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Atletas paraolímpicos: exemplos de superação Reportagem originalmente publicada no site do Editorial J:

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/atletas-paraolimpicos-exemplos-desuperacao/ O Editorial J apresenta uma série de reportagens contando a história de atletas paraolímpicos gaúchos. Eles atuam nas mais diversas modalidades e driblam suas deficiências ao superarem desafios e preconceitos. Alguns não contam com qualquer tipo de patrocínio e aliam o esporte à profissão que os sustentam, outros mudaram suas vidas com a prática esportiva. Em comum, todos se igualam na busca pelo reconhecimento na atividade física. • • • • • •

Jogador de “futebol cego” é esperança de ouro para o Brasil Atleta paraolímpico vive maratona de dificuldades Maratonista aguarda a convocação do Comitê Brasileiro para competir em Londres Portinho é referência no basquete paraolímpico gaúcho Esgrimista gaúcho classificado para Londres Os dois esportes de Giácomo Braga

Texto: Karine Flores


Jogador de “futebol cego” é esperança de ouro para o Brasil Reportagem originalmente publicada no site do Editorial J:

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/jogador-de-futebol-cego-eesperanca-de-ouro-para-o-brasil/ Veja entrevista em vídeo com o atleta:

http://www.youtube.com/watch?v=0S6DlYucqWA&feature=player_embedded Ricardo Steinmertz Alves, mais conhecido como Ricardinho, é jogador de futebol cinco. O esportista de 23 anos nascido em Osório, litoral gaúcho, coleciona títulos e fãs por onde passa. O atleta perdeu totalmente a visão aos oito anos de idade e, desde então, enfrentou uma sequência de mudanças em sua vida. Ele faz parte da seleção masculina de futebol 5 e estará presente nas Paraolimpíadas de Londres, evento que ocorre após as Olimpíadas e conta com vinte e oito modalidades diferentes. O esporte praticado por ele é exclusivo para deficientes visuais. Nele as partidas ocorrem em uma quadra de futsal adaptada ou em campos de grama sintética. O goleiro é o único, dentre os cinco jogadores, que tem visão total. Junto às linhas laterais, bandas (barreira feita de placas de madeira que se prolonga de uma linha de fundo a outra, com 1metro e meio de altura, em ambos os lados da quadra, evitando que a bola saia em lateral, a não ser que seja por cima desta) impedem que a bola saia do campo. As partidas são silenciosas e em locais sem ecos, para não atrapalhar os atletas que se guiam pelos guizos internos da bola e pelos gritos do “chamador”, personagem que no fundo do campo dá orientações aos jogadores. O atleta, fã dos Engenheiros do Hawaii e torcedor do Sport Club Internacional, apesar de jovem, coleciona diversas premiações. O talento do craque fica evidente, dentre outros motivos, por ter sido eleito, aos 17 anos, o melhor jogador do mundo de futebol 5. Ricardinho é o mais jovem a ganhar esse reconhecimento. Modesto, ele diz que ficou surpreendido com a escolha. “Confesso que foi uma surpresa na festa de premiação, após o término do Mundial. Eu estava distraído conversando quando chamaram o meu nome, pra mim, foi até um susto,” brinca. O jogador, por vezes tímido, projeta um futuro ainda mais vitorioso. “Em todos os campeonatos possíveis que disputei, fui campeão. Eu já ganhei tudo que podia ter ganhado. Meu sonho hoje é repetir meus feitos. Eu aprendi, no futebol, que mais difícil que ganhar uma vez é ganhar a segunda. As conquistas virão com mais dificuldade, mas será mais gostoso.” Mesmo tendo qualidades e habilidades muito pessoais, Ricardinho enfatiza que “todas as pessoas têm condições de alcançar seus objetivos. O importante é saber o caminho a seguir. Descobrir o que gosta de fazer e correr atrás. O início é a parte mais difícil. Arrancar do zero


é muito complicado, têm muitas barreiras, mas a pessoa persistente sempre consegue seu espaço. O segredo é ser determinado.” A Seleção Brasileira de futebol cinco contará com Ricardinho para trazer novamente o ouro ao povo brasileiro, aumentando ainda mais o orgulho gaúcho nesses atletas que são um verdadeiro exemplo de vida. Texto: Karine Flores


Atleta paraolímpico vive maratona de dificuldades

Foto: Divulgação / Tadeu Vilani Reportagem originalmente publicada no site do Editorial J:

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/atleta-paraolimpico-vive-maratonade-dificuldades/ Carlos Roberto Oliveira, mais conhecido como Carlão, é deficiente físico e há mais de 20 anos pratica atletismo. Na versão paraolímpica desse esporte, as provas podem ser disputadas tanto por homens quanto mulheres, e são permitidos recursos como próteses, guias para os atletas cegos, ou cadeiras de rodas. Velocidade e força são fundamentais para um bom desempenho nessa corrida que varia de cem metros a cinco quilômetros. Natural de Cruz Alta, Carlão teve poliomielite antes dos dois anos de idade, restando sequela nas pernas que comprometeram 100% de seu membro inferior direito e 35% do membro inferior esquerdo, além do seu equilíbrio. “Ando com muletas, mas prefiro, pela comodidade, a cadeira de rodas. Em Porto Alegre, porém, como a cidade não está totalmente preparada para cadeirantes, opto pela muleta”, relata.


"Sou muito mais respeitado fora do meu país do que na minha cidade", diz Carlão (Divulgação / Tadeu Vilani)

Carlão treina quase todos os dias, com exceção de segunda-feira, seu dia de folga. A rotina de treinamentos é de uma hora e meia diariamente. Com essa dedicação de campeão e um talento para o esporte, ele participa de inúmeros torneios esportivos, tendo conquistado mais de 35 maratonas e 160 provas curtas no decorrer de sua carreira. “No mais recente, fiquei com ouro nos 1.500 metros e prata nos 5.000 metros nos Jogos Regionais – Circuito Caixa de Atletismo”, conta. Antes disso, no início do ano, o atleta esteve um mês nos Estados Unidos, onde obteve a segunda colocação na Maratona de Miami e o primeiro lugar na Maratona de Fort Lauderdale. Mesmo contando com o patrocínio da TNT – Energy Drink, Carlão não vive do esporte e trabalha na Editoria de Fotografia do jornal Zero Hora. A falta de incentivo do poder público na compra de equipamentos e de investimento na formação de novos atletas para o meio paraolímpico são as grandes dificuldades que o deficiente encontra hoje para praticar algum esporte, na opinião de Carlão. Carlão enumera uma série de constrangimentos comuns enfrentados pelos cadeirantes, além da falta de respeito aos seus direitos. Entre estes, cita as vagas para deficientes existentes em estacionamentos de shoppings, supermercados e outros espaços públicos frequentemente ocupados por quem não deveria estacionar ali. Outro caso envolve preconceito que ele mesmo sofreu. “Quando buscava um patrocínio, ouvi de um executivo, que trabalha com planos de saúde, que ele não poderia me patrocinar, por sua empresa vender saúde e não querer combinar isso à vinculação da imagem de uma pessoa aleijada.” Triste, acrescenta que “teria inúmeros outros casos para contar.” Apesar da carreira vitoriosa, Carlão não recebe o reconhecimento devido, o que é comum no universo paraolímpico. “Pelos meus resultados, recebo inúmeros convites das mais diversas maratonas do mundo. Sou muito mais respeitado fora do meu país do que na minha cidade”, lamenta. Na próxima semana, não perca a entrevista com o atleta paraolímpico Alex Douglas. Texto: Karine Flores


Alex Douglas perto das Paraolimpíadas de 2012

Foto: Janaína Marques Reportagem originalmente publicada no site do Editorial J:

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/alex-douglas-perto-dasparaolimpiadas-de-2012/ Veja entrevista em vídeo com o atleta:

http://www.youtube.com/watch?v=hg2CjiGckiw&feature=player_embedded Alex Douglas Pires da Silva, 22 anos, é deficiente físico e atleta. Começou a praticar atletismo como brincadeira, após tentar jogar futebol. Natural de Sapiranga, o rapaz conheceu o atletismo ao se interessar por corridas rústicas, ou seja, rurais. Diante do desempenho alcançado, resolveu investir no esporte. Agora, o atleta quer confirmar sua participação nas Paraolimpíadas de Londres deste ano. No início da carreira, com os resultados positivos, amigos e familiares o aconselharam a participar de provas oficiais para ganhar destaque e visibilidade e chegar à seleção paraolímpica. Alex nasceu com o braço esquerdo mais curto que o direito. Assim está incluído na categoria T46, para atletas amputados ou com má formação congênita.


Atualmente, o maratonista mora em Porto Alegre, nos alojamentos para atletas da Sociedade Ginástica de Porto Alegre (Sogipa), onde treina todos os dias, em dois turnos. “Eu gosto de morar em cidade grande, é bem melhor treinar aqui, pois não pratico a atividade física sozinho. Apesar de o atletismo ser um esporte individual, é muito motivador poder treinar com outras pessoas”, conta. Alex revela que uma das maiores dificuldades de qualquer atleta é conseguir um patrocinador, objetivo que também almeja. “Muitos atletas com potencial desistem de competir por falta de apoio. No meu caso, como pratico atletismo é ainda mais difícil, pois as empresas não querem patrocinar um único atleta, diferentemente do que ocorre no futebol, em que 11 jogadores divulgam a mesma marca,” desabafa. Fã dos atletas Vanderlei Cordeiro de Lima, Marílson dos Santos e Paul Tergat, o maratonista relata uma situação constrangedora que é comum no seu dia a dia. “Como minha deficiência não é muito visível, principalmente quando estou com algum tipo de agasalho, já passei por situações como estar sentado em bancos reservados para deficientes físicos e me pediram para sair.” O atleta, que ano passado foi líder do ranking brasileiro de 1500 metros rasos na categoria T46, já conseguiu alcançar o índice exigido para os Jogos Paraolímpicos, ainda no mês de abril, e agora aguarda a convocação do Comitê Paraolímpico Brasileiro para poder embarcar para Londres. “O meu sonho é estar nas paraolimpíadas e quem sabe daqui a um tempo ser recordista mundial”, revela. Na próxima semana não perca a reportagem realizada com o jogador de basquete e deficiente físico Luiz Portinho. Texto: Karine Flores


Portinho é referência no basquete paraolímpico gaúcho Reportagem originalmente publicada no site do Editorial J:

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/portinho-e-referencia-no-basqueteparaolimpico-gaucho/ Luiz Claudio Portinho Dias, 38 anos, é deficiente físico e joga basquete. O atleta que desde cedo conheceu o mundo dos esportes, já praticou judô, natação e futebol. Ele ficou paraplégico aos oito anos de idade, após um acidente automobilístico e, há mais de 30, ignorando sua deficiência, exerce com prazer algum tipo de atividade física. Luiz Portinho iniciou na modalidade que pratica até hoje, aos 12 anos, depois de conhecer o professor Aldo Potrich, precursor em atividades paradesportivas no Rio Grande do Sul.

Presidente de associação de deficientes colabora na divulgação de outros atletas (Alexsander Santos/Divulgação RS Paradesporto)

O basquete paraolímpico é praticado por atletas de ambos os sexos que tenham alguma deficiência físico-motora. As cadeiras de rodas são adaptadas e padronizadas, e a cada dois toques nelas, os jogadores devem quicar, passar ou arremessar a bola. As dimensões da quadra e a altura da cesta são as mesmas do basquete olímpico. “Costumo afirmar que a única mudança do basquete sobre rodas para o convencional é a própria cadeira”, explica Portinho. O jogador que trabalha como procurador federal, apesar de participar da equipe “RS Paradesporto” (www.rsparadesporto.org.br) que está entre as 20 melhores do país, não conta com patrocinador. “Toda a estrutura desportiva que utilizo é propiciada pela RS Paradesporto”, revela. Essa associação gaúcha, presidida por Luiz Portinho, congrega portadores de deficiência física e realiza trabalhos que visam favorecer e divulgar o esporte paraolímpico, bem como os direitos de quem tem deficiência. “Aumentar a visibilidade e a empatia do movimento paraolímpico junto à mídia e à sociedade em geral é um de seus objetivos”, conforme site do grupo.


Portinho admira quem luta contra preconceituosos na sociedade (Alexsander Santos/Divulgação RS Paradesporto)

Luiz Portinho ressalta que a grande dificuldade enfrentada pelo deficiente físico é a pouca acessibilidade às praças desportivas e plantas urbanas em geral, como calçadas. A respeito dos atletas paraolímpicos, ele expõe como empecilho à prática do esporte a falta de preparo de professores e gestores para lidar com esses esportistas, faltando habilidade e vontade, para o apoio a esses grupos. “O Rio Grande do Sul, infelizmente, não tem uma política pública para o desporto paraolímpico”, desabafa. O atleta treina diariamente nos Ginásios Tesourinha e no Complexo do Centro Estadual de Treinamento Esportivo (Cete), cujos espaços e horários de são cedidos à RS Paradesporto. Sua equipe disputa a Liga Gaúcha, os campeonatos regional e nacional, organizados pela confederação brasileira, além de outros torneios esporádicos. Portinho, que preza pela divulgação do esporte paraolímpico, segue em competições e à espera de mais apoio aos atletas. Não perca: na próxima semana a história do esgrimista Jovane Guissone. Texto: Karine Flores


Esgrimista gaúcho classificado para Londres

Guissone quer conquistar o ouro nas Paraolimpíadas (Marcos Bertoncello / Grêmio Náutico União) Reportagem originalmente publicada no site do Editorial J:

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/esgrimista-gaucho-em-londres/ O esgrimista Jovane Silva Guissone, 29 anos, está diante de um novo desafio. Classificado para as Paraolimpíadas de Londres, treina obstinado para trazer uma medalha olímpica. Guissone se tornou o primeiro atleta brasileiro da modalidade a medalhar em uma competição internacional, ao conquistar um bronze no Mundial da IWAS no ano passado. “Já conquistei 28 medalhas nacionais e cinco internacionais”, enumera contente. Natural de Barros Cassal, no interior gaúcho, o atleta é deficiente físico e pratica esgrima há quatro anos. Ficou paraplégico, no final de 2004, após sofrer um assalto e levar um tiro na coluna. Nos anos posteriores, Guissone passou por momentos de reabilitação, fisioterapia e adequação com a cadeira de rodas. Em 2007, fez um ano de basquete, mas se afastou do esporte devido à lesão. Não desistiu da atividade física, conheceu a esgrima e segue praticando até hoje.


Na esgrima paraolímpica, a cadeira é fixada ao solo por meio de uma armação especial (Marcos Bertoncello / Grêmio Náutico União)

A esgrima paraolímpica destina-se aos portadores de deficiência física motora, em cadeira de rodas, nas categorias masculina e feminina. A cadeira é fixada ao solo, por meio de uma armação especial, que ao mesmo tempo posiciona o atleta num certo ângulo e distância. A partida que consiste em três períodos com três minutos cada, pode durar também até um dos adversários completar 15 pontos. Guissone, que conheceu outros países em razão do esporte, treina de segunda a sexta-feira na Academia da Brigada e recebe orientação dos técnicos do Grêmio Náutico União, Alexandre Teixeira e Eduardo Nunes. Jovane dedica-se exclusivamente ao esporte e segue buscando patrocínios. O esgrimista, que tem o jogador Neymar como um de seus ídolos, relata que não gosta de tratamentos diferenciados e de ser subestimado por ser portador de deficiência. “As pessoas me olham com outro olhar, sentem pena. Gosto que me tratem como uma pessoa normal. Eu sou um ser humano capaz como qualquer outro. O meu filho de nove meses é uma prova disso”, relata orgulhoso do bebê que está no colo da esposa. Determinado, finaliza: “Vou realizar o meu sonho e trazer uma medalha das Paraolimpíadas”. Não perca, na próxima semana, a história do nadador Giácomo Braga. Texto: Karine Flores


Os dois esportes de Giácomo Braga Reportagem originalmente publicada no site do Editorial J:

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/os-dois-esportes-de-giacomo-braga/ Confira entrevista em vídeo com o atleta:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=N2r656_thvI Giácomo Braga, de 17 anos, é um atleta que se destaca em duas modalidades. Há mais de 10 anos faz natação e, há um ano, integra a equipe de basquete RS Paradesporto. Aos seis anos de idade, sofreu um acidente de bicicleta que causou uma lesão medular. Braga ficou paraplégico. Por conta da reabilitação e da fisioterapia, começou a nadar. O atleta se aperfeiçoou na natação. No último ano, conquistou três medalhas de ouro e uma de prata nas Paraolímpiadas Escolares. No basquete paraolímpico, as cadeiras de rodas são adaptadas e padronizadas e, a cada dois toques nelas, os jogadores devem quicar, passar ou arremessar a bola. As dimensões da quadra e a altura da cesta são as mesmas do basquete olímpico. Na natação paraolímpica, existem adaptações, principalmente quanto às saídas, viradas e chegadas. Alguns atletas, inclusive, podem requerer o auxílio da equipe de apoio na borda da piscina durante a competição para ajudar na sua entrada e retirada da água. Braga foi apresentado ao basquete por Luiz Portinho, por quem tem grande admiração, tanto pelos seus desempenhos em quadra quanto por sua luta pela valorização dos deficientes físicos. Os dois são colegas de basquete e, quando perguntado, o atleta afirma com convicção que “ele é meu ídolo!” Como grande parte dos deficientes, Braga passa por constantes e corriqueiras situações que o constrange, mas que facilmente poderiam ser evitadas com a colaboração da população. “Quando vou andar de ônibus e as rampas têm de ser baixadas, para que eu possa entrar nele, as pessoas ficam insatisfeitas e reclamam por terem de esperar”, desabafa. O atleta almeja mais consciência das pessoas, além de um maior reconhecimento. Braga, que não tem patrocínio e alia os treinos no Ginásio Tesourinha aos estudos, busca se aperfeiçoar mais no esporte para, no futuro, participar de uma Paraolimpíada. Texto: Karine Flores


Esporte paraolímpico favorece resgate da autoestima e inclusão social

Foto: Marcos Bertoncello / Grêmio Náutico União Reportagem originalmente publicada no site do Editorial J:

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/esporte-paraolimpico-favoreceresgate-da-autoestima-e-inclusao-social/ Confira o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=qC057-lWjcg Em entrevista ao Editorial J, cinco especialistas falam sobre superação, dificuldades, falta de reconhecimento e seus aprendizados ao trabalhar com atletas paraolímpicos. Os treinadores, psicólogos e médicos ressaltam, na reportagem em vídeo, o valor do esporte para o resgate da autoestima e a inclusão social dos deficientes: O Editorial J apresenta uma série de reportagens contando a história de atletas paraolímpicos gaúchos. Eles atuam nas mais diversas modalidades e driblam suas deficiências ao superarem desafios e preconceitos. Alguns não contam com qualquer tipo de patrocínio e aliam o esporte à profissão que os sustentam, outros mudaram suas vidas com a prática esportiva. Em comum, todos se igualam na busca pelo reconhecimento na atividade física.


Conheça seis atletas paraolímpicos e saiba como eles vencem os desafios do cotidiano: Jogador de “futebol cego” é esperança de ouro para o Brasil

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/jogador-de-futebol-cego-e-esperanca-de-ouropara-o-brasil/ Atleta paraolímpico vive maratona de dificuldades

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/atleta-paraolimpico-vive-maratona-dedificuldades/ Maratonista aguarda a convocação do Comitê Brasileiro para competir em Londres

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/alex-douglas-perto-das-paraolimpiadas-de-2012/ Portinho é referência no basquete paraolímpico gaúcho

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/portinho-e-referencia-no-basquete-paraolimpicogaucho/ Esgrimista gaúcho classificado para Londres

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/esgrimista-gaucho-em-londres/ Os dois esportes de Giácomo Braga

http://www.eusoufamecos.net/editorialj/os-dois-esportes-de-giacomo-braga/ Texto: Karine Flores


Atletas paraolímpicos: exemplos de superação