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PARAMETRO

DESCRIÇÃO

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SÍNTESE

FUNCIONAL ENTORNO

IDENTIFICAR A RELAÇÃO DO EDIFÍCIO COM OS ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS EDIFICADAS, RELAÇÕES DE PROXIMIDADE, DIÁLOGO, INTEGRAÇÃO OU AUTONOMIA

LOCALIZADO EM UM BAIRRO MAIS TRANQUILO, LONGE DO CENTRO BARULHENTO DE TÓQUIO, A IMPLANTAÇÃO SE DÁ EM UMA ESQUINA, A CASA É DELIMITADA APENAS PELA FACE SUDESTE. CERCADA POR UMA DENSA ÁREA HABITACIONAL, TODAS MUITO PRÓXIMAS UMA DAS OUTRAS, COM RUAS ESTREITAS. A CASA SEGUE O MESMO PADRÃO DE GABARITO DA REGIÃO, COM EDIFICAÇÕES DE 2 A 3 PAVIMENTOS, SENDO DESTAQUE DEVIDO AO ACABAMENTO BRANCO E LISO.

IMPLANTAÇÃO

IDENTIFICAR COMO SE DÁ A OCUPAÇÃO DA PARCELA DO LOTE, A DISPOSIÇÃO DO(S) ACESSO(S) AO LOTE; COMO SE ORGANIZA O AGENCIAMENTO, UMA LEITURA DA RUA PARA O LOTE

OCUPANDO BOA PARTE DO LOTE, A EDIFICAÇÃO POSSUI RECUO REGULAR AO LONGO DO LOTE, COM BOA DISTRIBUIÇÃO, PORÉM SEM ALINHAMENTO LÓGICO DOS BLOCOS. É CONSTITUÍDA DE DEZ BLOCOS, SENDO QUE O ACESSO SE DÁ POR 3 LATERAIS DO LOTE, DEVIDO A UMA ESTREITA RUA SEM SAÍDA A SUDOESTE, NÃO HAVENDO ACESSO EXTERNO APENAS NA FACE SUDESTE.

ACESSO EXTERNO LIMITE DO LOTE ÁREA CONSTRUÍDA

TOPOGRAFIA

API II - FAUED - UFU CASA MORIYAMA (2005) SANAA BRUNA VASCONCELOS ICARO CROZARA KARINA LEE

NOTA-SE UMA DECLIVIDADE MUITO SÚTIL DO TERRENO, NÃO CAUSANDO INTERFERÊNCIA SIGNIFICATIVA NO EDIFÍCIO.

IDENTIFICAR EM QUE MEDIDA A TOPOGRAFIA DO LOTE INTERFERE NA CONFIGURAÇÃO DO PROJETO TANTO NA GEOMETRIA QUANTO NA VOLUMETRIA

TERRENO VOLUME DO EDIFÍCIO


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SÍNTESE

ORIENTAÇÃO SOLAR / INSOLAÇÃO

IDENTIFICAR A INTERFERÊNCIA DA ORIENTAÇÃO SOLAR/INSOLAÇÃO NA CONFIGURAÇÃO NO PROJETO, NA DETERMINAÇÃO DA LOCALIZAÇÃO DOS SETORES

A FACHADA NORDESTE POSSUI INCIDÊNCIA SOLAR PREDOMINANTE, FAVORECENDO A MAIORIA DOS BLOCOS, TENDO GRANDE APROVEITAMENTO DA LUZ DO SOL EM GRANDE PARTE DO DIA GRAÇAS AS ABERTURAS. A FACHADA OPOSTA SE ENCONTRA SOMBREADA NA MAIOR PARTE DO TEMPO.

CIRCULAÇÃO E ACESSOS

IDENTIFICAR COMO AS RELAÇÕES DE ACESSO E CIRCULAÇÃO OCORREM NO INTERIOR DO LOTE, IDENTIFICAR O(S) ACESSO(S) EXTERIOR-INTERIOR E COMO SE ORGANIZA A CIRCULAÇÃO NO INTERIOR DA EDIFICAÇÃO, OS PRINCIPAIS FLUXOS ENTRE OS AMBIENTES E/OU SETORES

SEM UM EIXO PRINCIPAL, A CASA POSSUI 57% DO SEU ESPAÇO “PÚBLICO”, COM VÁRIOS PONTOS DE ACESSO PARA O ESPAÇO PRIVADO. TODO A ÁREA NÃO CONSTRUÍDA PODE SER CONSIDERADO TANTO UMA ÁREA ABERTA PARA A POPULAÇÃO COMO DE CIRCULAÇÃO PARA RESIDENTES E PEDESTRES.

ÁREA DE CIRCULAÇÃO EXTERNA CIRCULAÇÃO INTERNA ACESSOS AO EDIFÍCIO

ZONEAMENTO/ SETORIZAÇÃO

API II - FAUED - UFU CASA MORIYAMA (2005) SANAA BRUNA VASCONCELOS ICARO CROZARA KARINA LEE

IDENTIFICAR OS USOS DOS AMBIENTES E AGRUPÁ-LOS SEGUNDO ZONAS/SETORES AFINS E ANALISAR A ARTICULAÇÃO ENTRE OS SETORES

A - COZINHA B - COMEDOR C - SALA DE ESTAR D - ESCRITÓRIO E - DORMITÓRIO F - BANHEIRO

SEM UMA SETORIZAÇÃO RIGOROSA, NESSA CASA O USUÁRIO QUE FAZ SEU USO, SENDO POUCOS OS BLOCOS QUE TEM USO ÚNICO, SENDO ELES OS BLOCOS DE USO ÚNICO FIXO OS DOIS BANHEIROS. MUITOS AMBIENTES SÃO INTEGRADOS, PERMITINDO QUE O PROPRIETÁRIO SE LIMITE A MORAR EM ALGUNS BLOCOS, DISPONIBILIZANDO OUTROS PARA ALUGUEL.


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ORGANIZAÇÃO ESPACIAL

ANALISAR O ESPAÇO NO INTERIOR DO EDIFÍCIO EM PLANTA E CORTE E AS IMPLICAÇÕES DAS SOLUÇÕES ESPACIAIS EM TERMOS DE CONFORTO, FUNCIONALIDADE, LUMINOSIDADE, RELAÇÕES DE AMPLIDÃO/CONFINAMENTO, JOGO DE PISOS EM NÍVEIS, ETC

FLEXIBILIDADE É O ENFOQUE DESSA OBRA. GRAÇAS AO SISTEMA ESTRUTURAL E A INDEPENDÊNCIA DE VÁRIOS BLOCOS, OS USOS PODEM VARIAR DE ACORDO COM O RESIDENTE, TORNANDO O AMBIENTE ADAPTÁVEL. HÁ ABUNDÂNCIA DE ILUMINAÇÃO NATURAL GRAÇAS AS ABERTURAS.

IDENTIFICAR COMO SE ORGANIZAM BIDIMENSIONALMENTE OS ESPAÇOS: DE FORMA LINEAR, RADIAL, CONCÊNTRICA, RELAÇÕES DE HIERARQUIA, ESTANQUEIDADE E CONTINUIDADE ESPACIAL

A PRIMEIRA FIGURA MOSTRA O ESBOÇO DO ARQUITETO NO MOMENTO DE IDEALIZAR A CASA, DESCONSTRUINDO A HABITAÇÃO E ESPALHANDO SOBRE O TERRENO, TORNANDO UMA OBRA AO MESMO TEMPO GEOMÉTRICA E ASSIMÉTRICA. A LIGAÇÃO DA CASA SE DÁ PELOS VAZIOS EXTERNOS.

FORMAL GEOMETRIA DA FORMA DE OCUPAÇÃO

ÁREAS INDEPENDENTES (BANHEIRO, COZINHA, DORMITÓRIO)

ÁREAS DEPENDENTES

VOLUMETRIA

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IDENTIFICAR OS PRINCÍPIOS ADOTADOS PARA A PROPOSTA DE VOLUMETRIA: ESPAÇOS DELIMITADOS/DEFINIDOS POR PLANOS, VOLUME ÚNICO, JOGO DE VOLUMES, VOLUMES DIFERENTES PARA CADA BLOCO DE ATIVIDADES, EDIFICAÇÃO SOB SOBRE-TETO, "ESTRATÉGIAS COMPOSITIVAS"SIMÉTRICAS OU ASSIMÉTRICAS (DINÂMICAS OU ESTÁTICAS), RELAÇÃO CHEIOS/VAZIOS (ABERTURAS/FECHAMENTOS). VERIFICAR QUE ELEMENTOS GERAM A PROPOSTA VOLUMÉTRICA: O ENTORNO, O PROGRAMA, A ESTRUTURA OU UMA IDIOSSINCRASIA QUALQUER

OS VOLUMES VARIADOS FORAM BASEADOS NO ENTORNO DA OBRA, GANHAM DESTAQUE E FORÇA, NÃO SEGUINDO UM PLANO OU ALINHAMENTO. CADA BLOCO POSSUI UM GABARITO DISTINTO, SEM UMA LÓGICA DE SIMETRIA, TORNANDO O LOTE UMA “MINI-CIDADE”.


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FACHADAS

IDENTIFICAR QUE ELEMENTOS DA PROPOSTA VOLUMÉTRICA CONFORMAM AS "FACHADAS"OU SE AS FACHADAS SÃO INDEPENDENTES; SE HÁ OCORRÊNCIA DE ESTRATÉGIAS COMPOSITIVAS (DE ALINHAMENTOS, MATERIAIS, ETC) E DO USO DE ORNAMENTOS

DEVIDO A SITUAÇÃO DO EDIFÍCIO EM UMA ESQUINA E A FALTA DE ALINHAMENTO DOS VOLUMES, NÃO HÁ UMA FACHADA PREDOMINANTE, TENDO MAIOR DESTAQUE A VOLUMETRIA E PERMEABILIDADE DA OBRA. O ACABAMENTO SIMPLES E MONOCROMIA CONTRIBUI PARA O ENFOQUE DO VOLUME E ABERTURAS.

MATERIAIS

O OBJETIVO DESTE ITEM É IDENTIFICAR OS DIFERENTES MATERIAIS UTILIZADOS E SUAS RELAÇÕES COM A FORMA DA CASA E A LÓGICA CONSTRUTIVA

A CASA É PRÉ MOLDADA, FEITA DE PLACAS DE AÇO CONHECIDAS NA UTILIZAÇÃO DE AVIÕES E CARROS, SENDO ASSIM, PERMITEM PAREDES FINAS E APROVEITAMENTO DO ESPAÇO INTERNO, E TEM AINDA FUNÇÃO ESTRUTURAL.

LÓGICA ESTRUTURAL

ATRAVÉS DE DESENHOS ANALÍTICOS BUSCA-SE ENTENDER QUAIS SÃO OS DIFERENTES COMPONENTES ESTRUTURAIS DO PROJETO (VIGAS, PILARES, ARCOS, PÓRTICOS, PAREDES ESTRUTURAIS, ETC) E EVIDENCIAR O PAPEL QUE EXERCEM NO CONJUNTO

A ESTRUTURAÇÃO DA OBRA É SIMPLES, DEVIDO AO SISTEMA CONSTRUTIVO E A PEQUENA DIMENSÃO DE CADA BLOCO. NÃO HÁ PRESENÇA DE PILARES, SENDO AS PAREDES ESTRUTURAIS, COM ALGUNS BLOCOS ENTERRADOS E OUTROS “FLUTUANTES”.

CONSTRUTIVO

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COBERTURA

PRETENDE-SE IDENTIFICAR A SOLUÇÃO DE COBERTURA (PLANA, INCLUNADA, TELHA, CASCA MISTA, ETC) E OS DISTINTOS ELEMENTOS QUE A COMPÕE (MADEIRAMENTO, TELHAS, CALHAS, LAJES, VIGAS, PINGADEIRAS, ARREMATES, ETC) E COMPREENDER O FUNCIONAMENTO DESTES COMPONENTES COMO PARTE DE UM SISTEMA ÚNICO

APARENTEMENTE FOI UTILIZADO PLACA CIMENTÍCIA, SENDO DEFINIDA UMA LAJE PLANA ACESSÍVEL EM MUITO DOS EDIFÍCIOS, SENDO UM DELES INCLUSIVE POR ACESSO EXTERNO.

ELEMENTOS DE ADEQUAÇÃO CLIMÁTICOS

PRETENDE-SE DISTINGUIR OS DIFERENTES ELEMENTOS DE ADEQUAÇÃO CLIMÁTICOS - FILTROS, VEDAÇÕES, BRISES, EMPENAS, CADA UM DELES MARCADO POR MATERIAIS E FORMA DE FUNCIONAMENTO DIFERENTES

TÓQUIO APRESENTA UMA TEMPERATURA MÉDIA ANUAL DE 14,7°C, E É UM EXEMPLO DE ILHA DE CALOR URBANO DEVIDO A DENSIDADE POPULACIONAL. OBSERVA-SE NA EDIFICAÇÃO UMA DESPREOCUPAÇÃO COM FATORES CLIMÁTICOS, PROVA DISSO É O BANHEIRO PRINCIPAL, EXTERNO, QUE É NECESSÁRIO SAIR DA CASA INDEPENDENTE DO CLIMA, SUJEITANDO O INDIVÍDUO A NEVE OU CHUVA. EXISTEM ABERTURAS NAS COBERTURAS, TANTO PARA ACESSO, COMO PARA ILUMINAÇÃO, O QUE TAMBÉM INFLUENCIA NO CONFORTO CLIMÁTICO INTERNO. NOTA-SE ABUNDANTE VEGETAÇÃO, O QUE PODE SER UM REGULADOR CLIMÁTICO MAS SERVE MAIS COMO “BARREIRA” PARA A PRIVACIDADE.

SISTEMAS DE ABERTURAS

O OBJETIVO NESTE ITEM É IDENTIFICAR A ESPECIFICIDADE DAS ESQUADRIAS DA CASA - MATERIAIS, FORMAS DE ABRIR, TAMANHOS, ETC

EXISTEM INÚMERAS ABERTURAS NA EDIFICAÇÃO, SENDO ELAS DE ESQUADRIAS METÁLICAS, JANELAS COM ABERTURAS PIVOTANTE VERTICAL, COM DIMENSÕES VARIADAS, QUE PARECEM INTERFERIR NA PRIVACIDADE, PORÉM FOI CUIDADOSAMENTE PLANEJADO A COLOCAÇÃO DE JANELAS OPOSTAS, ASSIM AS CORTINAS NÃO SÃO DE TODO NECESSÁRIAS. A GRANDE QUANTIDADE DE ABERTURAS AUXILIA NA ILUMINAÇÃO E VENTILAÇÃO.

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CASA MORIYAMA SANAA