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A ideia é explorar e consequentemente descobrir o novo, é a tentativa de expressão individual e sentimental através da arte, novas afinidades e intimidades. São tantas as formas, temas, linhas, espessuras... A ideia é juntar tudo, é a mistura mesmo, é mostrar o que se tem por dentro, o que nos diferencia: o pensamento. Na tentativa de expressar a transformação do meu pensamento em arte, surge "Home", projeto pessoal e de conclusão de curso sobre sentir-se. "Home" é a junção do universo artístico partindo da dificuldade de se demonstrar o que se sente e o que se pensa. "Home" foi criado como um manifesto à dificuldade de expressão.


A inconstante sobre "sentir-se em casa", sobre sentir-se bem consigo mesmo e sentir que está exatamente onde queria estar, exatamente onde deveria estar. A vida é um conjunto de lugares, pessoas e sentimentos que vamos deixando por aí. Um pedaço nosso em cada lugar/pessoa. Então como se sentir completo? Como sentir-se bem e "em casa" sabendo que esse sentimento necessita de tudo isso? A experiência de estar em vários lugares e não se encaixar em nenhum deles, em estar em constante mudança de ambientes, pessoas e amores na tentativa de que "sentir-se em casa" seja algo físico, de completar-se de alguma maneira com o físico porque querendo ou não entre as duas saídas, é a mais fácil delas. Sentir-se em casa é uma variável. É relativo para cada pessoa, não há generalização. Para alguns, sentir-se em casa é um sentimento, para outros um lugar e tem até quem diga que é uma pessoa, também é possível que alguém chame de casa o conjunto completo: sentimento-lugar-alguém. Mas em todos os casos "casa" tem o mesmo significado independente de ser lugar, sentimento, pessoa ou ambos: de conforto, liberdade, sentimento, compreensão, aceitação e felicidade. Às vezes se leva uma vida toda para encontrar-se o que chamar de "casa" no mundo, algumas pessoas optam pelo nomadismo:

de lugar em lugar, de pessoa em pessoa, de amor em amor. Cada um encontrando seu meio. Tudo é válido. No fim sentir-se bem é o que importa. Sentir é o que importa. Pra mim, sentir-se em "casa" é um sentimento. O sentimento de estar fazendo o que gosta, de estar com as pessoas que gosta, já que a muito tempo casa em sentido de lugar não faz nenhum sentido pra mim. Talvez eu mude de ideia daqui a algum tempo, encontrando o meu lugar no mundo ou encontrando alguém. Porque como eu disse: sentir-se em casa é uma variável. Todos nós temos total controle do nosso pensamento, a definição de "casa" está totalmente ligada ao nosso pensamento e que acaba sendo a única coisa que diferencia um ser humano do outro. Sentir-se em casa é algo que vai além do conhecer ou estar pela primeira vez, que não se enquadra nas definições padrões de tempo e espaço, é um sentimento cuja origem pode ser quase oposta de pessoa para pessoa. É sem dúvidas o lugar que mais nos sentimos à vontade. Estar em casa é sentir-se querido e aceito da maneira que somos é sentir que temos liberdade para nos expressar, que temos pessoas que nos entendem com quem valha a pena trocar, que as horas passam voando porque cada momento é realmente único. Sentir-se em casa é libertador.

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Késsia Riany, 20 anos. Formando em publicidade mas sempre costumou ser designer gráfica. O intuito desse mini portfólio é mostrar um pouco do que será feito no visual do meu projeto final: que será uma mistura de arte, fotografia e linhas. Aqui, separei algumas fotos e artes minhas como prévia do que está por vir, não serão usadas necessariamente as mesmas fotografias ou artes, criei esse livreto como forma de demonstração da minha estética e da forma que penso.

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design, diagramming, photographs and arts by kÊssia riany / copyright Š 2016


"Home", TCC and Personal Project Part I. 2016