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SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO BRASILIA POR LARA CALDAS


UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO

CADERNO FINAL – DIPLOMAÇÃO 2 LARA CALDAS FERNANDES DA SILVEIRA, 10/0014852 ORIENTADORA: RAQUEL NAVES BLUMENSCHEIN

BRASÍLIA 2016


Este trabalho representa a conclusão de uma etapa de vida, de um ciclo de seis anos de dedicação a um caminho, que agora me abre muitos outros. Não me desculparei pela dramaticidade desta dedicatória, mas que um dia ela me sirva de lembrança desta etapa bonita da vida. Agradeço à minha orientadora, Raquel Blumenschein, que mais que uma maravilhosa professora foi uma segunda mãe, que me deu todo o apoio tanto acadêmico quanto pessoal para que eu concluísse este trabalho. À minha mãe, Simone, que me ajudou no possível e impossível. E além de cuidar da minha saúde ainda financiou este projeto! Aos amigos, que me ajudaram e me mantiveram sã, especialmente à Nih e à Meuri, que além de me levarem pro bar nos momentos de angústia insuperável, ajudaram também na maquete eletrônica, e deixaram um pedacinho delas neste caderno. E por fim à FAU, aos professores que contribuíram para minha formação, aos colegas que me acompanharam, aos funcionários que tornam a nossa educação possível e deveras mais fácil (essa é pro Josué). Meus mais sinceros,

Agradecimentos


1. ABREM-SE AS PORTAS Tradição e História  11 Esportes Olímpicos  11 Participação Brasileira  1 A Proposta  12 Justificativa  Objetivo 

Perspectivas gerais  49 Escolha do sistema Construtivo 

10 12

2. COLOCANDO OS PATINS 14 O funcionamento de uma arena de gelo  15 Programa e tipologia  16 Particularidades técnicas  16 Agravantes e diretrizes de projeto  18 BREEAM e diretrizes de projeto  18 3. RECONHECENDO A ARENA 25 Referências de Projeto  26 Referências Arquitetônicas  27 Referências Construtivas  28 Referências de praças e Paisagismo  Conceitos 

Este trabalho é um projeto de conclusão de curso da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília, e tem como objetivo apresentar o projeto de um centro de esportes no gelo para Brasília. Manter o gelo artificialmente exige a criação de um ambiente com trocas externas completamente controladas e climatizado. Para tanto, uma enorme quantidade de energia é consumida. O foco deste projeto deve ser propor soluções para tornar uma estação de gelo artificial em Brasília viável ambientalmente, e buscar a atender critérios da classificação “bom” no BREEAM.

Resumo

4. ENTRANDO NA ARENA 31 Localização  O Eixo Monumental  33 SRPN  34 Características físicas  35 Análise e determinantes  36 Resumo de decisões  5. O PRIMEIRO MOVIMENTO 40 Desenvolvimento do Partido  41 Apresentação do Partido  42 Fachadas e Elementos  43 Desenvolvimento da Praça  44 Apresentação da Praça  45 Movimento das curvas  46 Retomada de Conceitos,  47 Determinantes e decisões  47 Retomada dos Eixos  48

6. EXECUÇÃO E AÇÃO 52 Programa de   Necessidades  53 Quadro de áreas  55 Acesso, Circulação e Fluxos  57 Acesso, Circulação e Fluxos Praça - Edifício  5 Acesso, Circulação e Fluxos internos  61 Projeto e  Sustentabilidade  63 Esquema de circuito de iluminação do Rinque  6 Resumo de diretrizes BREEAM  7.DEMONSTRAÇÃO TÉCNICA Desenhos Técnicos

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8. ENCERRANDO O ESPETÁCULO 99 Anexos 29

FECHAM-SE AS PORTAS Bibliografia

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Sumário


1.1. ABREM-SE ABREM-SE AS AS PORTAS PORTAS


Tradição e História

Esportes Olímpicos

A patinação e outros esportes no gelo são formas de lazer tradicionais de países frios. Estima-se que a patinação no gelo como esporte nasceu na Escócia no século XVI, e a Patinação Artística começou o seu desenvolvimento no século XVIII, na Inglaterra. Mas foi só em 1860 que o norte-americano Jackson Haines combinou a dança com a patinação, introduzindo a música, a coreografia e a dança para criar a forma moderna de patinação artística no gelo. Já em 1882, em Viena, realiza-se a primeira competição internacional de patinação artística e, 10 anos depois, por iniciativa da Federação Holandesa, foi fundada a Federação Internacional de Patinação (ISU), a mais antiga Federação Internacional de esportes de inverno no mundo. Consolidada, a modalidade integrou o programa das Olimpíadas de Verão de 1908 em Londres, e em 1924 passou a integrar os Jogos Olímpicos de Inverno já na sua primeira edição, em Chamonix, na França, onde 16 nações participaram dos jogos. Em 2014, 88 nações foram representadas na Rúss ia.

Existem 15 esportes oficiais nas olimpíadas de inverno, são eles: Biatlo, Bobsleigh, Esqui cross‑countryCombinado nórdico, Curling , Esqui alpino, Esqui estilo livre, Hóquei no gelo , Luge, Patinação artística, Patinação de velocidade, Patinação de velocidade em pista curta, alto de esqui, Skeleton e Snowboard. Os que são praticados em pista de gelo indoors são 5: Curling, Hóquei no gelo, Patinação artística, Partinação de velocidade e patinação de velocidade em pista curta; e são esses esportes que podem ser alvos de investimento mais fácil em países quentes, pela possibilidade de ambientes artificiais. Curling: originário da Escócia, é um esporte membro das olimpíadas de inverno desde 1924. Nesse esporte, os jogadores deslisam pedras sobre uma lâmina de gelo,

em direção a um alvo, dividido em 4 círculos concêntricos. A velocidade da pedra é regulada pelos jogadores por meio de controle de fricção. Marca mais pontos quem levar a pedra mais próxima ao menor círculo. O maior praticante do esporte hoje é o Canada, com 1 milhão de atletas registrados. Modalidades: equipes mistas, duplas mistas e paraolímpico. Hóquei: originário do Canadá, é um esporte membro das olimpíadas de inverno desde a sua primeira edição em 1924. Neste esporte, duas equipes de seis pessoas usam tacos de madeira para guiar um disco de borracha até a baliza (gol) do adversário. As modalidades olímpicas são em equipe masculina, feminina e paraolímpico. Patinação artística: A patinação artística é originária do norte da Europa, e integra as olimpíadas de

inverno também desde de 1924. O esporte mistura técnicas de patinação e dança, e os pontos são marcados de acordo com sincronia, qualidade de execução dos movimentos e precisão. As modalidades olímpicas são: individual masculina e feminina, pares e dança. Não é paraolímpica Patinação em velocidade: Provavelmente a modalidade mais antiga, sua origem exata é incerta, mas sabe-se que já era praticado no norte da Europa no século XIII. A patinação de velocidade em pista longa está presente desde a primeira edição dos jogos olímpicos de inverno, mas a modalidade em pista curta só se tornou membro em 1992. Modalidades: pista longa masculino e feminino (5 atletas em cada time), e pista curta masculino e feminino (3 atletas em cada time). Não há modalidade paraolímpica.

Figura 2: Hóquei, patinação de velocidade, curling e patinação artística

Figura 1: atletas de patinação no gelo nos jogos de inverno de 1924, em Chamonix. Fonte: Arquivos NY Daily News

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Participação Brasileira

A Proposta

O Brasil tem sua primeira participação nas olimpíadas de inverno apenas em 1992, quando os jogos de inverno ainda aconteciam junto com os jogos de verão. Em 1994, quando as olimpíadas de inverno tiveram sua primeira edição independente, o Brasil participou com apenas 1 atleta. O Brasil não teve representatividade relevante nos jogos de inverno desde então, e nunca conquistou uma medalha.

portância do esporte e das competições desportivas internacionais, os centros de treinamento com gelo mantido artificialmente o ano todo são cada vez mais comuns e de tecnologia mais avançada . Além de possibilitar que atletas de ponta sejam formados e treinados dentro de sua comunidade, as pistas artificiais de gelo proporcionam uma alternativa de lazer a toda a população.

Em 2014, nas Olimpíadas de inverno de Sochi, na Rússia, houve a maior participação nacional na história dos jogos olímpicos, com a inscrição de 13 atletas . Essa participação histórica, apesar de não ter rendido melhas, representa um crescente interesse nacional na participação dos jogos internacionais.

Como não existe hoje na América Latina nenhum centro de treinamento artificial de esportes no gelo, nossos atletas treinam a parte física em solo nacional durante metade do ano e, nos meses de neve no hemisfério norte são levados para centros de treinamento no exterior. Tal prática torna a vida dos jovens atletas mais difícil, impossibilitando um treinamento de igual para igual com outros países que possuem tradição no gelo.

Tradicionalmente, os esportes no gelo são praticados nos meses de inverno nos países que possuem estações bem definidas. Com o crescimento da im-

Figura 3: quadro de olimpíadas de inverno, participação brasileira e medalhas. Fonte: Associação Brasileira de Desportos do Gelo.

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Propõe-se criar o primeiro centro profissional de treinamento de esportes no gelo na América Latina. O centro é o lugar do treinamento de atletas olímpicos nas modalidades de Patinação Artística; Hóquei; Curling e Patinação de velocidade, Dança desportiva, artes marciais . Além dos atletas profissionais, o centro é multifuncional, e abriga outros esportes para melhor atender à comunidade e expandir o retorno econômico. A estrutura comporta os seguintes esportes: dança, artes marciais, basquete, vôlei, futsal, handball e natação. A proposta é atender aos mais diversos públicos. Como os esportes no gelo não são popularizados no Brasil, é importante que o local também tenha a finalidade de promover o gênero localmente, por meio de eventos, palestras e associações, de forma que um salão cultural e para eventos também foi proposto. O salão ainda poderia ser alugado por terceiros para recepções e eventos externos

Figura 4: Vista sul do projeto.

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Justificativa

Objetivo

Apesar dos esportes de gelo não serem uma tradição em solo nacional, atualmente o mundo globalizado expande as possibilidades da vida moderna, e as competições internacionais são uma parte importante do relacionamento multilateral e diplomático entre países, além de representar ganhos econômicos significativos.

Objetivo Geral

Os esportes de gelo são uma paixão em regiões com estações frias, e se tornam uma ponte entre países do hemisfério do norte, o que possibilita trocas culturais muito ricas. A mesma ponte de trocas culturais não se forma concretamente entre os eixos sul e norte, por falta da representatividade esportiva. O esporte é ainda muito importante na formação de jovens e de sociedades saudáveis. Manter a multifuncionalidade ajuda a engajar mais públicos e a trazer ganhos para esferas maiores da sociedade. Criando programas de aulas de patinação e outros esportes de maneira regular na vida de jovens e crianças, aumenta-se também a possibilidade de se descobrir atletas.

Desenvolver projeto de implementação de um centro de treinamento artificial de esportes no gelo em Brasília, visando promover o esporte e impulsionar a formação de atletas de nível competitivo internacional. No caso de pistas de gelo mantidas artificialmente, um dos maiores desafios são os gastos em energia e água. Figura 5

Objetivo específico Propor soluções eficientes do ponto de vista energético e ambiental de forma a adequar a pista de gelo às exigências da certificação internacional BREEAM, na categoria “bom”. Ao lado, em amarelo estão as categorias obrigatórias com créditos obrigatórios para a obtenção da classificação almejada, e que são, portanto, prioritárias. Em roxo, apresentam-se as categorias não prioritárias para a classificação “bom” de acordo com o manual BREEAM. Isso não significa que as categorias em roxo serão ignoradas, apenas que as decisões de projeto priorizam a tabela amarela.

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Figura 6

Figuras 7 e 8. Fonte: BREEAM

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2. COLOCANDO OS PATINS


O funcionamento de uma arena de gelo Versatilidade

Karampour (2011) explica o funcionamento de uma arena de gelo. Para criar um gelo claro e translúcido, é necessário usar filtros, normalmente 2, para fazer o gelo a partir da água deionizada. Embaixo do gelo, existe um sistema de refrigeração, como esquematizado ao lado. O sistema consiste em 3 partes principais: os refrigerantes, canos de aço, e um agente anticongelamento.

O time de manutenção ajusta a temperatura do sistema de refrigeração manualmente, de acordo com a temperatura externa e atividades no rinque. Quando a arena não está sendo utilizada, ela pode ser coberta por um sistema de placas de isolamento térmico, que permite outras atividades, como o basquete, que coincidentemente tem tamanho similar ao de uma arena de gelo. Ou ainda pode sustentar um palco para shows ou grandes eventos.

O sistema de canos de aço pode chegar a até 8 km, e é o agente anticongelamento que impede que este e a fundação de concreto congelem. O anticongelante (b) é bombeado para os tubos embutidos na laje de concreto que suporta o gelo (c). Entre a laje de concreto e a lâmina de gelo (d) fica uma camada de isolamento (e), que permite ao gelo expandir e reduzir de acordo com a temperatura e a demanda de tempo.

Figura 9: Esquema das camadas de uma pista de patinação. Fonte: Karampour, 2011

O agente anticongelante ajuda a manter a laje de concreto em uma temperatura um pouco abaixo de 0 graus, de maneira que a água espalhada sobre ele se torne gelo.

Mesmo durante eventos não relativos à patinação, o gelo está sempre lá. Para fazer a conversão da pista de gelo em outra superfície seca, o processo leva de 6 a 8 horas, dependendo se a remoção das paredes laterais ao rinque é necessária ou não. Tamanho Um Rinque oficial tem 60 m x 30 m, e traz marcações azuis e vermelhas relativas às práticas de Hóquei e curling. Para eventos exclusivos de patinação artísticas, o gelo pode ser refeito sem as marcações, mas para efeitos práticos, as marcações estão sempre presentes no dia a dia, independentemente do uso da arena.

Debaixo da camada de isolamento, uma camada de concreto aquecida (f) faz com que o solo abaixo do gelo não congele, o que poderia provocar a expansão e rachaduras na estrutura pista. O sistema repousa em uma camada de base de cascalho e areia (l), que tem um dreno subterrâneo no fundo. Para descongelar a superfície de patinação, o agente anticongelante é aquecido e bombeado através da laje de concreto que segura o gelo. Isso aquece acamada inferior do gelo, tornando-o mais fácil para quebrar e remover com front-end carregadoras, um tipo de máquina específica para esta função.

Também para a finalidade do Hóquei, o todo o espaço dos atletas é cercado por placas de fibra de vidro ou madeira, que servem para a proteção do público e como espaço de anúncio, e a pista de gelo é cercada por vidro temperado, também para a proteção do público. Figura 10: Esquema de uma pista de patinação. Fonte: Karampour, 2011

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Programa e tipologia

Particularidades técnicas

Para Argan (2000), o tipo é em essência a abstração intrínseca à forma e à função de um edifício. Algo como um esquema, o tipo nasce de uma tradição histórica do “como fazer” determinada arquitetura, resultando num conjunto abstrato de variantes formais comuns a um mesmo tipo de edificação.

Uma estrutura para esportes no gelo possui muitas particularidades técnicas relacionadas à manutenção do gelo e da temperatura ambiente. Para cada particularidade, há uma solução técnica associada para otimizar o funcionamento da edificação e um bom desempenho energético. As informações a seguir foram retiradas do manual de recomendações da IIHF (International Ice Hockey Federation)

Por ser um tipo edilício muito particular, a arena de gelo tem uma programa básico de necessidades, um tipo, bem específica. É necessário entender essa tipologia para entender o desenvolvimento de projeto de uma edificação como essa. Por meio de análise sistemática de plantas e programas, montou-se o diagrama abaixo que busca estabelecer quais são os elementos chave de uma arena de gelo e a sua inter-relação que por sua vez, possibilita o funcionamento adequado do programa.

Recepção/lobby Escritórios

Aluguel Vestiários

Camarim Atletas

Controle

Camarim Árbitros

Planta de Refrigeração: A função da planta de refrigeração é manter o gelo da pista, e esta representa o consumo de 50% do total de energia gasta em um rinque de gelo. É composta pelo compressor o condensador e o evaporador. O compressor “suga” o calor pelo encanamento da pista e o transfere para o evaporador, que libera o calor para fora pelo condensador. Essa liberação de calor pode ser usada para aquecer os demais cômodos e piscinas. Lâmina de Gelo: A lâmina de gelo é construída em camadas, que precisam ter espessuras cuidadosamente calculadas. Abaixo do gelo está o sistema de encanamento que possibilita a refrigeração, a camada de isolamento térmico, uma

lâmina aquecida de concreto, uma base de areia e cascalho e o sistema de drenagem de água do solo. Esse sistema tem como objetivo garantir a qualidade e durabilidade do gelo. A espessura da lâmina de gelo também é muito importante. O gelo muito fino se torna frágil, enquanto a lâmina muito espessa consome muita energia e tende a ser irregular. Para manter o gelo na temperatura certa, é usado um sistema de tubulação com substâncias refrigeradoras (coolants), que devem idealmente ser ecologicamente corretos, atóxico, ter baixo custo de bombeamento, alta eficiência (boa transferência de calor), não corrosivos, baratos e práticos. O refrigerador que reúne a maior parte dessas qualidades é o cloreto de sódio (CaCl2).

Rinque Maquinário

Entrada/ Saída Zamboni*

*Zamboni é a máquina retira o gelo da pista para manutenção

Figura 12: Esquema da planta de refrigeração. Fonte: IIHF

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Condicionamento do Ar: A ventilação mecânica é necessária para assegurar a qualidade do ar e conter a umidade. O ambiente precisa ser lacrado a trocas de ar não controladas. Para tornar a ventilação mais eficiente energeticamente, pode-se usar um sistema que permita trocas de ar fresco controladas de acordo com a demanda, para otimizar as taxas de circulação de ar e o uso dos ventiladores.

Aquecimento: Necessário para manter tanto os atletas quanto o público confortáveis frente ao frio da pista gelo. Também evita a formação de neblina ou condensação na área do rinque. Usando um sistema de reaproveitamento de calor gerado pela unidade de refrigeração e desumidificação, é possível cobrir toda a necessidade de geração de calor na maioria das unidades.

Sistema acústico: A acústica ambiental também deve ser incluída no processo de design, especialmente em pistas multiuso. O parâmetro acústico mais significativo é a reverberação/tempo, que deverá ser suficientemente baixa (< 3 s). Altos níveis de ruído de fundo causados pelo sistema de ventilação e refrigeração no ambiente interno, ou tráfego no ambiente ex terno, também têm efeitos negativos no ambiente. Em alguns casos é também necessário levar em conta o ruído causado pela pista de gelo em relação aos seus arredores. O condensador de ar, os ventiladores, e até mesmo os sons de um jogo de hóquei podem provocar ruído perturbador. Os ruídos externos podem ser bloqueados utilizando um sistema de sanduíche na construção das paredes externas, que também é adequado para o isolamento térmico da edificação. Comumente constrói-se as paredes com camadas externas

0,1

CANOS DE REFRIGERAÇÃO CANOS DE AQUECIMENTO PARA PROTEGER O SOLO CONTRA CONGELAMENTO

0,5 GELO 3 mm CONCRETO 120 mm ISOLANTE 100 mm CASCALHO 500 mm SOLO COMPACTADO DE FUNDAÇÃO 500 mm

Figura 12: Esquema da planta de refrigeração. Autora

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Sistema de água: Um sistema de água quente e outro de água fria são necessários para atender as necessidades hídricas de um rinque de gelo. O sistema deve incluir reutilização e recirculação de água, para minimizar gastos. Para reduzir os gastos energéticos com água quente, o calor residual do sistema de refrigeração deve ser utilizado.

Figura 13: Esquema das trocas de calor em uma planta de refrigeração. Autora

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Desumidificação: Parte semi-integrante Sistema elétrico: O consumo de energia do sistema de condicionamento do ar, em um centro de esportes no gelo é muio sistema de desumidificação evita corto alto. Usar fontes de energia renovável rosões e fungos nos ambientes e na espróprias é muito importante para manter trutura. Comumente, usa-se substâncias a viabilidade do projeto. O uso de lâmpaquímicas que absorvem a umidade do ar, das fluorescentes acompanhadas de um como a sílica gel. Tambores ou hélices reator eletrônico pode diminuir o consucom a substância são instalados para gimo de eletricidade em 25%, comparado rar lentamente e passar o ar pelo sistema ao EDUCATIONAL sistema mais comum, de lâmpadas inPRODUCED BY AN AUTODESK PRODUCT de aquecimento, que usa a umidade para candescentes sem reator. reativar a sílica. O ar quente então é expelido para fora da edificação.

de metal, e o centro de lã de pedra ou poliuretano, apoiados sobre uma estrutura de concreto de pelo menos dois metros de altura, para garantir a durabilidade estrutural frente a impactos mecânicos internos (como o “puck” de hóquei) ou externos, como ventanias e vandalismo. - Automação: Sistemas automáticos de controle de temperatura, gastos de energia e gerenciamento de luz é um sistema mais econômico e confiável.

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Agravantes e diretrizes de projeto Agravante

Diretriz

Perda Energética

A casa de máquinas e controle deve ser o mais próxima possível do Rinque, para reduzir a perda energética por atrito no encanamento.

Retenção de calor

O Rinque deve manter sua temperatura interna da maneira mais eficaz o possível, de forma que os acessos ao rinque devem se dar por antecâmara termicamente regulada

Transferência de calor pela cobertura

A cobertura deve ser de alumínio, que é o material que melhor se comporta termicamente, e possuir um sistema de resfriamento que reduza o consumo de energia para manter a temperatura interna

Isolamento térmico do envoltório

O envoltório deverá ser espesso e contar com todas as camadas de isolamento recomendadas, de forma que sua estrutura será robusta, com o menor número de aberturas possível.

Consumo de energia

Deve haver sistema alternaticvo de produção de enedrgia para suprir as necessidades do rinque.

Tabela 1

BREEAM e diretrizes de projeto O BREEAM foi lançado em 1990 e é um método de avaliação e classificação ambiental de grande destaque no mundo, com mais de 425,000 edificações certificadas. O BREEAM estabelece o padrão para boas práticas sustentáveis no âmbito operacional, de design de projeto e de construção, com grande sucesso e amplamente aceito em todo o mundo. Ter um edifício com certificação ecológica internacional pode acarretar custos adicionais, mas a economia com energia e demais custos acaba compensando o investimento durante a vida útil do edifício . Edifícios certificados são mais rentáveis, confiáveis, e tendem a garantir a locação permanente com mais segurança. No mundo moderno, é essencial se pensar em design de baixo impacto ambiental, considerando emissões de carbono, minimizando gastos de energia. O BREEAM leva em consideração o contexto e locação do edifício, de forma que o peso das variáveis ambientais é diferente nos diversos países, o que possibilita uma análise mais confiável e real dos parâmetros de sustentabilidade. O BREEAM é aplicado por meio de manuais que são disponibilizados ao público interessado. O manual adequado para este projeto é o “BREEAM New Construction”, por se tratar da suposição de um novo projeto a ser construído. Cada manual vem com uma explicação de como este deve ser utilizado. No Caso do “New Construction”, cada categoria BREEAM é subdividida em créditos, cada qual com uma pontuação distinta. Cada crédito estabelece um objetivo, e cada objetivo pode ser traduzido em diretrizes de projeto. Como este é um trabalho acadêmico de escopo limitado, foram selecionados os créditos considerados aplicáveis, ou seja, os créditos que implicavam diretamente em decisões de arquitetura e urbanismo. Por essa razão, o item “gestão” (management) foi excluído desta tabela por essa razão. Em gestão, os créditos estão voltados para ações que podem ser tomadas pelos ocupantes para a edificação tenha melhor desempenho, e portanto não se considerou que este tópico fosse relevante para o que este projeto propõe. Nas tabelas ao lado estão listadas as categorias prioritárias em amarelo e as categorias não prioritárias em roxo. Abaixo de cada categoria estão listados os créditos referentes à arquitetura, o seu objetivo e a diretriz de projeto a ele referente. Nos próximos capítulos, com a apresentação do desenvolvimento do projeto, estes créditos e diretrizes serão retomados à medida em que forem sendo traduzidos em decisões de projeto.

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PADRÃO BREEAM DIRETRIZES PARA A ESCALA DO EDIFÍCIO Saúde e Bem Estar (Health and Wellbeing) CRÉDIO BREEAM

CRITÉRIO

HEA01

CONFORTO VISUAL

HEA02

QUALIDADE INTERNA DO AR

Reconhecer e encorajar um ambiente interno saudável através da especificação e instalação de ventilação adequada, equipamentos e acabamentos.

HEA 03

CONFORTO TÉRMICO

Assegurar que níveis apropriados de conforto térmico sejam atingidos através do design, e controles sejam selecionados para manter um ambiente termicamente confortável para os ocupantes

Proteger aberturas da insolação direta sempre que necessário. Considerar a orientação solar no momento da implantação e na composição de fachadas. Permitir aos usuários certo controle da quantidade de ventilação.

HEA04

QUALIDADE DA ÁGUA

minimizar o risco de contaminação da água da edificação e assegurar fontes de água fresca e limpa para os usuários.

Sistema de umidifcação à prova de falhas, não utilizar bebedouros do tipo fonte.

assegurar que a performance acústica da edificação, incluído o isolamento sonoro, está de acordo com os padrões apropriados

Considerar: A. Fontes externas de ruído - a área não é especialmente ruidosa, nem está limitada por vias de grande movimento. B. Layout e zoneamento do prédio no terreno para boa acústica C. Tratamento acústico em diferentes zonas e fachadas. O rinque deve receber proteção acústica devido ao incômodo sonoro causado por partidas de hóquei, dentre outros eventos.

HEA05

PERFORMANCE ACÚSTICA

OBJETIVOS Assegurar que a luz natural e artificial são consideradas no estágio de desenho do projeto, para garantir melhor desempenho visual e conforto para os ocupantes.

DIRETRIZES Pré-requisitos: todas as lâmpadas fluorescentes e fluorescentes compactas são ajustadas com reatores de alta frequência ou a iluminação é feita exclusivamente com led. Pré-requisito: que não haja nenhum uso de amianto, chumbo ou outros tóxicos. Explorar o potencial de ventilação natural

Energy (Energia) CRÉDIO BREEAM

CRITÉRIO

ENE01

Aquecimento, Ventilação e Ar condicionado (HVAC)

ENE02a

Energy monitoring

OBJETIVOS Reconhecer e incentivar edifícios que minimizam o consumo de energia operacional através de um bom design.

Reconhecer e incentivar o monitoramento do consumo de energia operacional através de sub-medição

DIRETRIZES Garantir que a ventilação natural será aproveitada sempre que possível, e que as aberturas sejam protegidas de insolação direta sempre que necessário, evitando cargas extras de calor.

1) Definir a implementação de sistemas de monitoramente dos principais sistemas consumidores de energia, neste caso a arena de gelo, utilizando um Building Energy Management System (BEMS) ou medidores secundários de energia com conectividade para permitir comunicação como futuros sistemas BEMS, dos seguintes sistemas: Aquecimento (não aplicável); Abastecimento de água quente (feito por reaproveitamento de calor gerado pelo rinque); Humidificação; Resfriamento; Ventiladores (principais); Iluminação; Pequena geração de energia. 2) Elaborar mecanismos que permitam aos usuários da edificação acesso às leituras de consumo de energia, utilizando, por exemplo, etiquetagens ou output de dados (para fins de projeto, essa funcionalidade fica pressuposta pela previsão de uma sala de controle no layout) 3) A medição deve contemplar o fornecimento de energia segundo a função/ área.

1) Especificar luminárias externas eficientes. ENE03

External lighting

Reconhecer e incentivar a energia eficiente de luminárias para áreas externas do desenvolvimento.

ENE04

Low and zero carbon technologies

Reconhecer e incentivar o uso adequado de geração de energia local a partir de fontes renováveis.

Prever painéis fotovoltaicos na cobertura, de acordo com dimensionamento de necessidades energéticas.

ENE08

Energy efficient equipment

Reconhecer e incentivar a aquisição de equipamentos eficientes em termos de energia.

NA

2) Definir sistema(s) de controle da iluminação externa para evitar seu uso durante os períodos em que há iluminação natural adequada

Uso de Terras e Ecologia (Land Use and Ecology)

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CRITÉRIO

OBJETIVOS

DIRETRIZES

18


área.

1) Especificar luminárias externas eficientes. ENE03

External lighting

Reconhecer e incentivar a energia eficiente de luminárias para áreas externas do desenvolvimento.

ENE04

Low and zero carbon technologies

Reconhecer e incentivar o uso adequado de geração de energia local a partir de fontes renováveis.

Prever painéis fotovoltaicos na cobertura, de acordo com dimensionamento de necessidades energéticas.

ENE08

Energy efficient equipment

Reconhecer e incentivar a aquisição de equipamentos eficientes em termos de energia.

NA

2) Definir sistema(s) de controle da iluminação externa para evitar seu uso durante os períodos em que há iluminação natural adequada

Uso de Terras e Ecologia (Land Use and Ecology) CRÉDIO BREEAM

CRITÉRIO

LE01

Escolha do lugar

LE02

Valor ecológico do lugar e proteção dos fatores ecológicos

LE04

Melhorando a ecologia local

OBJETIVOS

DIRETRIZES

Incentivar a utilização de terrenos previamente utilizados e/ou terrenos contaminados e evitar a exploração daqueles não tenham sido previamente perturbados.

1) Dar preferência pela utilização de lotes cujo solo esteja contaminado ou onde sejam identificadas áreas de reduzido valor ecológico, respaldado por relatórios de profissionais habilitados.

Incentivar o desenvolvimento em terras que já tem importância limitada para a vida selvagem e para proteger os recursos ecológicos existentes de danos substanciais durante a preparação do local e conclusão das obras de construção.

1) Determinar o valor ecológico do terreno

Reconhecer e incentivar ações tomadas para manter e melhorar o valor ecológico do local, como resultado do desenvolvimento.

1) Realizar levantamento ecológico do terreno; 2) Elaborar projeto/ relatório contendo recomendações para a proteção e melhoria do valor ecológico do sítio. 3) Classificar as espécies plantadas (exóticas ou nativas)

Minimizar o impacto a longo prazo do desenvolvimento no local e da biodiversidade da área circundante.

1) Contratar profissional habilitado em gestão ambiental (SQE – Suitably Qualified Ecologist), previamente ao início das atividades; (não aplicável) 2) Elaborar plano de gestão do paisagismo e habitat, adequado ao terreno, contemplando os 5 anos posteriores à conclusão do projeto; (não aplicável)

19 LE05

Impacto na biodiversidade a longo prazo

Água (Water) CRÉDIO BREEAM

CRITÉRIO

OBJETIVOS

DIRETRIZES

1. É feita uma avaliação da eficiência do uso doméstico da água na edificação 2. O consumo de água (L/pessoa/dia) para o edifício avaliado é comparado com o padrão mínimo de performance e os créditos são concedido da seguinte maneira, para a zona de precipitação 2, onde Brasília se encaixa: WAT01

CONSUMO DE ÁGUA

WAT02

MONITORAMENTO DA ÁGUA

WAT03

DETECÇÃO E PREVENÇÃO DE VAZAMENTOS

Reduzir o consumo de água potável para uso sanitário em edificações de todas as origens através do uso de componentes eficientes no uso de água e sistemas de reciclagem.

assegurar que o consumo de água pode ser monitorado e administrado, encorajando a redução do consumo de água.

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1. 12.5% 2. 25% 3. 35% 4. 45% 5. 55% Exemplar: 65%

Especificar medidores de água nas principais fontes de abastecimento. 1. Apresentar um sistema de detecção de vazamentos capaz de detectar vazamentos grandes no sistema de abastecimento de água.

Reduzir o impacto de vazamentos de água que poderiam não ser detectados de outra maneira. 2. Aparelhos de controle de fluxo de água em banheiros e outras áreas para assegurar uso eficiente da água.


4. 45% 5. 55% Exemplar: 65%

WAT02

MONITORAMENTO DA ÁGUA

assegurar que o consumo de água pode ser monitorado e administrado, encorajando a redução do consumo de água.

Especificar medidores de água nas principais fontes de abastecimento. 1. Apresentar um sistema de detecção de vazamentos capaz de detectar vazamentos grandes no sistema de abastecimento de água.

WAT03

DETECÇÃO E PREVENÇÃO DE VAZAMENTOS

Reduzir o impacto de vazamentos de água que poderiam não ser detectados de outra maneira. 2. Aparelhos de controle de fluxo de água em banheiros e outras áreas para assegurar uso eficiente da água.

WAT04

EQUIPAMENTO EFICIENTE NO USO DE ÁGUA

A especificação de equipamentos eficientes no consumo.

1. Caso houver um sistema de irrigação planejado para paisagismo externo, deve estar de acordo com qualquer um dos seguintes: a. Sensores de humidade do solo b. Devolver água ao sistema de águas cinzas ou de captação pluvial c. Paisagismo que não precise de irrigação artificial d. Todas as espécies especificadas sobrevivem em condições quentes e secas e. Quando não existente, irrigação será responsabilidade de um ocupante, e será feita manualmente (regadores). 2. Caso haja um sistema de irrigação instalado, também deve haver um sistema de detecção de chuva, para prevenir irrigação automática durante períodos chuvosos.

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Transporte (Transportation) CRÉDIO BREEAM

CRITÉRIO

TRA01

Public transport accessibility

TRA02

Proximity to amenities

OBJETIVOS Fornecer comodidades que incentivam os usuários de construção a viajar utilizando meio de transporte com baixo nível de carbono e minimizar as viagens individuais. Incentivar e premiar um empreendimento localizado na proximidade de amenidades locais, reduzindo assim a necessidade de viagens prolongadas ou múltiplas viagens.

DIRETRIZES Definir a entrada principal da edificação o mais próximo possível aos modais de transporte A edificação está localizada próxima a restaurantes, farmácia, bancos e serviços (ID e Brasília Shopping),. a) Definir bicicletário próximo ao acesso principal da edificação (distância ideal de 50m, limite de 100m);

TRA3a

Alternative modes of transport

Fornecer comodidades que incentivam os usuários da edificação a viajar utilizando meio de transporte com baixo nível de carbono e minimizar as viagens individuais

b) Prever uma cobertura para proteger os ciclistas das intempéries; c) Definir uma área de vestiários com chuveiros e armários, proporcionais à população da edificação, conforme legislação;

TRA04

TRA05

Maximum car parking capacity

Travel plan

Incentivar o uso de meios de transporte alternativos ao edifício que não seja o carro particular, ajudando assim a reduzir as emissões de transporte relacionados e congestionamento de tráfego associados com a operação do edifício.

Reconhecer e incentivar o fornecimento de uma gama de opções de viagem para os usuários do edifício para promover a redução do impacto ambiental das viagens do, e para, o prédio.

Não há como atender ao critério nas dimensões deste projeto. Elaboração do plano de viagem que atenda a todos os usuários da edificação (empregados, visitantes, prestadores de serviço, etc.) de modo a aumentar a quantidade de opções de transporte e reduzir a dependência do carro particular, considerando: a) Estratégias para incentivar os deslocamentos a pé e em bicicleta; b) O impacto dos padrões de viagem e de transporte de usuários futuros da edificação; c) O efeito das condições climáticas em pedestres e ciclistas; d) Acessibilidade e) Links dos modais de transportes públicos; f) Instalações para ciclistas. As estratégias/ plano de viagem incluem diretrizes de projeto utilizadas para atender aos objetivos do plano de reduzir os padrões de viagem em automóvel particular, demonstrado mediante: a) Vagas reservadas para caronistas; b) Provisão de bicicletário; c) Iluminação, paisagismo e abrigo para tornar as áreas de espera em locais agradáveis aos pedestres e usuários de transporte público; d) Provisão de rotas seguras para pedestres e ciclovias, com áreas seguras de travessia, sinalização tátil, sinalização indicativo das amenidades nas proximidades e as rotas de transporte público; h) Provisão de áreas adequadas para ponto de taxis

Materiais (Materials) CRÉDIO BREEAM

CRITÉRIO

MAT01

IMPACTOS DO CICLO DE VIDA

MAT03 MAT04

ORIGEM RESPONSÁVEL DE MATERIAIS ISOLAMENTO

OBJETIVOS Reconhecer e encorajar o uso apropriado das ferramentas de avaliação de ciclo de vida e consequentemente a especificação de materiais de construção com baixo impacto ambiental (incluindo o carbono aderido) através de todo o ciclo de vida da edificação Reconhecer e encorajar a especificação responsável de materiais para elementos de construção chave. Reconhecer e encorajar o uso de isolamento térmico que tenha uma origem responsável.

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DIRETRIZES 1. Uso da BREEAM Mat01 calculator para calcular o ciclo de vida e o impacto ambiental dos elementos construtivos (não aplicável) 1. Pré-requisitos: evidência de que toda a madeira usada no projeto é “legalmente cultivada e legalmente tratada”. 2. Origem responsável: todos os materiais especificados compondo os principais Avalia-se qualquer isolamento utilizado em quaisquer destes elementos: paredes externas, piso, cobertura, edifícios auxiliares.

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Resíduos (Waste) CRÉDIO BREEAM

WST01

CRITÉRIO

GESTÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO

WST02

AGREGADOS RECICLÁVEIS

WST 03a

RESÍDUO OPERACIONAL

OBJETIVOS

Promover o o uso eficiente de recursos através de gestão de resíduos apropriada.

Reconhecer e encorajar o uso de reciclados e agregados secundários, reduzindo assim a demanda por material virgem e otimizando a eficiência do material na construção.

Reconhecer e encorajar a a providência de um local de armazenagem dedicada aos resíduos recicláveis da construção, ajudando a evitar que resíduos recicláveis sejam mandados para aterro ou incineração.

DIRETRIZES 1. Eficiência dos recursos de construção 2. Desvio de recursos dos aterros Este crédito visa rastrear o destino dos resíduos de material construtivo, considerando o tipo (reciclável ou não, se é considerado perigoso ou não), quantidade e o potencial de reaproveitamento. (não aplicável) 1. Pelo menos 25% dos agregados utilizados provem de uso secundário ou são reciclados. 2. Os agregados são ou obtidos no local, ou obtidos de processadores de resíduos em um raio de 30 km do local, ou são agregados secundários de uma não-construção, pós-consumo ou resíduo industrial.

1. Há um espaço adequado reservado para separação e armazenagem de resíduos recicláveis.

Poluição (Polution) CRÉDIO BREEAM

POL01

POL03

POL04

POL05

OBJETIVOS

IMPACTO DE REFRIGERANTES

ESCOAMENTO DE ÁGUA DE SUPERFÍCIE

REDUÇÃO DA POLUIÇÃO LUMINOSA NOTURNA

ATENUAÇÃO DE RUÍDO

Reduzir os níveis de emissões de gases nocivos à camada de ozônio resultantes de vazamentos de refrigerantes do sistema das edificações.

Evitar, reduzir e retardar o despejo de água da chuva nos esgotos públicos e cursos d’água, reduzindo o risco de enchentes localizadas no local ou fora dele, poluição de cursos d’água e outros danos ambientais.

DIRETRIZES 1. Potencial de esgotamento de Ozônio (ODP sigla em inglês) 2. Potencial de aquecimento global (GWP sigla em inglês) 3. BREEAM Pol 01 calculator (não plicável) 4. Presença de sistema de detecção de vazamentos, locação segura do equipamento, sistema de desligamento automático em caso de mal funcionamento. 1. Avaliar Risco de enchente 2. Escoamento de água de superfície 3. Minimização de poluição de cursos d’água (não aplicável)

Garantir que a luz externa está concentrada nas áreas apropriadas e que luzes direcionadas para cima estão minimizadas, reduzindo o uso desnecessário de poluição luminosa, consumo de energia, e incomodo à vizinhança.

1. A iluminação externa será de acordo com os limites estabelecidos na norma vigente 2. Controle automático para desligar a iluminação externa de 23:00 horas e 6:00 horas ou nas horas adequadas de não funcionamento da edificação

Reduzir a probabilidade de ruído das instalações da edificação que podem afetar a vizinhança.

1. Avaliar a existência de áreas sensíveis a ruídos em um raio de 800 m do edifício. 2. Caso existam áreas sensíveis, elaborar plano com medidas de minimização de impacto.

Tabela 2

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Resumo Créditos e Diretrizes BREEAM + Lâmpadas de led + Lâmpadas fluorescentes ajustadas com reatores de alta frequência + Iluminação natural Saúde e bem-estar

- Amianto - Chumbo - Tóxicos + Ventilação natural

Conforto Visual

Energia

Aquecimento e AC

+ Lâmpadas eficientes + Controle lumínico para evitar uso de luz articial sempre que possível

+ Medição de consumo área a área

Monitoramento de Energia + Terrenos já degradados - Desmatamento

Terras e ecologia

Conforto térmico

Qualidade do ar + Ventilação Natural + Aberturas protegidas - Ar condicionado

+ Poteção de insolação direta + Controle do sombreamento pelos usuários + Considerar orientação solar

Luz Natural

+ Bebedouros tipo torneira - Bebedouros tipo fonte

+ Isolamento acústico interno + Isolamento acústico externo Conforto acústico

Qualidade da água + Cobertura fotovoltaica

Tecnologia de baixo CO2

Equipamento Eficiente Energeticamente

+ Valorizar biodiversidade local

Escolha do terreno

Valor ecológico + Mão de obra local + Contato com a comunidade + Respeito às necessidades locais

Gestão

Mão de obra local

+ Aproveitamento de águas cinzas + Coleta de águas pluviais + Controle do consumo Água

Monitoramento e consumo + Rotas de transporte público - Carros

Transporte

Transporte alternativo

+ Biciletários + Vestiários

Apoio ao ciclista

+ Origem responsável - Desflorestamento

Materiais

Origem dos materiais

+ Bancos + Restaurantes + Serviços - Viagens Proximidade de serviços

+ Durabilidade - CO2

Análise de ciclo de vida + Separação e armazenagem de resíduos recicláveis

Resíduos

Gestão de Resíduos

Reciclagem + Uso de refrigerantes de baixo esgotamento de ozônio

Poluição

Refrigerantes

- Barulho

Controle de poluição sonora

+ Iluminação responsável - Luzes voltadas para cima - Luzes nos horários de inatividade Controle de poluição luminosa

- Poluição de cursos d’água - Enchentes

Escoamento de água de superfície

+ Equipamentos com etiquetagem A


3. RECONHECENDO A ARENA


Referências de Projeto Connie & Jim John Recreation Center, Universidade de Kettering, Michigan, EUA. Aberto em: 1995 Este modelo de rinque vertical mostra como é possível reverter o rinque de gelo para o uso de quadras poliesportivas, e traz uma possível solução de layout com piscina, compartilhando os vestiários.

Figura 12: plantas CJJ Recreation Center. Fonte: http://www.kettering.edu/sites/default/files/resource-file-download/RCfloor1.pdf

Pyramid Recreation Centre, Ontario, Canada. Aberto em: 2007. O programa apresenta multifuncionalidade, com salas de atividades para adultos e idosos, piscina, sauna, e enquanto um dos rinques é mantido o ano todo, o outro é convertido em quadra de esportes durante a baixa estação, mostrando um caráter de flexibilidade muito interessante. Hyannis Youth and Community Center. Massachusetts, EUA.

Figura 13: planta térrea Pyramid recreation Center. Fonte: http://www.townofstmarys.com/uploadedFiles/ living/arena_and_community_center/PRC%20Map%20and%20Floor%20plans%20nov%202008.pdf

Aberto em: 2009. Este modelo demonstra como as áreas de maquinário e equipamentos se relaciona com o rinque de gelo, além de sugerir uma disposição de vestiários que serve à todo o complexo.

Figura 14: planta térrea Pyramid recreation Center. Fonte: http://www.townofstmarys.com/uploadedFiles/ living/arena_and_community_center/PRC%20Map%20and%20Floor%20plans%20nov%202008.pdf


Referências Arquitetônicas Zaha Hadid - London Aquatic Center, Londres, Inglaterra

Figura 15: Londond Aquatic Center. Fonte: http://www.zaha-hadid.com/architecture/london-aquatics-centre/pdf

Aberto em: 2011. Área construída: 36.875 m2. Capacidade: 17.500 pessoas em 7.352 m2. Materiais: Concreto, aço e vidro. Características marcantes: transparência, relação interior-exterior, harmonização de materiais, implantação.

BIG - Gammel Hellerup Gymnasium, Hellerup, Dinamarca

Figura 16: BIG Gymnasium. Fonte: http://www.archdaily.com/412908/gammel-hellerup-gymnasium-big

Aberto em: 2013. Área construída: 1100 m2. Materiais: Concreto e madeira. Características marcantes: fluidez da cobertura, harmonização de materiais, implantação, multifuncionalidade, espaço esportivo fechado.

Kenzo Tange – Estádio Nacional de Yoyogi, Tóquio, Japão Aberto em: 1964. Capacidade: 13291 pessoas no primeiro ginásio, 3201 no segundo ginásio. Materiais: Concreto e aço. Características marcantes: identidade da forma, planta circular, implantação.

Figuras 17 e 18 : Ginásio Yoyogi. Fonte: Greatbuildings.com

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Referências Construtivas Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi - FAUSP São Paulo, Brasil Ano: 1969 Estrutura: Concreto armado Referência: laje nervurada na configuração de grandes vãos

Herzog e de Meuron - Arena do morro - Natal, Brasil

Figura 19: Fau - USP. Fonte: greatbuildings.com

Ano: 2014 Estrutura: Aço e concreto armado Referência: Grande vão esportivo com cobertura metálica leve em pórticos de aço.

Emilio Marin - Santa Julia House - Santiago, Chile Ano: 2011 Estrutura: Madeira Referência: telhado borboleta como forma de captação de água da chuva

Figura 20: Arena do Morro. Fonte: Herzog e Meuron

Figura 21: Santa Julia House. Fonte: Archdaily.com


Referências de praças E Paisagismo Dada a natureza do projeto, uma arena de gelo, cujo elemento central é a água, teve-se como certo que esta deveria aparecer tanto no projeto do edifício quanto no projeto da praça na qual este se insere. As referências urbanas, foram, portanto, focadas no elemento da água.

Figura 22: London City Hall. Fonte: Archdaily.com

Praça da prefeitura de Londres, Reino Unido, Norman Foster. Elementos: Fontes de chão, escadarias como lugar de permanência. Praça do distrito de Roombeek, Holanda, Buro Sant en Co Elementos: A interatividade com os espelhos d’água, caminhos ao longo da água. Praça do centro cultural Tokyo Midtown, em Tóquio, Tadao Ando Elementos: Caminhos ao longo da água, caminhos dinâmicos, o partido circular e a linha reta.

Figura 23: Praça Roombeak Fonte: Archdaily.com

Figuras 23 e 24: Tokyo Midtown. Fonte? archidaily.com


Conceitos O esporte é um dos elementos comuns a todas as culturas. Alguns esportes nascem como uma demonstração de força e habilidade, para que o inimigo saiba o poder de quem o enfrenta. Outros, nascem como forma de lazer e diversão, integrando habilidade e precisão como formas de relaxamento. Outros esportes surgem ainda da arte, da necessidades humanas de expressão, e o que era arte e expressão toma palcos no mundo em exibições de destreza, força e precisão em eventos competitivos. É pensando nessa delicadeza de conceitos e e facetas do esporte que se toma algumas palavras chave para nortear o projeto, tomando como referência qualidades dos diferentes esportes no gelo.

Introspecção e Permeabilidade

Dinamicidade e força

O esporte exige concentração. Isso é verdade para todos os esportistas, mas os jogadores de Curling, em especial. O Curling se baseia na precisão de movimentos e extrema atenção dos competidores à velocidade e caminho da pedra lançada na arena, cujo objetivo é atingir o centro. Um momento de desatenção basta para deixar que a pedra se desacelere ou acelere mais que deveria, e lhe custa o jogo. A atmosfera de um jogo de curling é tensa, é silenciosa e introspectiva.

Muitos esportes são caracterizados pelo movimento, mas poucos são tão dinâmicos e demonstram tanta força como o Hóquei no gelo. Os jogadores deslisam, caem, se atacam, seus patins chegando a até 45 km/h enquanto cada jogador carrega entre 7 e 10 kgs de equipamento. A plateia não faz silêncio nem um segundo, e cada tacada no puck (o disco de borracha) é um verdadeiro estrondo.

Na arquitetura, essa tenção e introspecção deve existir para separar os espaços privados dos espaços sociais, distinguir os momentos em que se deve abrir uma parede ou criar um envólucro selado.

Leveza e Ritmo

Figura 25: Atleta de patinação no gelo. Fonte: Antony photography on Flickr

O Ritmo é uma característica muito forte nos esportes advindos da arte, que usam música e o movimento do corpo como forma de expressão e competição, como é o caso da patinação artística. Os patinadores devem estar em perfeita sincronia não só um com o outro como também com a música. Quando isso acontece, seus movimentos se tornam leves, graciosos e precisos. Na arquitetura, o ritmo se dá uma sucessão de elementos que dão o tom do movimento do edifício e ajuda a lhe conferir uma identidade visual forte. Já a leveza faz com que o usuário se sinta bem-vindo, quase parte do lugar, e é uma demonstração de delicadeza no trato do espaço.

Figura 26: Atletas de Hóquei. Fonte: Antony photography on Flickr

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Na arquitetura, esses elementos são importantes para quebrar monotonias que podem ocorrer do ritmo repetitivo, trazer a surpresa para dentro do projeto e criar formas fortes, sólidas com identidade e facilmente reconhecíveis. 29


4. ENTRANDO NA ARENA


Localização O terreno escolhido para a implantação fica na Asa Norte, entre o Estádio Nacional Mané Garrincha e o Shopping ID. As principais vias de acesso são o Eixo Monumental, a W3, Via N2, como ilustrado ao lado.

Figura 27. Mapa do DF. Fonte: apolo11.com

Autódromo

Setor de Rádio e TV Norte

Ginásio Nilson Nelson e Defer

Shopping ID e Bsb Shopping

Estádio Garrincha

Setor Norte

Mané

Hoteleiro

Centro de convenções

Eixo monumental

Feira da Torre

W3 Norte

Colégio Militar de Brasília

Via N2

Terreno escolhido

Pré-existencias no terreno

Este local foi escolhido por haver outras instalações esportivas neste setor, como o Estádio Nacional, o Ginásio Nilson Nelson e o autódromo, sendo condizente com o padrão de setorização do Plano Piloto. As principais edificações nas proximidades, além das esportivas, são o Centro de con venções Ulysses Guimarães, a Torre de TV e a sua feira, o Setor de Rádio e TV, e o Setor Hotelei31 ro Norte e O terreno em questão tem aproximadamente 155.000 m2, e está completamente subutilizado apesar da importância de sua localização, não realizando assim sua função social. Atualmente ocupam o terreno a 5ª delegacia de polícia da asa norte e uma sub-estação da CEB, como indicado em preto na figura x. Ambas as edificações serão desconsideradas para efeito deste projeto, uma vez que a sua posição, porte e uso não fazem juz à importância, setor, ou tamanho do terreno, nem condizem com os preceitos de zoneamento da cidade. Sugere-se a relocação destas funções.

Figura 28, 29, 30 e 31: ampliações do mapa do DF (Google earth). Edição da autora.

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O Eixo Monumental De acordo com o projeto inicial de Lúcio Costa, o Eixo Monumental é uma grande avenida dividindo a cidade em norte e sul. Com 16 km de comprimento, o Eixo seria dividido da seguinte maneira: no lado leste estão locados prédio públicos e palácios do governo, no centro a rodoviária e a torre de TV, e no lado oeste os prédios do Governo do Distrito Federal, abrigando, desta maneira, a Escala Monumental de Brasília. A escala monumental, segundo consta no memorial do Plano Piloto, não é no sentido do enorme ou da ostentação, mas “no sentido da expressão palpável, por assim dizer, consciente, daquilo que vale e significa.” Desta maneira, o Eixo Monumental caracteriza-se por um espaço que, apesar de usar de perspectiva monumental e abrigar diversas construções de grande porte, não usa do pitoresco. Ou seja, não é um espaço que revela grandes surpresas ao usuário que o percorre, seja de carro ou a pé. Dadas as dimensões da via e recuos, todos os elementos visuais se apresentam gradualmente, compondo o cenário monumental.

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Ainda segundo o memorial do Plano Piloto, o Eixo monumental também se configura como um grande organizador de funções, “abrigando tudo aquilo que é necessário para o pleno funcionamento de uma cidade”, alocando assim os seguintes setores: os centros cívico e administrativo, o setor cultural, o centro de diversões, o centro esportivo, o setor administrativo municipal, os quartéis, as zonas destinadas à armazenagem, ao abastecimento e às pequenas indústrias locais, e, por fim, a estação ferroviária. Figura 32 e 33: Croqui de Lúcio Costa do Eixo Monumental. Fonte: Acervo do Museu Digital Memória de Brasília

Figura 34: Foto do Eixo Monumental. Fonte: Anônimo em http://www. copa2014.gov.br/pt-br/sedes/brasilia/mobilidade

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SRPN A sigla pode causar estranheza mesmo aos brasilienses, mas “SRPN” significa “Setor Recreativo Público Norte”, referido no memorial do Plano Piloto como “Centro Esportivo”, e também conhecido como “Complexo Poliesportivo Ayrton Sena”, desde 1996 quando foi retirada a homenagem ao militar “Presidente Médice” do nome deste.

Já o Ginásio Nilson Nelson recebe frequentemente grandes eventos esportivos, além de shows. Já recebeu, inclusive, 3 espetáculos de patinação no gelo, apesar da falta de estrutura.

A área escolhida é vizinha a este setor, mas aparece como pertencente ao Setor de Grandes Áreas Norte em algumas referências, e ao Setor de Rádio e TV Norte em outras. Dáda a proximidade, e o atual abandono da área, não se viu prejuízo em acrescentá-la ao SRPN.

Apesar das iniciativas positivas, a maioria das instalações do setor necessita de reformas e modernização. Outra falha do setor é a falta de integração entre as estruturas. Os caminhos do pedestre são prejudicados pela falta de visibilidade causada principalmente pela magnitude do Estádio Nacional, que depois de certa aproximação bloqueia todas as visuais; e pelo excesso de estacionamentos imensos, que tornam o lugar ainda mais árido, inseguro e desagradável ao transeunte.

Historicamente, este setor nasce para abrigar grandes estruturas esportivas, como o Ginásio Nilson Nelson, o Estádio Nacional, o Autódromo Internacional, o Ginásio de Esportes Cláudio Coutinho, o Cine Drive in, e o DEFER, um complexo de quadras de esportes e piscinas. Hoje, além destas funções, o setor também abriga a Federação Brasiliense de Tiro Esportivo. O Ginásio de Esportes está desativado desde 2001, e desde o início da década de 1990 que a área esteve em decadência. Nos últimos anos têm havido, contudo, algumas iniciativas para dar mais vida ao setor. O DEFER, da Secretaria de Esporte e Lazer do DF, por exemplo, promove aulas gratuitas para todos os moradores de Brasília. Desde que o Brasil sediou a copa e foram anunciadas as olimpíadas de 2016, tem havido mais investimentos. O Estádio Nacional foi reconstruído, e agora sofre pressão para que se mantenha em uso, devido a seu alto custo de manutenção.

O Cine Drive in também passa por um movimento de reestruturação e revitalização, e tem sido um sucesso de público.

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Atualmente, um dos usos para o setor é de seus grandes estacionamentos, utilizados como garagem de ônibus, locais de aulas práticas de direção e provas do Detran, além de receber grandes eventos, como o Porão do Rock, que em 2016 aconteceu no estacionamento do Estádio, reunindo por volta de 15 mil pessoas, segundo os organizadores. O Setor é acessado de transporte particular principalmente pelo SHAN por quem vem da asa norte, como indicado no percurso amarelo na figura ao lado; pelo Eixo Monumental ou pela via N2 por quem vem da asa sul, como ilustrado caminho em vermelho, e pelo eixo monumental e pela via SAM por quem vem do Sudoeste, como indicado em roxo. Para quem vem de transporte público, as paradas mais próximas estão na W3, indicado pelo percurso azul, e no eixo monumental sentido sul e norte, como indicado nos percursos amarelo e verde respectivamente

Figuras 35 e 36: Ampiações do mapa de Brasília (Google Earth). Edição da Autora. Rota de quem vem a SRPN trecho 1 pé da W3 Terreno Rota de quem vem da asa sul Rota de quem vem do sudoeste Rota de quem vem da asa norte

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Rota de quem vem a pé do EM Norte Rota de quem vem a pé do EM Sul


Características físicas PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

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Figura 37: Indicação de vistas

O terreno é árido, com características do cerrado, típicas do Distrito Federal. Há poucas árvores, há sinais de erosão, além de um pequeno depósito de lixo. A única estrutura para pedestres é uma calçada que corta o terreno na direção leste - oeste, ligando o Shopping ID ao Estádio, e uma ciclovia que está na extremidade oeste do campo.

Figura 38: Imagem de satélite

As árvores são em sua maioria de pequeno porte, havendo apenas uma árvore de grande porte, que proporciona uma sombra agradável. Nos períodos de seca, a poeira avermelhada se torna predominante, sendo uma fonte de incômodo para quem atravessar por ali.

Figura 41: Vista Norte. Autora.

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A declividade é suave, o caimento se dá na direção sudoeste-nordeste. Há uma diferença de 10 metros entre o ponto mais alto e o mais baixo. Imagens ©2016 Google,Dados do mapa ©2016 Google

Figura 39: Foto vista oeste. Autora.

100 m

Não há quaisquer sinais de água, e o terreno está bastante desmatado, o que torna o local bastante desimpedido visualmente. As únicas barreiras visuais são as construções que o cerceiam.

Figura 42: Vista Leste. Autora.

Como barreiras do caminhar, existem algumas erosões e buracos, assim como a ladeira formada no limite do terreno do Colégio Militar, de 5 metros de altura. Como há uma boa distância de todas as edificações, o vento é desimpedido e não há formação de corredores.

Figura 43: Vista sul. Autora.

Figura 40: Foto vista oeste. Autora.

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Análise e determinantes Dado que o terreno se encontra atualmente em uma situação precária, sujeito a invasões, depósitos irregulares de lixo, além de ser um ponto de trajeto inseguro para quem quer acessar o Estádio a pé vindo W3, o que não é incomum em dias de jogos importantes, o projeto ali realizado agregaria função social ao terreno. Segundo o Estatuto da Cidade: “Para que a propriedade urbana cumpra a sua função social, ela deve responder às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no Plano Diretor. Tais exigências dizem respeito à busca de melhor adequação do uso da propriedade e à responsável utilização dos recursos naturais, garantindo a preservação do ambiente urbano.” Entende-se ainda, que a cidade é um organismo vivo, e que para cumprir sua função social, suas partes devem se articular entre si, colaborando para seu mútuo funcionamento.

O terreno na sua atual situação de abandono, prejudica o desempenho do Estádio Nacional, uma vez que configura uma das principais rotas de acesso de pedestres até o estádio, configurando um trajeto de insegurança, desinteresse, e desconforto térmico por sua aridez. Trazer um projeto também de cunho esportivo, multifuncional, com uso diário e constante, é então do melhor interesse da cidade. Além disso, o centro de esportes do gelo realizaria uma ponte para quem transita não só para o estádio, mas também no eixo norte-sul, vindo do setor de hotéis, passando pela torre de tv em direção ao Brasília Shopping, Shopping ID, W3 norte ou colégio militar. Entende-se que a localização central em Brasília, em área tombada e a proximidade ao Eixo Monumental acarretam em uma série de cuidados com a paisagem, além de uma responsabilidade para com a cidade.

Decidiu-se então, por usar de um grande recuo em relação ao eixo, para que a dimensão da nova edificação não interferisse com a característica não pitoresca de composição do Eixo Monumental. Também observou-se que há um efeito de perspectiva monumental do Estádio Nacional para quem caminha ou vem de carro pela via W4 norte. Considera-se que este efeito é parte da experiência esportiva de quem frequenta o Estádio, e deve ser respeitado e mantido. Por isso, além do recuo em relação ao Eixo Monumental, houve uma preocupação em não bloquear a perspectiva do Estádio Nacional. Outro aspecto importante na configuração do Eixo Monumental é o gabarito. O terreno tem um caimento sentido sudoeste-nordeste, que o coloca em uma posição mais alta do que muitos dos edifícios ao redor, estando na mesma curva de nível da Torre de TV. Faz-se imprescindível então, que o edifício não se destaque por

Estádio h = 50 m Centro de Convenções h = 30 m Ginásio h = 30 m Corte Urbano 1

sua altura, e respeite a paisagem constituída. O edifício mais alto na vizinhança imediata é o Estádio, com 50 metros de altura e em uma curva de nível 5 metros a cima da do terreno selecionado. Em seguida tem-se o Shopping ID e o Brasília shopping com aproximadamente 42 metros de altura cada, locados respectivamente em curvas de nível 5 e 10 metros abaixo do terreno em questão; e mais a norte o setor de rádio e TV norte, que tem edificações de até 5 andares, também em terreno 5 a 10 metros mais baixo. O centro de esportes no gelo deve ser feito dentro de aproximadamente 15 metros de altura, para que mesmo considerando o nível do terreno, esse não se destaque verticalmente. Essa decisão também é coerente com sua funcionalidade, que pede uma configuração horizontal. O terreno também tem um desnível total de 10 metros entre seu ponto mais alto e

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mais baixo, de forma que a implantação está condicionada por este desnível. Há um grande platô no qual se pretende assentar a nova edificação, de modo a usar a topografia local a favor do projeto, e como uma forma de configurar a grande praça que naturalmente se formará no novo espaço urbano. Ainda como determinantes da implantação e projeto, temos os eixos. Os seguintes eixos foram estabelecidos: Eixos viários - determinados pelos acessos de veículos motorizados. Assumirão um caráter secundário, e sua principal função será organizar o fluxo de caminhões que necessariamente acontecerá nas docas; possibilitar acesso de carro e ônibus, e organizar fluxos quando da organização de grandes eventos. Eixos do pedestre - determinados pelos caminhos traçados pelas pessoas que

acessarão a edificação a pé ou por transporte público, assim como de bicicleta. Este eixo deve ser priorizado no momento do projeto, para que o pedestre tenha a melhor experiência o possível, não só de acesso como também visualmente.

postos de trabalho no Plano Piloto, tem levado ao aumento da pressão rodoviária sobre a área central, reforçando o modelo de mobilidade baseado no transporte privado.” É papel do arquiteto considerar o meio em que seu projeto se insere, e encarar cada projeto com a responsabilidade de que este funcione não isoladamente, mas contribua para o funcionamento e melho-

Eixos visuais - O terreno está na área monumental da cidade, e tem vista desimpedida para pontos de interesse, como a torre de TV, o centro de convenções, o Estádio Nacional, e os Setores Hoteleiros. Dessa maneira, deve-se projetar de maneira a abrir a edificação para a melhor vista, no caso a sul, e concentrar funções de serviço, como as docas, no eixo visual norte, que é parcialmente bloqueado pelo CMB e desprovido de interesse visual. Brasília é uma cidade claramente feita para o carro, como escreve x:

ria do contexto em que se insere. Não é pretensão deste projeto, contudo, caracterizar a cidade e inverter sua lógica de transporte urbano. Tem-se, contudo, como um dos objetivos do projeto, requalificar urbanisticamente a área em que o projeto se insere, por meio de praças, calçadas, conexões com ciclovias, paradas de ônibus, e comprometimento com caminhos confortáveis para o pedestre, em detrimento ao carro. 3

2

36

1

“Estudos recentes sobre a mobilidade de Brasília confirmaram que a concentração das atividades econômicas e dos Torre de TV h = 224 m Figura 44? Mapa do Plano Piloto com indicações dos cortes urbanos 1, 2 e 3

ID e BSB Shopping h = 45m h = 15 m

SHN h = 45 m


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Figura 45: croqui de implantação

Figura 46: croqui de eixos

Torre de TV h = 224 m Centro de Convenções h = 30 m

SHN h = 45 m

Estádio h = 50 m ID e BSB Shopping h = 45m

Setor de Rádio e TV h = 15 m Corte Urbano 2


Resumo de decisões

Determinante topográfico e da relação do entorno: Altura máxima de 15 m

Determinante do eixo viário: abrir uma nova via conectando a W5 e a SRPN 1 para facilitar fluxos

Figura 47: croqui

Determinante da configuração do Eixo monumental: recuo de pelo menos 200 m

38 Determinante do eixo do pedestre: Criar um novo ponto de ônibus no Eixo Monumental paralelo ao terreno, já que as pré-existentes estão a 500 m

Figura 48: croqui

Determinante do eixo visual: manter visuais da Torre de TV e do Estádio Nacional desimpedidas

Figura 49: croqui

Figura 51: croqui

Torre de TV h = 224 m Centro de Convenções h = 30 m

Estádio h = 50 m Corte Urbano 3

h = 15m


5. O PRIMEIRO MOVIMENTO


Desenvolvimento do Partido A partir da análise do terreno e da consideração de todas as determinantes e diretrizes apontadas pelo tipo, o programa e o BREEAM, deu-se início às especulações sobre o traçado do partido. Quando se começou a trabalhar o partido, a implantação já estava definida devido às determiantes do terreno. Primeiro, foram feitos fluxogramas e zoneamentos para organizar a maneira como o proragama se conectaria.

Houve então uma alteração no programa, que inicialmente previa 2 rinques de patinação para apenas 1 rinque de gelo. Essa mudança ocorreu depois considerações acerca gastos energéticos e da dimensão que o projeto tomaria. Ao reduzir o programa para apenas 1 Rinque, a decisão de que este teria uma forma circular surgiu naturalmente, equanto que para abrigar o restante do programa, uma forma reta seria mais conveniente.

Os primeiros partidos surgiram da ideia de formas aglomeradas, que se provaram difíceis de resolver em termos de programa e fluxos. O próximo passo foi tentar soltar as formas.

O partido inicial traz então as funções secas e administrativas locadas em um bloco retangular, que se ligaria ao rinque circular por meio de um Foyer.

Surge, porém, um novo problema: O Rinque de gelo não pode ter entrada independente, por conta da climatização, e portanto não pode ser uma forma solta. Assim, realizou-se estudos de como soltar os volumes visualmente, mas mantendo ainda a unidade entre eles.

A solução apresentava, contudo, contradições quanto aos conceitos iniciais de abertura e conexão com o todo, de forma que o partido foi mais uma vez alterado para que melhor se comunicasse com a praça externa.

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Figura 54: croqui

Figura 52: fluxograma

Figura 53: fluxograma

Figura 59: croqui

Figura 57: Primeiro partido

Figura 55: croqui

Figura 60: croqui

Figura 56: croqui

Figura 61: croqui

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Apresentação do Partido O partido é configurado por 3 grandes áreas. 1 A primeira grande área é um retângulo linear que abriga as funções de doca, administrativas, técnicas, a piscina e os demais esportes secos. A segunda grande área é ocupada basicamente por um grande salão ou Foyer, que funciona como antessala para a Arena de Gelo, estando ocupada também por lojas esportivas especializadas.

2 3

Figura 62: croqui de permeabilidade

A terceira grande área é a própria arena de gelo. O espaço circular configura um grande anfiteatro com capacidade para 3100 pessoas, tendo a o rinque de gelo como centro.

41

Os espaços dialogam de forma a criar gradações de permeabilidade, sendo a mais permeável a área um, e a menos a área 3. A fachada sul é quase inteiramente de pano de vidro, de forma a aproveitar a melhor fachada para reforçar a integração física e visual com a praça, utilizando de recuos e marquises para o sombreamento. Nesta fachada se encontram todas as áreas internas de permanência e lazer descomprometido com o esporte. A fachada Norte tem aberturas menores, mais estreitas e protegidas tanto por marquise quanto por avanços dos pilares, que funcionam como brizes. Nesta fachada menos permeável estão as funções esportivas, técnicas e administrativas, que contam com ventilação mecânica além da natural.

Figura 64: croqui fachada sul

Figura 63: croqui de áreas

Docas Corredor de serviço

Piscina Vestiários

Lanchonetes Estar

Lojas

Casa de máquinas Salas técnicas

Rinque

Foyer Administração Serviço médico DML

Quadra Poliesportiva Quadra de tênis Arena de dança Arena de luta Auditório Academia

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Fachadas e Elementos

A fachada sul é quase inteiramente de pano de vidro, de forma a aproveitar a melhor fachada para reforçar a integração física e visual com a praça, utilizando de recuos e marquises para o sombreamento. Nesta fachada se encontram todas as áreas internas de permanência e lazer descomprometido com o esporte.

A arena de gelo é um semienterrado com capacidade para 3000 pessoas.

Figura 65: croqui fachada sul Figura 65: croqui arena

A fachada Norte tem aberturas menores, mais estreitas e protegidas tanto por marquise quanto por avanços dos pilares, que funcionam como brizes. Nesta fachada menos permeável estão as funções esportivas, técnicas e administrativas, que contam com ventilação mecânica além da natural.

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Figura 66: croqui fachada norte

A fachada oeste concentra apenas as funções de Doca e corredor de serviço e abastecimento para as lojas, sendo uma fachada cega. Figura 66: croqui fachada oeste

A área 1, que concentra a maior parte dos esportes, é formada por 2 partes: a parte norte, onde se concentram os esportes; e conectada a ela, a parte sul: uma grande área de convivência horizontal. As salas de atividades esportivas são rasgadas de fora a fora com grandes aberturas envidraçadas, e as portas são de vidro, de forma a criar um tipo de aquário que as pessoas podem observar tanto do lado de fora quanto da área de lazer.

A fachada leste é o ponta da grande área 1, e configura uma área de estar com vista para a praça, se aproveitando de sua posição mais alta no terreno..

Figura 65: croqui Área 1, área de vivência

Figura 66: croqui fachada leste

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Desenvolvimento da Praça

A Praça se mostrou uma das partes mais desafiadoras do projeto, dadas suas dimensões. A solução encontrada foi dividir a praça de 155.000 m2 em múltiplos ambientes. 1. Dada a barreira que constitui o CMB na parte norte do edifício, essa foi pensada com uma função de fundos, reunindo funções secundárias, como docas e área para Food Trucks 2. A próxima faixa de ocupação seria a da implantação, concentrando áreas de permanência. 3. Na faixa intermediária que se seguia, propôs-se uma área de passagem, desobstruída

Figura 66: croqui

visualmente, mas também de estar. 4. A próxima faixa de ocupação já permitiria atividades mais dinâmicas, e foi pensada a ocupação com pistas de skate. Por fim a frente do terreno, que deve funcionar como conexão com o entrono. O primeiro partido pensado levou em consideração os eixos do projeto (visuais, viários e de pedestre), contudo, era incoerente quando propunha uma solução com poucas árvores e portanto árida. Além disso, os eixos estavam sobrepostos, o que os enfraquecia.

Figura 67: croqui eixos

Para combater a aridez do partido abaixo, foram pensadas mais áreas verdes e um partido mais fluido.

No partido final, tem-se as docas e aárea destinada aos foods trucks ao fundo, como no partido 1.

As funções estabelecidas, contudo, permaneceram as mesmas.

A edificação ganhou um jardim em adicção ao espelho d’água (3).

As docas permaneceram no mesmo lugar, dado o entendimento que a proximidade com o estacionamento generoso do Estádio seria um facilitador na logística. além disso, estando alocado na parte mais alta, atrás do edifício, fica em posição menos visível que qualquer outro ponto do terreno.

O bosque ganha uma forma mais fluida com caminhos, configurando um espaço mais introspectivo (6).

Figura 68: croqui primeiro partido

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A pista de Skate é deslocada à esquerda (5), e a área de exposições permanece no mesmo local, apenas mudando de forma.

Figura 69: croqui primeiro partido

Figura 70: croqui partido final

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Apresentação da Praça A praça surge com a ideia de organizar e distribuir várias atividades distintas, E acaba dividida em 6 ambientes. O ambiente 1 é onde passa a nova via criada ligando a W5 à SRPN 1, como já citado anteriormente. Neste espaço foram concentradas as docas uma área pavimentada para receber eventos de food trucks e jardins com vegetação mais alta.

Figura 74: croqui praça central

Figura 75: croqui praça central e área 4

Na área 2, foi previsto uma área pavimentada para exposições de arte externas, e onde devem haver placas contando um pouco sobre a história dos esportes no gelo. O espaço 3 é a praça mais aberta do projeto, pavimentada, traz espelhos d’água e jardins baixos, por ser a imediação da fachada principal. Aqui estão previstas atividades como feiras itinerantes, pequenos eventos musicais artísticos etc. O ambiente 4 é uma área gramada com vegetação nativa, e tem por objetivo tampar as visuais do estacionamento do shopping ID e tornar o espaço 3 mais agradável. Plataformas em desnível configuram degraus e um ambiente de estar de transição entre as áreas 3 e 4.

Figura 72: croqui praça skate Figura 73: croqui bosque

A área 5 é uma pista de skate descoberta e uma área verde de vegetação nativa. A área 6 é um pequeno bosque de caminhos mais estreitos e contemplativos, ali locados por ser uma área onde não foram identificados padrões de passagem e conexão muito relevantes.

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Movimento das curvas PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

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Figura 76: curvas de nível originais

Figura 77: curvas de nível modificadas

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Retomada de Conceitos, Determinantes e decisões Os conceitos foram pensados como uma referência aos esportes de uma arena de gelo. O Hóquei demanda força e dinamicidade; A patinação artística demanda leveza e rítmo; O curling demanda introspecção; e a permeabilidade - ou abertura, diálogo, comunicação, conexão - são os elementos essenciais a qualquer time ou conjunto que precisa trabalhar de forma integrada, seja no esporte ou não.

Introspecção e Permeabilidade

Força e Leveza

Rítmo e Dinamicidade

Partes do programa precisam de ambientes praticamente herméticos, fechados, como é o caso da arena de gelo, da sala de máquinas e equipamentos. Outros ambientes precisam ser abertos, para que o projeto não se feche em si mesmo e haja diálogo entre as partes e com o seu contexto urbano. Dessa maneira, buscou-se trazer a transparência e grandes aberturas para as partes sociais, de comunhão, e no traçado da praça, criando permeabilidade. Ao mesmo tempo, existem espaços fechados, menos acessíveis e mais privados, trazendo a introspecção tanto para ambientes da praça como para a própria edificação.

A força se traduz no projeto na junção de formas puras, prezas ao chão, e a leveza em sua proporção horizontal e transparência, que cria uma relação delicada entre o exterior e o interior, o construído e o natural. Na praça, essa relação aparece com a mistura de linhas curvas, orgânicas e linhas retas e fortes, na relação entre os platôs de concreto e os jardins naturais.

O ritmo é visível na modulação do projeto, que foi configurada em um padrão 10 x 10m. Os pilares aparentes na fachada principal, assim como na fachada posterior, onde o ritmo é ainda reforçado pela repetição das janelas. A dinamicidade vem das linhas diagonais e curvas usadas na composição da praça, e na edificação, o eixo dinâmico é o corredor que dá acesso à maior parte das funções exportivas. Este corredor se inicia em uma diagonal e segue marcado por uma parede amarela que força o conceito de dinamismo local, apenas mudando de forma (4).

Figura 79: croqui

Figura 78: croqui transparências

Figura 80: croqui

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Retomada dos Eixos Eixo visual Eixo viรกrio

47 Figura 81

Eixo do pedestre

Figura 83

Figura 82

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Perspectivas gerais

Figura 84 - Perspectiva sul

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Figura 85 - Perspectiva norte

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Figura 86 - Perspectiva leste

Figura 87 - Perspectiva oeste

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Escolha do sistema Construtivo O sistema construtivo escolhido foi o aço, com fundação em sapata de concreto. Foram necessários 3 estruturas distintas, 1 para cada grande área do projeto já descrita anteriormente, apesar das áreas 1 e 2 respeitarem uma modulação 10 x 10. A área 1 precisava de uma estrutura que vencesse até 30 m de vão para acolher o espaço da piscina e da quadra poliesportiva. Para tanto, foi designado um sistema de pórticos treliçados de aço. A área 2 é um essencialmente um grande salão, como o vão seria muito grande para vencer sem pilares, foi escolhido um sistema de pilares de aço + laje nervurada para alcançar vãos de até 15 m, e incorporou-se os pilares à arquitetura. A área 3, o rinque de gelo, é o maior vão do projeto, chegando a 76 m de diâmetro. Para tornar o vão possível, foi sugerido uma estrutura de grandes treliças, de até 5 m de altura, dispostas paralelamente e variando em tamanho, como na figura ao lado.

50

O aço foi escolhido por ser um sistema versátil que poderia atender tanto às necessidades estruturais do rinque de gelo mediante proteção contra umidade, quanto do resto do projeto, mediante proteção contra fogo. Além disso, o aço possibilita estruturas mais esbeltas se tratando de grandes vãos, e possibilita a montagem in-loco deixando o canteiro mais organizado e limpo, uma exigência do BREEAM. Apresentando ainda a vantagem de mão de obra amplamente disponível. Figura 86 - Croqui estrutura

Figura 87 - Croqui estrutura

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6. EXECUÇÃO E AÇÃO


Programa de Necessidades Figura 87 (abaixo) - Esquema de áreas, Área 1

Área 1 - 7973 m2 A área 1 agrega a maior parte das funções do projeto, e todas as áreas de apoio necessárias ao rinque de gelo. Incluindo: Docas e Apoio técnico (sala de controle, sala de áudio, sala de equipamentos, casa de máquinas); Apoio administrativo e DML; Serviços complementares (aluguel de equipamentos, sala de secagem, vestiários, camarins, ala médica); Piscina; Esportes secos (dança, luta, quadra poliesportiva e tênis); Academia e Centro de Reabilitação física; Auditório, área de lazer e lanchonetes.

52

Figura 88 (abaixo)- Esquema de áreas, Área 2

Área 2 - 3015 m2 A área 2 é o principal acesso ao rinque de gelo, e cumpre o papel de distribuir fluxos, além se ser uma espécie de sala de de espera nos dias de grandes eventos, em que a arena atingiria a lotação máxima de 3000 pessoas. Funções incluem: Corredor de serviço; Lojas especializadas; Foyer; Bilheteria e Chapelaria.

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Área 3 - 4100 m2 A área 3 é o grande centro do projeto, pois é aonde se encontra o rinque de gelo. Sendo essa a sua função central, as únicas outras funções que são incluí das nesta área são as de relação imediata com o rinque. Rinque de gelo; Arquibancada com 3000 lugares Garagem Zamboni.* * máquina usada para retirar o gelo da pista para manutenção

53 Figura 89 - Esquema de áreas, Área 3

Para todos os públicos

Áreas comuns Áreas administrativas Áreas esportivas Áreas de apoio técnico

A ideia por trás do programa foi criar um Centro que atendesse à vários públicos, de maneira que o local estivesse sempre em bom uso. Por isso a variedade de esportes: além dos esportes no gelo, tem-se natação, futebol, volei, basquete, handball, tênis, dança, artes marciais. Ainda propõe-se um centro de reabilitação física para pessoas em fisioterapia e uma academia. Espaços versáteis não necessariamente conectados ao esporte garantem a multifuncionalidade do projeto, como é caso da própria arena de gelo quando convertida em piso seco, o grande Foyer, que pode ser alugado para eventos externos, e o auditório, que pode funcionar independentemente ou até ser convertido em uma sala de reuniões.

Figura 89 - Proporção de áreas

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Quadro de áreas

Quadro de áreas

Serviço

Serviço Docas

593 m²

100 m²

Administração

Apoio Aluguel

57 m²

Bilheteria

25 m²

Vestiário Feminino Vestiário masculino Sala de secagem Sala de atletas Sala de árbitros

116 m² 116 m² 29 m² 76 m² 45 m²

Chapelaria

25 m²

Loja 1 Loja 2 Loja 3

33 m² 33 m² 33 m²

Auditório

145 m²

Administração DML Ala médica

96 m² 37 m² 46 m²

Loja 4 Loja 5 Loja 6 Loja 7

33 m² 33 m² 33 m² 33 m²

Foyer Hall externo

2555 m² 179 m² 3015 m²

Comércio e Lazer Área 2

Administração

Áreas Comuns

Supote Ténico

Área 1

Sala de áudio Sala de controle

45 m² 96 m²

Total

Sala de equipamentos

45 m²

Serviço

Cada de máquinas

193 m²

Lanchonete 1 Lanchonete 2 Estar e vivência

50 m² 50 m² 1700 m²

Hall Externo Circulação

720 m² 274 m²

Garagem Zamboni

16 m²

Área técnica

120 m²

Circulação Arquibancadas

334 m² 1802 m²

Rinque de gelo

1800 m²

Apoio

Comércio e Lazer Área 3

Áreas Comuns

Áreas comuns

Esporte

Esporte

Total

Corredor de serviço

Total

4100 m²

Quadra poliesportiva

576 m²

Total área útil

13485 m²

Quadra de tênis

292 m²

Total área construída

15088 m²

Arena de dança Arena de luta Academia

292 m² 292 m² 292 m²

Centro de reabilitação

145 m²

Tabela 3

7973 m²

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Principais ciclovias existentes Novas ciclovias propostas

Figura 90 - Mapa de Brasília. Fonte: SICAD. Edição da autora

Pontos de ônibus mais próximos


Acesso, Circulação e Fluxos

O ciclista Brasília tem passado por uma lenta mas constante evolução no sentido de valorizar transportes alternativos ao carro. Desta maneira, o projeto visa dar espaço para bicicleta, criando um percurso à sua volta que se conectará com as ciclovias já existentes na cidade.

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O pedestre O pedestre deve ser o ente mais valorizado do espaço público. É com isso em mente que se cria toda uma praça com múltiplos ambientes e múltiplas possibilidades de atividades. Pensando naqueles que acessam o local a pé, foram criadas novas faixas de pedestre (em amarelo) em lugares estratégicos, ou seja, criando conexões com o Shopping ID e a área da feira da torre, que de onde especula-se que haveria o maior fluxo de pedestres.

Ciclovias

Acessos de serviço

Acessos

Faixas de pedestre

Figura 91 - Acessos, ciclovias e travessias de pedestre


57

Figura 92 - Praรงas, acessos e fluxos

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Acesso, Circulação e Fluxos Praça - Edifício O Edifício e a Praça Food Trucks

O Edifício e a Praça Exposições

Esta praça tem como objetivo reunir Food Trucks em dias normais e em dias de eventos. Em dias de eventos alheios à edificação, é importante que esta mantenha independência e um fluxo próprio. Em dias em que ela complementas eventos na edificação, é importante que haja uma separação, para evitar aglomerações nas entradas principais, de modo que apenas uma entrada secundária faz a conexão com a edificação. Dado o caráter itinerante dos foodtrucks, também é importante que essa área se mantenha versátil como uma possibilidade de mais privada, podendo servir também de apoio à doca para montagem de grandes estruturas

A praça ocupa esta posição por ser exatamente o caminho que recebe quem vem pelo eixo Sul - Norte. Esta praça tem a função de apresentar a edificação, o que seria feito por uma série de painéis contando a história dos esportes no gelo. A ausência de vegetação também torna a silhueta do edifício mais clara, e facilita a localização. Sua segunda função é conectar-se à praça com a pista de skate, funcionando como uma extensão plana desta e trazendo o esporte para a fachada. Figura 93 - Prerspectiva sul

O Edifício e a Praça Skate O Edifício e a Praça Central A praça central assume o papel de integrar todos os outros espaços. A ideia de um grande platô em um nível mais alto surge justamente para garantir visibilidade tanto à edificação quanto aos demais espaços. Ela é o principal conector com a área 1 do edifício, e a transparência da fachada torna tênue a diferença entre dentro e fora. O desnível de 1 m existente entre os eixos e esta praça destacam-na de uma simples continuação de caminho.

Praça Food Trucks

A praça ocupa a extremidade mais distante da edificação para dar mais liberdade de movimento aos skatistas que quiserem se aventurar. Este posicionamento também amplia o campo de visão de quem vem do eixo sul - norte

O Edifício e o Bosque O bosque não é uma conexão ou um fluxo, mas sim uma possibilidade de passeio contemplativo, estando localizado nesta ponta por ter sido a que menos identificou fluxo de pessoas, e é uma opção de trajeto, não uma imposição

Praça Central

Figura 94 - Prerspectiva interna sul, olhando na direção leste

Praça Exposições Praça Skate

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Figura 95 - Acessos e fluxos internos


Acesso, Circulação e Fluxos internos

Fluxos especiais Em dias de grandes eventos que se espera atingir lotação de 3000 pessoas no Rinque de gelo, um sistema de fluxo especial pode ser montado. Dada a necessidade das portas da arena ficarem abertas por um grande período de tempo, para evitar gastos energéticos excessivos, a Grande Área 2 pode funcionar de maneira independente, isolando a porção leste da Grande Área 1. Nas entradas marcadas em laranja, existe um sistema de portas automáticas duplas para minimizar a perda de energia. O sistema funciona de maneira que a porta 2 só se abre depois de as portas 1 terem fechado, diminuindo assim, a troca de calor com o exterior.

Figura 96 - Perspectiva interna do salão

60

Quando for necessário carregar grandes equipamentos ou estruturas a partir das docas, o material em questão pode ser transferido por dentro do Foyer, ou chegar no rinque diretamente pelas portas de serviço externas, no caso de trabalhos que não exijam manutenção do condicionamento do ar interno.

Fluxo Especial Portas Duplas

Área isolada Figura 97 - Perspectiva interna do Rinque

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Painéis fotovoltaicos Calha e pontos de irrigação

Figura 98 - Cobertura, painéis fotovoltaicos e calha

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Projeto e Sustentabilidade Coleta de águas pluviais e resfriamento da cobertura

Painéis solares

borboleta foi desenhadoPRODUCT com uma grande PRODUCED BY O ANtelhado AUTODESK EDUCATIONAL

Os painéis solares foram calculados de maneira que em sua capacidade máxima possam suprir 100% do consumo energético da edificação. As estimativas energéticas foram feitas com base em dados fornecidos pela International Ice Hockey Federation para rinques médios em climas temperados (em anexo p. 96)

Modelo: Solar City Produz 1 Kwp em 5 m2, que gera 1700 Kwh/ano Um sistema com capacidade de 700 Kwp ocupa 3500 m2 700 x 1700 = 1.190.000 Kwh / ano ou 1190 Mwh/ano Custo aproximado: 3.1 milhões de reais. Custo do Mwh na CEB = R$ 435,32 Em um ano de funcionamento = 518.030,80 ao ano. Considerando a inflação da tarifa de 20% acumulados até 2020 (segundo previsão de Economista1), a conta estaria chegando a R$ 902.020,00 em 2020, de forma que o projeto se paga em menos de 6 anos.

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Estimativa de consumo anual de um rinque de gelo: 1000 MW/h

RESFRIAMENTO DA COBERTURA

ÁGUA DA CHUVA

ÁGUA DA CHUVA

RESFRIAMENTO DA COBERTURA ÁGUA DA CHUVA

CAIXA D'ÁGUA

TRELIÇAS

PISTA DE GELO RECIRCULAÇÃO DE ÁGUA RESERVATÓRIO DE ÁGUAS PLUVIAIS

BOMBA

Figura 99 - Esquema de coleta d’água e irrigação do telhado

1

1 economia.uol.com.br/ao-vivo/2016/05/10/direto-da-bolsa.htm

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Dimensionamento do sistema fotovoltaico

calha central para coleta de água da chuva. Aproveitando-se já deste design, e considerando que a cobertura é a principal fonte de irradiação energética no gelo, foi feito um sistema de rotativo de irrigação e resfriamento da cobertura, de forma que a água fosse reutilizada de maneira cíclica.

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Esquema de circuito de iluminação do Rinque

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Origem no disjuntor 1

Origem no Disjunto2

Os diferentes símbolos representam apenas a origem em 3 diferentes disjuntores, e o fato delas se intercalarem ao invés de estarem dispostas em fileiras permite que a luz seja controlada de maneira uniforme para eventos que não exigem tanta luz. As lâmpadas das quatro quinas são puxadas levem ente para dentro para que não haja reflexo no vidro que contorna a arena. Todas as lâmpadas devem ser fluorescentes acompanhadas de reator, o que garante além do conforto ao usuário, uma redução de consumo de energia de até 25%, se comparado a lâmpadas incandescentes. (Everything Ice, 2012)

Origem no Disjuntor 3

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Resumo de diretrizes BREEAM

O projeto tem 15% de todas as fachadas de aberturas controláveis pelo usuário. Livre de materiais tóxicos.

O aço e o vidro, principais materiais utilizados, tem processos produtivos de baixa produção de CO2

Há um sistema de coleta de águas pluviais e reuso de águas cinzas. A vegetação prevista é local, do cerrado, sem necessidade de irrigação

Os painéis fotovoltaicos conseguem suprir de 70 a 100% da energia necessária para o funcionamento do rinque. As lâmpadas fluorescentes com reator economizam até 25% de energia

Todos os bebedouros previstos são do tipo torneira com filtro

40% das fachadas são transparentes, e esse porcentual está concentrado nas fachadas sul e leste. A claraboia central também permite a permeabilidade da luz. A fachada oeste concentra funções de doca e corredor de serviço, e a fachada oeste é devidamente protegida da insolação

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Foram previstos 3 bicicletários, um próximo de cada entrada, totalizando capacidade para 90 bicicletas

A arena de gelo e todas as salas de esporte são isoladas de ruídos externos e internos. O maquinário está em sala com isolamento sonoro.

A localidade central na cidade garante acesso aos mais diversos serviços.

A arena de gelo é isolada termicamente para minimizar gastos de energia

Foi deixada uma grande área permeável no terreno para evitar possíveis alagamentos

O terreno escolhido já estava em área urbanizada e degradado, de forma que desmatamento não foi necessário

Há acesso por transporte público facilitado

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Figura 100 - Perspectiva

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Figura 101 - Perspectiva

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Figura 102 - Perspectiva

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Figura 103 - Perspectiva

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7.DEMONSTRAÇÃO TÉCNICA


00. Implantação 1:2500 01. Impantação 1:1500 02. Planta Baixa 1:750 03. Ampliação da Planta em sessões 1:250 04 Cortes 1:750 05. Ampliação dos Cortes 1:250 06. Fachadas 1:750 07. Planta de cobertura 1:750 08. Ampliação de sessão da cobertura 1:250 09. Planta Estrutural 1:750 10. Ampliação de sessão da planta estrutura 1:250 11. Detalhes

Lista de desenhos


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ESTACIONAMENTO MANÉ GARRINCHA

VIA DE ACESSO

CALÇADA

CALÇADA

PRAÇA PAVIMENTADA

CALÇADA

ÁREA DE EXPOSIÇÃO

DOCAS/ CARGA E DESCARGA

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SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO PISTA DE SKATE

ESPELHO D'ÁGUA

ESPELHO D'ÁGUA

ÁREA VERDE

ÁREA VERDE

CALÇADA

ESCADA

ESPELHO D'ÁGUA

ÁREA VERDE

VIA SECUNDÁRIA

ESPELHO D'ÁGUA

ÁREA VERDE

VIA ACESSO

CALÇADA

PRAÇA PAVIMENTADA CENTRAL

CALÇADA

Jardim

ÁREA VERDE

DA CA ES

PRAÇA PAVIMENTADA

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73

Implantação Nível 00.00 Escala 1:2500 50 25 0

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N

ÁREA VERDE

ÁREA VERDE

CALÇADA

ÁREA VERDE

ÁREA VERDE

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DA

CA

ES

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SHOPPING ID

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SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO VIA DE ACESSO

CALÇADA

PRAÇA PAVIMENTADA

CALÇADA

ÁREA DE EXPOSIÇÃO

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GARRINCHA

ESTACIONAMENTO

CALÇADA

DOCAS/ CARGA E DESCARGA

PISTA DE SKATE

ESPELHO D'ÁGUA

ESPELHO D'ÁGUA

ÁREA VERDE

CALÇADA

ESCADA

ESPELHO D'ÁGUA

ÁREA VERDE

ESPELHO D'ÁGUA

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUC

Implantação Nível 00.00 Escala 1:1500

ÁREA VERDE

VIA ACESSO

CALÇADA

PRAÇA PAVIMENTADA CENTRAL

PRAÇA PAVIMENTADA

CALÇADA

Jardim

DA CA ES

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

ÁREA VERDE

DA

ÁREA VERDE

CA

VIA SECUNDÁRIA

ES

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

ÁREA VERDE

ÁREA VERDE

CALÇADA

ÁREA VERDE

ÁREA VERDE

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

N

30 15 0m


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 1

Parte 2 ÁREA DE SERVIÇO

Parte 3

ÁREA TÉCNICA

ÁREA MOLHADA

ÁREA ESPORTIVA

CIRCULAÇÃO 240.30

10.00

10.00

PROJEÇÃO COBERTURA

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

D

30.40 1 2 3 4 5 6 7 8

10.00

10.00

ADMIN.

33.36 10.00

DOCA A = 593 m²

4.80

CENTRO DE REABILITAÇÃO

CIRCULAÇÃO

ALA MÉDICA

33.30

AUDITÓRIO 10.00

SALA DE EQUIPAMENTOS

1 2 3 4 5 6 7 8

ACADEMIA

ARENA DE LUTA

ARENA DE DANÇA

QUADRA DE TÊNIS

SALA DE ÁUDIO QUADRA POLIESPORTIVA

CIRC.

DML

ALUGUEL

VESTIÁRIO FEM.

VESTIÁRIO MASC.

SALA DE SECAGEM

4.90 10.00

SALA DE ATLETAS

WC.

WC.

SALA DE ÁRBITROS

LANCHONETE

ESTAR E VIVÊNCIA

LANCHONETE

14.80

9.85

10.00 ESTAR E VIVÊNCIA

DIVISÓRIA

LOJA 10.00

76.81

10.00 10.01

LOJA

15.00

LOJA 10.00

43.51

15.00 10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

LOJA

N

LOJA

Térreo Nível 00.00 Escala 1:750

CHAP.

3.66 PROJEÇÃO COBERTURA

PISTA DE GELO 10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

75

SALÃO A = 2555 m²

LOJA

10.00

BIL.

10.00

PROJEÇÃO RESERVATÓRIO SUBTERRÂNERO DE ÁGUAS PLUVIAIS

LOJA 9.99

10.00

9.70

Parte 4

Parte 5

ESPELHO D'ÁGUA

74.39

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 6

10

5

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

CASA DE MÁQUINAS

15.40

PISCINA

CORREDOR DE SERVIÇO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

WC.

SALA DE CONTROLE


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 1

Parte 2 ÁREA DE SERVIÇO

Parte 3

ÁREA TÉCNICA

ÁREA MOLHADA

ÁREA ESPORTIVA

CIRCULAÇÃO 240.30

10.00

10.00

PROJEÇÃO COBERTURA

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

D

30.40 1 2 3 4 5 6 7 8

10.00

10.00

ADMIN.

SALA DE CONTROLE

33.36 10.00

DOCA A = 593 m²

4.80

CENTRO DE REABILITAÇÃO

CIRCULAÇÃO SALA DE ÁUDIO

ALA MÉDICA

33.30

AUDITÓRIO 10.00

SALA DE EQUIPAMENTOS

1 2 3 4 5 6 7 8

ACADEMIA

ARENA DE LUTA

ARENA DE DANÇA

QUADRA DE TÊNIS

QUADRA POLIESPORTIVA

CIRC.

10.00

DML

ALUGUEL

VESTIÁRIO FEM.

VESTIÁRIO MASC.

SALA DE SECAGEM

4.90

SALA DE ATLETAS

WC.

WC.

SALA DE ÁRBITROS

LANCHONETE

ESTAR E VIVÊNCIA

LANCHONETE

14.80

9.85

10.00 ESTAR E VIVÊNCIA

DIVISÓRIA

LOJA 10.00

76.81

10.00 10.01

LOJA

15.00

LOJA 10.00

43.51

15.00 10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

SALÃO A = 2555 m²

LOJA

N

LOJA

Térreo Nível 00.00 Escala 1:750

10.00

BIL.

10.00

LOJA

LOJA 9.99

10.00

PROJEÇÃO RESERVATÓRIO SUBTERRÂNERO DE ÁGUAS PLUVIAIS

CHAP.

10

5

0m

3.66 PROJEÇÃO COBERTURA

PISTA DE GELO 10.00

10.00

10.00

10.00

9.70

Parte 4

Parte 5

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

CASA DE MÁQUINAS

15.40

PISCINA

CORREDOR DE SERVIÇO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

WC.

ESPELHO D'ÁGUA

Parte 6

74.39

ÁREA DE SERVIÇO PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

ÁREA MOLHADA

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

D J1

Pt7

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

Pt10

J1

J1

Pt4 ARMÁRIO

30.40

10.00

8 7 6 5 4 3 2 1

1 2 3 4 5 6 7 8

Pt7

ADMIN. A = 96 m² Pt3

Pt4

PISCINA A = 924 M²

Pt4

33.40 Pt7

ALA MÉDICA A = 46 m²

DOCA A = 593 m²

76

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

ARMÁRIO

10.00

15.40

ARQUIBANCADA

Pt3

Pt6

ARQUIBANCADA

WC. A = 6m²

8 7 6 5 4 3 2 1

1 2 3 4 5 6 7 8

4.80 CIRCULAÇÃO A = 86.5 m²

Pt8

DML A = 37 m²

PRATELEIRAS

PROJEÇÃO CLARABÓIA Pt3

LOJA 1 A = 33 m² Pt2 Pt3

LOJA 2 A = 33 m²

15.00 Pt3

Pt2

PRATELEIRAS

Pt3

BANCO

4.90

ARMÁRIOS

ARMÁRIOS

ARMÁRIO

Pt1

VESTIÁRIO MASC. A = 116 m²

ALUGUEL A = 57 m²

VESTIÁRIO FEM. A = 116 m² PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Pt4 GUICHÊ

Pt8

Pt8

BEBEDOURO TORNEIRA

DIVISÓRIA

N

Ampliação Cobertura

Parcial Térreo

N

Nível: + 16 max Nível 00.00 Escala 1:250 Escala 1:250

10

5

0m

10

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10.00

76.80

Pt3

BANCO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Pt7

D BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Pt7

Pt5

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10.00

Pt8

Pt3

SALA DE SECAGEM A = 29 m²

Pt3

5

0m

ALONGAMENTO DESCANSO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Pt7

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PROJEÇÃO COBERTURA

SALA DE ATLETAS A = 76 m²


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 1

Parte 2 ÁREA DE SERVIÇO

Parte 3

ÁREA TÉCNICA

ÁREA MOLHADA

ÁREA ESPORTIVA

CIRCULAÇÃO 240.30

10.00

10.00

PROJEÇÃO COBERTURA

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

D

30.40 1 2 3 4 5 6 7 8

10.00

10.00

ADMIN.

SALA DE CONTROLE

33.36 10.00

DOCA A = 593 m²

4.80

CENTRO DE REABILITAÇÃO

CIRCULAÇÃO SALA DE ÁUDIO

ALA MÉDICA

33.30

AUDITÓRIO 10.00

SALA DE EQUIPAMENTOS

1 2 3 4 5 6 7 8

ACADEMIA

ARENA DE LUTA

ARENA DE DANÇA

QUADRA DE TÊNIS

QUADRA POLIESPORTIVA

CIRC.

10.00

DML

ALUGUEL

VESTIÁRIO FEM.

VESTIÁRIO MASC.

SALA DE SECAGEM

4.90

SALA DE ATLETAS

WC.

WC.

SALA DE ÁRBITROS

LANCHONETE

ESTAR E VIVÊNCIA

LANCHONETE

14.80

9.85

10.00 ESTAR E VIVÊNCIA

DIVISÓRIA

LOJA 10.00

76.81

10.00 10.01

LOJA

15.00

LOJA 10.00

43.51

15.00 10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

SALÃO A = 2555 m²

LOJA

N

LOJA

Térreo Nível 00.00 Escala 1:750

10.00

BIL.

10.00

LOJA

LOJA 9.99

10.00

PROJEÇÃO RESERVATÓRIO SUBTERRÂNERO DE ÁGUAS PLUVIAIS

CHAP.

10

5

0m

3.66 PROJEÇÃO COBERTURA

PISTA DE GELO 10.00

10.00

10.00

10.00

9.70

Parte 4

Parte 5

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

CASA DE MÁQUINAS

15.40

PISCINA

CORREDOR DE SERVIÇO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

WC.

ESPELHO D'ÁGUA

Parte 6

74.39

ÁREA TÉCNICA

ÁREA ESPORTIV CIRCULAÇÃO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

240.30

Pt10

J1

J1

J1

10.00

J1

Pt1

10.00

J1

Pt1

10.00

J1

J1

J1

J1

10.00

J1

J1

10.00

J1

J1

J1

J1

10.00

J1

J1

10.00

J1

J1

J1

J1

J1

J1

BARRAS DE ALONGAMENTO

Pt1

Pt1

SALA DE CONTROLE A = 96 m² Pt4

CASA DE MÁQUINAS A = 193 m²

Pt5

CIRCULAÇÃO A = 274 m² ARENA DE DANÇA A = 292 m²

QUADRA DE TÊNIS A = 292 m² SALA DE ÁUDIO A = 45 m²

BANCO

Pt1

SALA DE ATLETAS A = 76 m²

SALA DE ÁRBITROS A = 45 m²

Pt5

Pt5

J2

Pt4

J2

Pt1

9.80

Pt1

Pt1

LANCHONETE 50 m²

ESTAR E VIVÊNCIA A = 1801 m²

MESAS

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

BANCO

Pt1

Pt1

10.00

10.00

D BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

WC. A = 9m²

J2

TORNEIRA

BANCO

VIDRO LAMINADO 50 mm

PROJEÇÃO

10.00

Pt1

BANCO

Pt1

Pt1

10.00

Pt1

10.00

10.00

Parcial Térreo Ampliação Cobertura Nível 00.00 Nível: + 16 max Escala Escala1:250 1:250

10

N

N

5

0m

10

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

WC. A = 9m²

J2

QUADRA POLIESPORTIVA A = 576 m²

BANCO

Pt4

Pt1

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT BEBEDOURO

Pt5

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

SALA DE EQUIPAMENTOS A = 45 m²

ÁGUA QUENTE A = 23 m²

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Pt4

ALONGAMENTO DESCANSO

BANCO

Pt5

5

Pt1

10.00

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

J1

10.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10.00


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 1

Parte 2 ÁREA DE SERVIÇO

Parte 3

ÁREA TÉCNICA

ÁREA MOLHADA

ÁREA ESPORTIVA

CIRCULAÇÃO 240.30

10.00

10.00

PROJEÇÃO COBERTURA

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

D

30.40 1 2 3 4 5 6 7 8

10.00

ADMIN.

SALA DE CONTROLE

15.40

ALA MÉDICA

33.30

AUDITÓRIO 10.00

SALA DE EQUIPAMENTOS

1 2 3 4 5 6 7 8

ALUGUEL

VESTIÁRIO FEM.

VESTIÁRIO MASC.

SALA DE SECAGEM

4.90 DML

SALA DE ATLETAS

WC.

WC.

QUADRA POLIESPORTIVA

SALA DE ÁRBITROS

LANCHONETE

ESTAR E VIVÊNCIA

LANCHONETE

14.80

9.85

10.00 ESTAR E VIVÊNCIA

DIVISÓRIA

LOJA 10.00

76.81

10.00 10.01

LOJA

15.00

LOJA 10.00

43.51

15.00 10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

N

LOJA

Térreo Nível 00.00 Escala 1:750

10.00

BIL.

10.00

SALÃO A = 2555 m²

LOJA

LOJA 9.99

10.00

PROJEÇÃO RESERVATÓRIO SUBTERRÂNERO DE ÁGUAS PLUVIAIS

LOJA

CHAP.

10

5

0m

3.66 PROJEÇÃO COBERTURA

PISTA DE GELO 10.00

10.00

10.00

10.00

9.70

Parte 4

Parte 5

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

ESPELHO D'ÁGUA

Parte 6

74.39

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

ÁREA ESPORTIVA

10.00

J1

J1

J1

J1

10.00

J1

J1

10.00

J1

J1

J1

10.00

J1

J1

J1

10.00

J1

J1

J1

J1

10.00

J1

J1

J1

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

J1

10.00

J1

BARRAS DE ALONGAMENTO

ESPELHO

ESPELHO

10.00

ACADEMIA A = 292 m²

ARENA DE LUTA A = 292 m²

CENTRO DE REABILITAÇÃO A = 145 m²

BANCO

BANCO

Pt1

J2

J2

Pt1

J2

Pt1

J2

BANCO

14.80

CANTEIRO

BANCO

BANCO

Pt1

Pt1

10.00

Pt1

10.00

10.00

BANCO

10.00

VIDRO LAMINADO 50 mm

ESTAR E VIVÊNCIA A = 1801 m² PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Pt1

Pt1

10.00

VIDRO LAMINADO 50 mm

10.00

Pt1

Pt1

10.00

N

Ampliação Cobertura

Parcial Térreo

N

Nível: + 16 max

Nível 00.00 Escala 1:250 Escala 1:250

10

5

0m

10

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

5

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10.00

10.00

Pt1

BANCO

BANCO

BANCO

Pt1

33.30

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

BEBEDOURO TORNEIRA

LANCHONETE 50 m²

AUDITÓRIO A = 145 m² J2

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

4.80

CIRC.

10.00

BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

DOCA A = 593 m²

ACADEMIA

ARENA DE LUTA

ARENA DE DANÇA

QUADRA DE TÊNIS

SALA DE ÁUDIO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10.00

CENTRO DE REABILITAÇÃO

CIRCULAÇÃO

PISCINA

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

CASA DE MÁQUINAS

33.36

CORREDOR DE SERVIÇO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

WC.

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10.00

0m

78


Parte 1

Parte 2 ÁREA DE SERVIÇO

Parte 3

ÁREA TÉCNICA

ÁREA MOLHADA

ÁREA ESPORTIVA

CIRCULAÇÃO 240.30

10.00

10.00

PROJEÇÃO COBERTURA

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

D

30.40 1 2 3 4 5 6 7 8

10.00

10.00

ADMIN.

SALA DE CONTROLE

PISCINA

33.36 10.00

DOCA A = 593 m²

4.80

CENTRO DE REABILITAÇÃO

CIRCULAÇÃO QUADRA DE TÊNIS

SALA DE ÁUDIO

ALA MÉDICA

ACADEMIA

ARENA DE LUTA

33.30

AUDITÓRIO 10.00

SALA DE EQUIPAMENTOS

1 2 3 4 5 6 7 8

ARENA DE DANÇA

QUADRA POLIESPORTIVA

CIRC. 4.90 10.00

DML

ALUGUEL

VESTIÁRIO FEM.

VESTIÁRIO MASC.

SALA DE ATLETAS

WC.

WC.

SALA DE ÁRBITROS

LANCHONETE

ESTAR E VIVÊNCIA

LANCHONETE

14.80

9.85

10.00 ESTAR E VIVÊNCIA

DIVISÓRIA

LOJA 10.00

76.81

10.00 10.01

LOJA

15.00

LOJA 10.00

43.51

15.00 10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

PROJEÇÃO RESERVATÓRIO SUBTERRÂNERO DE ÁGUAS PLUVIAIS

SALÃO A = 2555 m²

LOJA

N

LOJA

Térreo Nível 00.00 Escala 1:750

10.00

BIL.

10.00

LOJA

LOJA 9.99

10.00

CHAP.

10

5

0m

3.66 PROJEÇÃO COBERTURA

PISTA DE GELO 10.00

10.00

10.00

10.00

9.70

Parte 4

Parte 5

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

CASA DE MÁQUINAS

15.40

SALA DE SECAGEM

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

WC.

CORREDOR DE SERVIÇO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

ESPELHO D'ÁGUA

Parte 6

74.39

15.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Pt3

LOJA 3 A = 33 m² Pt2

10.00

Pt3

LOJA 4 A = 33 m²

Pt2

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

43.50

CORREDOR DE SERVIÇO A = 100 m²

Pt3

Pt9

LOJA 5 A = 33 m²

15.00

SALÃO A = 2555 m²

Pt2 Pt3

10.00 LOJA 6 A = 33 m²

Pt2

79

Pt3

LOJA 7 A = 33 m² Pt2 Pt3 PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10.00

10.00

Pt9 33 3

23

Pt3

Pt3

BILHETERIA A = 25 m²

CHAPELARIA A = 25 m²

Pt3 Pt1

Pt1

GUICHÊ

Pt1

Pt1

Pt1

Pt1

Pt1

GUICHÊ

3.70 PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PROJEÇÃO COBERTURA

N

Parcial Térreo Ampliação Cobertura

N

Nível 00.00

Nível: 16 max Escala+1:250 Escala 1:250

10

5

0m

10

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10.00

5

10.00

0m

10.00

130 2

9 28

27 2

6 25

24 2

Pt1

Pt1

Pt1

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL P

Pt1

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

3 22

212

019

18 1

7

16

151

4 13

12 1

1 10

Pt1

10.00

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

9 8 7 6 5 4 3 2 1

9.70 Pt9 33 32 3130 29 28 27 26 25 24 23 22 212019 18 17

16 1514 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1

6 8 7 0 9

15

13

11 12 1

3 5 4

2

1


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 1

Parte 2 ÁREA DE SERVIÇO

Parte 3

ÁREA TÉCNICA

ÁREA MOLHADA

ÁREA ESPORTIVA

CIRCULAÇÃO 240.30

10.00

10.00

PROJEÇÃO COBERTURA

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

D

30.40 1 2 3 4 5 6 7 8

10.00

10.00

ADMIN.

SALA DE CONTROLE

PISCINA

10.00

DOCA A = 593 m²

4.80

CENTRO DE REABILITAÇÃO

CIRCULAÇÃO

ALA MÉDICA

33.30

AUDITÓRIO 10.00

SALA DE EQUIPAMENTOS

1 2 3 4 5 6 7 8

ACADEMIA

ARENA DE LUTA

ARENA DE DANÇA

QUADRA DE TÊNIS

SALA DE ÁUDIO QUADRA POLIESPORTIVA

CIRC.

DML

ALUGUEL

VESTIÁRIO FEM.

VESTIÁRIO MASC.

SALA DE SECAGEM

4.90 10.00

SALA DE ATLETAS

WC.

WC.

SALA DE ÁRBITROS

LANCHONETE

ESTAR E VIVÊNCIA

LANCHONETE

14.80

9.85

10.00 ESTAR E VIVÊNCIA

DIVISÓRIA

LOJA 10.00

76.81

10.00 10.01

LOJA

15.00

LOJA 10.00

43.51

15.00 10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

PROJEÇÃO RESERVATÓRIO SUBTERRÂNERO DE ÁGUAS PLUVIAIS

SALÃO A = 2555 m²

LOJA

N

LOJA

Térreo Nível 00.00 Escala 1:750

10.00

BIL.

10.00

LOJA

LOJA 9.99

10.00

CHAP.

3.66 PROJEÇÃO COBERTURA

PISTA DE GELO 10.00

10.00

10.00

10.00

9.70

Parte 4

Parte 5

10

5

0m

10.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

CASA DE MÁQUINAS

15.40

33.36

CORREDOR DE SERVIÇO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

WC.

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

ESPELHO D'ÁGUA

Parte 6

74.39

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Pt 9

PROJEÇÃO RESERVATÓRIO SUBTERRÂNERO DE ÁGUAS PLUVIAIS

Pt9

80

9 30

920

81

112

01

415

13 1

16

3 4 5 6 7 8 91

01

112

1718 1920 21 2223 242526 27 282930313233

13 1

415

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

2

5 26

24 2

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 111213 1415 16

1

2 23

21 2

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

2 33

31 3

Ampliação Cobertura

Parcial Térreo

N

N

Nível: + 16 max

Nível 00.00 1:250 Escala Escala 1:250

10

5

0m

10

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PISTA DE GELO A = 4100 m²

D BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

91 7 8 5 6 3 4 1 2

17 1

82 27 2

5

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Pt9

0m


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 1

Parte 2 ÁREA DE SERVIÇO

Parte 3

ÁREA TÉCNICA

ÁREA MOLHADA

ÁREA ESPORTIVA

CIRCULAÇÃO 240.30

10.00

10.00

PROJEÇÃO COBERTURA

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

D

30.40 1 2 3 4 5 6 7 8

10.00

10.00

ADMIN.

10.00

DOCA A = 593 m²

4.80

CENTRO DE REABILITAÇÃO

CIRCULAÇÃO

PISCINA ALA MÉDICA

33.30

AUDITÓRIO 10.00

SALA DE EQUIPAMENTOS

1 2 3 4 5 6 7 8

ACADEMIA

ARENA DE LUTA

ARENA DE DANÇA

QUADRA DE TÊNIS

SALA DE ÁUDIO QUADRA POLIESPORTIVA

CIRC.

10.00

DML

ALUGUEL

VESTIÁRIO FEM.

VESTIÁRIO MASC.

SALA DE SECAGEM

4.90

SALA DE ATLETAS

WC.

WC.

SALA DE ÁRBITROS

LANCHONETE

ESTAR E VIVÊNCIA

LANCHONETE

14.80

9.85

10.00 ESTAR E VIVÊNCIA

DIVISÓRIA

LOJA 10.00

76.81

10.00 10.01

LOJA

15.00

LOJA 10.00

43.51

15.00 10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

LOJA SALÃO A = 2555 m²

LOJA

N

LOJA

Térreo Nível 00.00 Escala 1:750

10.00

BIL.

10.00

PROJEÇÃO RESERVATÓRIO SUBTERRÂNERO DE ÁGUAS PLUVIAIS

LOJA 9.99

10.00

CHAP.

10

5

0m

3.66 PROJEÇÃO COBERTURA

PISTA DE GELO 10.00

10.00

10.00

10.00

9.70

Parte 4

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

CASA DE MÁQUINAS

15.40

33.36

CORREDOR DE SERVIÇO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

WC.

SALA DE CONTROLE

Parte 5

ESPELHO D'ÁGUA

Parte 6

74.39

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

12

2

27 9 28

16

15

13 1

13 1

415

16

17 1

81

2

920

21 2

2 23

02 313

24 2

5 26

27 2

8 29

30 3

1 32

33

81

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

74.40

N N

Ampliação Cobertura

Parcial Térreo Nível: + 16 max Escala 1:250

Nível 00.00 Escala 1:250

10

5

0m

10

5

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

ESPELHO D'ÁGUA

Y AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

2

7

18 1

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

2

33 3

4

52 62

2 23 2

19 120

0m


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 1

Parte 2

Parte 3

0.99 5.20

1.00

4.01

4.00

Circulação Ala médica

Docas 24.56

3.76

33.00

Sala de audio

Casa de máquinas

3.77

Quadra poliesportiva

Quadra de tênis

Arena de dança

30.00

20.00

20.02

Arena de luta

Academia

Centro de reabilitação

Piscina 47.86

10.00

10.01

9.99

20.00

20.00

10.00

Auditório 10.07

240.30

Corte AA 10

5

0m

2.53 0.67

1.15

9.00 5.30

5.15

Corredor Loja 1 10.09

3.06

6.95

Salão 4.94

Entrada Vestiários

Aluguel

4.79

10.30

10.01

Entrada Piscina

10.01

9.99

5.01

Sala Atletas

4.97

Sala Árbitros 19.83

Circulaçao 9.80

RESERVATÓRIO DE ÁGUA

0.30

3.00 8.34

22.06

10.01

9.97

10.01

240.30

10.02 130.45

9.96

10.06

9.97

10.03

9.98

10.01

Corte BB Nível 00.00 Escala 1:750

5

0m

5.04

16.33

2.50

10

82

1.00 9.00

1.00 5.50

4.00

Bilheteria

Salão

Área de vivencia

23.40

8.97

8.97

9.00

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

6.00

Gelo 11.41

10.30

31.00 73.66 75.56

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

240.30

Corte CC Nível 00.00 Escala 1:750

3.50 10.82

1.00 4.00

Vestiário Piscina

Passagem

Salão

9.68 74.04

20.29

8.06

30.06

3.96 42.17

16.99

15.12

13.50 118.98

Corte DD Nível 00.00 Escala 1:750

1.00

10

5

0m

4.00

5.15 15.11

4.60 15.03

5.05

33.21

Corte EE Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

3.00

10

5

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00 Escala 1:750

0m


Parte 1

Parte 2

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 3

0.99 5.20

1.00

4.01

4.00

Circulação Ala médica

Docas 24.56

3.76

33.00

Casa de máquinas

3.77

Sala de audio

Quadra poliesportiva

Quadra de tênis

Arena de dança

30.00

20.00

20.02

Arena de luta

Academia

Centro de reabilitação

Piscina 47.86

10.00

10.01

9.99

20.00

20.00

10.00

Auditório 10.07

240.30

Corte AA 10

1.15

5

0m

9.00 5.30

5.15

6.95

Salão 4.94

Entrada Vestiários

Aluguel

4.79

10.30

10.01

Entrada Piscina

10.01

9.99

5.01

Sala Atletas

4.97

Sala Árbitros 19.83

Circulaçao 9.80

RESERVATÓRIO DE ÁGUA

0.30

3.00 8.34

22.06

10.01

9.97

10.01

240.30

10.02 130.45

9.96

10.06

9.97

10.03

9.98

10.01

Corte BB Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

5.04

16.33

2.50 1.00 9.00

1.00 5.50

4.00

Bilheteria

Salão

Área de vivencia

8.97

8.97

9.00

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

6.00

Gelo 23.40

11.41

10.30

31.00 73.66 75.56

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

240.30

Corte CC Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

Beiral

10.82

1.00 4.00

Piscina

Passagem

Salão

9.68 74.04

20.29

8.06

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m

3.50

Vestiário

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

30.06

3.96 42.17

16.99

15.12

1.00

Corte DD 10

5

Pt7

Pt7

0m

4.00

15.11

4.60 15.03

5.20 4.00

5.05

33.21

Corte EE Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

0.30

Docas

Pt6

Circulação

24.60 33.00

J1

J1

0.70 1.20 Estoque

5.10 Corredor

10.10

3.10

Loja 1

7.00

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

Pt11

Ala médica

3.80

Piscina

3.80

PRODUCED AN AUTODESK ParcialBYCorte AA EDUCATIONAL PRODUCT

3.00

Nível 00.00 Escala 1:250

47.90

10

5

Nível: + 16 max Nível 00.00 Escala 1:250 Escala 1:250

10

0m

N

Ampliação Cobertura Parcial Corte AA

5

83

0m 10

5

0m

5

0m

N

Ampliação Cobertura Parcial Corte BB Nível: + 16 max Escala 1:250 Nível 00.00 Escala 1:250

10

5

0m 10

Parcial Corte BB

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m Beiral

J1

Pt3

Nível 00.00 Escala 1:250

Circulação

4.90

Aluguel

Salão

4.80

Pt4

10.30

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

5.15 3.00

J1

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00 Escala 1:750

1.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

13.50 118.98

AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT CED BY AN AUTODESKPRODUCED EDUCATIONAL PRODUCT TODESK EDUCATIONAL PRODUCTBY AN

3.06

10

5

0m

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

Entrada Piscina

Entrada Vestiários

10.00

10.00

10.00

Parcial Corte CC

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Corredor Loja 1 10.09

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

0.67

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00 Escala 1:750

2.53

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00 Escala 1:250

10

5

0m

5.00


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 1

Parte 2

Parte 3

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT 0.99

5.20

1.00

4.01

4.00

Circulação Ala médica

Docas

24.56

3.76

33.00

Casa de máquinas

3.77

Sala de audio

Quadra poliesportiva

Quadra de tênis

Arena de dança

30.00

20.00

20.02

Arena de luta

Academia

Centro de reabilitação

Piscina

47.86

10.00

10.01

9.99

20.00

20.00

10.00

Auditório 10.07

240.30

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT Corte AA

10

1.15

5

0m

9.00 5.30

5.15

Corredor Loja 1 10.09

3.06

6.95

Salão 4.94

Entrada Vestiários

Aluguel

4.79

10.30

10.01

Entrada Piscina

10.01

9.99

5.01

Sala Atletas

4.97

Sala Árbitros 19.83

Circulaçao

RESERVATÓRIO DE ÁGUA

0.30

3.00

9.80

8.34

22.06

10.01

9.97

10.01

10.02 130.45

240.30

9.96

10.06

9.97

10.03

9.98

10.01

Corte BB Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

1.00

5.50

4.00

Bilheteria

Salão

Área de vivencia

8.97

8.97

9.00

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

6.00

Gelo

23.40

11.41

10.30

31.00 73.66 75.56

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

240.30

J1

Corte CC

J1

J1

Nível 00.00 Escala 1:750

Pt11

10

5

0m

J1

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT 3.50

J1

J1

J1

Pt11

Pt11

10.82

1.00

Parcial Corte AA Pt11 4.00

Vestiário

Piscina

Passagem

Salão

9.68 74.04

20.29

8.06

30.06

3.96

Casa de máquinas

Sala de audio

42.17

16.99

15.12

13.50

118.98

1.00

Circulação

Quadra poliesportiva

Corte DD Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

4.00

5.15

4.60 15.03

5.05

Nível 00.00 Corte EE Escala 1:250 3.00

15.11

33.21

Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

10 10.00

5

0m

10.00

10.00

240.30

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

N

Ampliação Cobertura

Parcial Corte AA Nível: + 16 max Escala 1:250 Nível 00.00 Escala 1:250

10

5

10

0m

5

0m

N

Ampliação Cobertura

Parcial Corte BB Nível: + 16 max Escala Nível 00.00 1:250 Escala 1:250

10

5

0m 10

5

0m

Cobertura de vidro temperado sobre grelha metálica

Parcial Corte BB 2.50

Nível 00.00 Escala 1:250

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT 10

5

0m

Pt5

Pt5 Pt11

Entrada Piscina

5.00

Sala Árbitros

19.80

Circulaçao

9.80

Parcial Corte CC 10

Parcial Corte CC

Pt11

J1

5

0m

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

Arena de dança

30.00

20.00

84

Pt11

2.80

22.10 240.30

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

J1

Quadra de tênis

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00 Escala 1:250

Pt11

J1

RESERVATÓRIO DE ÁGUA

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

5.00

Sala Atletas

Pt11

J1

Pt11

8.30

Pt11

Pt11

10.00

10.00

10.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

J1

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATION PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

9.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT 5.04

16.33

2.50

1.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00 Escala 1:750

2.53 0.67


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 2

Parte 3

0.99 5.20

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

1.00

4.01

4.00

Circulação Ala médica

Docas 24.56

3.76

33.00

Casa de máquinas

3.77

Sala de audio

Quadra poliesportiva

Quadra de tênis

Arena de dança

30.00

20.00

20.02

Arena de luta

Academia

47.86

10.00

10.01

9.99

20.00

Auditório

Centro de reabilitação

Piscina 20.00

10.00

10.07

240.30

5.15

Corredor Loja 1 10.09

3.06

6.95

Salão 4.94

Entrada Vestiários

Aluguel

4.79

10.30

10.01

Entrada Piscina

10.01

9.99

5.01

Sala Atletas

4.97

Sala Árbitros 19.83

Circulaçao

RESERVATÓRIO DE ÁGUA

9.80

0.30

3.00 8.34

22.06

10.01

9.97

10.01

240.30

10.02 130.45

9.96

10.06

9.97

10.03

9.98

10.01

Corte BB Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

5.04

16.33

2.50 1.00 9.00

1.00 5.50

4.00

Bilheteria

Salão

Área de vivencia

8.97

8.97

9.00

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

6.00

Gelo 23.40

11.41

10.30

31.00 73.66 75.56

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

240.30

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

Corte CC J1 Nível 00.00 Escala 1:750

3.50

10

5

0m

J1

J1

J1

J1

J1

10.82

1.00 4.00

Vestiário Piscina

Passagem

Salão

9.68 74.04

20.29

8.06

30.06

3.96

Arena de luta

42.17

16.99

15.12

13.50 118.98

Academia

Corte DD Nível 00.00 Escala 1:750

1.00

10

5

0m

4.00

5.15 3.00

15.11

4.60 15.03

5.05

33.21

Corte EE

20.00 10

5

Pt11

10.00

20.00

0m

Pt11

Pt11

10.00

130.40

10.00

Pt11

10.10

10.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT 1.00

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

4.00 Centro de reabilitação

20.00

Auditório

PRODUCED AN AUTODESK ParcialBYCorte AA EDUCATIONAL PRODUCT

10.00

Nível 00.00 Escala 1:250

0.30

10.10

Ampliação Cobertura

10

Parcial Corte AA

Nível: + 16 max Escala 1:250 Nível 00.00 Escala 1:250

5

10

N

5

0m

0m

10

5

0m

85 N

Ampliação Cobertura Parcial Corte BB Nível: + 16 max Escala 1:250 Nível 00.00 Escala 1:250

10

Parcial Corte BB Nível 00.00 Escala 1:250

5

0m 10

5

0m

10

5

0m

9.00 Pt11

Pt11

Pt11

10.00

10.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00 Escala 1:750

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

0m

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

Pt11

5.30

0.30

10.00

Parcial Corte CC Nível 00.00 Escala 1:250

10

Parcial Corte CC Nível 00.00 Escala 1:250

10

5

0m

5

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

5

9.00 5.30

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10

1.15

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00 Escala 1:750

2.53 0.67

PRODUCED BY AN AUTODESK BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT EDUCATIONAL PRODUCT DUCED BY AN AUTODESKPRODUCED EDUCATIONAL PRODUCT Y AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Corte AA

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parte 1


1.00

0.99 5.20

4.00

4.01

Circulação Ala médica

Docas 24.56

3.76

33.00

Casa de máquinas

3.77

Sala de audio

Quadra poliesportiva

Quadra de tênis

Arena de dança

30.00

20.00

20.02

Arena de luta

Academia

47.86

10.00

10.01

9.99

20.00

Auditório

Centro de reabilitação

Piscina 20.00

10.00

10.07

240.30

Corte AA 10

5

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Parcial Corte BB 1.15

9.00 5.30

5.15

Corredor Loja 1

10.09

3.06

6.95

Salão

4.94

Entrada Vestiários

Aluguel

4.79

10.30

10.01

Entrada Piscina

10.01

9.99

5.01

Sala Atletas

4.97

Sala Árbitros

19.83

Circulaçao

RESERVATÓRIO DE ÁGUA

9.80

0.30

3.00 8.34

22.06

10.01

9.97

10.01

10.02 130.45

240.30

9.96

10.06

9.97

10.03

9.98

10.01

Corte BB Nível 00.00 Escala 1:750

Nível 00.00 Escala 1:250

5

0m

5.04

16.33

2.50

10

1.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK PRODUCT 10 5 0EDUCATIONAL m

9.00

1.00

5.50

Bilheteria

4.00

Salão

Área de vivencia

8.97

8.97

9.00

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

6.00

Gelo

23.40

11.41

10.30

31.00 73.66 75.56

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

240.30

Corte CC Nível 00.00 Escala 1:750

Parcial Corte BB

10

5

0m

3.50

10.82

1.00

4.00

Vestiário

Piscina

Passagem

Salão

9.68 74.04

20.29

8.06

30.06

3.96

42.17

16.99

15.12

13.50 118.98

Corte DD

Nível 00.00 Escala 1:250

Nível 00.00 Escala 1:750

1.00

10

5

0m

4.00

5.15

3.00

15.11

4.60 15.03

5.05

33.21

10

Corte EE Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

5

0m

1.00

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

9.00

Bilheteria

Chapelaria

23.40

N

Ampliação Cobertura Parcial Corte CC Nível: + 16 max Nível 00.00 Escala 1:250 Escala 1:250

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT 10 5 0m 10

5

0m

Parcial Corte CC Nível 00.00 Escala 1:250

10

5

0m

Parcial Corte DD Nível 00.00 Escala 1:250

10

5

9.00

0m

N

Parcial Corte DD Ampliação Cobertura

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível: + 16 max NívelEscala 00.00 1:250 Escala 1:250

Parcial Corte EE Nível 00.00 Escala 1:250

10

10

5

0m 10 5

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m

5

0m

Calha

0.20

Treliça metálica

1.00

0m 4.00

Parcial Corte EE

0.30

Piscina

3.00

Nível 00.00 Escala 1:250

10

5

0m

2.80

2.50

15.60 20.30

16.30

2.50

9.00

8.90

18.00 0.00

86

Cobertura de vidro temperado sobre grelha metálica

3.50

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m

Calha

2.20

Claraboia

Vestiário

2.20 1.30 2.10

2.60 0.60 8.10

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

Salão

1.40 1.90

9.70

74.00 17.00

15.10

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

5.50

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m

Cobertura de vidro temperado sobre grelha metálica

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY PRODUCED AN AUTODESK BY AN EDUCATIONAL AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00 Escala 1:750

2.53

0.67

PRODUCED BY ANBY AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT


Nível 00.00 Escala 1:250

1.00

0.99

5.20

4.00

4.01

Circulação Ala médica

Docas 24.56

3.76

33.00

3.77

10

Piscina 47.86

Casa de máquinas 10.00

Sala de audio

5

10.01

Quadra poliesportiva

Quadra de tênis

Arena de dança

30.00

20.00

20.02

9.99 240.30

0m

Arena de luta

Academia

20.00

Centro de reabilitação

20.00

10.00

Auditório 10.07

Corte AA

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

ladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m

10

1.15

5

0m

9.00 5.30

5.15

Corredor Loja 1 10.09

3.06

Salão

6.95

4.94

Entrada Vestiários

Aluguel

4.79

10.30

10.01

Entrada Piscina

10.01

9.99

5.01

Sala Atletas

4.97

Parcial Corte AA

RESERVATÓRIO DE ÁGUA

9.80

0.30

3.00 8.34

22.06

10.01

9.97

10.01

240.30

10.02 130.45

9.96

10.06

9.97

10.03

9.98

10.01

Corte BB Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

5.04

16.33

2.50

Circulaçao

Sala Árbitros 19.83

1.00 9.00

Nível 00.00 Escala 1:250

1.00 5.50

4.00

Bilheteria

Salão

Área de vivencia

8.97

8.97

9.00

11.41

10.30

31.00 73.66 75.56

10

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

6.00

Gelo 23.40

240.30

5

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

0m

10.00

10.00

10.00

10.00

Corte CC Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

3.50

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00 Escala 1:750

2.53 0.67

10.82

1.00 4.00

Vestiário Piscina

Passagem

Salão

9.68 74.04

20.29

8.06

30.06

3.96 42.17

16.99

15.12

13.50 118.98

5.00

Corte DD Nível 00.00 Escala 1:750

1.00

Parcial Corte BB

10

5

0m

4.00

5.15

3.00

15.11

4.60 15.03

5.05

33.21

Corte EE Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

73.70 75.60

6.00

3.50

o onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m

0.50

6.00

Salão

15.10

4.00 13.50

119.00

42.20

0m

ESPELHO D'ÁGUA

0.60

Parcial Corte BB 6.40

8.60

Nível 00.00 Escala 1:250

8.40

10

5

8.40

0m

240.30

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

30.10

PRODUCED BY AN AUTODESK PRODUCED BYEDUCATIONAL AN AUTODESKPRODUCT EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCTBY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

31.00

5

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

87

N

Ampliação Cobertura

Parcial Corte CC Nível: + 16 max Escala Nível 00.001:250 Escala 1:250

10 5 EDUCATIONAL 0m PRODUCED BY AN AUTODESK PRODUCT 10 5 0m

Parcial Corte CC Nível 00.00 Escala 1:250

10

5

0m

Parcial Corte DD 10.80

Nível 00.00 Escala 1:250

10

5

0m

N

Ampliação Cobertura

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Arena de gelo

10

Parcial Corte DD Parcial Corte EE Nível: + 16 max Escala 1:250 Nível 00.00 Escala 1:250 Nível 00.00 Escala 1:250

10

5 10

0m 10 5

0m

5

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT Escala 1:250


24.56

3.76

33.00

Casa de máquinas

3.77

Sala de audio

Quadra poliesportiva

Quadra de tênis

30.00

20.00

Arena de dança

Piscina 47.86

10.00

10.01

9.99

Arena de luta

20.02

Academia

20.00

Centro de reabilitação

20.00

10.00

Auditório 10.07

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

240.30

Nível 00.00 Escala 1:250

2.53 0.67

1.15

Corte AA Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

9.00 5.30

5.15

Corredor Loja 1 10.09

3.06

6.95

Salão 4.94

Entrada Vestiários

Aluguel

4.79

10.30

10.01

Entrada Piscina

10.01

9.99

5.01

Sala Atletas

4.97

Sala Árbitros 19.83

Circulaçao 9.80

RESERVATÓRIO DE ÁGUA

0.30

3.00 8.34

22.06

10.01

9.97

10.01

10.02 130.45

240.30

9.96

10.06

9.97

10.03

9.98

10.01

Corte BB Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

1.00 9.00

1.00

5.50

4.00

Bilheteria

Salão

Área de vivencia

8.97

8.97

9.00

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

Área de vivencia

6.00

Gelo 23.40

5

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

5.04

16.33

2.50

10

11.41

10.30

31.00 73.66 75.56

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

240.30

Corte CC Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

3.50

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT Treliça metálica

Calha

10.82

1.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

4.00

Circulação Ala médica

Docas

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

4.00

Vestiário Piscina

Passagem

Salão

9.68 74.04

20.29

8.06

30.06

3.96 42.17

16.99

15.12

13.50 118.98

Corte DD Nível 00.00 Escala 1:750

1.00 4.00

5.15 3.00

15.11

4.60 15.03

5.05

33.21

10

5

0m

Parcial Corte DD

1.00

Corte EE Nível 00.00 Escala 1:750

10

5

0m

Nível 00.00 Escala 1:250

Vidro laminado 50 mm

J1

4.00

J2

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10

5

Área de vivência

0m 33.20

N

10

5

0m 10

5

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

1.00

1.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT 0.30

9.99

30.01

10.00

4.00

Arena de dança

Quadra de tênis

Quadra Poliesportiva

9.99

Arena de luta 10.02

9.99

Academia 9.99

9.99

Centro de reabilitação 10.00

10.01

Auditório 10.03

130.25

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Corte A'A'

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível 00.00 Escala 1:750

N

Ampliação Cobertura Corte A'A' Nível: + 16 max Nível 00.00 Escala 1:250 Escala 1:750

10

5

0m

10

5

0m

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PROD

4.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

5.00

4.60 15.00

5.10

15.10

AmpliaçãoCorte CoberturaEE Parcial Nível: + 16 max Nível 00.00 Escala 1:250 Escala 1:250

Lanchonete

Quadra de tênis

0.30

3.00

CED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN A PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

1.00

4.01

10

5

0m

88

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

CATIONAL PRODUCT

Parcial Corte CC

0.99 5.20


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m Beiral

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

1.00 J1

J1

J1

J1

J1

J1

J1

4.00 J2

Quadra poliesportiva

30.00

10.00

0m 5

J2

J2

Arena de dança

10.00

Arena de luta

Pt 1

10.00 130.30

10.00

0m

89

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Pt 1

10.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

4.00

J2

J2

J2

Academia

10.00

Nível: + 16 max Nível 00.00 Escala 1:250

10

5

10

0m

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

5

Auditório

Pt 1

10.00

0m

10.00

1.00 4.00 0.30

30.01

Arena de dança

Quadra de tênis

Quadra Poliesportiva 9.99

10.00

9.99

9.99 130.25

Arena de luta 10.02

Academia 9.99

9.99

Centro de reabilitação 10.00

10.01

Auditório

10.03

Corte A'A' Nível 00.00 Escala 1:750

Corte A 1.00 4.00

Nível 00.00 Escala 1:750 10

5

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

N

J2

Centro de reabilitação

Pt 1

10.00

Ampliação Cobertura Parcial Corte A'A' Escala 1:250

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODU

J2

1.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

DUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

5

J2 Pt 1

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10

10.00

J2

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível: + 16 max

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

N

Ampliação CoberturaA'A' Parcial Corte Nível 00.00 Escala 1:250 Escala 1:250

Quadra de tênis

Pt 1

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J1

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

J1

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Treliça

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Fachada Oeste Nível 00.00 Escala 1:350

10

5

0m

10

5

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Fachada Sul Nível 00.00 Escala 1:350

Fachada Norte Nível 00.00 Escala 1:350

10

5

0m

10

5

0m

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PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

90

Fachada Leste

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

Nível 00.00 Escala 1:350


Ampliação 1:250 240.30

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m i = 2%

Painéis fotovoltaicos SunPower X-Series 700 kwp ( 350m²) i = 10%

33.30

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m i = 2%

33.10

VIDRO CALHA 76.81

130.00 Vidro Inclinação1%

BEIRAL

CALHA Grelha de manutenção Pontos de esvaziamento da calha Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m i = 2%

43.51

N

Cobertura

Beiral

Pontos de resfriamento da cobertura por irrigação

Estrutura metálica Vidro temperado

BEIRAL 39.45

10.38

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m i cobertura = 7%

i = 2%

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m i cobertura = 7%

Nível: + 16 max Escala 1:750

75.97

49.83

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

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CALHA

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

10

5

0m

91

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

BEIRAL


SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Y AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

N

Ampliação Cobertura

10 5

Vidro temperado

Estrutura metálica 10,38

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Nível: + 16 max Escala 1:250 0m

CALHA Grelha de manutenção

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m i cobertura = 7% i = 2%

Vidro Inclinação1%

Pontos de esvaziamento da calha

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

VIDRO

Painéis fotovoltaicos SunPower X-Series 700 kwp ( 350m²) i = 10%

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

92


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

COBERTURA SOBRE TRELIÇA

V65 30 x 60 P62 30 x 30

P79 30 x 30

10.00

P111 40 x 80

P113 P115 40 x 80 40 x 80

P117 40 x 80

V77 30 x 60 P68 30 x 30

V79 30 x 60 P69 30 x 30

V81 30 x 60 P70 30 x 30

V83 30 x 60

V85 30 x 60

P71 30 x 30

P72 30 x 30

P82 30 x 30

P19 40 x 80

REFORÇO ESTRUTURAL P/ CAIXA D'ÁGUA

P121 40 x 80

PROJEÇÃO

P105 40 x 80

TRAVAMENTO

P123 40 x 80

11.43

N P125 40 x 80

P103 40 x 80

Estrutura

74.48

73.56

69.37

61.97 26.27

49.28

10 26.33

37.84

75.01

P104 40 x 80

P126 40 x 80

11.75

P106 40 x 80

P124 40 x 80

P108 40 x 80

7.00

P24 30 x 30

T25 30 x 100

P23 30 x 30

V47 30 x 60 T24 30 x 100

P22 30 x 30

10.00

V45 30 x 60 T23 30 x 100

T22 30 x 100

P21 30 x 30

10.00

V43 30 x 60

P25 30 x 30 5.00

7.00

7.00

P122 40 x 80

7.00

T32 30 x 100

P40 30 x 30

5.00

5.00

T46 30 x 100

P39 30 x 30

T24 30 x 100

P38 30 x 30

T23 30 x 100

T22 30 x 100

P37 30 x 30

P31 30 x 30

P54 30 x 30 5.00

P112 40 x 80 5.67

P114 P116 x 80 40 x 80 5.68

2.6440

P118 40 x 80 7.00

P120 40 x 80 7.00

7.00

7.00

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

V89 30 x 60 P73 30 x 30

V91 30 x 60 P74 30 x 30

V93 30 x 60 P75 30 x 30

V95 30 x 60 P76 30 x 30

P77 30 x 30

93

Escala 1:750

P102 30 x 30

V87 30 x 60 P73 30 x 30

SUPORTE METÁLICO PARA COBERTURA DE VIDRO

P107 40 x 80

P110 40 x 80

P36 30 x 30

T21 30 x 100

P35 30 x 30

T20 30 x 100

P34 30 x 30

T19 30 x 100

P33 30 x 30

T18 30 x 100

T17 30 x 100

P32 30 x 30

11.28

2.34

P20 30 x 30

10.00

V41 30 x 60 T21 30 x 100

P19 30 x 30

10.00

V39 30 x 60 T20 30 x 100

P18 30 x 30

10.00

V37 30 x 60 T19 30 x 100

P17 30 x 30

10.00

V35 30 x 60 T18 30 x 100

T17 30 x 100

T16 30 x 100 T16 30 x 100

T15 30 x 100

T45 30 x 100

T44 30 x 100

T43 30 x 100

10.00

10.52

V75 30 x 60 P67 30 x 30

T58 30 x 200

10.00

9.91

9.08 8.47

T56 30 x 400

52.34

P16 30 x 30

10.00

V33 30 x 60

17.66

9.70

V129 30 x 60 P101 30 x 30

P53 30 x 30

V73 30 x 60 P66 30 x 30

8.21

P109 40 x 80

P52 30 x 30

V71 30 x 60 P65 30 x 30

T55 30 x 500

10.00

V127 30 x 60 P100 30 x 30

V119 30 x 60 P95 P96 30 x 30 30 x 30

P15 30 x 30

10.00

V31 30 x 60

4.85

P64 30 x 30

T54 30 x 500

10.00

V125 30 x 60 P99 30 x 30

V117 30 x 60 P94 30 x 30

8.43

P51 30 x 30

V69 30 x 60

V67 30 x 60 P63 30 x 30 P78 30 x 30

T52 30 x 500

V123 30 x 60 P98 30 x 30

V115 30 x 60 P93 30 x 30

V32 30 x 60

V30 30 x 60

V28 30 x 60 V113 30 x 60 P92 30 x 30

P60 30 x 30 V107 30 x 60 P86 P87 9.21 30 x 30 30 x 30

P90 30 x 30

P14 30 x 30

10.00

V29 30 x 60 T15 30 x 100

T42 30 x 100

P50 30 x 30

P13 30 x 30

10.00

V27 30 x 60 T14 30 x 100

P49 30 x 30

P12 30 x 30

10.00

V25 30 x 60 T13 30 x 100

T11 30 x 100 T31 30 x 100

P31 30 x 30

T12 30 x 1002

T10 30 x 100 T30 30 x 100

T9 30 x 100 T29 30 x 100 T40 30 x 100

T8 30 x 100 T39 30 x 100

P30 30 x 30

T51 30 x 500

10.00

V63 30 x 60 P61 30 x 30

T50 30 x 500

3.71

V121 30 x 60 P97 30 x 30

P89 30 x 30

V44 30 x 60

10.00

P47 30 x 30

T49 30 x 400

V105 30 x 60 P85 30 x 30

V103 30 x 60 P84 30 x 30

V34 30 x 60

V99 30 x 60

V101 30 x 60 P83 30 x 30

V42 30 x 60

V111 30 x 60 P91 30 x 30

P11 30 x 30

10.00

V23 30 x 60

5.00

T48 30 x 300

P81 30 x 30

V40 30 x 60

V26 30 x 60

10.00

V38 30 x 60

V24 30 x 60

P88 30 x 30

P48 30 x 30

10.00

V21 30 x 60

P10 30 x 30

8.10

V109 30 x 60 43.56

V61 30 x 60 P60 30 x 30

P29 30 x 30

V19 30 x 60

V18 30 x 60 T41 30 x 100

V59 30 x 60 P59 30 x 30

P46 30 x 30

P9 30 x 30

10.00

T53 30 x 500

V8 30 x 60

P45 30 x 30

10.00

V17 30 x 60

V16 30 x 60

V57 30 x 60 P58 30 x 30

P8 30 x 30

T7 30 x 100

P7 30 x 30

T38 30 x 100

T37 30 x 100

P44 30 x 30

10.00

V15 30 x 60

V14 30 x 60

V55 30 x 60 P57 30 x 30

P6 30 x 30 T6 30 x 100

P5 30 x 30

10.00

V13 30 x 60

V12 30 x 60

V53 30 x 60 P56 30 x 30

10.00

V11 30 x 60

V10 30 x 60

P43 30 x 30

P42 30 x 30

V9 30 x 60

T5 30 x 100

T4 30 x 100

P28 30 x 30

10.00

T47 30 x 200

P80 30 x 30

V22 30 x 60

V20 30 x 60

V97 30 x 60

P27 30 x 30

T28 30 x 100

T34 30 x 100

T27 30 x 100

T2 30 x 200

V51 30 x 60 P56 30 x 30

V4 30 x 60

LAJE NERVURADA

V2 30 x 600

V49 30 x 60 P55 30 x 30

V36 30 x 60

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

33.36

P4 30 x 30

T35 30 x 100

10.00

10.00

V7 30 x 60

P3 30 x 30

240.30 10.00

V6 30 x 60

P41 30 x 30

P2 30 x 30

V5 30 x 60 T3 30 x 100

T1 30 x 100

10.00

T26 30 x 100

P6 30 x 30

V3 30 x 60

10.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

P1 30 x 30

T33 30 x 100

V1 30 x 60

10.00

T36 30 x 100

10.00

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10.00

T57 30 x 300

Ampliação 1:250

5

0m


10.00

10.00

33.36

10.00

T1 30 x 100 T26 30 x 100 T33 30 x 100

P41 30 x 30

P6 30 x 30

P1 30 x 30

V1 30 x 60

10.00

T2 30 x 200 P55 30 x 30

P80 30 x 30

P91 30 x 30

10.00

10.00

P88 30 x 30

5

3.71

P97 30 x 30

V51 30 x 60

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT 10.00

V111 30 x 60

V109 30 x 60

V97 30 x 60

V121 30 x 60

P56 30 x 30

P2 30 x 30

V3 30 x 60

10.00

P98 30 x 30

P92 30 x 30

P89 30 x 30

P81 30 x 30

V99 30 x 60

V53 30 x 60

V5 30 x 60

10.00

10.00

V113 30 x 60

V123 30 x 60

P42 30 x 30

P27 30 x 30

P3 30 x 30

P56 30 x 30

COBERTURA SOBRE TRELIÇA

LAJE NERVURADA

43.56

V49 30 x 60

V2 30 x 600 V20 30 x 60 V24 30 x 60 V36 30 x 60

T3 30 x 100 T27 30 x 100 T34 30 x 100 V4 30 x 60 V22 30 x 60 V26 30 x 60 V38 30 x 60

T4 30 x 100 T28 30 x 100 P99 30 x 30

P93 30 x 30

N

Ampliação Estrutura Nível: + 16 max Escala 1:250 0m

52.34

10.00

V55 30 x 60

V101 30 x 60

V125 30 x 60

P83 30 x 30

10.00

V7 30 x 60

V115 30 x 60

P43 30 x 30

P28 30 x 30

P4 30 x 30

P57 30 x 30

T35 30 x 100 V6 30 x 60 V28 30 x 60

P44 30 x 30

P5 30 x 30

P100 30 x 30

P94 30 x 30

10.00

V117 30 x 60

10.00

V57 30 x 60

V9 30 x 60

V103 30 x 60

V127 30 x 60

P84 30 x 30

P58 30 x 30

T36 30 x 100 V8 30 x 60

T5 30 x 100 V30 30 x 60

ED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

10

94

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

V40 30 x 60

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

V42 30 x 60

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

T6 30 x 100


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Sessão C treliça 250 x 8 mm Com proteção passiva contra fogo tipo cimentitius

Fixação das terças no pilar

PARAFUSO SOLDA

SOLDA

SOLDA

SOLDA

PARAFUSO

VIGA PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT SOLDA METÁLICA

PLACA DE TOPO SOLDA VIGA METÁLICA

PLACA DE TOPO

PILAR METÁLICO

PILAR METÁLICO

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Treliça, Pilar e conexões viga - pilar

2Ø16 DE MONTAGEM ADICIONAL

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

NERVURA

ARMADURA NEGATIVA LAJE

1 0,5

0,4

ARMADURA POSITIVA 0,8

VIGA METÁLICA

Detalhe laje nervurada Escala 1:50

1,25

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PILAR METÁLICO CAIXÃO 30 x 30

2Ø16 DE MONTAGEM ADICIONAL

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

0,8

ARMADURA DE DISTRIBUIÇÃO ENTRE NERVURAS 2Ø10

95

Escala 1:25

3,72

0,7

PILAR METÁLICO TIPO CAIXÃO 30 x 30 Com proteção passiva contra fogo tipo cimentitius

SAPATA DE CONCRETO

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

PILAR METÁLICO 30 x 30 ARMADURA DO PILAR

PILAR METÁLICO 30 x 30 ARMADURA DO PILAR

Detalhe fundação Escala 1:50


0,9 x 2,15

Porta de abrir de alumínio

7

16

P4

1 x 2,15

Porta de abrir de alumínio polido com abertura

7

P5

1 x 2,15

Porta de abrir de alumínio polido

6

P6

2,15 x 3

Porta de duas folhas de madeira laminada

1

P7

6,3 x 4

Portão basculante de alumínio

6

P8

1,15 x 2,5

Porta de dupla abertura de alumínio

P9

2,8 x 3

Porta de aço pivotante isolante termo-acústico reforçada

P10

1,3 x 3

Porta de alumínio polido, folha dupla

4

6

2

2,01

2,4

2,33

2,4

INTERIOR

Detalhe esquadria J1

EXTERIOR

Escala 1:50 0,13

1,03

0,03

INTERIOR

0,06

P3

1,95 x 3

INTERIOR

Janela de correr com armação de alumínio 19 1,2 x 5 m e vidro temperado unidades transparente

0,14

P2

EXTERIOR

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT 0,35

0,02

EXTERIOR

4

96

PORTA AUTOMÁTICA ANTIPÂNICO

VIDRO LAMINDADO 3,00

17

J2 Porta de abrir de vidro laminado tipo "vitrine"

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

J1

Janela pivotante com armação de alumínio, 61 2,5 x 1 m vidro temperado unidades transparente

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

3x4

Quantidades

CAIXILHO DE ALUMÍNIO

1,83

Detalhe porta de correr P01

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

Escala 1:50

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

P1

Porta automática antipânico em vidro laminado e caixilho de alumínio

Quadro de Janelas

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Legenda

Quadro de Portas Dimensão L Descrição xh (m)

1,03


PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Suporte metálico 70 mm Lã acústica 160 mm Lâmina de alumínio 70 mm

Beiral Vedação com silicone

Treliça

Desumidificador e troca de ar Calha dupla chapa galvanizada Ø 300 mm Passarela estrutural

Parede isolande sanduíche Aço, isolantes e concreto.

16.00

Caixa d'água

Acabamento

Acabamento

97

Guarda-corpo e Corrimão. h = 1 m

Calçada

Isolante térmico e impermeabilizante de polímero expandido rígido R20 10 mm Fundação

Arena de gelo

Corte Rinque de Gelo

Gelo 3 mm Concreto 120 mm Isolante 100 mm Cascalho 500 mm Solo compactado de Fundação 500 mm

Placa de vidro temperado 110 cm x 3 cm Placa de madeira 100 cm x 30 cm

Escala 1:250 10

44.30

7.00

7.00

7.00

7.00

5.65

2.65

5.65

7.00

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m cobertura sanduíche de Steel Deck e isolantes

7.00

7.00

7.00

5

0m

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT

Saída de água


Saída de água para resfriamento da cobertura

Telhas de alumínio onduladas Alcoa 1350 mm x 0,4 mm x 12 m Trama metálica Isolamento térmico - fibra de vidro R 30 # 250 mm Barreira de vapor - Manta de polietileno 15 mm Parede de Gesso Steel Deck Pintura com tinta brilhante a base de alumínio

Beiral Vedação com silicone

Treliça

Suporte metálico 70 mm Lã acústica 160 mm Lâmina de alumínio 70 mm

Isolante térmico e impermeabilizante de polímero expandido rígido R20 10 mm

Lâmina de aço galvanizado 40 mm pintado de branco acamento fosco Isolante térmico e impermeabilizante de polímero expandido rígido R20 10 mm Parede estrutural em blocos de concreto pré-fabricados 400 mm Isolamento térmico - fibra de vidro R60 # 450 mm Barreira de vapor - Manta de polietileno 15 mm Selante fixador 70 mm Lâmina de aço galvanizado 2500 x 4000 x 40 mm com acabamento brilhante a base de tinta de alumínio Instalação hidráulica Caixilho de alumínio com isolante térmico

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

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98


ÁREA DE SERVIÇO

ÁREA TÉCNICA

ÁREA MOLHADA

ÁREA ESPORTIVA

CIRCULAÇÃO 240.30

10.00

10.00

PROJEÇÃO COBERTURA

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.0

D

30.40 1 2 3 4 5 6 7 8

10.00

ADMIN.

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CANOS DE AQUECIMENTO PARA PROTEGER O SOLO CONTRA CONGELAMENTO

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1

4.80

CIRCULAÇÃO ARENA DE LUTA

ARENA DE DANÇA

QUADRA DE TÊNIS

SALA DE ÁUDIO SALA DE EQUIPAMENTOS

1 2 3 4 5 6 7 8

QUADRA POLIESPORTIVA

CIRC. 4.90 10.00

DML

ALUGUEL

SALA DE ATLETAS

WC.

WC.

SALA DE ÁRBITROS

10.00 10.01

LOJA

15.00

LOJA 10.00

43.51

15.00 10.00

LANCHONETE

ESTAR E VIVÊNCIA

LANCHONETE

9.85

DIVISÓRIA

LOJA 10.00

76.81

VESTIÁRIO FEM.

VESTIÁRIO MASC.

10.00

10.00

10.00

10.00

10.00

10.0

SALÃO A = 2555 m²

LOJA LOJA

Térreo Nível 00.00 Escala 1:750

10.00

BIL.

10.00

LOJA

LOJA 9.99

10.00

PROJEÇÃO RESERVATÓRIO SUBTERRÂNERO DE ÁGUAS PLUVIAIS

CHAP.

3.66 PROJEÇÃO COBERTURA

PISTA DE GELO 10.00

10.00

10.00

10.00

9.70

Parte 4

GELO 3 mm CONCRETO 120 mm PRODUCT ISOLANTE 100 mm CASCALHO 500 mm SOLO COMPACTADO DE FUNDAÇÃO 500 mm

1

3

2

Parte 5

ESPELHO D'ÁGUA

Parte 6

74.39

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CANOS DE REFRIGERAÇÃO

0,5

DOCA A = 593 m²

ALA MÉDICA

SALA DE SECAGEM

0,1

SALA DE CONTROLE

CASA DE MÁQUINAS

15.40

PISCINA

10.00

CORREDOR DE SERVIÇO

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Detalhe Pista de Patinação Escala 1:25

LAJE DE CONCRETO RECIRCULAÇÃO 150Ø

PISO CONCRETO

0,7

0,47

0,57

ESCAPE

0,47

6

0,7

PLACA IMPERMEABILIZANTE DE BETUME DUPLA 6 mm MANTA GEOTÊXTIL 5 mm PLACA DE VIDRO CELULAR 80 mm CONTENÇÃO DE CONCRETO

RALO DE ZINCO 300 mm

0,57

RALO DE ZINCO 300 mm

2

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EDIFICAÇÃO

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LÂMINA DE ÁGUA 500 mm PLACA DE GRANITO 40 mm MANTA GEOTÊXTIL 5 mm PLACA DE VIDRO CELULAR 80 mm

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0,83

Detalhe espelho d'água Escala 1:50

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

0,83

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WC.

33.36

99

3

Ampliação arquibancada Escala 1:50

Amplia Escala 1:50


8. ENCERRANDO O ESPETÁCULO


01. Eficiência Energética de um Rinque de Gelo em Miami

ANEXOS


INTERNATIONAL ICE HOCKEY FEDERATION

INTERNATIONAL ICE HOCKEY FEDERATION

Helsinki

Electricity spectrum Miami

MĂźnchen

33 Figure 19. Studied ice rink locations: Helsinki (Finland), Munich (Germany) and Miami (USA).

Miami

Chapter 3

1. Electric energy consumption The electric energy consumption of the ice rink consists of ice refrigeration, rink lighting, air conditioning and heating systems (fans and pumps), public space lighting, different appliances, cleaning etc. The refrigeration process consumes some half of the total electricity use of a small ice rink. In warm and humid conditions the dehumidification of the rink air plays also a big role in the energy consumption. The electricity consumption of the dehumidification system depends on the selected system: desiccant dehumidifiers consume mainly heat energy,

Munich

34

which can be produced with gas or some other fuel but also electricity is possible, mechanical dehumidifiers (separate heat pump or ice refrigeration system) use usually electricity. 2. Heating energy consumption Heating energy need is the sum of the heating need of the ventilation and infiltration air as well as the cooling effect of the ice and the conductive heat flows through the exterior envelope. The heat loads of the occupants, lights and other equipment are taken into account when determining the heating energy need of the ice arena. In many cases the waste ice (slush) of the ice resurfacing process must be

melted in a special melting pit before draining it and melting requires also heating. In some cases the waste ice can be just driven outside or even be re-used for example to build ski tracks. Depending of the climatic conditions the heat flows can be either negative or positive. For example in Miami the outdoor climate is so hot all around the year that the ventilation, air infiltration and conductive heat flows heat the ice rink space and actually the only cooling load is the

Helsinki

Miami

160

Munich

Helsinki

180

140

160

120

Condenser heat

140 HEAT ENERGY, MWh

100 80 60 40

120 100

60

m be

r

r

r ce m

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em

be

st pt Se

Au

gu

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y ar ru

ry nu a Ja

Figure 20. Electric energy consumption of the ice rink facility with (dashed lines) and without dehumidification. In the case of the dehumidification the ice refrigeration system is supposed to be used for the dehumidification.

Fe b

ce

er

r

be

0

De

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M

Fe b

ar ch

20 y

0 ru ar

40

y

Heating need

80

20

Ja nu ar

ELECTRIC ENERGY CONSUMPTION, MWh

57% 9% 6% 6% 8% 14%

Figure 21. Electric consumption spectrum of the prototype ice rink in Munich. Annual electricity consumption is 960 MWh with mechanical dehumidification (900 MWh without dehumidification).

Chapter 3

3.6.1 Case studies of energy consumption Energy consumption of a standard small ice rink depends mainly on the thermal conditions both inside (air and ice temperature) and outside (climate). In the following the effect of climatic conditions on the energy consumption of a standard ice rink facility is studied. The differences of the energy consumption, both electricity and heating, between the same prototype ice rink is studied in three locations: Helsinki (Finland), Munich (Germany) and Miami (USA). The technical description of the prototype ice rink is given in the previous section.

 Refrigeration plant  Rink lighting  Rink ventilation  Dehumidifier (condensing)  Other  Public areas

Figure 22. Heating energy need of the ice rink and heat from the refrigeration condensers (dashed lines) in different climates (Miami, Munich and Helsinki).

SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

104


FECHAM-SE AS PORTAS


“EVERYTHING ICE” - BOI PUBLICATION - Publicação disponível em: http://www.everything-ice.com/ design-planning-info/ “ICE SKATING SOURCES ORGANIZARION” – conteúdo de múltiplos autores, disponível em: http:// iceskatingresources.org/, 2012 INTERNATIONAL ICE HOCKEY FEDERATION, “You can build an ice rink everywhere”, autor não creditado, disponível em: http://www.iihf.com/fileadmin/ user_upload/PDF/Sport/Chapter1

REBELLO, YOPANAN C. P.. “Estrutura de Aço, Concreto e Madeira”. São Paulo: Zigurate Editora, 2005. REBELLO, Yopanan C. P, “A concepção estrutural na Arquitetura”. São Paulo: Zigurate Editora, 2005.

RUSSEL AUSLEY, Melissa. “How an Ice Arena Works”. Disponível em: http://iceskatingresources. org/HowAnIceArenaWorks.pdf

ARGAN, G.C. “Sobre o conceito de tipologia arquitetônica”. In: ARGAN, G. C.. Projeto e destino. São Paulo: Editora Ática, 2000.

108

GUTTMAN, Allen. The Olympics, a history of the modern games. Champaign, Illinois: University of Illinois press, 1992 JUDD, Ron C. “The Winter Olympics”. Seattle, Washington: The Mountaineers Books. 2008 Karampour, Mazyar. “Measurement and modelling of Ice Rink heat loads”. Tese de mestrado da KTH, Escola de Engenharia, Estocolmo, 2011. Disponível em: http://www.diva-portal.org/smash/get/ diva2:478941/fulltext01

BIBLIOGRAFIA SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO


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SKIA - CENTRO DE ESPORTES NO GELO

Caderno final da aluna Lara Caldas  

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