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Francisco Costa Portf贸lio


Francisco Costa Portfólio

Francisco Costa | Arquitecto Avenida Helen Keller nº11 6ºB, 1400-197 Lisboa, Portugal Rua Carlos Sampaio,157. 102 – São Paulo – SP, CEP 01333-021, Brasil T +55 11 95315 4590 | +351 918 470 798 | +351 213 620 741 francisco.amp.costa@gmail.com Outubro de 2012


Francisco Azevedo Mendes Pereira Costa | Curriculum Vitae Data de Nascimento Nacionalidade B.I. nº Morada Portugal Morada Brasil Telefone Telemovél Carta de Condução

28.02.1986 Email Portuguesa Skype 12977933, 29.10.2007 Lisboa Facebook Avenida Helen Keller, nº 11 6ºB, 1400-197 Lisboa Rua Carlos Sampaio,157. 102 – São Paulo – SP, CEP 01333-021 +351 213 620 741 +55 11 95315 4590 | +351 918 470 798 | +351 964 475 707 B, L-1874240, 16.06.2004

francisco.amp.costa@gmail.com francisco.amp.costa facebook.com/francisco.amp.costa

Formação Académica 2007 | 2009

Mestrado Integrado em Arquitectura, Universidade Autónoma de Lisboa Nota de Prova Final: 18 Media Final do Mestrado: 16

2004 | 2007

Licenciatura em Estudos de Arquitectura, Universidade Autónoma de Lisboa Media Final da Licenciatura: 15

1996 | 2004

2º e 3º Ciclo do Ensino Básico + Ensino Secundário, II Agrupamento - Artes, Colégio Moderno, Lisboa

Experiência Profissional 2012 2011 | 2007 | 2010 2010 2010

Arquitecto, H+F Arquitetos (Hereñu+Ferroni), São Paulo, Brasil Estágio IEFP, Risco, Lisboa, Portugal Colaborador, RCJV Arquitectos, Lisboa, Portugal Colaborador, PLCO Arquitecto, Lisboa, Portugal Colaborador, Barbini Arquitectos, Lisboa, Portugal 2


Formação Complementar 2012 2011 2011 2010 2009 2008 2007 2006 2005

“7º Seminário Internacional da Escola da Cidade - Tiquatira 2”, Escola da Cidade, São Paulo, Brasil | Tutor: Elisa Valero, Isabel Abascal Workshop de Fotografia, ClickLight, Lisboa, Portugal “Arquitectura [In] ]Out[ Política”, Trienal de Arquitectura de Lisboa, Portugal “AICO - Architecture International Congress at Oporto”, Portugal, Darco Magazine | Jofebar “Swissport’09”, Casa da Música, Porto, Portugal “IX Seminário Internacional de Arquitectura | Connections”, DA/UAL, Lisboa, Portugal | Tutores: Valerio Olgiati, Tamara Olgiati “7. Internationaler Architecture Sommer Workshop Würzburg”, Stadbau, Würzburg, Alemanha | Tutores: Juhani Karanka, Rainer Gumpp “IV Taller Internacional de Arquitectura «Imitacíon y experiencia»”, UNIA, Baeza, Espanha | Tutores: Pierluigi Salvadeo, Zecca Gianluca “«Para-Arquitecturas» 3º Seminário Internacional de Projecto”, FA/UTL, Lisboa, Portugal | Tutor: Pedro Burgaleta

Conhecimento Informático

Capacidades Linguísticas

Avançado

Língua Materna Fluente Básico

Intermédio

Básico

Archicad Adobe Photoshop Corel Paint Shop Pro Google SketchUp + Vray Adobe Indesign Autocad Cinema 4D + Vray Rhinoceros + Vray Artlantis Adobe Dreamweaver Adobe Flash Adobe Illustrator Adobe Premiere

Domínio de Ferramentas do Microsoft Office | Ambientes Windows e Mac OS 3

Português Inglês Espanhol Francês


Ă?ndice Projectos Seleccionados

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Projectos Académicos Casa-Pátio | 8-17 Centro de Arte Contemporânea de Santos | 18-29 Habitação de Luxo na Estrela | 30-39 Teatro em Carnide | 49-49 100 Possibilidades de Habitar Lisboa | 50-67

Projectos em Co-Autoria Less Heathrow Runways | 70-75 Sukkah City: NYC 2010 | 76-83 Warming Huts: The House of the Setting Sun | 84-91 Jenga 13: Nuestra Señora de Los àngeles 13 | 92-103

Projectos em Colaboração em Portugal Sede da Ami | 106-113 Escola Sebastião da Gama | 114-123 Mude | 124-133 New UGM Maribor | 134-143 House in Luanda | 144-151 Grand Stade de Casablanca | 152-159 Parque Olímpico Rio 2016 | 160-169

Projectos em Colaboração no Brasil Complexo Yonhap | 172-181 Sede do Campo de Golfe Olímpico do Rio de Janeiro | 182-189

5


6


Projectos em AcadĂŠmicos

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Casa-Pátio Porto Brandão, Almada, Portugal

O exercício pressupunha a criação de uma Casa Pátio num terreno situado numa arriba íngreme na margem sul do Tejo, junto a Porto Brandão. O programa era claro e definia à partida volumetria do projecto. Três cubos de 6 metros de aresta com 3 funções distintas: Casa, Pátio, Trabalho. O Cubo correspondente ao Pátio teria de ser obrigatoriamente encerrado em todas as faces, excepto o topo.

rio, onde os diferentes corpos são pousados procurando direccionar as vistas para pontos específicos. Assim o Cubo destinado ao trabalho é colocado a nascente abrindo-se única e directamente para a vista mais intensa e agitada da cidade de Lisboa, e da sua entrada pela ponte 25 de Abril, e por oposição a poente, o Cubo destinado à habitação abre-se à vista mais plácida da foz do Rio Tejo. Por oposição às vistas o Pátio é aberto apenas ao céu procurando dar à casa uma zona mais introspectiva onde se possa descansar das vistas imponentes para o Tejo.

Contrariando a generalidade das soluções apresentadas, o projecto rejeita o trabalhar com a topografia acidentada da arriba, implantando-se no topo da ravina, procurando criar uma relação forte com as vistas para a cidade de Lisboa e com o edificado envolvente.

No seu interior os cubos encerrados estão dispostos de forma simétrica. O piso zero da habitação tem um duplo pé-direito para dar uma escala maior e mais desafogada à entrada, tendo por oposição a zona da Sala/Cozinha um pé-direito simples junto às janelas procurando conferir uma escala mais humana. A casa de banho está colocada no espaço debaixo da escada que dá acesso à mezanine onde fica o Quarto.

O limite sul do lote encontra-se já na área envolvente do Edifício do Lazareto Novo de Lisboa. Construído em 1869, junto do Forte de S. Sebastião Caparica, este edifício de planta radial em U é constituído por 6 Blocos e é um dos principais Monumentos do Concelho de Almada. Originalmente visava receber de quarentena os viajantes que entravam em Lisboa por via marítima, suspeitos de alguma doença contagiosa. Entre Doentes e funcionários, que viviam em alas separadas do edifício, chegou a albergar no seu interior 841 pessoas. Posteriormente foi nomeado Asilo 28 de Maio e no pós-25 de Abril, sob gestão da Casa Pia, albergou populações oriundas das ex-colónias africanas. Apesar da sua escala e imponência no topo da arriba, e da especificidade e qualidade do seu desenho, este edifício está hoje ao abandono. Pareceu então oportuno criar uma relação entre este edifício e o projecto a propor de forma a chamar à atenção para importância histórica e arquitectónica do Lazareto Novo de Lisboa.

No cubo destinado ao Trabalho o espaço é invertido, sendo a mezanine colocada a sul libertando o alçado norte e tornando o assim num ecrã de 6 por 6 metros com vista para a cidade e o rio.

O projecto implanta-se então como uma segunda vaga do Lazareto. Os cubos são dispostos em semicirculo, como um segundo anel do Lazareto, procurando ao mesmo tempo com a rotação dos volumes criar uma zona de acolhimento antes da entrada da casa que é feita pelo pátio colocado ao centro.

Casa Pátio

Um pouco à imagem do Cemitério de Finisterra do arquitecto César Portela, o projecto constróise numa plataforma plana, elevada em relação ao

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Flavio Barbini, Diogo Seixas Lopes Area 110 m2

Projecto Localização Data Disciplina Universidade

8

Casa Patio com 3 Cubos de 6 metros de Aresta Porto Brandão, Almada, Portugal Março | Maio 2005 Projecto II Universidade Autonóma de Lisboa


9


5

6

B

C’

Piso 1

1

3

A

A’ 2 4

B’

C

Piso 0

Corte AA’

Legenda: 1. Sala/Cozinha | 2. I.S. | 3. Sala de Trabalho | 4. Arrumos | 5. Quarto | 6. Sala de Computadores | Esc. 1:200 10


Alçado Norte

Alçado Sul

Corte CC’

1 2 11

5m


Axonometria

12


Corte BB’

13


Fotografias de Maquete: Vistas Sul e Norte (Entrada)

14


Fotografias de Maquete: Pรกtio

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Vistas do Interior: Quarto e Sala

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Vistas do Interior: Espaรงo de Trabalho

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Centro de Arte Contêmporanea de Santos Santos, Lisboa, Portugal

Neste exercício era proposta a construção de Galeria de Arte Contemporânea no bairro de Santos. Recém apelidado “Santos Design District” pela oferta cultural que se concentrou neste bairro, que foi sempre um lugar de encontros, entre a cidade antiga e o rio, mais tarde, no séc. XIX, entre essa mesma cidade e o aterro ribeirinho onde se instalaram algumas das industrias da cidade de Lisboa.

possível olhar os pisos que estão a um nível inferior ou superior mesmo quando fisicamente separados. Iluminação natural faz-se por uma única abertura, um enorme volume em vidro presente na galeria, que resulta do rasgo provocado pela escada pública no edifício, e pode também ser considerado como o objecto do conceito Heideggeriano “Espaço dentro do qual a presença plástica pode ser entendida como um Objecto.”

O projecto consiste em dois blocos que fecham e tentam assim consolidar a frente de cidade. Estes blocos que prolongam as fachadas dos edifícios contíguos ao lote interceptam-se numa escada de uso público que une a cota do Largo Vitorino Damásio à cota da Calçada Marquês de Abrantes. Esta escada além de orientar toda a disposição interior do edifício, faz neste um rasgo através do qual a luz chega ao interior. Em resposta ao programa as áreas de carácter mais público, a cafetaria e livraria, são colocadas em espaços transparentes e abertos para o largo como que convidando a vida deste bairro e da cidade a entrar no edifício e vice-versa. A administração encontra-se à cota da Calçada Marquês de Abrantes bem como o átrio da galeria, átrio este que é uma mezanine encontrando-se por baixo a zona de casas de banho e lockers da galeria. No subsolo encontra-se um piso de acervo cuja área corresponde ao perímetro total do lote. A galeria de exposição propriamente dita funciona na sua totalidadeemtrêspisoscolocadosacimadacotadacalçada. O espaço da galeria assume-se como um volume fechado ao exterior, reforçando o contraste entre a transparência dos espaços mais públicos e a necessidade de abstracção que uma galeria de arte requer, invertendo ao mesmo tempo a dualidade entre peso e leveza.

Centro de Arte Contêmporanea de Santos

Para a criação dos espaços e ambientes interiores nos dois blocos primários, tirou-se partido dos instrumentos adquiridos com o exercício da escultura de Oteiza, criando assim através da subtracção de massas, uma grande diversidade de espaços com pés direitos duplos e triplos em vários pisos. Esta ideia de permeabilidade entre os diversos espaços está sempre presente, já que sendo a galeria aberta para si mesma é

Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Galeria de Arte Contêmporanea Largo Vitorino Damársio, Lisboa, Portugal Março | Julho 2006 Projecto IV Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Professores

Francisco Costa Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador 2420 m2

Area

18


19


8

Cobertura

Piso 6 8. Espaテァo Expositivo

Piso 3 6. テ》rio | 7. Administraテァテ」o

Piso 2 4. I.S. | 5. Lockers

5

6

4

7

20


8

8

Piso 5 8. Espaรงo Expositivo

8

Piso 4 8. Espaรงo Expositivo

1 2

5

Piso 1 2. Livraria | 3. Zona de Leitura

10m

Piso 0 1. Cafetaria | 2. Livraria

2

2 3

1

21

2


Espaテァos Expositivos

テ》rio I.S. | Lockers

Administraテァテ」o

Escada de Atravessamento

Zona de Leitura

Livraria

Cafetaria

22


Alçado Sul

Alçado Norte

Corte AA’

Corte BB’

Corte EE’

23

Corte DD’


24


Corte Transversal 25

1

2

5m


Maquete Esc. 1:100 Vista do Espaรงo Expositivo | Vista de Sul 26


Maquete Esc. 1:50 Vista da Escada, テ》rio e Adiministraテァテ」o 27


Vistas Interiores: Cafetaria | Livraria | テ》rio e Administraテァテ」o

28


Vistas Interiores: Espaรงo Expositivo

29


Habitação de Luxo na Estrela Estrela, Lisboa, Portugal

O projecto consiste num edifico de habitação de luxo que se coloca paralelamente à Basílica da Estrela recuando face à rua para assim libertar a frente do lote e tentar dar uma geometria definida à Praça da Estrela. Ao recuar e para responder à área de construção pedida no programa, o edifício alinha a poente com a cércea do Cinema Paris e cresce em altura a nascente para assim a volumetria reforçar a relação criada na implantação com a Basílica da Estrela. Pretendeu-se também criar relações de escala através da volumetria com o grande vazio do Jardim da Estrela e com os edifícios da Avenida Infante Santo, procurando fazer o remate da Avenida com o novo volume.

Para reforçar esta ideia da subtracção estes vazios formalizam-se através de planos em vidro quer nas paredes quer no tecto e pavimento, e o edifício todo em betão branco de tonalidade próxima à pedra da Basílica. As habitações, que variam entre T5 e T0, são encaradas como espaços amplos que existem á volta e por entre os pátios. A tipologia base, o T5, consiste num duplex com dois vazios de duplo pé direito aos quais se agregam ao maior no piso inferior a sala de duplo pé direito, um escritório/biblioteca e as circulações verticais e ao menor vazio agrega-se a cozinha e a sala de jantar. O piso superior tem agregado ao maior vazio um quarto com casa de banho e ao menor dois quartos e uma casa de banho. As casas de banho tal como os vazios, foram encarados como elementos soltos para permitir a máxima variação de desenho e libertar cada habitação para uma leitura de espaço total. Assim todas as divisões comunicam não só visualmente pelos pátios, mas também espacialmente sem barreiras físicas. Ainda assim é sempre possível fechar as diferentes divisões através de planos de correr.

Com o “luxo” como tema central de projecto, foi trabalhada neste edifício a ideia de “espaço exterior privado” como concepção de um luxo que aliado ao clima favorável de Lisboa seria o grande momento do projecto. Assim criam-se vazios que conformam para cada habitação o tal “espaço exterior privado” tomam o protagonismo quer no desenho das casas que se fecham totalmente ao exterior e abrem totalmente para os vazios criados, quer no desenho alçado onde apenas lemos a presença destes vazios subtraídos à massa do edifício.

Habitação de Luxo na Estrela Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Edificio de Habitação de Luxo na Estrela Lisboa, Portugal Outubro | Janeiro 2007 | 2008 Projecto Vii Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Francisco Aires Mateus, Valentino Capelo Sousa Area +info 30

http://issuu.com/kikux/docs/projectovii


31


32


Planta Praรงa da Estrela 1 2 5m 33


Maquete Praรงa da Estrela | Esc. 1:500

Maquete Avenida Infante Santo | Esc. 1:5000

34


Alรงado Rua da Estrela

5 10

20m

Alรงado Rua Domingos Sequeira

Corte Transversal 35


Tipologia Base: Planta Piso 0

Planta Piso 1

Corte Transversal

1 2

5m

Corte Longitudinal 36


Vistas do Interior 37


38


39


Teatro em Carnide Carnide, Lisboa, Portugal

O Projecto consiste num edifício com três corpos unidos por uma pala, que procura relacionar-se com a envolvente através da sua escala e da direcção assumida, tentando assim dar também uma geometria definida ao jardim criado no interior para o qual os corpos se abrem totalmente.

ser utilizado como espaço expositivo, ou ser subdividido para albergar aulas de dança e ateliers de pintura, ou para ensaiar as marchas populares. Integrados neste edifício estão também os acessos ao estacionamento subterrâneo, que conta com 60 lugares. A coroar este complexo estaria então o Teatro, que assume uma volumetria maior e mais livre, para ganhar uma presença forte no jardim e uma relação intensa com a rua, procurando também fazer a transição de escalas entre os edifícios de 1 e 2 pisos do centro histórico com os edifícios de habitação de 5 e 10 pisos da Travessa do Pregoeiro. Dividido em dois pisos, e desenhado com a capacidade de 195 pessoas na plateia, mais 30 em galeria, foi encarado também ele como um espaço multiusos que tendo todas as valências comuns num pequeno teatro clássico (foyer, caixa de palco, bastidores, sala de ensaios, camarins, etc.), poderia ainda albergar outro tipo de espectáculo, como concertos de música, projecções, conferências, ou reuniões com a população.

A Ideia mais forte deste projecto, passa não por projectar apenas um edifício, mas sim por projectar um “Centro” para a freguesia de Carnide. Um pouco à imagem dos antigos Fóruns Romanos, procurou criar-se um grande espaço ao ar livre de carácter público, que reúne à sua volta uma série de serviços públicos que para ele se abrem. Assim pretende-se que este conjunto seja gerador de encontros e de vida entre os habitantes, um sítio onde as pessoas se reúnem para actividades de lazer, para trabalhar ou para debater os problemas da freguesia, saindo assim o seu sentimento de comunidade reforçado. No corpo colocado a sul, que deixa um afastamento das casas da Rua das Parreiras e que repete a sua escala e volumetria (ver esquemas de abordagem ao projecto), é colocada a sala de estudo e a Cafetaria/ Restaurante. A sala de estudo é um espaço contínuo aberto ao jardim que é pontuado por dois volumes que albergam uma sala de aula e instalações sanitárias, configurando também a recepção a esta sala de estudo. Também neste corpo sul mas separado por um dos eixos condicionantes está a Cafetaria/Restaurante, que me pareceu mais acertado albergar também esta segunda função mais pesada para criar relações de concorrência mais fortes com os restaurantes existentes no Largo do Coreto e assim fixar um maior número de pessoas nos horários de almoço e jantar. No eixo condicionante que sai do vazio da Rua das Parreiras é criada uma entrada para este complexo com uma pala que simula as coberturas de duas águas aí existentes. Do outro lado, no limite Norte do lote, é colocado um corpo de volumetria semelhante ao corpo sul que albergará a administração do espaço (que é basicamente constituída por 2 gabinetes, uma sala de reuniões e um espaço de recepção), um espaço de Átrio com Bilheteiras/Bengaleiro, e um espaço multiusos muito amplo, uma grande nave que poderia

O tratamento dado às fachadas deste complexo procura reforçar a ideia de criar um centro, já que para o exterior existe uma malha apertada de pilares de betão pré-fabricados (que procuram fazer um filtro desse mesmo exterior), e por oposição os edifícios abrem-se completamente ao interior, com grandes envidraçados, procurando ter assim uma relação mais intensa com o jardim criado. Para reforçar ainda mais esta relação existem palas com alturas variadas que se projectam para o exterior e que permitem uma estadia exterior mais abrigada aos utentes deste espaço.

Teatro em Carnide Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Teatro + Restaurante + Sala de Estudo + Exposição Carnide, Lisboa, Portugal Abril | Junho 2008 Projecto VIII Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Pedro Reis, Telmo Cruz 7000 m2 Area +info

40

http://issuu.com/kikux/docs/teatrocarnide http://www.youtube.com/watch?v=7eZAqyh2DLY


41


Legenda: 13. Palco 14. Plateia 19. Acesso ao Estacionamento Subterrâneo 20. Rampa de Acesso ao Estacionamento Subterrâneo 24. Parque de Estacionamento Subterrâneo 25. Camarins 26. Sala de Maquinas 27. Guarda-Roupa 28. Armazém de Cenários 29. Carpintaria 30. Bastidores 31. Sala de Ensaios

19

20

20

19 25 30

13

14

26 27

29

24

28

2 5 10m Planta Piso -1 42


Legenda: 1. Recepção Sala de Estudo 2. I.S 3. Internet 4. Zona de Estudo Colectiva 5. Sala de Aula 6. Zona de Puf’s 7. Entrada Rua das Parreiras 8. Cafetaria 9. Esplanada 10. Cozinha 11. Restaurante 12. Entrada de Serviço 13. Palco 14. Plateia 15. Galeria 16. Régie 17. Foyer 18. Recepção/Bengaleiro 19. Acesso ao Estacionamento Subterrâneo 20. Rampa de Acesso ao Estacionamento Subterrâneo 21. Armazém 22. Espaço Expositivo 23. Administração 31. Sala de Ensaios

1 2

19 3

23

20

4

5 6 22

7

8 2 10

9 21 20

2

2 11

19 18

15 31

13

14

17 16

15 12

Planta Piso 0 43


44


Alรงado Sul

2

5

10m

Corte Longitudinal

45

Corte Transversal

1 2

5m


Fotografia de Maquete com coberturas | Esc. 1:200

46


Fotografia de Maquete sem cobertura | Esc. 1:200

47


Fotomontagens Vista do Interior do Lote | Entrada Rua das Parreiras

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Fotomontagens Vista da Plateia no interior doTeatro | Entrada Principal

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100 Possibilidades de Habitar Lisboa Avenidas Novas, Lisboa, Portugal

Lisboa, tal como outras metrópoles, atravessa um momento de crise no que toca ao tema da habitação. A terciarização e consequente mono funcionalidade dos centros das cidades faz com que cada vez menos pessoas aí fixem residência e que assim os centros urbanos e históricos atravessem um grave problema de desertificação.

através da construção em altura, já que esta não interferirá com um dos maiores patrimónios da “cidade das sete colinas”, a sua intensa relação visual com o Rio Tejo, e o sistema de vistas sobre a própria cidade. Este trabalho permitiu uma reflexão transversal sobre o que é habitar hoje, partindo da escala da cidade até ao conforto da proporção dos espaços da casa e dos materiais que os constituem. Paralelamente é dada em todas as escalas uma importância fundamental ao espaço exterior, quer ele seja o grande espaço público na cidade, quer a possibilidade da existência de um pátio em cada uma das habitações.

Moram neste momento 550.000 pessoas no concelho de Lisboa, mas a capital perde cerca de 10.000 habitantes todos os anos para as suas periferias. Apesar disso 2,1 milhões de pessoas vivem na sua periferia e uma grande percentagem destas continua a deslocar-se para o centro de Lisboa todos os dias, mas quando percorremos as ruas da cidade fora das horas de expediente ou ao fim-de-semana temos a sensação assustadora de que falta gente a esta cidade, de que lhe falta densidade. No entanto há hoje em Lisboa mais de 60.000 casas vazias prontas a habitar.

Planta de Análise dos Interiores de Quarteirão das Avenidas Novas

O Exercício proposto no início do ano lectivo consistia em repensar a habitação na cidade de Lisboa, propondo “100 possibilidades de Habitar Lisboa”. As únicas condicionantes apresentadas à partida eram o número e a escolha de um lugar para desenvolver este trabalho e implantar as 100 habitações.

Área Construída

A oportunidade de criar “100 Possibilidades de Habitar” permitiu analisar todo o problema complexo da habitação em Lisboa e repensá-lo de forma a procurar novas soluções que venham oferecer mais qualidade de vida aos habitantes e ao mesmo tempo repovoar o centro da cidade.

Lotes Devolutos

Área Pavimentada Estaciobamento Automóvel Área de Solo Permeável e Coberturas Ajardinadas

Lotes Vazios Lotes de Possível Intervenção

O objectivo deste projecto é, através da ocupação de vazios urbanos no seio da cidade consolidada, tentar potenciar as zonas envolventes para que possam inverter a tendência de desertificação. Assim, os lotes escolhidos encontram-se naquela que é hoje a área central da nossa cidade, com a vida mais cosmopolita, as Avenidas Novas. Melhor servida de infra-estruturas e serviços, esta é a zona mais activa economicamente, e que melhor receberá uma maior densidade de construção e de gente, da qual Lisboa neste momento tanto necessita. Estando esta zona localizada no Planalto de Lisboa é possível explorar aqui a densificação da cidade

100 Possibilidades de Habitar Lisboa Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Edificio de Habitação em Lisboa Avenidas Novas, Lisboa, Portugal Outubro | Dezembro 2008 | 2009 Projecto IX | X Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores João Luis Carrilho da Graça, Inês Lobo, Pedro Oliveira Area 8.000 m2

+info 50

http://issuu.com/kikux/docs/tese


51


1. Rematar as empenas cegas e completar a frente de rua, criando a possibilidade de atravessamento e acesso ao interior do quarteirão.

2. Regularizar o espaço interior do quarteirão reabilitando-o, e tornando-o semi-público.

52


3. A Habitação constrói-se suspensa unindo as duas frentes de rua virando-se para o interior de quarteirão reabilitado.

4. Resolver o problema de estacionamento desta zona com a construção de um parque subterrâneo que se articula com o parque já existente do hotel contíguo.

53


Intervenção à Escala do Quarteirão interior do quarteirão ao nível térreo, e lugares de estacionamento para os dois hotéis existentes no quarteirão. Nos pisos inferiores estariam pisos de estacionamento destinados aos moradores e aos escritórios.

O Projecto consiste num grande volume levantado do chão que une as duas frentes de rua do lote e em outros quatro volumes mais baixos que fazem o prolongamento das cérceas dos edifícios contíguos, definindo assim o plano das ruas e reforçando a ideia de interior de quarteirão. Para reforçar a clareza da estratégia para este projecto, apenas o grande volume elevado do chão contém as habitações pedidas no enunciado. Por ser uma zona que o PDM prevê como mista, os outros quatro volumes destinam-se a comércio, escritórios e a um equipamento comunitário. Assim a separação programática vem reforçar a ideia implícita na separação e assunção por si dos volumes.

O desenho do interior do quarteirão é feito através de percursos que redesenham o perímetro do interior e dão acesso a todos os edifícios do quarteirão. Estes percursos procuram também definir um novo espaço interior ajardinado que confere uma leitura mais unitária deste espaço. Sob o volume das habitações, tirando partido quer da topografia quer do facto de ser uma área impermeabilizada pela presença do estacionamento, é criado um pequeno espaço de estar em forma de auditório ao qual se junta o atravessamento do interior quarteirão. É também desenhado um espelho de água onde seriam despejadas as águas pluviais recolhidas na cobertura e nos pátios das novas construções. Estas águas serviriam também para regar o jardim criado no interior do quarteirão.

O projecto pretende, além da construção de fogos de habitação contida no enunciado, pensar o que pode vir a ser o espaço de interior deste quarteirão. As premissas do projecto vão no sentido de enfatizar essa vontade de pensar e valorizar o interior do quarteirão, já que o edifício de habitação se formaliza como uma ponte que une as duas frentes de rua, levantando-se do chão e libertando assim mais área no interior do quarteirão.

O volume das habitações pretende também reforçar a ideia de requalificação do interior do quarteirão, já que inverte a lógica de desenho de alçado habitual, sendo os seus alçados de rua cegos e os que dão para o quarteirão desenhados como se de fachadas principais se tratassem, com um padrão ritmado para dar uma nova “cara” a este interior. Este ritmo é dado pelas variações da tipologia base e pela simetria em planta que os pisos vão tendo à medida que subimos. Ao contrário do que é comum os acessos ao edifício de habitação são localizados já no interior do quarteirão, em duas pequenas ruas que são criadas para lhe dar acesso. Os acessos verticais deste edifício localizam-se a cada dois apartamentos, sendo assim o acesso às habitações feito em esquerdo-direito, como na maior parte dos edifícios da cidade. Com a variação das tipologias ao longo dos pisos consegue-se por vezes que o átrio de acesso seja exclusivo a uma única habitação.

O projecto tem a ideia de pensar e qualificar o interior do quarteirão como um todo. O objectivo é tornar este espaço, que está hoje esquartejado e privatizado em pequenos segmentos avulsos numa ampla praça interior, ajardinada e arborizada, à qual possam aceder todos os moradores do quarteirão e também os utentes dos hotéis nele existente. Para isso seriam demolidas todas as construções e ruínas do interior do quarteirão, e para esta intervenção ter viabilidade económica seria construído no subsolo um parque de estacionamento, na área onde existe a nova construção, que serviria de garagem para todos os moradores, os escritórios e os hotéis desta zona. No primeiro piso de estacionamento ficariam então as áreas de compensação pelas construções demolidas no 54


55


Alรงado Sul

5

10

20m

Alรงado Norte

56


Corte Transversal

Corte Longitudinal

57


58


59


60


Fotografia de Maquete | Esc. 1:200 61


Tipoligia Base: Construir Uma Nova Forma de Habitar Como foi dito na introdução aquilo a que me propus neste exercíciofoiprocuraro habitarideal para a cidade de Lisboa.

uma maior variedade na ocupação dos espaços. A habitação desenvolve-se em duplex e é dividida em 4 por dois eixos perpendiculares. No piso térreo temos num primeiro “quadrante” a entrada, junto aos acessos verticais, com pé direito simples, que se abre para a sala de duplo pé direito. Esta entrada comunica com a cozinha. O volume da cozinha tem também uma despensa e uma casa de banho. No lado oposto encontram-se as escadas para o piso de cima e uma divisão que abre para o pátio que pode ser utilizada como sala de jantar ou escritório. O pátio, para o qual as divisões principais da casa se abrem, conta com a mesma área da sala de duplo pé direito, e juntas têm metade da área do piso térreo da casa. No piso de cima temos ao centro a saída das escadas e um mezanine que se abre sobre a sala e dá acesso à casa de banho e aos quartos. De cada lado da casa encontram-se os quartos com as mesmas dimensões. No alçado sul existe apenas uma grande abertura, a do pátio, que pretende reforçar a importância deste na casa. No alçado norte o desenho de fachada é inverso ao alçado sul sendo agora abertos vãos directamente neste alçado.

Pareceu-me em primeiro lugar que um habitar qualificado em Lisboa exigiria a integração de um espaço exterior privado, um pátio, terraço ou varanda, com dimensão suficiente que permitisse aos habitantes gozarem do exterior nas suas habitações. Esta decisão acontece baseada na observação das condições climáticas e geográficas da nossa cidade. Lisboa tem um clima temperado todo o ano devido à proximidade do mar. Mesmo no Outono e no Inverno, altura em que as temperaturas baixam, é possível desfrutar de dias ensolarados e amenos. Além disso, dada a topografia da cidade, é possível ter vistas de vários pontos sobre a cidade. Assim é dada ao pátio uma importância central na habitação, representando um quarto da área do piso 0. Este pátio é tratado como uma sala exterior que permite o seu usufruto todo o ano, e serve também como um dispositivo que medeia a relação do interior com as vistas sobre a cidade. Para esta habitação foi escolhida trabalhar como base a tipologia T3 por me parecer ser a tipologia mais flexível. É a tipologia limite para albergar um único habitante e permitir que este se sinta confortável, e tendo mais uma divisão que o T2, permite ter um número maior de habitantes, e

A partir desta tipologia base, são feitas inúmeras variações, ocupando sempre a mesma área de laje e tendo divisões de áreas iguais, que pretendem possibilitar a máxima variação na apropriação do espaço pelos diferentes tipos de ocupantes. 62


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Legenda:

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1. Entrada 2. Cozinha 3. W.C 4. Despensa 5. Arrumos 6. Sala 7. Sala de Jantar 8. PĂĄtio | Varanda 10. Quarto

6 m2 9 m2 5 m2 3 m2 2 m2 24 m2 15 m2 24 m2 13 m2


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A Planta Piso 0

Corte Longitudinal A

Alรงado Sul

Legenda: 1. Entrada | 2. Cozinha | 3. W.C | 4. Despensa | 5. Arrumos | 6. Sala | 7. Sala de Jantar/ Escritรณrio/ 3ยบ Quarto | 8. Pรกtio/ Varanda 64


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Planta Piso 1

Corte Transversal C

Corte Transversal B

Alรงado Norte

1

Legenda: 3. W.C | 6. Sala 8. Pรกtio/ Varanda | 10. Quarto 65

2

5m


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Projectos em Co-Autoria

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Less Heathrow Runways | Greenpeace Competition Heathrow, Reino Unido

“Uma peça significante com poder estético e cultural e um desenho de vanguarda, que ajudará, com argumentos culturais e ambientais, à vitoria moral contra a destruição de comunidades para a construção para uma infra-estrutura altamente poluidora. O seu poder simbólico ajudara a derrotar os planos para a nova pista ainda antes dos bulldozers da BAA aparecem no horizonte.”

A distribuição vertical do programa permite o rácio baixo de ocupação do solo, mantendo as produções ecológicas existentes. As formas circulares em planta reforçam a estabilidade estrutural das paredes em taipa. Três cones truncados, à mesma distância e posicionados formando um triângulo equilátero, geram a geometria exterior da torre. No seu interior existem quatro cilindros verticais, sendo o central ocupado por uma escada que estrutura a circulação. A área reduzida de cada espaço enfatiza a sua dimensão vertical. A mudança na localização dos patamares da escada dispostos no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio e a dimensão dos vãos exteriores, distinguem e hierarquizam os diferentes espaços. Os espaços de pé direito duplo correspondem a espaços público com aberturas maiores. Os Espaços de pé direito simples correspondem aos dormitórios ou a áreas de serviço. No topo, os três cones truncados terminam a Alturas diferentes, criando novas variações altimétricas e uma zona exterior que tem vista sobre o aeroporto. Os activistas da Greenpeace podem vigiar constantemente o aeroporto de Heathrow deste ponto privilegiado, ao mesmo que planeiam e organizam novas acções de protesto.

É assim que a Greenpeace descreve a proposta ideal para vencer o concurso de Heathrow. O ênfase deve ser colocado não na preparação para um combate, mas sim para vencer um debate. Mais importante do que fortificar fisicamente o lote, como o titulo sugere, é fortalecê-lo simbolicamente. O nosso projecto procura criar um objecto apelativo e forte, que seja um exemplo claro do esforço da Greenpeace contra a expansão do Aeroporto de Heathrow. A torre é uma tipologia ancestral, claramente vista através da história como um símbolo cultural em todo o globo. As igrejas inglesas de torre redonda, as torres sineiras cristãs ou os minaretes islâmicos marcam as paisagens envolventes, chamando a si os fiéis. Esta torre procura alertar numa “paisagem” mais vasta, o mundo, para um desafio mais amplo, as alterações climáticas. Uma vez construída, resistirá às tentativas de demolição sem sequer ser tocada. Nenhuma autoridade pública correria o risco de destruir um símbolo de uma luta pacífica e não violenta contra as alterações climáticas, supostamente apoiada também por todos os governos do mundo ocidental. Seria imediatamente comparada aos ataques de 11 de Setembro 2001 contra o World Trade Center, um símbolo do poder económico americano.

Assim que os planos de expansão forem abandonados, e a torre cumpra assim o seu objectivo inicial, a natureza pode então tomar conta da construção, tornando-a num eterno ícone verde.

Less Heathrow Runways Projecto Localização Data Cliente Area

Apenas dois elementos naturais são utilizados para a construção desta torre (Terra e Árvores) e apenas outros dois sustentam o seu funcionamento (Água e Sol), procurando sempre o mínimo de intervenções exteriores não naturais. Desta forma a torre é um ecossistema em equilíbrio com a natureza envolvente, estando os seus elementos interligados.

Airplot Design Contest Heathrow, UK Abril 2010 Greenpeace, UK

Arquitectura Fracisco Costa, Miguel Torres, Sérgio Nunes Equipa Fracisco Costa, Miguel Torres, Sérgio Nunes Colaboração Autoria, Concepção, desenhos, Modelo 3D e imagens +info

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http://issuu.com/kikux/docs/greenpeace http://www.airplot.org.uk


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Vistas do topo, interior e vista aerea da Torre 74


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Sukkah City: NYC 2010 Union Square, Nova Iorque, EUA

“Rope Twards the Sky” procura construir-se num só gesto, com apenas um elemento: uma única corda. Não há distinção entre as quatro paredes do Sukkah e o seu “Schach” (Cobertura). A superfície de quatro faces que define as paredes intercepta-se a si mesma, transformando-se em “Schach” e encerrando o Sukkah. Esta superfície está amarrada a uma estrutura metálica que mede 10 pés x 19 pés x 20 cúbitos, o volume máximo de construção permitido.

Ainda assim, a permeabilidade visual continua a existir, característica de extrema importância para um Sukkah colocado num espaço público que assim convida os habitantes da cidade para o seu interior. Na superfície de corda é feita uma estreita abertura, apenas o suficiente para permitir a entrada. Uma vez no interior, o desenho do sukkah “encaminha claramente o olhar para o céu”, permitindo que, apesar do entrelaçar da corda, seja possível observar o céu brilhante da cidade de Nova Iorque.

O “Schach” tem de ser obrigatoriamente construído com “algo que tenha crescido a partir da terra”, e foi preparado para ser usado especificamente no “schach”. A corda de 2000 pés de comprimento, feita de cânhamo-de-manila ou outra fibra natural pode deste modo ser usada como schach. Este é assim o elemento mais importante e essencial do sukkah, sendo por isso fabricado à medida. O desenho da superfície e o espaçamento da corda (nunca excedendo um palmo) providencia facilmente “mais sombra do que sol” durante todo o dia.

Por outro lado, a estrutura metálica que suporta a corda é mais simples e depurada possível. Perfis em “L” standard soldados uns aos outros perfurados para que a corda possa passar. Está estrutura limita simplesmente o volume máximo, permitindo que a corda defina livremente o espaço no seu interior. O desenho questiona os materiais e os métodos de construção correntes dos sukkahs, estando apesar disso de acordo com os parâmetros bíblicos para o dimensionamento e forma.

Sukkah City: NYC 2010 Projecto Localização Data Cliente Area

Sukkah City: NYC 2010 Union Square, New York, USA Julho 2010 Reboot, Union Square Partnership 17,5 m2

Arquitectura Fracisco Costa, Miguel Torres Equipa Fracisco Costa, Miguel Torres Colaboração Autoria, Concepção, Desenhos, Modelo 3D e imagens +info

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http://issuu.com/kikux/docs/sukkah http://www.sukkahcity.com/


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Corte AA’

Alçado Transversal

Corte BB’

+ Volume Máximo

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Superfície de Corda


Corte CC’

Corte DD’

Corte EE’

Corte FF’

Alçado Transversal

1 handbreadths

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Planta de Cobertura

20 cubits

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3 handbreadths

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Planta Piso 0

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Vistas da Maquete

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Fotomontagem

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Warming Hut: The House of the Setting Sun Winnipeg, Canadá

Como pode uma escultura ser habitada? Como pode ser feito sem que se perca a sua força conceptual e qualidade estética?

Este projecto procura uma resposta simples e conceptualmente forte para resolver todos os problemas que um abrigo (warming hut) coloca.

A associação entre um artista plástico e dois arquitectos procura responder a esta questão, para que o resultado possa ser instalado no gelado rio Assiniboine, em Winnipeg.

Através de dobras em cada aresta do prisma proposto, resolvem-se os problemas práticos e criam-se momentos que enriquecem o projecto: a porta de entrada; um banco comprido para repouso dos utentes da pista; Um grande vão horizontal que permite a quem está sentado confortavelmente no banco ser aquecido pela luz directa do sol ao mesmo tempo que contempla as copas das árvores e o seu contraste com o céu; Um vão vertical com a largura do banco, que permite ter uma perspectiva acentuada sobre a pista e a sucessão de pontes que o rio tem; Uma grande clarabóia que ilumina o interior do abrigo ao mesmo tempo que permite observar o céu do seu interior; Por último um pequeno apoio para ser possível arrumar os skis enquanto se descansa.

Os três elementos desta equipa, que se conheceram nas aulas de desenho de Carlos Nogueira, aportam ao trabalho temas distintos que se complementam, produzindo assim uma peça una. Ao longo do seu percurso sólido e coerente, a obra de Carlos Nogueira aproxima-se frequentemente da arquitectura. Por outro lado, Francisco Costa e Miguel Torres, dois jovens arquitectos, procuram no seu trabalho a clareza da arte contemporânea. “A Casa do Sol Poente” pode ser lida tanto como um abrigo escultórico ou uma escultura habitável.

De forma a enfatizar as dobras mas manter a clareza espacial do interior, os elementos estruturais de cedro vermelho do Canadá são colocados no exterior, dando ao abrigo uma textura mais forte.

Warming Hut: The House of the Setting Sun Projecto Localização Data Cliente Area

Warming Huts v.2011: An Art & Architecture Competition on Ice Winnipeg, Canada Outubro 2010 Assiniboine Credit Union River Trail 18,5 m2

Arquitectura Carlos Nogueira (Artista Plástico), Fracisco Costa, Miguel Torres Equipa Carlos Nogueira (Artista Plástico), Fracisco Costa, Miguel Torres Colaboração Autoria, Concepção, Desenhos, Modelo 3D e imagens +info 84

http://issuu.com/kikux/docs/warminghut http://www.warminghuts.com/


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Cubo

Rectângulo de Ouro em Planta e Corte

Estrutura colocada no exterior para enfatizar o sentido das dobras

1 1 2 3

3

3 Alçado Nascente | Esc. 1:50

1 Corte Transversal | Esc. 1:50

1. Vidro | 2. Viga de Cedro Vermelho do Canadá. 2 1/2” x 5 1/2” 3. Painel de Cedro Vermelho do Canadá. 5/8”

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Entrada

Equipamento

Banco

Piso 0 | Esc. 1:50

Alรงado Sul | Esc. 1:50

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Vista do Interior

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Jenga 13: Nuestra Señora de Los Ángeles 13 Madrid, Espanha

O lote 13 do PERI de las Colonias Municipales San Francisco Javier y Nuestra Señora de los Ángeles assume grande relevo na envolvente urbana, ao localizar-se na fronteira entre o bairro de Vallecas e as novas intervenções levadas a cabo pela EMVS. A proposta PATIO13 procura construir de forma clara esse limite; um monólito que fecha o plano. Para obter essa clareza importa redesenhar a implantação e alcançar maior altura, reposicionando os apartamentos que nos pisos inferiores cedem lugar aos pátios, como se de um Jenga se tratasse. As arcadas do piso térreo possibilitam o atravessamento do edifício, e a chegada à cota da Avenida de San Diego pelas escadas localizadas a sudoeste.

No PATIO13 a necessidade destes espaços resulta óbvia, como consequência da compressão do interior, e como forma de dar vida às ruas. O clima, e particularmente a exposição solar de Madrid, justificam estas “salas exteriores”, abertas e ventiladas, mas protegidas das vistas e do sol estival. A entrada nas habitações faz-se pelos pátios, espaços que medeiam a relação entre as galerias e o interior das casas. O átrio interior, espaço com pouco uso, torna-se por isso dispensável num contexto de racionalização extrema das áreas. A planta é o mais simples possível, com um motor de serviços central, que separa as zonas pública e privada. A cozinha abre-se para a sala, e a instalação sanitária para o corredor de acesso aos quartos. Quartos e cozinha têm janelas de sacada directamente para o exterior, que desenham o ritmo da fachada principal, enquanto a sala possui um grande vão aberto para o pátio, que permite a sua extensão para o exterior. Uma janela alta no corredor garante a ventilação transversal da habitação.

As 140 habitações pedidas no programa, e as suas áreas reduzidas, a que obrigam as condicionantes orçamentais, implicam uma elevada densidade populacional. O que propomos é que essa densidade seja também urbana, e o que seria apenas outro edifício de habitação em Vallecas se transforme verdadeiramente num bairro organizado na vertical. Os corredores de acesso às habitações funcionam como ruas sobrepostas, que podem servir de ponto de encontro entre os habitantes, revisitando e actualizando o conceito de “ruas interiores” proposto por Le Corbusier na Unité d’Habitation e de “ruas elevadas” por Alison e Peter Smithson nos Robin Hood Gardens. As aberturas nos topos, e a permeabilidade para os pátios e para os diferentes pisos, iluminam e qualificam estas ruas semipúblicas, que ao mesmo tempo estão protegidas das intempéries. As escadas estabelecem uma continuidade visual entre pisos, assumindo-se como ruas oblíquas que cruzam o edifício.

Construtivamente o edifício constitui-se como um grande bloco, que brota do chão, em estrutura de betão e lajes colaborantes. Uma única matéria, peças de betão pré-fabricado, revestem a totalidade do edifício no seu exterior. Estas peças são negras nos alçados exteriores e passam ao branco quando revestem as galerias, escadas, e pátios, criando um forte contraste nos espaços exteriores do próprio edifício, e permitindo assim que a luz o atravesse livremente. Jenga 13:Nuestra Señora de Los Ángeles 13

Num bairro de habitação unifamiliar as casas estão ao longo de ruas, e raras vezes ocupam por completo o lote. Esses espaços sobrantes, sejam jardins, quintais ou pátios, permitem a extensão do espaço interior da habitação, muitas vezes reduzido, e ampliam as suas possibilidades de uso.

Projecto Localização Data Cliente Area

Edificio de Habitação Colectiva Em Madrid Nuestra Señora de Los Ángeles, Madrid, Espanha Janeiro - Fevereiro 2011 EMVS 10500 m2

Arquitectura Fracisco Costa, Miguel Torres Equipa Fracisco Costa, Miguel Torres Colaboração Autoria, Concepção, Desenhos, Modelo 3D e imagens Concurso

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Rua

Rua Elevada

Lotes

Lotes

Casas Casas

Bairro Vertical

Bairro

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Ruas Oblíquas Escadas

Monolito

Ruas Horizontais Galerias

Subtração

Pátios

Reposição

Sistema Pogressivo De Espaços Exteriores Público | Privado

Jenga!

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Alรงado Sudeste

Alรงado Nordeste

Alรงado Noroeste

Alรงado Sodoeste


Corte AA’

Corte BB’

Corte CC’

Corte DD’

Planta Piso Tipo | Piso 6

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T1 | 1Quartos

T2 | 2 Quartos

T3 | 3 Quartos 98


Galeria

Pรกtio

Sala | Cozinha 99


Vista da Calle de los Hermanos de Trueba | Vista da Calle Doctor Sรกnchez

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Projectos em Colaboração em Portugal

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Sede da Ami Cascais, Portugal

“A SEDE DA AMI COMO (RE) FUNDAÇÂO DO LUGAR

O remate foi concebido como o fecho sul de um sistema urbano que desenha e disciplina o construído e o não-construído, que passa a ser apreendido com clareza e consequência. A estratégia parte do princípio da redução do impacto da volumetria do edifício, tirando partido do divisão lógica do programa (horizontal e vertical) para alcançar uma adequação de escala(s).

O edifício sede da AMI poderá desempenhar uma acção refundadora ao criar um lugar nesta paisagem urbana, que hoje consideramos a extensão subjectiva da cidade contemporânea. Do mesmo modo que a Igreja e o Adro de S. Domingos de Rana possuíam características de fundação (estabilidade da forma e emanação simbólica) em relação à paisagem e à comunidade, um edifício com a carga simbólica da AMI poderá operar uma transformação positiva, incorporando e intensificando os temas da cidade contemporânea.

O projecto consiste no fecho de um aglomerado complexo, e procura dispor os blocos programáticos de modo a disciplinar a relação entre construído e não-construído, colocando ao centro do sistema um espaço arborizado – um jardim aberto a sul – apreensível do espaço público a partir de todas as cotas. Os Espaços Exteriores procuram definir um ambiente diferenciado, polarizador, em torno do qual o conjunto se organiza, reforçando a sua unidade e revelando uma paisagem amável, por oposição à fragilidade e escassez paisagística hoje dominante. Na frente nascente do edifício, onde foi estipulado uma bolsa de estacionamento, é proposta uma cortina de árvores de grande porte. O edifício sede da AMI procura, apesar do seu recuo em relação à avenida, uma leitura de continuidade urbana ao longo deste espaço canal arborizado.”

A sede da AMI poderá ser o veículo para a revitalização do espaço público, gerando um centro, agregador do comércio circundante, contribuindo também com uma emanação cultural centrífuga elevando a qualidade média da arquitectura e construção aí presente. A proposta constitui-se como o remate de um sistema urbano complexo, com cadastros, matrizes, morfologias e ocupações diversas. Este remate configura e completa a Avenida S. Miguel, libertando a frente poente e abrindo-se a Sul, revelando um prado arborizado. A escala da sede da AMI é de continuidade com o ambiente urbano, permeável enquanto edifício e, sobretudo, um lugar de mediação entre as várias condicionantes construídas e aquelas enumeradas em caderno de encargos.

© 2009 RCJV Arquitectos.

O CATALIZADOR DE UM NOVO AMBIENTE URBANO

Sede da Ami

O ambiente urbano de S. Miguel das Encostas, embora consolidado ao longo da avenida, em parte devido à presença de comércio, fluxos pedonais e arborização, caracteriza-se por uma estrutura física dispersa e circunstancial. Com uma topografia pronunciada e vários modelos de ocupação – da moradia, passando pelo edifício de habitação colectiva de baixa densidade até aos edifícios de ocupação mista de alta densidade – urge realizar um remate no lote disponível capaz de reagir a todas as escalas (volumetrias e cérceas) e expressões variadas que hoje se verificam.

Projecto Localização Data Cliente Area

Conccurso Público para a nova Sede da AMI S. Domingos de Rana, Cascais, Portugal Novembro | Janeiro 2007 | 2008 AMI

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos com Rui Mendes Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, Rui Mendes, Francisco Costa, Sebastião Taquenho e Inês Campos Colaboração Concepção, Desenhos, Maquetes, Modelo 3D e imagens Concurso +info www.rcjv.com 106


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Axonometria Explodida do EdifĂ­cio 109


Vistas do Exterior do EdifĂ­cio

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Vistas da Varanda no Interior do EdifĂ­cio

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Escola Sebastião da Gama Setúbal, Portugal

“O Projecto de Modernização da Escola Sebastião da Gama está baseado numa estratégia de valorização da escola e da sua relação com a cidade de Setúbal. Esta valorização inclui os espaços exteriores e interiores. É a relação de equilíbrio entre ambos a base de todos os espaços públicos, e sobretudo do espaço da escola, responsável pela memória dos primeiros espaços partilháveis colectivamente em comunidade. O projecto hierarquiza, reagrupa e localiza o programa e as circulações bem como o desenho do espaço exterior.

A presença estruturante da LearningStreet (conforme proposta no programa da Parque Escolar) foi interpretada de modo a interceptar todas as áreas da escola, reagindo à sucessão de espaços interiores e exteriores, cobertos e descobertos, completando uma coroa de actividade de alunos e professores facilmente apreensível como esquema distributivo. Para que este sistema se torne inteligível e eficaz contribuiu a implantação do novo edifício (que contém a Biblioteca, Sala Polivalente, Repografia, Cafetaria e Campo de Jogos Descoberto) entre o corpo principal de salas de aula e o corpo do Ginásio. Este pretende ser uma conclusão lógica de um sistema que se considera hoje inacabado.”

A proposta parte da fixação – simbólica e funcional – de um espaço exterior central. Este regulariza e completa a coroa de circulações, definindo um plano de pavimento apreensível como o centro da escola.

© 2009 RCJV Arquitectos.

Escola Sebastião da Gama Projecto Localização Data Cliente Area

Renovação Escola Secundária Sebastião da Gama Setubal, Portugal Julho | Agosto 2008 Parque Escolar

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, Francisco Costa, Sebastião Taquenho Colaboração Concepção, Desenhos, Maquetes e imagens - Projecto Base Construção 2009 | 2010 +info www.rcjv.com 114


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Primeira Versão do Edifício Novo | Biblioteca + Auditório/ Sala Polivalente + Bar + Campo de Jogos: Corte Norte | Corte Sul 116


Primeira Versão do Edifício Novo | Biblioteca + Auditório/ Sala Polivalente + Bar + Campo de Jogos: Corte Poente | Corte Nascente 117


Fotomontagem | Fotografia do Construído: Vista da Praça da Escola e Novo Edifício 118


Fotomontagem | Fotografia do ConstruĂ­do: Vista do Novo EdifĂ­cio do Exterior da Escola 119


Fotomontagens Vista do Piso Inferior da Bibliteca | Espa莽o de Espera para Sala Polivalente/Audit贸rio 120


Fotogragias do Construído Vista do Piso Inferior da Bibliteca | Espaço de Espera para Sala Polivalente/Auditório 121


Fotografia: Š FG+SG 122


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Mude - Museu da Moda e do Design Lisboa, Portugal

“O projecto de instalação provisória do Museu do Design e da Moda consiste numa intervenção no edifício do antigo Banco Nacional Ultramarino, em plena Baixa Pombalina de Lisboa, na Rua Augusta. O projecto que chegou até nós é da autoria do Arquitecto Cristino da Silva (iniciado em 1952) e caracterizava-se pelo piso térreo inteiramente dedicado ao atendimento dos clientes do banco, com uma forte relação urbana com as quatro ruas que envolvem o quarteirão e, o mais importante, um ambiente marcado pelos materiais de grande solidez e sofisticação construtiva. Era o mais vienense dos bancos lisboetas, com um balcão em pedra capaz de desenhar por si só todo o espaço e marcar o quarteirão pelo interior.

A proposta baseia-se numa primeira leitura que fizemos do espaço no piso térreo. Trata-se do único quarteirão na Baixa Pombalina passível de ser visto no interior sem obstruções significativas. O projecto partiu desta singular possibilidade perceptiva e propôs a instalação do novo programa sem recurso à construção de paredes. Foram necessárias demolições pontuais para clarificar a matriz da intervenção. A iluminação artificial apodera-se de alguns elementos construídos e investe na imaterialidade da luz para reforçar a presença da estrutura em betão armado e, principalmente, das peças da colecção. O Museu do Design e da Moda irá caracterizar-se pela presença expressionista da estrutura em betão à vista, mas também pelos materiais que provenientes do universo da construção – telas, paletes, réguas fluorescentes, pinturas industriais – e que se utilizaram na museografia. As peças de design e de moda ocupam o espaço de modo informal e estabelecem uma relação de proximidade com o visitante. A cafetaria com a sua mesa única em cortiça acusa a presença do museu com uma janela que o avista, mas também a das ruas da Baixa Pombalina.”

No início desta década o Banco mudou de proprietário e foi profundamente adulterado, tendo sido o projecto de remodelação interrompido por motivo de preservação patrimonial. Desde então o edifício ficou sem os revestimentos originais e com a estrutura de betão à vista. Em 2009 a Câmara Municipal de Lisboa adquiriu o edifício para aí instalar o Museu do Design e da Moda. O projecto que desenvolvemos responde a uma instalação provisória do museu, com espaço para mostrar a colecção, espaço para exposições temporárias, livraria e cafetaria e ainda um espaço de programação cultural com capacidade para cem pessoas.

© 2009 RCJV Arquitectos.

MUDE Projecto Localização Data Cliente Area

Museu do Design e da Moda de Lisboa (instalação Provisória) Rua Augusta, Lisboa, Portugal Fevereiro 2009 Museu do Design e da Moda de Lisboa | C. Municipal Lisboa

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, José Maria Rhodes Sérgio, José Roque Francisco Costa, Sebastião Taquenho Colaboração Concepção, Desenhos, Maquetes, Modelo 3D e imagens Construção 2009 +info www.rcjv.com | www.mude.pt 124


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Fotografia: Š FG+SG

Vista do Interior do Museu

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Tela de Obra

Auditório

Exposições Temporárias Piso 1

Tela de Obra Luz Tela

Exposição Permanente Piso 0

Paletes Balcão de Luz Tinta de Estrada

Livraria

Balcão de Luz Mesa de Cortiça 0

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Fotomontagem | Fotografia do Construído: Vista do Auditório

Fotografia: © FG+SG 128


Fotomontagem | Fotografia do ConstruĂ­do: Vista da Caferaria

Fotografia: Š FG+SG 129


Fotografia: © FG+SG

Fotomontagem | Fotografia do Construído: Vista do Exterior do Balcão

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Fotografia: © FG+SG

Fotomontagem | Fotografia do Construído: Vista do Exterior do Balcão

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Fotografia: Š FG+SG 132


Vista do Interior do Balc達o 133


New UGM Maribor Maribor, Eslovénia

“A área de intervenção proposta, localiza-se junto ao rio Drava no Limite Poente da cidade velha de Maribor. Constituída por dois quarteirões a Norte e a Sul da Rua E, paralela ao rio e caracterizados na sua topografia pela sua pendente orientada a Sul e por uma determinada fragmentação e descaracterização urbana.[...] Localizado num ponto chave na relação da cidade com o rio, a solução proposta traduz-se pela criação de uma Praça e um jardim e pela caracterização da actual E Street, estruturando e ordenando a área de intervenção, que conformam a implantação do edifício do complexo da nova UGM. Pretende-se que apesar da diversidade e complexidade do programa, o edifício se leia como uma peça una e coesa, pelo tratamento claro do volume na sua horizontalidade e na forma como toca o piso térreo. Praça, rua e edifício são pensados num mesmo gesto a um mesmo tempo.

O Edifício O desenho do edifício opera-se por via do redesenho da topografia do lugar. À cota baixa, a plataforma, define a cota do piso térreo do museu e a praça que se desenha no seu limite com o rio. À cota alta, uma segunda plataforma articula a E Street e o Jardim estabelecendo também o ponto de entrada do Creative Industry Center. Sobre a plataforma um volume suspenso, de fácil leitura à primeira vista, em betão, recortado sobre a E Street, estabelece entre os dois o lugar do museu de relação com a cidade, sem se dispersar em vários volumes diferentes. Preocupa-nos a clareza da organização espacial.[...] No desenho da volumetria procurou-se encontrar a escala justa e adequada ao edifício; na relação deste com o edificado da sua envolvente; na relação deste com o rio e as suas margens e enquanto edifício de carácter público e cultural de excepção.

A Praça e o Edifício A Praça, lugar do colectivo e do urbano, qualidades estas inerentes à própria definição de cidade, redefine e caracteriza a forma como Maribor se relaciona com o Rio Drava pela sua qualidade de varanda sobre este. Este desenho reforça a relação com a água a com a outra margem. O rio é cada vez menos um fronteira. A Praça é agora uma nova porta para a cidade velha, afirmando-se como limite poente do Lent, por um lado e como centro da frente ribeirinha por outro. A Praça é o lugar de encontro do rio, do museu e da cidade.

A matéria que constrói o edifício é betão. Aquilo que ele é, é o que se vê. O edifício é a estrutura, aquilo que o suporta é o que o organiza. O Volume suspenso, em betão, encerra no seu interior os espaços expositivos. Espaços fechados ao exterior, mesmo nos momentos em que esse encerramento é quebrado, permitindo a entrada de luz.” © 2010 PLCO Arquitecto. New UGM

Este terreiro que vive de uma só matéria, define o plano aonde assenta o edifício. É uma matéria luminosa, quente, confortável, permeável e próxima da qualidade da terra. A utilização desta, em todo este plano acentua a diversidade de qualidades da praça. Um observador que caminhe do edifício para o rio passa da sombra para a luz, do recolhimento para a abertura, do silêncio para o som. O recuo dos pontos de contacto do volume horizontal do edifício com o piso térreo provoca visualmente a leveza da peça promovendo uma forte sombra que prolonga o exterior para o interior.[...]

Projecto Localização Data Cliente Area

Concurso para a New Maribor UGM Art Gallery Maribor, Slovenia Janeiro | Fevereiro 2010 Manicipality of Maribor, Slovenia 14.800 m2

Arquitectura PLCO Arquitecto Equipa Pedro Oliveira, Gilberto Reis, Bernardo Coutinho, Carolina Fernandes, Francisco Costa Colaboração Concepção, desenhos, maquetes e imagens Concurso 3º Lugar +info http://www.ugm.si/en/ 134


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Biblioteca Restaurante e Terraço

Galeria Técnica

Espaço Expositivo

Na u eg Br et re St

Jardim

Praça

Rua Técnica

137


temporary exhibition space 1st floor

Exposições Temporárias 1ºPiso

temporary exhibition space 1st floor

Exposições Temporárias 1ºPiso

temporary exhibition space 1st floor

UGM collection exhibition space 1st floor

Exposição Colecção UGM 1ºPiso

temporary exhibition space 1st floor

Exposições Temporárias 1ºPiso

temporary exhibition space underground floor

Exposições Temporárias 1ºPiso

Exposições Temporárias Cave

temporary exhibition space underground floor

Exposições Temporárias Cave

longitudinal section 262.70

268.20

261.75

255.25

251.00 250.00

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temporary exhibition space 1st floor

temporary exhibition space 1st floor

Exposições Temporárias 1ºPiso

Exposições Temporárias 1ºPiso

UGM collection exhibition space 1st floor

Exposição Colecção UGM 1ºPiso

UGM collection exhibition space 1st floor

Exposição Colecção UGM 1ºPiso

UGM collection exhibition space 1st floor

temporary exhibition space 1st floor

Exposição Colecção UGM 1ºPiso

Exposições Temporárias 1ºPiso

temporary exhibition space underground floor

exhibition space architectural centre 1st floor

Exposições Temporárias Cave

Centro de Arquitectura 1ºPiso

Cortes Prespectivados dos diferentes Espaços Expositivos

266.40

Corte Longitudinal do Museu 5

139

20


Fotografias de Maquete Volumetria do Piso Terreo | Vista Norte 140


Fotografias de Maquete Vistas do Rio Nascente e Poente 141


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House in Luanda Luanda, Angola

“«A habitação é o reflexo mais imediato e extraordinário de cada indivíduo»

A repetição de lotes poderá gerar um universo de espaços privados, semi-privados e públicos, gerando complexidade e surpresa.

Bruno Taut, Die Neue Wohnung O pátio cilíndrico é o elemento de fundação da proposta. Os pavilhões, que entendemos serem os espaços domésticos, envolvem o pátio comunicando com este. A casa é composta por espaços cuja função importa não definir à partida. A flexibilidade e realismo da proposta provém da não especificação do destino dos espaços. Os moradores poderão apropriar-se da casa de um modo inesperado, dividir espaços ou mudar a utilização destes.

A casa é o lugar onde mito e necessidade se encontram. O acto de construir a casa não delimita apenas o interior, funda também o espaço que está lá fora. Habitar implica a circunscrição de um espaço, um limite material ou físico, criando a dualidade entre exterior e interior. A casa desenha a rua, e ao mesmo tempo enquadra e ampara a vida quotidiana. Em Luanda a vida desenrola-se em igual medida no exterior e no interior, e a proposta potencia esta realidade. A casa que propomos tira partido da rua e da vida no exterior, na sua multiplicidade de actividades de comércio, trabalho, atravessamentos e encontros.

A escada exterior de acesso ao terraço duplica-se e constitui a frente de rua. A repetição deste elemento gera uma identidade urbana. Os terraços são a afirmação do lugar semi-privado onde todas as actividades podem ocorrer. A vida poderá ocorrer nos terraços na sua vertente mais pública, e para lá do muro o mundo interior da vida privada desenrola-se em torno a um pátio circular.”

A proposta que apresentamos recorre a elementos de arquitectura intemporais. Recinto, Pátio, Escada, Pavilhão e Terraço. O recinto é o lote fornecido, que na proposta apresentada permite que a associação de duas casas possa tirar partido desses espaços intersticiais de solo permeável.

© 2010 RCJV Arquitectos.

House in Luanda: Patio and Pavilion Projecto Localização Data Cliente Area

Habitação unifamiliar de construção radicalmente barata Luanda, Angola Abril 2010 Trienal de Arquitectura de Lisboa 250 m2

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, Francisco Costa Colaboração Concepção, Modelo 3D e imagens Concurso Seleccionado para a Shortlist dos Finalistas +info www.rcjv.com 144


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Casa | Cultura | Lugar (Gardi 1973)

Lote

Estcádas Terraço

Pátio Pavilhão Mangeira

Casa

Repetição

Espaços Semi-Privados Vizinhança

Fazer Cidade Fabrica Urbana

Família de 7 Pessoas

Casa

Casas Geminadas

Família de 9 Pessoas

Bloco de 8 sasas com Espaços Semi-Privados de Solo Permeável

Bloco de 12 casas espelhadas para criar pátio privado

Bloco de 16 casas ligando 2 níveis

Fotomontagens Vista do Piso Inferior da Habitação 146


Desenhos do Concurso Plantas Cortes e Alรงados da Proposta 147


Fotomontagens Vista da Rua | Espaรงos entre Casas

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Fotomontagens Vista dos Terraรงos | Pรกtio Cilindrico da Casa

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Fotografia da Exposição “Falemos de Casas” | Trienal de Arquitectura de Lisboa 151


Grand Stade de Casablanca Casablanca, Marrocos

“O “Grand Stade de Casablanca” será construído em Lahaouyine, um bairro em pleno desenvolvimento, situado a cerca de doze quilómetros do centro da cidade.

A estes objectivos, juntamos a simplicidade e a potência iconográfica da forma exterior do estádio – A NUVEM – e uma arena envolvida por anéis (tribunas) regulares, sem acidentes geométricos, que desenham o interior do estádio de modo a potenciar a continuidade e a eficácia da multidão.

A proposta apresentada a concurso inclui, para além do estádio, o desenho urbano da sua área envolvente, que tem cerca de 64 ha. Um programa bem detalhado que implicava a articulação entre os diferentes acessos, a ligação à rede viária existente e um estacionamentoexterior com 9 000 lugares bem como, a localização de uma série de equipamentos desportivos complementares, de um hotel, de um centro de congressos e de um pavilhão para feiras e exposições.

Uma forma regular, branca como a cidade que a recebe. Uma forma que surge gradualmente, à medida que a neblina matinal vai desaparecendo. Com uma textura irregular – conferida pela perfuração variada da fachada – que nos remete para as nuvens do céu. Para o sonho. Uma marca que projectará Casablanca no mundo.

A construção de um estádio com 80 000 lugares tem um impacto profundo no território e, em particular, no ambiente e na mobilidade. A sua concepção procurou incorporar, desde o início, decisões que visavam estruturar e ordenar a paisagem, repor os equilíbrios ambientais, proteger e aproveitar os recursos naturais disponíveis e reconfigurar as infra-estruturas de mobilidade, com o objectivo de melhor servir as pessoas.

Âmbito da intervenção: O Risco foi responsável pelo desenho urbano da área de intervenção e pelo estudo prévio de arquitectura do estádio.” © 2011 RISCO, SA.

Grand Stade de Casablanca

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Projecto Localização Data Cliente Area

Estádio Olimpico para 80.000 espectadores e envolvente Casablanca, Marrocos Abril | Maio 2011 SONARGES 180.400 m2

Arquitectura Equipa Colaboração Concurso

Risco, SA. Modelo 3D Plano Urbano, Diagramas. 2º Prémio

+info

www.risco.org


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Piscina Interior

Diagrama do Plano Urbano da Cidade do Desporto

Museu do Desporto Sala Polivalente

Bilheteira Cen (Nivel Parvis)

Salas Anexas

Estacionamento Grande Público

Ho

RER

Estacionamento Claques Adversárias Estacionamento Segurança e Bombeiros

Estacionamento Média

Sede Sonarges

Estacionamento VIP

Centro Médico-Desportivo

Estacionamento Individualidades

Sala de Desportos de Combate

Estacionamento Real

Estádio Anexo

6876

497

8

252

18

7494

6876

Diagrama de Pisos e Espectadores do Estádio

154

102 Camarote 674

23.917

6368

326

848

1589

Segundo Anel

848

2460

30.773

6810

2460

20 326

Primeiro Anel

49

80.924 espectadores

18

49

7

1.432


ntral | Lojas Raja / WAC | Posto Médico Acançado

TRA M

Estacionamento BUS

Terceiro Anel 24.802

7556

3693

9860

es

Centro Comercial

Centro de Congrassos

758

otel

Parque de Esposições

3693

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Axonomeria Explodida do Estádio


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Parque Olímpico do Rio de Janeiro | Rio 2016 Rio de Janeiro, Brasil

“O Concurso Internacional para o Plano Geral Urbanístico do Parque Olímpico e Paraolímpico Rio 2016 pretende definir uma directriz para o desenvolvimento sustentável no distrito de Jacarepaguá.

O conceito proposto prevê um ajuste vital para optimizar o referido processo de planeamento. Este ajuste passa pela eliminação do Plano de Transformação Pós-Jogos, conseguida simplesmente através de um desenho cirúrgico de todo o espaço público, construído e dotado de infra-estrutura desde o início para atender, sem alterações, às exigências inerentes ao modo de Jogos e a consequente transformação urbana de longo prazo, ou seja, o Legado.

O programa do concurso prevê um processo de planeamento dividido em três fases: Plano Geral Urbanístico dos Jogos Olímpicos, Plano de Transformação Pós-Jogos, e Plano de Longo Prazo para o Legado. Para o modo de Jogos, as datas e os requisitos do programa olímpico supõem um projecto definido para realizar no curto prazo. Morfologicamente é um parque, recinto, polígono bem delimitado, com portas e acessos especializados.

Os dois modos devem coexistir no mesmo espaço, em tempos diferentes, mas sem demolir e fazer tudo de novo.” © 2011 RISCO, SA.

Para o modo de Legado as incertezas sobre a cidade futura sugerem antes um plano de pilotagem que um projecto acabado. Morfologicamente é uma teia, uma rede sem limites precisos, que se insere na cidade existente.

Parque Olímpico do Rio de Janeiro Projecto Localização Data Cliente Area

Plano Urbano do Parque Olímpico para os jogos de 2016 Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil Junho | Julho 2011 Perfeitura do Rio de Janeiro | Rio 2016 118 ha

Arquitectura Risco, SA., Tomás Salgado, Nuno Lourenço, Jorge Estriga, Carlos Cruz. Equipa Pedro Barreto, Tiago Farinha, Telmo Antunes, Bernardo Falcão, Francisco Costa Colaboração Concepção,Maquete, Modelo 3D, Imagens, Diagramas. Concurso 3º Prémio +info http://www.risco.org/pt/02_03_rio2016.html 160


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Planta Modo Jogos

163

Planta Modo Legado


Vista do Espaço Público Modo Jogos

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Vista do Espaço Público Modo Legado

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Vista do Espaço Público Principal Modo Jogos | Modo Legado 167


Vista Geral Modo Jogos

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Vista Geral Modo Legado

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Projectos em Colaboração no Brasil

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Complexo Yonhap Liberdade, São Paulo, Brasil

“A proposta se origina na distribuição dos programas de atividades desenvolvidas pela Igreja em três grandes setores: o setor educacional e administrativo, localizado no conjunto existente e edifícios junto ao templo atual; o setor de lazer e cultura, instalado no edifício do atualmente utilizado pelo Time de Deus; e o setor de culto e comunhão, ocupando as novas instalações projetadas.

Sob o templo localiza-se o refeitório, que se relaciona com um amplo vazio criado no interior da quadra, espaço de encontro e comunhão para todo o complexo. As salas de ensaio do coro, localizadas no primeiro subsolo, apresentam uma configuração que permite sua utilização como um templo menor, como um teatro para apresentações diversas ou um espaço reservado e com acesso independente para a realização de velórios e outros eventos.

Esta setorização serve de orientação para as transformações e adaptações futuras e pretende forjar um caráter específico para cada uma das partes do Complexo da IPUCSP.

Um pequeno edifício, junto à esquina das ruas M. Mizumoto e B. de Iguape, cobre as rampas de acesso ao templo e abriga em seu interior os gabinetes pastorais e as salas multiuso para oração e reuniões. As vagas de estacionamento necessárias são resolvidas em dois níveis de subsolo com acesso principal pela R. Mituto Mizumoto e secundário pela R. Sinimbu.”

O novo conjunto edificado buscou conferir importante presença urbana ao novo templo, colocando-o em posição de destaque junto à R. Mituto Mizumoto. Este edifício se eleva um pavimento em relação ao passeio público e o acesso ao seu interior é realizado através de um jogo de rampas que possibilitam um percurso calmo e confortável.

© 2012 H+F Arquitetos.

Complexo Yonhap

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Projecto Localização Data Cliente Area

Estudo Preliminar do Complexo do Novo Templo Yonhap Liberdade, São Paulo, Brasil Maio - Agosto 2012 Igreja Presbiteriana Unida Coreana de São Paulo 3.800 m2

Arquitectura Equipa Colaboração Construção

H+F Arquitetos Pablo Hereñú, Eduardo Ferroni, Marta Pavão, Francisco Costa Desenhos, Maquetes 1:200 e 1:50, Modelo 3D e imagens Prevista para 2012

+info

http://www.igrejayonhap.com.br/


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Conjuntoe Sul

Edifício Anexo

Balcão | Nível 107.50

Edifício do Templo

Depósito

Edifício do Multi-usos

Balcão do Templo Sala Multi-usos Sala 100 Lugares

Térreo | Nível 99.80 Cozinha Café

Templo | Nível 104.10

Refeitório Foyer e Divulgação Cultural Recepção

Sala de Apoio Depósito

Sanitários

Templo Varanda de Acesso

Sanitários

1º Subsolo | Nível 96.20

2º Subsolo | Nível 93.20 Estacionamento acesso e saída pela rua Mituto Mizumoto

A. Técnica

Arquibancada | Jardim

A. Técnica

Sala do Coro A. Técnica

A. Técnica

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Estacionamento acesso pela rampa de circulação interior


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Vistas : Alรงado Rua Mituto Mizumoto | Entrada

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Vistas: Patamar da Rampa | Refeit贸rio

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Vistas Interiores: Sala do Coro | Balc達o do Templo

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Vistas do Interior do Templo: Acesso Lateral | Pulpito

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Vistas de Maquetes: Escala 1:200 e 1:20

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Vistas de Maquetes: Escala 1:200 e 1:20

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Sede do Campo Olímpico de Golfe Rio de Janeiro, Brasil

“Natureza Ao celebrar a reinserção do Golfe no âmbito dos jogos olímpicos, o projeto para a Sede do Campo Olímpico de Golfe na cidade do Rio de Janeiro celebra também a presença marcante da natureza como elemento fundamental na constituição da identidade cultural brasileira. Neste sentido, a situação geográfica do novo campo – em meio ao Parque Municipal Ecológico do Marapendi, contribui para a construção de uma identidade brasileira do Golfe; um esporte que se caracteriza pela relação que estabelece entre meio natural e o meio construído.

Setor Social Imediatamente vinculada ao acesso principal, situase a loja, que permite entrada pelo nível do campo, pela varanda ou pelo patamar intermediário da rampa de acesso ao campo. Esta flexibilidade de acesso permite arranjos diversos de circulação entre a loja e os demais setores. Na extremidade direita da varanda junto aos buracos 1, 18, 9 e 10 situam-se o Restaurante, o Pavilhão de Eventos e a Varanda Olímpica – espaço flexível pensado como extensão da varanda do restaurante, destinado às solenidades olímpicas e à observação privilegiada dos jogos a partir de um ponto mais próximo, situado na cota 7.10m. Encerrados os jogos olímpicos, este espaço poderá também ser utilizado para a ampliação do restaurante. Implantado no nível do chão (cota 2.75m) sob a Varanda Olímpica e dispondo de um acesso independente pela rua principal, o Pavilhão de Eventos articula-se com a varanda do restaurante através de uma rampa exclusiva, podendo funcionar de forma autônoma ou diretamente ligado à varanda. Este esquema permite que a cozinha tenha acesso de carga e descarga pela rua principal, estabelecendo uma comunicação direta com o restaurante e com o pavilhão de eventos. ”

Varanda Em respeito às características naturais do terreno, propõe-se a construção de uma estrutura leve, destacada do relevo natural, que toca o chão em situações pontuais; permitindo a continuidade entre os espaços paisagísticos do campo com as demais áreas construídas. Situada em uma cota elevada (nível 5.5m), acima dos obstáculos visuais do terreno, esta plataforma caracteriza-se como uma extensa varanda voltada para o campo, a partir da qual se estruturam os programas relacionados a cada setor: bloco social e bloco institucional situados na varanda, e áreas de apoio situadas junto ao campo.

© 2012 H+F Arquitetos. Acessibilidade O acesso ao conjunto se dá a partir de um desenho viário que acomoda os estacionamentos em renques sombreados por árvores e entremeados por praças de vegetação, integrando os espaços de circulação ao paisagismo do conjunto. Partindo-se dos desníveis existentes no terreno e da acomodação do gradiente da rua de acesso, permite-se comunicar os pisos do edifício em meios-níveis por meio de rampas suaves tornando acessível todo o conjunto com a naturalidade de um passeio. Localizado em uma cota intermediária (4.4m), o acesso principal desdobra-se em aclive para a varanda (térreo superior-nível 5.5m) e para o campo (térreo inferior-nível 2.75m), onde estão situadas as áreas de apoio. Os elementos de segregação entre o campo de golfe e as áreas contíguas de apoio poderão estar dispostos em áreas externas, associadas ao desenho de paisagismo, ou na projeção da varanda, vinculados ao edifício.

Sede do Campo Olímpico de Golfe do Rio de Janeiro Projecto Localização Data Cliente Area

Edifício Sede do Campo Olímpico de Golfe, Rio 2016 Rio de Janeiro, Brasil Setembro 2012 IAB-RJ 5.000 m2

Arquitectura H+F Arquitetos Equipa Pablo Hereñú, Eduardo Ferroni, Francisco Costa, Ileana Carolina Colaboração Concepção, Modelo 3D, Imagens, Desenhos

+info 182

concursosedecampoolimpicogolfe.iabrj.org.br


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Coberura

Estrutura

Nivel Social

Nivel Campo

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Vigas de Madeira Lamelada Composta Asnas de Madeira Lamelada Composta Pilares de Madeira Lamelada Composta Varanda Olímpica Restaurante Mezzanine da Loja Acesso ao Campo Administração | Recepção Salas Multi-usos Sedes das Federações Academia de Golfe

Pavilhão de Eventos Apoio de Cozinha Vestiários

Loja Acesso ao Campo

Bicicletário Garagem Carros Electricos

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186


Vistas do EdifĂ­cio: Do Exterior para o PavilhĂŁo de Eventos | Do Campo de Golfe para a Entrada do Campo

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Vistas Interiores: Academia | Restaurante 188


Vistas: Buraco 18 | Varanda OlĂ­mpica 189


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Lista de Projectos | 2004-2012 Em Co-Autoria, Colaboração e Projectos Académicos

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Conjunto Ponte dos Remédios Projecto Localização Data Cliente Area

Conjunto de Blocos de Habitação Social São Paulo, Brasil Outubro 2012 SEHAB 13.500 m2 (Bloco F)

Arquitectura Marcos Acayaba | H+F Arquitetos Equipa Colaboração Desenhos Projeto Executivo Bloco F2, Modelo 3D

+info

concursosedecampoolimpicogolfe.iabrj.org.br

Sede do Campo Olímpico de Golfe do Rio de Janeiro Projecto Localização Data Cliente Area

Edifício Sede do Campo Olímpico de Golfe, Rio 2016 Rio de Janeiro, Brasil Setembro 2012 IAB-RJ 5.000 m2

Arquitectura H+F Arquitetos Equipa Pablo Hereñú, Eduardo Ferroni, Francisco Costa, Ileana Carolina Colaboração Concepção, Modelo 3D, Imagens, Desenhos

+info

concursosedecampoolimpicogolfe.iabrj.org.br

Complexo Yonhap Projecto Localização Data Cliente Area

Estudo Preliminar do Complexo do Novo Templo Yonhap Liberdade, São Paulo, Brasil Maio - Agosto 2012 Igreja Presbiteriana Unida Coreana de São Paulo 3.800 m2

Arquitectura Equipa Colaboração Construção

H+F Arquitetos Pablo Hereñú, Eduardo Ferroni, Marta Pavão, Francisco Costa Desenhos, Maquetes 1:200 e 1:50, Modelo 3D e imagens Prevista para 2012

+info

http://www.igrejayonhap.com.br/

7º Seminário Internacional da Escola da Cidade Projecto Localização Data Worshop Universidade

Reabilitação da Favela Tiquatira 2 Tiquatira, São Paulo, Brasil Março 2012 7º Seminário Internacional da Escola da Cidade Escola da Cidade

Arquitectura Professores Elisa Valero, Isabel Abascal

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Open Ideas Competition: Bab al Bahrain Projecto Localização Data Cliente Area

Praça Bab al Bahrain Manama, Bahrain Dezembro | Janeiro 2011 Ministry of Culture, Kingdom of Bahrain -

Arquitectura Francisco Costa, Miguel Torres, Rodrigo Gaspar Equipa Francisco Costa, Miguel Torres, Rodrigo Gaspar Colaboração Autoria, Concepção, Maquete, Imagens

+info

http://www.moc.gov.bh/en/babcompetition/

Reconversão da Marginal Poente do Porto do Funchal Projecto Localização Data Cliente Area

Edificio Autónomo A Funchal, Portugal Novembro 2011 Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento -

Arquitectura Risco, SA. Equipa Colaboração Revisão do Projecto de Execução

+info

www.risco.org

Casa da Estalagem - Ervidel Projecto Localização Data Cliente Area

Turismo Rural no Alentejo Ervidel, Portugal Agosto - Novembro 2011 Privado 500 m2

Arquitectura Equipa Colaboração Construção

Miguel Torres Miguel Torres, Francisco Costa Levantametno, Fotografias, Modelo 3D e imagens Prevista para 2012

+info

FACIM | Estudo Urbanístico Projecto Localização Data Cliente Area

Estudo Urbanístico para os Terrenos da FACIM Maputo, Moçambiqye Agosto | Outubro 2011 Fundo de Investimento 200.000 m2

Arquitectura Risco, SA., Equipa Pedro Barreto, Tiago Farinha, Telmo Antunes, Francisco Costa Colaboração Investigação, Concepção, Maquete, Desenhos +info

http://www.risco.org 193


Parque Olímpico do Rio de Janeiro Projecto Localização Data Cliente Area

Plano Urbano do Parque Olímpico para os jogos de 2016 Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil Junho | Julho 2011 Perfeitura do Rio de Janeiro | Rio 2016 118 ha

Arquitectura Risco, SA., Tomás Salgado, Nuno Lourenço, Jorge Estriga, Carlos Equipa Cruz. Pedro Barreto, Tiago Farinha, Telmo Antunes, Bernardo Falcão, Francisco Costa Colaboração Concepção, Maquete, Modelo 3D, Imagens, Diagramas. Concurso 3º Lugar +info http://www.risco.org/pt/02_03_rio2016.html

Hotel Amanduna Projecto Localização Data Cliente Area

Aman Luxury Resort Comporta, Portugal Maio | Novembro 2011 FEIIF - HdC 74.000 m2

Arquitectura Denniston, Risco, SA. Equipa Colaboração Projecto de Execução, Projecto Licenciamento

+info

www.risco.org

Hospital Santa Filomena Projecto Localização Data Cliente Area

Concurso para o Hospital SANFIL Coimbra, Portugal Abril | Maio 2011 SANFIL 24.000 m2

Arquitectura Risco, SA. Equipa João Almeida, Daniela Arnaut, Telmo Antunes, Francisco Costa Colaboração Modelo 3D, Imagens. Concurso +info

www.risco.org

Grand Stade de Casablanca Projecto Localização Data Cliente Area

Estádio Olimpico para 80.000 espectadores e envolvente Casablanca, Marrocos Abril | Maio 2011 SONARGES 180.400 m2

Arquitectura Equipa Colaboração Concurso

Risco, SA. Modelo 3D lano urbano, Diagramas. 2º Lugar

+info

www.risco.org 194


Passeio Ribeirinho do Seixal Projecto Localização Data Cliente Area

Espaço Público | Passeio Ribeirinho Seixal, Portugal Março | Abril 2011 Câmara Municipal do Seixal

Arquitectura Risco, SA. Equipa Nuno Lourenço, Gianluca Bono, Francisco Costa Colaboração Projecto de Execução - Desenhos

+info

www.risco.org

Quiosque Praça da Republica | Seixal Projecto Localização Data Cliente Area

Quiosque Praça da República, Seixal, Portugal Fevereiro | Abril 2011 Câmara Municipal do Seixal 72 m2

Arquitectura Risco, SA. Equipa Nuno Lourenço, Gianluca Bono, Francisco Costa Colaboração no Projecto de Execução - Desenhos e Imagens

+info

www.risco.org

Nuestra Señora de Los Ángeles 13 Projecto Localização Data Cliente Area

Edificio de Habitação Colectiva Em Madrid Nuestra Señora de Los Ángeles, Madrid, Espanha Janeiro - Fevereiro 2011 EMVS 10500 m2

Arquitectura Fracisco Costa, Miguel Torres Equipa Fracisco Costa, Miguel Torres Colaboração Autoria, Concepção, Desenhos, Modelo 3D e imagens Concurso +info

http://issuu.com/kikux/docs/jenga13/1

Warming Hut: The House of the Setting Sun Projecto Localização Data Cliente Area

Warming Huts v.2011: An Art & Architecture Competition on Ice Winnipeg, Canada Outubro 2010 Assiniboine Credit Union River Trail 18,5 m2

Arquitectura Carlos Nogueira (Artista Plástico), Fracisco Costa, Miguel Torres Equipa Carlos Nogueira (Artista Plástico), Fracisco Costa, Miguel Torres Colaboração Autoria, Concepção, Desenhos, Modelo 3D e imagens +info

http://issuu.com/kikux/docs/warminghut http://www.warminghuts.com/ 195


Av. Helen Keller, Lote 11 Projecto Localização Data Cliente Area

Edifício de Habitação Colectiva Restelo, Lisboa, Portugal Setembro 2010 Privado 3.250 m2

Arquitectura Carlos Manuel Ramos Equipa Carlos Manuel Ramos, Francisco Costa Colaboração Desenhos de licenciamento, Maquetes, Modelo 3D e imagens Construção Prevista para 2011

Casa de Cacela | Remodelação Projecto Localização Data Cliente Area

Remodelação da Casa de Férias de Cacela Vila Nova de Cacela, Vila Real de Santo António, Portugal Agosto 2010 Privado 110m2

Arquitectura Francisco Costa Colaboração Levantamento, Concepção, Desenhos.

Sukkah City: NYC 2010 Projecto Localização Data Cliente Area

Sukkah City: NYC 2010 Union Square, New York, USA Julho 2010 Reboot, Union Square Partnership 17,5 m2

Arquitectura Fracisco Costa, Miguel Torres Equipa Fracisco Costa, Miguel Torres Colaboração Autoria, Concepção, Desenhos, Modelo 3D e imagens +info

http://issuu.com/kikux/docs/sukkah http://www.sukkahcity.com/

Remodelação UAL Projecto Localização Data Cliente Area

Remodelação do Edificio da UAL na Boavista Boqueirão dos Ferreiros, Lisboa, Portugal Junho 2010 Universidade Autónoma de Lisboa

Arquitectura Barbini Aruqitectos Equipa Flávio Barbini, Maria João Silva Barbini, André Costa, Fausto, Fábio Neves, Francisco Costa Colaboração Modelo 3D e imagens +info

www.barbiniarquitectos.com 196


House in Luanda: Patio and Pavilion Projecto Localização Data Cliente Area

Habitação unifamiliar de construção radicalmente barata Luanda, Angola Abril 2010 Trienal de Arquitectura de Lisboa 250 m2

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, Francisco Costa Colaboração Concepção, Modelo 3D e imagens Concurso Seleccionado para a Shortlist dos Finalistas +info www.rcjv.com

Less Heathrow Runways Projecto Localização Data Cliente Area

Airplot Design Contest Heathrow, UK Abril 2010 Greenpeace, UK

Arquitectura Fracisco Costa, Miguel Torres, Sérgio Nunes Equipa Fracisco Costa, Miguel Torres, Sérgio Nunes Colaboração Autoria, Concepção, desenhos, Modelo 3D e imagens +info

http://issuu.com/kikux/docs/greenpeace http://www.airplot.org.uk

New UGM Projecto Localização Data Cliente Area

Concurso para a New Maribor UGM Art Gallery Maribor, Slovenia Janeiro | Fevereiro 2010 Manicipality of Maribor, Slovenia 14.800 m2

Arquitectura PLCO Arquitecto Equipa Pedro Oliveira, Gilberto Reis, Bernardo Coutinho, Carolina Fernandes, Francisco Costa Colaboração Concepção, desenhos, maquetes e imagens Concurso 3º Lugar +info http://www.ugm.si/en/

Provesende Projecto Localização Data Cliente Area

Enoturismo no Douro - Casa do Cardenho Provesende, Vila Real, Portugal Desembro 2009

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, Francisco Costa Colaboração desenhos de licenciamento, maquetes, Modelo 3D e imagens Construção +info www.rcjv.com 197


Escola Lima de Freitas Projecto Localização Data Cliente Area

Renovação Escola Secundária Lima de Freitas Setubal, Portugal Julho | Agosto 2009 Parque Escolar

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, José Maria Rhodes Sérgio, José Roque Francisco Costa, Sebastião Taquenho Colaboração Concepção, desenhos, maquetes e imagens - Projecto Base Construção 2010 +info www.rcjv.com

MUDE Projecto Localização Data Cliente Area

Museu do Design e da Moda de Lisboa (instalação Provisória) Rua Augusta, Lisboa, Portugal Fevereiro 2009 Museu do Design e da Moda de Lisboa | Câmara Municipal Lisboa

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, José Maria Rhodes Sérgio, José Roque Francisco Costa, Sebastião Taquenho Colaboração Concepção, Desenhos, Maquetes, Modelo 3D e imagens Construção 2009 +info www.rcjv.com | www.mude.pt

100 Possibilidades de Habitar Lisboa Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Edificio de Habitação em Lisboa Avenidas Novas, Lisboa, Portugal Outubro | Dezembro 2008 | 2009 Projecto IX | X Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores João Luis Carrilho da Graça, Inês Lobo, Pedro Oliveira Area 8.000 m2

+info

http://issuu.com/kikux/docs/tese

IX SIA DA | UAL “Conexões” Projecto Localização Data Worshop Universidade

Casa da Música Submersa Marina de Cascais, Portugal Setembro 2008 IX Seminário Internacional de Arquitectura Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Ana Quelhas, Agnieska Szuran, Filipe Cardozo, Francisco Costa, João Charters Monteiro, Marcos Feijó, Maria Santos, Mariana Paisana, Miguel Torres, Sara Brandão, Teresa Saldanha Professores Valerio Olgiati, Tamara Olgiati

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Escola Sebastião da Gama Projecto Localização Data Cliente Area

Renovação Escola Secundária Sebastião da Gama Setubal, Portugal Julho | Agosto 2008 Parque Escolar

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, Francisco Costa, Sebastião Taquenho Colaboração Concepção, Desenhos, Maquetes e imagens - Projecto Base Construção 2009 | 2010 +info www.rcjv.com

Teatro em Carnide Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Teatro + Restaurante + Sala de Estudo + Espaço Expositivo Carnide, Lisboa, Portugal Abril | Junho 2008 Projecto VIII Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Pedro Reis, Telmo Cruz Area 7000 m2 +info

http://issuu.com/kikux/docs/teatrocarnide http://www.youtube.com/watch?v=7eZAqyh2DLY

Rua Particular à Azinhaga dos Lameiros Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Plano Urbano de Reconversão de uma AUGI Carnide, Lisboa, Portugal Março | Abril 2008 Projecto VIII Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Bernardo Menezes, Carlos Santos, Cristina Delgado, Francisco Costa, Nadia Dolbeth, Nuno Martins Professores Manuel Graça Dias, Pedro Reis Area +info

http://issuu.com/kikux/docs/lameiros

Sede da Ami Projecto Localização Data Cliente Area

Conccurso Público para a nova Sede da AMI S. Domingos de Rana, Cascais, Portugal Novembro | Janeiro 2007 | 2008 AMI

Arquitectura Ricardo Carvalho Joana Vilhena Arquitectos com Rui Mendes Equipa Joana Vilhena, Ricardo Carvalho, Rui Mendes, Francisco Costa, Sebastião Taquenho e Inês Campos Colaboração Concepção, Desenhos, Maquetes, Modelo 3D e imagens Concurso +info www.rcjv.com 199


Habitação de Luxo na Estrela Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Edificio de Habitação de Luxo na Estrela Lisboa, Portugal Outubro | Janeiro 2007 | 2008 Projecto Vii Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Francisco Aires Mateus, Valentino Capelo Sousa Area

+info

http://issuu.com/kikux/docs/projectovii

7. Internationaler Architecture Sommer Workshop Würzburg Projecto Localização Data Universidade

Konversion des Grönert-Areals, Heidingsfeld Heidingsfeld, Würzburg, Germany Julho | Agosto 2007 Stadbau Würzburg

Arquitectura André Costa, Corinna Bonse, Francisco Costa, João Lopes, Lukaz Pituch, Marta Chmura, Sabine Logsch Professores Juhani Karanka, Rainer Gumpp Area 3,500 m2

+info

http://www.wuerzburg-workshop.de/englisch/

Habitação e Escritórios na Infante Santo Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Conjunto de Edificios de Habitação e Escritórios Avenida Infante Santo, Lisboa, Portugal Março | Julho 2007 Projecto VI Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador Area 7.2500 m2

+info

http://issuu.com/kikux/docs/infantesanto

Residência de Estudantes em Xabregas Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Pousada da Juventude | Residência de Estudantes Xabregas, Lisboa, Portugal Outubro | Fevereiro 2006 | 2007 Projecto V Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador Area 12.350 m2

+info

http://issuu.com/kikux/docs/lugares_em_espera 200


IV Taller Internacional de Arquitectura “Imitacíon y experiencia” Projecto Localização Data Disciplina

Centro de Intrepretação do Alcázar de Baeza Baeza, Spain Setembro 2006 Universidad Internacional de Andalucia

Arquitectura Francisco Costa, Sebastião Taquenho Professores Pierluigi Salvadeo, Zecca Gianluca Area

+info

Centro de Arte Contêmporanea de Santos Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Galeria de Arte Contêmporanea de Santos Largo Vitorino Damársio, Lisboa, Portugal Março | Julho 2006 Projecto IV Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador Area 2420 m2

Adição à Case Study House #20 Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Adição à CSH#20 de Richard Neutra Pacific Palisades, LA, USA Novembro | Janeiro 2005 | 2006 Projecto III Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador Area 100 m2

+info

Oteiza Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Transformação de uma Escultura de Jorge Oteiza num Lugar Habitável Sem Lugar Outubro 2005 Projecto III Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Nuno Mateus, Ricardo Carvalho, Fernando Salvador

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“Para-Arquitecturas” 3º Seminário Internacional de Projecto Projecto Localização Data Universidade Professores

Video “Arquitectura e Corpo” Lisboa, Portugal Julho 2005 Faculdade de Arquitectura | Universidade Técnica de Lisboa Pedro Burgaleta

Residência de Estudantes no Conde Barão Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Residencia de Estudantes num lote de 3x25metros Largo do Conde Barão, Lisboa, Portugal Maio | Julho 2005 Projecto II Universidade Autónoma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Flavio Barbini, Diogo Seixas Lopes Area 500 m2

Casa Pátio Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Casa Patio com 3 Cubos de 6 metros de Aresta Porto Brandão, Almada, Portugal Março | Maio 2005 Projecto II Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Flavio Barbini, Diogo Seixas Lopes Area 110 m2

Casa do Bombeiro Projecto Localização Data Disciplina Universidade

Ampliação 10x de 1 frigorifico para transformação em Edifício de Habitação Lisboa, Portugal Dezembro | Fevereiro 2004 | 2005 Projecto I Universidade Autonóma de Lisboa

Arquitectura Francisco Costa Professores Manuel Graça Dias, Flavio Barbini, Diogo Seixas Lopes Area 170 m2

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Viagens

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Barcelona País Cidade

Espanha Barcelona

Data Transporte

Junho 2011 Avião

Berlim País Cidade

Alemanha Berlim

Data Transporte

Dezembro 2010 Avião

Nova Iorque País Cidade

Estados Unidos da América Nova Iorque

Data Transporte

Maio 2010 Avião

Barcelona País Cidade

Espanha Barcelona

Data Transporte

Março 2010 Avião

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Over Lappings País Cidade

Reino Unido Londres

Data Transporte

Junho 2009 Avião

Paris País Cidade

França Paris

Data Transporte

Dezembro 2008 Avião

Brasil País Cidades

Brasil São Paulo, Rio de Janeiro, Ouro Preto, Belo Horizonte, Brazilia

Data Transporte

Fevereiro 2008 Avião, Autocarro

Milão País Cidade

Itália Milão

Data Transporte

Dezembro 2007 Avião

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7. Internationaler Architecture Sommer Workshop Würzburg País Cidades

Alemanha Frankfurt, Estugarda, Würzburg, Munique

Data Transporte

Julho, Agosto 2007 Avião, Carro

UAL ao Porto País Cidades

Portugal Porto, Coimbra

Data Transporte

Fevereiro 2007 Autocarro

IV Taller Internacional de Arquitectura “Imitacíon y experiencia” País Cidades

Espanha Baeza, Ubeda, Granada, Cordoba

Data Transporte

Setembro 2006 Carro

3º inter Rail Países Cidades

França, Hungria, Sérvia, Grécia, Itália Paris, Budapeste, Belgrado, Atenas, Pyrgos, Olimpia, Patras, Bari, Taranto, Pompeia, Napoles, Capri, Roma, Vila Adriana, Florença, Siena, Vicenza, Ravena, Rimini, Veneza, Como

Data Transporte

Agosto, Setembro 2006 Comboio, Barco

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Ual ao Porto País Cidades

Portugal Porto, Caminha, Viana do Castelo

Data Transporte

Fevereiro 2006 Autocarro

Bilbau País Cidades

Espanha Salamanca, Bilbau, Burgos

Data Transporte

Outubro 2005 Carro

2º Inter Rail Países Cidades

França, Holanda, Alemanha, Républica Checa, Polónia, Eslováquia, Austria, Eslovénia, Itália, Espanha Bordéus, Amesterdão, Utrech, Roterdão, Berlim, Dessau, Praga, Brno, Cracóvia, Auschwitz, Bratislava, Viena, Graz, Ljubljana, Milão, San Sebastian

Data Transporte

Agosto, Setembro 2005 Comboio

Ual ao Porto País Cidades

Portugal Porto, Viseu, Vila Nova de Famalicão

Data Transporte

Fevereiro 2005 Autocarro

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Barcelona País Cidade

Espanha Barcelona

Data Transporte

Fevereiro 2004 Avião

1º Inter Rail Países Cidades

Espanha, França, Monaco, Itália Barcelona, Nice, Monaco, Veneza, Florença, Roma, Paris

Data Transporte

Agosto 2003 Comboio

Sail Brugges 2002 Países Cidades

França, Reino Unido, Belgica Saint Malo, Mont Saint Michel, Jersey, Alderney, Brugges, Bruxelas

Data Transporte

Agosto 2002 Barco (Réplica de uma Caravela do Sec. XV), Avião

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Portfólio | Outubro 2012 (Português)