo ou outro. Seu rosto está marcado com uma emoção de quem passou por maus bocados desde que me deixou. O cabelo escuro, ele usa um pouco longo, como eu costumava, está desesperadamente precisando de uma lavagem. O que ele esteve fazendo para parecer assim? Seus olhos verdes estão maçantes, onde costumavam despertar para a vida no momento que olhavam para mim. — Sinto muito. Não queria deixá-lo. — Sua voz é pesada enquanto olha para mim com os olhos suplicantes. — Você não tem ideia de quantas vezes eu quis voltar para você. Quanto eu senti sua falta. Falta de conversar com você, ou apenas de ficar assistindo a TV. Eu até comprei outro bilhete e fui para o jogo dos Bruins apenas para ter um vislumbre seu, porque sou quebrado sem você. Você levou Ruben com você.


Eu sinceramente não sei o que dizer a ele, está me deixando confuso. — Se o que você diz é a verdade, então por quê? Por que você me abandonou? — Eu me sento de volta na cadeira, toda a minha raiva sendo drenada enquanto a dormência tomava o seu lugar. — Eu não posso explicar agora. Prometo que farei quando puder. — Noah levanta e se aproxima de onde estou sentado, parando na minha frente. — Vou voltar para Lexington com você e depois que eu ver Carla, e confirmar que ela está tão feliz quanto espero que esteja, então vamos conversar. Apenas me dê uma chance Ramon. Por favor. Não posso mais viver minha vida sem você nela. Agitando-me para fora da névoa de luxúria que tomou conta de mim com o seu nível de proximidade, estou com olhos no nível da protuberância atrás de seu zíper. Eu me levanto, fazendo com que Noah dê um passo atrás. — Eu tive anos para tirar você da minha cabeça... E coração, então por que iria lhe dar uma chance, quando você provou para mim que não pode ser confiável? Antes que eu possa pensar, ele me tem preso contra a porta, excitado e com raiva, nivelando seu corpo contra o meu. — Você não está me ouvindo, como de costume. — Ele sibila. — Se eu pudesse ter ficado com você, ainda estaria com você em Lexington. Que não haja dúvidas sobre isso.


Nós dois estamos respirando pesadamente, nossas bocas separadas meros centímetros, e não há dúvidas sobre a verdade por trás de suas palavras. — Por que você foi embora? — Eu sussurro, querendo empurrá-lo, mas desesperado por respostas. Em vez disso, minhas mãos deslizam sobre seus quadris para o seu traseiro, aproximando-o mais ainda, os nossos paus duros imprensados juntos através dos jeans. Ele se aproxima mais, agarrando meu cabelo curto, e traz sua boca perto, assim nossos lábios estão pairando acima um do outro. — Se eu tivesse ficado, você estaria morto. — Eu mal ouço as palavras sussurradas em angústia quando ele fecha a lacuna entre nós, selando nossas bocas em um beijo com gosto de luxúria, paixão, fome, e acima de tudo, lar. Isso não pode acontecer. Agora não. Empurrando-o, eu limpo minha boca quando tudo que eu quero fazer é lamber meus lábios para saborear seu sabor persistente. Não posso deixá-lo fazer isso comigo de novo, e que porra ele quis dizer? — Você precisa me dizer o que você quis dizer com isso ou sair. De qualquer maneira, não vou fazer isso de novo com você. Tenho outra pessoa. — Deixo escapar. Sua cabeça se vira para olhar para mim. Ele está tentando avaliar se estou ou não mentindo.


— Você tem estado com outra pessoa? — Pergunta ele, apertando os punhos ao seu lado. Concordo com a cabeça, incapaz de encontrar as palavras para mentir abertamente a ele. Eu tenho saído com Sylvia e, embora ela queira mais, eu não dormi com ela. Eu não posso e a razão para isso está de pé na minha frente. — Foda-se. — Grita, com os olhos faiscando de fúria. — Eu acho que toda a sua conversa sobre o amor era besteira. Quanto tempo demorou, depois que eu saí, para você estar com outra pessoa? Eu não respondo, enquanto olho em todos os lugares, para evitar seu olhar. — Caralho me diga! — Ele ruge, ficando na minha cara. Eu o empurro de volta. — Qual é o seu problema? Esqueceu que você me deixou? Você me deixou! Sem dizer uma palavra e por dois anos! Você espera que eu simplesmente definhe e espere por alguém que pensei que nunca mais ia voltar? — Eu olho para ele, a raiva correndo por mim tão rápido que eu sinto que estou tremendo. — E você não respondeu minha pergunta sobre “eu teria morrido se você tivesse ficado”. Seus olhos se estreitam e ele ignora as minhas perguntas. — Meu problema é você fodendo com outra pessoa quando fiquei fiel ao homem que eu amava. Que eu pensei que me amava, mas acho que estava errado. Bem, é melhor


eu compensar o tempo perdido. — Ele praticamente cospe as palavras para mim. Ele está muito furioso. Abrindo a porta com raiva, ele sai, deixando-a bater ruidosamente atrás dele. Que merda é essa que ele quis dizer com compensar o tempo perdido? Será que ele vai encontrar alguém para foder? Sobre o meu corpo morto porra! Eu não posso tirar suas palavras fora de minha cabeça ou a dor que eu vi em seus olhos. Ele não esteve com ninguém desde que ele foi embora, assim como eu. Eu continuo dizendo a mim mesmo que deveria estar me concentrando mais em seu comentário sobre eu estar morto, se ele tivesse ficado, mas tudo que eu posso ouvir zumbindo nos meus ouvidos é que ele permaneceu fiel.

Noah Se Ramon pode sair e foder alguém, então, depois de mais de dois anos de celibato, eu com certeza também posso. Não é como se a oportunidade não surgiu no passado, mas.... Foda-se tudo.... Eu era, e ainda sou tão ligado a Ramon que foder com outra pessoa me faz querer vomitar.


Minha vida tem sido uma luta desde que saí, mas sabendo que um dia, eu teria a chance de falar com Ramon e explicar, me mantive. E todo esse tempo ele está fodendo com outra pessoa. Será que esse "alguém" vive com ele? Essa pessoa é homem ou mulher? Eu faço uma careta com o pensamento e não tenho certeza se ficaria mais irritado se fosse uma mulher ou um homem. Eu sei que Ramon gosta um pouco de ambos, ou que ele gostava. Poucos meses depois de me encontrar, ele perdeu o interesse nas mulheres, e apenas me queria. Eu empurro através das portas do bar e me pergunto por que ele não pode esperar por mim. Porque ele não tinha ideia de por que você o deixou ou que você pretendia voltar. Tentando conciliar meu desejo com a realidade, eu sento no único assento vago no bar e aponto para o Jack D, atrás do barman. O cara inclina a garrafa sobre o copo quando eu lhe mostro três dedos. Ele levanta a sobrancelha, mas continua a derramar. — Dia ruim? — Pergunta ele. — Você não tem ideia. — Eu respondo. O barman me observa drenar o copo e quando eu o bato sobre o balcão, ele acrescenta mais três dedos sem me perguntar. Enquanto eu observo o barman despejar o líquido dourado, percebo o quão jovem ele é. O fato de que está atendendo no bar me diz que ele tem, pelo menos, vinte e um,


não muito mais que isso, embora. Ele parece saído do ensino médio com o rosto de bebê e a ligeira sacudida de sua mão quando ele derrama a minha bebida. Não tenho nenhum interesse em alguém tão jovem, mas o pensamento de Ramon me pegar conversando com ele faz com que um pequeno sorriso escorregue em meus lábios. Isso se Ramon vir atrás de mim. Oh, ele virá atrás de você. Desde que saí de Lexington, eu tenho sido discreto me deslocando de cidade em cidade. Nunca me hospedei por muito tempo onde desembarquei e só trabalhei por dinheiro, pago diariamente, para que pudesse sair da cidade tão rapidamente como cheguei, se necessário. Minha esperança era que toda a merda e ameaças que deixei para trás não me seguissem. Dois anos atrás, tudo que eu conseguia pensar era manter Ramon seguro. Agora, a ameaça esta longe e eu quero voltar para onde paramos. Eu sorrio com amargura para minha bebida antes de tomar um longo gole, a ironia de tudo isso não passa despercebida por mim. Esperava uma recepção calorosa. Pensei que Ramon estivesse esperando por mim, e que no momento em que me visse, tudo seria do jeito que foi antes de eu sair. Percebo agora o quão estúpido eu fui. O sonho que me manteve são, não está mais lá, então o que eu devo fazer? Drenando o copo de novo, cubro a parte superior com a mão quando o barman vai derramar.


— Não.... Eu quero mais, mas só preciso disso por agora. — Se você diz. — Ele se vira e coloca a garrafa de volta antes de se inclinar sobre o balcão em direção a mim. — Então, qual é a sua história? É claro que ele é gay. Com o olhar que está me dando, não há nenhuma chance de que não seja. — Você não quer se envolver comigo, garoto. — Eu seguro seu olhar e noto um ligeiro lampejo de seus cílios quando digo garoto. Ele não gosta disso. Ele provavelmente pretende me forçar, me embebedar e quando não puder ver direito, me roubar. Eu já vi isso acontecer mais de uma vez, e é por isso que nunca bebo em excesso, não importa o quanto eu queira. — Você está interessado. — Ele insiste. — Eu sei. — Hmm, sério? — Sério. Você quer saber como sei? Eu poderia muito bem. — Continue. — Estive observando você desde que atravessou as portas, e seus olhos me seguiram ao redor do bar. — Aponta atrás dele. — Posso ver tudo através do espelho. Ótimo!


— Você é jovem demais para mim, e acho que deve seguir em frente. — Aponto em direção ao cara loiro cuidando de um copo alto no balcão. Coloco dinheiro suficiente sobre o balcão para cobrir minha bebida, e sorrio para mim mesmo quando ele rapidamente pega o dinheiro, embolsando alguns tão rápido que, tenho certeza, que está roubando seu empregador. Quem se importa com isso? Ele pode fazer o que quiser, porque a última coisa que quero, ou preciso, é me preocupar com ele enquanto tento descobrir a direção que preciso ir para conseguir Ramon de volta. Conforme minha cabeça começa a latejar, caminho para longe do bar e em direção à porta. Caminho pela multidão à noite, que aumentou desde que cheguei aqui, e percebo os olhares dirigidos a mim por três indivíduos altos com excesso de peso ao redor do alvo de dardos. Deslizando para fora, começo a ir para o motel, para tentar obter um quarto. Posso não estar bêbado, mas conduzir pelas estradas daqui, depois de apenas uma bebida, não é aconselhável. Um movimento em falso e eu passaria através da barreira e em uma vala.... Ou ainda pior, na parte inferior de uma montanha. Se eu tivesse sorte o suficiente para sobreviver, sempre me perguntaria sobre essa bebida que tomei. Não vale a pena. Balançando a cabeça, respiro profundamente e estou prestes a empurrar as portas da recepção quando as portas


do bar se abrem atrás de mim. Eu me viro para olhar para trás sobre o meu ombro quando ouço a música alta. Dois dos rapazes que estavam assistindo minha partida, saem do bar e olham fixamente em minha direção. Onde está o terceiro? Meu instinto me diz que preciso sair daqui, agora. Com um olhar para porta que estava prestes a abrir, percebo que não terei qualquer ajuda quando noto a senhora de oitenta anos ou mais, sentada atrás da mesa. Uma rápida olhada ao redor para me orientar me diz que minha única saída é o beco ao lado do motel. Provavelmente serei capaz de correr mais rápido e por mais tempo que os idiotas que agora estão vindo na minha direção com sorrisos afetados em seus rostos. Me viro e corro dando de cara com alguém e me recupero ligeiramente. Pelas risadinhas que ouço atrás de mim, percebo que eles esperavam que eu fosse para o beco. Lutando para me libertar do terceiro tonto, engulo a bile que está subindo na minha garganta, caramba, esse cara está fedendo terrivelmente. Me contorço e consigo virar e olhar para os outros dois homens quando o aperto do meu agressor solta ligeiramente. Meu corpo cantarola a vida e o mundo fica mais lento em torno de mim. Posso sentir cada movimento do homem atrás de mim conforme reúno forças e me preparo para uma luta. Já estive em situações muito piores do que isso e esses três brutamontes não vão me quebrar. Eu bato minha cabeça para trás e sorrio um pouco quando ouço o som de seu nariz


quebrando. Sangue espirra contra o meu pescoço, mas seu aperto cai dos meus braços e eu me solto completamente dele. Sacudindo a sensação de enjoo que vem sobre mim, eu giro minha perna caindo para trás acertando duro e rápido em suas bolas. O homem engasga no sangue correndo em sua boca e agarra sua virilha enquanto ele despenca no chão com um gemido de dor. Virando-me, ouço passos chegando rápido, consigo bloquear o golpe do segundo brutamontes, meu punho oscila para cima e sob seu queixo. Seus olhos tremem, mas o soco não o afeta quando ele e seu amigo me atacam no chão.

Ramon Olhando para o relógio, gemo com a lentidão do tempo. Já se passou uma hora que estou no meu quarto, me perguntando o que vou fazer. A última pessoa que esperava ver hoje à noite era Noah. Minha primeira reação depois que ele saiu, foi pegar meu celular para ligar para Eric. Queria perguntar-lhe o que ele achava que estava fazendo arranjado essa reunião, mas depois parei. Eric sabe que eu estava em um relacionamento


com outro homem, mas nunca mencionei Noah para ele. A menos que ele investigou. Não é só o meu estômago rolando com o choque, mas está tomando tudo que eu não tenho, ir atrás dele e explicar que menti sobre Sylvia. Como eu me sentiria se Noah tivesse admitido ter relações sexuais com outra pessoa? Arrebentaria qualquer um que ele tenha tocado. Correndo os dedos pelo meu cabelo, que lamento ter cortado, puxo os fios curtos e digo a mim mesmo que preciso ficar parado. Qualquer coisa que tivemos, foi há mais de dois anos. O único problema agora é que meu coração não está ouvindo a minha cabeça. Talvez funcionaria se realmente acreditasse que acabou. Por mais que eu desejasse, meus sentimentos por ele não podem simplesmente ser desligados e esse fato me assusta um pouco. Não tenho certeza de que meu coração aguentaria ser destruído novamente. Deito na cama e depois de pegar o controle remoto, começo a passar os canais, mas nada prende meu interesse por muito tempo. Largando minha cabeça contra a cama, suspiro. Não posso deixá-lo. Porra! Jogando o controle remoto no chão, levanto e pego as chaves do carro e celular da mesa antes de abrir a porta e deixá-la bater atrás de mim. Não tenho certeza sobre o que vou dizer a ele, ou mesmo se irei encontrá-lo. Mas quando acontecer, não vou deixá-lo ir


até que tenha as respostas que mereço. Ele foi extremamente vago e vai parar, agora. Correndo pelas escadas fora do motel, paro por um minuto e olho ao redor. Meu palpite é que deve ter um carro em algum lugar por perto, porque ele não voa. Ele odeia não estar no controle. Também tem uma coisa por veículos de grande porte, e vejo a mesma velha SUV preta que tinha quando estávamos juntos, parada no estacionamento do outro lado do motel. Quando começo a me dirigir para o seu SUV, um som de arranhões seguido por um par de pancadas, como se alguém estivesse sendo atingido, vem do beco ao lado do motel. Cada instinto meu grita para me afastar e evitar o confronto, mas a minha consciência ganha quando é óbvio que alguém precisa de ajuda. — Caralho! Rapidamente viro e corro para o beco, parando quando vejo um cara no chão totalmente machucado diante dos meus pés, e isso me leva para frente. Pego um cara pelo cangote, pegando-o desprevenido, e bato nele. Meu punho se conecta com sua mandíbula com um estalo audível que lhe envia para o chão. Enquanto ele cai, outro cara tenta me pegar desprevenido, mas sou mais rápido que ele. Meu punho conecta... Um... Dois... Três golpes

em

seu

estômago,

derrubando-o.

Enquanto

se

recupera, dou uma joelhada nas bolas do terceiro indivíduo e o vejo cair.


O cara no chão não está se movendo e quando eu paro sobre ele, percebo que é Noah. Vendo-o tão machucado, atiça minha raiva e volto para os idiotas que agora estão fugindo. Estou indeciso sobre se devo deixá-los ou ir atrás deles. Mas no fim, Noah vence. Verifico o beco para me certificar de que estamos sozinhos agora e caio ao seu lado não tendo certeza de onde tocar. Seu rosto está sangrando e começando a inchar. Há sangue em torno de seu estômago, e, quando eu levanto sua camisa encharcada, descubro um corte raso através de suas costelas. Não notei qualquer arma, embora notei um grande anel em um dos dedos do cara. Xingando sob a minha respiração, meu coração bombeia com adrenalina quando percebo que preciso levá-lo para a segurança antes de voltarem com reforços. — Sinto muito por isso. — Sussurro, enquanto deslizo as mãos por baixo dele e puxo-o para cima. Eu cambaleio um pouco com seu peso, mas consigo fazer minhas pernas se moverem. No canto, faço a varredura da área para me certificar de que ninguém está esperando para nos emboscar e então corro rapidamente para o meu quarto. Só espero que eu não viva para me arrepender indo para o meu quarto, em vez de para o caminhão, colocando milhas de distância entre nós, e os valentões.


Noah não é um peso leve, então quando entro no quarto, só consigo aguentar até a cama, antes de deixá-lo cair sobre ela. Ele não se move ou faz qualquer som quando cai. Girando rapidamente, me certifico de que a porta está trancada antes de procurar em minha bagagem pelo kit médico que sempre carrego. Olhando de volta para a cama e o homem deitado de bruços na coberta sombria, percebo que vou ter de despi-lo antes que possa fazer qualquer coisa. Ele não vai gostar que eu faça isso. Na verdade, pela maneira como saiu daqui, diria que se acordar enquanto o estou despindo, ele vai me bater. Suspirando, alcanço sua camisa arruinada e, segurando ambos os lados, rasgo-a o resto para cima. No decote, eu puxo e não demora muito para a camisa ser descartada. Puxando os lados separados, eu suspiro com toda a extensão de seus ferimentos. Ele deveria estar no hospital. — Eu vou viver. — Ele resmunga. Meus olhos encontram os dele, e dói ver o rosto de Noah tomado pela dor. Tenho a sensação de que toda a dor que estou testemunhando não é apenas da surra que ele acaba de receber, mas parte disso tem a ver com as nossas palavras afiadas de antes. — Não sei onde te tocar. — Suspiro agitado, apontando para seu torso.


— Nenhum hospital.... Acho que vou desmaiar, então fique à vontade. Enquanto o observo, seus olhos se fecham e ele fica inconsciente. Antes que ele acorde de novo, rapidamente começo a remover suas roupas tão cuidadosamente quanto posso, jogando-as no lixo antes de abrir o kit médico.


Noah

Alongando-me, me encolho quando uma dor intensa rasga através do meu corpo e faz com que o ar deixe meus pulmões rapidamente. O que está errado comigo? Forçando meus olhos abertos, pisco rapidamente com o brilho que vem através das ripas das persianas. Deixando-me incapaz de me concentrar. Conforme viro minha cabeça, consigo manter meus olhos abertos e percebo que Ramon está dormindo em uma cadeira no canto do quarto. O que ele está fazendo aqui? Penso sobre isso, enquanto olho em volta, e nada parece familiar. Tento me esforçar, mas minha cabeça gira e a dor ao redor das minhas costelas me faz cair de volta na cama. Em seguida, me lembro. O que aconteceu naquela noite.... Ontem à noite? — Bichona... Boiola... Viado!


Fecho meus olhos, quando as palavras se tornam um pesadelo vívido em minha cabeça. As palavras funcionam como um cântico através de mim enquanto eu me lembro.... Daquela noite.... Esses idiotas gritando e correndo atrás de mim. Querendo vomitar, meus olhos se abrem e fico olhando para o teto enquanto tento reconstituir o resto da noite. Então percebo que Ramon deve ter vindo atrás de mim. Eu queria que ele viesse. Obviamente, não queria que ele me encontrasse desse jeito, mas queria que ele viesse atrás de mim. Em um mundo ideal, ele teria vindo atrás de mim e me diria que ainda me amava; que nunca deixou de amar. Mas nós não vivemos em um mundo ideal e tenho certeza que veio atrás de mim para descobrir o que significava o meu comentário sobre estar morto se eu tivesse ficado. Ramon não vai descansar até lhe contar tudo, e talvez seja isso o que tenho que fazer. Olhando de relance para o homem que ainda detém o meu coração em suas mãos faz com que prenda minha respiração. Ramon ainda é um homem impressionante. Sua construção muscular, e herança espanhola, o faz se destacar na multidão. Qualquer um seria sortudo por ter o seu coração e, por um tempo, ele só tinha olhos para mim. Mesmo no Canadá, quando falávamos docemente com as senhoras para tirar suas calcinhas, seus olhos estavam


sempre em mim. Toda vez que ele gozava, seus olhos estavam em mim e não na mulher. Então, ouvi-lo dizer que tinha alguém, rasgou meu coração. Nós costumávamos estar tão em sintonia um com o outro que, mesmo que tenha sido eu a ir embora, sinto como se fosse ele quem cometeu a traição. Observando-o agora, sinto falta dos excessivamente longos cabelos, que ele usava caindo em seus ombros. Na verdade, sinto falta de tudo sobre ele. A sensação de seu rosto contra o meu.... Contra a minha pele, minhas coxas, meu estômago.... Sinto falta de ter as longas pernas embrulhadas com as minhas enquanto dormíamos. Tenho saudades de acordar com sua ereção da manhã pulsando contra a minha bunda, ou contra o meu próprio pênis. Tento mudar para uma posição mais confortável, meu pau endurecendo enquanto reflito sobre meu passado com Ramon. Tento pensar em algo diferente para parar a minha necessidade, mas é persistente. Meu relacionamento com Ramon não era apenas sexo, apesar de ser uma parte dele. Eu amei passar todo o meu tempo livre com ele. Falávamos de livros, hóquei, beisebol, e nós comíamos em pequenos restaurantes fora de Lexington para evitar sua família. Ele é a minha outra metade e preciso trabalhar muito duro para fazê-lo ver que não tenho intenção de me afastar dele novamente. A primeira vez foi mais dolorosa do que jamais quero lidar novamente.


Acariciando meu próprio eixo, sinto a primeira gota de pré-sêmen liberar da ponta conforme abafo um gemido. Já faz um longo tempo desde que cuidei de mim mesmo, e não deixei ninguém cuidar de mim desde Ramon. Por mais que precise de uma liberação agora, não tenho certeza que tenho força para fazê-lo. Tenho certeza que não posso pedir para Ramon me chupar. Sim, isso cairia bem com o humor com que o deixei. Preciso pensar em outra coisa que não seja ter seus lábios fechados em torno de mim. Porra, isso não esta ajudando! De repente, notando um copo de água na mesa de cabeceira, tento alcançá-lo, meus dedos deslizam sobre o vidro frio até que desliza dos meus dedos desajeitados. Com um estrondo, cai no chão e quebra em pedaços. — Que porra é essa? — Ramon grita, pulando da cadeira. Seu cabelo espetado e seus olhos, mesmo alertas, ainda estão pesados de sono. Aqueles olhos sonolentos olham ao redor do quarto e param sobre a confusão que causei. Ele pega algumas toalhas e joga-as para a água não se espalhar. — Desculpe. — Murmuro, minha voz rouca. — Sem problema. Deixe-me buscar outro. Ramon sai do quarto, empurrando as mãos pelos cabelos. Um hábito que ele tinha quando o cabelo era comprido. Parece que ainda está tentando acordar.


Enquanto espero ele voltar, tento fazer um balanço das minhas lesões. Minha garganta está seca, e meu estômago ronca em fome, me fazendo sorrir. Sei que minha virilha está ilesa. Graças a Deus. Tenho uma leve dor de cabeça, mas que poderia ser por falta de comida. Pelo que me lembro, a principal força de seu ataque foi meu estômago e costelas, é por isso que dói tanto ao redor da minha caixa torácica. Enquanto Ramon caminha de volta para o quarto, meus olhos o devoram. Está amarrotado de dormir em uma cadeira,

mas

incrivelmente

sexy.

Seu

moletom

preto

pendurado baixo em seus quadris, e ele está sem camisa, minha roupa favorita. Tentadora o suficiente para querer um vislumbre do que ele está escondendo. O movimento em seu moletom faz meus olhos se abrirem e, olhando para cima, procuro seus olhos. O incêndio de calor vindo dele me faz endurecer. Ele sorri, e dando um passo à frente, empurra um canudinho entre meus lábios. — Beba. — Ele rosna. Eu faço. A água fria deslizando pela minha garganta é incrível, e quanto mais eu bebo, mais me sinto revigorado. Tudo o que preciso fazer é descobrir como vou esvaziar minha bexiga quando dói muito para me mover. — Você quer um pouco mais? — Ramon pergunta, quando coloca o copo vazio longe.


Balanço minha cabeça e imediatamente me arrependo do movimento quando dor atravessa por ela. — Estou bem por agora. Obrigado. Ramon coloca o copo no peitoril da janela e se vira para mim. Ele não diz nada, apenas segura meu olhar. De uma forma, que não tenho certeza se serei o último homem de pé. Assim, Ramon me assusta. É como se ele estivesse olhando para a minha alma com a quietude do seu corpo e seu olhar fixo em mim. Querendo que ele parasse, pergunto. — Quanto tempo estive fora... e onde estamos? Ele pisca e se move para trás para sentar na cadeira em que estava dormindo. — Três dias, e eu aluguei esta cabana fora da cidade. Percebi que era mais privado que o motel. Porra. Pelo menos estou seguro por enquanto. — Hospital? — Você me implorou para não o levar. Eu implorei. — Você ficou entrando e saindo da consciência desde que parei aqueles filhos da puta. — Ele deixa cair a cabeça contra o encosto da cadeira com os olhos fechados. — Você me assustou, Noah. — Sussurra. — Vê-los.... Vê-lo.... Queria matá-los.


Seus olhos se abrem e a angústia que ele sentia, e ainda sente, está clara para eu ver. Eu não sei o que dizer e fico olhando para ele por alguns minutos enquanto tento pensar. Em

vez

de

escavar

muito

profundamente

em

meus

sentimentos quando não posso fazer absolutamente nada para mostrar a ele com ações, bem como palavras, digo-lhe o que aconteceu naquela noite. — Eu estava no bar tentando afogar a dor de saber que você tem alguém. Estava flertando com o barman, esperando que você entrasse e me visse. — Eu rio, mas não há nenhuma alegria por trás disso. – Tendo bebido o suficiente, saí. Dentro de um minuto, fui emboscado e o resto você sabe. — Eu suspiro. — Provavelmente estavam me observando no bar para perceberem que eu era gay. Ramon xinga e senta-se para frente. — Eles atacaram você porque você é gay. — Uma afirmação, não uma pergunta. — Percebi isso, e esperava que você me dissesse que estava errado. — Queria que você estivesse errado. O ataque três noites atrás não foi a primeira vez que fui espancado por ser gay, mas espero que seja a última. — Obrigado, Ramon. Por cuidar de mim. Não mereço sua gentileza depois do jeito que deixei você... — Você realmente esperava que eu virasse as costas e o deixasse lá? — Ele balança a cabeça. — Ainda me importo


com você, Noah. Não teria deixado ninguém naquele beco, muito menos você. Mas, nós já pertencemos um ao outro e, acho, que ainda estou lutando para aceitar que nós já não nos pertencemos mais, caso contrário, teria ignorado você e levado para o hospital. Na verdade, quase o levei. Estava preocupado com hemorragia interna com a bagunça que eles fizeram. Depois de falar com Ruben, ele me disse para verificar sua urina, e que você deveria ficar bem se não houvesse sangue. — Eu estava uma bagunça, hein? — Sim. — Ramon suspira. — Não sabia o que estava fazendo. O fato de que Ramon está falando comigo, e ainda tem sentimentos por mim, me enche de esperança de que vamos buscar o nosso relacionamento de volta. Não quero nada mais do que passar o resto da minha vida com Ramon. Costumava pensar que era o que ele queria, mas depois de seu comentário “tenho alguém”, não tenho mais certeza. Acho que fui facilmente esquecido. Porra, o que posso esperar? Deixei-o há dois anos. — Noah, você vai me dizer o que quis dizer com seu comentário sobre a minha vida.... Ou morte? Olho para ele, e encontro Ramon sentado em frente com as mãos apertadas juntas. Não posso ir lá, ainda não. — Não estou pronto. — Sussurro.


Ramon estreita os olhos antes de sua mandíbula apertar com raiva. Me dá um olhar que faz meu coração cair e, em seguida, sai do quarto, batendo a porta atrás dele. Porra! Esfregando minhas têmporas, xingo toda a situação... A que me encontro há mais de dois anos... A mesma que ainda está fodendo com a minha vida. O imbecil do ex da minha irmã começou tudo. Eu só agradeço a Deus que Carla não se casou com o filho da puta. Quando ficaram juntos pela primeira vez, Gary parecia ser um cara decente e ele estava realmente a fim da Carla. Então ele se viu envolvido com a turma errada e algo dentro dele pareceu soltar. Drogas fazem isso com uma pessoa. Carla estava com medo e não tinha mais ninguém para conversar, por isso ela veio até mim. Nunca vou guardar rancor por isso. Cuidei dela desde que era adolescente, e perdemos nossos pais em um incêndio em casa. Talvez tenha sido a perda que nos aproximou, mas sempre olhei por ela. E ninguém assusta minha irmã, especialmente da forma como Gary fez. Com isso em mente, mantive tudo para mim e fui para um amigo meu no esquadrão antidrogas. E então meu mundo caiu aos pedaços e os problemas me seguiram até Lexington. Minha decisão de ajudar a minha irmã resultou em uma ameaça de morte contra Ramon. Arruinei suas vidas e negócios então eles partiram para me arruinar. Eles quase tiveram sucesso também.


Graças ao filho da puta por trás de toda a ameaça ser um idiota descuidado e se matar com uma overdose de drogas, tornei-me livre para voltar para meu cara. Tudo o que tenho a fazer é convencer Ramon que mereço uma segunda chance, e que a pessoa com quem ele está não serve para ele, ele tem que acreditar nisso. Vai me matar se Ramon não o deixar para ficar comigo. Mata-me pensar sobre ele fazendo amor com alguém que não seja eu. Movendo-me, gemo com a dor em meu corpo. Posso dizer que estou curando, mas três dias na cama criaram novas dores que provavelmente não estavam lá depois do espancamento. Preciso me mover e levar minha carcaça até o chuveiro porque eu estou tão cansado de pensar.

Ramon Irrita-me muito que Noah se recuse a falar comigo. Recusando-se a me dizer o que ele quis dizer com suas palavras na outra noite. Odeio não saber sobre algo que me envolve, especialmente quando foi grave o suficiente para Noah ter me deixado. Preciso de respostas e, antes de deixar esta cabana, vou obtê-las. Mas posso ser paciente por enquanto.... Tanto


quanto isso me frustra. Vou tentar o meu melhor para não o atormentar para conseguir informações enquanto ele parece tão abatido, mas minha paciência não vai aguentar por muito tempo. O estômago de Noah se pronunciou algumas vezes por isso estou esperando que se entregar-lhe o café da manhã, ele vai se sentir melhor para falar depois de comer. É um começo, suponho eu. Agarrando a torrada assim que ela aparece, passo manteiga antes de dividi-la entre os dois pratos. Me inclino contra a bancada enquanto espero os ovos mexidos ficarem prontos no micro-ondas e sorrio quando penso sobre o pênis duro que Noah exibiu enquanto estava deitado na cama. Tinha apenas um lençol entre os meus olhos e sua pele, por isso o cume duro foi óbvio. Ele causou uma contração desconfortável dentro do meu moletom. O pau de Noah sempre encosta em seu estômago quando está em plena excitação. O meu pau quando estou completamente excitado vira para fora e para longe do meu corpo. Como começou a ficar com pensamentos de um Noah nu. Balançando a cabeça, suspiro; isso realmente tem que parar. Noah quer que eu acredite que ele não esteve com ninguém desde que esteve comigo. Não importa o que disse a ele, não estive com mais ninguém também. O que traz os meus pensamentos para Sylvia e meus desordenados sentimentos por ela. Eu ouvi a dor em sua voz


quando ela atendeu ao telefone no outro dia. Ficou claro quando eu imediatamente perguntei por Sebastian para avisá-lo que eu estava atrasado. Não queria que ninguém se preocupasse, mas deveria ter parado e conversado com ela um pouco. Mas Sylvia é uma complicação que me deixa nervoso, porque estou atraído por ela. Toda vez que eu penso nela, meu corpo reage, mas não há qualquer barulho no meu peito como se meu coração estivesse rolando com amor. Não como o que acontece quando eu penso em Noah. Na noite da festa beneficente, eu pensei em levá-la de volta para o meu apartamento até que me lembrei de que todas as coisas de Noah ainda estavam lá. Pensei em convidar-me para ir ao seu apartamento, sabia que ela aceitaria, mas algo me segurou. Meu corpo naquela noite procurava liberação de toda a mágoa que sofreu desde que Noah me deixou, e Sylvia estava tão linda que meu corpo ficou hipersensível ao seu toque. Meu pau doía para mergulhar entre suas coxas, mas algo me parou, e a decepção que Sylvia não conseguiu esconder me fez sentir como um idiota de primeira classe. Tenho sido um covarde desde aquela noite... Em parte porque estou confuso sobre meus sentimentos e em parte porque não quero ver a dor em seu rosto. Fiz o meu melhor para evitá-la, mas isso não vai durar para sempre. Preciso voltar para Lexington em breve. Estou fora por muito tempo.


Primeiro, preciso lidar com o homem que me ferrou para qualquer outra pessoa. Ao

ouvir

o

chuveiro

desligar

no

banheiro,

pego

rapidamente uma camiseta no encosto da cadeira e coloco-a. Vi seus olhos permanecerem no meu corpo mais cedo e, embora não me importe de ver o calor em seus olhos, nós precisamos conversar sem distrações. Só queria que meu pau fosse tão fácil de esconder como meu peito. Com isso em mente, rapidamente termino o café da manhã, e o coloco sobre a mesa antes de me sentar enquanto Noah entra. Minha boca cai aberta, e meu pau vibra em atenção. Eu engulo em torno do caroço alojado na minha garganta, mas nada apaga o desejo tomando o meu corpo. Enquanto ele está seco, pequenas gotas de água gotejam de seu cabelo ainda úmido e caem em seu peito nu... acenando-me para lamber as gotículas e saboreá-lo. Ele inclina-se contra o batente da porta em nada além do moletom que eu deixei de fora para ele. Seu peito esculpido é ainda mais definido do que costumava ser, embora o ferimento preto e azul ao longo de suas costelas ainda esteja vivo. O moletom pendura-se frouxamente sobre ele, como eles fazem em mim, e deixam pouco à imaginação. O contorno de seu pênis cresce quanto mais tempo os meus olhos permanecem fixos sobre ele, que é quando eu percebo que eu estou olhando como se estivesse faminto.


Fechando os olhos, inspiro e o cheiro dele enche minhas narinas,

levando-as

a

incendiar.

Eu

exalo

o

perfume

conforme abro meus olhos, mas evito olhar para Noah enquanto tento encontrar a minha força. Meu pau pulsa debaixo da mesa e preciso de uma distração de Noah. Eu dou uma garfada nos ovos antes de morder uma fatia da torrada com manteiga, engolindo-a com um copo de suco de laranja fresco. — Coma, antes que esfrie. — Aponto para a comida em frente à minha. Ele se arrasta para frente e senta na cadeira indicada. Nossos olhos se encontram, antes de me dar um sorriso irônico e começar a comer. Nós

dois

sentados

juntos

assim,

deveria

ser

desconfortável, mas isso não acontece. Sinto-me tranquilo, como se estivesse onde deveria estar. A julgar pela forma como Noah está, acho que ele sente o mesmo. — Quem você tem? — Noah pergunta de repente. Não estou surpreso que esteja perguntando, mas estou surpreso que está perguntando quando não vai responder às minhas perguntas. Colocando o garfo no meu prato, tomo um longo gole de café antes de dizer. — Se eu te contar o que está acontecendo na minha vida, você tem que me dizer tudo o que está acontecendo na sua. — Faço uma pausa. — E quero dizer tudo, até a razão


pela qual você foi embora, o que você fez por dois anos e por que de repente você está aqui. Se você mentir para mim, eu não vou perdoar. Eu

mantenho

meus

sentimentos

sob

controle,

esperando que ele não veja a mentira em meus olhos. O fato é que provavelmente iria perdoá-lo por ter mentido para mim, a não ser que envolva outro homem. Eu não preciso me preocupar com ele estando com uma mulher, porque ele não tem interesse. Antes, quando nós tínhamos uma mulher, eu seria o único a fodê-la enquanto o chupava. A mulher achava isso quente, e Noah ficava animado vendo meu pau molhado enquanto deslizava dentro e fora dela. Tudo isso mudou depois que ele me deixou entrar nele. Num minuto estávamos em um relacionamento com Noah no banco do motorista, e no próximo trocamos de lugar. Depois daquela noite, Noah me deu um ultimato; eu nunca comeria uma mulher novamente enquanto eu estivesse com ele ou ele iria embora e eu nunca o veria novamente. Foder as mulheres nunca me incomodou porque o que me excitava era ver que ele estava me assistindo, não a mulher. Com ele, sempre fui capaz de ser eu mesmo, ao contrário de quando estou em torno da minha família, que é outra história. Comemos em silêncio, mas noto que nós dois estamos enviando olhares em direção ao outro. Depois que ele terminou de comer, ele limpa a boca no guardanapo amarelo que deixei ao lado de seu garfo e encontra o meu olhar.


— Queria esperar para conversar, mas será melhor se tudo estiver em aberto, sem mais segredos entre nós. Eu concordo. — Tudo bem para você se sentar na sala ou precisa voltar para a cama? — Pergunto, minha voz cheia de preocupação, enquanto o observo. Ele estava pálido enquanto comia. Inicialmente, deixaria de lado o tema da conversa, mas não tenho certeza. — Vou ficar bem. Acho que vai ser melhor se eu estiver na posição vertical para essa conversa. Concordando com ele, sirvo café para nós dois e os levo até a sala de estar.


Noah Tento ficar confortável, mas sabendo sobre o que vamos falar e o fato de que as minhas costelas estão doendo me faz sentar na beira do sofá, esperando que Ramon comece primeiro. Estando longe por tanto tempo faz com que tenhamos muito a dizer, e parte de mim está com medo de que nós vamos cansar e não saberei nada sobre o que Ramon tem feito ou com quem tem estado. — Sylvia. — Perdão? — Você me ouviu. Seu nome é Sylvia. As palavras são frívolas, como se ele não se importasse, mas conheço Ramon... Ele se importa com o que ele está dizendo. Sylvia deve significar algo para ele. — Porra, Noah.... Estava sofrendo por você ter me abandonado e ela estava lá parecendo tão doce. E ela não saía, então a convidei para sair. – Ele passa as mãos pelo seu cabelo curto em clara agitação. — Nós jantamos, assistimos a um filme, e às vezes ela foi a funções da família comigo para


manter minha mãe e as mulheres que ela empurra para se casarem comigo longe. Então, ela é boa o suficiente para conhecer a sua família, mas eu nunca fui. Estou sendo injusto, mas ele dizer que ela conheceu sua família dói. Isso machuca muito. — Mas, o deixei acreditar que temos um relacionamento, o que não é verdade. O que ele está dizendo? — Nunca tive relações sexuais com ela, Noah. Admito que pensei nisso não muito tempo atrás, mas enquanto a acompanhei de volta ao seu apartamento, desisti e percebi que ela não era o que eu queria. — Ele ri. — Desejava alguém que deixou claro que não me queria. A sala fica em silêncio enquanto Ramon termina sua admissão sobre Sylvia. Pensei que teria mais tempo para colocar meus pensamentos em ordem. Eu não tive. O que ia dizer foi esquecido e substituído com o fato de que Ramon não está em um relacionamento com outra pessoa. Não importa o quanto disse-me que ele tinha o direito de estar, isso teria matado algo dentro de mim se ele estivesse. — Por favor, diga alguma coisa. — Ele implora. — Estou surpreso que você admita isso antes de ouvir o meu lado do que aconteceu, mas estou aliviado. — Eu rio. — Você não tem ideia de quão aliviado. — Eu acho que tenho.... Sua vez. — Ramon força um sorriso.


Não tenho nenhuma ideia do que ele está pensando, o que faz com que meu estômago se contorça de nervoso. No passado, conhecia o seu próximo passo e o que ele estava pensando em um determinado momento. Era como se tivéssemos os mesmos pensamentos... Mas, não mais. Com um suspiro pesado, eu explico sobre Gary. Não foi fácil, mas sinto alívio por poder contar algumas partes.... Desde que ele conhecia a história de Carla e que Gary foi atrás dela. Quando eu termino de explicar tudo, Ramon diz: — Você deixou de explicar sobre a ameaça que lhe fez ir embora. Eu balanço minha cabeça. — Nós ainda estamos conversando. Eu não terminei. Ele levanta uma sobrancelha em questionamento. — A repercussão causada ao ir até meu amigo no esquadrão antidrogas foi que dois caras se aproximaram de mim. Seu chefe, aparentemente, não estava feliz com a perda de Gary ou do efeito que isso teve em seu negócio. Basicamente, arruinei suas vidas e causei um retrocesso em seu negócio então eles tentaram me arruinar. Ameaçaram matar você e Carla. — Afundo para trás na cadeira, tão cansado de toda essa maldita coisa. — Nunca em um milhão de anos teria deixado você se tivesse uma escolha. Assim que ouvi que a ameaça acabou, fiz planos para voltar à Lexington depois que meu trabalho atual tivesse acabado. O que me leva a como eu conheci Eric.


— Eu me perguntava como Eric conseguiu arranjar essa reunião em Denver, porque ele não tinha ideia sobre nós. — Ramon faz uma pausa. — Ou tinha? Eu balanço minha cabeça. — Não, ele não sabe nada sobre nós. Não admiti conhecê-lo, mesmo depois que me disse em qual trabalho me queria envolvido. Eu precisava vê-lo primeiro e conversar. Ele é parte de sua família e não tinha ideia de quanto, se alguma coisa, você lhe disse. Não tinha certeza se você disse a ele sobre o nosso relacionamento.... Ou se você apenas disse que nós éramos amigos, então fiquei quieto. — Ele não sabia nada sobre nós. Ele sabia que alguém me machucou, que foi como eu expliquei ser o motivo de ir devagar com Sylvia sempre quando alguém perguntava. Ninguém sabia. — Sabia? — Eu questiono. — Minha família, menos Michael e meus pais, sabem sobre nós. — Ele faz uma pausa e então esfrega o queixo pensativamente. — Bem, Michael pode saber desde que Lucien tem uma boca grande, mas eu duvido que meus pais saibam. Meus irmãos não me deixariam em paz se não contasse. — Ele sorri. Estou achando difícil de acreditar que depois de tanto tempo juntos, ele finalmente disse aos seus irmãos sobre mim quando não estamos mais envolvidos. Há algo de errado com essa imagem.


Não querendo realmente saber a resposta, mas incapaz de me segurar, pergunto. — Se não tivesse desaparecido você teria contado a eles sobre mim? Ramon fica vermelho e se recusa a encontrar o meu olhar. Seus lábios se apertam em torno de uma palavra, mas ele não a deixa escapar. Tenho a minha resposta. Parece como se uma marreta batesse direto em meu peito. Lentamente, levanto, vou para o quarto e, parando na porta, olho por cima do meu ombro para Ramon. Ele está de frente para a janela, seus olhos afastados de mim e noto seus ombros caírem. Ele parece tão destruído quanto estou. E eu ainda não expliquei como eu conheci Eric.

Ramon Eu não tenho vergonha do meu relacionamento passado com Noah, nem teria se eu desse outra chance a ele e o permitisse entrar novamente. O fato de que sou um homem crescido deve tornar mais fácil de contar a meus pais. Da maneira que estou agindo você pensaria que sou um adolescente de novo, e isso tem


que parar. Vi a dor que brilhou nos olhos de Noah com o meu silêncio. Esfregando meu peito por cima do meu coração, suspiro e sigo Noah até o quarto para terminar a nossa conversa. Eu também preciso saber o que vai acontecer agora. Não posso deixar... O que quer que seja isso... Entre nós. E não posso deixar Noah pensar que tenho vergonha de estar com ele. Para minha surpresa, Noah não está no quarto ou no banheiro. Meu coração dispara me perguntando onde diabos ele está. Ele não poderia ter ido embora, mas então eu vejo sua sombra através das cortinas. Com sangue ainda batendo por meus ouvidos, abro a porta para a varanda e me apoio contra o batente da porta quando Noah vira para olhar para mim. Seus olhos se arregalaram com surpresa. — O que há de errado com você? — Pergunta ele, dando um passo em minha direção. — Pensei que você foi embora. Seus lábios se apertam. — Não vou fazer isso com você novamente. Se eu for sair, você vai saber. Concordo com a cabeça e me recompondo, sento em uma das duas cadeiras de balanço na varanda. Depois de uma pequena hesitação, Noah se senta ao meu lado. — Você ainda me ama.


Minha cabeça se vira com surpresa em sua declaração ousada. Ele sorri e repete. — Você ainda me ama. A carranca no meu rosto o cala. — Você ama, certo? — Pergunta ele, sua certeza sendo drenada dele tão rapidamente quanto seu sorriso. — Não sei como me sinto. — O que é uma mentira, porque ainda o amo. — Conte-me sobre Eric. — Mudo de assunto precisando de mais tempo para chegar a um plano de ação antes de voltar à Lexington. Ele vai voltar comigo. Ele não terá muita escolha, e não vou dar-lhe uma. Descansando os pés no parapeito da varanda, ele começa

a

balançar

lentamente

na

cadeira,

parecendo

relaxado até que eu olho para suas mãos. Elas se contraem contra sua coxa, um sinal claro de que está estressado. Ele não é o único. Meu primeiro instinto é me inclinar para frente e tocá-lo. Seu peito está nu e um pouco de cabelo se arrasta sobre seus mamilos e para baixo passando seu umbigo faz minha boca salivar. Eu quero seguir aquela trilha mais ao sul com a minha língua, além do elástico do moletom e mais alguma coisa que estou almejando. Desejo seu gosto, seu toque, mais do que nunca. Já faz um longo tempo desde que experimentei Noah.


Meu pau concorda comigo, e salta em meu moletom, formigando com o lançamento de pré-sêmen. Noah sempre foi capaz de me despertar e elevar a alturas insuportáveis com o menor dos olhares. Porra, apenas olhar para ele pode me fazer almejar por seu toque e meu corpo se inflama com apenas o menor abraço. Sua ausência fez-me desejar-lhe muito mais. — Você tem certeza que quer que eu fale sobre Eric? — Pergunta ele, interrompendo meus pensamentos. Seus olhos sobre minha virilha. Fechando os olhos pedindo força, respondo. — Sim. — Humm... — Ele faz uma pausa enquanto ele dá a meu pau um olhar aguçado antes de encontrar meu olhar, e continuar. — Conheci Eric na Carolina do Norte, em um bar. — Ele ri. — Estava trabalhando em um local não muito longe do bar, e houve algum roubo. Aconteceu de eu estar no lugar errado na hora certa, e peguei em flagrante os idiotas. Era este trabalho que estava terminando antes de voltar para cá. De qualquer forma, depois que eles foram pegos, os caras me levaram a um bar para comemorar. Nós não estávamos exatamente tranquilos. Em algum momento Eric apresentouse, e nós conversamos. Até o final da noite, ele me pediu para ajudá-lo em sua obra. Como eu poderia recusar? — Ele faz uma pausa. — Mantive silêncio sobre minha história com você porque queria ver seu rosto quando você me visse. Não queria que você estivesse preparado. Queria ver sua reação


quando você percebesse que era eu e que estava de pé diante de

você.

Pensei

que

estivesse

preparado

para

vê-lo

novamente, quando na realidade, não estava... — Sua voz se distancia e olha para fora no quintal. — Deus, como senti sua falta. — Ele rosna. — Oh cara. O que vamos fazer? Eu quero você.... Na obra dos McKenzie. E na minha cama. Pelo olhar ardente que lança para mim, ele sabe o que quero dizer. — Você tem um lugar para ficar em Lexington? Ele hesita, e em seguida, responde: — Ainda não. — Você pode ficar comigo, mas no quarto de hospedes. Ele franze a testa e vejo um flash de teimosia quando sua mandíbula aperta. Ele não gostou da ideia. Seus olhos se concentram em tudo, menos em mim. — Tudo bem. — Sussurra humildemente depois de sua batalha silenciosa. — Mereço isso, e certamente não espero que você simplesmente me aceite de volta. — Ele ri. — Mesmo que gostaria que você o fizesse. — Não sou o mesmo cara que você abandonou Noah. Não sou aquele cara fácil que você estava acostumado. — Me levanto e começo a andar para trás e para frente. Paro abruptamente quando Noah se coloca na minha frente e para meu ritmo acentuado.


— Eu nunca. — Ele me cutuca no peito. — Achei que você fosse um cara fácil. Nós dois estávamos em um relacionamento. Foi você que manteve isso escondido porque eu teria gritado para todos ouvirem. Noah se vira. Eu o alcanço tentando agarrar seu braço, mas minha mão roça seu quadril. Nós dois suspiramos e paramos. Incapaz

de

me

parar,

me

aproximo,

meu

peito

pressionando contra suas costas enquanto um tremor atravessa Noah. Me inclino para frente e pressiono meus lábios no topo da sua coluna vertebral enquanto minha mão desliza furtivamente em torno de seus quadris. Cutucando contra a coroa de sua ereção com meus dedos, paro, querendo me aproximar mais do paraíso. Basta apenas um movimento encorajador de Noah para que eu introduza minha mão em seu moletom e o acaricie. Minha própria ereção está latejando entre as bochechas do traseiro de Noah. Meu corpo grita para que eu busque o que preciso... O que ambos necessitam. Infelizmente, meu cérebro não será desligado e ele não quer correr o risco de se arrepender por saltar direto de volta para o sexo com ele. Não importa o quanto nossos corpos discordem, tenho que pensar com o meu cérebro. Inalando,

eu respiro seu aroma

único

em

meus

pulmões. Colocando um beijo na sua nuca, eu esfrego suavemente a ponta vazando de seu pênis com o meu dedo antes de forçar-me a dar um passo atrás.


Noah corre a mão trêmula pelo cabelo e desaparece de volta para o quarto sem dizer nada. Eu o observo ir e luto contra o desejo de segui-lo. Até seu sabor explodir na minha língua não percebi que estava chupando meu dedo como se não me cansasse. Virando, aperto o parapeito da varanda... com tanta força que meus dedos ficam brancos. Deixo cair minha cabeça e respiro através da dor da minha própria excitação furiosa.


Ramon Caminhando através da porta para o escritório, meu estômago está nervoso porque sei que Sylvia estará sentada atrás de sua mesa. Gostaria muito de ter adiado minha ida aos escritórios McKenzie logo que voltei, se eu pudesse. Mas estive longe por muito tempo para qualquer desculpa realmente fazer a diferença. A porta se fecha atrás de mim com um clique suave, mas é o suficiente para atrair seus olhos para mim. Eu fico lá, cara a cara com Sylvia. Ela está linda como sempre. Não perco a checada que ela me dá. Hoje troquei meu jeans habitual por calças pretas com uma camisa preta já que não tenho nenhuma intenção de visitar a obra. A cor escura da minha roupa contra a minha pele bronzeada faz com que a minha herança se destaque. Pelo menos é o que Noah me diz. A única outra cor além da preta que tenho em mim hoje são meus olhos azuis. Enquanto observo Sylvia começar a se remexer, eu me aproximo, em um esforço para colocá-la à vontade.


— Você está ótima, Sylvia. — Me aproximo e coloco um beijo em sua bochecha, que é o que Eric testemunha quando entra no escritório. Ele para e me encara. — Ramon? Faço uma pausa, sem saber como entender o uso abrupto do meu nome por Eric. Aperto a mão de Sylvia e me endireito. Encontro-me com Eric no meio da sala, trocamos um aperto de mão rápido antes dar-nos um tapa nas costas um do outro. Não tenho certeza se é minha imaginação, mas as mãos dele parecem mais apertadas do que o habitual.... Seu sorriso forçado. Agindo como se ser pego beijando a bochecha de Sylvia fosse uma ocorrência diária, noto o sorriso forçado de Eric se transformar em uma carranca zangada. Qual é o seu problema? — Como vai? — Tudo bem. — Murmura Eric. — Tudo bem, certo? — Sento no canto da mesa de Sylvia e observo emoções passarem por seu rosto, mas não posso ler o que é. Eric me encara, o que me deixa mais confuso do que nunca. Vivemos juntos quando Eric esteve por aqui antes, então o que está acontecendo?


Ao ouvir a campainha sobre a mesa de Sylvia tocar, olho para ela. Ela sorri e diz através do microfone. — Você precisa vir aqui fora. Em poucos segundos, a porta da sala de Sebastian se abre e ele vem andando a passos largos. Me estuda antes de seu olhar desloca-se para Eric. Ele franze a testa e estende o braço para o seu escritório. — Vamos entrar. — Ele sugere. — Sylvia, você se importaria de nos trazer um pouco de café, por favor? — Estou indo.

Noah Hoje, acordei no apartamento em que vivia. Teria sido ainda melhor se tivesse acordado ao lado de Ramon na nossa cama, mas tenho toda a intenção que isso aconteça mais cedo ou mais tarde. Antes de Ramon sair para o trabalho, me contou sobre a cabana que construiu nas terras de sua família perto do córrego que serpenteia em torno da casa principal. Foi evasivo quando perguntei sobre por que ele não estava vivendo lá, e ainda estava no apartamento na cidade.


Sei que Ramon odeia a agitação da vida da cidade, e não pode esperar para escapar de volta para casa da fazenda de seus pais, ou, melhor ainda, sua cabana. Claro, nunca poderia visitá-lo se ele estiver na casa dos pais. Afinal de contas, sou seu pequeno segredo sujo. Rangendo os dentes, resolvo que não vou ser segredo de ninguém mais. É tudo ou nada, e se entendi Ramon corretamente, isso é o que ele quer. Ter o toque de Ramon na minha pele depois de tanto tempo, despertou a paixão que tenho por ele. Ela estava dormente por um tempo tão longo que é surpreendente a rapidez com que me envolveu. Agora, está tomando minha força de vontade manter minhas mãos longe dele. Esta manhã estava tão bonito que meu coração quase pulou para fora do meu peito. Meu pau foi de zero a cem em cinco segundos quando o cheiro de sua colônia derivou em direção a mim. Assim que a porta do apartamento fechou, estava no chuveiro me masturbando, fingindo que era a mão de Ramon em torno de mim. Eu fechei meus olhos enquanto minha mão deslizou sobre a carne molhada, a imagem dele vestido todo de preto enchendo minha mente e não pude deixar de sorrir pela memória. Ele tinha vulto poderoso por trás do bojo de seu zíper. Ah sim. Ele respondeu ao meu desejo, que estava evidente em meu próprio rosto.


Ramon me conhece, e conhece os sinais de quando estou muito excitado. Não apenas por ter um pau pesado entre minhas pernas, mas por todas as pistas sutis que dou. Ajustando a excitação entre minhas calças, tento concentrar-me na paisagem passando pela janela do meu SUV. Acho que deveria estar grato que Ramon dirigiu a maior parte do caminho de volta para Lexington. No momento em que estávamos a meio caminho de volta, passei um tempo atrás do volante, o que ajudou a nos levar para casa mais cedo do que Ramon pretendeu. A minha primeira prioridade hoje é ir visitar minha irmã muito feliz, Carla. A primeira ligação que fiz quando eu voltei à Lexington foi para ela, ficou tão sobrecarregada que sua voz ficou embargada depois de tanto tempo que não pode falar comigo. O marido dela, Sebastian, não ficou impressionado, e me deixou ciente desse fato. Foi Carla que me trouxe às lágrimas. Até ouvir sua voz, não percebi o quanto senti falta da minha irmã. A minha única família. Quem abandona a sua única família? Alguém que quer protegê-la. Eu continuo dizendo isso a mim mesmo. E funciona na maioria das vezes, mas outras vezes, não acredito em minhas próprias palavras. Estava protegendo-os, mas às vezes me pergunto se não estava protegendo mais a mim mesmo. Com um suspiro pesado, sigo as instruções que Ramon me deu para que eu possa surpreender Carla.


Sebastian sabe que estou a caminho para visitar sua mulher, e embora eu tenha a impressão de que ele não estava feliz sobre eu querendo me encontrar com ela sem ele estar lá, entendeu que eu precisava. A maneira como ele a protege ilumina meu coração, e sou grato que ela o encontrou. Tudo o que sempre quis para minha irmã é que encontrasse alguém que a colocasse acima de tudo, e parece que ele faz exatamente isso. Carla

certamente

parece

que

deu

seu

coração

incondicionalmente para Sebastian e ela não conseguia parar de falar dele quando finalmente conseguimos ter uma breve conversa. Me sinto quase vertiginoso sobre vê-la. Espero que ela não esteja tão chateada quanto parece estar. Nunca vi alguém com um temperamento como o dela. Estacionando fora da casa de Carla e Sebastian, admirando sua grande cabana. É uma ampla construção de madeira com um alpendre a envolvendo. As flores em exposição devem ser o toque da minha irmã. Ela sempre teve os dedos verdes desde que ela estava no primeiro grau. Sorrio ao lembrar-me das aulas que ela dava a mamãe sobre os fertilizantes certos a usar, e o melhor momento para plantar as sementes de girassol que a mamãe tanto amava. Minha mãe sempre teve um polegar preto e minha irmã era a jardineira residente da família. Estou feliz que ela não perdeu seu toque. É claro que ela colocou o seu conhecimento em uso e cercou sua casa de cor.


Carla tem uma personalidade colorida, e usa isso para decorar sua casa. Enquanto saio do carro, vejo Carla na varanda me observando. Quando ela percebe que sou eu, ela paralisa. Em poucos segundos, ela deixa cair o regador, correndo pela varanda e se

jogando

em

meus

braços

estendidos.

Os

envolvo

firmemente em torno dela e a seguro enquanto se agarra a mim, e chora. Seus soluços continuam enquanto minhas emoções começam a tirar o melhor de mim. Antes de deixá-la cair, a levo para os degraus da varanda e me sento puxando-a para o meu colo. Meus braços ficam em torno dela, e sua cabeça apoia contra meu ombro. Enterro meu rosto em seu pescoço e deixo minhas lágrimas se misturarem com as dela. Ela é uma mulher adulta, mas ela sempre será minha irmãzinha. Tê-la de volta em meus braços depois de nenhuma comunicação por cerca de dois anos faz com que o meu coração se inunde com as emoções que tentei esquecer para fazer a nossa separação mais fácil. — Sinto muito. — Murmuro contra ela. — Não. — Ela se afasta e pega um lenço de papel de algum lugar. Ela limpa o rosto dela antes me passar o lenço de papel. — Vamos esquecer o passado. Você está aqui agora, inteiro. Nunca mais quero passar por isso, portanto este é o


único aviso que você vai receber, se fizer isso comigo de novo, é melhor ficar desaparecido. Eu a abraço. — Prometo não desaparecer assim de novo. — Beijo sua testa antes de ajudá-la a se levantar. Ela desliza o braço em volta da minha cintura enquanto o meu envolve em torno de seus ombros. E a deixo me levar para sua casa.

Ramon Ouvindo Sebastian falar sobre a situação na obra, estou tendo dificuldade para me concentrar. Eric parece chateado comigo e tenho a sensação de que tem algo a ver com Sylvia, embora, isso não faça sentido. Sylvia está linda e notei que ela fez o cabelo. Um toque de cor em seus fios já luxuosos e há definitivamente um corte mais

estiloso

em

seus

cabelos

longos.

Está

sempre

perfeitamente arrumada, e nunca consegui entender por que ela aceitou sair apenas comigo. Disse a ela desde o início que estava à procura de amizade e não um relacionamento, mas em algum lugar ao longo do caminho, ela ficou sob a minha pele, como sei que fiz com ela.


O problema é que não sei o que é isso. Meu coração verdadeiramente pertence à Noah. Mas há algo sobre Sylvia que me chama. Já faz anos desde que eu estive entre as pernas de uma mulher e eu não percebi isso quando Noah estava comigo..., mas quando ele foi embora, as coisas começaram a mudar para mim. Quando vi pela primeira vez Sylvia, coloquei meu interesse em sentir falta da umidade de uma vagina. Conforme o tempo passava, percebi que eu não perdi nada disso e meu interesse em Sylvia foi algo além de luxúria. Não só isso, mas Noah é o único que me faz sentir completamente satisfeito após o sexo. Mas Sylvia é única. Ela é antiquada, de vez em quando, age como quem já experimentou muito mais do que aparenta. Na verdade, realmente senti falta de vê-la e falar com ela. O que me leva ao fato de que agi como um idiota com ela. Evitei falar com ela desde o baile beneficente. Sei que eu a machuquei naquela noite, mas sou um covarde as vezes, e em vez de pedir desculpas, fugi na primeira oportunidade. Vendo como Eric olha para mim quando pensava que tínhamos uma boa amizade me confunde. Sei que ele está chateado com o mundo agora depois de receber alta médica. Mas onde a nossa amizade desapareceu? — Se vocês dois conseguissem parar com o mau humor, e, na verdade, me escutar, esta reunião já teria terminado. — Sebastian aponta, exasperação evidente em sua voz. — Estou ouvindo. — Eu sorrio.


Sebastian olha para mim e me dá o seu olhar “sim, certo”. Sorrio sabendo que ele está tentando ser o profissional aqui, quando normalmente é ele quem provoca Michael. — Escutei mesmo que Ramon não. — Acrescenta Eric. Olho para ele, assustado com a hostilidade em seu tom. É isso aí. Já tive o suficiente. Meu queixo fica tenso com raiva. — Qual é o seu problema? Se fiz algo que você não gostou, estou acostumado a conversar sobre em vez de agir como um idiota. Ele se levanta e olha para mim. Combino sua postura. — Oh droga! Não. Não no escritório de Michael. — Sebastian salta entre nós. — Se vocês dois querem se espancar, sugiro que façam isso no ginásio de Yuri. Eric sorri e está cheio de raiva predatória. É claro que ele

adoraria

definitivamente

dar

uma

chateado

volta

comigo

comigo

no

sobre

Yuri.

alguma

Está coisa.

Forçando meu cérebro, tento pensar sobre o porquê.... Então eu entendo. Sylvia. O olhar em seu rosto quando ele entrou e me pegou beijando Sylvia na bochecha vem em minha mente. Ele está com ciúmes? — Isso não será necessário. — Seu sorriso se transforma em uma carranca. — Chame-me se precisar de mim. — Diz a Sebastian antes de abrir a porta do escritório.


— Hei, nós precisamos conversar. — Grito atrás dele e o sigo. O homem de pé no escritório conversando com Sylvia me para no meio do passo, e todos os pensamentos sobre Eric somem da minha cabeça. — Noah? Ao ouvir seu nome, ele se vira e seu rosto se ilumina com aquele sorriso secreto dele. O baque nas minhas costas me traz abruptamente de volta ao presente. Deus, nunca pensei que teria a oportunidade de apresentar Noah, meu amante, ex-amante a um dos meus irmãos. Mas parece que isso está prestes a acontecer com Sylvia e Eric nos olhando. Caralho! — Então você é meu cunhado. — Sebastian me bate com sua apresentação. — Sebastian, é bom conhecê-lo. Minha irmã falou de você em meu ouvido esta manhã, e acho que ela mencionou isso em quase todas as frases. Sebastian faz uma carranca. — Ela sentiu muito sua falta. Dor atinge os olhos de Noah e tudo que quero fazer é acalmá-lo.


— Senti falta dela também. Mais do que serei capaz de dizer um dia. Noah parece ter falado as palavras que Sebastian esperava ouvir. A tensão que não notei se dissipa e Sebastian relaxa enquanto diz: — Bem-vindo à família.... Esse. — Aponta para Eric. — É nosso primo, Eric. Eric acena com a cabeça em reconhecimento antes de olhar para mim. Ele está bem ciente de que Noah é quem ele chamou para a reunião. É claro que ele também descobriu o que Noah é para mim. Sou grato que ele esteja mantendo sua boca fechada, por agora, de qualquer maneira. Sylvia precisa ouvir isso de mim. — E esta é Sylvia. — Sebastian continua. — A única razão pela qual meu escritório não está repleto de papéis. Os olhos de Noah se ampliam quando é apresentado a Sylvia, mas ele se recupera rapidamente e pisca para ela, fazendo com que suas bochechas corem. Agora que as apresentações foram feitas, nós caímos em um silêncio desconfortável. Que é quebrado pelo resmungo de Eric. — Estou saindo daqui. Ele sai, mas não se incomoda de fechar as portas do escritório. Sebastian olha entre nós três, agora que Eric saiu, e sorri.


— Vou deixar vocês resolverem isso. — Idiota. — Murmuro para que apenas ele possa me ouvir. Fico parado com sua risada soando em meus ouvidos enquanto fecha a porta do escritório. — O que você está fazendo aqui? — Eu finalmente pergunto. — No caminho de volta para a cidade, decidi ver se você queria almoçar.... Pelos velhos tempos. A cabeça de Sylvia vira olhando entre nós dois. Não tenho ideia se ela sabe de alguma coisa, ou se está tentando entender. — Eu poderia comer. — Escolho a opção mais fácil. Qualquer coisa para tirá-lo do escritório. — Vamos? — Eu indico o elevador esperando no corredor do outro lado das portas duplas do escritório de Sylvia. — Sylvia, foi um prazer conhecê-la. Possivelmente a verei novamente. — Tchau, Noah. — Te ligo mais tarde. — Asseguro-a. — Ok, estarei esperando. Tenha um bom almoço, Ramon. Seguindo Noah para o elevador, meus olhos pousam em seu traseiro, e na forma como seu jeans se molda em suas


nádegas. Cada passo que ele dá, meu pau se contorce nos confins apertados de minhas calças, e elas estão ficando mais apertadas a cada segundo que passa. Noah não se vira para mim quando pressiona o botão do elevador, mas sua excitação é óbvia através da porta ligeiramente espelhada. Aproximando-me dele, deixo minha ereção pulsante contra o seu traseiro, e sussurro em seu ouvido. — Este elevador vai diretamente para a garagem no subsolo. Ele estremece com as minhas palavras. As portas se abrem. Nós nos movemos para dentro, e a protuberância na minha calça almeja por seu toque. Noah mantém as costas para a porta, deixando-me ver a excitação que ele não pode esconder, o fogo em seus olhos, e o cume duro de seu pênis pressionando contra a frente de seu jeans. Eu me inclino contra a parede do fundo, e enquanto as portas se fecham, pego Sylvia nos observando, mas não me importo. Fechado no pequeno espaço com Noah não está ajudando minha libido, e quando o elevador começa a descer lentamente, minha respiração trava quando finalmente faço contato visual com Noah. Porra!


Decisão tomada, me aproximo dele ao mesmo tempo em que ele me ataca. Suas mãos mantêm minha cabeça no lugar, enquanto nossos corpos se pressionam juntos, querendo e precisando de mais. Seus lábios são duros e exigentes nos meus. Abro a boca para mais dele. Quando nossas línguas finalmente se emaranham juntas e Noah suga a minha em sua boca, meu orgasmo quase explode em minhas calças. Eu assobio, lutando contra o meu corpo por controle quando puxo minha boca longe da dele. Sei que se não fizer isso, vou gozar. — Não. — Noah rosna. Ele puxa a minha camisa para fora da calça antes de suas mãos deslizarem para cima do meu peito nu. Eu o empurro para frente e bato a minha mão sobre o botão de parada, enquanto ele está enjaulado em meus braços. — Temos três minutos antes da emergência

ser

acionada. — Eu ofego as palavras antes de pressionar minha boca sobre a sua, não é possível obter o suficiente enquanto nossos dentes e lábios colidem juntos. Finalmente, as nossas virilhas se encontram conforme nós esfregamos um contra o outro. É tão bom, mas eu preciso de mais. Puxando minha boca longe, de novo, eu subo a camiseta de Noah e prendo um de seus mamilos com a boca e os


dentes. Uso minha outra mão para abrir sua calça jeans e deixá-lo saltar livre, pesado e sólido contra a palma da minha mão. Suas pernas tremem e é uma linguagem silenciosa para mim. Eu sei que ele está perto. Antes que eu possa dar o meu próximo passo, minha mão é afastada, e Noah está sobre mim. Sou empurrado contra a parede do elevador e Noah empurra sua mão em minhas calças. Isto é mau. — Vou gozar. — Gemo quando boca de Noah tranca em um dos meus mamilos e ele morde. Envolvendo a minha mão em torno de seu pênis, acariciando todo comprimento dele. Quero que goze comigo porque quando os dedos de Noah afagam a minha saída, eu sinto o fogo inflamar sob a minha pele. — Nós vamos fazer uma bagunça. Por que diabos ele tem que fazer sentido agora? Meu pau ainda está confinado em minhas calças, e sei que eu vou ficar desconfortável até que eu possa chegar em casa para me mudar, não vou fazer tanta bagunça como Noah está prestes a fazer. Rosnando, eu aperto seu pulso e puxo sua mão da frente das minhas calças. Apenas seu toque ao longo do meu comprimento latejante é suficiente para me fazer gozar, mas eu lutaria contra a minha necessidade e me controlaria....


Embora eu vá ter um enorme caso de bolas azuis depois disso. Antes dele reclamar, eu caio de joelhos e o levo em minha boca. — Porra... Caralho... Ramon. Noah segura minha cabeça no lugar enquanto ele fode minha boca. Eu gemo em torno dele enquanto meu próprio pau pulsa no ritmo da sucção da minha boca em seu pênis. Segurando seus quadris ainda com minhas mãos em sua bunda, eu espalho suas bochechas e me imagino transando com ele em seu rabo apertado, ou tendo seu grosso pau deslizando para dentro e para fora da minha bunda. Gemendo, eu gozo em rajadas quentes de prazer na minha calça. Eu engulo em torno dele quando ondas de prazer me enche e Noah geme.... Muito e alto conforme sua semente enche minha boca, deslizando pela minha garganta. Uma vez que ele se acalma, eu massageio lentamente seu pênis com a minha língua para me certificar de que eu tenho cada gota de sua libertação antes de me afastar. Isso foi bom! Mas porra, eu apenas o suguei no elevador. Merda. Então, não é bom. Em seguida, o elevador começa a descer.


Levanto rapidamente, olho para baixo encolhendo-me com a grande mancha molhada na frente das minhas calças, e graças a Deus que minha camisa é longa o suficiente para cobri-la. Noah está um pouco melhor do que eu, e ele fecha sua calça jeans antes que ele endireite a camisa. A porta se abre no nível de estacionamento bem quando ele termina e espera que eu saia à frente dele. Nenhum de nós fala até chegarmos aos nossos veículos. — Encontre-me no apartamento. — Eu exijo, não esperando por sua resposta. O pavio foi aceso Conforme dirijo para fora da garagem, Noah trás seu grande veículo atrás de mim.


Noah Eu não sei o que está errado comigo. Nunca em meus trinta e quatro anos agi como um homem faminto por sexo. Desde que eu saí, nunca escondi esse fato, mas nunca fiz questão de deixar as pessoas saberem também. Ter a chance de ser pego no elevador com um McKenzie não foi uma jogada inteligente de ambas as partes. Isso com certeza não teria terminado bem. Com certeza foi ótimo. A sensação da boca de Ramon em volta do meu pau duro foi um milhão de vezes melhor do que qualquer coisa que eu já senti antes. Em meus anos mais jovens, eu estive com um grande número de mulheres antes de perceber que realmente não era o certo para mim. No início, eu lutei pelo que parecia tão natural para mim e eu tentei arrumar desculpas para o motivo de não sentir atração pelas mulheres. Agora eu sei que não é algo que eu possa escolher. Excitação chega a mim no minuto em que Ramon me toca, e eu estou esperando que quando eu sair desse elevador


no prédio de apartamentos de Ramon, nós vamos continuar de onde paramos. Meu pau certamente quer mais ação agora que Ramon está na foto. A foto que ele deveria ter estado o tempo todo. Quando saio do elevador, Ramon está encostado na parede em frente. Paro abruptamente e deixo meus olhos acariciar sobre seu corpo. Ele tirou sua jaqueta e a camisa escura que está usando, está entreaberta, o que me permite um vislumbre de seu peito perfeitamente esculpido. Minha boca fica seca e meu olhar é puxado para a protuberância atrás de seu zíper. Eu posso ver a mancha úmida de mais cedo, o que me faz querer despi-lo e sentir seu gosto. Eu procuro nos olhos de Ramon por algum sinal de que estamos realmente avançando e que ele não está lamentando o que aconteceu não muito tempo atrás no elevador. Para meu alívio, não vejo arrependimento, mas vejo dúvida. Meu coração baqueia quando percebo que sou eu quem colocou aquele olhar em seu rosto. Terei que trabalhar muito para convencendo-o de que estou aqui para ficar. Não vou deixá-lo novamente. Ele diz que não é o mesmo homem que deixei. Não acredito nisso. Ele pode estar se escondendo atrás de um escudo, mas o Ramon por quem me apaixonei ainda está lá. Quando começar a acreditar em mim novamente, espero, será capaz de baixar esse escudo e me deixar entrar.


Mantendo o meu olhar fixo no dele, me movo e quando estou na frente de Ramon, eu estendo a mão e acaricio sua bochecha. Sorrio quando um suspiro sai de sua boca. Deixando seu rosto, eu acaricio seu pescoço para baixo, ao longo de sua clavícula, antes de mudar para baixo sobre o peito. Esfregando seus mamilos, me aproximo e engulo de volta a minha própria paixão crescente quando sinto a virilha dura de Ramon contra a minha própria. — Nós.... Precisamos.... Porra. — Ele geme. Sorrio, sabendo que é minha boca em sua pele, que causou sua perda de pensamento. Ramon finalmente me toca, e segura a minha cabeça contra o peito dele, enquanto eu faço redemoinhos com minha língua em torno de um de seus mamilos. Levantando minha cabeça, encontro seu olhar aquecido e tenho uma grande dose de prazer quando o vejo tentando se recompor. Sempre fui capaz de limpar sua mente de todas as coisas, menos eu. Minha leve carícia pode levá-lo a perder a noção do que está pensando. Estou feliz que isso não mudou. — Nós. — Ele respira. — Precisamos entrar. Segurando seus quadris, ando o empurrando para trás para dentro do apartamento e chuto a porta com o pé. Alcançando atrás de mim para trancá-la. Enquanto estou distraído com a porta, Ramon se afasta, deixando meus braços e coração vazios.


— É assim que vai ser entre nós a partir de agora? — Pergunto incapaz de esconder emoções em minha voz. Sei que ele vai ouvir o quão desesperado.... Machucado estou por ele se afastar. O temperamento de Ramon está começando a despertar. Sua mandíbula esta dura como granito e seus olhos escurecem exatamente igual quando ele está fortemente excitado ou, como agora, com raiva. — Foi você que colocou a dúvida em minha cabeça, então não tem ninguém para culpar além de si mesmo. Também precisa parar de ler muito em minhas ações. — Passa as mãos pelo seu cabelo escuro. — Porra, Noah. Eu gozei em minhas calças no elevador! — Diz. – Preciso de um banho. — Ele suspira. Merda! Virando-se, inclina os ombros, antes de se endireitar e ir para seu quarto. Na porta, ele sussurra por cima do ombro. —

Vejo

você

na

parte da

manhã.

Antes de

desaparecer atrás de sua porta agora fechada. Bem, eu estraguei isso. Esfregando meu peito onde meu coração dói, viro-me e vou para o quarto de hóspedes. Por mais que queira ficar morando no apartamento de Ramon com ele, não posso. Vai doer muito ficar perto dele quando tudo que vejo é a indiferença por mim refletida em


seus olhos. Realmente não acredito que ele se sinta assim, mas por alguma razão, parece ser o que quer que eu acredite. Eu mereço. Sei que eu mereço. Só não esperava que doesse tanto assim. Pensei que fosse homem o suficiente para lidar com qualquer coisa que Ramon tivesse contra mim. Mas não sou. Qualquer outra pessoa, sim, mas não do homem que eu amo. Não tenho outro lugar para ir, mas estou acostumado a viver em motéis, então o que é mais um? Agarrando minha mochila, enfio meus poucos pertences dentro e hesito. Não importa o quão indiferente Ramon está comigo, não tenho certeza se consigo apenas ir e desaparecer. Prometi que nunca faria isso novamente. Com o coração pesado, vou para a sala para encontrar a caneta e bloco de papel que Ramon sempre tem por perto. Paro quando vejo Ramon com uma bebida em sua mão enquanto ele olha fixamente para fora da janela. Ele vestiu seu moletom favorito e seu cabelo ainda esta úmido de seu banho. Tenho força para me afastar deste homem? Não tenho certeza. Colocando minha mochila no chão, sento pesadamente na cadeira mais próxima a mim, o que alerta Ramon para o fato de que ele não está mais sozinho.


Ele se vira e seu olhar faz uma pausa em minha mochila antes de fixar momentaneamente em mim. Naquele momento, vejo surpresa e dor cintilando em seus olhos.

Ramon Faço uma careta quando vejo Noah sentado atrás de mim e sua mochila em seus pés... Ele esta me deixando de novo... E depois de me prometer que não faria isso. Sinto a dor rasgar através de mim e me sinto machucado... Mais do que quando me deixou na primeira vez. Meus olhos ardem com as lágrimas que estou segurando. Sei que estraguei tudo antes com ele. Se não tivesse sido um idiota e o deixado pensar que o meu afastar era eu me afastando dele, então teríamos tido relações sexuais no corredor. Sexo quente e suado. Assim que percebi que ele acreditou que estava tendo dúvidas, me irritei. Posso ter dúvidas considerando o tempo que passou desde que nós estivemos juntos. Meu corpo estava pronto para ele, mas, se for sincero, não tenho certeza que o meu coração está pronto para deixálo entrar novamente. Sei que eu o amo. Não vou me


desrespeitar mentindo. Mas fazer amor com Noah em nossa cama e depois tê-lo se afastando novamente iria me matar. Sou forte e posso discutir e brigar como o melhor deles, mas Noah é meu maldito Calcanhar de Aquiles e me irrita ver quão fraco sou com ele. Antes de sair, nunca duvidei de mim mesmo. Nunca duvidei da minha força. Sabia que ele era a minha fraqueza.... Que precisava de seu toque, seu olhar para encher-me de necessidade.... Para me fazer sentir inteiro, mas eu tive que preencher esse buraco quando ele saiu. E eu o enchi com medo de ser ferido assim mais uma vez. Não sei o que faria se ele me deixasse novamente. Quando meu olhar pousa em sua mochila embalada, achei que fosse seriamente cair de joelhos. Senti o buraco se abrir, o medo veio com fúria conforme uma fraqueza me preenchia. Posso ter dado a impressão de que era indiferente, mas estava escondendo minhas emoções por trás de um muro de indiferença. — Você está indo embora? — O acuso, minha voz forte como gostaria que fosse.... Mentindo para mim mesmo, diante do medo que tento engolir. — Eu não posso fazer isso. Pensei que se voltasse com você, que seria apenas uma questão de tempo antes de estarmos juntos de novo.... Eu acreditava que se você pudesse ver meu amor por você.... E ver que ele ainda está lá, que você me aceitaria de volta. — Ele suspira. — Como era antes. Mas errei em pensar dessa maneira. Não importa porque me afastei, você me odeia pelo que fiz. Não posso ficar


aqui com você me odiando. Não posso olhar em seus olhos e ver as acusações brilhando neles. Fiz o que pensei que era certo e não posso ficar perto de você, se não puder aceitar minhas razões. Desnudar minha alma agora não vai me ajudar, embora saiba que isso vai ajudar a contentar Noah. Não tenho certeza se estou pronto para ele saber o quão profundo é o que sinto por ele, porque então estarei me abrindo para mais dor. Posso realmente mantê-lo afastado? Não tenho certeza se sou forte o suficiente para fazer isso. Preciso dele por perto, então sei que ele não desapareceu. Movendo-me para me juntar a ele, sento no sofá e estico meus pés sobre a mesa de café. Eu deixo minha cabeça cair para a parte de trás e olho para o teto enquanto organizo meus pensamentos e emoções, e em seguida, admito. — Me mudei para minha cabana há alguns meses. Ela não parece minha casa ainda porque ainda passo a maior parte do meu tempo livre aqui, ou com um dos meus irmãos. Mas ela está lá, construída na margem do rio perto da casa da minha família. — Eu sorrio. — É tão perto do rio que você não precisa sair a varanda para lançar uma linha. Abrindo meus olhos, dou uma olhada em Noah e vejo o mesmo cansaço nele que está ultrapassando meu corpo. Meu coração se alivia... Ele não vai a lugar nenhum. — Sua cabana é o mesmo projeto que nós discutimos? Eu concordo. — Sim.


Nós discutimos o projeto à noite no conforto deste apartamento. Noah me provocava dizendo que eu precisava adicionar uma banheira de hidromassagem a suíte master, ou, melhor ainda, no alpendre. Eu sempre o fiz acreditar que não via nenhuma utilidade para isso, mas ele vai saber que menti, quando, não se, eu levá-lo para a cabana. — Por que você está me dizendo isso, Ramon? Eu pensei que você quisesse que eu fosse embora. — Não quero que você vá. — Admito. Suspiro e corro minhas mãos pelo meu cabelo. – Vai demorar um pouco para confiar em você mais uma vez. — Deixo minha posição largada e descanso minhas mãos sobre os joelhos. — Meu medo que você levante e saia sem uma palavra simplesmente não irá embora durante a noite. Você entende isso, certo? Noah acena com a cabeça, mas posso ver pela queda de seus ombros que ele está machucado. — Sim. Eu entendo que o perdi por ir embora. — Ele soa tão triste que minha armadura racha, ligeiramente. Mesmo que seja o meio do dia, eu me sinto tão cansado que eu poderia dormir por uma semana. Antes que eu possa mudar de opinião, eu me levanto e me aproximo de Noah. Estendo minha mão, eu espero ele agarrá-la. Quando ele o faz, eu o puxo a seus pés. — Estou cansado. — Hesito, mas decido seguir em frente, — Preciso de você de volta em nossa cama. Seus olhos se arregalaram em choque.


Continuo. — Nada de sexo. Pelo menos ainda não. Eu só preciso saber que você está perto, e talvez na verdade, vou ter uma noite de sono. Noah olha para minha mão que agarra a sua, mas ele não questiona o que eu estou ou não dizendo, e eu sou grato por isso. Até que eu esteja pronto, as palavras de amor que processei facilmente para ele vão ficar escondidas. Ele sabe como me sinto, mas é diferente ouvir as palavras. Apertando meu aperto em sua mão, eu o levo para o nosso quarto e solto sua mão para que ele possa tirar suas roupas. Não querendo que nada enfraqueça minha determinação de não ter sexo, me afasto e subo por baixo das cobertas. Segundos depois, o farfalhar das cobertas, seguido pelo mergulhar da cama, me diz que ele está disposto a ficar comigo assim. Ele não se aconchega em mim como ele costumava fazer, o que me faz pensar se ele deve ou não estar esperando por eu tomar a iniciativa. Eu quero, não.... Necessito senti-lo aconchegado contra mim, e só então serei capaz de relaxar e dormir. Deitado aqui, ouvindo a respiração um do outro, não está me ajudando a adormecer e faz-me sentir como um jovem rapaz durante sua primeira experiência com outro cara.


Deitando de lado para encará-lo, Noah diz: — Foda-se. — E isso ecoa pelo quarto quando de repente ele se move. As mãos dele estão em mim, me puxando para mais perto enquanto ele se encaixa às minhas costas. Suspiro em seu abraço, incapaz de esconder o que me faz sentir. Quando sua mão desliza para frente do meu moletom, meu pau empurra contra a palma de sua mão. Minha respiração trava em meus pulmões. Eu quero que ele continue, e ignore o que eu disse sobre nada de sexo. Mas conheço Noah bem, e ele vai fazer o que pedi. Sua mão se retira, me permitindo recuperar o fôlego. — Apenas verificando para ter certeza que eu não sou o único afetado. — Noah sussurra em meu ouvido, o que provoca arrepios na espinha e no meu pau. Empurrando de volta contra ele, eu sorrio quando sinto seu pênis pulsando entre minhas nádegas. Agarro seu pulso e o puxo mais apertado contra minhas costas. Finalmente, antes de pegar no sono, sinto seus dedos se entrelaçarem com os meus.


Ramon Acordo

lentamente,

ainda, não querendo me mover. Não me lembro da última vez que eu tive um sono ininterrupto. Costumo acordar e ficar remoendo algo em minha mente, mas ontem à noite dormi como um tronco. Noah. O peso de sua perna sobre a minha lembra-me que ele ainda está na cama comigo. Sorrio. Ele não foi embora. Ontem dei a ele sinais mistos porque seriamente não podia decidir o que eu realmente queria. Ou melhor, eu sei o que quero, mas tenho medo de pegar e agarrar. Ver sua mochila embalada, e saber que ele estava prestes a sair pela porta, me fez entrar em pânico, por isso que o arrastei para minha cama. Precisava saber que ele ainda estava aqui. Estive longe da obra mais do que deveria, mas ter Noah de volta a minha vida está me fazendo querer jogar tudo fora. Mas sei o que precisamos. O que preciso, e é levá-lo à minha cabana. No fim de semana, nós vamos até lá e jantaremos com a minha família.


O pensamento de levar Noah domingo para jantar não me assusta como fez uma vez. Se isso é porque os meus irmãos sabem sobre o meu relacionamento com o Noah, ou se é porque quero mostrar a Noah que me importo o suficiente com ele para ser honesto com os meus pais, não sei. Embora, gosto de pensar que seja a última opção. Meu amor por ele substitui todo meu bom senso. Confiei nele uma vez, e sei que vou acabar por confiar nele novamente. Para nossa relação funcionar, preciso confiar um pouco e mostrar a ele que quero tentar novamente. Minha única esperança é que ele não quebre meu coração novamente. Preciso fazer isso hoje por nós... Por Noah. Uma vez que levantar, vou ligar para Eric e ver se ele pode me cobrir na obra. Ele provavelmente sabe mais sobre o que está acontecendo lá no momento de qualquer maneira. Decidido testar as águas com Noah esta manhã, viro e seguro de volta um gemido quando os nossos paus duros fazem contato. Nós podemos estar vestindo moletom, mas o contato faz meu pau latejar por muito mais. — Eu acho que nós dois estamos acordados. — Noah se estica e empurra contra mim. Escarrancho seus quadris sem fechar o espaço entre nós enquanto apoio minhas mãos em ambos os lados de sua cabeça. O desejo em seu rosto correspondendo ao meu. Nós dois precisamos disso.


Tirando seu moletom, arranco-os de sua cintura e começo a empurrá-los para baixo. Quando ele tenta tirar o meu, eles se entrelaçam. Rindo, rapidamente me afasto dele e empurro minha calça para baixo pelas minhas pernas e vejo enquanto Noah faz o mesmo. Assim que estou livre do moletom, volto pra cima dele e, desta vez, dou-lhe meu peso. Minhas pernas tremem com a sensação de tê-lo totalmente contra mim. Pele com pele. Gemo em sua boca enquanto nossas línguas deslizam juntas assim como nossos paus estão fazendo. Suas mãos agarram minha bunda enquanto ele esfrega o pau dele contra o meu. Então eu sinto seu dedo sondando contra a minha bunda. Gotas de excitação correm de minha coroa para sua virilha enquanto eu empurro para trás contra seu dedo, mas ele brinca e não me dá o que quero. — Você ainda não vai gozar. — Ele morde minha mandíbula e, enquanto pressiono meu traseiro, ele usa o fato de que está envolto em mim para lamber e beliscar meus mamilos. Sua língua molhada me desperta para caralho. Eu deixo cair a minha cabeça e olho para baixo, pegando minha respiração. As cabeças dos nossos paus estão pressionando

juntas,

vazando

loucamente

pela

nossa

excitação. Suavemente girando meus quadris, Noah libera meu mamilo e cai de volta na cama, gemendo enquanto suas mãos tremem na minha bunda.


— Faça-me gozar, Ramon. Eu quero sentir sua boca quente em mim.... Por favor. Como posso recusar quando é isso que pretendia quando comecei? Beijando para baixo em seu corpo, levo o meu tempo para conhecê-lo novamente. O conheço melhor do que ninguém, e ficar sem ele por tanto tempo me fez ter medo de arriscar meu coração novamente. Estar com Noah me faz sentir vivo. Tendo-o deitado debaixo de mim, mostrando-me a sua confiança traz lágrimas aos meus olhos. Antes que elas possam cair, eu me controlo e uso minha língua para rastrear o V dele que conduz até seu pênis pesado. Ele aparou o cabelo em torno de seu eixo, o que me excita. Ele era raspado antes, mas eu prefiro muito mais o cabelo cortado. Não há nada tão sexy como vê-lo em um par de calças ou moletom quando elas caem baixas dando dicas das mostras de cabelo. Esfregando o nariz contra ele conforme minha língua esgueira por entre meus lábios, Noah arqueia para cima. Eu sorrio. Tomando meu tempo, lambo suas bolas antes da minha língua varrer ao longo de seu pênis inchado e voltar até o sabor de pré-sêmen vazando de sua coroa. Conforme o seu gosto explode na minha língua, meu próprio pau incha mais do que pensava ser possível. Eu pressiono no colchão para tentar aliviar a dor que ele começou, mas tudo o que faz é despertar-me mais.


Deslizando minhas mãos debaixo de Noah, prendo sua bunda em minhas mãos e o mantenho contra mim enquanto deslizo minha boca para baixo no seu comprimento. — Porra... Ramon! — Ele rosna. Lentamente, o deixo deslizar para fora antes de levá-lo mais profundo. — Oh, caralho. — Ele arqueia em mim. — Não. — Ele ruge e me puxa para fora dele. Levanto minha cabeça e encontro seu olhar ardente. Ele fecha os olhos. — Estou a segundos de gozar, e vê-lo em cima de mim assim não está me ajudando a controlar o impulso. – Ele respira pesadamente. — Quero fazer você gozar comigo. Sorrio. — Oh, eu vou! — E lambo seu pau tremente como um picolé, provocando-o. — Ramon... Oh... Deus. — Ele geme longo e alto. Música para meus ouvidos. Agarrando suas coxas, as abro ainda mais para os meus olhos e esfrego meu pau contra o colchão, desesperado pela liberação. Tomando-o totalmente em minha boca, eu o sinto deslizar as mãos contra o meu couro cabeludo, procurando cabelo para agarrar. Isso me faz desejar que nunca tivesse todo o meu cabelo cortado.


Recusando-me a deixá-lo, eu levo-o profundamente e pressiono contra o ponto sensível no lado inferior de seu pênis com a minha língua. Eu me estico e coloco meu dedo em sua boca para lubrificá-lo e quase perco o controle ao sentir o calor úmido circundando meu dedo. Gemendo, quando meu pau contrai liberando mais présêmen na cama, deslizo meu dedo lentamente entre suas pernas e encontro a entrada para céu. Empurrando meu dedo lubrificado dentro dele, ele conecta uma de suas pernas por cima do meu quadril e começa a foder minha boca enquanto meu dedo mergulha profundamente dentro dele. Enquanto ele está perdido no que estou fazendo com ele, meu quadril pressiona duro contra a cama, criando um atrito incrivelmente quente. Noah solta um barulho no fundo de sua garganta e começa a gozar. Sentindo a sua libertação quente em minha boca envia excitação percorrendo-me e eu empurro meu quadril contra a cama em um esforço para controlar a minha própria necessidade. Assim que sugo toda a sua liberação, rapidamente escarrancho nele. No minuto em que sua mão envolve em torno do meu pau, meu gozo se lança para fora, cobrindo seu estômago, peito, e até mesmo cabeça. Gemendo e ofegando para respirar, eu retiro sua mão de mim e deslizo para baixo na cama junto com ele. Noah pega o


lenço e o usa para se limpar antes que o sinta limpando meu pau. A ação faz com que o meu pau suba novamente enquanto eu o puxo entre as minhas pernas para que ele possa deitar com a cabeça no meu peito. Suas mãos vêm em volta da minha cintura quando ele me segura perto. Minha mente está trabalhando horas extras tentando descobrir o que está acontecendo na sua. Ele lamenta o que acabamos de fazer? Será que ele sente que eu o perdoei e esqueci, não importa o motivo? Conforme meus dedos brincam com o cabelo na sua nuca, ele suspira contra mim antes de sentir seus lábios contra meu peito. Ele se deita novamente e sussurra: — Você não tem ideia de como senti sua falta... E não me refiro apenas ao sexo. — Receio que eu tenha. Ele inclina a cabeça para olhar para mim. Agarro sua cabeça em minhas mãos e o trago para mais perto o encontrando com meus lábios. Não há uma explosão de luxúria, mas há um sentimento terno que me enche assim que nossas bocas se conectam. Nós dois mantemos o beijo suave e, quando finalmente nos separamos, eu o mantenho perto. — Você virá comigo para minha cabana no fim de semana?


Faço a pergunta que tem estado em meus lábios desde ontem. Noah fica em silêncio, então continuo. — Isso nos dará mais tempo para cicatrizar antes de termos que agir como chefe e empregado na obra na segunda-feira. — É nas terras de sua família, certo? Não teremos... Dificuldades se a sua família aparecer? — Não. — Fecho meus olhos e rezo para ter força. — Porque, estou pensando em apresentá-lo a todos no almoço de domingo. Suas mãos se contraem em mim, que é o único sinal de que ele está afetado por minhas palavras.

Noah — Tudo bem. Minha aceitação sussurrada é tudo o que sou capaz enquanto tento não ter esperanças. Ramon me disse no passado que estava pronto para dizer a seus pais sobre nós. Quando se aproximava da confissão outra coisa acontecia. Alguma coisa, geralmente relacionada ao trabalho acontecia, e Ramon saía como se estivesse aliviado por ter uma distração. Salvo pelo trabalho.


Quero acreditar que desta vez é diferente. Certamente está começando de forma diferente com ele me convidando para ir a sua cabana. Quando passávamos as manhãs de domingo debruçados sobre os planos que ele fez, era uma das minhas partes favoritas. Adorava ver o puro prazer em seu rosto quando ele compartilhava seus sonhos comigo. Amava o jeito que ele ouvia minhas sugestões.... Adicionando um pouco dela em seus planos e explicando por que outras não iriam funcionar. Sempre parecia que estávamos construindo nossa casa dos sonhos juntos. Estou muito curioso para saber se ele manteve minhas ideias depois que saí sem dizer nada. Embora, vou entender se ele não o fez, mas me conhecendo eu sei que vai doer. Muito. — No que você está pensando? — Ramon pergunta. Ele estende a mão e começa a acariciar meus ombros antes de deslizar as mãos no cabelo na minha nuca. — Estava me perguntado sobre sua cabana. — Movo uma mão debaixo dele para o seu traseiro onde acaricio suas nádegas e quadril. Ramon grunhe conforme seu pau pulsa em outra ereção. Sorrio sabendo que ainda tenho o poder de excitá-lo com o mais leve toque. — O que você estava se perguntando? — Queria saber se você manteve as ideias que tive com você e que colocou no plano original ou não. — Você vai ter que esperar e ver.


Sorrio contra seu peito. — Quando você quer sair? — Pergunto, quando meu estômago solta um resmungo alto. Ele ri. — Acho que é melhor eu alimentá-lo primeiro. Vamos lá, vamos sair depois do almoço, assim posso ligar para o Eric. Quero que ele verifique algumas coisas na obra durante o fim de semana, se ele estiver por perto. Rolo de cima de Ramon e sento-me no lado na cama. Olhando para trás, tudo que quero fazer é subir de volta na cama com o sexy, amarrotado homem que está olhando para mim com desejo em seu olhar. Ele se estende e seu pênis endurecido quica com o movimento. Pulo da cama antes de chegar nele e ele sorri. Ele sabe muito bem o que ele está fazendo comigo. Ramon envolve a mão em torno de seu eixo e bombeia algumas vezes. Meu pau incha e pulsa com necessidade enquanto eu assisto o show que ele esta dando. Não seria a primeira vez que nós nos masturbamos enquanto o outro assistia. Deslizando minha mão pelo meu próprio eixo, pego minhas bolas e, em seguida, levo um susto quando eu ouço uma voz chamando. — Ramon, você está aí?


É quase cômico. Ramon encontra o meu olhar antes de olhar para o seu eixo e, em seguida, se atrapalhar para vestir seu moletom. Ele aponta para o banheiro. Desaparecendo rapidamente, ouço vozes resmungando enquanto Ramon leva o visitante para longe da porta do quarto por onde ele acabou de sair. Meu palpite é que seja um dos irmãos de Ramon. Quer dizer, você simplesmente não entra no apartamento de outra pessoa, certo? Não vou nem deixar minha mente vagar e me perguntar se Ramon mentiu para mim sobre sua falta de parceiros para dormir quando fui embora. Fazer a barba pode esperar, mas eu pulo dentro e fora do chuveiro em minutos porque a curiosidade obteve o melhor de mim e quero saber quem está no apartamento. Sei que não é seu pai, pois a voz soava muito mais jovem, então sim, a minha curiosidade foi aguçada. Para minha sorte, Ramon construiu seu closet logo na saída do banheiro. Abrindo as portas, tenho o choque da minha vida porque eu não encontro às roupas de Ramon, que era minha intenção. Em vez disso, encontro às roupas que deixei para trás. Elas estão todas penduradas ordenadamente e por cor. Sorrio quando deixo meus dedos acariciarem o tecido, sabendo que Ramon passou um tempo reorganizando minha roupa. A emoção me bate e quase me deixa de joelhos, mas as vozes na sala de estar fazem me mover, assim pego algumas roupas.


Colocando minhas pernas na calça jeans, percebo que peguei uma de cintura baixa, não minha escolha normal, mas que se dane. Vestindo uma camiseta, deixo meus pés descalços e saio do quarto de Ramon procurando café. E, se for honesto, para descobrir com quem ele esta conversando. Assim que saio do quarto, Ramon e, acho que este é Ruben, voltam-se para olhar para mim. Ramon não parece muito feliz com minha aparência e aperta a mandíbula, mas Ruben me faz esconder minha alegria ao me virar para derramar um pouco de café. Se Ramon foi sincero, então, Ruben sabe sobre a minha história com seu irmão. A julgar pela expressão de Ruben, suponho que me ver saindo do quarto de Ramon pela primeira vez mostra que é mais do que apenas um rumor. — Desculpe. — Peço desculpas por interromper, mas o café estava me chamando. Alguém quer mais? — Ofereço com a jarra na minha mão. — Não. — Ruben limpa a garganta. — Humm, obrigado. — Porra! — Ramon xinga, arrastando ambos nossos olhares para ele. — Ruben, este é o irmão de Carla, Noah. — Ruben me cumprimenta enquanto eu aceno para ele. — E Noah, este é meu irmão, Ruben. — Ele empurra para longe do balcão e começa a andar pela pequena sala.


Eu seriamente não sei qual é o problema em conhecer Ruben desde que ele sabe sobre o meu relacionamento com Ramon. Estou meio que chateado por Ramon me apresentar como o irmão de Carla. Tanta coisa para me levar ao encontro de sua família no domingo. Por mais que eu queira voltar aqui.... Estar com ele.... Não estou certo de que vale a pena a mágoa. E se ele vai ficar negando sua relação comigo então não tenho certeza se posso fazer isso. Quero uma vida aberta com ele, não ter medo de fazer algo errado no caso de um dos membros de sua família estar nos observando. Quero estar com alguém que não tem nenhum problema em me apresentar como seu cara. Não quero ser um segredo sujo, que é como Ramon me faz sentir, especialmente agora. Só estive em seu apartamento por duas noites, uma delas foi gasta em seus braços. Apesar de que seria bom estar de volta onde estávamos antes de estragar tudo indo embora, não espero quaisquer declarações. Simplesmente não quero mais me esconder, então acho que Ramon tem de se acostumar com a ideia, porque não vou a lugar nenhum. — Sylvia. — Ruben diz e percebo que enquanto estive pensando sobre Ramon e ficando irritado com ele, eles já voltaram a conversar. Sylvia é a mulher que Ramon tem visto e saído. Nós não falamos sobre ela desde que a conheci ontem, mas nós faremos.


Agora, estou chateado que perdi o que Ruben disse, especialmente quando vejo o olhar que Ramon me dá do canto do seu olho. Como se ele estivesse alertando seu irmão para manter a boca fechada sobre ela na minha frente. — Sei sobre o seu relacionamento, Ramon, e isso não me incomoda. — Ruben vira para mim. — Desculpe, meu irmão pode ser um idiota em algumas ocasiões. Ramon bufa. — Olha quem está falando. — Você não pode fugir ignorando o problema com Sylvia. — Que problema com Sylvia? – Pergunto. — Ela estava toda sobre Eric no clube na última noite. Se não os tivesse interrompido, eles teriam tido relações sexuais contra a parede de trás. Enquanto Ruben fala, observo Ramon de perto e observo a

emoção

piscando

em

seu

rosto.

Surpresa

está

definitivamente lá, mas outra coisa está lá também.... Talvez ciúme com a menção de Sylvia e sua última noite. — O que Eric estava fazendo? — Ramon pergunta. — Eric estava segurando-a contra a parede.... Sério Ramon, todos nós pensamos. — Ele olha para mim de novo antes de continuar. — Bem, você sabe. Você e Sylvia, pelo menos, nós pensávamos até que ouvimos a respeito de Noah.


Mantendo distância de Ramon, que continua olhando para mim, observo e ouço, imaginando quem é o problema aqui — eu ou Sylvia? — Ruben, não tenho ideia por que está aqui me contando sobre Sylvia. Nós somos apenas amigos e ela sabia disso desde o começo. Os olhos de Ruben se arregalam, mas acho que ele compreendeu mal Ramon. Ramon balança a cabeça. — Quer dizer, eu disse a ela desde o início que só estava à procura de amizade e nada mais. Ela não sabe que eu sou gay. Meu coração parece ligeiramente mais leve por ele admitir que ele seja gay em voz alta para seu irmão sem qualquer hesitação. Tento ignorar o fato de que Ramon está se recusando a encontrar o meu olhar agora que ele falou as palavras. — Bem, o que você disse a ela não importa agora, porque Eric pensa que Sylvia só ficou com ele para chegar até você. Sylvia me disse para não contar a meus irmãos sobre ter ficado com Eric porque não tem nada a ver com você. Basicamente, não sei no que acreditar e agora eu gostaria de ter escutado Rosie e ignorado todos vocês. — Acho que acompanhei isso e acho que você precisa de umas férias. — Ramon sorri. Ruben resmunga.


— Deus, me sinto como uma menina de estúpida. — Você é uma menina. — Ramon empurra. — Vocês vão estar na casa de mamãe e papai no domingo? Pensei em levar Noah. Ruben engasga com seu café. — Certo. — Ele engasga com os olhos lacrimejando. — Desculpa. Desceu de forma errada. —

Isso

não

augura

nada

de

bom.

Observo,

secamente. — Não, não me deixe impedi-los. Mamãe e papai são mais abertos do que a maioria das pessoas da sua idade. Mamãe pode começar a reclamar que vocês vão ser incapazes de dar seus netos e papai pode dar-lhe um olhar em silêncio, mas eles vão apoiar a ambos. Eles nos ensinaram a aceitar qualquer um, e realmente acredito que eles vão aceitá-lo como, hum, namorado do meu irmão. Olho para Ramon e vejo a emoção que ele está tentando manter sob controle. Ele se afasta e caminha olhando para fora de suas janelas do chão ao teto com magníficas vistas sobre o horizonte de Lexington. Quando me volto para Ruben, ele parece desconfortável. Estendo minha mão para ele. — Obrigado por dizer isso. Estou ansioso para vê-lo no domingo. Ele aperta minha mão.


— Não vou perder isso. — Ele pisca. — Vejo vocês dois então. Eu vou voltar para Rosie. Depois de observar Ruben se retirar, me volto para Ramon e vejo que ele desapareceu. Mas não por muito tempo. Antes que possa ir encontrá-lo, ele sai do quarto com camisa e sapatos. Franzindo a testa, pergunto: — Você vai sair? — Estou indo ver Sylvia. — Por que? — Ela estava com Eric. — Eu ouvi, mas por que você tem que ir e conversar com ela? Não entendo. — Olha, Noah, você não tem que entender. Sylvia é uma amiga, mais do que uma amiga, e não posso simplesmente abandoná-la depois do que Ruben me disse. Volto mais tarde. Ele pega as chaves do carro na mesa passa pela porta e me deixa de pé em seu apartamento me perguntando o que está acontecendo. Por que estou sendo tão facilmente posto de lado por outra pessoa?


Ramon Vendo Sylvia caminhando para fora de seu banheiro nua como no dia em que nasceu me atordoa. De costas para mim, ela se inclina e me dá uma visão de sua bunda bem torneada. Ela começa a secar seu cabelo loiro com a toalha. O gemido em minha garganta fica preso e soa como um ruído borbulhante. Sylvia rapidamente vira e olha para mim. — O que você está fazendo aqui? — Ela suspira. Fico quieto, o que parece fazer sua raiva subir. Ela caminha até mim e me cutuca no peito com o dedo. — O que você está fazendo no meu quarto, Ramon? — Sua amiga Talya me deixou entrar quando estava saindo. — Admito distraído. — Oh. Descubro que meus olhos se recusam a sair de seu corpo. Seus grandes seios com mamilos vermelhos cereja estão em exposição e estremecem com sua raiva. Eu seria um mentiroso se dissesse que seu corpo nu não estava causando uma contração em minhas calças, mas ela não é Noah. — Ramon. — Ela sussurra. Chego e coloco minhas mãos em seus ombros antes de acariciar lentamente sua pele com meus polegares. Engulo em seco.


— Você precisa de roupas. Aquelas palavras foram um erro. Vejo o desafio em seus olhos enquanto ela dá um passo mais perto. Seus mamilos pressionam no meu peito, e minhas mãos estremecem em seus ombros. Um revelador sinal de que ela está me deixando nervoso. — Beije-me, Ramon? — Eu não posso. — Murmuro. — Você não pode ou não vai? — Ela questiona, e o som de sua decepção é clara em sua voz. — Sylvia. — Acaricio seus ombros e permito minhas mãos deslizar até seu pescoço. Eu olho para seus belos olhos quando eu digo: — Não sei o que fazer com você. — Deixo cair a minha testa na de Sylvia. Ela pressiona mais perto e deixo escapar um gemido entre meus lábios. — Você é linda, Sylvia, e você esta me tentando como nenhuma outra mulher. — Eu respiro pesadamente enquanto minhas mãos se movem por vontade própria. Eu acaricio lentamente ao longo de sua clavícula e, em seguida, minhas mãos descem mais baixo até que eu tenha seu peito seguro na minha mão. Ela agarra meus braços por apoio quando meu polegar esfrega sobre o mamilo. — Sylvia. — Mergulho minha cabeça, mas evito seus lábios enquanto selo minha boca sobre seu gordo mamilo.


Mas quando Sylvia parece endurecer nos meus braços, culpa flui através de mim, e tudo o que posso pensar é em Noah. Não deveria estar fazendo isso com Sylvia. E nem deveria estar aqui com ela. Ergo minha cabeça e encontro seu olhar triste. — Nenhum de nós quer isso, Sylvia. — Dou um passo para trás e olho em volta de mim. Vendo o que quero, pego o roupão de uma cadeira no quarto e o abro. — Aqui. — Eu a ajudo a colocá-lo. Uma vez que prende o cinto, encontro seu olhar e, finalmente, admito. — Há outra pessoa. Ela oferece um sorriso irônico. Eu continuo. — Ela tem sido uma parte de mim por um longo tempo, e quando eu pedi para ser minha amiga, foi para tentar seguir minha vida, mas realmente não funcionou. Eu gostei do nosso tempo juntos. Não quero que você pense de outra forma. É só que não posso dar o que você precisa o que me leva ao porquê de eu estar aqui. Sylvia acena com a cabeça, mas ela não diz nada e posso ver a dor que brilha em seus olhos... e o desafio quando ela espera por eu continuar. Eu abro minha boca para dizer algo antes de parar.... Como faço para abordar o assunto Eric? Basta fazê-lo.


— Eric. — Digo e estreito meus olhos. — Acho que Ruben lhe disse sobre a última noite? — Pergunta ela, mas não olha para mim agora que falei o nome de Eric. — Sylvia, essa não é você. O que você está fazendo? — Eu exijo. — Admito que não queira você na minha cama mais. — Ela confessa. — Ouch. — Eu rio e percebo que ela está tão aliviada quanto eu. — O que eu faço não é dá sua conta, Ramon. — Diz baixinho, para compensar a acidez de suas palavras. — Eu gostaria de pensar que somos amigos. – Eu estendo minha mão, que ela toma. Sentando em sua cama, eu a puxo ao meu lado. — Somos amigos, Ramon. — Então escute quando lhe digo que Eric não é alguém com quem você quer se envolver. — Eu suspiro. — Ele é meu primo e sou o primeiro a dizer que ele é um grande cara... Mas como um amigo somente. Ele gosta de sua liberdade e ele não se compromete com qualquer mulher. Realmente não quero ver você se machucar. Independentemente do que aconteceu ou não entre nós, não quero ver você se machucar por causa dele.... Apenas pense em mim como um irmão mais velho. Ela ri.


— Eita, estive saindo com meu irmão. Gemendo, deixo um sorriso aparecer em meus lábios. — Basta ter cuidado, ok? — Eu a cutuco no ombro. — Eu vou. — Ela me oferece um sorriso irônico. – E sobre você e a mulher com quem está envolvido? Quem é ela? Sinto-me empalidecer ante sua pergunta, e afasto-me antes que possa encontrar o seu olhar. — É complicado. — Admito. Sylvia repousa a cabeça no meu ombro. — As relações que valem a pena geralmente são. — Fala a voz da experiência. — Envolvo meu braço em volta dos seus ombros. — Meus pais. — Sylvia admite. — Eles ainda são bem casados, embora sua história faça meu coração bater. Acho que meu pai fez asneira mais vezes do que se importa em admitir. —

Os

caras

são

estúpidos

quando

se

trata

de

relacionamentos. — Ramon, isso é engraçado vindo de você. — É a verdade. — Sim. Limpando minha garganta, me desculpo. — É melhor ir andando... Deixei um amigo para vir e falar com você. Não expliquei por que tive que o deixar tão rapidamente e provavelmente deveria ir e me explicar.


— Tudo bem, é melhor você voltar... E obrigada por se preocupar comigo, mas posso te garantir que posso ser pequena, mas sou capaz de cuidar de mim mesma. — Acredito nisso. — Beijo-a no topo da cabeça. — Sempre estarei aqui para você, Sylvia. — Eu sei.


Ramon Eu pareço estar em uma montanha russa esta manhã, e não são nem mesmo onze da manhã. Tirei Sylvia finalmente da minha consciência, embora seria um mentiroso se dissesse que não estava preocupado dela estar com Eric. Com certeza não vi isso acontecendo. Quando falei com Eric na minha cabana antes de voltar à cidade para o meu apartamento, lhe pedi para ter cuidado com ela, e apenas espero que ele tenha me escutado. A boa notícia agora, é que Eric vai ficar de olho na obra enquanto estou hospedado na minha cabana com Noah este fim de semana. Minha intenção era fazer com que fosse difícil para Noah voltar para minha vida, mas acho que não posso ser este imbecil. Noah e eu sempre fomos destinados a ficarmos juntos. Acordar emaranhado com Noah pareceu certo nesta manhã e nós provavelmente ainda estaríamos na cama, se o meu irmão cabeça quente não tivesse aparecido. Estacionando no prédio do meu apartamento, ainda estou querendo saber o que foi forte o suficiente que fez


Ruben

vir

ao

meu

apartamento

esta

manhã.

Ele

simplesmente nunca entrou antes. Estranho. Agarrando meu celular, desligo o motor e saio. O calor do dia me bate no rosto enquanto caminho em direção à entrada do prédio, ansioso para ver Noah. Não perdi a expressão de dor que atravessou seu rosto quando

saí.

Se

tivesse

parado

para

pensar,

o

teria

tranquilizado, mas na hora, estava mais preocupado com Sylvia. Minhas prioridades estavam erradas e vou admitir isso assim que o ver. Entrando no elevador, esfrego minha têmpora conforme sinto uma dor de cabeça se aproximando. Ao menos serei capaz de dizer a ele que falei com Sylvia e percebemos que nós dois precisamos de algo de outras pessoas e não juntos. Ver Sylvia nua foi um choque. Não tenho certeza o que esperava quando entrei em seu quarto. Definitivamente não esperava isso. Sabia que ela era bonita, mas ela tem um corpo incrível. Meu corpo começou a ganhar vida quando ela se inclinou para secar o cabelo, e novamente quando seus grandes seios pressionaram contra mim. Não menti para ela sobre ela ser bonita, e se não houvesse Noah no meu passado ou presente, então poderia ter aceitado seu convite óbvio. Me senti como um traidor após o fato, quando percebi que não era ela quem eu realmente queria. Eu posso ter mesmo sido ferido. Não muito tempo


atrás, considerei levar nossa “amizade” para o próximo nível, que tenho certeza que ela queria também. Saindo do elevador, ando em direção a minha porta com um sorriso estampado no rosto. Sylvia vai levar Eric à distração se Ruben não exagerou sobre o que aconteceu na última noite em seu clube. Eric sempre foi um cara privado. Tudo por trás de portas fechadas. Mas parece que a pequena Sylvia despertou algo nele. Deve ser divertido de assistir. Minha

mão

paira

sobre

o

desbloqueio

do

meu

apartamento enquanto me pergunto que tipo de recepção vou ter de Noah. O nosso relacionamento, ou seja o que for que nós temos agora, é frágil e sei que fiz besteira esta manhã. Uma vez nós poderíamos fazer ou dizer algo um ao outro porque nós dois estávamos seguros em nossa relação. Agora, estou adivinhando e esperando que Noah não vá levantar e sair quando eu entrar. — O que. Eu tropeço para dentro do apartamento quando a porta se abre. — Eu já esperei o suficiente por você entrar. — Hum, está bem. — Afasto-me da porta e solto as chaves do carro na bandeja antes de voltar a olhar para Noah. Ele encontrou todos os seus pertences que deixou aqui quando foi embora. Eu tentei jogá-los fora inúmeras vezes, mas não pude fazê-lo. Ele não deixou muito, mas as coisas


que ele deixou, mantive escondido e para mim esse tempo todo. Fico feliz que esteja aqui e usando-as. O jeans desbotado, de cintura baixa abraçando seu quadril, eu lambo meus lábios excitado, este é o que ele sempre usava para me provocar. A calça jeans tinha uma maneira de cair quando ele tentava alcançar alguns itens nos armários suspensos na cozinha, deixando-me com uma visão tentadora de seus pelos pubianos. Isso deixava meu sangue ao ponto de ebulição, e nada mudou. Estou nervoso com o olhar penetrante que ele tem em mim como se ele estivesse realmente vendo-me por dentro, meus mais profundos pensamentos. Estou aliviado agora que ele não pode. — Sei que ferrei o que tivemos, mas você sair voando para estar com alguém não vai funcionar, especialmente depois de acordarmos juntos. Noah segue em minha direção, mas não me movo. Irritação faz minhas narinas dilatarem. Mas há uma pequena parte minha que está animado com esse comportamento. — Eu queria ter certeza que ela estava bem. — O que é uma resposta coxa, mesmo que seja a verdade. — Olha, tenho um monte de culpa em relação a Sylvia. — A irritação drena meu corpo e eu suspiro. Não quero falar sobre Sylvia mais. — Preciso de um café e, em seguida, vamos sair para a cabana. Me movo para cozinha e sirvo uma grande caneca do café escuro espesso que Noah prefere e passo para ele.


Ele sorri e a pega, deixando seus dedos me acariciarem. — Você mencionou Sylvia antes, portanto, diga-me o que realmente está acontecendo. — Diz, sentando-se no bar, não me permitindo esquecê-la. Estava esperando evitar isso, mas mentir nunca nos levaria a qualquer lugar. Servindo-me um café, ando passando por ele e fico no lado oposto. — Estava com ciúmes. — Admito. — Eu sabia. — Noah salta e dá um tapa sobre a bancada. Estendo a mão e seguro seu pulso. —

Não

estava

com

ciúmes

de

Sylvia,

embora

primeiramente pensei que sim. — Sustento seu olhar. — Por favor, sente-se e ouça. Depois de uma pausa, ele se senta. — Sim, pensei no início que meu ciúme era por causa de Sylvia estar com Eric, mas quando cheguei lá, percebi que eu não estava com ciúmes, mas preocupado que perderia uma amiga. Começo a andar de um lado para outro. — Eu me importo com ela, e não quero perder sua amizade, mas não há nada entre nós de natureza sexual. — Coro e evito encontrar seu olhar. — O que você não está me dizendo?


Meus olhos encontram os seus e é como se ele estivesse lendo minha mente. — Te conheço bem, Ramon.... Então me diga porque vou descobrir. E essa é a verdade. — Ela não sabia que eu estava esperando por ela no seu quarto. Então ela acabou de sair do chuveiro e entrou completamente nua. — Eu rio, envergonhado. — Toquei seus seios e percebi que ela não era o que eu queria, e senti um alívio, por causa de tudo o que Eric tem feito para ela não me querer. Percebi que deixei a pessoa que eu queria no meu apartamento sem uma explicação para minha saída rápida.... Sinto muito.

Noah Não estou muito feliz com a sua confissão sobre tocar em Sylvia, mas se isso significa que está livre dela, então posso aceitar isso. — E sobre outras mulheres? — Ramon sempre jurou se afastar de mulheres quando tivemos um relacionamento. Não sei qual é o tipo de relacionamento que temos no momento.


— Você não está me ouvindo. A única pessoa que sempre quis é você. — Ramon se apoia contra a parede atrás dele. — Eu sei que nós estarmos juntos novamente vai demorar um pouco para ser como antigamente, mas é realmente isso o que quero e eu.... Pensei que era isso que você queria. Engulo o nó na garganta. — Isso é o que quero. Ramon deixa escapar um suspiro alto de alívio. — Bom.... Bom. — Ele me dá um sorriso arrogante e estende a mão para mim. Não preciso esperar pedir duas vezes e estendo a minha para apertar sua mão estendida. Quando nossos dedos se tocam, eles se entrelaçam enquanto Ramon dá um leve puxão e me puxa para encostar-me a ele. Erguendo nossas mãos unidas, eu as mantenho acima da cabeça de Ramon na parede atrás dele conforme eu deslizo minha mão livre sob sua camiseta. Seu estômago treme com meu toque, estabelecendo um tremor semelhante no meu jeans. Não vai demorar muito. Nunca demora com Ramon. Ramon retorna minha carícia, mas sua mão mergulha mais baixo contra o meu umbigo até os cabelos da minha virilha que estão escondidos logo abaixo do meu jeans. — Eu amo este jeans. — Ele sussurra. Eu sorrio. — Por que você acha que estou vestindo eles?


Seus dedos deslizam mais baixo e tocam a cabeça do meu pau que esta rapidamente em ascensão. Ele esfrega para frente e para trás ao longo da minha fenda, fazendo alfinetadas

de

prazer

ondularem

ao

longo

do

meu

comprimento latejante. Minha excitação esta mais do que evidente assim como a de Ramon. Buscando o seu gosto, eu mergulho minha cabeça e esfrego os meus lábios contra sua boca em uma carícia suave enquanto eu empurro contra sua mão, que agora está cobrindo meu saco. Sua boca se abre e eu tomo o que ele esta ofertando conforme minha mão vagueia até pressionar e espremer ao longo do comprimento de sua ereção. Nossos gemidos se misturam enquanto nossas línguas dançam em uma chama de querer e precisar. Respirando pesadamente, eu forço minha boca a se afastar de Ramon, mas não posso parar o que está acontecendo entre nós. Mordisco para baixo em seu queixo coberto pela barba e volto até o lóbulo da sua orelha. Sugando com força sobre um de seus pontos de prazer, eu deslizo minha mão dentro de seu jeans e envolvo minha mão em torno de seu pau.... E então.... A maldita campainha! — Eu preciso ver quem é. — Sussurra Ramon antes de selar seus lábios nos meus. Enfio as minhas duas mãos na parte de trás da calça jeans de Ramon e a empurro para baixo conforme eu caio de joelhos. Olhando para o seu belo pau, eu quase gozo.


A parte superior de sua ereção impressionante esta visível com seu jeans preso em torno de seus quadris. Eu acho que deveria ter aberto sua calça primeiro. Mas, porra, vendo-o assim me excita. Inclinando-me para frente, faço redemoinhos com minha língua em torno da cabeça vazando e gemo quando seu sabor bate minhas papilas gustativas. Eu lambo em volta sua excitação e sinto a sua frustração quando me recuso a abrir sua calça jeans. Afasto suas mãos quando ele tenta e continuo a provocá-lo. De novo não. - A campainha. — Caralho.... Eu preciso.... — De minha boca em seu pênis. — Termino para ele. Ele oferece uma risada instável. — Atender a porta, estava prestes a dizer..., mas você foi mais preciso. Eu me levanto e puxo sua calça jeans de volta para acima. Com os nossos lábios a centímetros de distância, sussurro: —

Vamos

terminar

isso

na

cabana.

O

beijo

rapidamente antes de desaparecer em seu quarto para esconder minha excitação furiosa. Estou muito desconfortável com o zíper apertando meu pau. Abro o zíper e botão, suspiro de alívio quando meu pau duro salta livre. Não tem como ir a qualquer lugar até que cuide desse problema latejante.


Ouvindo vozes na sala de estar, rapidamente entro no banheiro, onde tranco a porta atrás de mim. Jogando minhas roupas para o lado, entro no chuveiro e abro alcançando antes o gel de banho. Envolvendo minha mão em volta do meu pau, suspiro de alívio quando começo a acariciar ao longo do comprimento. Isso não vai demorar muito tempo com o quão perto eu estava de gozar na cozinha. Apressando meus movimentos, amplio a minha postura e, apoio a outra mão contra a parede do chuveiro. O prazer está trabalhando lentamente no fundo do meu abdômen em direção às minhas bolas, onde ferve como um vulcão. Antes que possa prender minha respiração, meu pau engrossa enquanto o fogo explode fora dele. Rosnando, caio de joelhos enquanto sêmen continua a revestir minha mão e a parede do chuveiro. Caralho. Ramon deveria estar aqui comigo, ou melhor, eu deveria estar dentro dele. Sentindo meu pau crescer novamente, paro com essa linha de pensamento, e me levanto antes de me enxaguar rapidamente. Desligando o chuveiro e saindo, meus olhos avistam meu jeans no chão, onde deixei cair e sorrio. Secando com a toalha minhas pernas e pau, pego o jeans de volta, mas acho que posso encontrar uma camisa mais adequada no caso de conhecer mais da família de Ramon antes do fim do dia. Sentindo-me cansado, mas refrescado, abro a porta do banheiro e fico cara a cara com um Ramon sorridente.


— Isso pareceu bom. — Comenta. Eu passo por ele até o armário. — Sim, estava. Teria sido melhor se eu estivesse em seu traseiro apertado quando gozei. — Olho para trás sobre meu ombro e sorrio quando vejo a expressão atordoada em seu rosto. — Pegue suas coisas. Estamos saindo daqui a dez minutos. — Ramon anuncia enquanto sai do quarto. — E. — Faz uma pausa. — Teria sido incrível ter você gozando na minha bunda. A porta se fecha atrás dele. Essa foi uma grande jogada de despedida de Ramon e antes do fim de semana terminar, vai se tornar realidade.


Ramon

Enquanto espero Noah terminar sua terceira caminhada em torno da minha cabana, admiro a vista sobre o rio que corre em toda a volta. A grande varanda envolvente, portas de vidro que se abrem para o exterior em três lados da cabana, com uma grande porta dupla na frente para os visitantes. Lugar favorito dos meus pais para sentarem-se quando eles me visitam é sobre as duas cadeiras de balanço que estão à esquerda da cabana. Sob as instruções da minha mãe, há também uma pequena mesa de café descansando entre as duas cadeiras. Tenho um sentimento que o ponto favorito de Noah vai ser o mesmo que o meu. A parte de trás do alpendre. Este é sessenta centímetros maior do que os outros três lados, porque eu tenho uma banheira de hidromassagem afastada, e eu ainda queria espaço para ser capaz de caminhar em torno de toda a minha cabana sem ter uma banheira gigante no caminho.


Ainda não disse a Noah que não utilizei a banheira desde que foi montada. Não importa o quanto meus músculos doessem, eu sempre usei a banheira no banheiro para relaxar. Essa adição na varanda era uma extravagância, e uma que Noah sugeriu. Existem algumas coisas ao redor da cabana que Noah sugeriu. Mesmo depois que ele saiu, não poderia retirá-las dos planos. Meu coração ferido viveu na esperança de que Noah voltaria um dia, e ele voltou. Mesmo que fosse minha ideia de passarmos o fim de semana aqui, não tenho certeza de como realmente me sinto em tê-lo na cabana que construí para nós. Se Noah estiver falando sério sobre o desejo de voltar comigo, e seguir o nosso relacionamento de onde paramos, ver esta cabana o encherá de esperança tanto quanto a mim. Estou lutando para manter minhas emoções sob controle quando tudo o que quero fazer é acompanhá-lo para dentro e batizar a suíte master. — Filho, eu não sabia que você estaria aqui este fim de semana. — Meu pai diz com prazer claro em sua voz. Ele sobe para a varanda e embrulha-me em seus braços antes mesmo que eu possa assimilar o fato de que ele está aqui. — Por que você não nos disse que vinha? Sua mãe teria trazido alguns suprimentos. — Ele repreende, suavemente. Digo-lhe a verdade.


— Eu não sabia. Decidi no último minuto. — Então falo: — Trouxe um amigo comigo. Ele levanta uma sobrancelha. Tremo porque o olhar em seu rosto me diz que ele está pensando em uma mulher. — Sua mãe vai ficar satisfeita. — Ramon, isso é uma merda de cama.... — Noah corta quando vê que não estou sozinho. — Humm, desculpe. Balançando a cabeça, apresento os dois homens: — Pai, este é um bom amigo meu, e irmão de Carla, Noah. Meu pai parece atordoado. — Ela sabe que você está de volta? — Ela sabe. — Responde Noah. — Nesse caso, bem-vindo à família. Papai puxa Noah em um abraço de urso.... Nunca ligando para formalidades. — Chame-me de Elias. — Eu posso fazer isso. — Noah concorda, dando um passo para trás. Papai olha entre nós dois antes de sorrir. — Ambos devem vir até em casa para o jantar. Pippa ficará feliz por finalmente conhecer Noah. Eu gemo.


Papai dá uma risadinha. Noah parece perdido. Eu lhe esclareço. — Mamãe vai chamar para si mesma a responsabilidade de encontrar uma mulher para ter filhos com você. — Claro que não. — Ele deixa escapar. — Quero dizer, hum, sem desrespeito, mas bem, droga não. — Ele estremece. Meu riso não pode mais ser contido e explode. Papai dá uma risadinha, e vira-se para os degraus. — Bem, eu só vim para dizer oi e preciso voltar para casa. — Ele dá um passo fora da varanda antes de voltar para nós. Seu sorriso é mau quando ele diz. — Ela vai ter um par de mulheres aqui tão rapidamente que vocês não terão tempo para entrar em seu caminhão. Noah olha intensamente para mim, o que me diz que ele não está animado com o resultado desta reunião; — Humm, pai. — Grito. — Filho. — Não esta noite, temos algo mais planejado, mas nós estaremos no almoço de família no domingo. — Humm, tudo bem. Eu observo meu pai desaparecer através das árvores, que separam a minha casa da casa da família, e tento chegar a uma explicação para Noah a respeito de porque eu não fui completamente honesto sobre nosso relacionamento. Nada


me vem à mente. O fato é que eu simplesmente não estava pronto. — Noah, eu deveria ter dito a ele.... Desculpe. Minhas palavras não são suficientes, e são recebidas com o silêncio. Olhando por cima do meu ombro, ele não esta lá. Eu rapidamente viro e olho ao redor, mas ele desapareceu. Me afastando para longe da grade da varanda, volto para

dentro.

Apressando-me

através

da

cozinha,

paro

abruptamente quando o encontro em pé na janela na sala de estar, olhando para fora. — Seu pai quer que você se case tanto quanto sua mãe. — Afirma. Ele leu meu pai perfeitamente. — Meus pais querem todos os seus cinco filhos casados e com filhos. Minha mãe acha que se isso acontecer ela pode descansar sabendo que nós não vamos ficar sozinhos. — Eu dou de ombros. — Você ouviu o que Ruben disse esta manhã sobre nossos pais. Tenho uma chance e lentamente invado seu espaço. Minhas mãos descansam frouxamente em seus quadris, e sorrio quando noto seus punhos apertarem. — Nós não somos capazes de ter filhos, mas não estarei sozinho enquanto tiver você. — Sussurro contra sua orelha. — Sei que os meus pais estarão felizes enquanto eu estiver....


Eu só estou tentando encontrar as palavras que continuam a ficar presas na parte de trás da minha garganta. — Elas não podem ficar para sempre, Ramon. — Ele deixa cair à cabeça contra a janela. Me inclino e pressiono um beijo em sua nuca e deixo meus lábios pairarem. — Eu sei. Disse a você que eu vou dizer a eles na hora do almoço, e eu vou. Noah vira e enfia os dedos no meu cabelo curto. — Eu quero voltar para onde estávamos antes. — Ele deixa cair sua testa contra a minha. — Mas, me recuso a esconder o que sinto por você atrás de portas fechadas. Meu coração parece mais leve sabendo o que ele quer. Só queria que as borboletas nervosas dentro do meu estômago desaparecessem. Sou um homem crescido, porra. Não deveria ser tão difícil dizer, "Ei pessoal, eu sou gay." Minhas entranhas se torcem em um grande nó apertado quando eu penso sobre isto. — Você está pirando. — Noah me acusa e se afasta. Eu tremo. — Não exatamente. Ele levanta uma sobrancelha. — Ok, sim. Sim eu estou. Acontece que não consigo descobrir o porquê. Meus irmãos foram legais sobre isso. Não tenho certeza se um dos meus irmãos disse a Michael, mas os outros sabem e não me deram qualquer problema, então


não sei por que tenho esse medo de dizer a meus pais. – Ando para trás e para frente. — Eles são tão descontraídos quanto o resto de nós. — Ramon. — Noah suspira e senta no sofá, um ar de derrota em suas ações. — Eles são seus pais. Todas as crianças querem, não importa sua idade, a aprovação de seus pais.... Eu gostaria de ter tido esse problema com meus pais, a necessidade de dizer que sou gay. — Noah deixa cair a cabeça em suas mãos. Movendo-me sobre ele, caio de joelhos e pego seu rosto entre as mãos e o faço olhar para mim. Procuro seus olhos, por alguma coisa, algum sinal, mas tudo que vejo é tristeza. Depois de colocar um beijo suave, demorado em seus lábios, ofereço-lhe um sorriso irônico e sento ao lado dele no sofá enquanto pego sua mão na minha e deixo os nossos dedos se entrelaçarem. — Gostaria que você tivesse o mesmo problema. — Admito. — Não só porque você saberia o quão difícil isto é para mim, mas porque isso significaria que você ainda teria a sua família. — Aperto meus dedos contra os seus em conforto. — Você e Carla, são parte de nossa família agora, Noah. Nada pode mudar isso. Noah beija nossas mãos unidas antes de deixá-las descansar em seu colo. — Estou cansado, Ramon. — Noah admite em uma voz pesada, como se ele tivesse o mundo em seus ombros. — Eu sei.


Ao ouvi-lo soar.... Perdido, preciso dar-lhe esperança. Com meu corpo relaxado contra o sofá, sou sincero. — Eu quero você, Noah.... Então isso me assusta muito. Tivemos um relacionamento incrível antes, e quero isso mais uma vez. Não vou mentir para você e dizer que vai ser fácil. Eu ainda tenho esse medo no fundo da minha mente... O que cresceu lá quando você foi embora antes. Estou com medo de outra coisa acontecer e, em vez de você vir para mim, você irá embora novamente. — Você sabe por que fiz isso. — Ele responde, parecendo chateado. Não posso olhar para ele agora, caso contrário não serei capaz de dizer o que preciso. — Passei dois anos pensando que você não dava a mínima para mim. Dois anos de mágoa porque você foi embora, e até você voltar, não tinha ideia do porquê. Quis saber o que poderia ter feito diferente para que você tivesse ficado.... Eu não posso fazer aquilo novamente. O silêncio segue a minha declaração. A emoção que atravessa Noah agora é evidente através do forte aperto que ele tem na minha mão e o suave balanço de seu corpo enquanto ele chora ao meu lado. Vi Noah chorar apenas uma vez antes e foi quando o ex de Carla bateu nela. Ele ficou perturbado que sua irmã se machucou e que ele não estava perto para defendê-la. Meu homem durão normalmente não chora, de modo que isso diz muito sobre seus verdadeiros sentimentos.


Sento-me ao lado dele por tanto tempo quanto pude até que não pude simplesmente sentar-me por mais tempo. Soltando minha mão da sua, viro e puxo-o entre minhas coxas abertas. Deitando para trás no sofá, Noah sobe e envolve seus braços em volta da minha cintura enquanto sua cabeça repousa contra o meu peito. — Isto. — Ele hesita. — Isto aqui, com você, é o que sempre quis. De repente, sinto o curso de coragem através de mim que preciso admitir na frente de toda a minha família que sou gay, e que.... Eu amo Noah. Eu estou finalmente pronto para fazer isso.

Noah Eu odeio o fato de que Ramon tem o poder de me reduzir às lágrimas, mas, ao mesmo tempo, sinto uma mudança nele. Ele finalmente pôs as cartas na mesa. Embora não tenha dito: Eu amo você, Noah. — Ele disse que me quer. E me contou seus temores, o que posso compreender.


O que me dói mais é que por causa das minhas ações tentando mantê-lo seguro, eu tenha perdido sua confiança. É algo que serei capaz de ganhar de volta, mas dói ouvi-lo admitir em voz alta. Minhas intenções com Ramon sempre foram sérias. Talvez no início, quando ficávamos à toa, não foram tão sérias. Foi após a primeira mulher que nós compartilhamos que percebi que estava com ciúmes de Ramon estar dentro de alguém além de mim. Eu realmente não participava com a mulher, mas Ramon me chupava enquanto ele estava dentro dela, e ele gozou ao mesmo tempo em que eu. Estamos tão em sintonia um com o outro. Nenhum de nós iria funcionar com qualquer outra coisa, o que foi meu maior medo quando fui embora, que Ramon iria encontrar alguém para me substituir, mas ele não o fez. Minha cabeça está cheia de pena de dois anos de dor e sofrimento, que finalmente me sinto aliviando enquanto Ramon acaricia minhas costas para cima e para baixo. Seus dedos esfregam a parte de trás do meu pescoço e no cabelo na base da minha cabeça. Quanto mais relaxo com ele, mais forte minha excitação está se tornando. Seu abraço era um de conforto, mas agora que estou relaxado, seu toque esta me despertando, e a banheira de hidromassagem me vem à mente. Quando Ramon me mostrou a varanda, fiquei muito feliz pela grande banheira quente no canto, mas eu evitava deixá-


lo saber. Tanto quanto eu queria mostrar o meu apreço, sabia que a partir do momento em que sugeri isso a Ramon antes, tinha nos imaginado dentro, fazendo amor. Agora, conforme minha ereção pressiona no sofá, pulsa com pensamentos de estar dentro de Ramon enquanto a água borbulha em torno de nós. Eu mudo a minha mão para frente do jeans de Ramon e esfrego o contorno de seu pênis. Suas mãos tremem nas minhas costas enquanto abro o botão e deslizo o fecho para baixo. Alcançando dentro, eu o trago para fora e ouço-o murmurar quando faço redemoinhos com minha língua em torno da cabeça vazando. Sorrindo, pressiono seu eixo contra seu estômago e esfrego suavemente para cima e abaixo no inferior sensível. Tenho grande prazer quando mais pré-sêmen vaza, molhando sua barriga. Banheira de hidromassagem. Ajoelhado entre as coxas abertas de Ramon, eu libero o meu próprio pau da posição desconfortável de ser preso no interior do meu jeans. Ouvindo o suspiro de Ramon, eu aperto minha mão em volta do meu comprimento, e movimento, enquanto eu assisto o pau de Ramon vazar na emoção. Ramon ama me olhar quando me toco, assim como eu amo observá-lo. Ramon estende a mão e me para.


— Não desta vez. — Ele engole. — Desta vez eu quero você na minha bunda. Belas palavras. — Banheira de hidromassagem? Seus olhos se arregalam, e, em seguida, ele ri. — Caralho! Não tenho certeza se consigo esperar para que isso esteja pronto. Na verdade, nem eu, mas... — A antecipação irá torná-lo quente. — Sussurro contra a cabeça do seu pau antes de mordiscar a ponta. Ramon arqueia seus quadris e desliza a ponta entre meus lábios. Suas mãos apertam em punhos enquanto eu o sinto estremecer com a necessidade. Gentilmente sugando-o ainda mais em minha boca, eu enrolo a coroa com a minha língua antes deixá-lo cair livre. — Vamos terminar isso na banheira de hidromassagem. — Eu tenho um pensamento repentino. — É seguro com a sua família estando tão perto? — Sim. — Ele murmura. Eu olho para ele e rio. — Mesmo? — Porra.... Provavelmente não.... Mas, eu não dou à mínima. Solte-me e eu vou ligar a banheira lá fora. Se Ramon não se importa em ser pego comigo lá fora, então tenho certeza de que não vou me preocupar com isso.


Levantando, tento enfiar meu pau de volta no meu jeans. Eu não tenho certeza do que vai acontecer embora. Meu pau duro como pedra não será contido. Ouço as risadinhas de Ramon, mas está brigando assim como eu. Que diabos! Tiro meus sapatos, minha calça jeans e camiseta. — O que você está esperando? — Estou com minhas mãos sobre meu quadril, me perguntando como estou conseguindo ficar no lugar quando os olhos de Ramon estão me comendo vivo. Ramon lentamente senta-se para frente e usando seu dedo indicador, segue a veia gorda das minhas bolas até minha coroa. Eu chupo um gemido quando o meu pau dói por mais de seu toque. — Banheira. — Ramon grasna. Nós nos movemos para a varanda de trás para ligar a banheira de hidromassagem, e enquanto Ramon se ocupa com o controle da temperatura para a banheira, eu admiro a vista. Não esta vista! Ramon realmente escolheu uma posição surpreendente para sua cabana. A parte traseira da cabana fica na margem do rio que flui através da propriedade de seus pais com as árvores no lado oposto dando-lhe muita privacidade. Eu sei que a cabana de Ramon está na parte mais distante da


propriedade, então a única maneira de alguém nos ver é se eles tivessem planejado vir para a casa. —

Está

quase

pronta?

Ramon

quebra

meus

pensamentos. — Mmm. — Gemo quando Ramon se move atrás de mim e acaricia minha bunda em movimentos muito sensuais. — Estou gostando deste tipo de vista no momento. — Ramon me espalha aberto e repousa o comprimento do seu pau no meu vinco antes de sua mão apertar meu quadril. Ele empurra para frente e para trás enquanto eu envolvo minha mão em volta do meu próprio pau e combino com suas estocadas. Eu não quero que isso acabe assim. Não quero gozar novamente até que eu esteja enterrado em sua bunda com minha mão em seu pau. Envolvendo as mãos em torno de seus pulsos, eu liberto-me de seu abraço e engulo quando observo gotejar pré-sêmen de sua fenda para baixo no comprimento de seu pênis. Em todas as minhas experiências sexuais com homens, ele é o único cara que conheci que perde assim tanto présêmen. Acho isso muito quente. — Coloque os jatos em movimento enquanto vou buscar os suprimentos. Ramon desaparece de volta para dentro e faço como ele pede antes de entrar na água quente.


Suspiro quando a água acalma meus músculos. Deus, isso é tão bom. Não percebi o quão dolorido eu ainda estava do ataque. Percorro para o lado oposto e descubro o assento com os pés antes de sentar-me com um suspiro ainda mais profundo. Os jatos trabalham direto as torções no meu corpo. Movendo-me para o lado, abro minhas coxas e gemo de prazer, largando minha cabeça para o fundo da banheira quando um jato pulsa contra a minha saída. — Mmm. — Ramon ri. — Você achou minha surpresa. —

Deus,

sim!

Eu

gemo,

sentindo

o

prazer

endurecendo meu pau ainda mais do que eu pensava ser possível. Ramon ri e o sinto entrar na água antes de senti-lo, ou melhor, seu pé, lentamente arrastar-se até minha coxa. Abrindo meus olhos, o espio através de meus cílios e recupero o fôlego. Ele é o homem mais bonito que já vi, e saber que ele ainda é meu me excita muito. Do jeito que estou excitado, provavelmente vou gozar na hora que estiver cercado pelo traseiro de Ramon. Mas não importa o quê, minha necessidade de dar prazer a ele é mais avassaladora do que tudo o que sinto agora. Respirando, e com um suspiro lento, eu lentamente me movo em direção a ele e escarrancho suas coxas. As mãos de Ramon vão imediatamente ao meu quadril para manter-me em seu colo.


Eu deixo-o sentir meu peso enquanto eu deixo minhas mãos acariciarem seu torso; meus dedos esfregam e beliscam seus mamilos. Ele suspira quando seu pau empurra contra o meu. Estou usando todo o autocontrole para não me esfregar contra ele da maneira mais básica. Mas não menti quando disse que quero gozar dentro dele. Faz muito tempo. Vendo a luxúria que preenche seu olhar, lentamente abaixo minha boca e capturo seus lábios com os meus. Ele está sempre pronto para mim, e nunca me decepciona. Sua boca se abre e imediatamente nossas línguas procuram e se encontram. O beijo torna-se rapidamente aquecido conforme Ramon se move contra mim; suas mãos escorregam pelo meu peito e, em seguida, ele agarra ambos nossos paus. Eu gemo, longo e duramente contra sua boca enquanto empurro mais do meu comprimento na sua mão. Nossos dentes batem e trituram. Eu não posso obter o suficiente dele. Sentindo meu orgasmo em minhas bolas, eu me liberto de sua boca e suspiro para respirar. Afasto sua mão do meu pau e respirando pesadamente, eu me sento ao lado dele assim eu posso regular minha respiração. — Você destruiu minhas intenções. — Eu confesso. Ele me oferece um sorriso frustrado. — Eu preciso muito gozar. — Ramon geme. — Eu sei. — Assim como eu.


Estou prestes a fazer algo que eu só fiz uma vez antes, e foi para Ramon. Movendo-me na frente dele, eu coloco minhas mãos em suas coxas e, sentindo-as tremer, eu sorrio. Ele sabe o que está vindo. Respirando profundamente, eu mergulho na água e deslizo minha boca para baixo sobre seu pau. Provocando ondinhas da água em torno de mim quando Ramon reage como se tivesse acabado de receber um choque elétrico. Eu balanço para frente e para trás sobre ele algumas vezes mais antes subir a tona para recuperar o fôlego. — Eu não sei como diabos você consegue fazer isso sob a água. Eu sorrio. — Na escola eu detinha o recorde por mais tempo sob a água. Prepare-se. Submergindo novamente, eu massageio seu saco com meus dedos enquanto eu lentamente deslizo para baixo no comprimento dele. A cabeça pulsa contra o fundo da minha garganta, e só quando eu estou a ponto de chupar, ele puxa minha cabeça freneticamente. Nem um pouco feliz por estar sendo forçado a parar, escavo minhas bochechas e chupo conforme sou sendo puxado para fora.


Quando a primeira gota de esperma atinge minha boca, sou arrancado livre. Os dedos no meu cabelo afrouxam e sua mão vai para o pau para cobrir a liberação com a palma da mão. Vindo a tona novamente, eu acho que eu estou ofegando por ar com a porra do pau mais duro deste século. Ele logo começa a murchar. — Mãe... Hum... Mãe. — Gagueja Ramon, o rosto corado. Porra! Isso não é bom. Quero dizer, testemunhar seu filho, que não sabe que é gay, tendo seu pau sugado não é uma prioridade na agenda de ninguém, e sabendo como Ramon está relutante em admitir que ele é gay... Porra! — Ramon, feche a boca. — Ela se vira dando atenção para mim. — Você deve ser o irmão de Carla, Noah. Sou Pippa, sogra dela. Eu não tenho ideia de como eu deveria lhe responder. Será que ela sabe o que eu estava fazendo debaixo d’ água? Quero dizer, é difícil ver com toda a espuma, mas não precisa ser um cientista para descobrir isso. Sinto um pontapé sob a água. — Hum, sim. — Eu aperto sua mão estendida. — Este sou eu. Noah. O irmão de Carla. Noah.


Ramon começa a rir, aliviando um pouco da tensão que nos rodeia. — Desculpe, mãe. Ele geralmente não é tão, hum, bem, de poucas palavras. — Está tudo bem. Ele provavelmente não estava esperando me encontrar enquanto está na hidromassagem. Pippa franze a testa, e, em seguida, faz a pergunta que eu estava esperando que não fizesse. — O que você estava fazendo sob a água? Pensando rapidamente em uma desculpa, estendo a minha mão e mostro meu dedo. — A aliança de casamento do meu pai escorregou. Os olhos de Ramon brilham com alegria. Foi uma rápida salvação e, por sorte, ela parece acreditar, então não tenho que mostrar a ela o quão frouxa ela não está e entra pela porta. Ramon fecha os olhos antes de olhar diretamente os meus. Nenhuma palavra é trocada, mas acho que nenhum de nós tem algo a dizer. — Isso ainda não acabou. — Ele levanta e sai da banheira, espirrando água em todo o alpendre. Envolvendo uma toalha em torno de seus quadris, ele segue sua mãe para dentro, enquanto estou me perguntando o que acabou de acontecer.


Não há nenhuma maneira de Pippa ser tão ignorante como aparenta... E onde Ramon colocou o lubrificante e preservativos que eu sei que ele foi procurar, antes de se juntar a mim? Eu deveria ter prestado mais atenção.


Ramon Observando minha mãe sair, eu finalmente começo a respirar novamente. Se viver até os cem anos, eu acho que jamais vou superar o choque de abrir meus olhos para encontrar minha mãe me observando enquanto eu estou tendo o melhor boquete da história. Meu queixo estava cerrado e os olhos bem fechados enquanto tentei impedir meu orgasmo. Eu estava tão perto de explodir. O prazer que Noah estava tirando de mim era tão requintado.... Então senti que não estava sozinho. Abrindo meus olhos, perdi minha concentração e gozei quando vi minha mãe. Não foi o meu melhor momento. Meu único alivio foi o fato de que havia muita espuma para que ela visse abaixo da superfície da água. Esfregando meu peito onde meu coração está finalmente acalmando, saio apenas para encontrar Noah relaxando na banheira como se minha mãe não tivesse acabado de nos pegar no meio de um ato sexual. — Ela já foi? — Ele pergunta, sem abrir os olhos. — Sim. — Bem, isso foi embaraçoso. — Ele comenta.


Eu começo a rir. — Muito embaraçoso. — Eu sento em uma das cadeiras de balanço. — Foi meio que excitante. Meus olhos se arregalam. O que ele quer dizer com isso? Seus olhos se abrem. — Não quis dizer a sua mãe nos pegar, seu idiota. Quiz dizer te sugar debaixo da água, e em seguida, pegar o seu sêmen quando você gozou. Gemo e sentando-me para frente, descanso minhas mãos nos joelhos. — Não me lembre. Ele sorri. — Sim, o momento errado de sua parte. — Da minha parte? — Balanço minha cabeça. — Se você não tivesse sugado quando você fez eu poderia ter tido a chance de impedi-lo. — Tudo bem, certo. Nós dois sabemos que a única razão que você gozou naquele momento foi porque estava lutando para não gozar. Assim que perdeu sua concentração, você perdeu controle sobre a resposta do seu corpo, e bamm. Sinto-me corar enquanto o ouço. — Espero que a minha mãe não vá contar a todos sobre o que aconteceu. Ela poderia ter sido ignorante, mas os outros saberão muito bem o que estávamos fazendo.


— Tenho certeza que seus irmãos foram pegos em situações comprometedoras antes. — Ele comenta. — Sim. — Sorrio. — Eles foram. — Então começo a rir. — Mas eu não acho que eles foram pegos bem assim. Fixo meu olhar sobre Noah, e sinto meu coração encher de amor por ele. Muito amor. — Depois disso com Mamãe, acho que precisamos encerrar e ir para o quarto. Noah faz uma pausa, e então levanta da banheira. Movendo-se

para

ficar

na

minha

frente,

Noah

rapidamente me beija e aperta a toalha em torno do meu quadril. — Estarei esperando. Ele caminha para a cabana e fora da minha visão. Pegando os preservativos e pacotes de lubrificante que eu escondi na prateleira embutida perto da borda da banheira de hidromassagem, desligo os jatos. Tive muita sorte que a mamãe decidiu vir até nós do lado que ela o fez, e não pelo outro, porque ela teria certamente visto o que estava na prateleira. Tirando minha mãe da cabeça, sigo Noah na cabana e tranco a porta atrás de mim. Só eu tenho as chaves deste lugar, assim, pelo menos, não haverá quaisquer interrupções inesperadas. O fato de que a mãe conseguiu se aproximar de nós antes, me diz o quão distraído eu estava para não ter ouvido sua abordagem.


Muito perigoso. Certificando-me

de

que

a

porta

da

frente

esteja

trancada, caminho pela casa até a suíte master. Sabendo que Noah está esperando por mim, nu como no dia em que nasceu, faz minha excitação voltar lentamente. Descendo, levemente envolvo minha mão em torno de meu eixo inchado e dou-lhe algumas bombeadas... Mas então percebo que não é necessário. No momento em que olho para o meu quarto, meu pau vai do estado inchado ao duro como pedra dentro de segundos. Noah está deitado na cama, como esperado, mas ele está bombeando seu próprio pau, e parece estar realmente focado nisso. — Você demorou. — Comenta, forçando-se a abrandar. — Parece que eu estava prestes a perder a festa. — Caminho até o quarto e subo na cama, soltando os preservativos e lubrificante ao nosso lado. Rastejando sobre a cama, sento-me montado nele. Seus olhos se enchem de mais calor conforme me inclino e passo minha língua ao redor da ponta do seu pau. — Você tem um gosto bom. — Eu sigo a fenda com minha língua e lambo o pré-sêmen que está fluindo lentamente. Antes que eu possa levá-lo plenamente em minha boca, encontro-me virado sobre meu estômago com o meu pau pulsando preso entre meu estômago e a cama. Noah levanta


meus quadris, e afasta minhas pernas antes que ele comece a massagear entre elas. Gemendo, eu empurro de volta contra sua mão e amaldiçoo quando a cabeça do meu pau esfrega contra a cama. Tudo que quero é o atrito para aumentar meu prazer, mas, em vez disso, eu aperto a colcha com as minhas mãos para me forçar a ficar parado. Olhando para baixo, não só sinto o pré-sêmen vazando incontrolável do meu pau, mas também posso vê-lo molhar a cama. A cabeça vermelha esta inchada, e preciso... Eu... Preciso de algo. Então Noah viola o anel de músculo da minha bunda e eu quase voo para frente. Ele rapidamente atinge em torno de mim e aperta a base do meu pau, me impedindo de me mover. Mas não impede o prazer ondulando ao longo de meu comprimento ou o vazamento de pré-sêmen em toda parte. — Porra, Ramon. Preciso estar dentro de você antes de eu gozar.... Ou você. — Sim. — Eu gemo. — Preciso olhar para você, Ramon... sente-se em mim. — Noah remove os dedos de mim e lentamente libera o meu pau. Deitando de costas, ele me passa um preservativo. Rasgando-o aberto com meus dentes, pego a borracha e o

torturo

lentamente

rolando-a

para

baixo

em

seu


comprimento antes cobri-lo com lubrificante. Inclinando para frente, eu coloco-o em minha entrada. Noah envolve a mão em volta do meu pau, fazendo com que prazer ondule através de mim. Admirado, lentamente empurro para baixo e gemo conforme Noah lentamente me dá tudo dele. Totalmente assentado sobre ele, não posso me mover. A emoção de tê-lo dentro de mim é esmagadora. A sensação de seu comprimento me enchendo vai me fazer gozar sem qualquer estímulo. Meu pau esta tão animado que ele está vazando sobre todo meu estômago e de Noah enquanto ele esfrega seu polegar contra a fenda. Eu preciso me mover. Balançando para frente, a mão de Noah aperta em volta do meu pau. — Isto vai ser muito, muito rápido. — Rosno enquanto Noah bombeia meu pau. — Sim.... Acabe com isso, Ramon. — Ele implora. Subindo de joelhos ligeiramente, começo um movimento lento balançando para frente e para trás, quanto mais rápido seu punho se move no meu pau, mais rápido meus quadris golpeiam. Não há nenhuma maneira que eu vá aguentar muito tempo mais. Quando sinto a explosão nas minhas bolas, Noah empurra em mim e bate na minha glândula. Meus olhos reviram e, então começo a gozar. Ouço Noah xingar conforme ele me detém ainda com uma mão segurando meu


quadril, enquanto ele continua a agarrar e bombear meu animado pau. Abrindo meus olhos, encontro com o olhar ardente de Noah e observo. Ele sorri suavemente, e olha sua mão, ainda no meu eixo semirrígido. Eu sorrio. Seu estômago, peito e mão estão cobertos com meu gozo. — Eu gosto desse olhar em você. — Comento. — Eu também. — Seu sorriso some. — Eu senti sua falta, Ramon. Me inclino para baixo e não dando a mínima para a bagunça entre nós, eu o beijo. — Senti sua falta também. — Eu sorrio. — Vamos ver se você ainda acha que sentiu minha falta depois que nós almoçarmos na casa de meus pais amanhã.

Noah Ouvindo Ramon falar sobre sua família e realmente estar

na

mesma

sala

com

eles

são

duas

coisas

completamente diferentes. Eu, obviamente, nunca imaginei


que estar no canto da sala com todos eles juntos seria esmagador. — Você vai se acostumar com isso. — Carla surge em minha direita e sussurra. — Humm. Ela me cutuca. — Tudo bem, o que realmente está acontecendo com você, Noah? Enfio a garrafa de cerveja em minha outra mão para que eu possa envolver meu braço em torno de minha irmã. Beijo o topo de sua cabeça. — Por favor, não se preocupe comigo. Estou bem. — Eu sorrio. — Estou melhor do que bem. — Oh sim. — Oh, sim. — Eu rio. — Pippa gostou de você. — Comenta Carla quando ela a percebe sorrindo para nós. — Ela esta realmente grata por você estar aqui com todos nós em família, e especialmente comigo, esta fazendo-a feliz. Gostaria de poder ter certeza de que é a razão para seus sorrisos. Ela me deixa nervoso. — Noah. — Viro ao ouvir a voz de Ramon. — Eu gostaria que você conhecesse meu irmão, Michael, e sua esposa, Lily. Sorrindo, retorno sua saudação.


Minha primeira impressão é que Michael é o irmão McKenzie sério, mas, em seguida, ele olha para a esposa e todo o seu rosto muda. Ele parece estar tendo problemas para manter suas mãos longe de sua esposa também. Lily é menor do que Michael, e aparenta estar radiante com sua gravidez bastante óbvia. — Carla, deve ser reconfortante ter seu irmão em casa. — Comenta Lily. — É. — Carla afaga contra mim e percebo o quanto a machuquei quando a deixei sem dizer nada. Fui egoísta ao deixá-la sem dizer nada? Sem dizer a ninguém as minhas razões? Teria feito alguma diferença? Eu nunca saberei. — Não vou a lugar nenhum. — Anuncio e sorrio quando vejo a chama de calor nos olhos de Ramon. Segurando seu olhar, eu admito. — Tudo o que quero está aqui em Lexington. — Sobre isso, acho que você deve ser advertido que a mamãe vai considerá-lo parte da família, o que significa que ela vai estar tentando te ligar com a filha de alguém. — Michael adverte. —

Eu

tenho

alguém

então

sua

ajuda

seria

equivocada. Lily olha entre Ramon e eu com diversão e é claro que ela sabe o que há entre nós. Michael, por outro lado, não tem ideia.


— Você deveria tê-la convidado para o almoço.... Ou não é tão sério? Desde quando eles ficam em torno fazendo perguntas que você esperaria de sua mãe? Encaro-o

enquanto

eu

tento

organizar

meus

pensamentos. - Ele ainda está esperando pela minha resposta. Balançando a cabeça, eu sorrio. — Oh, é sério.... Apenas diferente. Pelo menos por hoje. Ele franze a testa. — Humm. Ramon me dá um sorriso secreto antes de virar e envolver uma cabeça vermelha bonita em seu braço. — A noiva de Ruben, Rosie. — Carla sussurra. Eu coloco minha garrafa vazia atrás de mim. Olhando para minha irmã, eu acarico seu rosto. — Realmente senti sua falta. Eu sinto muito. — Descanso minha testa contra a dela. — Desculpe interromper, mas nós vamos sair até o pátio para comer. — Pippa diz. — Mais fácil de limpar a bagunça. Eu rio. Carla belisca meu lado. — Ei, você acha que ela está brincando. Michael e seus irmãos às vezes regridem à sua infância, quando eles estão juntos. — Ela revira os olhos. — Isso eu tenho que ver.


Sigo Carla para fora e olho ao redor para Ramon, que localizo falando com Ruben. — Sente-se aqui. — Sebastian não me dá uma escolha, e me empurra para o banco, o que reúne olhares curiosos dos outros. Ramon se liberta e, aproximando-se, ele senta no lugar vago ao meu lado. Ele sorri. — Seb sabe que é aqui onde eu sempre me sento. — É sábio, nós sentados juntos? Ele franze a testa e poderia me chutar pela observação tão estúpida. Sou eu que quero assumir nossa relação, então por que abri minha boca grande? Você sabe por que. Estou aterrorizado que Ramon tenha coragem de anunciar hoje a todos sobre nós, e estou nervoso que tudo está prestes a mudar, e não em uma boa maneira. Embora nunca tenha escondido quem sou, de certa forma, será como eu assumir também. Sentindo a mão de Ramon na minha coxa, eu a aperto e a seguro buscando força. Eu deveria ser o que oferece apoio a Ramon. Enquanto

estava

perdido

em

pensamentos,

todos

tomaram seus assentos e começaram a ajudar uns aos outros a se servirem. Com um aperto de mão de Ramon, eu a solto e pego um pouco de frango, salada de batata e uma grande fatia do pão caseiro.


— Então Noah. — Pippa começa. — Anotei o nome de um joalheiro para que você possa ter o anel de seu pai redimensionado. Você não quer perdê-lo novamente. Ramon começa a tossir e sem pensar, dou algumas batidas nas suas costas, o que acaba como uma carícia. Rapidamente afasto minha mão e passo-lhe seu copo de água. Ele o toma e bebe rapidamente. — Tudo bem? Ele balança a cabeça. A mesa fica em silêncio enquanto eles olham entre nós. Não tenho a menor ideia de como responder a uma pergunta

tão

inocente

sem

me

abrir

para

mais

questionamentos. Carla sabe que o anel de nosso pai se encaixa em meu dedo como uma luva. Eu opto por ser breve. — Humm, obrigado. — Por que você precisa ajustar o anel do pai? — Carla pergunta. Olho feio para ela. — Eu só preciso. — Mudo o assunto enquanto mordo o pão. Mastigo e digo com a boca cheia. — A parte favorita de estar em casa é o pão caseiro e esse esta delicioso. — Sorrio para Pippa. Depois de uma pausa, ela retorna o meu sorriso. — Receita da minha mãe. Nunca encontrei outra que chegue perto.


— Você ainda não me respondeu sobre o anel de papai? Por que ela não pode esquecer isso? — Ele escorregou na banheira de hidromassagem. Ele estava procurando por ele ontem. — Acrescenta Pippa. Ramon xinga em voz baixa. — Hidromassagem. — Ruben ri e recebe uma cotovelada nas costelas de Rosie. — Estava brincando com ele, e escorregou dentro da água. — Alguém já ouviu falar de Lucien ou Sabrina, ultimamente? — Lily pergunta, para meu alívio. — Sim. — Pippa se afasta e foca em Lily. — Falei com eles esta manhã. Sabrina está bem, mas está muito cansada. Lucien espera trazê-la de volta a Lexington nas próximas semanas. — Fico feliz. Vai ser divertido ter a minha melhor amiga de volta. — Ela aponta para Carla e Rosie. — Mas não achem que vocês duas ficarão fora de ouvir-me gemer o tempo todo. Vocês serão capazes de comparar o meu gemido com o de Sabrina. Rosie ri. — Você adora estar grávida, e Carla e eu não acreditamos em qualquer outra coisa. — Eu adoro. Mal posso esperar para ver com quem o nosso novo filho ou filha se parece. — Lily descansa suas mãos em sua barriga. — Nós dois estamos aliviados que não


teremos gêmeos novamente. — Ela sorri baixinho para o marido. — Não teria me importado muito, mas teria sido difícil com Charlotte e Jr. sendo tão jovens. — Você teria dado um jeito. — Comenta Carla. Tenho a sensação de que não demorará muito antes que Carla e Sebastian estejam anunciando que eles terão um pequeno. Espero que seja mais cedo em vez de mais tarde. Não me importaria de ter um sobrinho ou sobrinha. — Você tem onde morar, agora que você está de volta? — Michael pergunta. — Há dois apartamentos perto do lago que recentemente esvaziou se você não tiver. — Ele continua comendo. — Eu tenho algum lugar, mas obrigado pela oferta. Enquanto estiver trabalhando na obra da McKenzie, tenho um apartamento do outro lado da estrada do local da obra. Quando não estiver trabalhando, pretendo estar com Ramon, seja no seu apartamento ou na cabana. Agora que estou de volta em sua vida, não vou a nenhum lugar a não ser que ele esteja comigo. — Você está em família, por isso não há o que agradecer. — Michael acrescenta. — Se você mudar de ideia, avise Sebastian e ele vai lhe ajudar. Eu concordo. Com o prato vazio, sento e começo a relaxar. É bom saber que agora sou parte disto. A grande mesa onde todos


nós nos encaixamos ao redor e, com o sol brilhando, é perfeito. Michael agora tem as mãos cheias balançando as crianças, que acabaram de acordar de uma soneca enquanto Lily termina seu almoço. O amor entre eles faz-me querer compartilhar o mesmo com Ramon, e de fazê-lo abertamente. O tique nervoso das mãos de Ramon chama minha atenção.

Ramon É agora ou nunca. Pelo menos, isso é o que eu venho dizendo a mim mesmo desde que todos nós sentamos para almoçar. É só que é mais difícil do que pensei que seria dizer o que tenho que dizer. A maioria da minha família sabe, por isso não deve ser uma grande coisa, mas estes são meus pais. Ah, foda-se! — Eu sou gay. — Deixo escapar. O silêncio segue a minha declaração. Eu limpo minha garganta, e repito. — Eu sou gay.


Sebastian e Ruben gargalham, o que morre lentamente com um olhar de papai. Michael olha para trás e para frente entre Noah e eu. Sim, ele entendeu. — Eu sei, filho.... Ou melhor, não tinha certeza até que você me apresentou a Noah. Apesar de ouvir meu pai dizer que ele sabia acalma meu coração, que estava batendo freneticamente no meu peito um momento antes, não estou completamente à vontade. Minha mãe ainda não disse nada e enquanto espero com o resto da minha família, Noah desliza a mão na minha coxa. — Oh, meu Deus. — Mamãe coloca suas mãos sobre a boca em surpresa. — Você não estava procurando seu anel. — Ela diz a Noah, que parece com um cervo preso nos faróis. Seu rosto cora envergonhado. — Vocês realmente estavam jogando. — Pippa. — Papai esbraveja, a cortando felizmente. — Desculpe-me um minuto. — Sebastian murmura e entra em casa. — Vou ver se ele precisa de ajuda. — Ruben ri, antes de arrastar Rosie com ele, e seguir Sebastian dentro da casa. Papai olha para Michael. — Você precisa se juntar a eles? — De jeito nenhum vou perder isso. — Ele se senta com seu filho no colo, que está tentando agarrar sua irmã, que está sentada no colo de Lily.


— Vou ver se meu marido esta sob controle. Carla olha entre Noah e eu enquanto fica de pé. Indo para dentro, ela olha para trás por cima do ombro e pisca antes de desaparecer na cozinha. Trazendo minha atenção de volta para o restante da minha família, eu admito: — Estava com Noah antes dele ir embora, e agora ele está de volta em minha vida. Não quero esconder de ninguém o fato de que nós temos uma relação. — Sorrio para Noah, sabendo que minhas próximas palavras vão chocá-lo. — Eu o amo. Seus olhos se arregalaram e ele abre a boca para responder, mas não sai nada. Eu aperto sua coxa, e olho para meus pais. Eles ainda não disseram qualquer outra coisa do que a surpresa do início. Papai sempre foi um homem de poucas palavras, então não tenho certeza do que estou esperando, mas qualquer coisa seria melhor para ajudar a controlar a ansiedade que estou sentindo por ter sido honesto. Vejo quando meu pai levanta, e se move em direção a mim. Me levanto e sou puxado para um abraço apertado. — Nada nunca vai mudar o fato de que você é o meu filho mais novo, nem vai mudar o quanto eu amo você. Enquanto você for feliz, então eu também serei. Ele me coloca de lado e olha para Noah que se mantém ao meu lado.


— Bem-vindo à família, filho. — Ele puxa Noah para um abraço. — Eu quero que você sinta que esta é a sua casa, e que você é bem-vindo para ir e vir aqui em casa como o resto da família. Entendeu? Noah engole algumas vezes. — Sim senhor. — Bom... Agora, se vocês me dão licença, eu preciso entrar e conversar com seus irmãos. Eu sorrio, e junto-me a Noah quando sentamos em nossos lugares. Mamãe ainda parece confusa, mas Michael.... Parece pensativo. Olho para o meu irmão, me perguntando o que ele está pensando. Não tenho que esperar muito tempo para saber. — Quero saber o que mamãe pegou vocês fazendo na banheira de hidromassagem. — Ele ri, o que me deixa saber que ele está bem com isso. — Não estava esperando isso hoje. — Mamãe começa. — Mas estou sempre feliz por ver alguém que um dos meus filhos ama juntar-se a família. — Ela se levanta e beija o topo da minha cabeça antes de fazer o mesmo com Noah. — Ambos podem ter certeza que não tenho nenhuma intenção de visitá-los na cabana de forma inesperada, novamente. — Ela diz entrando na casa. — Estou morrendo de vontade de saber sobre a banheira de hidromassagem.


Olho para Michael, que começa a rir. — Tenho certeza que eu posso te mostrar o que eu penso que eles estavam fazendo. — Lily sugere. — Nós podemos deixar Ramon e Noah de babás. — Ele mexe as sobrancelhas para Lily. Ela bate em seu braço. — Vamos juntar-nos ao resto de sua família e alimentar estes dois. — Ela sorri para nós dois. — Estou contente por Ramon, sobre tudo... E bem-vindo a família, Noah. — Obrigado, Lily. — Noah retorna a ela sorrindo. Eu os observo entrar e viro para meu cara. — Estou meio que desiludido. — Franzo a testa antes de deslizar em um sorriso que não posso esconder. Noah ri. — Você teria preferido que eles ficassem irritados, em vez de aceitar? — Não, mas a reação deles me faz pensar por que eu não disse nada antes.... E não me diga “eu te disse isso. ” Ele ri. — Tudo bem.... Mas eu disse. Tento fazer uma careta, mas acabo rindo. — Tenho que dizer, porém, espero que sua mãe não continue indo até a banheira de hidromassagem. — Ela não vai, mas você pode apostar que os meus irmãos irão.


— Eles estão bem mesmo com relação a gente? — Sim. Sei onde ele está indo. Embora, alguns dos meus irmãos me disseram que estavam bem com isso, achei difícil aceitar no começo. — Você está bem? — Ele esfrega meu ombro. — Estou bem, e grato que a minha família aceitou muito melhor do que pensei. Ainda estou esperando que o papai diga que ele estava brincando, ou mamãe nos mande embora. — Encolho os ombros. — No fundo eu sei que meus pais não são assim, mas há ainda uma pequena quantidade de medo. Meus avós ensinaram os dois a acreditar que todos são iguais, e foi assim que eles ensinaram meus irmãos e eu. Apenas me sinto aliviado. Me preocupei por nada. Fico feliz apesar de tudo. — O que você quer fazer agora? — Juntar-me a nossa família lá dentro. Noah levanta e, pegando a minha mão, me puxa. Quando nós dois estamos de pé, ele se aproxima de mim. Nem sequer pestanejei com o pensamento de que alguém poderia nos surpreender. — Você disse que me ama.... Você quis dizer isto? — Eu quis dizer cada palavra. Nosso segredo foi revelado, não precisamos mais nos esconder. Ele se inclina para frente e coloca um beijo provocativo ao longo de meus lábios.


— Eu também te amo. Sempre amei.


Ramon — Porra. — Noah xinga pela terceira vez em poucos minutos. Eu sorrio e me mantenho de costas para ele, assim ele não pode ver a diversão no meu rosto. Ele está tentando apertar a gravata roxa nos últimos cinco minutos com nenhuma sorte. Outra razão para me manter de costas para ele é para que eu não seja tentado a colocar minhas mãos sobre ele. As calças cinza escuras de seu terno matinal cabem-lhe como uma luva, e o tecido acaricia sua bunda como perfeição. Hoje chegou finalmente, o casamento Ruben e Rosie. Eu nunca pensei que a doce Rose domesticaria Ruben, mas eu acho que ela conseguiu. Desde que disse aos meus pais sobre Noah e eu, doze semanas atrás, as coisas têm sido muito perfeitas. Sinto como se minha vida estivesse finalmente se encaixando -


encontros familiares, Noah comigo o tempo todo. Ele se juntou como meus irmãos quando nos dirigimos para o campo de volta na casa dos meus pais para jogarmos rugby ou futebol. Preenche meu coração com orgulho ao vê-lo ser aceito de braços abertos por toda a minha família. Nós tivemos que aturar as ocasionais piadas de Sebastian, mas ele nem liga. Meu único arrependimento é que fora da nossa família, ninguém pode saber sobre nós. Noah permanece em um apartamento do outro lado da rua do local da obra. Eu estou me controlando durante a semana para fazer parecer plausível. A última coisa que precisamos é que a noticia de que ele é meu amante, namorado, ou qualquer outro nome para o que eu sinto por ele, se espalhe. Nós dois estamos começando a ficar frustrados agora. Já faz nove semanas desde que Noah começou a trabalhar na obra, e até agora, nada. Ele fez algumas ligações, mas não conseguiu mais do que isso. Nada importante aconteceu no local no tempo que ele está lá. Receio que seja a calmaria antes da tempestade, porque eu não acredito por um minuto que toda a má sorte parou. Minha única esperança é que os culpados sejam capturados antes que qualquer outra coisa aconteça. Só tenho um mau pressentimento de que algo irá acontecer primeiro. Agitando o stress dos meus ombros para o dia, eu termino

de

arrumar

minha

própria

gravata

antes

de


finalmente me voltar para Noah. Rindo, eu me aproximo dele. Colocando minhas mãos em seus ombros, o puxo para mim. — Você fica bem de roxo. — Comento, tirando suas mãos do caminho. Com algumas reviravoltas das minhas mãos, eu tenho sua gravata apertada. Alisando minhas mãos ao longo de seus braços, eu não consigo parar de tocá-lo. É tão gostoso sob meus dedos e a flexão de seus músculos me diz que ele está gostando de meu toque tanto quanto estou gostando de tocá-lo. Mas não temos tempo. O tempo não é algo que nós temos de sobra, então nós valorizamos o que temos. Fins de semana. Eu suspiro pesadamente, não querendo que meus pensamentos deprimentes sejam percebidos por Noah. Ele está fazendo tudo o que pode pelos meus irmãos e eu, mas não gosto de tê-lo afastado de mim. Parte de mim deseja que os idiotas sejam pegos na obra nos sabotando para que assim esta coisa toda possa acabar, mas eu não vejo isso acontecendo tão cedo. — Hei. — Noah segura meu queixo e me força a encontrar seu olhar. — Por que o suspiro profundo? — Não importa. — Tento me afastar dando um passo para trás, mas ele me segue. — Sim, isso é importante. — Noah se aproxima, as mãos apoiadas em meu quadril quando ele se inclina para me beijar. Ele pretendia um beijo rápido, mas eu tenho outras


ideias e deslizando minhas mãos em seu cabelo, o seguro no lugar conforme minha boca assume o controle. Nossas línguas dançam, nossos dentes colidem.... Não posso chegar perto o suficiente. Meu coração bate na mesma batida frenética que o de Noah, e tudo que quero é estar nu e sentir seu pau duro esfregando contra o meu, sem qualquer roupa entre nós. Sentindo a mão de Noah em mim, gemo quando ele puxa o zíper para baixo e desliza os dedos dentro da abertura. Meu pau dói por ter sua mão enrolada em volta dele, mas.... A merda do alarme no meu celular começa a tocar. Nós dois congelamos. Porra! Noah arrasta um dedo ao longo do meu comprimento antes de fechar o zíper com decepção clara em seu rosto. Não estou me saindo melhor. — Nós devemos nos apressar. — Ele observa, mas não se move. Faço o que queria fazer desde que comecei a me aprontar hoje, e envolvo meus braços ao redor dele. Meu nariz entra em atrito com seu pescoço enquanto eu inalo seu cheiro em meus pulmões. Noah envolve seus braços em volta da minha cintura e, segurando-me firmemente, suspira de prazer. O alarme no meu celular dispara novamente. Beijo Noah no pescoço e relutantemente dou um passo para trás.


— Precisamos sair. — Mesmo que seja o dia do casamento do meu irmão, queria ficar aqui, trancado com Noah. — Deveria ter te escutado ontem à noite em vez de querer provar você. — Comenta Noah com um sorriso sexy. Oh, ele me provou bem, e levou horas para nós dois estarmos prontos o suficiente para dormir, é por isso que não tínhamos dirigido até minha cabana. Teria nos dado mais tempo esta manhã para nos vestir e preparar.... Humm, e outras coisas. — Talvez você se lembre disso da próxima vez. — Sorrio e pego meu paletó do cabide. Meus irmãos e eu fomos pedidos para vestir calça cinza escura e paletó matinal. Os nossos coletes são um cinza ligeiramente pálido, com uma camisa lilás e gravata roxa. Meu coração ficou completo quando Ruben me disse para me certificar que Noah estivesse numa vestimenta igual. Acho que ele ficou emocionado também. Lily, Carla e Sabrina vestiriam vestidos de dama de honra roxos e então é claro que tínhamos que estar combinando. Estou surpreso que elas aceitaram sem ter um alarde sobre isso. Mas Rosie e Ruben estavam convencidos de que eles só queriam a família e amigos muito próximos, então mamãe teve de se contentar com isso. Na verdade, não acho que ela estava muito incomodada.... Ela apenas esta feliz por Ruben se casar. Levou quatro semanas para todas as providências serem tomadas para hoje. Um minuto eles


estavam

felizes

sendo

namorados,

e

em

seguida,

um

casamento estava sendo planejado. Não fui o único a notar a emoção de mamãe. Sem dúvida, ela está pensando que há uma razão para o rápido casamento, como outro grande bebê a caminho. Não tenho tanta certeza, no entanto. Meu irmão está apenas obcecado com Rosie, e seus sentimentos são retornados, dez vezes. Finalmente pronto, pego as chaves do carro na porta e me viro para Noah, o que faz minha respiração ficar presa na garganta. Ele está completamente inconsciente da reação que tenho a ele. Ele é tão bonito que com um olhar, meu pau esta duro e formigando com pré-sêmen, e com um toque eu estou pronto para gozar. Hoje vai ser estressante com todos os familiares ao redor, e Sylvia vai estar lá. Tenho evitado ela desde a conversa em seu quarto, mas eu sei por Ruben que ela foi pega em uma situação comprometedora novamente... nos braços de Eric. Eric não estará aqui hoje porque ele está fora em um trabalho, ele tem sido muito reservado, por isso vamos ver como Sylvia realmente se sente. Também quero dizer a ela sobre Noah antes que alguém faça. Estou surpreso por ela ainda não suspeitar, mas de acordo com meus irmãos, eles não disseram nada. Me sinto culpado por não ser totalmente honesto com ela. Enquanto passo minha mão pelo meu cabelo, que cresceu um pouco desde que o cortei, abro a porta do


apartamento. Observo Noah caminhar através da porta levando nossa mochila para noite, não posso resistir a deslizar a palma da mão sobre seu traseiro. As calças lhe serviram bem. O olhar que ele joga a mim é tão sedutor que faz com que um grunhido saia da minha garganta. Eu quero este homem e, antes do fim do dia, o terei.

Noah A família McKenzie é esmagadora. Pelo menos essa foi a conclusão que cheguei enquanto estou de pé num canto da sala de estar, tentando me esconder. Fui apresentado a todos os McKenzies e foi bastante assustador. Aparentemente, apenas três dos primos McKenzie estão presentes e um deles trouxe sua noiva. Não tenho certeza do que ela disse para Pippa, mas depois de ser apresentada, Pippa estremeceu e se desculpou. Vendo um movimento pelo canto dos meus olhos, sorrio quando Sebastian se move lentamente até mim, parecendo aliviado. — Bruxa má. — Comenta depois de seguir meu olhar. — Ela tem garras, humm?


— Ah sim. Estou feliz por ter uma mulher doce e amorosa. Não tenho certeza se Mateo está satisfeito com ela. — Ele olha em volta e acena em direção ao garçom. — Gostaria de ter comido antes de chegar aqui. Pensei que mamãe organizou um banquete para ser servido antes do casamento. — Ele ri. — É esse. O garçom chega com uma bandeja carregada com canapés. O quintal em volta da casa agora ganhou uma marquise, que será onde iremos comer em algumas horas, bem como dançar. Não danço muito bem, então prefiro desaparecer em algum lugar tranquilo com Ramon. Ficarei feliz se apenas sumirmos por um tempo para um beijo ou mesmo um abraço. Estou desejando seu toque e, por alguma razão, ele esta mantendo distância, agora que estamos com seus pais. Ele quer dizer a Sylvia sobre nós primeiro, mas essa conversa só terá cinco minutos, o fato dele estar quieto está acabando com meus nervos. — Onde está Ramon? — Sebastian pergunta. Tinha me esquecido que ele estava comigo, já que está calmamente comendo os canapés. — Não tenho certeza. — Franzo a testa. — Seu pai o levou embora não muito depois que chegamos e não o vi desde então. — Oh! — Ele sorri em torno de um pastel. — Papai vai tê-lo ajudando a definir alguma coisa. Estou de olho nele


agora e sempre me escondo. Você vai pegar o jeito. — Ele me bate nas costas. Mudando de assunto, pergunto: — Ramon nunca mencionou primos até recentemente. O que há com isso? Um olhar sério cruza seu rosto. — Meu pai teve uma briga com o pai deles após a mãe deles morrer; ela era irmã de meu pai. Nunca vi meu pai tão irritado, e não acho que o vi assim desde então. Nós costumávamos sair muito quando crianças, e acho que por causa do seu afastamento, todos nós sofremos. Lucien manteve contato com Dante, e por meio dele, Eric veio para Lexington. Nossos pais ainda não estão se falando, mas estou feliz por Ruben convidar nossos primos para o casamento. Eric, Diego, Aiden e Kasey não puderam vir, mas estou feliz que os outros fizeram o esforço. Carla e eu só tínhamos um ao outro antes dos McKenzies entrarem em cena, então estar próximo a uma grande família me deixa nervoso. Carla parece ter se adaptado bem, e Sebastian conquistou minha irmã. Ainda bem, ela precisa de amor e uma família e estou feliz que ela encontrou algo. Também estou contente que esteja me tornando parte dela também. Senti falta dela quando saí. Não é como se a visse muitas vezes antes, mas sabendo que não podia

simplesmente

sair

e

visitá-la

no

Canadá

me

machucava. O fato de ter ido embora me mostrou o quanto valorizo chamá-la de família, e Ramon de lar.


Desde que o conheci, ele tem sido meu lar, é por isso que estou começando a odiar sair da cama todos os dias para trabalhar na obra. Sempre trabalhei com construção, que foi como eu conheci Ramon quando estava no Canadá. Mas não ser capaz de estar com o homem com quem quero estar todos os dias, está começando a mexer com a minha concentração. Estive fora por muito tempo para ficar longe agora, e não sei o que vou fazer sobre isso, porque não posso continuar do jeito que estou. Como se tivesse um sexto sentido de que Ramon está preocupado, viro e o vejo vindo em minha direção. Nossos olhos se encontram e é como se não houvesse ninguém mais na sala. Ouvindo uma garganta sendo arranhada, mantenho meus olhos sobre Ramon e digo: — Vá encontrar a minha irmã. — A Sebastian. Ele ri. — É o que você deseja. — Você não tem algo melhor para fazer? — Ramon resmunga para Sebastian. Ele ruge de tanto rir. — Noah disse algo parecido. — Ele nos dá um tapinha nas costas. — Basta lembrar que há uma sala cheia de convidados, mesmo que sejam da família. — Sebastian caminha em direção a Dante, o padre. — Desculpe ter demorado tanto. — Ele dá de ombros. – Meu pai pode ser um pé no saco quando temos grandes


festas. Ele tem uma equipe aqui para cuidar de tudo, mas ainda tem que verificar tudo. — Igual alguém que conheço. Ramon parece com seu pai mais do que ele imagina. — Você conheceu todos, certo? — Conheci. — Bom, muito bom. — Ramon está nervoso comigo, o que é novidade. — Qual o problema? Ramon não encontra meu olhar enquanto observa a sala. Dou um passo mais próximo e vejo como seus olhos se arregalam de surpresa. — Porra! Sylvia estava lá fora e queria saber por que eu não trouxe uma acompanhante. Eu lhe disse que trouxe e iria apresentá-la mais tarde. — Ele puxa seu cabelo, que começou a crescer de novo, graças a Deus. — Não vejo qual o problema. Pensei que ela estivesse com Eric. — Estou confuso. Seriamente não vejo um problema com o que ele está dizendo. — Ela está, mas odeio que tenho que dizer sobre nós a todo mundo. Por que não podemos apenas ficar juntos e acabar logo com isso? Por que tem que importar o que os outros acham mesmo quando estamos felizes?


— Você andou pensando no assunto. Ouço o que está dizendo e concordo. Se as pessoas que perguntam não significam algo para você, então, suponho que não ligue para isso, mas já que eles são família e amigos próximos, você precisa fazer isso. Gostaria de poder ajudar, mas estou certamente disposto a estar com você enquanto você faz isso. Ele sorri e começa a relaxar. — Merda, não percebi o quão estressado estou. — Sente-se melhor agora? — Arqueio uma sobrancelha. — Por enquanto, estou. — Ele olha em volta mais uma vez. — Você falou com Mateo e Caprice? — Na verdade não. — Pego um copo de vinho do garçom passando e tomo um longo gole, que prolongo quando vejo a necessidade intensa no rosto de Ramon. — E você? Ele limpa a garganta. — Isso foi injusto.... E não. Ela tentou flertar com Sebastian quando chegou. — Ele ri. – Sebastian não poderia fugir rápido o suficiente. Ele está mantendo distância. — Realmente não sei por que ele está com ela. — Comento. — O casamento foi adiado, quem sabe talvez Mateo esteja pensando melhor. — Ramon dá de ombros. — De qualquer forma, o casamento deve começar em breve. — Ele ri. — Ruben está quase surtando. — Ruben não parece ser do tipo nervoso.


— Oh, ele está nervoso sim. Rosie é a única que consegue esta reação dele. Com

toda

diversão

deixando

seu

rosto,

Ramon

acrescenta. — Ele a ama, e ela o ama. Isso é tudo o que importa para ele. Ramon está me dizendo que ele me ama e isso é tudo o que importa? Agindo por instinto, e rapidamente certifico-me de que não estamos sendo observados, seguro seu colete e o puxo mais perto para que possa sussurrar em seu ouvido: — Não sei exatamente o que você está dizendo, mas você é meu, e tem sido desde que nos conhecemos. Endireitando-me, me afasto para me refrescar. Estar perto dele e inalando seu cheiro.... E toda a situação em que me encontro com Ramon está começando a me excitar, mais do que imaginei.


Ramon Casamentos,

quando

envolvem um dos meus irmãos, sempre me emocionam. Observando meu irmão Ruben agora, me faz lutar para segurar minha emoção. Os convidados, quando a música nupcial começa, viram para o fundo da sala para ver a noiva brilhando em toda sua elegância nupcial. Eu não. Eu observo o rosto do meu irmão quando ele tem um vislumbre da mulher que ama. Fiz isso com Michael, Sebastian, Lucien e hoje, com Ruben. Vejo como Ruben controla suas emoções enquanto ele vê Rosie andando até ele e, em seguida, ela está na minha linha de visão e ela está de tirar o fôlego. Enxugando uma lágrima perdida, rapidamente pisco para evitar que as outras caiam. Noah cutuca meu quadril, me oferecendo sua mão. Sem qualquer hesitação, entrelaço meus dedos com os seus e seguro firme. Quando Rosie está em pé ao lado de Ruben, seus olhos brilhando com amor, realmente olho para o vestido, que foi feito às pressas para terminar em tempo. Ela está linda. O


corpete de seu vestido é como um espartilho no mesmo tom de roxo de nossas gravatas com pequenas flores cremes e douradas por toda parte. A saia de chiffon é dourada e flutua em torno de suas pernas. Rosie não queria fazer o tradicional vestido branco, e vendo-a no vestido que ela escolheu, fico feliz. Com Dante acolhendo todos aqui hoje, deixo minha mente vagar. Imagino que somos Noah e eu nos casando. Sorrio com o pensamento. Realmente quero isso e não tinha ideia de que queria um casamento e toda a troca de alianças até hoje. Isso meio que surgiu na minha cabeça enquanto estava observando Ruben confuso e preocupado com Rosie. O pensamento fez meu coração doer. Nunca antes pensei em casamento. Pensava que era algo somente para meus irmãos. Mas não mais. É algo que eu quero, eventualmente. O casamento gay no estado de Kentucky ainda é ilegal, então teríamos que ir para fora do estado.... Mas valeria a pena todo o incômodo no final. Nós poderíamos ir para Nova Iorque. A empresa mantém um apartamento lá e ele está registrado em todos os nossos nomes. Lanço um olhar para Noah pelo canto do olho e decido que a partir de hoje, já não vou me preocupar com o que alguém pense sobre nós. Nós ainda temos que ter cuidado na obra até que toda essa bagunça

esteja

em

ordem,

mas

depois

de

hoje,

não

esconderei mais. Noah puxa minha mão, o que faz minha cabeça virar e encontrar seu olhar, humorado.


— Não posso acreditar que você se distraiu no meio do casamento do seu irmão. — Ele sussurra rindo. Coro porque, sim me distraí. Ao termino da cerimônia, os convidados observam Dante dizer: — Gostaria de apresentá-los ao Sr. e Sra. Ruben McKenzie. Aplaudindo

e

assobiando

junto

com

metade

dos

convidados, rio e sinto como se um enorme peso fosse tirado dos meus ombros. Apertando os ombros de Noah, recorro a todo meu autocontrole para não me inclinar para a frente e selar seus lábios com os meus. Depois de hoje! Uma vez que meus irmãos levaram suas esposas do altar improvisado, eu os sigo sentindo Noah contra minhas costas. Ele se aproxima e minha cabeça gira. Querendo pressionar minha bunda contra ele, dou passo para o lado e choco-me contra Sylvia na minha pressa em não seguir de acordo com a minha carência. — Uau! — Meus olhos se arregalam quando realmente olho para ela. — Você está linda, Sylvia. Ela me oferece um sorriso suave. — Obrigada, Ramon. Você está bonito. Roxo combina com você. Eu sorrio. — Ora, muito obrigado, minha senhora.


Ela ri e se aproxima de mim. — Eu sinto sua falta. Meu coração afunda. Disse que não queria perdê-la como amiga, e o que foi que eu fiz? A ignorei por semanas. Tomando-a pelo cotovelo, sugiro. — Vamos conversar. Acho que nós temos cinco minutos antes que precise tirar fotografias. — Tudo bem. Nós caminhamos através da minha família, mas não antes de ver a diversão no rosto de Mateo. Ele acha que estou tentando desaparecer com Sylvia com segundas intenções. Ele não podia estar mais errado. Quanto antes disser a Sylvia, mais cedo não tenho que esconder. Chegando a um canto mais isolado, nós não estamos exatamente em uma área privada, mas vai ter de servir. — Ramon. — Sylvia. Nós rimos quando nós tentamos falar ao mesmo tempo. Preciso falar primeiro, e por isso que estou preocupado quanto ao que ela vai dizer em seguida. — Eu sou gay. — Eu digo para o choque de Sylvia. — Você é? Nossa.... Quero dizer.... Apenas nossa. — Ela ri. — Nunca imaginei isso. — Ela inclina a cabeça para um lado. — Mas, acho que deveria ter imaginado. Quer dizer, isso explica muito para mim. Como você sabe, já deixei claro em


algumas ocasiões que não teria lhe impedido se você quisesse me levar para a cama. Mas você nunca aceitou essa oferta.... Acho, eu deveria estar feliz que você não me quer, porque você é gay e não porque você não me queria. —

Eu

sinto

muito,

Sylvia.

Deveria

ter

sido

completamente honesto com você, desde o inicio. Não tem sido fácil, mas estou chegando lá. — Sim você deveria. É por isso que você esteve me evitando? Porque você não sabia como me dizer? — Sylvia começa a mastigar a parte inferior do seu lábio e posso dizer que é nervosismo. — Não sabia o que dizer a você. Eu menti por omissão para você o tempo todo e isso me fez sentir desconfortável. Ela envolve seus braços em volta da minha cintura e repousa a cabeça no meu peito. Devolvo seu abraço e descanso meu queixo no topo de sua cabeça. — Obrigada por me dizer agora. – Ela faz uma pausa. — Então, está tudo bem se eu admitir que eu não posso tirar o seu primo da minha cabeça? Suspirando, deixo um beijo no topo de sua cabeça e a seguro afastada para que possa ver o rosto dela. — Sylvia, gostaria que você encontrasse um cara doce, em vez de cara um duro como meu primo. Ela cora. — Ninguém nunca me fez sentir do jeito que ele faz. Eu sorrio.


Sylvia me dá um empurrão. — Pare de ser um idiota. — Ela ri. Eu envolvo meu braço em volta de seu pescoço e a guio de volta até o resto da minha família e amigos. — Se você realmente gosta de Eric, quando ele reaparecer, terei certeza de elogiá-la. — Certifique-se de fazer isso. — Ela me cutuca nas costelas com o cotovelo enquanto nos separamos. – Vamos dizer olá a mulher de Hunter, Gia. Ela não conhece nenhum de nós. Eu franzo a testa. Não tinha ideia de que Hunter estava aqui. — Quando ele chegou? — Pergunto, seguindo o olhar de Sylvia. — Pouco antes de todos estarem sentados. Eles pegaram trânsito devido a um acidente, felizmente conseguiram chegar a tempo. — Tudo bem, vamos lá. Já faz um tempo desde que vi ou ouvi sobre Hunter. Ele saiu depois de ajudar Rosie e Ruben. Eu passei algumas noites bebendo com ele ao longo de uma mesa de bilhar no Kenza quando estava por perto. Nunca me senti atraído por ele. Apenas, era bom sair com alguém, que descobriu minha preferência sexual quase imediatamente.... E depois aceitou-a completamente. Nunca houve qualquer julgamento.


Avistando-me, Hunter sorri, e estende sua mão, que tomo e encontro-me sendo puxado contra ele em um abraço. — É bom ver você de novo, Ramon. — Me dá um tapa nas costas e puxando para trás, sorri para a mulher ao seu lado. Envolvendo o braço em volta dos ombros dela, ele a apresenta.

Gostaria

que você conhecesse a

minha

namorada, Gia. — Ele a mantém ao seu lado. Eu sorrio. — É um prazer conhecer você, Gia. Espero que você não se sinta muito sobrecarregada com toda minha família ao redor. É cansativo, às vezes. — De modo nenhum. Foi um belo casamento, e sua mãe é encantadora. Eu jogo a cabeça para trás e gargalho. Encantadora é uma maneira de descrever minha mãe intrometida. — Ela é isso. Pego Sylvia franzindo a testa, o que me lembra que ela está comigo. — Hum, me desculpe. — Envolvo meu braço em torno dos ombros dela. — Você conheceu Sylvia, certo? — Sim. Ela muito gentilmente mostrou-nos a marquise do casamento. — Gia esclarece. Hunter olha entre nós, e posso ver sua confusão com o meu

braço

em

torno

de

reivindicando-a como minha.

Sylvia,

como

se

estivesse


— Ramon, você tem um minuto? – Dante interrompe, e depois das apresentações, eu me afasto com ele. — O que há de errado? — Questiono rapidamente, quando estamos fora do alcance da voz. — Estava andando, e você parecia desconfortável. Além disso, Noah estava observando você e parecia chateado.... E.— Ele suspira — Minha irmã, Emelia, é..... Irritante. Rindo, o provoco. — Ainda bem que só tenho irmãos. Todos esses caras atrás da minha irmã me deixariam de cabelos grisalhos. — Eu me arrepio. — Isso não é engraçado. — Ele murmura sob sua respiração. — Ela não namora. — Humm. — Paro e viro para olhar sua irmã que, no momento, está bebendo outra taça de champanhe. — Ela é bonita. Não há nenhuma maneira que ela não namore. — Ela não namora. – Deixa para lá. Chocado pela certeza em sua voz, lanço um olhar surpreso em sua direção. Ele passa as mãos pelo cabelo e estremece. — Desculpa. Ela é um ponto sensível comigo agora. Vamos mudar de assunto. — Se devemos. Ele sorri.


— Oh, nós devemos.... Noah? — Arqueando uma sobrancelha, ele espera por minha explicação, mas o que digo quando é óbvio que ele já sabe de tudo? Portanto, a verdade, então? — Você adivinhou certo. — Eu sorrio. — Ele é irmão de Carla. — Então você me disse isso quando me apresentou. — Seus olhos estão cheios de diversão. — Idiota. — Murmuro. — Ramon, é comigo que você está falando. Você seriamente acha que me importo? — Você pode ser da família, mas você é padre. Não acho que a igreja aprove isso. De repente, Dante parece doente. Sua pele empalidece e a dor que vejo em seus olhos me faz me aproximar dele. Alcanço e agarro o braço dele. — O que está errado? E não me diga nada. — Contanto que você esteja feliz, isso é tudo o que importa. Dante se recupera, mas há algo errado. Não o vi muitas vezes ao longo dos anos, mas ele está agindo de forma estranha. — Se você precisar conversar, sou um bom ouvinte. — Ofereço. Com um sorriso irônico, ele responde.


— Eu estou bem. — Ele olha para sua irmã e franze a testa quando a encontra em uma animada conversa com um dos garçons do sexo masculino. — Nem tudo é o que parece. — Acrescenta. — Até logo. Dante vai me deixar irritado até descobrir o que está acontecendo com ele. Eu odeio que haja algo de errado, mas não saiba exatamente o que. Mas vou ter que esperar. Preciso falar com Noah primeiro.

Noah Observando Ramon vindo em minha direção, meu coração começa a acelerar. Seu cabelo escuro está arrepiado pela leve brisa e ele provavelmente estava passando seus dedos por ele. Estou tão feliz que ele está deixando-o crescer de novo. Mas quando ele está a mais ou menos um metro e meio de mim, seu pai arrasta-o para longe. Se eu não o conhecesse, acharia que seu pai estava tentando manter-nos afastados hoje. Mas eu o conheço e seu pai parece muito estressado até mesmo para pensar no relacionamento de seu filho comigo. Eu só queria que Elias esperasse até que realmente tivesse falado com Ramon, ou até mesmo trocado uma carícia


de nossas mãos. Apenas um toque para ter certeza de que Ramon está aqui comigo de verdade. Não sou um cara carente, mas com Ramon, preciso de seu toque tranquilizante enquanto estamos assim entre tantos membros de sua família e amigos íntimos. Se não estivéssemos tentando resolver os problemas na obra, e com Ramon dizendo ao resto de sua família sobre nós, não me sentiria tão inseguro. Afastando os pensamentos maçantes da minha cabeça por agora, forço um sorriso no meu rosto. A última coisa que quero é que Pippa me pegue franzindo a testa. Ela vai chegar em mim tão rapidamente que ficarei sem fôlego e ela vai querer saber o que Ramon fez. Sorrio naturalmente com esse pensamento. Ela o culpa por todas as caretas, risadas ou sorrisos que ela já viu em meu rosto. — Você não gosta de casamentos? Me viro e escondo minha preocupação vendo uma Lily muito grávida atrás de mim. — Eu adoro casamentos.... Você não deveria estar sentada em algum lugar? — Oh! Puff. Já me sentei o suficiente para durar uma vida. — Ela sorri com carinho.

— Eu amo Michael

completamente, mas ele não me deixa em paz. Sei que ele está apenas pensando em mim, mas preciso caminhar de vez em quando.... Então, você quer me dizer por que você e Ramon ficaram distantes o dia todo? — Você vai ter que perguntar isso a Ramon.


— Ah. — Lily se aproxima e envolve seu braço ao redor do meu. — Caminhe comigo até a marquise. — Sutil. — Comento com diversão. — Sabia que você ia ver isso do meu ponto de vista. — Ela sorri. — Eu acho que ele está nervoso por estar em torno de tantos familiares, mas ele sempre parece tão confiante então não tenho certeza do que está acontecendo hoje. Somente não se preocupe demais. Qualquer um pode ver que ele só tem olhos para você. — Mesmo quando ele está abraçando Sylvia?

Pergunto, deixando a amargura sair. Lily faz uma carranca. — Eu perdi isso.... Verdade? — Sim. — Olho para longe, não realmente vendo muita coisa. — Já terminaram as fotografias? — Mudo de assunto. — Quase. Nós vamos tirar um retrato de família antes de ir para a marquise, por esse motivo você está me acompanhando até lá. — Ah. — Oh Deus. Salve-me. — Lily sussurra enquanto Mateo e Caprice nos interceptam. — Michael estava procurando por você um minuto atrás. — Mateo informa a Lily. Lily ri.


— Ele vai me encontrar em breve. Não sou exatamente fácil de se perder esses dias. — Ela aponta para sua barriga, inchada com a gravidez. Mateo oferece-lhe um sorriso suave. — Para quando é esperado o pequeno McKenzie? — Daqui a três semanas. O mesmo que Sabrina, alguns dias antes ou depois. — Você não deveria estar no hospital ou algo assim? Quero dizer, você está enorme! — Caprice estende seus braços para fora na frente dela. Olho para Lily, que parece surpresa com o insulto. É claro que não houve uma suave provocação ou verdadeira preocupação nas palavras de Caprice. Mateo assobia entre os dentes. — Por favor desculpe a minha noiva, ela não pensa às vezes. Lily oferece um sorriso tenso. — Certamente. E se vocês me dão licença, estou vendo Michael.

Ela

se

estica

e

beija

minha

bochecha,

sussurrando. — Boa sorte. Lily é uma mulher bonita e naturalmente com a sua gravidez, até mais. — Oh, vejam.... A selvagem. – Caprice olha atrás de mim. Virando-me, vejo Emelia, a irmã de Mateo, se aproximar.


— Se você não pode dizer qualquer coisa agradável, então, mantenha sua boca fechada. — Mateo sibila entre os dentes. Obviamente, há problemas fervilhando entre os dois. — Oi, Noah, Mateo. — Ela ignora Caprice. — Emelia, você está se divertindo? — Sorrio e ofereçolhe o meu braço. Emelia é uma bela jovem, que parece estar irritada com seu irmão, Dante. Os olhares que ela continua enviando em sua direção não passaram despercebidos por mim, ou por ele. Pelo que disse Ramon, seu irmão gêmeo, Diego é um bombeiro em Nova York e não pode tirar folga para vir ao casamento. Nem seu outro irmão, Aiden, que está em algum lugar na Europa em um circuito de corrida. Esse lado da família é desportista como Mateo, que é um grande receptor do Dallas Cowboys, e Kasey, que é um atacante do New York Rangers. — Estou me divertindo muito, obrigada, Noah. — Seus olhos se estreitam quando ela olha para a noiva de seu irmão antes de encarar Mateo. — Esperam você e Noah para tirar uma foto. — E quanto a mim? — Caprice pergunta, obviamente, não querendo ser deixada de fora. — A menos que você mudou de sexo e tenha um pau, você não é esperada. — Emilia sem rodeios ressalta. Ela sorri. — É a noiva e o noivo com todos os homens. Ela me dá uma piscadela antes de sair tão rapidamente quanto ela chegou.


Limpando o riso de minha garganta antes que ele exploda, olho para Mateo e fico satisfeito de ver que ele achou sua irmã divertida também. — Vamos? — Eu não demoro. — Mateo se desembaraça de uma Caprice descontente e, sem olhar para ela, vai embora. Caminho ao lado dele e o ouço soltar um suspiro suave. — Exaustivo. — Comento. Ele faz uma pausa. — Sim. Essa única palavra diz tudo para mim. A breve conversa que tive com ele na chegada, e ouvir sobre ele, me faz esperar que ele se livre dela logo antes que ela realmente o drene. Caprice é uma mulher atraente, corpo esbelto, a pele perfeitamente

lisa

e

seus

recursos

perfeitamente

proporcionais, mas ela tem a boca de uma víbora. E ela parece ter sempre o que dizer. Eu não vejo por que ela tem essa atitude quando nunca conheceu qualquer um de nós antes. Certamente ela gostaria de ser a noiva amorosa, para que todos a aceitassem. Não provável embora! Pelo menos os meus problemas não envolvem uma mulher. No minuto em que Mateo e eu chegamos, o fotógrafo nos dirige ao grupo que já se encontra posicionado. Não tenho certeza de onde eu deva ficar embora. Não vejo Ramon e, embora eu esteja com Ramon, e minha irmã é


uma McKenzie, não tenho nenhuma relação. Isso levanta a questão de saber se deveria estar nela. Sentindo-me empurrado para frente, imediatamente vejo que Ramon foi o propulsor. — Você está comigo. — Ele diz, não pergunta, e acho que gostei. Ele não está totalmente me assumindo em público, mas está mostrando que me considera parte de sua família. Ramon, obviamente, não se importa com o que as pessoas possam falar, embora apenas algumas pessoas ao redor não sabem sobre nós. Mas que merda! É bom ter sua mão firmemente envolvida em torno de meu braço para me manter com ele. — Eu gostaria que meu pai deixasse todo mundo trabalhar como eles deveriam estar fazendo. — Ramon geme. — Ele não consegue aceitar outra pessoa fazendo algo em sua terra sem estar envolvido. — Seu pai não é alguém para sentar e relaxar. Você sabe disso. — Sim, mas fica chato quando ele me arrasta com ele toda vez que estou tentando chegar a você. — Ele olha para mim antes de desviar o olhar de novo. — Se eu não o conhecesse, eu diria que ele está tentando manter-nos afastados, mas meu pai não é assim. De jeito nenhum ele está fazendo isso, após o que ele disse quando lhes contei


sobre nós. — Ele suspira e olha na direção onde seu pai esta de pé. — Eu não sei por que, mas ele só é assim. Ramon balança a cabeça e sorri quando ele se vira para mim. — Estou com você agora. — Ele sussurra em meu ouvido, o que envia fragmentos de prazer pela minha espinha. — Vamos ficar aqui em cima. — Ele indica a mureta. — Antes que minha mãe comece a gritar ordens. Em cima do muro com os outros, observo Ramon subir, o que me deixa excitado, querendo ver mais, querendo tocar o que é meu, porque isso é o que ele é. Ele é meu e eu sou dele. Só queria que estarmos juntos não fosse tão complicado. Ramon estabiliza-se e olha para trás para mim. O fogo em seus olhos quase me faz cair do muro, de cara no chão. Limpando a garganta, Ruben olha para nós, sorrindo. — Vocês dois estão prontos? Rio quando Ramon lhe mostra o dedo. O amor fraternal no seu melhor! Endireitando-nos, nós dois vemos o fotógrafo continuar com o seu trabalho. Quanto antes ele acabar, mais cedo eu posso arrastar Ramon em algum lugar, mesmo que seja apenas para um rápido beijo. Do jeito que o fotógrafo nos posicionou, tenho certeza que ele vai produzir uma lembrança surpreendente. Há Lucien, Michael e seu pai, Elias, Sebastian, Ramon e eu com nossas pernas direita sobre o muro recentemente pintado de


branco, com a noiva e o noivo na nossa frente. Algumas fotos depois, o fotógrafo indica para Emelia, Dante e Mateo se juntarem a nós. Depois de mais alguns minutos, nós somos convidados a permanecer onde estamos enquanto Pippa, Lily, Sabrina e Carla se juntam ao grupo. Com algum rearranjo, mais fotos são tomadas. Eu nunca gostei de sair em fotografia; sempre fugi disso, mas agora percebo o quanto essas fotografias vão significar para Ruben e Rosie nos próximos anos. Seria bom ter algo assim para olhar e recordar com Ramon. Concentrando-me agudamente em Ramon como sua mão na minha coxa, eu levanto uma sobrancelha em questionamento. — Eu. Você. Celeiro. Agora. Antes que eu tenha tempo para responder, ele salta da mureta e evita seu pai enquanto ele sai correndo. Salto e vejo o olhar de Carla. Está cheio de diversão enquanto ela me observa. Movendo-me em direção a ela, a arranco fora do abraço de Sebastian e a envolvo em meus braços. — Eu te amo, mana. — Eu beijo o topo de sua cabeça e encontro seu olhar. — Também te amo. — Seus olhos se enchem de lágrimas não derramadas, que enxugo com meu polegar.


— Estou aqui para ficar. Pare de se preocupar. — Beijo sua testa e sorrio para Sebastian sobre o topo de sua cabeça. Ele está ansioso para colocar as mãos em sua esposa. Se não estivesse tão interessado em chegar a Ramon, a seguraria mais tempo para brincar com meu cunhado. Mas meu homem está esperando. — Tenho um lugar para ir. — Então, eu ouvi. — Ela sorri. Sorrio e, passando-a de volta a seu marido, ignoro as risadinhas vindas dos dois conforme ando em direção ao celeiro.


Ramon Andando

para

trás

e

para frente no celeiro, meu corpo esta cheio de frustração após o dia que estou tendo. Em cada lugar, alguém está me puxando em uma direção diferente. Por um tempo isso foi assim por ser o mais jovem e sem um parceiro. Mas agora tenho alguém, Noah, e não importa o quão quanto ame minha família, eles vão ter de aceitar. Até meu pai parece estranho com meu relacionamento, então se ele me quiser aqui na família, ele vai ter que superar qualquer que seja seu problema. Ouvindo passos, volto-me para a porta e sinto um enorme peso saindo dos meus ombros quando Noah entra. Pego sua mão e puxo-o para trás, até o pequeno escritório. Não quero que alguém nos pegue porque estamos prestes a ficar sujos, embora suspeite que não vai durar muito tempo. Meu pau esteve sensível todo dia com Noah tão bonito em seu terno, mas na verdade, foi o ajuste da sua calça que me deixou assim. Ele tem uma bunda poderosa.


Batendo a porta do escritório fechada, pressiono Noah agressivamente contra a porta. Meus dedos imediatamente desabotoam o colete e com um movimento rápido, eu tenho seu terno fora e jogado sobre a mesa. A meros centímetros de sua boca, eu admito: — Queria minhas mãos em você durante todo o dia.... Não posso esperar mais. — Minhas mãos apertam os lados da sua cabeça, e antes que ele possa tomar a sua próxima respiração, minha boca está na dele. O gemido de Noah fica preso entre nós enquanto nossas línguas se tocam e lutam para assumir o controle do beijo. A paixão com Noah é como nada que já experimentei antes. Como um fogo que nos consome antes de mudar para um calor líquido que é tão completo quanto reconfortante. Nossa fome não conhece limites quando nossas bocas se trancam em conjunto; nossas línguas se entrelaçam e os nossos dentes batem juntos. As mãos de Noah apertam minha bunda antes dele me puxar encostado a ele. Ambos os nossos paus estão duros conforme eles esfregam juntos.... Mas há muito tecido entre nós. Afastando minha boca.... Inspiro e recupero o fôlego quando a mão de Noah desliza para frente da minha calça e desliza o zíper para baixo, seguindo do estalo do botão. Seus dedos procuram e encontram. Ele os envolve em torno de minha palpitante ereção e em seguida, Noah empurra minha calça e cueca para baixo pelo meu quadril.


Meus olhos reviram de prazer enquanto acaricia seu polegar sobre a cabeça abaulada, esfregando o dedo ao longo da fenda onde mais arrepios e pré-sêmen são lançados pela excitação. — Será que Sylvia faz você se sentir assim? Leva-me um minuto para meu cérebro cheio de luxúria registrar suas palavras, e quando registro, respondo: — Porra, não. De onde veio isso? — Acho que sei, mas preciso que ele me diga. Não querendo ter essa conversa com sua mão no meu pau, eu a afasto. Puxando minha cueca e calça para cima, minha frustração clara no meu rosto. Por que ele tem que começar com isso agora, quando sei muito bem que ele estava tão envolvido no que estávamos fazendo como eu estava? Isso é chato para caralho. — Não vá ficar na defensiva. Te vi com ela. — Ele segura as mãos para cima quando tento interromper. — Eu sei que você foi falar com ela, mas você continuou colocando suas mãos sobre ela. Ele está com ciúmes! Sorrindo, me aproximo e bato os meus lábios para baixo nos seus. O pego desprevenido, o que não dura muito tempo. Seu punho cerra na parte de trás do meu cabelo quando ele puxa minha cabeça para trás, quebrando o beijo. — Você não respondeu. — Ele rosna, sua respiração irregular.


— Você está com ciúmes. — Responda, Ramon. — Nós realmente temos que fazer isso agora, quando nós dois estamos duros desse jeito? — Eu o empurro para longe de mim e puxo meu cabelo em frustração. — Tudo bem, você quer saber do que estou com ciúmes? Então vou te dizer. — Ele está ficando com raiva agora. — Estou chateado que você toque Sylvia assim abertamente quando você não me toca. Estou irritado que você passou a maior parte do tempo hoje com os outros, em vez de comigo, seu

acompanhante.

Estou

irritado

que

ainda

estou

trabalhando em sua obra sem um fim previsto, e que tenho que ficar longe de você durante a semana.... Caralho! — Ele vira e senta na cadeira quando sua cabeça cai como quem tem muito em seus ombros para segurar. Não tenho certeza se meu toque irá irritá-lo novamente, ou acalmá-lo, eu avanço. Quando estou em pé de igual para igual com ele, enfio meus dedos em seus cabelos e avanço até sua nuca ligeiramente magra. Sua testa cai em meu peito enquanto continuo a acariciar sua nuca. Descansando meu queixo no topo de sua cabeça, eu admito: — Disse a Sylvia que sou gay e estou com você. Realmente a considero uma amiga, mas apenas uma amiga. Tive um interesse por ela quando nos conhecemos, mas que fracassou antes mesmo de começar. Quanto a tocá-la, nunca pensei nisso e sinto muito. — Beijo sua cabeça inclinada


novamente, e sorrio suavemente em seu cabelo quando sinto seus braços se moverem em volta da minha cintura para me abraçar. — Essa coisa toda com o canteiro de obras, e nós termos

que

viver

separados

durante

a

semana

está

começando a me irritar também. Quero acabar com isso. Quero ser capaz de vir para casa do trabalho todas as noites e relaxar com você. Noah inclina a cabeça até encontrar o meu olhar. —

Quero

tanto

isso,

e

sinto

muito

que

estou

descarregando toda a minha frustração em você. É apenas que hoje, o casamento. Comprometendo-se a passar sua vida juntos quando nossa vida está tão indefinida no momento. Inclinando-me, coloco um beijo carinhoso em seus lábios. Nós dois suspiramos de prazer no deslizar suave de nossas bocas em um sussurro dos lábios. — E também sinto muito por não o reivindicar como meu namorado na frente dos convidados do casamento. Nunca estive nesta situação antes. É tudo novo. — Ofereço um sorriso irônico. — Só porque não estava segurando a sua mão, ou roubando beijos secretos, não significa que você não esteve nos meus pensamentos durante todo o dia. Só para você saber. Noah se levanta e desliza contra mim quando me recuso a ceder e dar-lhe espaço. — Estive pensando em você também. — Ele começa a corar, o que faz com que a minha sobrancelha arqueie em questionamento. — Deveria estar me sentindo seguro com


você como eu era antes, mas estou querendo muito mais com você agora do que aquilo que sempre pensei no passado. Isso me assusta muito, e com você mantendo distância, estou no limite. É como se estivesse esperando que algo grande acontecesse que vai fazer você se afastar de mim sem nunca olhar para trás. Engulo o nó na garganta. Noah e eu precisamos conversar com mais frequência porque não tinha ideia de que ele estava carregando tanta preocupação. Sei que tenho que compartilhar também, mas a confissão de Noah machuca meu coração. — Noah, quando você me deixou foi como se meu coração tivesse sido arrancado. Nunca mais quero sentir aquilo novamente, então você pode esquecer qualquer ideia sobre me afastar de você de sua cabeça.... Isso não vai acontecer. Isso eu prometo. — Faço uma pausa e, então pergunto: — Você pode me prometer que você nunca me abandonará de novo? — Eu prometi. Isso não vai acontecer. — Ele concorda inflexivelmente. Eu beijo sua testa e sorrio quando ele espalha mais suas coxas; me puxa mais perto para um contato mais íntimo. —

Só mais

uma

coisa,

me

um

tempo com

demonstrações públicas de afeto. Você sabe que não tenho problema com isso quando somos só nós, meus pais e meus irmãos; são os outros. Sou tão acostumado a esconder que


nem sequer percebo quando estou fazendo isso. — Ofereçolhe um sorriso irônico. — Mas quando as coisas na obra forem esclarecidas, você será reivindicado. Ele agarra minha bunda e arrasta seu rosto em minha barriga, fazendo com que meu sangue engrosse com o desejo. — Levante sua camisa. Não espero dizer duas vezes. Meu estômago treme quando a língua de Noah lambe ao redor do meu umbigo antes de mergulhar dentro.

A

protuberância atrás do meu zíper parece como se tivesse lhe dado um soco através do tecido. Soltando o domínio que tenho na cabeça de Noah, deslizo minha mão entre nós e abro minha calça antes de empurrá-la para baixo. O présêmen vazando do meu pau irá mostrar através do material se eu não for cuidadoso. — Alguém está animado. — Observa Noah. Rio, não tendo nenhum constrangimento. — Estou sempre animado quando estou com você. Noah acaricia minha bunda enquanto continua a volta ao redor do meu umbigo. Meu pau cutuca sob seu queixo, fazendo com que prazer ondule através de mim. Meu quadril tem vontade própria e começam a se mover. A sensação dos dedos de Noah procurando ao longo do meu vinco, e sua língua se movendo muito lentamente no meu corpo, me faz jogar minha cabeça para trás no incontrolável desejo. — Adoro ter você sob meu domínio.


Grunho em resposta, porque a língua de Noah começa a fazer cócegas na minha saída, deixando-me sem palavras, e com um pau que está tão duro, tenho medo que vá explodir se não obter alívio imediato. — Me chupa. — Imploro enquanto sua língua alisa lentamente até meu comprimento girando em torno da cabeça abaulada. Rindo, de repente ele me leva em sua quente boca molhada. — Porra. — Eu assobio. Meu quadril se move quando ondulações de prazer correm ao longo de minha coluna e centro na cabeça do meu pau. Mas assim que Noah começa a tocar minha bunda com os dedos, e esfregar entre as minhas pernas, a bola de fogo explode. O ar fica preso em meus pulmões enquanto Noah me suga até a conclusão. Minhas pernas tremem e estou a segundos de cair de joelhos quando Noah começa a me limpar com a língua. Chega ao ponto onde não posso mais aguentar e o empurro para trás e quebro nossa conexão. — Chega. — Eu suspiro as palavras. Ele sorri. — Estraga prazeres. Me deixo cair para frente e me seguro nos ombros de Noah. Ele ri.


— Foi bom, hein? — Empurrando-me um pouco longe, ele se abaixa e puxa minha cueca e calça para cima. Ele a fecha e coloca minha camisa para dentro. Incapaz de evitar olhar para sua virilha nesta posição, estou feliz em ver o quão afetado ele esta. Na verdade, parece muito doloroso. Caindo de joelhos, agarro seu quadril e puxo para frente. Desato sua calça, e o pau duro de Noah salta livre. Acaricio meu rosto em sua virilha, seus pelos fazendo cócegas em meu nariz… Bang. Bang. Bang. — Que merda. — Noah salta para seus pés, quase me derrubando de bunda. — Desculpe. — Ele ri. Empurro rapidamente seu pau fortemente inchado, ele se encolhe, mas consegue se endireitar quando a porta se abre. — Olá, irmão. — Carla diz lentamente e se inclina contra o batente da porta. Noah geme e parece um pouco envergonhado quando ele começa a rir. — Você é má. — Noah sacode seu dedo para ela. — Era eu ou Pippa, então presumi que você preferiria ter eu pegando vocês do que a mãe de Ramon. — Ela ri enquanto balança a cabeça em minha direção. — Essa não teria sido a primeira vez. — Eu resmungo. Carla congela em seu caminho para Noah.


— Ela não fez isso. — Ela fez. — Sorrio. — Mas isso é uma história para outro dia. — Acrescento quando vejo a curiosidade no rosto bonito. — Vou tirar isso de Noah quando ele menos esperar e.... — Seus olhos brilham com satisfação. — Oh, espere. A banheira de hidromassagem, certo? — Ela anuncia com alegria. — Ah! Você descobriu. — Noah diz quando puxa Carla para os seus braços para um abraço. — Presumo que estão nos procurando. — O jantar está prestes a ser servido e..... Todo mundo estava se perguntando onde você dois estavam. Então me ofereci para encontrar a ambos já que os vi desaparecer na mesma direção. — Ela mexe as sobrancelhas. Rindo, Noah diz: — Você não perde nada, irmã. Você nunca perdeu. Carla é como uma irmã para mim e foi assim desde que me envolvi pela primeira vez com Noah. Adoro ver a provocação saindo dela, que me faz lembrar do homem com quem ela se casou, meu irmão, Sebastian. Eles são bem parecidos. Até que ele mostrou interesse em Carla, nunca vi meu irmão ser tão obcecado por uma mulher. Ela real e verdadeiramente o fisgou; anzol, linha e chumbada.


Noah Depois de passar o dia inteiro socializando, tudo o que quero é voltar para cabana e aproveitar o frio com Ramon na varanda dos fundos. A banheira de hidromassagem parece ainda melhor agora. Não estou mesmo chateado se não fizermos sexo. Será bom apenas deitar na cama e o abraçar quieto. Só precisei pensar nas palavras de Ramon quando pensei demais e precisava reassegurar. Mas depois de nossa pausa no escritório do celeiro, estou me sentindo muito bem, e confiante em nosso relacionamento. Mesmo com Carla nos interrompendo antes que Ramon pudesse me devolver o boquete não diminuiu o quanto estou feliz. Caminhando em direção a Ramon agora, ele está com seu irmão Lucien e Sabrina, esposa de Lucien. Meu coração se enche de amor por ele. Durante todo o jantar e discursos, Ramon sentou-se ao meu lado, e tenho certeza que até o termino da refeição, todos na tenda, ou, pelo menos, próximos a nós, descobriram o nosso relacionamento. Nada


foi dito. Mateo pareceu surpreso, mas sacudiu a cabeça com um sorriso no rosto. Fez-me sentir com três metros de altura ao saber que Ramon mudou de lugar para que pudéssemos sentar juntos. Alcançando meu alvo, Ramon vira e sorri. Sua mão agarra a minha cintura em uma delicada carícia e continua falando com seu irmão. Não presto atenção ao que eles estão falando enquanto olho em volta da marquise. A esposa de Lucien, Sabrina, está tão grávida quanto Lily e está brilhando de felicidade. Lucien é, obviamente, obcecado com sua esposa, e quase não a deixa ir a qualquer lugar sem ele. — Você está gostando de estar de volta a Lexington? — Pergunto, quando ela dirige seu sorriso para mim. Esta é a primeira vez que realmente tive chance de conversar com ela. Oh, conversei com Lucien algumas vezes, mas Sabrina sempre está em seu apartamento, descansando com sua mãe como companhia. — Sinto falta da casa em Denver para ser sincera. Mas nós vamos voltar em breve. Lucien envolve seu braço ao redor dos ombros dela e a puxa para perto. — Nós vamos voltar assim que nosso bebê nascer. — Ele beija Sabrina na testa. — Quero que Sabrina tenha a família perto dela quando der à luz.


— Isso é compreensível. — Acrescenta Ramon. — Estou feliz que você está fazendo isso.... Nós economizaremos muito dinheiro. — Ele sorri. — Com sua sobrinha ou sobrinho? – Lucien consulta conhecendo bem o que eles significavam para Ramon. — Seu filho vai ser estragado por seus tios. O que você já sabia. — Ramon coloca a mão na barriga de Sabrina e gentilmente a acaricia. — Mal posso esperar para conhecer este, e o terceiro de Michael. — O terceiro de Michael o quê? — Michael pergunta se aproximando. — Bebê? Você não é geralmente tão lento. O que está acontecendo? — Lucien questiona Michael. Michael esteve praticamente colado ao lado da esposa durante todo o dia, de modo que ele aparecendo de repente sem Lily, e com uma carranca no seu rosto, mesmo eu estou preocupado e ele não é meu irmão. — Nós precisamos conversar. — Ele admite. — Eu acho que vou entrar e deixar vocês quatro sozinhos. — Sabrina dá a Lucien um beijo rápido antes ir em direção a casa. Antes de Sabrina sequer conseguir entrar, Lucien demanda: — Fale logo.


— Sempre tão impaciente. — Michael murmura, ainda distraído. — Um nome me veio à mente. — Ele esfrega as têmporas. — Brendan Griffin. Eu vejo Ramon recuar quando o nome é mencionado, mas ele não dá qualquer outro sinal exterior de que o nome o afetou, de qualquer maneira. — Griffin Construtora. — Michael continua. — É o único a se beneficiar se o nome McKenzie for arrastado pela lama nos jornais. — Por que agora? — Lucien pergunta. — Por que você de repente pensou sobre eles quando a coisa na obra vem acontecendo a algum tempo? — Estava lendo a seção de negócios no jornal de sextafeira, e vi o nome. Eu posso estar errado, mas eles são a nossa concorrência a algum tempo já. Sempre sub cotando nossas propostas, e houve algumas vezes quando tivemos que ir terminar um trabalho que eles começaram, o que obviamente os deixou irritado. Vale a pena pensar sobre isso. — Michael finaliza. — Algum de vocês o conhece? — Pergunto, curioso. Não posso deixar de me perguntar o que significa o olhar de Ramon quando o nome Griffin foi mencionado pela primeira vez. — Não pessoalmente.... Embora acho que Ramon foi para a faculdade com seu filho.... Humm.... Andrew. — Lucien oferece. — Ele morreu cerca de oito a dez anos atrás.


Enfrentando Ramon, percebo que há mais acontecendo do que o que ele quer tornar público. Ele faz contato visual comigo, mas em seguida, tenta olhar em qualquer lugar, menos para mim. Seus olhos me encontram mais uma vez. Está na ponta da língua questioná-lo ainda mais, mas seguro minhas perguntas. Elas podem esperar até que estejamos sozinhos, porque sinto que ele não quer falar na frente de seus irmãos. — Vou falar com ele. Tentar ter uma ideia se você está certo ou não. — Ramon corre as mãos pelo cabelo. — Vou pedir a Jackie para marcar uma reunião amanhã. — Ele olha para mim. — Estamos indo, vamos nos despedir.... Vou deixar vocês saberem o resultado da reunião. — Deixe-me saber o horário e vou com você. — Lucien oferece. Ramon parece surpreso, mas esconde rapidamente. — Não se preocupe com isso. Posso lidar com Griffin. Lucien olha para seu irmão mais novo e parece estar vendo através dele, mas concorda. — Tudo bem, mas me liga, se mudar de ideia. Ramon sorri. — Não tenho cinco anos, Lucien. Lucien sorri. — Eu sei. — Ele suspira. — Deus, vamos sair daqui.


Ramon A caminhada de volta para minha cabana foi feita em silêncio. Sabia que Noah queria questionar a minha reação ao nome de Brendan Griffin. Estou feliz que ele decidiu se manter calado na frente dos meus irmãos. Não foi tanto o nome de Brendan, mas foi a menção de seu filho, Andrew. Eu fui a escola com ele, e para faculdade.... — Você está pensando muito. — Noah interrompe meus pensamentos. — Vamos conversar depois que tomar banho e mudar de roupa. Adoraria sair deste terno e colocar meu moletom primeiro. Noah sempre busca estar confortável em primeiro lugar. — Eu concordo. — Concordo, mas também estou feliz por ser capaz de adiar um pouco nossa conversa. Não há muito o que dizer, especialmente porque não estava com Noah quando conheci Andrew. Meu coração ainda dói quando ouço seu nome. Não estava apaixonado por ele, embora tinha fortes sentimentos e fiquei sem ar quando descobri que ele morreu.


— Ramon? Eu bato de frente com Noah, não percebendo que ele parou e se virou para mim. — Talvez seja melhor você me dizer agora, e colocar tudo para fora. Odeio ver você tão distraído. — Noah se aproxima e começa a massagear meus ombros tensos. Ter suas mãos em mim é uma sensação incrível, e isso está me ajudando a relaxar, é por isso que deixo escapar. — Andrew foi o primeiro cara que fodi. Merda. Impedindo-me

de

gemer

pela

minha

declaração

impulsiva, arrisco olhar para Noah, cujas mãos param sobre meus ombros. Ele está pensando e deixando minhas palavras assentarem em sua cabeça. — Vamos sentar na varanda. — Sugiro. — Não é uma longa história para contar. Talvez, depois que contar tudo, possamos entrar e relaxar, ou fazer outras coisas. Subindo os degraus da varanda com minhas pernas cansadas, caminho ao longo de uma das cadeiras de balanço e me sento nela. Esta é uma das vezes em que estou feliz por ter aceito a opinião da minha mãe sobre a compra de algumas cadeiras de balanço. Na maioria das vezes estou xingando-as quando tropeço em uma das suas pernas. Noah

se

junta

a

mim

enquanto

tento

parecer

descontraído quando não estou. Já faz um longo tempo desde


que pensei em Andrew. Ele estala em minha mente de vez em quando, mas desde que conheci Noah, foram raras as vezes que isso ocorreu. — Fale comigo Ramon. Suspirando, digo a Noah sobre Andrew. — Nós éramos amigos na escola e faculdade. Melhores amigos, eu acho, embora não frequentássemos a casa um do outro. Nós meio que apenas nos víamos na escola e, depois mais tarde, nos bares na faculdade. — Foi uma noite de bebedeira, quando as coisas aconteceram. Uma coisa levou a outra e, na parte da manhã, acordamos nus e nossas travessuras da noite anterior voltaram rápido demais para eu compreender. Tentei me levantar, mas Andrew recusou a me deixar sair até que nós pudéssemos conversar.... Foi ele que me fez perceber que prefiro um pau a uma boceta. — Rio. — Ele foi implacável e não me deixou me afastar dele. Olhando de relance para Noah, vejo seus punhos cerrados nos braços da cadeira de balanço. Não gosto do fato de deixá-lo tenso. Temendo sua rejeição, deslizo minha mão na dele e trago aos lábios para uma carícia. Deslocando na cadeira de balanço, descanso a palma da mão contra a minha coxa e mantenho meus dedos entrelaçados com os seus. O fato dele não tentar se afastar me dá a coragem para prosseguir. — Eu namorei mulheres, de forma imprudente depois daquela noite, porque o que aconteceu me aterrorizou. Os


sentimentos de Andrew por mim eram muito mais fortes do que os meus por ele. Para mim, ele era um amigo. Sim, provavelmente o amava, mas não do jeito que ele queria ou precisava... Entre as mulheres, eu ficaria com Andrew. Não tenho orgulho disso. Por causa das minhas ações, Andrew pensou que eventualmente, eu precisaria apenas dele. Acabou se afastando e começou a foder qualquer um com um pau que se oferecesse. O fato de que não fiquei com ciúmes só o fez pior. Ele morreu em um acidente de carro. Dirigindo bêbado. Felizmente, ele não levou mais ninguém com ele. Aparentemente, seu pai descobriu sua orientação sexual e tiveram uma grande discussão sobre isso. Brendan também descobriu os sentimentos de Andrew por mim, e me tornei o culpado por sua bebedeira e subsequente morte. Me recosto na cadeira de balanço e fecho os olhos. Noah não diz nada, mas ainda tem a mão na minha coxa. — Essa é a primeira vez que falo sobre Andrew. A primeira vez que confio em alguém com essa história. — Eu preciso apenas que Noah entenda o quanto confio e preciso dele. Noah pigarreia. — Eu me perguntava se vocês estavam juntos. Mas, acho que não esperava tudo isso.... Você acha que seu envolvimento com o filho dele o fez sabotar os McKenzies? Ele poderia estar causando o problema na obra, porque ele sabe que é você quem está no comando do local? Não houve nenhum problema em outros lugares, certo?


Balanço a cabeça concordando. — Mas isso ocorreu há muito tempo, não tenho certeza do por que ele iria começar agora. Noah acena com a cabeça concordando antes de dizer: — Portanto, agora que sei do seu relacionamento com seu filho, faz sentido ele não estar mirando os McKenzies, mas está mirando um em particular. Precisamos visitá-lo e deixálo saber que estamos em cima dele, e se ele quiser manter seu negócio, precisa deixar o fantasma descansar. O que ele está fazendo pode acabar em acusações criminais e ser preso, se alguém acabar gravemente ferido. Isso precisa parar. — Estou entendendo. Vou vê-lo e colocar tudo para fora.... Estou tão cansado hoje, tudo que quero é tomar um banho e me enrolar na cama com você. — Digo. — Gosto dessa ideia. Vou tomar banho primeiro para que possa ler um pouco mais do meu livro enquanto você estiver tomando banho. — Ele sorri. — Você sempre demora. Sorrio. — Só quando estou pensando em você e preciso gozar para me aliviar. O sorriso de Noah não poderia ficar mais amplo. — É verdade? — Sim. Acho que você precisa me observar, mas não essa noite. Preciso te tocar e mostrar a você o quanto você é meu. Quero que você saiba que tudo entre nós é diferente do


que qualquer coisa antes de nós. — Confesso, já sentindo minha excitação crescer. Noah se levanta e me puxa com ele. Coloca a mão na minha barba e pressiona lentamente seus lábios nos meus. O beijo termina antes mesmo de começar, mas a ternura por trás disso não é perdida por mim. Quero que minha vida com Noah seja assim até o fim, ternura quando necessário e uma foda apaixonante entre os dois. — Preciso de um banho. — Ele sussurra contra meus lábios. Com um leve puxão em minha mão, ele me puxa para dentro da cabine.

Noah Deitado na cama, estou lendo um livro que Carla leu e me disse que era bom... e quente. Ela tinha um brilho nos seus olhos quando ela disse “quente” então é claro que eu o peguei quando ela terminou de ler. Li cerca de três páginas e acho que tenho cerca de cinco minutos

antes

de

Ramon

aparecer.

A

ideia

dele

se

masturbando no chuveiro para se aliviar está se repetindo em minha cabeça. Às vezes desejo que ele mantenha sua boca fechada, assim não fico com essas imagens na minha cabeça.


Ao ouvir o chuveiro desligar, continuo lendo sobre Morgan DeLuca e Race True em uma cena particularmente quente, que agora me absorve. É só quando sinto o mergulhar da cama que desloco o livro e observo um Ramon nu deslizar na cama para mim. — Bom livro? — Pergunta ele, estabelecendo-se ao meu lado. — Não prefiro as mulheres, mas este é um excelente livro quente. — Jogo as cobertas fora de meu colo. — Ele me deixou muito duro. Ramon sorri, e empurra meu braço em uma posição que lhe permita ler comigo. Depois de alguns minutos, ele faz um gargarejo na parte de trás de sua garganta. — Qual o nome do livro? — Intenção pecaminosa. Minha irmã é fã da autora, Chelle Bliss.... Por quê? Ramon vira e esfrega sua ereção contra o meu quadril. — Porque. — Ele sussurra em meu ouvido, enviando raios de prazer ao fim do meu pau. — Acho que nós precisamos comprar o resto dos seus livros. Com esse comentário, ele tira o livro das minhas mãos e se instala em cima de mim. Ele usa seus pés para empurrar a coberta da cama, e então não há nada entre nós. Ramon se move lentamente pelo meu corpo até que ele possa descansar os cotovelos em ambos os lados da minha cabeça e olha em meus olhos.


— Eu amo você. Estou tão sufocado pelas lágrimas não derramadas que tenho que piscar. O amor que posso ver em seus olhos e ouvir na sua voz aprisiona as palavras que quero dizer a ele na minha garganta. Ele pressiona seu sorriso suave contra meus lábios e tem gosto de.... Felicidade. Sua língua pressiona para frente e, assim que ele encontra a minha, não consigo segurar por mais tempo. Uma das minhas mãos desliza para o cabelo de Ramon e, com um leve puxão, Ramon rosna e aprofunda o beijo. Com a outra mão, acaricio sua bunda até que preciso de mais e pressiono-o contra mim. Seu pau contrai contra a minha barriga e lança pré-sêmen, causando uma dor semelhante no meu, descansando ao longo de sua virilha. Ramon trilha sua boca ao longo da minha mandíbula, seus dentes raspando a carne enquanto tento respirar. Logo o ar é sugado para fora de mim quando ele se move um pouco e envolve a mão ao redor do meu eixo vazando. Ele está ocupado agora e o sinto sorrir contra meu peito enquanto sua boca está trilhando para os meus mamilos, que estão implorando por sua língua. A mão no meu pau aperta em torno da minha espessura e seu polegar esfrega os nervos sensíveis em torno da cabeça, deixando minhas pernas tremendo de necessidade. Meu instinto é assumir e virar Ramon sobre suas costas, mas a minha curiosidade sobre o que ele vai fazer a seguir me faz ser um bom menino, ainda que sujo.


Ambas as minhas mãos estão agora na bunda firme de Ramon e quando ele morde um mamilo, minhas mãos o agarram tão forte que eu o espalho aberto. Ramon rosna e empurra a cabeça do seu pênis entre as minhas coxas e ao longo de minha saída. A cabeça de eixo grosso pressiona contra a minha nódoa, meu lugar favorito, entre as bolas e a bunda. Meus olhos reviram enquanto empurro meu pau vazando na mão de Ramon. — Nossa, estou tentando ir devagar. — Ramon fecha os olhos e mantém meu pau em sua mão e usa a outra mão para embrulhar em torno de seu próprio pênis. Seus olhos se abrem conforme ele guia a cabeça do seu pau àquele local especial e fricciona. — Porra.... Caralho. — Eu aperto a bunda dele e puxo-o mais perto, deixando meus dedos esfregar em torno do seu ânus. — Vou gozar, se você continuar fazendo isso. — Gemo. — Você não é o único. Quis Ramon durante todo o dia e tê-lo agora, nu e excitado em minhas mãos está me deixando louco de desejo. — Preciso estar dentro de você. — Ramon estala. A perda de sua mão quase me faz chorar, mas a sensação de seu peso sobre mim quando ele se inclina para abrir a gaveta de cabeceira é tão bom... Envolvo meus braços em torno de sua cintura, e quando Ramon encontra o meu olhar, eu admito:


— Eu amo você. Ramon engole algumas vezes, e fico feliz que esperei para dizer essas palavras esta noite. Queria que elas significassem mais do que apenas retornar seu sentimento. A partir do olhar em seu rosto, eu fiz bem. Ele deixa cair sua testa na minha. — Obrigado. — Sussurra antes de lentamente deslizar para baixo em meu corpo, e se estabelecer em seus joelhos entre minhas coxas abertas. — Você tem um belo pau. — Eu rio, que se transforma em um gemido quando sua mão afaga o meu da ponta à base com uma ligeira massagem na minha saída. Sorrindo discretamente, Ramon mergulha a cabeça e faz redemoinhos com sua língua ao redor da minha fenda, lambendo o pré-sêmen vazando que sou incapaz de controlar. Minhas pernas tremem e minha barriga estremece com mais de suas lambidas precisas. Amo seu cabelo agora que começou a crescer de novo, o agarro e pressiono para baixo, precisando de mais. Ele adora ter seu cabelo puxado durante o sexo, e agora não será diferente. Quando puxo, ele rosna, levando-me mais profundo em sua boca. — Merda, não. — Rapidamente arranco ele fora de mim, tentando recuperar o fôlego e meu controle pela corrida que estou sentindo com Ramon na posição em que ele está. — Dentro de mim.


— Sim.

Ramon Ter Noah à minha mercê e assim no limite é uma emoção para mim. Não importa como nós começamos, ele geralmente assume rapidamente, mas o fato de que está lutando contra seu instinto, me diz muito. Queria provocá-lo esta noite, mas acho que já fiz o suficiente. Alcançando a garrafa de lubrificante e preservativo que deixei cair na cama com a declaração de amor de Noah, nos preparo rapidamente. Coloco um pouco de lubrificante na minha mão, que envolvo em torno do meu pau. Meus olhos quase reviram ao sentir meu pau sendo afagado, mesmo que seja por minha própria mão. — Quando você terminar sozinho, um pouco de atenção seria bom. Rio com o comentário de Noah. — Vou ficar com você. — Parecia que você estava tentando gozar. Sorrio. — Estava apenas tendo certeza que estou lubrificado o suficiente.


Com um golpe rápido de seu pênis pulando, eu transporto sua bunda para cima das minhas coxas dobradas então tenho acesso perfeito para o lugar que estou prestes a entrar. Coloco mais lubrificante na minha mão, e Noah ofega quando começo a o circundar antes de deslizar um dedo dentro. Noah geme e agarra o pau dele. Afastando a mão dele, rosno. — Isso é meu. — Apresse-se. — Ele geme quando adiciono outro dedo. — Apenas me foda Ramon.... Foda.... Por favor. Quem sou eu para discutir? Ele me quer onde preciso estar. Jogando o lubrificante no chão, guio meu pau duro na bunda de Noah e, lentamente, começo a empurrar através da parede muscular.

Suor

irrompe

em

minha

testa

pela

intensidade com que sinto prazer ao entrar nele. Ele é tão apertado e, com o lubrificante, ele esta também quente e molhado. Apenas tê-lo em torno de mim está enviando meu orgasmo em espiral através de mim, mas o impeço quando respiro tentando me controlar. Cerrando os dentes, estou totalmente dentro dele. As bolas de Noah estão apertadas e pesadas contra mim com seu pau deitado, inchado tão duro que parece doloroso,


contra seu estômago. A coroa aumenta, liberando pré-sêmen como nunca vi antes. Com meu dedo, eu esfrego o líquido sobre o seu estômago e provoco mais traçando o comprimento do seu eixo para suas bolas. — Mova-se. — Noah diz entre dentes. — Por favor. Suas mãos deslizam ao longo de minhas coxas e agarram meu quadril enquanto ele me impulsiona a seguir em frente. A provocação acabou, deslizo para fora e bato de volta para dentro. Noah joga a cabeça para trás gemendo de prazer, mas ele quase se atira para fora da cama quando mudo o ângulo dos meus impulsos e acerto a glândula em cada impulso. Minha própria liberação está subindo em mim e minha excitação não conhece limites com Noah estando sob mim. Com seu traseiro ondulando em torno do meu eixo grosso, duro, tenho certeza que a minha libertação vai doer. O fogo começou a rugir através do meu sangue, e agora está centrado em minhas bolas, mas muito lentamente começa a pingar para fora. — Não. — Assobio entre dentes, esquivando-me e sugando a cabeça do pau de Noah na minha boca. Eu tomo o máximo

que

eu

posso

e

sinto

sua

bunda

apertar,

estrangulando meu pau enquanto ele goza , e seu gozo atinge minha boca.


Não posso adiar mais. Sinto seu gozo em minha boca enquanto eu rujo através da minha própria libertação. O prazer não está parando; meus quadris bombeiam em um ritmo lento, enquanto as ondulações na bunda de Noah arrancam mais e mais sêmen fora do meu pau. Retardando meu quadril, finalmente, olho para baixo e percebo que Noah gozou tão forte quanto eu. A pequena quantia que tomei na minha boca não foi nada em comparação com o que está em sua barriga. Está em toda parte. Rio e corro meu dedo através dele e vejo os olhos de Noah escurecerem. — Não tenha ideias. Isso simplesmente acabou comigo. — Comento. — Posso me sentir excitado, mas meu corpo está gasto demais para fazer algo sobre isso. Lentamente, me retiro de Noah, e desmorono em cima dele. — Você estava tão gostoso. — Murmuro esfregando meu pau gasto contra o seu. Seu gozo sujando a ambos, mas não me importo. Noah me segura e abraça apertado antes de beijar minha testa. Este é meu lar. Não é sobre sexo, mas para ser honesto, nunca experimentei a conexão ou o calor que senti agora. Sei que

esse

sexo

é

diferente

porque

nós

nos

amamos.


Certamente nunca experimentei antes, e duvido que Noah tenha. Amanhã é um novo dia, e estou mais determinado do que nunca a chegar ao fundo do problema na obra porque não quero que Noah durma em qualquer lugar, além da minha cama comigo.


Ramon Após a noite amorosa de ontem estou me sentindo mais confiante na minha reunião com Brendan Griffin. Não há nenhuma razão para que ele não me receba, mas descubro que tem. Nós já nos encontramos antes, mas nunca realmente conversamos desde que Andrew morreu. Cada vez que o vejo, me lembra de Andrew, e sim, a culpa que sinto por não ser capaz de retribuir os sentimentos de Andrew por mim faz-me sentir ainda mais culpado. Na verdade, não há porque me sentir culpado. Não o via há meses quando se embebedou e então pegou seu carro. Claro, ele tentou entrar em contato comigo antes do acidente, mas fui elusivo. Mesmo que queira acreditar que Griffin não está atrás de qualquer sabotagem acontecendo, meu coração sabe que Michael está certo. Só queria ter pensado em Griffin antes. Se algo não for feito, alguém se machucará seriamente, então com esse pensamento em mente, entro no piso térreo do escritório de Griffin Construção.


O escritório dele é como o da McKenzie no centro de Lexington. Tem a mesma estrutura moderna e janelas do chão ao teto. Muito vidro, cromo e paredes brancas com murais de pinturas, que ele sem dúvida pagou uma fortuna para ter pintado especialmente para o espaço de seu escritório. Não é o que esperava. Muito tempo atrás, fui para casa com Andrew quando seus pais estavam viajando de férias. Sua casa era estilo Vitoriana com as peças em exposição correspondendo ao período de tempo. Mas, quando olho em volta agora, não posso me impedir de querer saber por que o escritório é tão diferente da sua casa. Uma garganta sendo apurada me tira dos meus pensamentos e minha cabeça se vira para uma mulher de cabelos escuros sentada atrás de um balcão de cromo e vidro. Ela está arrumada, como seria de esperar de uma assistente pessoal; seu cabelo escuro preso em um coque no topo de sua cabeça, maquiada e vestida impecavelmente, bem como o botão de sua blusa abotoado até o pescoço. Ela tem em torno de vinte e tantos anos e parece jovem demais para o estilo de roupas que escolheu. Mas quem sou eu para reclamar. Sua

sobrancelha

levantada

me

diz

que ela

sabe

exatamente o que eu estava fazendo, e não achou isso nem um pouco divertido. — Sinto muito. — Digo começando com um pedido de desculpas. – Vim ver se Brendan está.


— Ele está ocupado. — Ela me interrompe antes que possa dizer outra palavra. — Tenho a sensação de que ele vai arrumar um tempo para mim. Diga-lhe que Ramon McKenzie está aqui para vêlo. Seus olhos se arregalam em surpresa antes de se levantar. — Um momento. Se

levanta,

com

as

costas

retas,

antes

que

de

desaparecer rapidamente, seus saltos altos clicando conforme anda. Isso me lembra de um relógio em contagem regressiva dos segundos e isso me faz pensar em quando vou sair deste lugar. Sentindo-me desconfortável, arrumo a gola da minha camisa, que parece um laço apertando ao redor do meu pescoço, me sufocando. Ouvindo a porta do escritório de Brendan abrir, rapidamente me endireito e me certifico de que pareço relaxado antes de virar o rosto para quem acaba de aparecer. É ele, uma versão mais velha de Andrew. Por que estou vendo isso apenas agora? Olhando de perto, porém, Brendan envelheceu muito mais nesses anos e parece ter uma escuridão pairando sobre ele. — Pensei que você estaria batendo na minha porta em pouco tempo. — Brendan vira e se dirige de volta ao seu escritório.


Eu o sigo. Fechando a porta atrás de mim, faço uma varredura do local. Seu escritório é o que esperava que todos seus escritórios da empresa parecessem, Vitoriano, que contraste com a área de recepção. — É melhor se sentar. — Brendan oferece como se estivesse sendo forçado a ser educado. — Eu vou, obrigado. — Tomo o assento oferecido e enquanto nós dimensionamos um ao outro, decido que uma abordagem direta é o melhor a se fazer. Abro a boca, mas Brendan me interrompe antes que eu possa começar. — Esta é uma visita inesperada. Faz o que, nove anos e quatro meses desde que Andrew morreu e esta é a primeira vez que você me visita. Ele está tentando me abalar, o que me faz querer saber como ele teria me recebido se tivesse pedido a Jackie para marcar uma reunião com ele. Esta manhã, decidi que uma visita surpresa seria melhor, e iria pegá-lo desprevenido. A amargura vinda dele durou muito tempo. Sempre me perguntei sobre a noite em que Andrew estava bebendo e acabou dirigindo. Foi uma discussão com seu velho pai que o deixou fora de controle? — Esta não é uma visita social. — Respondo. — Por que você está vindo atrás de mim? Seus olhos se afastam antes que consiga esconder sua reação às minhas palavras.


Parece que Michael estava certo. — Você percebe que se alguém for ferido ou ainda pior, morto, você pode ser acusado possivelmente de homicídio? Tudo o que terei que fazer é apontar o dedo em sua direção e todos os aspectos do seu negócio serão investigados, incluindo seus registros financeiros. Eles vão rastrear cada dólar que você gastou durante anos. Por que correr o risco de perder tudo o que você construiu apenas para me causar problemas? Sei

que

ele

me

culpa

por

Andrew

ser

gay.

Aparentemente, se não fosse por mim, então Andrew estaria bem casado e com um par de filhos. Isso não é verdade, e nós dois sabemos disso. — Você não sabe do que está falando. — Ele zomba. — Oh, eu sei bem e muito bem sobre o que estou falando. As pessoas comentam. — Eu blefo. — E este é seu, primeiro e único, alerta para deixar os McKenzie em paz antes de você acabar matando alguém e perder tudo quando você acabar na prisão. Porque estou dizendo a você agora, se alguém ficar ferido por causa de algo que você planejou, minha família não vai parar até acabar com você. Legalmente. Eu odeio isso. Odeio que esteja sentado aqui ameaçando outro empresário, porque sei que ele está tentando nos ferrar. Estou surpreso por ele arriscar toda a sua riqueza, e de sua esposa e filha, para me fazer sofrer por algo que não tinha controle. Quando Andrew se matou, eu não o via por mais de sete meses. Essa é uma das razões do porque me sinto


culpado sobre sua morte. Talvez se eu tivesse estado presente, poderia ter visto o que estava acontecendo. Talvez poderia ter feito algo para impedi-lo de dirigir naquela noite fatídica. Talvez ele teria alguém para conversar sobre seu pai, mas não posso deixar os talvez me atormentar. Na verdade, parei de pensar assim há muito tempo atrás, porque não faria diferença no resultado. Andrew já perdeu a vida. Brendan ainda não disse nada e está sentado atrás de sua grande mesa de mogno perdido em seus próprios pensamentos. — O que aconteceria se a sua família soubesse que você é gay? — Brendan de repente pergunta. O que ele está pensando eu não tenho ideia. — Minha família sabe que sou gay e me apoiam totalmente. Ele recua como se tivesse sido golpeado por minha resposta honesta. Isso entrega. — Você sabia que Andrew era gay. — Continuo. — Mas você não o apoiou, não é? Você tentou fazê-lo ser alguém que não era, é por isso que ele começou a usar drogas e beber, não é? Foi culpa sua não foi? Vocês brigaram? O ofendeu? Tentou intimidá-lo a gostar de meninas? Foi isso? — Rapidamente levanto e descanso as palmas das mãos sobre a mesa, inclinando mais perto do homem que é realmente responsável por destruir seu próprio filho. Não tenho pena dele.


— Você precisa sair. — Ele se coloca na mesma posição que eu. — Não vou embora até você me dizer que, o que quer que planejou não vai continuar. Nós dois somos homens de negócios e há espaço suficiente em Lexington para ambas as nossas empresas. Você sabe disso. Ele balança a cabeça. — Saia. Cerro os punhos não acreditando realmente que ele vá recuar, mas não tenho outra escolha agora. — Vou sair.... Por agora, mas qualquer outra coisa que acontecer, não serei eu batendo à sua porta, será a polícia. Ele sorri. — Eles não vão me tocar. — Ele diz com confiança. — Oh, você não conhecerá os que estarão batendo em sua porta. Isso posso garantir. Com essa última ameaça, me viro e saio de seu escritório. Sinto por sair assim, batendo portas, mas não consegui segurar minha raiva. Não posso deixar de sentir como se tivesse deixado de ver alguma coisa, mas não tenho ideia do que. É uma irritante sensação que tenho em meu subconsciente. Tudo provavelmente está bem, e vou colocar minha frustração em toda essa maldita situação. Minha família é incrível e eu seriamente não sei o que faria sem eles em minha vida.


Respirando profundamente relaxo no assento do meu carro, fechando meus olhos. Não posso acreditar que depois de todos esses anos, Brendan iria arriscar tudo para o que ele considera sua vingança. Sinto-me esgotado e mal posso esperar para voltar à obra e ter um vislumbre de Noah. Isso é tudo o que terei no momento. Um vislumbre. Sentindo a necessidade de estar longe daqui, ligo o carro e saio do estacionamento.... Voltando para Noah. Duas semanas é o que vou lhe dar, e depois disso, Noah deixará de trabalhar na obra. Oh, estou pensando em tê-lo por perto, mas em uma posição mais gerencial, e certamente não

tenho

planos

para

mantê-lo

escondido.

Nós

trabalhamos juntos como uma equipe antes e planejo que isso aconteça novamente em breve. Alguns dos caras trabalhando para mim podem nos dar algum problema quando descobrirem sobre Noah e eu. Não apenas sobre sermos gays, mas o fato de que ele estava lá espionando todo mundo. Esperamos que, com uma pequena explicação, as coisas se acertem. Eu espero pelo menos. Não vou me preocupar sobre como eles vão reagir quando descobrirem minha preferência sexual. Isso pode esperar e honestamente, não vejo porque seria problema deles. Isto não afeta o meu trabalho, portanto isso não deve importar. O toque do meu celular me tira dos meus pensamentos enquanto pressiono o botão para atender.


Noah Está muito quente hoje, e a temperatura acima do normal para o início de outubro. Vários caras despiram as camisetas, e estão usando para enxugar o suor em suas sobrancelhas. Juntei-me a eles cerca de dez minutos atrás e já sinto o suor escorrendo pelas minhas costas. Decidindo que agora é um bom momento para fazer uma pausa na sombra, saio do edifício onde estamos trabalhando e vou até os refrigeradores. O edifício é um complexo de apartamentos de doze andares e estará disponível para pessoas ricas. Os banheiros luxuosos provavelmente custam mais do que recebo em três meses. Parando no refrigerador azul que empurrei contra a parede algumas horas antes, abro a tampa e pego uma garrafa de água. Desenroscando a tampa, derrubo quase a metade da garrafa no chão quando ouço um assobio ao lado. Viro-me e interiormente tremo quando vejo Jackie se aproximando. Ela é bonita, mas uma piranha. Seu corpo cheio de curvas atrairia qualquer um respirando se ela não fosse tão duramente para cima.


Até Ramon me contar sobre ela, pensava que ela tinha caras batendo à sua porta, mas, aparentemente, ela afasta todos, porque ela não vai se contentar com ninguém, a menos que sejam ricos. Sei que os McKenzies se encheram com ela, e é por isso que ela está trabalhando no escritório da obra. Para ser do jeito que ela é, presumo que ela teve um inicio de vida sofrido, é por isso que ela está atrás de segurança financeira agora. Observando seus olhos correrem sobre meu peito nu, mantenho o sorriso. Ela certamente está no caminho errado comigo. Não apenas porque sou cem por cento gay, mas porque não sou rico. — Você parece quente. — Ela percorre os olhos sobre meu peito enquanto para alguns metros próximo a mim. Decidindo ignorar a insinuação que ouço em sua voz, bebo toda a água até que a garrafa esteja vazia. — Estou. — Finalmente respondo. — Você quer alguma coisa? — Pergunto, ouvindo o motor de um carro e olho para cima na mesma hora em ele aparece. Ramon estaciona ao lado de seu escritório. Ele não sai, mas posso ver e sentir seu olhar intenso sobre mim. Sabendo que seus olhos estão em mim, meu pau começa a engrossar atrás do meu zíper. O que vai dar a Jackie a impressão errada se ela perceber. Querendo excitar e incomodar Ramon, me curvo sobre o refrigerador e jogando a garrafa vazia antes de colocar a tampa no lugar. Fora de vista, rapidamente arrumo meu


cinto e consigo colocá-lo um pouco mais solto. É tempo suficiente para Ramon observar como o cós estende ao longo da minha bunda. Em pé em toda minha altura, eu sinto o cós deslizar agora que o cinto não está tão apertado, e conforme me endireito, desliza ainda mais. Jackie faz um barulho estranho com a garganta, o que chama a minha atenção. Sua boca fica aberta enquanto seus olhos estão vidrados e fixos na cintura da calça. Olho para Ramon e o encontro inclinado contra o carro com os cotovelos apoiados na cobertura. Seus olhos estão cerrados e cheios de luxúria, e sei que ele está tentando esconder. Com um rápido olhar para Jackie, ele segura meu olhar. — Meu escritório. — Ele exige. Virando de costas para mim, ele se move em direção ao seu escritório, e parece triste. Sorrio. Ele está tão afetado por meu pequeno show quanto estou... E Jackie também está ao que parece. Agarrando minha camiseta, eu a seguro em frente a minha virilha para esconder a grande evidência da minha excitação e sigo Ramon dentro de seu escritório, ignorando Jackie. Ela pode pensar o que ela quiser. Agora, estou tão duro por Ramon que preciso estar dentro dele. Com a luxúria nublando meu cérebro, no minuto em que entro e vejo Ramon parecendo presunçoso, sua bunda descansando na frente de sua mesa, as pernas cruzadas à altura dos tornozelos e sua gravata desfeita. Ele revela os dois pacotes na mão. Preservativos e lubrificante.


Entro em seu escritório, Fecho e tranco a porta. Tomando uma precaução adicional, pego uma cadeira e empurro-a sob o trinco. — Isso vai ser rápido. — Então o que você está esperando? — Ramon agarra sua ereção através de suas calças e minha cabeça gira. Avançando, afasto sua mão e depois de um beijo rápido e duro, o viro de costas. Trabalhando rapidamente em minha calça jeans, a puxo para baixo em minhas pernas e rapidamente rasgo a embalagem de preservativos e aliso-o no meu pau pulsante. Muito duro. Empurrando para cima contra Ramon, ele respira profundamente, mas uma série de palavrões deixa sua boca quando abro sua calça para deixar o seu pau saltar livre. Não fica livre por muito tempo quando minha mão envolve em torno da dura ereção e bombeia para trás e para frente algumas

vezes.

Meu

polegar

acaricia

sobre

a

coroa,

esfregando todo o pré-sêmen como se fosse um creme. Ele empurra na minha mão conforme faço movimentos lentos antes de libertá-lo. — Tire seus sapatos e calça. Você está prestes a ficar todo bagunçado. Não preciso pedir duas vezes. Em um movimento rápido, retira tudo, incluindo sua camisa.


De costas para mim, nu como no dia em que nasceu, pego o pacote de lubrificante e abro. Compartilho o pacote entre meu pau e o traseiro de Ramon. Acariciando entre sua bunda, eu não perco tempo em deslizar um dedo dentro, e então rapidamente sigo com outro dedo e outro e, em seguida outro. Ramon fica ofegante conforme bombeio nele e seu pau, enquanto alinho o meu e lentamente começo a empurrar para frente. Uma vez lá dentro, não posso fazer nada além de mover. Não posso ir lento. Só rápido. Afasto sua mão de seu pau, e tento trabalhar ambos ao mesmo tempo no ritmo do bombeamento dos meus quadris. Minha outra mão repousa sobre o topo de sua mesa. Estou tão animado que minhas pernas estão tremendo com a necessidade que me atravessa.... E então sinto o pau de Ramon inchar, provocando a mesma reação no meu. Ramon começa a gemer, então cubro rapidamente sua boca com a mão e, quando sinto sua libertação, deixo cair a minha cabeça nas costas de Ramon para sufocar meu próprio gemido de liberação. Sua bunda é tão apertada que conforme seu gozo atira para fora do seu pau, se contrai com seus espasmos, fazendo meu pau tremer enquanto é ordenhado até secar. Ambos terminam e nenhum de nós se move. Estou no céu. Sempre estou quando estou com Ramon.


Movendo minha mão, agarro o quadril de Ramon e, lentamente, retiro-me do calor apertado dele. Permanecendo

abraçado

a

Ramon,

me

afasto

o

suficiente para remover o preservativo. — Ramon? Bang. Bang. — Merda. — Ramon silva e rapidamente se afasta e começa a puxar suas roupas. Tudo o que tenho a fazer é puxar minha calça para cima. — Ramon? Você está aí? Tenho certeza de que você está aí. Onde é que Noah foi? — Jackie continua a bater na porta do escritório. — Deixe-a entrar. Eu olho para Ramon e vejo que ele esta vestido, mas ele precisa se arrumar. — Em um minuto. — Eu ando na direção a ele e me aproximando, eu coloco um terno beijo em seus lábios ao endireitar seu cabelo. Ele recua se afastando de mim. O Quê? Eu congelo. — Ramon, você está me preocupando. — Jackie grita através da porta.


— Jackie tem um péssimo “time”. — Comento sem tirar os olhos de Ramon. Ele se afasta primeiro. Apertando minha mandíbula com raiva por sua rejeição, removo a cadeira de baixo da porta e a destravo. Quando Jackie abre a porta, ouço. — Isso nunca deveria ter acontecido. — Saindo em um suave sussurro da boca de Ramon. Viro-me para encará-lo e vejo o pesar escrito por todo seu rosto. Estou muito chateado e aborrecido para ficar aqui agora. — Estou indo embora. Mesmo quando saio de seu escritório, luto contra meu instinto de me virar para ele. A minha necessidade de saber como foi sua conversa com Griffin esta manhã está me matando enquanto me afasto. Puxo minha camisa sobre minha cabeça enquanto eu ignoro o apartamento que eu aluguei e sigo em direção ao Parque. Espaço aberto e claro é o que eu preciso agora. Um lugar onde ninguém possa me encontrar e começar a fazer perguntas. Perguntas como: “Por que seus olhos estão vermelhos?” Ou “Você tem alergia? ” Ele não deveria chegar assim a mim, mas ele é meu coração e toda vez que ele me afasta, é como ter uma faca fincada no peito.


Meu celular vibra no meu bolso. Pegando-o, vejo Ramon sorrindo para mim. Meu dedo paira sobre o botão verde, mas o toque para antes que eu possa atender. Em seguida, chega uma mensagem. “Emelia nos pediu que a encontremos na Poles esta noite às nove horas. ” Eu fico olhando para o aparelho incrédulo. Nenhum pedido de desculpa. Apenas uma hora e local para me encontrar com a prima dele. Sei que provavelmente estou sendo irracional. Também sei que quando ele disse, “isso nunca deveria ter acontecido”, ele quis dizer em seu escritório quando sua equipe está ao redor. Sou muito sensível e tomei o caminho errado. Vejo disso agora quando eu estou começando a me acalmar e pensar. Ele estava envergonhado em quase ser pego e o fato é, qualquer um ficaria constrangido em quase ser pego fazendo sexo em seu escritório. Meu celular vibra novamente. "Por favor, esteja lá." Eu rapidamente respondo. "Está bem." Por que Emelia quer nos encontrar na Poles é uma incógnita. É um clube de dança que faz principalmente entretenimento para os homens. É mais sofisticado do que a maioria, entretanto não permitem os homens tocar as meninas. Eu vi o proprietário, uma ou duas vezes antes no


ginásio, onde ele também é dono. Yuri não é um ser sujo e parece ser um empresário astuto. Embora, acho que qualquer um vendo-o trabalhar pensaria assim. Ele é como um destruidor humano. Balançando a cabeça, meus pensamentos voltam a Ramon. Eu preciso obter um domínio de meu relacionamento com Ramon antes que estrague tudo.


Ramon Poles é muito diferente do que esperava, e quero dizer muito. Me encolhi quando recebi a mensagem de texto de Emelia pedindo que Noah e eu fossemos ao seu encontro esta noite. Também usei isso como uma oferta de paz a Noah. Estraguei tudo e meu comentário não quis dizer o que ele entendeu. Deveria tê-lo chamado de volta e explicado, mas de certa maneira, fiquei chateado que ele assumiu automaticamente o pior. Com um suspiro pesado, viro e continuo olhando em volta da Poles. Pensei que teria tantos peitos e bundas à mostra de que ficaria enjoado. Surpreendentemente, as mulheres estão vestidas de forma provocativa, mas com estilo, o que corresponde ao ambiente do clube. O palco, onde acredito que as dançarinas fazem suas performances, fica ao lado direito do balcão com um piano e cantor em uma plataforma ligeiramente inferior. Cabines circundam

cobrindo o resto do piso principal.

A luz

esmaecida deixa um ambiente descontraído, que é reforçado com a mulher sentada ao piano, cantando Blues. — Ramon... Que surpresa?


— Yuri, é bom vê-lo novamente. — Ele aceita minha mão estendida, e, com um firme aperto, solta minha mão. — Estou surpreso. Yuri faz uma pausa no meio da bebida e lança sua cabeça calva para trás, enquanto ele ruge de tanto rir. Ele é um cara alto, musculoso, com cem por cento de sangue russo, é um grande homem para se ter do seu lado, mas letal se você está no lado errado dele ou de sua família. Eu já lutei no ginásio de Yuri, ou devo dizer armazém, vezes suficientes para saber que Yuri não se ofendeu com minhas palavras. Ele vive para surpreender. — Smesh no, moyapodruga. — Ele ri. — Engraçado, meu amigo. Eu sorrio, incapaz de esconder minha diversão em sua reação. — Gosto de você, da. — Sim. — Escondo meu sorriso ao me afastar e olho em volta tentando ver se encontro Emelia. A única razão que posso pensar dela estar aqui é para irritar Dante. Por algum motivo, os dois estavam se alfinetando no casamento de Rubens. Sentindo uma mão nas minhas costas, me viro e sinto alívio quando eu encontro o olhar de Noah. Prestes a me aproximar dele, uma garganta sendo apurada me impede.


Olho por cima do ombro e franzo a testa para Yuri, que tem uma sobrancelha levantada em questionamento, mas um sorriso em seus lábios. Balançando a cabeça, apresento os dois e coloco a mão na parte inferior das costas de Noah. Preciso mantê-lo perto e senti-lo contra mim. Fui um idiota antes e não deveria ter falado aquilo. Sabia como ele iria interpretar minhas palavras e foi um movimento baixo da minha parte. Embora ele tenha me fodido bem, a minha tensão ainda era palpável e a necessidade de estar sozinho era intensa, foi por isso que disse aquelas palavras ofensivas. Yuri grita em russo a uma garçonete, dizendo o que, não faço ideia. Seu olhar escuro e abrupto. — Da, Nachal'nik! — Faz com que Yuri gargalhe, seus olhos cheios de diversão com sua garçonete irritada. Eu a entendi. — Sim, chefe. — De forma muito clara. Yuri ri e dá um tapa nas minhas costas. — Ela vai trazer as suas bebidas. Venham sentar, meus amigos. — Ele nos leva para a parte de trás de seu clube para uma cabine já ocupada por Emelia. Minha surpresa se mostra quando ela rapidamente se levanta para nos cumprimentar.


— Cheguei cedo. — Explica ela. — Então Yuri muito gentilmente mostrou-me esta mesa. — Ela oferece a Yuri um sorriso deslumbrante. Não tenho certeza se ela sabe o que ela esta fazendo com ele com aquele sorriso porque ela tem um ar de "não me toque" sobre ela, uma inocência. — Não achei que ela gostaria de estar em local aberto. — Yuri oferece. — Agora devo sair. Tenho negócios. Adeus, moi druzya. Ele desaparece através de uma porta voltando para Poles. Sentamo-nos e Emelia parece nervosa. Tenho certeza que não é Noah e nem a mim que a deixa dessa maneira. Podemos ter apenas recentemente nos aproximado, mas Emelia é uma pessoa amigável, confiante, então algo está acontecendo com ela. Incapaz de vê-la se contorcer um momento mais, cubro suas mãos com a minha. — O que está acontecendo, Emelia? Ela luta contra as lágrimas antes de olhar para mim. — Dante me disse que não estou autorizada a viajar para Denver e ficar com ele. — Ela limpa uma lágrima rebelde. — Todos os meus irmãos viajam, e bem, meu irmão gêmeo, embora ame Diego, ele fica a cada dia com uma mulher, então não quero ficar com ele. Se não ficar com Dante, vou tem que ir para casa. — Ela puxa as mãos dela e


toma um gole de sua bebida. — Eu tenho vinte e sete anos. Quantas mulheres de 27 anos vivem com os seus pais? Ela tem um ponto. — Mandei uma mensagem para você, porque você é o mais próximo da minha idade, percebi que seria mais compreensivo. Além disso, é mais fácil falar com você. Faz-me sentir bem saber que ela veio a mim, mas não tenho a menor ideia de como ajudá-la. Nunca fui bom em dar conselhos. Noah se inclina, e colocando a palma da mão na minha coxa, me salvando de responder. — Ramon é uma merda em dar conselhos, mas eu não. Primeiro, porém, me diga o que estava acontecendo entre Dante e você no casamento, porque senti a tensão de onde eu estava sentado. Embora não tenha parado para pensar nisso, passou pela minha cabeça uma ou duas vezes saber o que estava acontecendo. — Ele é um idiota... Mas agora que voltei da Europa, quero passar um tempo com ele e ver sua igreja, e conhecer seus amigos. Ele diz que não é o lugar certo para mim. Como Denver não pode ser o lugar certo para mim? Ele é tão irritante... Ugh! Ele não é meu guardião então não há nada que me impeça de viajar sozinha para Denver. — Ela sorri, mas o sorriso desliza e seu desgosto é claro para todos verem. — Eu viajaria com Dante, no entanto.


Há certamente mais do que ela está nos contando. Preciso me concentrar no problema.... Parece que está faltando alguma coisa, mas a sensação da mão de Noah enquanto ele acaricia minha coxa é perturbadora. É ainda mais perturbador quando ele esfrega os dedos para baixo da protuberância se formando atrás do meu zíper. Graças a Deus as luzes se apagaram. Também espero que esteja perdoado por mais cedo. Ainda preciso explicar-lhe por que o afastei. Por que senti que precisava estar sozinho, em vez de deixá-lo ficar e me confortar, o que sei que ele teria feito sem dúvida se tivesse deixado. O feri com minhas palavras e preciso consertar isso. — Ele realmente não me quer lá e isso dói. Ele é meu.... Irmão. Nós somos adultos agora de modo que a diferença de idade não deveria ser um problema. Quer dizer, posso compreender anos atrás, quando estava crescendo, mas agora ele está apenas sendo um idiota. Debato sobre parar Noah e sua mão perambulando, mas não o paro. Gosto da sensação em minha coxa, e ele está aumentando a minha excitação. Ele vai voltar para o meu apartamento esta noite. Não posso deixá-lo voltar para o apartamento ao lado da obra. Não mais. É isso. Sentindo como se um peso fosse tirado dos meus ombros, descanso minha mão na coxa de Noah e aperto.


— Ele me faz sentir como uma adolescente de novo. — Emelia continua ignorando as carícias acontecendo sob a mesa. — Não sou difícil de se conviver, embora Dante pareça pensar que eu serei. Ele diz que ele é um padre e não pode ter calcinha de mulher em sua casa. Quer dizer, não estava exatamente pensando em exibi-las. Além disso, e suas cuecas? Ele não é exatamente inocente. Engasgo com a minha bebida. — Emelia, ele é um padre pelo amor de Deus. Ela revira os olhos. — O que quis dizer, é que ele é um cara e vai ter cuecas ao redor, então não vejo o problema com minhas calcinhas. Noah começa a rir. Não posso aguentar e junto-me a ele. Emelia parece tão descontente, e sua conversa sobre calcinhas é hilária.

Noah Limpando a garganta, observo a diversão finalmente começar a se espalhar pelo rosto de Emelia. Ela é tão fofa. Com o cabelo escuro fluindo pelas costas em ondas suaves,


envolto em um pequeno coque elegante, usando um vestido e o mínimo de maquiagem, ela é espantosa. Algo que Yuri notou. — Tudo bem. — Ela tosse. — Acho que o entendo por ele ser um padre. Mas realmente. Eu sou sua irmã. Tudo o que ele tem que fazer é anunciar na missa que ele tem a sua irmã morando com ele por um tempo. Não é exatamente difícil, e problema resolvido. Ela não vai desistir. Sorrindo, coloco minha mão na coxa de Ramon e deslizo até as juntas roçarem em sua virilha. Ele ainda tem o bojo inflado e quando esfrego sobre os sulcos de seu comprimento, o meu próprio pau responde como vingança. É perigoso fazer isso em um local aberto, mas preciso lembrar a Ramon que ele não apenas me quer, mas que ele precisa de mim também. Depois que me acalmei mais cedo, decidi ser mais razoável esta noite, razão pela qual estou fazendo isso. O alívio que vi em seus olhos quando ele me viu valeu muito para acalmar meu coração dolorido. Ramon mantém a mão na minha coxa e repousa contra a minha própria virilha. Ele não move sua mão, apenas brinca. Ele sorri para mim, porque ele sabe que seu movimento está me deixando louco e, sem perder tempo, ele se volta para Emelia.


— Entendo você. — Ramon diz. — Acho que você precisa conversar com Dante e descobrir se há alguma outra razão para que ele não queira que você fique com ele. Ele pode apenas estar tentando afastá-la quando há um problema maior. — Ramon encolhe os ombros. — É apenas um pensamento. — Talvez. Não parei para pensar realmente. Não tenho certeza que ele ficará feliz quando ler a mensagem que enviei a ele quando cheguei. — Ela nos dá um sorriso travesso. — Eu disse a ele onde estou. Isso não parece bom. — O que você disse a ele? — Pergunto, provavelmente segundos antes das mesmas palavras saírem da boca de Ramon. Emelia sorri. — Eu lhe disse a minha localização e que havia muitos russos sensuais aqui. — Ela se inclina para mais perto e sussurra: — Na verdade, perguntei-lhe se ele acha que são parte do Bratva. Ramon faz um barulho estranho com sua garganta antes que ele possa obter suas palavras fora. — Ele vai trancá-la e jogar fora a maldita chave. Você está falando sério? Calor enche os olhos de Emelia nas palavras de Ramon e me pergunto o que isso significa antes de desaparecer tão


depressa quanto apareceu, me fazendo perguntar se estava imaginando. — Sim estou. Se ele acha que vou arrumar problemas estando sozinha, então ele vai me levar com ele. Ela tem tudo planejado. Sentindo a ereção de Ramon endurecendo mais através de seu jeans, afasto minha mão. Meu pau está desconfortável por trás do meu zíper e em pouco tempo, vou precisar de mais, muito mais. Fazer isso na Poles não é uma boa ideia com Yuri sendo o dono do lugar, mas sou muito velho para recorrer a banheiros nesses lugares. — Acho que estamos prestes a ter alguns problemas. — Ramon murmura, me distraindo do pensamento dele nu. Olho para ele antes de seguir a sua linha de visão. Dante. — Hum, ele parece mais irritado do que eu pensava que ele estaria. — Geme Emelia. — Talvez esta não foi a melhor ideia. Para um padre, Dante parece muito chateado. — Ramon, Noah. — Ele mal nos cumprimenta e se concentra em Emelia. — Dante. — Ela nervosamente sussurra. — Emelia. — Ele suspira e estende sua mão para fora, ela a toma e deixa-o puxá-la da cabine. — Nós realmente precisamos conversar. Dante se vira para nós.


— Obrigado por cuidar dela. Vou manter contato. Com essas palavras, ele puxa Emelia para perto antes de levá-la. Viro-me para Ramon e sorrio quando percebo que ele já está focado em mim. — Não quis dizer o que eu disse antes. — Ele rapidamente

se

desculpa.

Segurando

minha

mão

e

entrelaçando os dedos juntos, continua: — Depois do que aconteceu no escritório, tudo o que ocorreu de manhã voltou e pensei que queria ficar sozinho.... Estava errado em deixá-lo pensar que quis dizer aquilo. E se houver uma próxima vez, vou ser honesto, porque suponho que você prefere a verdade do que o que você teve hoje. Eu sinto muito. Aproximando-me de Ramon, beijo sua bochecha. — Percebi depois que me acalmei que você não quis dizer isso do jeito que saiu. Da próxima vez prefiro que seja honesto. Se você precisar ficar sozinho apenas me diga. Ele balança a cabeça. — É exatamente isso. Pensei que quisesse ficar sozinho, mas assim que você saiu, queria você lá. Precisava de você. Parte de mim se sente bem ouvindo-o admitir que suas palavras não foram verdade, mas não posso me impedir de ficar triste por ele precisar de mim e eu não estar lá. Aceito suas palavras como verdadeiras, em vez de confrontá-lo. — Diga alguma coisa. — Ramon puxa minha mão.


— Vamos esquecer o que aconteceu depois que entrei em seu escritório. — Sorrio. — E me diga o que aconteceu quando foi ver Griffin. Seus olhos escurecem e um olhar de cansaço toma conta dele. — Acho que está por trás de tudo. Ele não admitiu, mas quando o acusei, ele não negou qualquer coisa. No final, ainda me culpou pela morte de Andrew. Acredito que foi Brendan que fez seu próprio filho beber e depois dirigir aquela noite. Ele nunca foi solidário com Andrew desde o minuto em que ele percebeu que seu filho preferia homens. Algumas das coisas que ouvia durante conversas telefônicas de Andrew com seu pai eram ruins. — Ramon libera minha mão e se levanta, colocando as mãos atrás de sua cabeça enquanto se inclina para trás. — Estou cansado de tudo isso, mas esta noite chega. — Ele encontra o meu olhar. — A partir de hoje à noite, você não está mais morando naquele apartamento. Não me importo mais. Por que deveria deixá-lo governar a minha vida por causa de coisas sobre as quais não tinha controle? Acho que ainda precisamos vigiar a obra. Espero que minha ameaça de acusações, juntamente com a possibilidade de perder tudo, vá fazê-lo desistir de uma vez por todas. Não tenho certeza que ouvi muito depois que Ramon afirmou que não vou mais dormir sem ele. — Você esta me ouvindo? — Ramon me chuta sob a mesa.


— Ah sim. Especialmente a parte sobre nossos arranjos de vida a partir de agora. Ele faz uma pausa, em seguida, começa a rir. — Estou tentando ter uma conversa séria com você e tudo que você pode pensar é conseguir seu pau sugado. Sorrio. — Bem.... Se você está oferecendo. — Idiota. — Ele rebate. — Não consigo decidir se convoco uma reunião amanhã de manhã antes de todo mundo começar a trabalhar para informá-los quão sérias serão as consequências se alguma coisa acontecer na obra, ou apenas deixo tudo seguir seu curso.... O que você acha? O que eu penso é impróprio, mas Ramon vai ter que esperar até voltarmos ao apartamento antes de eu dizê-lo. — Acho que devemos ir para casa, e depois você precisa ter uma teleconferência com seus irmãos, porque eles devem estar querendo saber como foi sua conversa com Griffin. Pode ajudar você a decidir o que você quer fazer amanhã sobre os trabalhadores. — Tudo bem, vamos fazer isso. Eu estou tão cansado de toda essa merda. — Eu também.... Mas, conheço algumas maneiras de relaxar você. — Sorrio discretamente sabendo que ele está imaginando minhas mãos o massageando. — Eu quero isso. — Ramon acaricia ao longo de seu comprimento, o que faz um tique de resposta no meu.


— Precisamos sair e fazer logo a ligação. — Uma vez que me levanto, me encolho e rapidamente enfio a mão no meu jeans para reorganizar meu pau. — Sinto muito que não estamos no mesmo carro, caso contrário, colocaria minha boca em uso no caminho de volta. — Porra... isso é injusto. — Lamento. Ele ama me atormentar. — Vou ter você no minuto em que entrar no apartamento, e você sabe! Nada como ter a última palavra.


Noah Trabalhar na obra hoje está me matando. Cada músculo do meu corpo parece que foi rasgado e torcido em tortura. Bem, meio que foi. Sorrio com a lembrança de ter Ramon em suas mãos e joelhos, enquanto transei com ele. Seu corpo musculoso

bronzeado

todo

abaixo

de

mim

enquanto

bombeava em seu traseiro apertado. Ramon estava muito duro e empurrando contra sua mão até que afastei sua mão para terminar o trabalho. Ele gozou logo que o toquei, o que fez minhas bolas doerem com a necessidade, e meu pau espasmar quando gozei. — Caralho. — Eu ajusto o pau duro no meu jeans e vou me aliviar antes que se torne óbvio para os trabalhadores em torno de mim. Ramon faz isso comigo. Ele me perturba muito e, estando em um canteiro de obras, minha cabeça precisa focar no aqui e agora. E se não estiver, acidentes podem acontecer. Chris, um dos eletricistas, se aproxima e ouço o distinto pisar pesado antes de vê-lo. Seu ajudante, Rick, arrasta os


pés quando anda e não está próximo, o que me faz pensar no que está fazendo, porque eles nunca trabalham sozinhos. Todos os trabalhadores ouviram as palavras de Ramon esta manhã e apenas alguns tinham uma opinião diferente. Mas Ramon alertou sobre abrir uma ação legal contra qualquer um que ele descobrir que esta “ajudando” Griffin e isso não agradou muito. Depois de vinte minutos de conversa, todos pareceram se acalmar e perceber que eles não tinham com o que se preocupar se eles se ocupassem com seu próprio trabalho e assim manteriam seus empregos. Parecia que os mais antigos, aqueles que trabalhavam para os McKenzies por mais tempo, ficaram ofendidos que Ramon poderia achar que eles fizeram algo para por em risco seus empregos. Ambos Ramon e eu sabíamos que isso poderia acontecer e tínhamos discutido sobre isso durante o café da manhã. Não havia nenhuma maneira fácil de encarar isso. Ramon precisava se fazer entender, independentemente de quem se ofenderia, e foi isso que ele fez. Inquietação me domina enquanto olho em volta da obra. Não tenho certeza se alguma coisa vai acontecer, mas não posso evitar de me preocupar com os caras na obra. Um deles pode ter um problema com Ramon.... Bem.... Um problema maior do que antes. Durante o anúncio de Ramon, eu estava parado atrás dos outros enquanto observava por qualquer coisa incomum. Nenhum imprevisto aconteceu e todos escutaram Ramon.


Alguns se revoltando quando não gostaram do que ouviram, mas fora isso não houve nada. — Você vai ficar ai sonhando o dia todo ou você vai me deixar passar para trabalhar naquela parede ali? — Chris pergunta. Tenho a sensação de que ele está tentando ser educado, mas preferia apenas me empurrar para fora do caminho. — Tudo bem. Onde está Rick? Ele passa por mim, resmungando, e deixa cair sua caixa de

ferramentas

quando

chega

à

parede

que

ele

aparentemente, vai trabalhar. Não sei se acredito nisso. Nada vai ser feito por mim nesta manhã. Não sou normalmente tão distraído, mas pensar em Ramon em seu escritório está acabando com a minha concentração. Provavelmente estou agindo como uma criança de cinco anos hoje. É como se eu tivesse uma coceira que precisasse coçar e sabendo que não posso está fazendo-a coçar mais. Estremeço porque é verdade e minha coceira é Ramon. — Merda! — Coloco o martelo de volta em meu cinto de ferramentas e vou pelas escadas. Há um elevador, mas essa coisa é o suficiente para me dar pesadelos. Elevadores em canteiros de obras são temperamentais nos melhores dias. Descendo o último conjunto de escadas, alguém grita: "Cuidado." Todos nós olhamos para cima e, numa fração de


segundo, afasto um garoto enquanto duas vigas de aço caem no chão. Essa foi por pouco. Não tenho ideia de onde elas vieram. Todas as vigas de aço para os andares de cima foram levadas até lá por um guindaste dois dias atrás. Elas são muito pesadas para um ou mesmo dois homens manobrar sem o suporte de um equipamento ou algo similar. — Que merda aconteceu? — Ramon grita enquanto se apressa através da multidão que se formou. Então seus olhos se concentram em mim sentado no chão e meu pé a cerca de quinze centímetros de uma das vigas. Ele parece momentaneamente atordoado antes de se aproximar rapidamente e me ajudar a levantar. Viro-me e ajudo o garoto que quase foi atingido, mas o breve toque de Ramon na minha mão me faz virar para ele. — Você está bem? Eu concordo. — Sim. Não estaria, se uma advertência não fosse gritada. Sua mandíbula aperta com raiva e estresse. — A obra está fechada por hoje. Todo mundo vai receber o pagamento, mas por agora, peguem suas coisas pessoais e encerrem o expediente. Estejam de volta aqui amanhã de manhã a menos que vocês sejam avisados do contrário. E você será pago amanhã, se você não for chamado. Isso serve para todos. — Ele passa suas mãos pelos cabelos e o ligeiro


tremor que vejo aperta no meu coração. Sem olhar para mim, e com o ruído de todo mundo indo embora, ele sussurra. — Siga-me para o meu escritório. Agora. — Ramon se vira e sai da construção esperando que o siga. Eu vou. O seguirei em qualquer lugar, e espero que ele perceba isso. Meu estômago ainda está de cabeça para baixo pelo que realmente aconteceu. Segundos. Isso foi tudo que eu tive para sair do caminho. Depois que agarrar meu homem, estou planejando voltar lá em cima para descobrir como aquelas vigas conseguiram despencar pela porra do ar.

Ramon Ao ouvir o barulho do meu escritório, levantei-me e corri para a entrada do edifício com o coração na garganta. Meu primeiro pensamento foi para Noah, mas também me preocupei no caso de um dos meus trabalhadores ter se machucado ou pior. Chocou-me encontrar Noah sentado no chão ao lado do garoto que presumo que ele empurrou para fora do caminho. Noah estava a meros centímetros das vigas.


Mesmo agora, enquanto ignoro Jackie e entro em meu escritório, minhas mãos ainda estão tremendo. O medo de perder Noah está rasgando meu interior e além. A tal ponto que quero rasgar nossas roupas e reclamá-lo.... Preciso sentilo, saber que está vivo. Ou até mesmo tê-lo me reclamando de modo que o sinta duro e sólido na minha bunda. — Ramon, fale comigo. — Noah fecha a porta para nos dar privacidade e segundos depois ouço seu cinto de ferramentas caindo no chão e o ferrolho trancando a porta, não posso me segurar. São necessários dois passos para alcançá-lo e, em seguida, estou puxando-o em meus braços. Seus braços envolvem minha cintura e ele me abraça tão firme quanto estou segurando-o. Movendo lentamente as mãos por trás de seu pescoço, seguro seu rosto e, enquanto acaricio suas bochechas com meus polegares, deixo meus lábios pairarem acima dos seus antes de beijá-lo. Não é o beijo cheio de luxúria que costumamos trocar. É um beijo suave de amor. Quase o perdi e preciso desse momento agora. Quero mostrar-lhe o quanto ele significa para mim. Que é por isso que estou frustrado que estamos em meu escritório, mas talvez, precisemos de uma nova memória estando aqui. Diminuindo o beijo, e ignorando o pulsar no meu zíper, eu gentilmente me apoio em Noah e mordisco ao longo de sua mandíbula terminando no lóbulo da sua orelha, enquanto minhas mãos vagueiam sobre seu peito nu. Noah geme e


empurra sua virilha contra mim. Oh, ele está pronto para mim. Com um rápido beijo em seus lábios, me afasto e faço um trabalho rápido em seu cinto e calça jeans. Empurrandoos para baixo em suas pernas, seu belo pau aparece, duro e grosso. — Toque-me. — Ele sibila. — Eu vou. — Gemo com a visão. Virando rapidamente uma cadeira para ficar de frente para nós, pego Noah e o empurro para sentar na cadeira. — Humm, isso parece bom. — Sussurra Noah enquanto ele acaricia seu próprio pau. — Mas seria melhor se você estivesse aqui. — Ele aponta para o chão entre seus joelhos abertos. Seus tornozelos não estão distantes um do outro por causa de sua calça jeans enrolada em torno deles. Eu sorrio e caio no chão. — Assim está bem? — Não. Mais perto. Meus olhos permanecem em seu pênis enquanto ele o acaricia, atraindo mais pré-sêmen para fora da cabeça. Meu próprio pênis está apto para estourar, mas ele não importa agora. Isso aqui, agora, é sobre Noah. — Quero ver o seu pau. — O que?


— Você me ouviu, Ramon. Quero ver seu pênis. Agora, você está me provocando com a protuberância que você tem, mas adoro olhar para você. Minha respiração trava na minha garganta com suas palavras, e acho que não posso recusar. Posso definir minhas regras próprias também. — Você não toca meu pau ou minha bunda. Isto é sobre você. Ele rosna. — Faça. Jogando minha camisa sobre a minha cabeça, arranco meu cinto e apenas suspiro de alívio quando minha ereção bate o ar frio. — Assim é muito melhor.... Mas se você não fizer algo em breve, vou gozar pela minha própria mão. — Noah acaricia seu pau e mantém um aperto firme em torno da base e de sua saída. — Não se mova. — Eu assobio. Acariciando suas coxas, esfrego onde posso alcançar entre as pernas e sorrio quando seu pau se contrai. Vejo como mais pré-sêmen escorre da fenda antes de usar minha língua e sentir seu gosto. Noah prende o fôlego. Sinto prazer em fazê-lo se sentir assim, quando sinto um ligeiro tremor em suas pernas. Sabendo que estou causando isso nele aumenta a minha


própria excitação, que faz meu pau formigar e liberar présêmen. Precisando que a dor entre as minhas bolas seja aliviada, embrulho uma mão em volta do meu eixo e começo movê-la para frente e para trás. Querendo mais de Noah, afasto sua mão e uso a minha para massagear suas bolas e pau. O seu, "porra, porra, Ramon", quando o levo a minha boca faz minhas bolas puxarem para cima tão extremamente apertadas, que tenho medo delas estourarem. Minha mão brinca com seu saco enquanto meus dedos procuram

entre

suas pernas

pelo ponto

sensível que

normalmente o faz disparar em órbita. Todo o seu corpo fica tenso quando encontro o local. Levemente massageio o ponto com o dedo enquanto minha boca trabalha, levando-o mais profundo enquanto seus dedos deslizam no meu cabelo e gentilmente o puxam. Sentindo os arrepios de prazer em meu próprio pau se reunirem

com

meu

próprio

orgasmo

se

aproximando

rapidamente, olho para Noah. Seus olhos estão brilhando com amor por mim. Não posso adiar mais, e pressiono entre as pernas de Noah enquanto tomo todo seu pênis em minha boca, cantarolando em torno dele. Seu gozo espirra contra a parte de trás da minha garganta, juntamente com minha própria libertação. Chupo e


massageio Noah enquanto está lançando dentro de mim, e bombeio meu pau em minha própria liberação de prazer. No momento em que nós dois estamos saciados, Noah puxa minha cabeça de seu colo e diz: — Eu não aguento mais. — E sela nossos lábios com um breve beijo. — Posso provar a mim mesmo em você. — Me beija de novo, e de novo, e novamente. — Não posso obter o suficiente. Espremo delicadamente seu saco e vejo como Noah joga a cabeça para trás e empurra em minha mão. — De maneira nenhuma vamos fazer novamente em seu escritório. Triste, mas tenho que concordar. Minha mão está muito pegajosa, sem mencionar o jeans de Noah. Sento-me sobre meus calcanhares e rio. Noah levanta uma sobrancelha em questionamento. — Meu sêmen caiu em seu jeans.... Desculpe. Esqueci que ele estava aí. — Olho em volta procurando minha camisa antes de agarrá-la e limpar meu pau.... E o jeans de Noah. Sorrio. — Você está realmente reivindicado. — Espertinho. — Resmunga Noah. — Está se sentindo melhor agora?


— Eu deveria estar fazendo-lhe essa pergunta. — Puxo minha calça de volta para cima e vou até um pequeno armário onde mantenho uma roupa extra. Não encontro outra camisa, então pego uma camiseta e um jeans de trabalho junto com minhas botas. Poderia muito bem fazer uma troca completa. Enquanto estou me vestindo, continuo olhando para Noah. Preciso ter certeza de que ele está realmente bem. Ele parece estar, mas a carranca junto com sua sobrancelha arqueada me diz que algo está incomodando-o. — Fale comigo. — Digo a ele durante a troca de minha calça. — Por favor. — Abotoo o jeans. — O que aconteceu lá hoje? Essas vigas são tão pesadas, que precisam pelo menos de quatro pessoas para levantá-las, e não haviam quatro pessoas lá em cima. Até onde sei, não havia ninguém acima do terceiro andar, tinha acabado de vir de lá. — Então, você está bem. Por dentro e por fora, você está bem? Noah rapidamente beija meus lábios antes de dar um passo para trás. — Sim. Juro que estou bem. Estou apenas preocupado com o jeito que isso aconteceu. Suspiro de alívio. — Com isso posso lidar.


Noah olha rapidamente para mim depois da minha resposta. — Vamos subir e dar uma olhada. Ele balança a cabeça e começa a abrir a porta quando meu celular começa a vibrar em minha mesa com uma chamada. — McKenzie. — Respondo. — Ramon, Sabrina teve um menino uma hora atrás. — Carla anuncia, sua voz cheia de emoção e tenho certeza que ela está chorando e rindo ao mesmo tempo. — Tentei te ligar mais cedo, mas não atendeu. Acho que seus irmãos tentaram também. Meu coração se aperta. — Sinto muito, esqueci de tirar da vibração esta manhã. — Passo a informação para Noah, que está esperando pacientemente na porta. Ele sorri. — E Sabrina está bem? Lucien? O bebê? Carla ri. — Sabrina está bem, mas está exausta. Lucien era uma mistura de verde e branco não muito tempo atrás, mas agora ele tem um sorriso tão grande quanto o Canadá. Alexander Lucien McKenzie é um menino bonito, com 3kg e 300g... que é um excelente peso ao nascer. E ele tem um par brilhante de pulmões, pelo menos foi o que Lucien nos informou.... Você virá agora ou vai esperar até amanhã?


Estou desesperado para visitar meu sobrinho, mas não quero cansar Sabrina. — Avise a Lucien que nós vamos visitá-los ainda esta tarde. — Eu vou. — Ela desliga antes que mais palavras possam ser trocadas. Sorrio como um idiota para Noah. — Nós somos tios.... Alexander Lucien McKenzie. Seus olhos se enchem de lágrimas com as minhas palavras, mas ele pisca afastando-as. Movendo-me mais perto, seguro sua mandíbula com minha mão e beijo duramente sua boca. — Estamos nisso para sempre, você e eu, então sim, nós somos tios. — Nunca disse o contrário. — Ele contrapõe, com emoção clara em sua voz.


Ramon Ainda não há nenhuma pista de como as vigas caíram do andar superior daquele jeito, Noah e eu desistimos de resolver o problema.... Pelo menos por enquanto. Já que agora, temos um sobrinho para acolher no mundo! Tenho a sensação de que será mais do que apenas nós no hospital, se Sebastian fizer do seu jeito. Provavelmente vamos acabar no Kenza comemorando a chegada do bebê em grande estilo. — Você não vai sair e embebedar seu irmão. Humm, ou não, com essas palavras de mamãe ecoando pelo corredor. — Mãe, nós não somos mais adolescentes. Nós podemos lidar com a bebida. Não se preocupe. — Sebastian tenta acalmá-la, o que poderia ter dito ele para poupar suas palavras. — Mãe. — Interrompo, para grande alívio de Seb. — Oh, vocês dois estão finalmente aqui. — Ela me alcança e me abraça antes de fazer o mesmo com Noah. — Sua irmã está com Lucien e Sabrina. Vão vê-los. — Ela dá a


Noah um empurrão na direção que estou presumindo que precisamos seguir. — Eu vou mostrar. — Sebastian oferece e move-se na nossa frente. — Vejo vocês meninos no domingo. — Com essas palavras de despedida, mamãe desaparece. — O que você disse para irritá-la? — Pergunto a meu irmão. — Abri minha boca antes de pensar. Ela estava me pressionando para engravidar Carla, então mudei de assunto e terminou com um sermão sobre deixar Lucien bêbado. — Por que você apenas não disse a ela que vocês querem esperar? — Pergunta Noah. Não sabia que essa era a razão. — Porque não é da conta de ninguém, somente nossa. — Ele suspira. — Queremos ter filhos, mas acho que agora, estamos sendo egoístas e decidimos esperar mais doze meses, antes mesmo de tentar. Quero tê-la só para mim um pouco mais, eu não vejo o que há de errado nisso. Coloco minha mão em seu ombro enquanto ele para na porta. — Não há nada errado com isso, e eu estou feliz que pelo menos uma vez você não está apressando algo. Basta dizer a mamãe, então ela vai parar de persegui-lo. — Sorrio. — Ela vai começar a perseguir Ruben então. Ele ri.


— Isso é algo para se pensar. Só queria que ela desistisse sem ter que dar a ela uma razão pela qual nós não teremos um bebê agora. — Eu compreendo-o.... de qualquer maneira, abra a porta. Nós queremos ver nosso sobrinho. Sebastian abre a porta e meu rosto divide-se em um sorriso. Carla está sentada ao lado da cama abraçando Alexander, enquanto Sabrina está descansando de costas na cama com o meu irmão, que parece mais exausto do que sua esposa. À medida que entramos, eu rio da cena que se forma diante de nós. Sebastian se agacha ao lado de sua esposa, e Lucien apenas nos observa entre os olhos que se recusam a ficar abertos. — Quem deu à luz? — Pergunto enquanto me inclino sobre Sabrina para beijar sua bochecha. — Parabéns, você é a mamãe mais bonita. — Ei, pare de falar coisas doces à minha esposa. — Lucien resmunga. Noah beija brevemente Sabrina na bochecha, antes de beijar sua irmã e agachar-se para olhar o pacote em seus braços. Me viro para Sabrina. Ela sorri, aconchegando-se mais contra seu marido.


— Nós dois estamos cansados, mas estou melhor com todos os remédios que injetaram em mim, mas Lucien está pronto para dormir por uma semana, eu acho. — Eu vou dormir quando ambos estiverem em casa comigo. — Agora Lucien, você precisa descansar. — Sabrina adverte. Meu irmão revira os olhos, o que Sabrina acaba vendo. Seu olhar severo é de curta duração quando ele a beija para sair do apuro. Ignorando a dupla se afagando na cama, afasto Sebastian do caminho para que eu possa ver meu sobrinho. Ele é como qualquer outro bebê, pequeno. Bebês me assustam muito para segurá-los. Estou sempre com medo de que vá deixar cair o pequeno pacote. Nunca faria isso, mas eles são tão pequenos! — Aqui Ramon, pegue-o. — Carla oferece, e Sebastian, sabendo do meu medo, começa a rir. A carranca de Carla em breve o cala em vez de aumentar o barulho. — Me levantem rapazes. Noah ajuda Carla a se levantar da cadeira, e com os olhos, ela me indica a cadeira que acabou de desocupar. — Agora.... Segure seu sobrinho. — Ela sorri. Alexander é colocado em meus braços e o ar deixa meus pulmões. Ele é tão precioso e estou emocionado que Lucien


tem a família que ele sempre pensou que não seria possível. Descolando a pequena luva branca na mão de Alexander, eu olho para seus dedos enrugados e sorrio em delírio quando ele agarra meu dedo. — Ele é perfeito. — Sussurro, à beira das lágrimas. Noah se senta no braço da cadeira ao meu lado, e desliza o braço em volta dos meus ombros enquanto ele acaricia a cabeça de Alexander com a sua outra mão. — Lindo. — Diz ele, e ouço o sorriso em sua voz. Controlando minhas emoções, finalmente encontro o olhar de Lucien. — Não tenho palavras para dizer o quanto estou feliz por você. Lucien balança a cabeça conforme engole sua própria emoção com minhas palavras, enquanto me viro para Sabrina. — Obrigado por tornar a vida do meu irmão completa. Sabrina limpa abertamente as lágrimas de seu rosto. — Eu o amo, e a Alexander. Eles são o meu mundo. — Eu sei.... Diga-me, como foi com mamãe? — Pergunto, e começo a rir quando Sebastian bufa e Lucien ri. — Ela esqueceu seu próprio nome antes quando ela estava aqui. Papai teve que lembrá-la. — Sebastian balança a cabeça. — Vamos mulher. — Ele desliza o braço em torno da cintura da mulher por trás. — É hora de ir. — Ele a beija no pescoço, enquanto arrasta-a para a porta.


— Meu Deus, Sebastian. — Lucien ri. — Não pode esperar até que você a leve para casa? — Não. — Seb responde com um sorriso. — Bem vemos todos vocês mais tarde. — Sebastian abre a porta para encontrar Dante no outro lado. Ele faz uma breve pausa antes de entrar. Sebastian sai com Carla, não dando tempo a ela de dizer adeus a ninguém, enquanto Dante decide se aproximar da cama ao lado de Sabrina. Enquanto Lucien franze a testa para Dante que sorri, me levanto e deixo Noah tomar a cadeira antes de colocar Alexander em seus braços.

Noah Segurando este bebê doce em meus braços, ignoro os outros na sala e aprecio a sensação dele contra mim. Ele é pesado o suficiente para saber que ele está lá, mas tão leve e precioso. A minha irmã parecia perfeita segurando Alexander quando nós entramos, e eu mal posso esperar para ser tio de seus filhos. Até então eu não percebi o quanto eu queria ser pai, ter um filho ou filha para vir para casa todas as noites. O


único caminho a seguir, para Ramon e eu, seria adotar, mas eu nem tenho certeza se isso é uma opção para um casal gay. Eu acho que é algo para pensar e um dia conversar com Ramon.... Um dia. Por agora, estou apenas feliz que ele me aceitou de volta, sem tentar mandar-me embora. Eu merecia isso, mas estou extremamente aliviado que ele não o fez. — Sylvia. — Ouço o nome dela sair da boca de Dante, que traz a minha atenção de volta para os outros na sala. — Não sabia que Eric estava de volta. — Ramon faz uma carranca e olha para mim. — O que eu perdi? — Preciso saber o por quê deste olhar no rosto de Ramon. Ramon oferece-me um sorriso irônico. — Eric estava com Dante. Eles esbarram com Sylvia em seu caminho, e, aparentemente, Eric arrastou Sylvia para falar com ele, enquanto Dante veio até aqui. Realmente acredito que Sylvia tem Eric amarrado em nós. — Meu irmão quase bateu em uma porta fechada por causa de sua distração com Sylvia quando ele a viu. — Dante faz uma carranca. — Ele não é assim tão distraído com uma mulher, então não tenho certeza de como interpretar isto. — É por isso que estou preocupado. Ele nunca teve um relacionamento sério. Acho isso difícil de acreditar quando ele está em seus trinta anos. — Você tem certeza sobre isso?


— Sim. — Respondem Ramon, Lucien e Dante juntos. Ok, então! — A coisa é, não tenho certeza do que eles têm, mas não é uma relação, pelo menos, não ainda. — Luxúria. — Sabrina oferece, e encolhe os ombros quando todos nós olhamos para ela. — Oh, vamos lá. Você são todos homens, vocês nunca sentiram luxúria antes? — Todo o tempo. — Admite Ramon. Acho graça. Dante faz um barulho borbulhante com a garganta e Lucien ruge de tanto rir. Sabrina começa a rir. — Bem, ele nem sempre foi um padre. — Eu não era. — Dante concorda. — Vou deixá-los se entenderem. Preciso ir e verificar o que Eric fez com aquela jovem mulher, mas vou voltar antes de ir embora. Preciso dar um afago nesse pacote pequeno. Permanecendo

sentado

enquanto

ele

caminha,

finalmente começo a rir. — Você soou com cerca de noventa anos com esse comentário. — Às vezes desejo que tivesse. Faço uma pausa no pensamento. Por que ele deseja isso? Não faz sentido.


Quando Dante nos deixa, eu concentro-me em balançar a criança em meus braços. Ele está começando a acordar e quer sua mãe, se sua boca procurando for qualquer indicação. Levantando-me, o entrego para Sabrina, que já estava se aproximando de seu filho. Eles fazem uma imagem perfeita. Pegando rapidamente o meu celular do bolso de trás, aponto e clico tirando algumas fotos. Uma imagem perfeita, mando uma mensagem para Lucien. Ramon ficou vinte minutos me passando os números de celular de todos esta manhã para que sempre tenha uma maneira de entrar em contato com sua família. Quando

Lucien

recebe

a

mensagem,

seus

olhos

arregalam de surpresa com a imagem que tirei. Isto mostra o amor entre ele e sua esposa enquanto abraçavam seu filho. — Obrigado. — Ele sussurra e mostra a Sabrina. Ramon desliza a mão na minha e nossos dedos se entrelaçam. — Nós estamos saindo para dar-lhes privacidade para alimentar Alexander. — Sorri Ramon. — Um bonito nome para um bebê bonito. Lucien se levanta da cama e vem até nós. — Obrigado rapazes. Nós vamos estar na casa dos pais no domingo, talvez. — Lucien olha para Sabrina. — Vai depender de como minha esposa estiver se sentindo. — Ele sorri.


— Acho que você deve deixar passar este domingo e ir no próximo. Nossa família é esmagadora na maioria das vezes e vocês vão precisar descansar. Mãe sabe onde você está para visitá-los, o que ela vai fazer. — Isso foi o que eu disse a Sabrina. — Lucien distraidamente acaricia a mão de Sabrina enquanto se senta na cama. — Eu acho que vamos vê-los em um par de semanas, se não antes. — Acrescento sabendo que Lucien fará o que for melhor. Ramon puxa minha mão quando nos movemos para a porta. Nos despedimos e, antes que eu saiba, estamos no elevador e Ramon está puxando-me para perto. — Esta noite quero deitar na cama com você enrolado em mim. Sem sexo. Apenas nós dois deitados juntos. Deslizo

os

dedos

pelo

seu

cabelo

e

saboreio

o

comprimento mais longo, enquanto devolvo seu abraço. Suas palavras vão direto ao meu coração onde quero mantê-las... e a ele... para sempre.


Ramon Acordar, envolto em torno do homem que amo, faz com que o meu coração vibre no peito. Só conheci este sentindo com Noah e estou contente por ele estar de volta. Está de volta para ficar. Ontem à noite, depois de ter chegado da visita a nosso novo sobrinho, comemos comida chinesa e em seguida, deitamos abraçados na cama. Foi uma sensação agradável ser capaz de relaxar com ele. Ele conhece todas as minhas manias, e eu as dele. Às vezes acho que sei o que ele está pensando e em seguida, ele me surpreende. Eu amo como é ter sua forma nua pressionada completamente contra meu peito. É cada vez mais difícil eu ficar imóvel enquanto me aperto contra ele com a luz solar entrando pelas janelas. Apenas a sensação dele contra mim esta manhã, faz-me contrair por um contato muito mais próximo, que recebo quando Noah empurra seu traseiro apertado contra mim.


Reprimindo um gemido, esfrego sua bunda e quadril com a minha mão e sinto meu pau contrair com a absoluta necessidade de Noah. Na noite passada tínhamos explorado um ao outro, mas tínhamos feito isso sem fazer sexo. Ambos queríamos essa conexão íntima que não tivemos com ninguém mais. Esta manhã, no entanto, preciso dele com o meu coração, alma e corpo. Querendo verificar a disponibilidade de Noah para mim, deslizo minha mão sobre seu quadril e Noah engasga de prazer quando minha mão fecha em torno de sua ereção sólida. Gentilmente mordo o lóbulo da sua orelha. — Quanto tempo faz que você está acordado? — Sussurro. — Não muito. — Noah coloca a mão no meu quadril e me segura contra ele. Minha mão acaricia para frente e para trás enquanto meu pau duro esfrega contra o seu traseiro; meu pau esfrega entre suas nádegas buscando abrigo em seu calor. — Eu quero você. — Beijo a parte de trás do seu pescoço e movo-me ao longo de seus ombros, sentindo-o tremer com a minha boca e mãos sobre ele. — Então me tenha. Sou seu. Assim que as palavras deixam a boca de Noah, meu celular começa a vibrar na mesa de cabeceira.


— Atende. — Ordena Noah. — Se eu atender, não teremos mais tempo, você sabe disso, não é? — Sim, mas pode ser importante a esta hora da manhã. Atenda. Ele tem razão. Observo Noah sair da cama e dirigir-se para o banheiro enquanto eu pego meu celular. Verificando a exibição de chamadas, eu franzo a testa quando vejo a cara feia de Sebastian sorrindo para mim. Quando ele colocou essa imagem como seu perfil, eu não tenho ideia. Atendendo, eu rosno. —

Está tudo bem?

— Enquanto esfrego minhas

têmporas. — Por que os bebês nascem no meio da noite? — Ele resmunga. — Sobre o que você está falando? — Lily. Ele está me dando dor de cabeça. — Olha, não tomei meu café ainda, e não tenho nenhuma ideia sobre o que você está tentando me dizer, então acabe logo com isso. — Bem, olha quem acordou mal-humorado. — Ele reclama. — Lily teve seu bebê durante a noite.


Sorrio com suas palavras. — Mamãe acabou de me ligar e disse para ligar para todos, para que ela pudesse ir ver sua nova neta. Não sei por que ela não podia esperar algumas horas mais. Rio. — Porque ela está animada e espera que você também esteja, seu idiota. — Estou. — Pare de choramingar e me diga sobre Lily e a bebê. — Resolvo me apoiar contra o meu travesseiro. — Sirena Louise Mackenzie nasceu cerca de uma hora atrás, e tanto a mãe quanto a bebê estão bem. Não tenho certeza sobre Michael. Pela descrição de mamãe, acho que ele parecia tão mal quanto Lucien. Outra menina. Eu me pergunto se ela se parece como seu irmão ou irmã? — Nós vamos até lá mais tarde. Presumo que eles estão no mesmo hospital que Sabrina? — Sim. — Ele boceja. — Vou voltar para cama com a minha esposa. Vejo-os mais tarde. Desligando, vejo Noah, já vestido para o seu dia na obra, sorrindo para mim. Ele obviamente, ouviu a minha conversa sobre o novo bebê, mas acrescento: — Sirena Louise nasceu cerca de uma hora atrás e ambas estão bem.


— Somos tios novamente. Aceno, o novo bebê temporariamente esquecido. A calça jeans pendurada na cintura, enquanto ele não coloca o cinto. A camiseta servindo-lhe perfeitamente com seus mamilos mostrando através da camisa. — Se você continuar olhando para mim assim, vou subir de volta na cama com você, e você vai perder sua reunião. Ouvindo Noah mencionar minha reunião, olho para o relógio abaixo da TV na parede. Porra! — Vou fazer o café. — Noah oferece e desaparece. Sorrio

porque

não

sou

cego....

Notei

a

grande

protuberância atrás de seu zíper. Suspirando,

revelo

a

minha

protuberância

correspondente, conforme faço rapidamente a minha rotina matinal, desesperado para me juntar a Noah na cozinha. Não demora muito tempo para terminar no banheiro e, uma vez vestido com minha calça cinza escuro, camisa cinza e sapatos, deixo a gravata oscilando em torno do meu pescoço enquanto vou encontrar Noah. Paro na entrada da cozinha quando vejo o café da manhã sobre a mesa da cozinha: bagel, requeijão, geleia, café e suco. — O quê? — Pergunta ele, corando.


Acho que não posso sorrir mais do que estou nesse instante. Movendo-me até ele, eu agarro sua nuca quando se inclina contra mim. Inclinando-me, beijo seus lábios bonitos. — Obrigado. Tomando o assento oposto, saboreio o café antes de espalhar o requeijão sobre a bagel. Cuido muito da minha saúde e posso comer praticamente qualquer coisa, em qualquer hora do dia, então aproveito. Ter Noah preparando isso para mim faz um sorriso brincar em meus lábios. — Acho que não quero que ninguém mais saiba sobre as câmeras de segurança que foram instaladas durante a noite. Noah acena com a cabeça em concordância, sua boca cheia com comida. Minha intenção inicial era deixar todos saberem na esperança de que nada mais acontecesse. Mas como Noah disse, se souberem que elas estão lá, então isso poderia impedi-los de descobrir quem está fazendo isso. Então, depois de alguma discussão, vou tentar a rota secreta primeiro e ver o que acontece. Nada parecia ser culpado quando verificamos as vigas que caíram no chão, o que levanta a questão de como elas caíram? Com uma carranca se formando em minha testa, sugiro: — Veja o que acontece, e tente não se preocupar demais. Vou para minha reunião e em seguida, vamos falar sobre a contratação de alguma segurança.


— Você acha que é uma boa ideia? Ter homens caminhando na obra que não têm instrução sobre o processo de construção? — Noah faz um bom ponto. Termino de mastigar um pedaço da torrada e respondo: — É uma maneira de manter todos seguros, mas você tem um ponto sobre a sua segurança. Porra, se eu soubesse outra forma de resolver isso, gostaria de fazê-lo. Pensei que ir diretamente até Griffin iria parar tudo, mas as vigas caírem, foi mais grave do que tudo o que aconteceu antes. Vamos ver o que acontece hoje e decidir a partir daí. Não quero mais atrasos se pudermos impedir isso. — Eu compreendo. Bem, você sabe onde estarei se precisar de mim. — Ele pisca. Rio e termino meu bagel. — Obrigado pelo café da manhã. — Levantando, faço o trabalho rápido dos pratos sujos e termino tudo rapidamente antes de encontrar Noah na porta da frente. Ficamos lado a lado e olho para o espelho do corredor. Estou vestido para minha reunião, e Noah vestido para trabalhar na obra. Somos iguais por dentro, mas por fora, somos tão diferentes. Quando nos encontramos pela primeira vez, no entanto, estava vestido igual a Noah, jeans e botas de trabalho. Prefiro ficar sujo com os homens, nunca pedi para fazerem um trabalho que não estivesse preparado para fazer eu mesmo. É por isso que sou o gerente da obra em vez de trabalhar no edifício McKenzie no centro de Lexington. Mas ver Noah vestido assim hoje, está fazendo minha cabeça girar


e tudo que quero é tirar minha calça e camisa antes de eu substituí-las por um jeans e camiseta. — O que você está pensando? — Noah me vira de frente para ele e arruma minha gravata. Algo que odeio fazer. — Estou pensando sobre o quanto adoraria estar usando calça jeans e trabalhar ao seu lado durante todo o dia, em vez de ter de assistir a uma reunião antes de recuperar o atraso na papelada. — Sorrio e me aproximo para roubar um beijo rápido. O beijo rápido passa batido, já que Noah sela a boca sobre a minha, e prendo minha respiração. Ele tem gosto de café Colombiano combinado com o sabor único que é completamente Noah. O beijo permanece suave. Até o momento em que ele se afasta, nossa respiração está irregular e estou lutando comigo mesmo para não terminar o que começou no quarto. — Mais tarde. — Ele me afasta. — Você tem uma reunião. Eu rosno, querendo esquecer que nós dois temos compromissos e ficar aqui. Noah ri. — Vamos acabar com isso e então poderemos tirar férias. Só você e eu. Em algum lugar, sem telefones celulares, vigas, bebês nascendo... e pessoas nos incomodando em todas as horas. Seremos só nós.


— Eu, com certeza, gosto de como isso soa. — Pressiono meus lábios nos seus em um breve beijo. — Vamos.

Noah Com Ramon longe da obra durante a maior parte da manhã em sua reunião, fui capaz de me concentrar e consegui mais trabalho feito do que consegui toda a semana. Ele está fora por um par de horas e minha concentração está uma merda, outra vez. Não deveria achar tão difícil manter minha cabeça no trabalho, mas não consigo. Vi Jackie indo e voltando entre seu próprio escritório e o de Ramon tantas vezes que minha cabeça está girando. Até do quinto andar, posso ler a frustração clara no rosto de Ramon sempre que olha para fora. Todas as janelas e persianas estão abertas no seu escritório, me dando uma vista perfeita. Sem dúvida, ele vai ter algo para me contar quando chegarmos em casa mais tarde esta noite. Odeio não saber as coisas, então seu dia com Jackie vai entrar na conversa. De vez em quando, verifico em volta para me certificar de que não há alguém aqui que não deveria estar e até agora está tudo bem. Ainda me sinto desconfortável estando aqui


em cima. Os outros continuam trabalhando, que é uma das razões pelas quais optei por começar a fazer as bases para o quinto andar. A maior parte deste andar ainda está aberto aos elementos, o que faz com que o vento chicoteie em torno de mim, tornando impossível realmente estar aqui sem um cinto ligado a um dos ganchos de segurança. Os acho muito inconveniente, mas ao trabalhar sozinho e longe da beirada, não vejo a necessidade. Saúde e segurança, e Ramon não iria gostar de ver isso, mas droga. Não só acho mais fácil trabalhar sozinho, mas o silêncio me

permite

ultimamente.

pensar. Sobre

Pareço

estar

qualquer

pensando

coisa

e

tudo,

muito mas

principalmente meu futuro. Cada vez que penso sobre isso, Ramon está na imagem. Até visitarmos Sabrina no hospital, e pegar Alexander nos meus braços, nunca pensei em ter filhos meus. Não tenho certeza se ter filhos através da adoção é uma possibilidade, já que somos um casal gay. Suspiro.

O

que

estou

pensando?

Ramon

nunca

mencionou casamento ou filhos. Ele mencionou estarmos juntos para sempre e acho que deveria ter perguntado qual a sua definição de para sempre, para que possamos estar na mesma página com a nossa relação. O que o impede de mencionar isto? Odeio minha consciência, por vezes, mas está certa. Por que não posso ser eu a trazer o assunto? Pelo que sei, Ramon pode estar pensando na mesma coisa que eu em relação ao


nosso futuro juntos. Ele pode estar esperando por um sinal meu de que estou interessado. Espero que, se tudo correr bem na obra hoje, e depois de visitarmos Lily e Michael para conhecer Sirena, possa discutir o assunto para mencionar algo que nos leve a essa conversa. Mas o que? Uma rajada de vento quase me tira o capacete da cabeça então me viro e coloco-o firmemente de volta na cabeça enquanto tento chegar a uma maneira mais fácil de descobrir os pensamentos de Ramon sobre nós. Nada vem à mente então deixo esses pensamentos de lado enquanto me aproximo da área aberta, uma seção que parece um esqueleto agora, para sentir mais do frio no ar. Se eu fosse apostar, diria que há uma boa chance de nevar. Isto significa que Ramon e eu podemos aproveitar as encostas em nossas pranchas de snowboard. Faz muito tempo desde que apreciamos os meses de inverno juntos. No Canadá, nós nos divertimos

e

fiquei

triste

quando

nos

mudamos

para

Lexington. Ramon me prometeu, na época, que tinha neve e muita, durante os meses de inverno, então veremos agora. Estou mesmo ansioso por isso. Talvez nosso refúgio poderia ser uma montanha, com uma lareira para nos aquecer. Gostando desta ideia cada vez mais, dirijo-me para pegar meu capacete mais uma vez e levo o maior susto da minha vida. Tropeçando acabo caindo sentado e rapidamente me levanto. — Surpresa. — Ela rosna.


Como ela chegou até aqui sem que ninguém a visse? Ou eles viram? — Você não pode estar aqui em cima. – Me movo em direção a ela, mas ela se afasta e se aproxima mais perto da beirada do edifício, a seção fechada. — Ei, pare agora. — Congelo, não tendo ideia de como proceder. — Pare ou você vai cair. — Eu não me importo. — Ela murmura e não tenho certeza que ela está realmente no aqui e agora. Ela é magra com o cabelo loiro moldado em mechas. Suas feições delicadas e estrutura pequena a fazem parecer como uma fada. Eu quase espero que ela jogue pó de fadas em mim. E de onde esse pensamento veio, não tenho nenhuma ideia. Balançando a cabeça afastando meus pensamentos estúpidos, pergunto: — Qual é seu nome? Ela me ignora. — Como você chegou até aqui sem ser vista? — Tento chegar lentamente para mais perto dela, mas ela está observando cada movimento que faço. — Estou acostumada a estar em um canteiro de obras. Todos são iguais sobre suas precauções de segurança, e outras coisas dentro e fora das obras. — Ela sorri e rapidamente corre em uma única viga que perfuram para fora


no ar. Ela senta montada nela, me observando. Meu coração está batendo em minha garganta. Qual é o seu problema? Certamente alguém a viu. Me sento e devolvo seu olhar. — Por que ele te ama? É sobre Ramon? — Não sei a quem você se refere. — Eu blefo. Ela ri, calmamente. — Você sabe a quem me refiro. Por que ele te ama quando ele não amou meu irmão? Irmão? Ela não pode ignorar a confusão no meu rosto. Não faço nenhuma ideia de quem seu irmão é. — Ele estava apaixonado por Ramon, você sabe. Amor juvenil. Primeiro amor. — Andrew Griffin. — Deixo o nome sair dos meus lábios e me pergunto por que ninguém mais considerou-a como a pessoa por trás dos problemas dos McKenzie. Não há nenhuma maneira dela estar trabalhando sozinha, porque as coisas que foram roubadas, e as vigas também são extremamente pesadas para ela manusear. — Sim, meu irmão. Ele tinha toda a sua vida pela frente, mas ele escolheu tirar sua vida, porque sabia que Ramon nunca seria dele. Ramon matou meu irmão. — Ela cospe.


— Não fez porra nenhuma. Eles foram a experiência um do outro e seu irmão se apegou. É com seu pai que deveria estar conversando. Pergunte o que ele disse a Andrew na noite em que seu irmão entrou naquele carro bêbado. Seus olhos se estreitam. — Você está mentindo. — Ela acusa, ficando em pé em um movimento fácil. Gostaria que ela se movesse para longe da beirada antes que ela caia. Não importa o que ela vem fazendo, ou pagando alguém para fazer, ela não merece morrer. Então, para não a assustar, me levando e me aproximo um pouco mais da margem. Seus olhos de repente se prendem aos meus. — Você não estava aqui quando meu irmão e Ramon estavam juntos, então como você sabe o que aconteceu? — Ela avança um pouco antes de parar. — Ramon foi ver seu pai outro dia. — Admito. — Ele acusou seu pai de levar Andrew a beber naquela noite fatídica, e seu pai não encontrou o seu olhar. — Eu me aproximo mais. Há aproximadamente meio metro entre nós agora. — O que você acha que isso significa, hã? Não deveria antagonizá-la, mas ela esta fazendo meu sangue ferver com suas acusações. Isto é por causa do mal que seu pai a alimentou ao longo dos anos. — Você não sabe do que está falando. — Agora ela não encontra meu olhar.


Suspirando, tento mudar de assunto. — Por que você não me diz o seu nome agora que sei com quem está relacionada? Ela encolhe os ombros e me faz lembrar de uma garotinha perdida. Alguém que tem o desejo de amar, mas na verdade nunca o recebeu. — Angelina. — Ela sussurra. Eu só ouço o seu nome quando outra rajada de vento gira através do edifício. Meu capacete cai através do espaço aberto, que momentaneamente me distrai. Angelina grita e faz minha cabeça girar de volta, enquanto ela oscila na viga de aço. Observá-la perder o equilíbrio é uma das coisas mais assustadoras que já testemunhei. Sem pensar em mim mesmo, eu me jogo em direção ao nada.


Ramon Assinar mais e mais papelada está realmente se tornando uma tarefa que posso passar sem. Amo o elemento de construção e ter minhas mãos sujas, mas todo o resto depois de alguns dias começa a me irritar. Hoje é um desses dias. Nada está certo. Jackie entra e sai do meu escritório a cada cinco minutos, com um ou outro problema. Metade de suas perguntas, tenho certeza que ela sabe as malditas respostas. Tenho vontade de gritar de frustração. — Ramon. — Jackie entra bruscamente em meu escritório novamente como se sua bunda estivesse em chamas. Com os cotovelos na minha mesa, descanso minha cabeça em minhas mãos e tento respirar através do incômodo. Sentindo como se tivesse tudo sob controle, levanto a cabeça e suspiro. — Jackie, você está realmente testando minha paciência esta tarde. O que foi agora?


Ela não pode falar e parece estar em pânico, mas ela consegue apontar. Afastando-me de minha mesa, coloco a cabeça para fora da janela aberta e sigo seu dedo. Tenho que piscar algumas vezes, e uma vez que meu cérebro

clareia,

percebo

que

estou

observando

Noah

pendurado de cabeça para baixo em uma viga de aço no quinto andar. Pendurada em sua outra mão está uma pessoa pequena.... Claramente uma mulher. — Soe o alarme de emergência. — Grito para Jackie enquanto finalmente começo a agir, em vez de ficar aqui de pé em choque. Correndo para fora do escritório até o edifício, outros trabalhadores estão saindo. Eu não paro. Ouço os outros correndo nas escadas atrás de mim, e só espero que eles estejam seguindo para ajudar. Todas as possibilidades estão correndo pela minha mente enquanto a imagem de Noah pendurado de cabeça para baixo se repete em minha cabeça. Finalmente, chegando ao quinto andar, vejo Noah sendo arrastado de volta para o andar por um dos eletricistas. Seu nome sendo esquecido por mim em meu pânico, mas tudo o que sinto é gratidão pelo homem. Lentamente levantando-se, Noah olha em minha direção como se ele me sentisse, e meu coração para antes de começar a bater novamente. Ele está seguro.


Sem pensar em nada que não seja ter Noah em meus braços, meus pés se movem em direção a ele. Quando está no alcance do meu braço, agarro a mão oferecida e puxo-o para mim. Meus braços apertam ao redor de seu pescoço enquanto sinto sua respiração bater em meu pescoço segundos antes de seus braços envolverem em torno da minha cintura. Ele me segura firmemente. Não estou tão completamente embrulhado nele que perco os suspiros dos trabalhadores que estão em torno. Não queria que todos descobrissem assim, porque nem todo mundo fica confortável em torno de um casal gay, mas acho que nosso relacionamento não é mais um segredo... e não estou me importando com o que eles pensam. Se eles não gostam disso, eles podem sair. Mas segurando o homem que amo quando quase o perdi está

fazendo

o meu autocontrole escorregar

antes de

qualquer outra coisa. Certamente, vai demorar um longo tempo para ser capaz de sair do seu lado. Aspirando o cheiro dele em meus pulmões, faço a pergunta que está me incomodando. — Quem é a mulher? — Olho para onde um dos caras a tem envolta em sua jaqueta, enquanto ela soluça em suas mãos. — Angelina Griffin. Meu coração gagueja. — O quê? — Viro a cabeça novamente e olho para ela. Provavelmente passaram dez anos desde que a vi pela última


vez, e ela não parece em nada com a jovem que adorava seu irmão. Ao longo dos anos, sempre quis saber como ela estava. Pelo jeito, ela não está muito bem. — Não sei o que está acontecendo. Como você acabou.... Lá fora? — Aceno meus braços ao redor, incapaz de vocalizar as emoções e pensamentos correndo através de mim. Não conseguia entender o que aconteceu. — Não tenho certeza. De repente, ela apareceu aqui e começou a divagar. Pensei que ela fosse pular, mas depois, ela parecia estar pensando e, talvez, inclinando-se para mim quando uma rajada de vento soprou. Meu capacete voou e ela perdeu o equilíbrio. Me assustou para caramba. — As mãos de Noah tremem enquanto ele aponta ao redor, enquanto me diz o que aconteceu. A polícia e os paramédicos chegam afastando todos em volta. Não quero deixar Noah, mas preciso falar com a polícia e ver se eles podem descobrir o que está acontecendo com ela. Foi ela que contratou os filhos da puta que estão fodendo com os McKenzies? E se seu pai estava enchendo-a com todas as suas mentiras ao longo dos anos, então acho que ela me culpa pela morte de seu irmão. — Ramon, precisamos conversar. — Interrompe Jim. Olho para ele e aceno. Ele é um detetive veio aqui a pedido de Jackie. Já era hora de Jackie dar uma olhada ao redor, ou melhor, ver o que estava na sua frente, em vez de sua busca para encontrar alguém com dinheiro. Jim pode não ser rico,


mas é solteiro e só tem olhos para Jackie. Ele se transforma em um idiota desastrado quando ela está por perto. — Eu sei. — Digo a ele e aceno.... Apesar de como ele é com Jackie, ele é um profissional. Os paramédicos se afastam com Angelina. Olho para trás e vejo o cansaço em torno dos olhos de Noah. Ele teve um choque hoje. Posso não ter estado pendurado na maldita construção, mas foi um grande choque vê-lo. Deslizando minha mão na de Noah, dou-lhe um leve puxão e o levo comigo. Indico com a minha cabeça para Jim nos seguir. Lentamente todo o lugar está sendo rastreado pelo pessoal de salvamento e emergência, mas quando finalmente chegamos ao meu escritório, me viro para Jim. — Você pode nos dar cinco minutos? Ele balança a cabeça. Assim que a porta se fecha, envolvo meus braços ao redor de Noah novamente. Eu quase o perdi hoje. Meus olhos se enchem de lágrimas quando o abraço firmemente contra mim. Seus braços contraem ao redor da minha cintura e ele me mantém preso em nosso abraço. Algumas lágrimas escapam, e tento limpar antes que ele as veja, mas ele me conhece melhor do que ninguém. Noah

lentamente

se

permaneçam em meus braços.

afasta,

embora

suas

mãos


— Eu estou bem, Ramon. — Oferece um sorriso irônico. — Provavelmente estou machucado em um ou dois lugares, mas vou sobreviver. Afastando-me brevemente, pego um lenço de papel e seco meu rosto. Admito: — Acho que nunca estive tão assustado, quanto fiquei vendo você lá em cima.... Preciso de uma bebida. — Você não é o único. — Noah cede em uma cadeira e parece desinflar. Preciso levá-lo para casa, e não quero dizer ao meu apartamento. Preciso levá-lo à cabana, que construí com ele e nossa vida em mente. Ele tinha tantos planos como eu. Minha intenção sempre foi mudar para lá permanentemente com Noah, mas esses sonhos morreram quando ele sumiu. Quando ele reapareceu, eles despertaram para a vida novamente. E com tudo o que aconteceu, não estava disposto a esperar para começar a minha vida com Noah. — Vamos falar com Jim e acabar logo com isso. Então, depois disso, nós vamos para a cabana. Eric está de volta à cidade e procurando algo para fazer, então imagino que ele poderia vir aqui e ser o gerente da obra por um tempo. Só preciso ficar sozinho com você.


Noah — Isso está bom para mim. — Mal posso dar minha resposta para Ramon. Às vezes só quero me beliscar porque sou tão sortudo de ter Ramon na minha vida. Eu quase o perdi, o que teria sido minha própria culpa. Não me arrependo de deixá-lo para protegê-lo. Às vezes, nem tenho certeza se as ameaças seriam cumpridas se tivesse ficado. E

poucos

minutos,

pensei

que

iria

deixá-lo

novamente, mas desta vez para sempre. Ainda não tenho ideia do por que Angelina estava lá em cima comigo ou quais eram suas intenções. Não faz qualquer sentido. Ela não pareceu ter uma arma, pelo menos não pelo que pude ver, e seu vestido era bastante transparente quando a luz estava atrás dela. Ramon coloca a mão no meu ombro num gesto de conforto antes de abrir a porta e pedir para Jim entrar. O detetive está apaixonado, o que me faz sorrir, e da visão que tenho de Jackie, ele não é o único. Ramon limpa a garganta e diz: — Nós temos câmeras de segurança lá em cima, então vou enviar as filmagens a você. Jim balança a cabeça e se vira para mim.


— Noah. — Jim começa quando toma o assento oferecido por Ramon. — Podemos começar com você me dizendo o que aconteceu lá em cima? — Nós podemos. Começo a contar tudo, desde o primeiro momento em que pus os olhos nela até quando tive que agarrá-la quando o vento a fez perder o equilíbrio. Foi por pura sorte que consegui agarrá-la, assim como a viga de aço. Parecia que meu braço ia deslocar do corpo. Se Jed não tivesse olhado para cima do andar abaixo e visto o que estava acontecendo, ambos teríamos caído no chão e, provavelmente, mortos. Foi quando ele veio correndo para cima e prendeu seu cinto a um dos anexos, o que lhe permitiu inclinar-se e agarrar Angelina. Alguém veio correndo e o ajudou antes de me puxarem para cima. Foram os cinco minutos mais longos da minha vida. Ouvindo Ramon contar a Jim mais ou menos sobre os problemas que tem acontecido aqui na obra, me aproximo e entrelaço meus dedos com os seus. Só preciso sentir seu toque para me manter tranquilo. Quando ele acaba de falar, o silêncio estende-se entre nós, ambos perdidos em nossos próprios pensamentos. Balanço a cabeça para limpá-la, e pergunto: — Você sabe quais eram suas intenções? — Ambos Ramon e Jim olham para mim. — Quer dizer, ela não parecia ter uma arma e eu certamente não acredito que ela planejou


saltar. Então, só não entendo o que ela estava fazendo lá em cima. — Não falei com ela ainda, mas vou. Parece que vou falar com seu pai também. — Jim se levanta. Ramon oferece sua mão. — Obrigado por ter vindo. — A qualquer hora. Estarei em contato. — Ele aperta minha mão e a de Ramon, em seguida, vai embora. Ramon senta-se atrás de sua mesa e, depois de alguns minutos de silêncio, começa a arrumar papéis e seu laptop em sua pasta. — Estamos indo para a cabana, vou fazer o trabalho que tenho lá. Podemos desviar nosso caminho para visitar Lily e nossa sobrinha. – Ramon sorri. — Estou ansioso para ver como Michael está se saindo. Eu arqueio uma sobrancelha. Ele ri. — Ele é um maricas quando Lily está com dor. Você viu Lucien. Bem, Michael estará pior. Marque minhas palavras. Não concordei ou discordei, mas vi como seus irmãos amam suas esposas. Eles amam com tudo o que têm. Assim como Ramon. Ramon levanta. — Vamos. Levantando, rio.


Ramon sabe o que quer e ĂŠ estar longe daqui comigo. NĂŁo posso reclamar sobre isso.


Ramon Estando na cabana agora há mais de uma semana, você pensaria que seria capaz de relaxar e deixar a tensão ir embora, mas um pouco dela ainda está lá. Um pouco tem a ver com a minha pesquisa secreta sobre casamento gay. Mesmo não tendo direito a quaisquer benefícios por sermos um casal gay casado se escolhermos continuar vivendo em Lexington, ainda teríamos o papel dizendo que somos casados. Não sei o que Noah pensa sobre o assunto e estou sempre muito nervoso para perguntar. Continuo esperando por alguma indicação de que nós queremos a mesma coisa, mas às vezes ele parece tão fechado que não tenho certeza de outra coisa além de que quero mantê-lo aqui na cabana para o resto de nossas vidas. — Ei, você! — Ele sussurra, abraçando-me por trás e inclinando-se contra mim. — Você parecia pensar tão profundamente que não aguento mais ficar dentro de casa observando você.


Apoiando no parapeito da varanda, pego as mãos de Noah e entrelaço seus dedos com os meus. Segurando-os contra o meu peito, continuo observando as árvores ao redor da cabana. Sigo as aventuras de um esquilo, que procura por alimentos entre as folhas caídas. — Você vai falar comigo? — Noah quebra o silêncio antes de beijar minha nuca. Arrepios de prazer correm através de mim, fazendo meu pau se contorcer por trás do zíper. Ele afrouxa as mãos e começa uma lenta carícia sobre o meu peito, esfregando meus mamilos até ficarem gomos duros. O desejo que ele está criando em mim não tem limites e estou usando todo meu controle para não me virar e atacá-lo. — Estava pensando. — Começo a responder a sua pergunta. — Que não quero voltar para a cidade. Não quero voltar a viver no apartamento. Quero usar essa cabana como nossa casa principal. — Me viro para encará-lo e sorrio vendo o prazer em seu rosto. Acariciando a lateral de seu rosto com a minha mão, Noah se inclina para mim antes de beijar minha palma. Entrelaça meus dedos com os dele e afasta longe do meu rosto antes de fechar minha mão em torno de seu beijo. — Então vamos fazer isso.... Sei que estava sendo pago para trabalhar na obra, mas agora que está terminado; vou encontrar

outro

emprego,

porque

estamos

neste

relacionamento juntos, o que significa que vou contribuir com as despesas.


Abro

a

boca

para

discordar

com

a

parte

sobre

contribuir, mas Noah cobre minha boca com a mão. — Sim, Ramon. Não vou aceitar que seja diferente, mesmo

vivendo

compartilhada

juntos. onde

Antes

tínhamos

colocávamos

a

uma

mesma

conta quantia

mensalmente para cobrir os gastos com alimentos, utensílios domésticos e contas. Nós vamos fazer isso de novo. — Posso falar agora? Ele sorri. — Só se for as palavras que quero ouvir. — Elas são.... A conta conjunta é uma boa ideia. Está ainda lá. Ainda está aberta. Mas não quero que você encontre trabalho com outra pessoa. Quero que você trabalhe comigo. Conseguimos trabalhar em um escritório juntos antes, então podemos fazer isso novamente. — E seus irmãos? — Ele franze a testa. Rio. — Meus irmãos não vão se importar. Eles sempre falam sobre a criação de mais um par de cargos devido às exigências de trabalho que todo mundo tem, ainda mais meus irmãos, eles querem gastar menos tempo no escritório e mais tempo com suas mulheres e filhos. — Vamos tentar e ver o que acontece. Sorrio, ao ouvir a resposta que eu queria. Ele sorri.


— Mas você sabia que eu diria sim, não é? — Noah se aproxima e esfrega sua virilha contra a minha. — Sabia. - Presunçoso é a palavra que usaria para descrever como estou me sentindo agora. — Humm. — Noah chega entre nós, seus dedos provocando minha cintura. — E como você está se sentindo agora? Isso é sem pensamento. — Com um enorme tesão. — Empurro contra ele. Ele empurra meu moletom sobre meu quadril e permitelhes cair a meus pés até que chuto para o lado. Meu pau engrossa excitado quando o ar o atinge. Quando os olhos de Noah ficam paralisado no meu pau, ele recolhe o pré-sêmen com o dedo antes de esfregá-lo na cabeça, que incha com a necessidade. Apenas um toque de Noah e estou pronto para gozar. Seu toque me excita, e o prazer que sinto com seus dedos em mim

está

fazendo

minhas

pernas

tremerem

e

minha

respiração acelerar mais pesada. Rosno quando Noah se ajoelha diante de mim, e acho que sou incapaz de parar meu quadril de buscar por sua boca. — Amo fazer isso para você. — Comenta, antes de me lamber da base até a ponta trêmula. — É um poderoso afrodisíaco

saber

o

que

faço

com

praticamente posso trazê-lo de joelhos.

você.

Saber

que


Seus dedos estão trabalhando a mágica no meu saco e entre as minhas pernas enquanto eu alargo minha posição. Quase perco o equilíbrio quando Noah suga a cabeça do meu pau. A sensação de ter sua boca quente envolta em torno de mim vai me fazer gozar muito em breve. Em seguida, afasta sua boca e, agarrando a base do meu pau, aperta para impedir que eu goze enquanto ele sopra sobre a fenda. Vejo estrelas conforme empurro contra ele, forçando para mais. Olhando para baixo, encontro seus olhos cheios de paixão e o vejo fazer redemoinhos com sua língua na cabeça. Ele

sorri

e,

em

profundamente.

seguida,

Massageando

leva-me meu

em

saco,

ele

sua

boca,

engole

e

cantarola em volta do meu pau duro... isso é tudo o que preciso. Minhas mãos agarram seu cabelo enquanto meu pau explode. Ele engole meu gozo, depois o libera, e tê-lo chupando e lambendo está sendo tão bom que se torna muito para suportar. Puxo-o de cima de mim. — Chega. — Eu suspiro. Ele mergulha a cabeça e me lambe limpo antes de levantar com as mãos no meu quadril. — Eu te amo. — Ele sussurra antes de seus lábios tocarem os meus.


Eu também o amo e suspiro de prazer enquanto o beijo se aprofunda ligeiramente, apenas o suficiente para me despertar.

Noah Duas semanas se passaram desde o meu calvário no quinto andar da obra e sinto-me aliviado que eu sobrevivi para ver essas duas semanas. Tanto poderia ter acontecido quando me lancei em direção a ela e ainda estou grato pela sorte que tivemos. Angelina, como se comprovou, não tinha a intenção de me prejudicar, ou a ela mesma, pelo menos não aquele dia. Ela acabou confessando que pagou uma fortuna contratando um par de caras para causar problemas na obra. Ramon ficou triste, irritado e cheio de decepção. Ele confiava nos dois homens que ela pagou.... Eles trabalhavam para os McKenzies há dezoito meses antes de qualquer coisa começar a acontecer. E ele ainda estava com muita raiva do pai de Angelina. Mesmo ele não tendo nada a ver com o problema. Brendan Griffin foi responsável por encher a cabeça de Angelina com mentiras, que ele finalmente confessou uma vez que percebeu o que sua única filha viva estava fazendo.


Quanto a mim, não posso deixar de me sentir mal pela família. A perda de um ente querido nunca é fácil, mas ser parcialmente responsável pelo que aconteceu, pelo o que levou ao acidente, não é algo que eu queira viver. Os meus únicos pensamentos agora estão em avançar com Ramon. Estamos vivendo em nossa própria bolha nestas duas últimas semanas e gosto disso. O aconchego que sinto com ele, e estando aqui na cabana, é enorme. Sei que temos que sair em breve, por quatro dias na cidade, mas a única coisa que me mantém voltando para lá, é o pensamento de que vamos voltar em um futuro não muito distante. Ficaremos por pouco tempo, mas mal posso esperar. Acordar todas as manhãs ao lado Ramon faz meu coração se sentir mais leve. Acho que nunca serei capaz de descrever o sentimento que tenho por saber que ele está lá. Sabendo que no final do dia, nós estaremos indo para casa juntos, independentemente de onde o dia nos levar, enche meu coração de felicidade. Isso é o que quero para o resto da minha vida, e é hora de

admitir

meus

sentimentos

para

Ramon.

Mantê-los

enterrados é uma preocupação que não é necessária na minha mente e Ramon merece ouvi-lo. Durante o jantar, vou trazer o assunto e rezar para que seja exatamente o que Ramon quer. Ele acordou está manhã empolgado com alguma coisa. Suas emoções hoje variam de preocupação, surpresa, emoção e alegria, antes de voltar para


preocupação. Estaria mentindo se dissesse que isso não me incomoda. O jantar que ele está terminando na cozinha será servido na varanda de trás. A mesa foi arrumada com a melhor porcelana e velas que pude encontrar na casa. Espero que o ambiente nos ajude a falar sobre nosso para sempre. Um jantar romântico entre dois amantes realmente significa que ele quer conversar, certo? Com certeza ele não precisa me alimentar para entrar em minha calça ou vice-versa. Então, meu coração está esperando que muito em breve colocaremos nossas intenções sobre a mesa para o outro lidar com elas. — O jantar está pronto. — Grita, interrompendo meus pensamentos. Meu coração bate forte no meu peito com medo do resultado que esta noite trará. No fundo do meu coração, percebo que estou sendo estúpido. Ramon falou sobre sermos permanentes então por que o casamento me enche de medo da sua resposta? Balançando a cabeça para me livrar de pensamentos estúpidos, caminho ao redor da varanda para a parte de trás e sorrio em delírio quando vou até a mesa cheia de massas, saladas e pãezinhos. Uma garrafa de vinho branco está desarrolhada e pronta para ser consumida. As velas estão acesas e meu belo homem está de pé ao lado da mesa parecendo muito nervoso.


Querendo deixar Ramon à vontade, sorrio enquanto me aproximo dele. Estendo minha mão, Ramon envolve com a sua e me permite puxá-lo. Nossos

lábios

se

encontram

em

um

beijo

suave

conforme aliso ao longo dos botões da camisa. Isso é outra coisa. Ramon me pediu para usar calça e uma camisa esta noite. Sem bermudas e peitos nus. Ramon parece bom o suficiente para comer em sua camisa azul clara e calça azul escura, é por isso que tenho que me forçar a me afastar de sua boca. Ignorando o fogo em seus olhos, sento em minha cadeira e espero pacientemente que Ramon junte-se a mim. Quando ele o faz, começamos a comer em silêncio. Pela primeira vez desde que conheci Ramon, o silêncio é desconfortável. Geralmente podemos ficar horas em silêncio fazendo coisas próprias e é confortável, mas agora está tenso. Sinto os olhares que Ramon continua me dando e parece que ele quer dizer algo, mas não consegue encontrar as palavras. É como uma criança pequena que quer fazer uma confissão, mas teme a reação dos pais. Terminando o jantar primeiro, consigo ficar quieto até que nós abaixamos nossos talheres, e então não posso ficar quieto por mais tempo. — Cospe para fora. — Abruptamente exijo. Tento parecer relaxado quando não estou. Minhas mãos estão agarrando

firmes

minhas

coxas.

Ramon

engasga,

não


esperando minhas palavras abruptas e seus olhos encontram os meus. — Eu, hum. — Ele limpa a garganta e ri. — Estou agindo como se tivesse cinco anos. — Ele sorri. — Eu quero falar, mas não sei como abordar o assunto ou se você vai querer o que quero. — Ramon cora. — Você não vai saber a menos que você me diga. — Sorrio, porque acho que sei sobre o que ele quer falar. Pelo menos, espero que nós queiramos a mesma coisa. — Estou aqui com você Ramon, e não vou a lugar nenhum. — Sorrio. — Mesmo que me mande embora. Agora fale de modo que possamos chegar a sobremesa. Ele franze a testa. — Não fiz sobremesa. Rolo meus olhos. — Sei o que quis dizer. — Ele limpa a garganta novamente, fazendo com que a energia nervosa que ele parece ter passe para mim. — Ramon, você está me preocupando. Ele pega a minha mão e respirando profundamente, me diz: — Estive pesquisando sobre casamento gay. O ar em meus pulmões congela quando ouço as palavras que queria ouvir. Não bem assim, mas o casamento. — E. — Sussurro.


— Droga, estou fazendo uma bagunça. Diante dos meus olhos, Ramon cai de joelhos na minha frente e pergunta: — Quer casar comigo, Noah? Você vai me amar para o resto da sua vida, como vou amar você? Minha boca se abre como um peixe fora da água e nenhum som sai. Tento novamente e ainda nada. Ramon se aproxima e agarra meu rosto nas mãos dele. Quando nossos lábios estão a meros centímetros um do outro, ele sussurra: — Casa comigo? — E eu estou perdido. — Sim. — Me jogo contra ele e o derrubo no chão. Em questão de segundos, retiro nossos sapatos, meias, calças e cuecas. Alcançando em meu bolso de trás, pego o pacote de lubrificante e um preservativo. Rapidamente preparo-me, coloco um pouco de lubrificante no meu pau duro e, certificando-me que estou revestido, em seguida, esfrego o restante na bunda de Ramon com o meu dedo. Suas

pernas

se

espalharam

tão

abertas

quanto

consegue enquanto caio em cima dele, deixando nossos pênis se esfregarem e os lábios tomarem um ao outro. Nossas línguas torcem e enrolam e capturam tudo um do outro enquanto violo sua bunda com meu dedo. Não posso esperar. Ajoelhado entre as coxas de Ramon, empurro suas pernas abertas mais amplas e para cima para acesso fácil, e


então estou no céu quando começo a empurrar em seu traseiro apertado. — Sim. Ah, porra. Não pare. — Ramon bombeia sua própria ereção inchada conforme me enterro totalmente. Seus músculos apertam em torno de mim tão fortemente, e com a minha emoção de tê-lo, vou gozar na hora que me mover. Alcanço Ramon sob mim e aperto a base de seu pau fortemente fazendo sua coroa liberar mais pré-sêmen. Ele arqueia e tenho certeza que vejo estrelas quando sua bunda espasma ao longo do comprimento do meu eixo. — Muito perto. — Ele rosna. Afasto suas mãos do seu pau, e rosno. — Não toque. Esta bunda e este pau são meus. Você vai derramar o seu sêmen quando a minha boca e meu pau agradarem você, e não com suas próprias mãos. Oh merda! Ramon me puxa para frente e aperta suas mãos na minha bunda enquanto ele esfrega contra mim. — Oh, sim. — Ele geme. Fecho a boca e lentamente puxo para fora a maior parte antes de empurrar lentamente de volta para dentro dele. O prazer em torno de mim aumenta cada vez mais. O pau de Ramon incha ainda mais e pré-sêmen escorre em sua barriga, sua excitação crescente. Com um movimento que nem todos conseguem fazer, abaixo minha cabeça e chupo a cabeça de seu pau.


Ramon bate no chão com os punhos enquanto palavrões saem de sua boca. Sentindo meu orgasmo se preparando para explodir, removo minha boca de seu pau, querendo vêlo. Eu balanço meus quadris para frente e para trás conforme meu eixo desliza dentro dele. Minha mão envolve o comprimento sólido saltando sobre seu estômago. Bombeio meu punho em seu eixo e, dentro de segundos, suas mãos estão agarradas a mim tão firmemente quanto o seu traseiro está agarrando meu pau. Meu clímax finalmente explode ao mesmo tempo que Ramon começa a gozar. Sua liberação preenchendo minha mão, meu estômago, peito e mais em seu estômago. Eu pressiono meu quadril nele e não pode parar de gozar, tão bom. Incapaz de focar meu olhar, lentamente puxo de seu traseiro e caio ao lado de Ramon no chão. Retiro minha calça jeans, que ainda está emaranhada em torno de minhas pernas. Todos os meus músculos se tornaram geleia, e a única coisa que posso sentir é meu pau enquanto removo o preservativo. Prendo a extremidade, e solto-o no chão por enquanto. Ramon finalmente se move e pega um guardanapo que deve ter caído no chão quando ansiava por ele. Limpa a si mesmo, depois joga-o para longe de nós e então rola de lado para olhar para mim.


O amor que vejo em seus olhos faz a minha mão alcançar seu rosto trazendo-o para baixo até o meu para que assim possa beijar seus lábios tentadores. Não paro e o trago totalmente em cima de mim, onde o deixei se estabelecer com uma de suas pernas entre as minhas, e a cabeça apoiada no meu peito. — Você disse sim. — Sinto seu sorriso contra meu peito. — Eu disse. — Quando? Sorrio sabendo que Ramon tem que organizar tudo e que não haverá qualquer impedimento para ele agora. Ele também é muito impaciente. — Ano Novo. Primeiro de janeiro. — Eu amo você, Noah, e isso é um encontro. Sorrio, percebendo que pela primeira vez em um longo tempo, estou feliz. Realmente, realmente, feliz. — Eu também amo você.


Ramon Sentando-me no sofá da casa de meus pais, observo Noah brincar com Michael Jr. e Charlotte. Eles estão ficando tão grandes agora e Lily não pode virar as costas eles sobem em algo que não deveriam. Lembra-me de meus irmãos e eu. Até hoje, não sei como minha mãe manteve a todos nós em ordem para que nada de ruim acontecesse. Ela fez um trabalho muito bom em nos criar. Nossos novos sobrinho e sobrinha têm em torno de duas semanas de idade e são lindos. Nunca vi meus irmãos tão bobos antes. Bem, Michael eu vi quando Lily deu à luz aos gêmeos, mas Lucien, nunca. Portanto, um dia vou lembrá-lo como ele ficou quando Alexander nasceu. Algo me diz que ele não vai se importar nenhum pouco com isso. — Meu irmão fica bem ali. — Carla se junta a mim no sofá. Coloco meu braço sobre seus ombros e puxo-a contra mim. Não demorará muito antes de Sebastian aparecer. — O que você tem feito? Não a vi mais. Ela me cutuca no lado.


— Bem, se você e meu irmão não ficassem o tempo todo na sua cabana, que todos nós fomos avisados para ficar longe quando vocês estão lá, então você me veria mais. Tenho saudade de vocês. Em meu egoísmo para manter Noah para mim, não percebi como isso afetaria aos outros, especialmente Carla, que tem um lugar especial no meu coração. A beijo na testa. — Eu sinto muito. — Em seguida, lembro do comentário dela sobre serem avisados para ficar longe. — O que você quis dizer sobre ficar longe da cabana? Ela ri. — Pippa nos avisou que poderia ser melhor ficar longe da cabana quando ambos estão lá. Gemendo, largo minha cabeça para trás no sofá. — Não posso acreditar que minha mãe... Ela sorri, e interrompe. — Acredite, acho que.... Humm, algo sobre a banheira de hidromassagem continua a subir.... Sem trocadilhos. Demora um minuto, mas depois gargalho e sinto Carla rindo ao meu lado. — Ei, o que você está fazendo com suas mãos em minha esposa? — Sebastian pergunta, tentando manter a cara séria, mas seus lábios se contorcem tentando impedir o riso. — Gosto de ter minhas mãos em sua esposa.


Carla ri enquanto ela levanta para abraçar a cintura de Seb. — Não se afaste, Ramon. — Nós não vamos. Prometo. Toda a minha família está aqui hoje, até mesmo Sylvia que mamãe convidou, para a grande irritação de Eric. Eles foram apanhados em situações muito intensas um par de vezes agora, mas esta é a primeira vez que vejo Eric lançar um olhar tão escuro para Sylvia. Normalmente, ele luta para esconder seu desejo por ela, mas não hoje. O que me faz perguntar o que está acontecendo? Com as palavras anteriores de Carla, percebo que ela não é a única que não acompanhei. Eu disse a Sylvia eu queria que fôssemos amigos e que valorizava sua amizade, então o que eu fiz? Sei que isso vai nos dois sentidos, mas talvez ela teve mais coisas acontecendo em sua vida também. Seriamente preciso começar a me aproximar antes que todo mundo caia em cima de mim. Sentindo olhos em mim, olho para Noah e devolvo o sorriso. Seus olhos continuam focando em meus pais, que estão sentados no sofá perto da janela. É o seu sinal para anunciar

que

nós

estamos

pensando

em

nos

casar.

Inicialmente, disse a ele que era o seu trabalho fazer esse anúncio já que eu fiz o pedido. Ele não aceitou, e apontou que é a minha família, por isso é meu anúncio a fazer.


Poderíamos ter discutido mais esse assunto, mas tinha que admitir que ele estava certo, além disso, estava ansioso para gritar a notícia para o mundo. Então me vejo indo para o centro da sala com o Noah se juntando a mim. Ele desliza a mão na minha e aperta me dando encorajamento. Michael

é

o

primeiro

a

perceber

que

algo

está

acontecendo e sorri quando ele pensa que sabe o que é. Limpando a garganta, chamo a atenção de todos e sinto nervosismo retornar dez vezes mais forte, quando papai concentra sua atenção em mim. Não importa que todos os outros também estão olhando para mim. Ele é meu pai e acho que não importa quantos anos eu tenha, a sua opinião é a que sempre importa. — Você obviamente tem algo a nos dizer, filho, então vá em frente, e você vai se sentir melhor depois. Oh merda! — Nós vamos nos casar. Noah e eu. Na noite passada. — Deus, fecho a boca antes que qualquer outra coisa possa sair. — Você se casou na noite passada? – Mãe suspira. Ugh, acho que foi assim que soou.


Noah Não importa o quanto eu tente esconder o sorriso que quer dividir meu rosto, ele não vai ficar escondido. As palavras erradas de Ramon causaram confusão e, depois de alguns minutos de todos falando ao mesmo tempo, faço todos ficarem quietos porque acho que Ramon não sabe a quem enfrentar primeiro. — Todo mundo quieto. — Um silêncio persiste sobre a sala. — O que Ramon está tentando dizer, mas não conseguiu em seu nervosismo, é que na noite passada, decidimos nos casar, o que deverá ocorrer, se conseguirmos organizar, no dia primeiro de janeiro. Pippa suspira de alívio. — Eu pensei que você se casou na noite passada sem mim. — Seus lábios tremem. Ramon solta minha mão e vai até a mãe dele. Ele a puxa para cima e envolve seus braços ao redor dela, ajustando-a sob o queixo, onde ele repousa sobre o topo de sua cabeça. — Nunca faria isso com você. Eu prometo. Você vai ter que ir a Nova York com a gente, mas é claro, nós queremos você e papai lá, e qualquer outra pessoa que não se importar com a viagem. — Por que Nova Iorque? — Pergunta Lucien.


— Temos um apartamento lá e é legal para nós dois nos casarmos lá. Lexington não permite o casamento gay. — Respondo. — Vocês não precisam ir tão longe para se casarem. — Michael oferece, sorrindo. — Foi notícia um tempo atrás, que agora é legal em West Virginia, e Huntington fica a o quê, duas... três horas de distância. Muito mais fácil para todos, especialmente aqueles de nós com crianças. Nós podemos dirigir ao invés de ter que fazer toda a coisa de aeroporto..., mas, se Nova Iorque é onde vocês querem se casar, então tenho certeza que vamos estar todos lá. — Michael se levanta e puxa Ramon para um abraço. — Parabéns, irmão. Leva um tempo, mas eventualmente todos os parabéns estão fora do caminho e encontro-me na varanda de trás com Carla. Tenho saudades dela e fui um idiota por não passar mais tempo com ela desde que voltei. Eu sei que ela sentiu muito minha falta. Puxando-a apertado contra o meu peito, sorrio quando seus braços envolvem minha cintura e nós dois olhamos para fora. Esta é uma bela vista, mas não acho que qualquer um de nós está realmente vendo isso agora. — Você está realmente feliz, Noah? Eu quero dizer, realmente, realmente feliz? Não preciso pensar sobre sua pergunta. — Estou muito, muito feliz, porque tenho minha irmã casada com um bom homem que a adora, e mais do que


tudo, porque finalmente vou me casar com o homem que detém o meu coração, e sempre o terá. Ela funga no meu peito. — Hei, irmã. Por favor, não chore. — Imploro. Eu nunca soube como lidar com Carla chorando. Ela me assusta muito. — Estou realmente feliz por você, Noah. Eu amo Ramon como um irmão, por isso é mais especial. — Ela funga novamente. — Eu te amo, e estou feliz que você voltou. — Eu te amo, mana, e obrigado por sempre estar aqui para mim, mesmo quando eu não sabia disso. Abraçando minha irmã, deixo-a chorar suavemente em minha camisa até sentir as lágrimas diminuir. — É seguro ir aí? – Ramon pergunta. Carla se afasta e aceita a lenço de papel de Ramon para limpar seu rosto. — Você já lhe perguntou? — Ramon arqueia uma sobrancelha em questionamento. — Perguntou-me o que? — Carla olha entre nós. Sentindo a emoção chegar com o que estou prestes a pedir a Carla, as palavras ficam presas em minha garganta. Ramon se aproxima de mim. — Respire. Você pode fazer isso. — Ele esfrega meus ombros. Eu ofereço a minha irmã um sorriso.


— Você poderia ficar comigo no nosso casamento? Oh Deus. Suas lágrimas estão de volta e desta vez elas são mais fortes. Ela acena com a cabeça e me abraça. Faço a única coisa que posso e a consolo até que Sebastian aparece e leva sua esposa em seus próprios braços. — Ela estará com Noah no nosso Casamento. Sebastian sorri agora que ele sabe o porquê de sua esposa estar chorando. — Vou levá-la para casa. — Vamos querida. — Ele levanta Carla em seus braços e sai em direção a sua caminhonete. — Oh, cara. Eu me apoio em Ramon. — Eu sei que foi um dia completamente emocionante. — Ramon pega a minha mão e me puxa ao lado dele contra a parede de tijolo. Olhando para a paisagem a nossa frente, com toda tranquilidade em torno de nós, Ramon sussurra, — Este é o início de um novo capítulo em nossa vida, e eu mal posso esperar para ver onde isso nos levará. Concordo plenamente com a observação de Ramon.


Cherished vol 5 (revisado) lexi buchanan  
Cherished vol 5 (revisado) lexi buchanan  
Advertisement