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Francisco Costa Portf贸lio


Francisco costa PortFรณlio

Francisco costa | arquitecto avenida Helen Keller nยบ11 6ยบB, 1400-197 lisBoa, Portugal t +351 964 475 707 | +351 213 620 741 Francisco.amP.costa@gmail.com novemBro 2010


Francisco Azevedo Mendes Pereira Costa | Curriculum Vitae Data de Nascimento Nacionalidade B.I. nº Morada Telefone Telemovél E-mail Carta de Condução

28.02.1986 Portuguesa 12977933, 29.10.2007 Lisboa Avenida Helen Keller, nº 11 6ºB, 1400-197 Lisboa, Portugal +351 213 620 741 +351 964 475 707 francisco.amp.costa@gmail.com B, L-1874240, 16.06.2004

Formação Académica 2007 | 2009

Mestrado Integrado em Arquitectura, Universidade Autónoma de Lisboa Nota de Prova Final: 18 Media Final do Mestrado: 16

2004 | 2007

Licenciatura em Estudos de Arquitectura, Universidade Autónoma de Lisboa Media Final da Licenciatura: 15

1996 | 2004

2º e 3º Ciclo do Ensino Básico + Ensino Secundário, II Agrupamento - Artes, Colégio Moderno, Lisboa

Experiência Profissional 2010 2010 2007 | 2010

Colaborador, Barbini Arquitectos, Lisboa, Portugal Colaborador, PLCO Arquitectos, Lisboa, Portugal Colaborador, RCJV Arquitecto, Lisboa, Portugal


Formação Complementar 2010 2008 2007 2006 2005

“AICO - Architecture International Congress at Oporto”, Darco Magazine | Jofebar “IX Seminário Internacional de Arquitectura | Connections”, DA/UAL | Tutores: Valerio Olgiati, Tamara Olgiati “7. Internationaler Architecture Sommer Workshop Würzburg”, Stadbau Würzburg | Tutores: Juhani Karanka, Rainer Gumpp “IV Taller Internacional de Arquitectura «Imitacíon y experiencia»”, UNIA | Tutores: Pierluigi Salvadeo, Zecca Gianluca “«Para-Arquitecturas» 3º Seminário Internacional de Projecto”, FA/UTL | Tutor: Pedro Burgaleta

Conhecimento Informático

Capacidades Linguísticas

Advançado

Língua Materna Fluente Básico

Intermédio Básico

Archicad Adobe Photoshop Corel Paint Shop Pro Google SketchUp Adobe Indesign Cinema 4D Adobe Dreamweaver Adobe Flash Adobe Illustrator Adobe Premiere Domínio de Ferramentas do Microsoft Office Ambientes Windows e Mac OS

Português Inglês Francês Espanhol


Projectos selecionados casa-Pátio centro de arte contemPorânea de santos HaBitação de luxo na estrela teatro em carnide 100 PossiBilidades de HaBitar lisBoa less HeatHrow runways suKKaH city: nyc 2010 warming Huts: tHe House oF tHe setting sun


casa-Pátio Porto Brandão, almada, Portugal

O exercício pressupunha a criação de uma Casa Pátio num terreno situado numa arriba íngreme na margem sul do Tejo, junto a Porto Brandão. O programa era claro e definia à partida volumetria do projecto. Três cubos de 6 metros de aresta com 3 funções distintas: Casa, Pátio, Trabalho. O Cubo correspondente ao Pátio teria de ser obrigatoriamente encerrado em todas as faces, excepto o topo. Contrariando a generalidade das soluções apresentadas, o projecto rejeita o trabalhar com a topografia acidentada da arriba, implantando-se no topo da ravina, procurando criar uma relação forte com as vistas para a cidade de Lisboa e com o edificado envolvente. O limite sul do lote encontra-se já na área envolvente do Edifício do Lazareto Novo de Lisboa. Construído em 1869, junto do Forte de S. Sebastião Caparica, este edifício de planta radial em U é constituído por 6 Blocos e é um dos principais Monumentos do Concelho de Almada. Originalmente visava receber de quarentena os viajantes que entravam em Lisboa por via marítima, suspeitos de alguma doença contagiosa. Entre Doentes e funcionários, que viviam em alas separadas do edifício, chegou a albergar no seu interior 841 pessoas. Posteriormente foi nomeado Asilo 28 de Maio e no pós-25 de Abril, sob gestão da Casa Pia, albergou populações oriundas das ex-colónias africanas. Apesar da sua escala e imponência no topo da arriba, e da especificidade e qualidade do seu desenho, este edifício está hoje ao abandono. Pareceu então oportuno criar uma relação entre este edifício e o projecto a propor de forma a chamar à atenção para importância histórica e arquitectónica do Lazareto Novo de Lisboa.

rio, onde os diferentes corpos são pousados procurando direccionar as vistas para pontos específicos. Assim o Cubo destinado ao trabalho é colocado a nascente abrindo-se única e directamente para a vista mais intensa e agitada da cidade de Lisboa, e da sua entrada pela ponte 25 de Abril, e por oposição a poente, o Cubo destinado à habitação abre-se à vista mais plácida da foz do Rio Tejo. Por oposição às vistas o Pátio é aberto apenas ao céu procurando dar à casa uma zona mais introspectiva onde se possa descansar das vistas imponentes para o Tejo. No seu interior os cubos encerrados estão dispostos de forma simétrica. O piso zero da habitação tem um duplo pé-direito para dar uma escala maior e mais desafogada à entrada, tendo por oposição a zona da Sala/Cozinha um pé-direito simples junto às janelas procurando conferir uma escala mais humana. A casa de banho está colocada no espaço debaixo da escada que dá acesso à mezanine onde fica o Quarto. No cubo destinado ao Trabalho o espaço é invertido, sendo a mezanine colocada a sul libertando o alçado norte e tornando o assim num ecrã de 6 por 6 metros com vista para a cidade e o rio.

O projecto implanta-se então como uma segunda vaga do Lazareto. Os cubos são dispostos em semicirculo, como um segundo anel do Lazareto, procurando ao mesmo tempo com a rotação dos volumes criar uma zona de acolhimento antes da entrada da casa que é feita pelo pátio colocado ao centro.

Casa Pátio

Um pouco à imagem do Cemitério de Finisterra do arquitecto César Portela, o projecto constróise numa plataforma plana, elevada em relação ao

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Flavio Barbini, Diogo Seixas Lopes Area 110 m2

Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Casa Patio com 3 Cubos de 6 metros de Aresta Porto Brandão, Almada, Portugal Março | Maio 2005 Projecto II Universidade Autonóma de Lisboa


5

6

B

C’

Piso 1

1

3

A

A’ 2 4

B’

C

Piso 0

Corte AA’

Legenda: 1. Sala/Cozinha | 2. I.S. | 3. Sala de Trabalho | 4. Arrumos | 5. Quarto | 6. Sala de Computadores | Esc. 1:200


Alçado Norte

Alçado Sul

Corte CC’

1 2

5m


Axonometria


Corte BB’


Fotografias de Maquete: Vistas Sul e Norte (Entrada)


Fotografias de Maquete: Pรกtio


Vistas do Interior: Quarto e Sala


Vistas do Interior: Espaรงo de Trabalho


centro de arte contêmPoranea de santos santos, lisBoa, Portugal

Neste exercício era proposta a construção de Galeria de Arte Contemporânea no bairro de Santos. Recém apelidado “Santos Design District” pela oferta cultural que se concentrou neste bairro, que foi sempre um lugar de encontros, entre a cidade antiga e o rio, mais tarde, no séc. XIX, entre essa mesma cidade e o aterro ribeirinho onde se instalaram algumas das industrias da cidade de Lisboa.

possível olhar os pisos que estão a um nível inferior ou superior mesmo quando fisicamente separados. Iluminação natural faz-se por uma única abertura, um enorme volume em vidro presente na galeria, que resulta do rasgo provocado pela escada pública no edifício, e pode também ser considerado como o objecto do conceito Heideggeriano “Espaço dentro do qual a presença plástica pode ser entendida como um Objecto.”

O projecto consiste em dois blocos que fecham e tentam assim consolidar a frente de cidade. Estes blocos que prolongam as fachadas dos edifícios contíguos ao lote interceptam-se numa escada de uso público que une a cota do Largo Vitorino Damásio à cota da Calçada Marquês de Abrantes. Esta escada além de orientar toda a disposição interior do edifício, faz neste um rasgo através do qual a luz chega ao interior. Em resposta ao programa as áreas de carácter mais público, a cafetaria e livraria, são colocadas em espaços transparentes e abertos para o largo como que convidando a vida deste bairro e da cidade a entrar no edifício e vice-versa. A administração encontra-se à cota da Calçada Marquês de Abrantes bem como o átrio da galeria, átrio este que é uma mezanine encontrando-se por baixo a zona de casas de banho e lockers da galeria. No subsolo encontra-se um piso de acervo cuja área corresponde ao perímetro total do lote. A galeria de exposição propriamente dita funciona na sua totalidadeemtrêspisoscolocadosacimadacotadacalçada. O espaço da galeria assume-se como um volume fechado ao exterior, reforçando o contraste entre a transparência dos espaços mais públicos e a necessidade de abstracção que uma galeria de arte requer, invertendo ao mesmo tempo a dualidade entre peso e leveza. Para a criação dos espaços e ambientes interiores nos dois blocos primários, tirou-se partido dos instrumentos adquiridos com o exercício da escultura de Oteiza, criando assim através da subtracção de massas, uma grande diversidade de espaços com pés direitos duplos e triplos em vários pisos. Esta ideia de permeabilidade entre os diversos espaços está sempre presente, já que sendo a galeria aberta para si mesma é

Centro de Arte Contêmporanea de Santos Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Galeria de Arte Contêmporanea Largo Vitorino Damársio, Lisboa, Portugal Março | Julho 2006 Projecto IV Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Professores

Francisco Costa Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador 2420 m2

Area


8

Cobertura

Piso 6 8. Espaテァo Expositivo

Piso 3 6. テ》rio | 7. Administraテァテ」o

Piso 2 4. I.S. | 5. Lockers

5

6

7

4


8

8

Piso 5 8. Espaรงo Expositivo

8

Piso 4 8. Espaรงo Expositivo

1 2

Piso 1 2. Livraria | 3. Zona de Leitura

5

10m

Piso 0 1. Cafetaria | 2. Livraria

2

2 3

1

2


Espaテァos Expositivos

テ》rio I.S. | Lockers

Administraテァテ」o

Escada de Atravessamento

Zona de Leitura

Livraria

Cafetaria


Alçado Sul

Alçado Norte

Corte AA’

Corte BB’

Corte EE’

Corte DD’


Corte E


Escada

Corte Transversal

1

2

5m


Maquete Esc. 1:100 Vista do Espaรงo Expositivo | Vista de Sul


Maquete Esc. 1:50 Vista da Escada, テ》rio e Adiministraテァテ」o


Vistas Interiores: Cafetaria | Livraria | テ》rio e Administraテァテ」o


Vistas Interiores: Espaรงo Expositivo


HaBitação de luxo na estrela estrela, lisBoa, Portugal

O projecto consiste num edifico de habitação de luxo que se coloca paralelamente à Basílica da Estrela recuando face à rua para assim libertar a frente do lote e tentar dar uma geometria definida à Praça da Estrela. Ao recuar e para responder à área de construção pedida no programa, o edifício alinha a poente com a cércea do Cinema Paris e cresce em altura a nascente para assim a volumetria reforçar a relação criada na implantação com a Basílica da Estrela. Pretendeu-se também criar relações de escala através da volumetria com o grande vazio do Jardim da Estrela e com os edifícios da Avenida Infante Santo, procurando fazer o remate da Avenida com o novo volume. Com o “luxo” como tema central de projecto, foi trabalhada neste edifício a ideia de “espaço exterior privado” como concepção de um luxo que aliado ao clima favorável de Lisboa seria o grande momento do projecto. Assim criam-se vazios que conformam para cada habitação o tal “espaço exterior privado” tomam o protagonismo quer no desenho das casas que se fecham totalmente ao exterior e abrem totalmente para os vazios criados, quer no desenho alçado onde apenas lemos a presença destes vazios subtraídos à massa do edifício.

Para reforçar esta ideia da subtracção estes vazios formalizam-se através de planos em vidro quer nas paredes quer no tecto e pavimento, e o edifício todo em betão branco de tonalidade próxima à pedra da Basílica. As habitações, que variam entre T5 e T0, são encaradas como espaços amplos que existem á volta e por entre os pátios. A tipologia base, o T5, consiste num duplex com dois vazios de duplo pé direito aos quais se agregam ao maior no piso inferior a sala de duplo pé direito, um escritório/biblioteca e as circulações verticais e ao menor vazio agrega-se a cozinha e a sala de jantar. O piso superior tem agregado ao maior vazio um quarto com casa de banho e ao menor dois quartos e uma casa de banho. As casas de banho tal como os vazios, foram encarados como elementos soltos para permitir a máxima variação de desenho e libertar cada habitação para uma leitura de espaço total. Assim todas as divisões comunicam não só visualmente pelos pátios, mas também espacialmente sem barreiras físicas. Ainda assim é sempre possível fechar as diferentes divisões através de planos de correr.

Habitação de Luxo na Estrela Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Edificio de Habitação de Luxo na Estrela Lisboa, Portugal Outubro | Janeiro 2007 | 2008 Projecto Vii Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Francisco Aires Mateus, Valentino Capelo Sousa Area +info

http://issuu.com/kikux/docs/projectovii


Planta Praรงa da Estrela

1

2

5m


Maquete Praรงa da Estrela | Esc. 1:500

Maquete Avenida Infante Santo | Esc. 1:5000


Alรงado Rua da Estrela

5 10

20m

Alรงado Rua Domingos Sequeira

Corte Transversal


Tipologia Base: Planta Piso 0

Planta Piso 1

Corte Transversal

1 2

5m

Corte Longitudinal


Vistas do Interior


teatro em carnide carnide, lisBoa, Portugal

O Projecto consiste num edifício com três corpos unidos por uma pala, que procura relacionar-se com a envolvente através da sua escala e da direcção assumida, tentando assim dar também uma geometria definida ao jardim criado no interior para o qual os corpos se abrem totalmente. A Ideia mais forte deste projecto, passa não por projectar apenas um edifício, mas sim por projectar um “Centro” para a freguesia de Carnide. Um pouco à imagem dos antigos Fóruns Romanos, procurou criar-se um grande espaço ao ar livre de carácter público, que reúne à sua volta uma série de serviços públicos que para ele se abrem. Assim pretende-se que este conjunto seja gerador de encontros e de vida entre os habitantes, um sítio onde as pessoas se reúnem para actividades de lazer, para trabalhar ou para debater os problemas da freguesia, saindo assim o seu sentimento de comunidade reforçado. No corpo colocado a sul, que deixa um afastamento das casas da Rua das Parreiras e que repete a sua escala e volumetria (ver esquemas de abordagem ao projecto), é colocada a sala de estudo e a Cafetaria/ Restaurante. A sala de estudo é um espaço contínuo aberto ao jardim que é pontuado por dois volumes que albergam uma sala de aula e instalações sanitárias, configurando também a recepção a esta sala de estudo. Também neste corpo sul mas separado por um dos eixos condicionantes está a Cafetaria/Restaurante, que me pareceu mais acertado albergar também esta segunda função mais pesada para criar relações de concorrência mais fortes com os restaurantes existentes no Largo do Coreto e assim fixar um maior número de pessoas nos horários de almoço e jantar. No eixo condicionante que sai do vazio da Rua das Parreiras é criada uma entrada para este complexo com uma pala que simula as coberturas de duas águas aí existentes. Do outro lado, no limite Norte do lote, é colocado um corpo de volumetria semelhante ao corpo sul que albergará a administração do espaço (que é basicamente constituída por 2 gabinetes, uma sala de reuniões e um espaço de recepção), um espaço de Átrio com Bilheteiras/Bengaleiro, e um espaço multiusos muito amplo, uma grande nave que poderia

ser utilizado como espaço expositivo, ou ser subdividido para albergar aulas de dança e ateliers de pintura, ou para ensaiar as marchas populares. Integrados neste edifício estão também os acessos ao estacionamento subterrâneo, que conta com 60 lugares. A coroar este complexo estaria então o Teatro, que assume uma volumetria maior e mais livre, para ganhar uma presença forte no jardim e uma relação intensa com a rua, procurando também fazer a transição de escalas entre os edifícios de 1 e 2 pisos do centro histórico com os edifícios de habitação de 5 e 10 pisos da Travessa do Pregoeiro. Dividido em dois pisos, e desenhado com a capacidade de 195 pessoas na plateia, mais 30 em galeria, foi encarado também ele como um espaço multiusos que tendo todas as valências comuns num pequeno teatro clássico (foyer, caixa de palco, bastidores, sala de ensaios, camarins, etc.), poderia ainda albergar outro tipo de espectáculo, como concertos de música, projecções, conferências, ou reuniões com a população. O tratamento dado às fachadas deste complexo procura reforçar a ideia de criar um centro, já que para o exterior existe uma malha apertada de pilares de betão pré-fabricados (que procuram fazer um filtro desse mesmo exterior), e por oposição os edifícios abrem-se completamente ao interior, com grandes envidraçados, procurando ter assim uma relação mais intensa com o jardim criado. Para reforçar ainda mais esta relação existem palas com alturas variadas que se projectam para o exterior e que permitem uma estadia exterior mais abrigada aos utentes deste espaço.

Teatro em Carnide Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Teatro + Restaurante + Sala de Estudo + Exposição Carnide, Lisboa, Portugal Abril | Junho 2008 Projecto VIII Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Pedro Reis, Telmo Cruz Area 7000 m2 +info

http://issuu.com/kikux/docs/teatrocarnide http://www.youtube.com/watch?v=7eZAqyh2DLY


Ortofoto


Legenda: 13. Palco 14. Plateia 19. Acesso ao Estacionamento Subterrâneo 20. Rampa de Acesso ao Estacionamento Subterrâneo 24. Parque de Estacionamento Subterrâneo 25. Camarins 26. Sala de Maquinas 27. Guarda-Roupa 28. Armazém de Cenários 29. Carpintaria 30. Bastidores 31. Sala de Ensaios

19

20

20

19 25 30

13

14

26 27

29

24

28

2 5 10m Planta Piso -1


Legenda: 1. Recepção Sala de Estudo 2. I.S 3. Internet 4. Zona de Estudo Colectiva 5. Sala de Aula 6. Zona de Puf’s 7. Entrada Rua das Parreiras 8. Cafetaria 9. Esplanada 10. Cozinha 11. Restaurante 12. Entrada de Serviço 13. Palco 14. Plateia 15. Galeria 16. Régie 17. Foyer 18. Recepção/Bengaleiro 19. Acesso ao Estacionamento Subterrâneo 20. Rampa de Acesso ao Estacionamento Subterrâneo 21. Armazém 22. Espaço Expositivo 23. Administração 31. Sala de Ensaios

1 2

19 3

23

20

4

5 6 22

7

8 2 10

9 21 20

2

2 11

19 18

15 31

13

14

17 16

15 12

Planta Piso 0


Alรงado Sul

2

5

10m

Corte Longitudinal

Corte Transversal

1 2

5m


Fotografia de Maquete com coberturas | Esc. 1:200


Fotografia de Maquete sem cobertura | Esc. 1:200


Fotomontagens Vista do Interior do Lote | Entrada Rua das Parreiras


Fotomontagens Vista da Plateia no interior doTeatro | Entrada Principal


100 PossiBilidades de HaBitar lisBoa avenidas novas, lisBoa, Portugal

Lisboa, tal como outras metrópoles, atravessa um momento de crise no que toca ao tema da habitação. A terciarização e consequente mono funcionalidade dos centros das cidades faz com que cada vez menos pessoas aí fixem residência e que assim os centros urbanos e históricos atravessem um grave problema de desertificação. Moram neste momento 550.000 pessoas no concelho de Lisboa, mas a capital perde cerca de 10.000 habitantes todos os anos para as suas periferias. Apesar disso 2,1 milhões de pessoas vivem na sua periferia e uma grande percentagem destas continua a deslocar-se para o centro de Lisboa todos os dias, mas quando percorremos as ruas da cidade fora das horas de expediente ou ao fi m-de-semana temos a sensação assustadora de que falta gente a esta cidade, de que lhe falta densidade. No entanto há hoje em Lisboa mais de 60.000 casas vazias prontas a habitar.

através da construção em altura, já que esta não interferirá com um dos maiores patrimónios da “cidade das sete colinas”, a sua intensa relação visual com o Rio Tejo, e o sistema de vistas sobre a própria cidade. Este trabalho permitiu uma reflexão transversal sobre o que é habitar hoje, partindo da escala da cidade até ao conforto da proporção dos espaços da casa e dos materiais que os constituem. Paralelamente é dada em todas as escalas uma importância fundamental ao espaço exterior, quer ele seja o grande espaço público na cidade, quer a possibilidade da existência de um pátio em cada uma das habitações.

Planta de Análise dos Interiores de Quarteirão das Avenidas Novas

O Exercício proposto no início do ano lectivo consistia em repensar a habitação na cidade de Lisboa, propondo “100 possibilidades de Habitar Lisboa”. As únicas condicionantes apresentadas à partida eram o número e a escolha de um lugar para desenvolver este trabalho e implantar as 100 habitações.

Área Construída

A oportunidade de criar “100 Possibilidades de Habitar” permitiu analisar todo o problema complexo da habitação em Lisboa e repensá-lo de forma a procurar novas soluções que venham oferecer mais qualidade de vida aos habitantes e ao mesmo tempo repovoar o centro da cidade.

Lotes Devolutos

O objectivo deste projecto é, através da ocupação de vazios urbanos no seio da cidade consolidada, tentar potenciar as zonas envolventes para que possam inverter a tendência de desertifi cação. Assim, os lotes escolhidos encontram-se naquela que é hoje a área central da nossa cidade, com a vida mais cosmopolita, as Avenidas Novas. Melhor servida de infra-estruturas e serviços, esta é a zona mais activa economicamente, e que melhor receberá uma maior densidade de construção e de gente, da qual Lisboa neste momento tanto necessita. Estando esta zona localizada no Planalto de Lisboa é possível explorar aqui a densifi cação da cidade

Área Pavimentada Estaciobamento Automóvel Área de Solo Permeável e Coberturas Ajardinadas

Lotes Vazios Lotes de Possível Intervenção

100 Possibilidades de Habitar Lisboa Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Edificio de Habitação em Lisboa Avenidas Novas, Lisboa, Portugal Outubro | Dezembro 2008 | 2009 Projecto IX | X Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores João Luis Carrilho da Graça, Inês Lobo, Pedro Oliveira Area 8.000 m2

+info

http://issuu.com/kikux/docs/tese


1. Rematar as empenas cegas e completar a frente de rua, criando a possibilidade de atravessamento e acesso ao interior do quarteirão.

2. Regularizar o espaço interior do quarteirão reabilitando-o, e tornando-o semi-público.


3. A Habitação constrói-se suspensa unindo as duas frentes de rua virando-se para o interior de quarteirão reabilitado.

4. Resolver o problema de estacionamento desta zona com a construção de um parque subterrâneo que se articula com o parque já existente do hotel contíguo.


Intervenção à Escala do Quarteirão O Projecto consiste num grande volume levantado do chão que une as duas frentes de rua do lote e em outros quatro volumes mais baixos que fazem o prolongamento das cérceas dos edifícios contíguos, definindo assim o plano das ruas e reforçando a ideia de interior de quarteirão. Para reforçar a clareza da estratégia para este projecto, apenas o grande volume elevado do chão contém as habitações pedidas no enunciado. Por ser uma zona que o PDM prevê como mista, os outros quatro volumes destinam-se a comércio, escritórios e a um equipamento comunitário. Assim a separação programática vem reforçar a ideia implícita na separação e assunção por si dos volumes. O projecto pretende, além da construção de fogos de habitação contida no enunciado, pensar o que pode vir a ser o espaço de interior deste quarteirão. As premissas do projecto vão no sentido de enfatizar essa vontade de pensar e valorizar o interior do quarteirão, já que o edifício de habitação se formaliza como uma ponte que une as duas frentes de rua, levantando-se do chão e libertando assim mais área no interior do quarteirão. O projecto tem a ideia de pensar e qualificar o interior do quarteirão como um todo. O objectivo é tornar este espaço, que está hoje esquartejado e privatizado em pequenos segmentos avulsos numa ampla praça interior, ajardinada e arborizada, à qual possam aceder todos os moradores do quarteirão e também os utentes dos hotéis nele existente. Para isso seriam demolidas todas as construções e ruínas do interior do quarteirão, e para esta intervenção ter viabilidade económica seria construído no subsolo um parque de estacionamento, na área onde existe a nova construção, que serviria de garagem para todos os moradores, os escritórios e os hotéis desta zona. No primeiro piso de estacionamento ficariam então as áreas de compensação pelas construções demolidas no

interior do quarteirão ao nível térreo, e lugares de estacionamento para os dois hotéis existentes no quarteirão. Nos pisos inferiores estariam pisos de estacionamento destinados aos moradores e aos escritórios. O desenho do interior do quarteirão é feito através de percursos que redesenham o perímetro do interior e dão acesso a todos os edifícios do quarteirão. Estes percursos procuram também definir um novo espaço interior ajardinado que confere uma leitura mais unitária deste espaço. Sob o volume das habitações, tirando partido quer da topografia quer do facto de ser uma área impermeabilizada pela presença do estacionamento, é criado um pequeno espaço de estar em forma de auditório ao qual se junta o atravessamento do interior quarteirão. É também desenhado um espelho de água onde seriam despejadas as águas pluviais recolhidas na cobertura e nos pátios das novas construções. Estas águas serviriam também para regar o jardim criado no interior do quarteirão. O volume das habitações pretende também reforçar a ideia de requalificação do interior do quarteirão, já que inverte a lógica de desenho de alçado habitual, sendo os seus alçados de rua cegos e os que dão para o quarteirão desenhados como se de fachadas principais se tratassem, com um padrão ritmado para dar uma nova “cara” a este interior. Este ritmo é dado pelas variações da tipologia base e pela simetria em planta que os pisos vão tendo à medida que subimos. Ao contrário do que é comum os acessos ao edifício de habitação são localizados já no interior do quarteirão, em duas pequenas ruas que são criadas para lhe dar acesso. Os acessos verticais deste edifício localizam-se a cada dois apartamentos, sendo assim o acesso às habitações feito em esquerdo-direito, como na maior parte dos edifícios da cidade. Com a variação das tipologias ao longo dos pisos consegue-se por vezes que o átrio de acesso seja exclusivo a uma única habitação.


Alรงado Sul

5

10

20m

Alรงado Norte


Corte Transversal

Corte Longitudinal


Fotografia de Maquete | Esc. 1:200


Tipoligia Base: Construir Uma Nova Forma de Habitar Como foi dito na introdução aquilo a que me propus neste exercíciofoiprocuraro habitarideal para a cidade de Lisboa. Pareceu-me em primeiro lugar que um habitar qualificado em Lisboa exigiria a integração de um espaço exterior privado, um pátio, terraço ou varanda, com dimensão suficiente que permitisse aos habitantes gozarem do exterior nas suas habitações. Esta decisão acontece baseada na observação das condições climáticas e geográficas da nossa cidade. Lisboa tem um clima temperado todo o ano devido à proximidade do mar. Mesmo no Outono e no Inverno, altura em que as temperaturas baixam, é possível desfrutar de dias ensolarados e amenos. Além disso, dada a topografia da cidade, é possível ter vistas de vários pontos sobre a cidade. Assim é dada ao pátio uma importância central na habitação, representando um quarto da área do piso 0. Este pátio é tratado como uma sala exterior que permite o seu usufruto todo o ano, e serve também como um dispositivo que medeia a relação do interior com as vistas sobre a cidade. Para esta habitação foi escolhida trabalhar como base a tipologia T3 por me parecer ser a tipologia mais flexível. É a tipologia limite para albergar um único habitante e permitir que este se sinta confortável, e tendo mais uma divisão que o T2, permite ter um número maior de habitantes, e

uma maior variedade na ocupação dos espaços. A habitação desenvolve-se em duplex e é dividida em 4 por dois eixos perpendiculares. No piso térreo temos num primeiro “quadrante” a entrada, junto aos acessos verticais, com pé direito simples, que se abre para a sala de duplo pé direito. Esta entrada comunica com a cozinha. O volume da cozinha tem também uma despensa e uma casa de banho. No lado oposto encontram-se as escadas para o piso de cima e uma divisão que abre para o pátio que pode ser utilizada como sala de jantar ou escritório. O pátio, para o qual as divisões principais da casa se abrem, conta com a mesma área da sala de duplo pé direito, e juntas têm metade da área do piso térreo da casa. No piso de cima temos ao centro a saída das escadas e um mezanine que se abre sobre a sala e dá acesso à casa de banho e aos quartos. De cada lado da casa encontram-se os quartos com as mesmas dimensões. No alçado sul existe apenas uma grande abertura, a do pátio, que pretende reforçar a importância deste na casa. No alçado norte o desenho de fachada é inverso ao alçado sul sendo agora abertos vãos directamente neste alçado. A partir desta tipologia base, são feitas inúmeras variações, ocupando sempre a mesma área de laje e tendo divisões de áreas iguais, que pretendem possibilitar a máxima variação na apropriação do espaço pelos diferentes tipos de ocupantes.


10

3

10

2

1

4

6

7

8

Legenda:

Ă reas:

1. Entrada 2. Cozinha 3. W.C 4. Despensa 5. Arrumos 6. Sala 7. Sala de Jantar 8. PĂĄtio | Varanda 10. Quarto

6 m2 9 m2 5 m2 3 m2 2 m2 24 m2 15 m2 24 m2 13 m2


B

C

4

7

5

8

3

2

1

6

B

A

C

A Planta Piso 0

Corte Longitudinal A

Alรงado Sul

Legenda: 1. Entrada | 2. Cozinha | 3. W.C | 4. Despensa | 5. Arrumos | 6. Sala | 7. Sala de Jantar/ Escritรณrio/ 3ยบ Quarto | 8. Pรกtio/ Varanda


10

3

8

10

6

Planta Piso 1

Corte Transversal B

Corte Transversal C

Alรงado Norte

Legenda: 3. W.C | 6. Sala 8. Pรกtio/ Varanda | 10. Quarto

1

2

5m


less HeatHrow runways | greenPeace comPetition HeatHrow, reino unido

“Uma peça significante com poder estético e cultural e um desenho de vanguarda, que ajudará, com argumentos culturais e ambientais, à vitoria moral contra a destruição de comunidades para a construção para uma infra-estrutura altamente poluidora. O seu poder simbólico ajudara a derrotar os planos para a nova pista ainda antes dos bulldozers da BAA aparecem no horizonte.” É assim que a Greenpeace descreve a proposta ideal para vencer o concurso de Heathrow. O ênfase deve ser colocado não na preparação para um combate, mas sim para vencer um debate. Mais importante do que fortificar fisicamente o lote, como o titulo sugere, é fortalecê-lo simbolicamente. O nosso projecto procura criar um objecto apelativo e forte, que seja um exemplo claro do esforço da Greenpeace contra a expansão do Aeroporto de Heathrow. A torre é uma tipologia ancestral, claramente vista através da história como um símbolo cultural em todo o globo. As igrejas inglesas de torre redonda, as torres sineiras cristãs ou os minaretes islâmicos marcam as paisagens envolventes, chamando a si os fiéis. Esta torre procura alertar numa “paisagem” mais vasta, o mundo, para um desafio mais amplo, as alterações climáticas. Uma vez construída, resistirá às tentativas de demolição sem sequer ser tocada. Nenhuma autoridade pública correria o risco de destruir um símbolo de uma luta pacífica e não violenta contra as alterações climáticas, supostamente apoiada também por todos os governos do mundo ocidental. Seria imediatamente comparada aos ataques de 11 de Setembro 2001 contra o World Trade Center, um símbolo do poder económico americano. Apenas dois elementos naturais são utilizados para a construção desta torre (Terra e Árvores) e apenas outros dois sustentam o seu funcionamento (Água e Sol), procurando sempre o mínimo de intervenções exteriores não naturais. Desta forma a torre é um ecossistema em equilíbrio com a natureza envolvente, estando os seus elementos interligados.

A distribuição vertical do programa permite o rácio baixo de ocupação do solo, mantendo as produções ecológicas existentes. As formas circulares em planta reforçam a estabilidade estrutural das paredes em taipa. Três cones truncados, à mesma distância e posicionados formando um triângulo equilátero, geram a geometria exterior da torre. No seu interior existem quatro cilindros verticais, sendo o central ocupado por uma escada que estrutura a circulação. A área reduzida de cada espaço enfatiza a sua dimensão vertical. A mudança na localização dos patamares da escada dispostos no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio e a dimensão dos vãos exteriores, distinguem e hierarquizam os diferentes espaços. Os espaços de pé direito duplo correspondem a espaços público com aberturas maiores. Os Espaços de pé direito simples correspondem aos dormitórios ou a áreas de serviço. No topo, os três cones truncados terminam a Alturas diferentes, criando novas variações altimétricas e uma zona exterior que tem vista sobre o aeroporto. Os activistas da Greenpeace podem vigiar constantemente o aeroporto de Heathrow deste ponto privilegiado, ao mesmo que planeiam e organizam novas acções de protesto. Assim que os planos de expansão forem abandonados, e a torre cumpra assim o seu objectivo inicial, a natureza pode então tomar conta da construção, tornando-a num eterno ícone verde.

Less Heathrow Runways Projecto Localização Data Cliente Area

Airplot Design Contest Heathrow, UK Abril 2010 Greenpeace, UK

Arquitectura Fracisco Costa, Miguel Torres, Sérgio Nunes Equipa Fracisco Costa, Miguel Torres, Sérgio Nunes Colaboração Autoria, Concepção, desenhos, Modelo 3D e imagens +info

http://issuu.com/kikux/docs/greenpeace http://www.airplot.org.uk


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Vistas do topo, interior e vista aerea da Torre


suKKaH city: nyc 2010 union square, nova iorque, eua

“Rope Twards the Sky” procura construir-se num só gesto, com apenas um elemento: uma única corda. Não há distinção entre as quatro paredes do Sukkah e o seu “Schach” (Cobertura). A superfície de quatro faces que define as paredes intercepta-se a si mesma, transformando-se em “Schach” e encerrando o Sukkah. Esta superfície está amarrada a uma estrutura metálica que mede 10 pés x 19 pés x 20 cúbitos, o volume máximo de construção permitido. O “Schach” tem de ser obrigatoriamente construído com “algo que tenha crescido a partir da terra”, e foi preparado para ser usado especificamente no “schach”. A corda de 2000 pés de comprimento, feita de cânhamo-de-manila ou outra fibra natural pode deste modo ser usada como schach. Este é assim o elemento mais importante e essencial do sukkah, sendo por isso fabricado à medida. O desenho da superfície e o espaçamento da corda (nunca excedendo um palmo) providencia facilmente “mais sombra do que sol” durante todo o dia.

Ainda assim, a permeabilidade visual continua a existir, característica de extrema importância para um Sukkah colocado num espaço público que assim convida os habitantes da cidade para o seu interior. Na superfície de corda é feita uma estreita abertura, apenas o suficiente para permitir a entrada. Uma vez no interior, o desenho do sukkah “encaminha claramente o olhar para o céu”, permitindo que, apesar do entrelaçar da corda, seja possível observar o céu brilhante da cidade de Nova Iorque. Por outro lado, a estrutura metálica que suporta a corda é mais simples e depurada possível. Perfis em “L” standard soldados uns aos outros perfurados para que a corda possa passar. Está estrutura limita simplesmente o volume máximo, permitindo que a corda defina livremente o espaço no seu interior. O desenho questiona os materiais e os métodos de construção correntes dos sukkahs, estando apesar disso de acordo com os parâmetros bíblicos para o dimensionamento e forma.

Sukkah City: NYC 2010 Projecto Localização Data Cliente Area

Sukkah City: NYC 2010 Union Square, New York, USA Julho 2010 Reboot, Union Square Partnership 17,5 m2

Arquitectura Fracisco Costa, Miguel Torres Equipa Fracisco Costa, Miguel Torres Colaboração Autoria, Concepção, Desenhos, Modelo 3D e imagens +info

http://issuu.com/kikux/docs/sukkah http://www.sukkahcity.com/


Alçado Transversal

Corte AA’

Corte BB’

+ Volume Máximo

Superfície de Corda


Corte CC’

Corte DD’

Corte EE’

Corte FF’

Alçado Transversal

1 handbreadths

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Planta de Cobertura

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3 handbreadths

19 feet 10 feet

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Planta Piso 0


Vistas da Maquete


Fotomontagem


warming Hut: tHe House oF tHe setting sun winniPeg, canadá

Como pode uma escultura ser habitada? Como pode ser feito sem que se perca a sua força conceptual e qualidade estética?

Este projecto procura uma resposta simples e conceptualmente forte para resolver todos os problemas que um abrigo (warming hut) coloca.

A associação entre um artista plástico e dois arquitectos procura responder a esta questão, para que o resultado possa ser instalado no gelado rio Assiniboine, em Winnipeg.

Através de dobras em cada aresta do prisma proposto, resolvem-se os problemas práticos e criam-se momentos que enriquecem o projecto: a porta de entrada; um banco comprido para repouso dos utentes da pista; Um grande vão horizontal que permite a quem está sentado confortavelmente no banco ser aquecido pela luz directa do sol ao mesmo tempo que contempla as copas das árvores e o seu contraste com o céu; Um vão vertical com a largura do banco, que permite ter uma perspectiva acentuada sobre a pista e a sucessão de pontes que o rio tem; Uma grande clarabóia que ilumina o interior do abrigo ao mesmo tempo que permite observar o céu do seu interior; Por último um pequeno apoio para ser possível arrumar os skis enquanto se descansa.

Os três elementos desta equipa, que se conheceram nas aulas de desenho de Carlos Nogueira, aportam ao trabalho temas distintos que se complementam, produzindo assim uma peça una. Ao longo do seu percurso sólido e coerente, a obra de Carlos Nogueira aproxima-se frequentemente da arquitectura. Por outro lado, Francisco Costa e Miguel Torres, dois jovens arquitectos, procuram no seu trabalho a clareza da arte contemporânea. “A Casa do Sol Poente” pode ser lida tanto como um abrigo escultórico ou uma escultura habitável.

De forma a enfatizar as dobras mas manter a clareza espacial do interior, os elementos estruturais de cedro vermelho do Canadá são colocados no exterior, dando ao abrigo uma textura mais forte.

Warming Hut: The House of the Setting Sun Projecto Localização Data Cliente Area

Warming Huts v.2011: An Art & Architecture Competition on Ice Winnipeg, Canada Outubro 2010 Assiniboine Credit Union River Trail 18,5 m2

Arquitectura Carlos Nogueira (Artista Plástico), Fracisco Costa, Miguel Torres Equipa Carlos Nogueira (Artista Plástico), Fracisco Costa, Miguel Torres Colaboração Autoria, Concepção, Desenhos, Modelo 3D e imagens +info

http://issuu.com/kikux/docs/warminghut http://www.warminghuts.com/


Cubo

Rectângulo de Ouro em Planta e Corte

Estrutura colocada no exterior para enfatizar o sentido das dobras

1 1 2 3

3

3 Alçado Nascente | Esc. 1:50

1 Corte Transversal | Esc. 1:50

1. Vidro | 2. Viga de Cedro Vermelho do Canadá. 2 1/2” x 5 1/2” 3. Painel de Cedro Vermelho do Canadá. 5/8”


Entrance

Equipment

Bench

Piso 0 | Esc. 1:50

Alรงado Sul | Esc. 1:50


Vista do Interior


lista de Projectos | 2004-2010 em co-autoria, colaBoração e Projectos académicos


Warming Hut: The House of the Setting Sun Projecto Localização Data Cliente Area

Warming Huts v.2011: An Art & Architecture Competition on Ice Winnipeg, Canada Outubro 2010 Assiniboine Credit Union River Trail 18,5 m2

Arquitectura Carlos Nogueira (Artista Plástico), Fracisco Costa, Miguel Torres Equipa Carlos Nogueira (Artista Plástico), Fracisco Costa, Miguel Torres Colaboração Autoria, Concepção, Desenhos, Modelo 3D e imagens +info

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Av. Helen Keller, Lote 11 Projecto Localização Data Cliente Area

Edifício de Habitação Colectiva Restelo, Lisboa, Portugal Setembro 2010 Privado 3.250 m2

Arquitectura Carlos Manuel Ramos Equipa Carlos Manuel Ramos, Francisco Costa Colaboração Desenhos de licenciamento, Maquetes, Modelo 3D e imagens Construção Prevista para 2011

Casa de Cacela | Remodelação Projecto Localização Data Cliente Area

Remodelação da Casa de Férias de Cacela Vila Nova de Cacela, Vila Real de Santo António, Portugal Agosto 2010 Privado 110m2

Arquitectura Francisco Costa Colaboração Levantamento, Concepção, Desenhos.

Sukkah City: NYC 2010 Projecto Localização Data Cliente Area

Sukkah City: NYC 2010 Union Square, New York, USA Julho 2010 Reboot, Union Square Partnership 17,5 m2

Arquitectura Fracisco Costa, Miguel Torres Equipa Fracisco Costa, Miguel Torres Colaboração Autoria, Concepção, Desenhos, Modelo 3D e imagens +info

http://issuu.com/kikux/docs/sukkah http://www.sukkahcity.com/


Remodelação UAL Projecto Localização Data Cliente Area

Remodelação do Edificio da UAL na Boavista Boqueirão dos Ferreiros, Lisboa, Portugal Junho 2010 Universidade Autónoma de Lisboa

Arquitectura Barbini Aruqitectos Equipa Flávio Barbini, Maria João Silva Barbini, André Costa, Fausto, Fábio Neves, Francisco Costa Colaboração Modelo 3D e imagens +info

www.barbiniarquitectos.com

House in Luanda: Patio and Pavilion Projecto Localização Data Cliente Area

Habitação unifamiliar de construção radicalmente barata Luanda, Angola Abril 2010 Trienal de Arquitectura de Lisboa 250 m2

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, Francisco Costa Colaboração Concepção, Modelo 3D e imagens Concurso Seleccionado para a Shortlist dos Finalistas +info www.rcjv.com

Less Heathrow Runways Projecto Localização Data Cliente Area

Airplot Design Contest Heathrow, UK Abril 2010 Greenpeace, UK

Arquitectura Fracisco Costa, Miguel Torres, Sérgio Nunes Equipa Fracisco Costa, Miguel Torres, Sérgio Nunes Colaboração Autoria, Concepção, desenhos, Modelo 3D e imagens +info

http://issuu.com/kikux/docs/greenpeace http://www.airplot.org.uk

New UGM Projecto Localização Data Cliente Area

Concurso para a New Maribor UGM Art Gallery Maribor, Slovenia Janeiro | Fevereiro 2010 Manicipality of Maribor, Slovenia 14.800 m2

Arquitectura PLCO Arquitecto Equipa Pedro Oliveira, Gilberto Reis, Bernardo Coutinho, Carolina Fernandes, Francisco Costa Colaboração Concepção, desenhos, maquetes e imagens Concurso 3º Lugar +info http://www.ugm.si/en/


Provesende Projecto Localização Data Cliente Area

Enoturismo no Douro - Casa do Cardenho Provesende, Vila Real, Portugal Desembro 2009

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, Francisco Costa Colaboração desenhos de licenciamento, maquetes, Modelo 3D e imagens Construção +info www.rcjv.com

Escola Lima de Freitas Projecto Localização Data Cliente Area

Renovação Escola Secundária Lima de Freitas Setubal, Portugal Julho | Agosto 2009 Parque Escolar

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, José Maria Rhodes Sérgio, José Roque Francisco Costa, Sebastião Taquenho Colaboração Concepção, desenhos, maquetes e imagens - Projecto Base Construção 2010 +info www.rcjv.com

MUDE Projecto Localização Data Cliente Area

Museu do Design e da Moda de Lisboa (instalação Provisória) Rua Augusta, Lisboa, Portugal Fevereiro 2009 Museu do Design e da Moda de Lisboa | Câmara Municipal Lisboa

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, José Maria Rhodes Sérgio, José Roque Francisco Costa, Sebastião Taquenho Colaboração Concepção, Desenhos, Maquetes, Modelo 3D e imagens Construção 2009 +info www.rcjv.com | www.mude.pt

Escola Sebastião da Gama Projecto Localização Data Cliente Area

Renovação Escola Secundária Sebastião da Gama Setubal, Portugal Julho | Agosto 2008 Parque Escolar

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, Francisco Costa, Sebastião Taquenho Colaboração Concepção, Desenhos, Maquetes e imagens - Projecto Base Construção 2009 | 2010 +info www.rcjv.com


Sede da Ami Projecto Localização Data Cliente Area

Conccurso Público para a nova Sede da AMI S. Domingos de Rana, Cascais, Portugal Novembro | Janeiro 2007 | 2008 AMI

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos com Rui Mendes Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, Rui Mendes, Francisco Costa, Sebastião Taquenho e Inês Campos Colaboração Concepção, Desenhos, Maquetes, Modelo 3D e imagens Concurso +info www.rcjv.com

100 Possibilidades de Habitar Lisboa Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Edificio de Habitação em Lisboa Avenidas Novas, Lisboa, Portugal Outubro | Dezembro 2008 | 2009 Projecto IX | X Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores João Luis Carrilho da Graça, Inês Lobo, Pedro Oliveira Area 8.000 m2

+info

http://issuu.com/kikux/docs/tese

IX SIA DA | UAL “Conexões” Projecto Localização Data Worshop Universidade

Casa da Música Submersa Marina de Cascais, Portugal Setembro 2008 IX Seminário Internacional de Arquitectura Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Ana Quelhas, Agnieska Szuran, Filipe Cardozo, Francisco Costa, João Charters Monteiro, Marcos Feijó, Maria Santos, Mariana Paisana, Miguel Torres, Sara Brandão, Teresa Saldanha Professores Valerio Olgiati, Tamara Olgiati Area +info http://issuu.com/kikux/docs/tese

Teatro em Carnide Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Teatro + Restaurante + Sala de Estudo + Espaço Expositivo Carnide, Lisboa, Portugal Abril | Junho 2008 Projecto VIII Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Pedro Reis, Telmo Cruz Area 7000 m2 +info

http://issuu.com/kikux/docs/teatrocarnide http://www.youtube.com/watch?v=7eZAqyh2DLY


Rua Particular à Azinhaga dos Lameiros Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Plano Urbano de Reconversão de uma AUGI Carnide, Lisboa, Portugal Março | Abril 2008 Projecto VIII Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Bernardo Menezes, Carlos Santos, Cristina Delgado, Francisco Costa, Nadia Dolbeth, Nuno Martins Professores Manuel Graça Dias, Pedro Reis Area +info

http://issuu.com/kikux/docs/lameiros

Habitação de Luxo na Estrela Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Edificio de Habitação de Luxo na Estrela Lisboa, Portugal Outubro | Janeiro 2007 | 2008 Projecto Vii Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Francisco Aires Mateus, Valentino Capelo Sousa Area

+info

http://issuu.com/kikux/docs/projectovii

7. Internationaler Architecture Sommer Workshop Würzburg Projecto Localização Data Universidade

Konversion des Grönert-Areals, Heidingsfeld Heidingsfeld, Würzburg, Germany Julho | Agosto 2007 Stadbau Würzburg

Arquitectura André Costa, Corinna Bonse, Francisco Costa, João Lopes, Lukaz Pituch, Marta Chmura, Sabine Logsch Professores Juhani Karanka, Rainer Gumpp Area 3,500 m2

+info

http://www.wuerzburg-workshop.de/englisch/

Habitação e Escritórios na Infante Santo Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Conjunto de Edificios de Habitação e Escritórios Avenida Infante Santo, Lisboa, Portugal Março | Julho 2007 Projecto VI Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador Area 7.2500 m2

+info

http://issuu.com/kikux/docs/infantesanto


Residência de Estudantes em Xabregas Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Pousada da Juventude | Residência de Estudantes Xabregas, Lisboa, Portugal Outubro | Fevereiro 2006 | 2007 Projecto V Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador Area 12.350 m2

+info

http://issuu.com/kikux/docs/lugares_em_espera

IV Taller Internacional de Arquitectura “Imitacíon y experiencia” Projecto Localização Data Disciplina

Centro de Intrepretação do Alcázar de Baeza Baeza, Spain Setembro 2006 Universidad Internacional de Andalucia

Arquitectura Francisco Costa, Sebastião Taquenho Professores Pierluigi Salvadeo, Zecca Gianluca Area

+info

Centro de Arte Contêmporanea de Santos Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Galeria de Arte Contêmporanea de Santos Largo Vitorino Damársio, Lisboa, Portugal Março | Julho 2006 Projecto IV Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador Area 2420 m2

Adição à Case Study House #20 Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Adição à CSH#20 de Richard Neutra Pacific Palisades, LA, USA Novembro | Janeiro 2005 | 2006 Projecto III Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador Area 100 m2

+info


Oteiza Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Transformação de uma Escultura de Jorge Oteiza num Lugar Habitável Sem Lugar Outubro 2005 Projecto III Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador

“Para-Arquitecturas” 3º Seminário Internacional de Projecto Projecto Localização Data Universidade Professores

Video “Arquitectura e Corpo” Lisboa, Portugal Julho 2005 Faculdade de Arquitectura | Universidade Técnica de Lisboa Pedro Burgaleta

Residência de Estudantes no Conde Barão Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Residencia de Estudantes num lote de 3x25metros Largo do Conde Barão, Lisboa, Portugal Maio | Julho 2005 Projecto II Universidade Autónoma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Flavio Barbini, Diogo Seixas Lopes Area 500 m2

Casa Pátio Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Casa Patio com 3 Cubos de 6 metros de Aresta Porto Brandão, Almada, Portugal Março | Maio 2005 Projecto II Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Flavio Barbini, Diogo Seixas Lopes Area 110 m2


Casa do Bombeiro Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Ampliação 10x de 1 frigorifico para transformação em Edifício de Habitação Lisboa, Portugal Dezembro | Fevereiro 2004 | 2005 Projecto I Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Flavio Barbini, Diogo Seixas Lopes Area 170 m2


viagens


Nova Iorque Países Cidades

Estados Unidos da América Nova Iorque

Data Transporte

Maio 2010 Avião

Barcelona Países Cidades

Espanha Barcelona

Data Transporte

Março 2010 Avião

Over Lappings Países Cidades

Reino Unido Londres

Data Transporte

Junho 2009 Avião

Paris Países Cidades

França Paris

Data Transporte

Dezembro 2008 Avião


Brasil Países Cidades

Brasil São Paulo, Rio de Janeiro, Ouro Preto, Belo Horizonte, Brazilia

Data Transporte

Fevereiro 2008 Avião, Autocarro

Milão Países Cidades

Itália Milão

Data Transporte

Dezembro 2007 Avião

7. Internationaler Architecture Sommer Workshop Würzburg Países Cidades

Alemanha Frankfurt, Estugarda, Würzburg, Munique

Data Transporte

Julho, Agosto 2007 Avião, Carro

UAL ao Porto Países Cidades

Portugal Porto, Coimbra

Data Transporte

Fevereiro 2007 Autocarro


IV Taller Internacional de Arquitectura “Imitacíon y experiencia” Países Cidades

Espanha Baeza, Ubeda, Granada, Cordoba

Data Transporte

Setembro 2006 Carro

3º inter Rail Países Cidades

França, Hungria, Sérvia, Grécia, Itália Paris, Budapeste, Belgrado, Atenas, Pyrgos, Olimpia, Patras, Bari, Taranto, Pompeia, Napoles, Capri, Roma, Vila Adriana, Florença, Siena, Vicenza, Ravena, Rimini, Veneza, Como

Data Transporte

Agosto, Setembro 2006 Comboio, Barco

Ual ao Porto Países Cidades

Portugal Porto, Caminha, Viana do Castelo

Data Transporte

Fevereiro 2006 Autocarro

Bilbau Países Cidades

Espanha Salamanca, Bilbau, Burgos

Data Transporte

Outubro 2005 Carro


2º Inter Rail Países Cidades

França, Holanda, Alemanha, Républica Checa, Polónia, Eslováquia, Austria, Eslovénia, Itália, Espanha Bordéus, Amesterdão, Utrech, Roterdão, Berlim, Dessau, Praga, Brno, Cracóvia, Auschwitz, Bratislava, Viena, Graz, Ljubljana, Milão, San Sebastian

Data Transporte

Agosto, Setembro 2005 Comboio

Ual ao Porto Países Cidades

Portugal Porto, Viseu, Vila Nova de Famalicão

Data Transporte

Fevereiro 2005 Autocarro

1º Inter Rail Países Cidades

Espanha, França, Monaco, Itália Barcelona, Nice, Monaco, Florença, Roma, Paris

Data Transporte

Agosto 2003 Comboio

Sail Brugges 2002 Países Cidades

França, Reino Unido, Belgica Saint Malo, Mont Saint Michel, Jersey, Alderney, Brugges, Bruxelas

Data Transporte

Agosto 2002 Barco (Réplica de uma Caravela do Sec. XV), Avião

Portfólio | Novembro 2010 (Português)  

Francisco Costa | Arquitecto | Portfólio | Novembro 2010 (Português)