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Ata da Assembléia Geral Ordinária do Condomínio Residgncial e Comercial Kobrasol Center. Aos trinta e um (31) dias do mês de janeiro (01) de dois mil e onze (2011), às vinte horas (20h00min) reuniram-se em segunda e última chamada, no Salão de Festas do Condomínio, a Síndica do Gondomínio Sra. Fernanda Sousa Ávila (apto í403), os representantes da Empresa "Delacosta Contabilidade e Gonsultoria de Condomínios", Sr. Alberto Manoel Assis Junior e Sra. Viviane Arlete Schumann e os vinte (20} condôminos do Condomínio Residencial e Comercial Kobrasol Center que assinaram a lista de presença que segue anexa. Foi lida pelo Sr. AlbeÉo o Edital de Convocação, pelo qualforam convocados os condôminos a fim de deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: 1. Leitura e aprovação da Ata da Assembléia Anterior; 2. Prestação de contas; 3. Previsão Orçamentária para o Ano de Z0fi;4. Apresentação de orçamentos para aprovação; 5. Assuntos de lnteresse Geral. Foi realizada a leitura da última Ata da Assembléia Geral Extraordinária do Condomínio Residencial e Comercial Kobrasol Center, realizada no dia vinte e sete (27) de maio (05) de dois mil e dez (2010), que foi aprovada por todos, apenas foram realizadas algumas considerações quanto aos erros de grafia dos nomes dos condôminos, e também, foi apontado pela Srta. Fernanda Barbosa (apt9 1003), que a questão de ordem relativa as procuraçÕes trazidas pela Síndica Sra. Fernanda Avila (apto 1403) em seu próprio nome e que foram anuladas, deveria ser anexada a ala, ao que a maioria dos presentes concordou que não seria necessário, tendo em vista que já estava abordada. Somente então, por aclamação unânime dos presentes, assumiu a Presidência da Assembléia o Conselheiro Fiscal Sr. Leandro Heitor Becker (apto 903) e a Secretaria a Conselheira Fiscal Srta. Fernanda Barbosa Toesqui (apto 10031. De imediato foi colocado em debate a matéria constante do "item 2" da Edital de Convocação: 2. PRESTAÇÃO DE CONïAS: Com a palavra a Síndica Sra. Fernanda Sousa Ávila (apto í403), que iniciou a apresentação das contas do ano de 2A10, justificando que o atraso na entrega dos últimos Balancetes foi por culpa da empresa de Contabilidade, que no finaldo ano possui muitos compromissos. A Sra. Síndica {apto 1403} colocou a disposição dos condôminos os Balancetes, mencionando que os Conselheiros Fiscais já haviam vistoriado os documentos, porém, ainda faltava o parecer de um membro do Conselho Fiscal no último balancete. Dada palavra a Conselheira Srta. Fernanda Barbosa (aptoí003), esta salientou que embora os Balancetes tenham sido vistos pelos Conselheiros Fiscais, estes não os aprovâram, e que boa paúe dos pareceres era desfavorável, ou ainda, favorável com ressalvas. lnformou que além dos Balancetes apresentarem dificuldade de compreensão, perdurava questionamentos diversos, que não tinham sido respondidos, tanto quanto a forma, quanto ao conteúdo, entre os quais citou: a) em quase todos os meses as despesas do Condomínio eram mensalmente maiores que a arrecadação; b) a utilização indiscriminada do Fundo de Reserva; c) a falta de recolhimento de recursos e não utilização da Conta Poupança destinada ao pagamento do Décimo Terceiro Salário dos Funcionários, entre outros. A Sra. Síndica (apto 14031 explicou que por mais de dois anos o Condomínio não teve aumento na taxa mensal, e que com o pagamento do décimo terceiro dos funcionários, teve que ser utilizado o Fundo de Reserva, alegou também, que não poderia realizar reuniÕes com o Conselho Fiscal, toda vez que precisasse utilizar o Fundo de Reserva. Neste mesmo sentido, a Sra. Síndica (apto {403} ofereceu custear uma auditoria nas contas do condomínio para comprovar a idoneidade da prestação de contas. lnterveio o Gonselheiro Sr. Leandro (apto 903) afirmando que o problema não é a lisura ou a boa-fé da $índica, mas a questão principal é a gestão do condomínio e a administração das finanças. Citou como exemplo a conta do telefone, que foi aumentando indiscriminadamente todos os meses, atingindo no mês de dezembro o valor de R$ 246,52 (duzentos e quarenta e seis reais e cinqüenta e dois centavos), sendo que já havia sido sugerido pelo Conselho Fiscal, que a Síndica fizesse uma lista para o controle da utilização do telefone, e que esta estivesse incluída no Balancete com o objetivo de cobrar as ligações particulares, sugestão que foi aceita pela Síndica, mas que nunca foi colocada em prática, ou seja, o controle não foi anexado a conta de telefone que está nos Balancetes, nem mesmo ocorreram descontos de eventuais utilizaçÕes particulares. O Sr, Paulo Silva (apto 901) e a Sra, Virginia (Loja 25) questionaram ainda a cobrança da Viamax, que foi explicada pela Sra. Síndica (apto Í403) que só é paga por quem tem assinatura de TV a cabo. O Srn Paulo Sííva (apto 901) recordou que a Olé Telecom paga apenas R$50,00 (cinqüenta reais) luguel da que antena que mantém em nosso prédio, além dos R$ 2.000,00 (dois mil reais) 0u06

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disponibiliza em tintas para o condomínio. A Sra. SÍndica (apto í403) se comprometeu em chamar todas as empresas que utilizam "hospedagem e energia elétrica" de nosso condomínio, citando a NET, Olé Telecom, Viamax, para revisar os respectivos contratos, pois além de necessitarem prestar retribuição financeira adequada pela utilização destes recursos, estas empresas podem estar acarretando problemas para o condomínio. Afirmou a Sra. Síndica (apto 1403), que além da retribuição financeira, deverá ser exigido destas empresas, que utilizam uma tubulação específica para a distribuição dos fios de suas antenas, que assumam a manutenção e adequação necessária desta tubulação. A Sra. Eliza de Oliveira (apto 405) comunicou que apesar de tantos problemas apresentados na prestação de contas, percebeu diminuição no preço do gás, sendo informada pela Sra. Síndica (apto 1403) que tal se deu em razão da alteração da fornecedora, medida tomada para reduzir custos. O Conselheiro Sr. Leandro (apto 903) relembrou a Sindica, que nas Reuniões do Conselho Fiscal, já havia sido aprovado a inclusão do espelho de consumo do gás nos Balancetes, apontando o credíto e débito e os demais dados da leitura, para acompanhamento dos gastos mensais de cada unidade autônoma, averiguando se o consumo de gás acarreta lucro ou prejuízo ao condomínio, contudo, apesar de ter sido sugerido em meados do ano passado na Reunião do Conselho Fiscal, e constar dos relatórios, e a proposta ter sido aceita pela SÍndica, até a presente data tal medida não foi executada nos balancetes. A Sra. Síndica (apto 1403) salientou que apesar dos problemas apresentados na Assembléia quanto a Prestação de Contas, o importante é que as contas estão pagas e os funcionários estão felizes, pois receberam seus salários em dia. A Sra. Pupi Santiago (apto í501) questionou quais eram nossas receitas, despesas e o resultado desta operação. A Conselheira Fiscal Srta. Fernanda Barbosa {aptot003} tendo em mãos o resumo dos balancetes, informou quê com exceção do mês outubro de 2010, no qual o resultado foi positivo, em todos os outros meses do ano nos quais teve a possibilidade de ver os Balancetes, o resultado entre receitas e despesas foi negativo, sendo que no mês de dezembro de 2010 a Receita foi R$33.052,63 (trinta e três mil e cinqüenta e dois reais e sessenta e três centavos) e a Despesa foi R$40.406,25 (quarenta mil quatrocentos e seis reais e vinte e cinco centavos), resultando num déficit de R$7.353,62 (sete mil trezentos e cinqüenta e três reais e sessenta e dois centavos), ressaltando que tal valor se refere somente ao mês de Dezembro, pois o deficit é muito maior se somados todos os meses do ano, em virtude dos saques do Fundo de Reserva. Ainda, informou que conforme o mesmo Balancete de Dezembro de 2010, o Saldo do Fundo de Reserva - ltaú é de R$ 6.832,04 (seis mil oitocentos e trinta e dois reais e quatro centavos) e que a "Poupança Provisão 13o" é de R$705,85 (setecentos e cinco reais e oitenta e cinco centavos), portanto, esta última conta não foi utilizada para pagamento da folha dos funcionários, nem mesmo foram depositados durante o ano, recursos suficientes para tanto A Gonselheira Fiscal Srta. Fernanda Barbosa (apto1003), ainda ressaltou que de tais informaçÕes, o Conselho Fiscal somente tomou conhecimento na tarde de 2UA11201'1, dois dias antes da Assembléia, quando lhe foi entregue o Balancete de Dezembro de 2010. Questionou a Sra. Madalena Nazari (apto 803) que se no boleto da taxa do condomÍnio está especificado a provisão para o 13o Salário dos funcionários, por qual razâo tais recursos não foram depositados na conta específica. A Sra. Síndica (apto í403) respondeu que as despesas do condomínio não permitiram que os depósitos fossem realizados. O Sr. Paulo Gezar Toesqui (apto 402) informou que o valor depositado na conta "Poupança Provisão 13o", que no mês de dezembro era R$705,85 (setecentos e cinco reais e oitenta e cinco centavos), corresponderia a aproximadamente 19o/o (dezenove por cento) da folha de pagamento do décimo terceiro dos funcionários, que foi no total de R$ 3.646,00 (três mil seiscentos e quarenta e seis reais), portanto, esta porcentagem de 19% (dezenove por cento), poderia ter sido poupada do Fundo de Reserva, já que existia uma conta específica, ainda que insuficiente. A Sra. Síndica Fernanda Sousa Avila (apto 1403) assumiu o seu erro em não ter sacado os valores existentes na conta do décimo terceiro, contudo, afirmou que já estava feito e que agora deveríamos tentar consertar este erro. A Sra. Neida Giovanez {apto í2051 recordou que em 2009 foi aprovado um aumento da taxa do condomínio de 6% (seis por cento), que na realidade, pelos seus próprios cálculos, havia gerado um aumento real de 14o/o (quatorze por cento), e perguntou a destinação destes valores? A Sra. Pupi Sanliago (apto 150í) informou que segundo o que está determinado na Convenção do Condomínfo;Ç Conselho Fiscal deveria ter aprovado a utilização do Fundo de Reserva pela Síndica, e que s\ p Conselho

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não tinha conhecimento desta situação, fica claro que a utilização do fundo de reserva foi realizada por conta exclusiva e total responsabilidade da Síndica. O Sr. Paulo Silva (apto 90í) informou que na época que era Conselheiro Fiscal da administração anterior, tais decisÕes eram tomadas em conjunto com a Sindica, e que os membros do Conselho tinham participação atuante na administração do condomínio. O Gonselheiro Sr. Leandro (apto 903) relatou que também tem se questionado quanto a função do Conselho Fiscal, tendo em vista que na maioria das vezes os "conselhos" prestados não tem sido sequer considerados, sendo o grupo meramente figurativo na atual gestão. Que ele e os demais membros participam ativamente das reuniões, trazendo sugestões, contudo, as decisões são tomadas de forma isolada pela Síndica, muito embora, todos os membros demonstrem boa vontade em auxiliá-la. Que inclusive não assinou os dois últimos balancetes por todas as discordâncias e incompreensões que encontrou nos documentos, oportunizando que a SÍndica esclareça os lançamentos e outros pontos para os quais não obteve os devidos esclarecimentos. Dada a palavra a Conselheira Srta. Fernanda Barbosa (apto 10031, esta relatou que também sente dificuldade de comunicação com a administração do condornínio que sempre atuou de forma isolada, que tentou dar publicidade de todos os fatos que vinha observando na prestação de contas e dos acontecimentos das Reuniões do Conselho Fiscal, pelo Blog criado para o condomínio, onde constam os Balancetes e os Relatorios das ReuniÕes, e também, através do lnformativo, o qual ela custeou a publicação. Quanto aos balancetes, a Gonselheira Srta. Fernanda Barbosa (apto í003) informou que seus pareceres dos meses de junho e julho de 2010, foram sumariamente arrancados do documento, tendo inclusive que exigir resposta por escrito aCIs questionamentos que lá constavam para a Síndica e para a Empresa de Contabilidade, e que tal resposta, dos meses de junho, julho e agosto de 2010, só lhe foi enviada no dia 281C112411. O Sr. Paulo Elias Rodrigues (apto 130í) inquiriu se já não constava na Ata da Assembléia anterior, a determinação de que o Fundo de Reserva só poderia ser utilizado mediante aprovação do Conselho Fiscal, e foi verificado que não constava, sendo esclarecido que tal determinação consta na convenção. O Presidente da Assembléia Conselheiro Fiscal Sr. Leandro (apto 903) retomou a palavra e colocou as seguintes propostas para votação: l. A Síndica somente poderá utilizar o Fundo de Reserva para cobrir as despesas do Condomínio. .mgdiante aprovação do Gonselho Fiscal e: ll. A prestacão de contas n4o será aprovada. ficando na pendência de uma Reunião do Conselho Fiscal, para esclarecimentos com a Síndica e com a Empresa de Contabilidade. devendo ser apresentada em nova Assembléia a ser determinada. Colocada em votação. foi aprgvado Ato consecutório, passou-se para a Previsão Orçamentâria 2ffi 1, que segue anexo a esta ata, que foi apresentada pelo Sr. Alberto Manoel Assis Junior da Empresa "Delacosta Contabilidade e Gonsultoria de GondomíÍrios", que informou que na folha de pagamento ocorreu a redução de uma faxineira, contudo, foi incluída a despesa com os Serviços de Limpeza Terceirìzada. O Conselheiro Sr. Leandro (apto 903) questíonou se já não foidecidido em Assembléia, que a contratação de funcionários somente poderia ser feita diretamente pelo condomínio, ao que a Sra. Síndica (apto 14031 lhe informou que no passado essa era realmente a determinação, contudo, atualmente, diante dos benefícios da contrataçâo do serviço terceirizado, pelo qual a empresa arca com os custos trabalhistas, rescisão contratual, faltas e licenças médicas, e ainda, o contratante pode trocar o funcionário por qualquer motivo, além de outras vantagens, como quando o Condomínio necessitar de uma limpeza de grande porte, a emprêsa envia um número maíor de empregados e equipamentos, sem qualquer custo adicional, por outro lado, ainda que o valor seja R$3.300,00 (três mil e trezentos reais) mensais, é mais vantajoso para o condomínio, pois existiam muitas faltas de funcionários, além das demissões constantes, e agora este problema foi eliminado. A Sra. Pupi Santiago (apto 1501) afirmou que como havia a determinação de que os funcionários seriam contratados diretamente pelo condomínio em Assembléia anterior, a mudança do procedimento deveria ter sido trazido para a deliberação da Assembléia. O Sr. AlbeÉo informou que o custo mensal dos dois funcionários terceirizados é de R$ 3.300,00, (três mil e trezentos reais) enquanto cada funcionário contratado diretamente custaria R$ 802,00 (oitocentos e dois reaís). Q Sr. Paulo de Vale Silva (apto 901) questionou o Vale Transporte que está sendo pago na 1403) Combustível ao Funcionário Alexsandro Assis Ramos, ao gue a Sra. SÍnd

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respondeu que ele prefere receber o Vale Transporte em gasolina, apresentando a "nota fiscal". O Conselheiro Sr. Leandro (apto 903) perguntou se a situação está legalizada e formalizada para fins trabalhistas, mediante a assinatura de um termo pelo funcionário, ao que a Sra. Síndica (apto 1403) não soube informar. O Conselheiro Sr. Leandro (apto 903) expressou séria preocupação pelo fato, pois esta situação, já debatida exaustivamente ein reuniões do Conselho Fiscal, poderá acarretar encargos trabalhistas futuros, e que se tal documento não existe, deverá ser produzido de forma urgente. A SÍndica comprometeu-se a procurar a resposta, e caso fosse negativa, formalizará urgentemente a situação do Vale Transporte do referido funcionário, A Gonselheira Srta. Fernanda Barbosa (aptol003) mencionou, ainda, no tocante ao Vale Transporte que existem nos Balancetes três contas destinadas para tal intento, que são usadas de forma aleatória: duas na categoria Despesa com Pessoal, chamadas de Vale Transporte e Vale Combustível e outra em Despesas Diversas, chamada Despesa com Combustível, o que torna difícil a apreciação dos Balancetes, comprometendo a transparência e lisura do documento, e dificultando o acompanhamento dos gastos, pois apresentam sempre valores diversos. A Sra. SÍndica Fernanda Sousa Avila (apto 1403) e o Sr. Alberto da Contabilidade se comprometeram a esclarecer tais dúvidas na Reunião do Conselho e corrigir o problema dos balancetes uniÍicando estas contas. O Sr. Alberto informou que na previsão orçamentária para 2A11, estão estimadas como verba mensal para Manutenção do Condomínio R$1.200,00 (mil e duzentos reais), estando incluído neste valor as eventuais peças e o contrato de mão de obra de R$ 380,00 (trezentos e oitenta reais), que inclui os seguintes serviços: a) Portão eletrônico; b) Circuito lnterno de TV; c) lnterfone; d) Computador; e) Casa de Bombas. O Conselheiro Sr. Leandro (apto 903) perguntou se no referido cgntrato existe previsão para mão de obra adicional, ao que a Sra. Síndica Fernanda Sousa Avila {apto 1403) respondeu que não, somente será cobrado para os serviços que estejam listados nos itens já mencionados. A Sra. Pupi Santiago (apto 1501) perguntou se o portão eletrônico tem apresentado muitos problemas. A Sra. Síndica (apto í403) respondeu que atualmente o portão, justamente em razão da manutenção prestada pela empresa, está funcionando regularmente. O Sr. Alberto informou, conforme a Previsão Orçamentária de 2011, que o valor do seguro obrigatório será de R$ 200,00 (duzentos reais) mensais. Questionada pela Conselheira Srta. Fernanda Barbosa (aptoí003), a Sra. Síndica Fernanda Sousa Ávila (apto 1403) informou que neste ano deverá ser incluído na apolice, a cobertura para enxurradas e alagamentos, e também se comprometeu a trazer para aprovação do Conselho Físcal e da Assembléia orçamentos para o novo Contrato de Seguro, bem como, apresentar para todos os Condôminos a nova Apólice de Seguro, tendo em vista que a do ano de 2010 não foi apresentada. A Sra. Eliza de Oliveira (apto 405) informou que no seu apartamento, na área de serviço, está com sérios problemas de vazamentos nâ mangueira de água da máquina de lavar e questionou se tal problema está coberto pelo seguro do condomínio. O Conselheiro Sr. Leandro (apto 903) informou que sendo um problema dentro da unidade autônoma, talvez não estivesse abrangido pelo seguro do condomínio, cabendo verificação, e sugeriu para Síndica que o Zelador fosse averiguar a situação da moradora. A Síndica informou que o Zelador já tinha feito tal verificação, mas que poderia fazê-lo novamente. A Sra. Angela Tereza Ghidi (apto í303) informou sobre o bolor, mofo e umidade no seu apartamento, sendo acompanhada no debate pela Sra. Pupi Santiago {apto í501}, que relatou que o mesmo ocorre na sua unidade, o que demonstra a necessidade de reformas urgentes no condomínio. Retomando a Previsão Orçamentária de 2011, o Sr. Alberto informou que o Material de Limpeza está previsto para o ano de 2A11, no valor mensal de R$ 450,00 (quatrocentos e cinqüenta reais). ïendo apresentado todos os demais itens, foi dito pelo representante da Empresa de Contabilidade, que conforme esta previsão orçamentária, o Condomínio deverá arrecadar mensalmente em 2011, o total de R$ 32,334,50 (trinta e dois mil e trezentos e trinta e quatro reais e cinqüenta centavos), sendo, portanto, necessário um aumento na taxa condominial de aproximadamente 15% (quinze por cento), devendo ser rateado proporcionalmente, conforme a área, da seguinte forma: Aptog finql 91= R$438,20 (quatrocentos e trinta e oito reais e vinte centavos); Aqtos final 02= R$279,14 (duzentos e setenta e nove reais e quatorze centavos); Aptos final0ï= R$460,89 (quatrocentos e sessenta reais e oitenta e nove centavos); Aptos ÍiFal 04= R$438,20(quatrocentos e trinta e oito reais e e quatorze vinte centavos); Ap!99--@!.-1Q!= R$279,14(duzentos e setenta e nove centavos); centavos); e Aptos final 06= R$438,20(quatrocentos e trinta e oito reais 04/0E..a

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exemplificativamente citou-se a loia no. 10= R$ 110,35 (cento e dez reais e trinta e cinco centavos). Estabeleceu-se grande tumulto diante desta proposta de aumento da taxa de condomínio, sendo considerada pela assembléia como exorbitante e resultado de problemas de organização e má administração do orçamento do condomínio pela Síndica. A ordem foi restabelecida pelo Presidente da Assembléia, que deu a palavra ao Sr.Agênor Acácio Pacheco {apto 906}, que disse que os problemas do condomínio estão se acumulando, e que não será resolvido mediante um simples reajuste da taxa, sem ter sido estudada e planejada com rigor uma proposta orçamentária auxiliada pela devida organização das contas. Por fim, ainda mencionou o Sr. Agenor Acácio Pacheco (apto 906), que deveria ser considerada a possibilidade de desmembramento da área comercial da área residencial, pois os comerciantes estão numa área nobre do bairro e são agraciados com um condomínio num valor baixo, quando se sabe que no comércio em geral as taxas são bem mais caras. A Sra. Viviane Brancaleone (Loia í9) manifestou-se em concordância com a possibilidade do desmembramento, tendo em vista que isto poderia diminuir o custo do condomínio também para os lojistas, pois estes não teriam que arcar com as despesas de elevador, água, luz, portão eletrônico, entre outras que são utilizadas somente pelos moradores. O Conselheiro Sr. Leandro {apto 903} relembrou que na época em que foi síndico, foi realizado um estudo calculando as despesas das áreas isoladamente, e ao final, concluiu-se que as despesas eram similares, o que não compensaria o desmembramento, contudo, ressaltou que poderia ser realizado um novo estudo atualizado, salientando, porém, que tal feito, implicaria em alteração da Convenção do Condomínio que dependeria de quorum elevado de condôminos. A Sra. Virginia Ramos (Loja 25) relatou que o que considera a principal vantagem do Condomínio, é o circuito interno de TV, e este não lhe foi útil na ocasião em que foi assaltada, pois não teve acesso satisfatório, nem atendimento adequado pela Síndica. Também relatou problemas de estacionamento, solicitando que fossem colocadas as "correntinhas" em toda a área do condomínio. A Sra. Madalena Nazari (apto 803) afirmou que aumentar em 15% (quinze por cento) não é a soluçâo para os problemas financeiros do condomínio. A Sra. Neida Giovanez (apto 1205) questionou o percentual do aumento, querendo saber como foi realizado o cálculo, e sugerindo que se o aumento fosse realmente determinado, que o percentual fosse geral e unificado para todos, estabelecendo-se de forma mais transparente. A Sra. Pupi Santiago (apto 150Í) e o Sr. Paulo Silva (apto 901) questionaram o índice de aumento afirmando que o percentual não acompanha o índice de aumento dos salários dos condôminos. A Conselheira Srta. Fernanda Barbosa (apto1003) comunicou a sugestão apresentada pelo Conselheiro Sr. Leandro (apto 903) nas Reuniões do Conselho Fiscal para angariar receita para o Condomínio: o aluguel da fachada do prédio para publicidade (colocação de outdoors) e também, o aluguel do terraço para as empresas de telefonia, internet e outras. Grande parte dos condôminos demonstrou interesse, inclusive a Sra. lranilta Vilain (apto 904) relatou que proximo ao Shopping, alguns prédios já possuem este tipo de publicidade em suas fachadas, sendo interessante procurá-los para buscar informações. Ficou determinado pela maioria dos presentes, que estas propostas deveriam ser estudadas e apresentadas na próxima Assembléia. Colocada em votação pelo Presidente da Assembléia, a

Previsão Orcamentária de 201í" e o aumento da taxa da condominial" foi reieitada por unanimidade. Foi proposto, pelo Sr. Paulo Silva (apto 90{} e pelo Sr. Agenor Acácio Pacheco (apto 906), que o Conselho Fiscal iuntamente com a Síndica realize um Egtudo da Previsão Orçamentária 2011. e apresente em nova Assembléia. que deverá ser marcada para o dia 15 de fqvereiro de 2011 Íterçq-feira) Assim, colocada em esta TOS PARA APROV : Dando continuidade a Assembléia, a Sra. Síndica Fernanda Sousa Avila (apto 1403) relatou que existem problemas de rachaduras em todos os apartamentos, e também as já conhecidas infiltrações nas garagens do G1 e G2, entre outros. Buscando soluçÕes, a Sra. Síndica (apto 1403) consultou engenheiros de empresas que realizaram orçamentos, e estes disseram que o predio necessita de uma "revitalizaÇão", consistente na colocação de "mantas", realização de impermeabilização, entre outros procedimentos, e que seria necessário também realizar a pintura do prédio, pois somente assim, poderiam ser conseúadas as infiltrações e os vazamentos. A Sra. Pupi Santiago (apto í50{} ito, afirmando que imediatamente contestou a necessidade de realização de pintura neste urgentes ho esta poderá ser realizada posteriormente, já que existem reformas ,ì osloof i DE

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condomínio, como as rachaduras que estão comprometendo a estrutura. Retomando a palavra, a Sra. Síndica (apto 1403) informou que foi realizado um orçamento com uma empresa "top de linha", reconhecida no mercado, a GYMACO, pelo qual a reforma geral no edifício custaria R$ 280.729,A0 (duzentos e oitenta mil e setecentos e vinte ê novê reais), estando incluído neste valor a mão de obra e material. Diante do tumulto criado pelo valor mencionado, foi dada a palavra a Conselheira Srta. Fernanda Barbosa {aptoí003}, que interpelou a Sra. Síndica (apto 14031 afirmando que desde julho de 2010, o Conselho Fiscal tem se reunido e debatido sobre um orçamento total de no máximo R$ 48.000,00 (quarenta e oito mil reais), o que já estava sendo considerado alto, e que agora, surpreendentemente, surge na Assembléia este valor absurdo. A Sra. Síndica (apto 1403) alegou que realizou um orçamento mais completo para a reforma. Diante da resposta da Síndica, a Conselheira Srta. Fernanda Barbosa (aptoí003), realizou a leitura de um dos relatórios da Reunião do Conselho Fiscal, pelo qual ficava determinado que as obras emergenciais, que tratavam das rachaduras do G1 e do G2, valoradas em aproximadamente R$5.000,00 (cinco mil reais), foram autorizadas pelo Conselho Fiscal, tendo em vista o perigo da demora, e que as demais deveriam ser colocadas para deliberação da Assembléia. A Sra. SÍndica (apto 1403) argumentou que o Condomínio não tinha dinheiro para realizar tais obras. A Conselheira Srta. Fernanda Barbosa (apto1003), respondeu que o Conselho Fiscal nunca foi informado desta situação, que não estavam recebendo os Balancetes em tempo oportuno para análise, por exemplo, o balancete de dezembro de 2A10, foi entregue apenas dois dias antes desta Assembléia, e que nem mesmo tinham sido consultados, sequer informados, dos saques do Fundo de Reserva, ou da situação deficitária do Condomínio, pelo contrário, nas reuniÕes a Síndica debatia com os conselheiros e deliberava em conjunto, acatando as decisões, porém nunca as executava. O Conselheiro Sr. Leandro (apto 903) também resgatou os relatórios das Reuniões do Conselho Fiscal, e alertou que sempre ficavam determinados os procedimentos que deveriam ser tomados, e que a situação deficitária dos recursos do Fundo de Reserva realmente não foi informada, e que o Condomínio, que está representado pela figura da Síndica, tem responsabilidade pelos eventuais danos resultantes da omissão das reformas necessárias e emergenciais que não foram executadas. Ponderou que mesmo que os recursos sejam escassos, o condomínio tem que investir obrigatoriamente nas reformas consideradas emergenciais e urgentes, em especial naquelas que porventura possam acarretar riscos a edificação ou a vida humana. O Sr. Paulo Elias Rodrigues (apto 1301) refletiu que o orçamento apresentado, era uma visão geral das reformas, e que agora, caberia aos condôminos traçar as prioridades e organizar a execução e planejar os custos, exemplificando: instalação elétrica, infiltração nos aptos, G1 e G2, etc. No tocante a questão elétrica, a Sra. SÍndica Fernanda Sousa Avila (apto 1403) relatou que a luz do condomínio estava caindo uma fase, e por tal razãa um elevador estava ficando parado no horário do meio dia. Consultada, a CELESC explicou que tal oçorria, em razão dos muitos apartamentos e lojas que estão instalando equipamentos de ar condicionado. A Sra. Síndica Fernanda Sousa Avila (apto í403) comunicou que antes de realizar uma eventual troca do disjuntor, está realizando um estudo da situação que custou R$550,00 (quinhentos e cinqüenta reais), que será entregue no dia 02 de fevereiro. A Sra. Neida Giovanez (apto 12Aq informou que caso tenha necessidade de trocar o transformador, a própria CELESC realiza a troca. Considerando o adlantado da hora, apesar de não ter sido esgotada a Ordem do Dia, o Presidente da Assembléia Conselheiro Sr. Leandro Heitor Becker (apto 903) encerrou a Assembléia com a concordância de todos os presentes, deixando os assuntos pendentes e os demais que foram propostos, para serem dado continuidade na próxima Assembléia Geral Extraordinária do Condomínio marcada para o dia 15 de fevereiro de 2A11 (terça-feira). Contendo em anexo a Lista de Presença assinada por todos os presentes, e também a proposta de Previsão Orça ria para 2011, foi lavrada a termo esta ata, que segue assinada por mim, Secretária Srta.lFernanda Barbosa Toesqui (apto1003) e pelo Presidente da e um (3Í) de janeiro (01) cker Assembléia Sr. Leandro de dois mil e onze (2411), lïii'iço

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Ata da Assembléia 31.01.2011  

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