Page 1

FORTALEZA, CEARÁ - Sexta-feira - 9 de maio de 2012

apresenta:

Basti dores da

Dança

Espetáculo discute solidão no cotidiano. P.2

Teatro Grupo Pan de Teatro em uma apresentação especial no Centro Cultural Fac. P.3

Arte urbana

O trabalho de um gênio das artes plásticas de Fortaleza. Narcélio Grud fala sobre seu trabalho, sua vida e projetos para o ano de 2012. P.18 Grupo Vocal Vitrola Música Nova seleciona novos cantores em Fortaleza.

A magia dos Aniceto Um extraordinário conjunto musical, veículo de comunicação de massas e portador de legítima autenticidade folclórica. P.3

MONSTRA chega a Fortaleza

Se você acha que tem o dom de cantar, mas falta(va) aquele “empurrãozinho”… Pois bem, seus problemas acabaram! O Grupo Vocal Vitrola Nova, aqui de Fortaleza, seleciona novos cantores para compor seu casting. P.16

Lançamento do livro “Entregue às Moscas”

cidade natal do grupo.

Grupo Acidum, promove uma festinha em parceria com o grupo SuburbanaCo e o bar e restaurante Lions. P.25

Depois de passar por Juazeiro do Norte-CE e Teresina-PI, a exposição “13 obras que você não colocaria na sala da sua casa” . P.12

No tom da Canção Cearense Valeu a pena. O livro “No Tom da Canção Cearense: do rádio e tv, dos lares e bares na era dos festivais. P.25

Grupo Uirapuru apresenta show O Jardim das Horas

A banda fala sobre seu novo album

P.15

Instrumentos musicais feitos de barro tornam inusitada, mas bela, a música do Grupo Uirapuru. P.25

BASTIDORES DA CULTURA


DANÇA

Grupo de dança teatral discute a solidão no cotidiano Apresentação será no Centro Cultural Dragão do Mar gratuitamente.

das situações de absoluta solidão no cotidiano. Esse estado de “ser nada” revela o ser humano em uma situação desconfortável e, muitas vezes, insuportável. O grupo se propõe a investigar a verdade presente em cada bailarino, provocando no público uma identificação de suas próprias verdades. Ao perceber na cena este estado de anulação, o espectador poderá despertar sua sensibilidade a situações de sua própria existência. A apresentação faz parte da Quinta com Dança, do Teatro Dragão do Mar. Os ingressos custam R$2,00 (inteira) e R$1,00 (meia).

O Grupo CEM (Centro de experimentações), apresenta no Teatro Dragão do Mar o espetáculo Ind gent – Uma dança para a solidão, nesta quinta-feira (3), às 20h. Tendo o improviso como base para trazer à tona momentos vivenciados por cada um dos intérpretes, o espetáculo Ind gente foi pensado diante

Bienal Internacional de Dança anima o mercado cultural no ceará Já são 14 anos de existência e sete edições realizadas. Desde 1997, a Bienal Internacional de Dança do Ceará vem movimentando o universo da dança contemporânea no País durante a segunda metade do mês de outubro. Espetáculos, performances, cursos, oficinas e mesas -redondas estão entre as diversas atividades que compõem a programação do festival, que busca na pesquisa, na experimenta-

ção e no intercâmbio artístico suas prioridades a Bienal cabe modificar esse cenário. Ações de descentralização e interiorização, intercâmbio com outros países, incentivo e desenvolvimento de projetos de colaboração artística, além do fomento à produção de conhecimento na área da dança, são promovidos durante o evento. Tanto que em 2008, foi organizada a Bienal Internacional de Dança do Ceará/ De Par Em Par.


Juazeiro do Norte-CE: Festival mobiliza grupos de dança

A dança em destaque. Os dançarinos protestam, o corpo dá o tom, em uma busca constante de aperfeiçoamento. Assim tem sido a dinâmica do II Festival Nacional de Dança do Cariri, que acontece dede o último dia 13, em Juazeiro do Norte, e vai até amanhã, com apresentações de espetáculos de cinco Estados brasileiros e também da região. O tema do festival este ano é “Corpo, Performance e Política”.O festival traz junto todo um contexto de formação, com ofici-

nas, palestras e debates. A homenageada deste ano, no evento, é a dançarina, professora e coreógrafa Silvia Moura. Ela tem uma participação importante no contexto da dança do Cariri, por ter sido a primeira a trazer para a região curso de dança contemporânea. “E foi num período em que as pessoas sequer sabiam o que era esse tipo de dança”.

Mundo da dança Ceará - Volta ao Brasil em 27 Danças Chegamos ao sexto alegre e rico nas suas estado da federação em tradições culturais. Boa ordem alfabética, temos leitura e não deixe de um longo caminho ainda acompanhar as próximas a percorrer. Mas é um postagens da Série - Volta enorme prazer falar desse ao Brasil em 27 Danças. país e desse povo tão

O corpo tipicamente nordestino, realçado em folguedos regionais como capoeira, coco e frevo. Esse é o contexto do espetáculo “Luz”, da Paracuru Companhia de Dança, do Ceará. A performance do ‘Vértice’ acontece neste sábado (26) e domingo (27), a partir das 20h, no Teatro Santa Roza. A realização

é da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) e a entrada é gratuita. A dança apresentada no espetáculo “Luz” é desconstruída e transformada em movimentos contemporâneos. O espetáculo é composto por dois fragmentos. O primeiro deles é intitulado “Mulheres”, enquanto o segundo é chamado “Dois Pontos”. Com concepção e roteiro coreográfico de Ivaldo Mendonça e direção artística de Flávio Sampaio, o espetáculo revela anseios da modernidade, como preconceito, solidão, relações interpessoais tempestuosas na adolescência, além da paixão intensa e fugaz na fase do chamado “fica”.

Fendafor populariza a Dança no Ceará

3

Bailarinos e Cias. de Dança de Fortaleza, do interior do estado do Ceará já participaram do Festival. A idéia principal do Festival Nacional de Dança de Fortaleza/Ceará – Fendafor é de popularizar a Dança no Estado do Ceará, unir talentos e oportunidades, este foi e é o nosso grande alvo, colocar nossos artistas em cena, oportunizar as Companhias, Bailarinos e Escolas de Danças, desde o amador até o profissional, do Ballet Clássico ao Popular de apresentarem seus trabalhos e produções artísticas, no momento em que os mesmos têm a chance de apreciarem o nível da Dança de todo pais na troca de experiências, conhecimentos e intercâmbios. Outro conceito fundamental é a formação de platéia, o Festival hoje tem um alcance de públicos diversos, nos espetáculos, cursos, oficinas, mostra de vídeo dança (documentários, Processos Criativos, de Pesquisa e laboratórios), palestras, roda de conversa de bailarinos, coreógrafos, produtores e pensadores, essas atividades acontecem nos quatro cantos da cidade de Fortaleza e cidades do interior do estado, dos teatros aos centros sociais,

das praças aos shoppings da cidade, deste modo, atingimos e divulgamos nossa cultura para todo o público, público este que jamais iriam ao teatro, mas passam por uma

praça no final de seu expediente de trabalho, pessoas que não freqüentam shoppings, mas buscam os centros sociais urbanos alternativas de lazer e cultura, deparando-se com produções de alto nível e palestras explicativas e educativas de cada produção.


VISUAL

Narcélio Grud em constante mutação Em Estério que abre hoje no Sobrado Dr. José Lourenço, o artista inquieta com obras feitas a partir da areia

Areia que vira barro que vira tijolo que vira arte. Areia misturada, aquecida, resfriada, moldada em vidro para também se transformar em arte. O artista Narcélio Grud, que abre, hoje, às 19h, a exposição Etério, no Sobrado Dr. José Lourenço, não está muito preocupado em conceituar sua obra. Grud está mais interessado em experimentações que sirvam para que ele se reconheça - ou não - em determinadas linhas de criação artística. “Não quero explicar muito. Quero que as pessoas vejam e sintam as obras”, diz o artista sobre a primeira mostra individual da carreira. A mesma liberdade que Grud defende

para os olhares diante de sua arte exercita ele próprio durante a criação. Coloca a mão na massa, faz testes com o que planejou, recusa originais. Ora acerta, ora erra, mas não se limita a achar que tudo funciona em uma exposição. Cita exemplos de peças pensadas para Etério que ao serem executadas não ficaram boas. A rua está sempre presente em seu trabalho. O spray permanece essencial para o artista que ficou conhecido pelos grafites e intervenções urbanas. Ele conta que inicialmente os tijolos ficaram cinzas, “prateados”, e que não combinavam com o pensamento inicial da

obra. Usou um spray para deixá-los com uma cor padrão, alaranjados. Antes da montagem, Grud foi ao Sobrado Dr. José Lourenço fazer uma espécie de “reconhecimento do espaço”. Tirou várias fotos, mas de tão inquieto e de acelerado pensamento, não chegou a ver tais fotos e estudar o que ficaria melhor em cada local. Apostou no olhar panorâmico do artista e disse que du- rante a montagem saberia o que poderia ou não mudar de lugar.

Narcélio Grud reconhece a importância do trabalho de Dodora Guimarães para a realização de Etério. Conta que os diálogos com a curadora foram fundamentais para aprimorar o próprio trabalho. A aproximação de Dodora e Grud começou antes mesmo dele saber. “Soube do Grud pelos “cabeções” (uma intervenção urbana onde o artista, inicialmente anônimo, pintou as caixas de telefonia com rostos coloridos). Etério fica em cartaz até dia 20 de maio, mas, em abril, em homenagem ao aniversário de Fortaleza, Grud vai colocar em diferentes pontos da cidade o que chama de “escultura sonora pública”. O projeto será possível por meio do edital da Secretaria da Cultura de Fortaleza (Secultfor).


5

Coletivo MONSTRA expõe no CCBNB-Fortaleza “13 obras que você não colocaria na sala da sua casa” Depois de passar por Juazeiro do Norte (CE) e Teresina (PI), a exposição chega a Fortaleza, cidade natal do grupo. Realizado em duas etapas, o projeto inicia nas ruas de Fortaleza expondo 100 obras em diferentes locais, despertando nas pessoas os mais diversos tipos de reação diante de uma pintura exposta/largada na rua. Essas reações são registradas em um vídeo que depois será exibido no espaço expositivo. Na segunda etapa,

mais 100 obras serão postas e repostas no espaço expositivo do Centro Cultural Banco do Nordeste, à medida que o público for levando os quadros, já que tanto na rua quanto no espaço expositivo o público tem a liberdade

de levar as obras gratuitamente, caso realmente se interesse por alguma delas. E apesar dos quadros atípicos, com imagens supersticiosas, escatológicas, estranhas e até mesmo amaldiçoadas (como é o caso da releitura da famosa série “Crianças chorando” do italiano Giovanni Bragolin), ao término de cada mostra, todas as obras são levadas pelo público. A exposição é uma ação conceitual desenvolvida pelo coletivo MONSTRA com a intenção de discutir o tipo de produção artística que é “aceitável”, assimilada e considerada boa arte pela população, e fazer com que o cidadão repense seus conceitos sobre a imagem ao ter a opção de adquirir um quadro – objeto instituído universal-

mente como uma obra de arte. A intenção é a de discutir a idéia preconcebida do que é considerado belo na arte. Discutir a maneira com a qual a população conceitua e reconhece uma obra de arte. As imagens pintadas nas telas terão a função de levar ao público discussões do tipo: tudo que está pintado numa tela é arte? Qual o critério de

qualidade adotado pela grande maioria das pessoas para adquirir uma obra de arte? O projeto faz parte da proposta do coletivo MONSTRA, que é a de utilizar a arte para discutir os costumes e hábitos da nossa região e época, através de uma proposta conceitual que possa ser do alcance de todas as pessoas, e não somente das já iniciadas no circuito das artes.

Exposição “Caminhos e Percursos de Helio Rola” é aberta no Sobrado Dr José Lourenço

Hélio Rôla tem participação ativa na vida artística e cultural cearense, desde a década de 1960. O Sobrado Dr. José menageado do Sobrado Lourenço, equipamento Dr. José Lourenço com cultural da Secretaria exposição elucidativa da da Cultura do Estado do importância de sua obra, Ceará (Secult), iniciou entre 02 de junho e 05 neste fim de semana a de agosto. Em Caminhos exposição “Caminhos e e Percursos, o público Percursos de Helio Rola”. terá acesso ao potente A exposição ficará em verbo “VER” do artista cartaz até o dia 5 de engajado, por meio de agosto, sempre de terça trabalhos em desenhos, à sexta, das 09h às 19h, colagens, esculturas, sábados das 10h às 19h gravuras, mídias digitais e domingo das 10h às e pinturas, desenvol14h. vidos dos anos 90 aos dias atuais. Hélio Rôla é o ho-


MÚSICA

Festas religiosas e profanas do sertão amanhã no TJA

A denominação desse extraordinário conjunto musical, veículo de comunicação de massas e portador de legítima autenticidade folclórica.

A Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto surgiu ainda no século XIX, tendo como fundador José Lourenço da Silva, o Aniceto. Desde então, vem sendo tocada por seus amigos, filhos e netos, todos agricultores de Crato. Depois de algumas mudanças em sua formação, a banda hoje é mantida por Antonio José Lourenço da Silva e Raimundo José da Silva (pifes), Adriano Pereira da Silva, filho de Antonio (zabumba), Cícero dos Santos Silva, (caixa), José Joval dos Santos Silva (pratos) e José Vicente da Silva, o “Azul” ou “Hugue”, que atua como uma espécie de coringa, ou subs-

tituto, no dizer do Mestre Raimundo, transitando por todos os instrumentos, no impedimento de algum dos titulares. Outra “reserva” envolve os bisnetos do “Véi” Anicete, que vêm participando dos ensaios e algumas apresentações. Adriano Aniceto (neto do fundador) conta um pouco dessa saga: “Nossos filhos já são suficientes para montar mais de uma bandinha, estamos preparando eles”. A estréia da banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto Mirim aconteceu na Semana do Folclore de 2005, em Crato mesmo. A bandinha é formada Gutierrez, Hálisson,

Ivanilson, João Victor, Marcos e Douglas, a maioria deles filhos do Adriano. A família descende de índios Cariri. Segundo o jornalista Pablo Assumpção, em seu livro “Anicete quando os índios dançam” a banda cabaçal reúne “atores que desempenham uma performance única e que mescla o passo matreiro e intuitivo de cada um com modos ancestrais de dançar e imitar animais, aprendidos com as gerações indígenas da família. É essa performance que evolui em danças e trejeitos bem particulares que os diferencia de qualquer outra banda. Uma espécie

de ritual secular que apresenta a força das coisas inéditas”. Originária dos terreiros, pés de serra e da periferia do Crato, a Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto já alcançou considerável projeção regional, nacional e européia, inclusive brilhando ao lado de Hermeto Pascoal e do Quinteto Violado. Em 1998, participou de uma temporada de um mês e quatro dias no espetáculo “Ciranda dos Homens, Carnaval dos Animais”, do coreógrafo Ivaldo Bertazzo, no Teatro do SESC Pompéia (SP).

Novidades no Jardim A conquista evidencia os dotes sonoros de “O Quarto das Cinzas”, primeiro álbum do trio, lançado há poucos meses. Radicada em São Paulo, a banda ainda não lançou seu rebento

por aqui. A julgar pelo disco, o público cearense deve ter algumas surpresas com a performance, ao deparar com elementos antes ausentes da música do grupo.


7

Grupo Uirapuru apresenta show com peças de barro Instrumentos musicais feitos de barro tornam inusitada, mas bela, a música do Grupo Uirapuru, de Cascavel. de criar as peças artesanais. A comunidade, que já trabalha o barro para criar utensílios domésticos, passou a também criar os instrumentos da orquestra. E com o barro, é possível fabricar instrumentos musicais de percussão, de sopro e até de cordas, como viola, marimba e tambores. O resultado é um belo espetáculo musical no palco. O grupo, que já esteve em Fortaleza no ano passado, agora chega a Juazeiro do Norte para uma única apresentação. Estará no palco caririense nesta terça-feira. E as novidades não param por aí. Eles vão levar o nome da comunidade onde vivem até o interior da Paraíba, na cidade de Souza, para outra apresentação por meio do Centro Cultural do Banco do Nordeste.

A música tocada de uma forma diferente. É do instrumento feito de barro que nasce o som do Grupo Uirapuru. O grupo se apresenta às 19h30 de hoje, no Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBN - Cariri). Criado há mais de dois anos pelo artista plástico Tércio Araripe, por meio do Instituto Beija-Flor, ele, junto com adolescentes da comunidade, cria e desenvolve uma nova forma de se extrair sons e música. Mas a técnica não é nova no mundo. “Na verdade, a utilização do barro para fabricar instrumentos musicais remonta há cinco mil anos”, lembra Tércio Araripe. Novidade mesmo ficou por conta da mudança de comportamento na hora

No tom da Canção Um livro sobre a música cearense.

Há alguns meses me encontrei com o historiador, músico e compositor Wagner Castro. Sabia que ele havia escrito um livro sobre a música do Ceará, demonstrei meu interesse pelo assunto e recebi um exemplar autografado. Por um desses lapsos imperdoáveis, esqueci o livro no taxi que me transportara para casa. O pior, o motorista não se dignou a devolvê-lo. Valeu a pena. O livro “No Tom da Canção Ce-

arense: do rádio e tv, dos lares e bares na era dos festivais (1963-1979)” é uma delícia. Wagner faz uma criteriosa e desafiadora pesquisa sobre a Música Popular Cearense. A obra é fruto da tese de mestrado do historiador e veio para preencher uma lacuna sobre o assunto. Com certeza, o livro já se tornou uma referência no acervo dos amantes da história da música cearense. Para resgatar a memória de um rico período da chamada Música Popular Cearense, marcada, principalmente, pelos festivais e programas de auditórios locais, Wagner viaja pela fase do rádio e a transição para a televisão, sempre observando as condições sociais dos músicos e os ambientes.


CINEMA

Halder Gomes “O Gosto pelo Cinema vem da infância”

Ele é cearense, mas seus conterrâneos só foram mesmo descobrir que ele existia e habitava no Planeta Cinema quando ele estourou em terras norte-americanas com sua primeira direção de longa-metragem. Halder nasceu em Fortaleza e morou em Senador Pompeu até os 12 anos de idade. Formado em Administração de Empresas, pósgraduado em Marketing (ambos pela Universidade de Fortaleza) e Mestre em Taekwondo, Halder iniciou na estrada da Sétima Arte em 1991, quando fez suas primeiras participações como dublê de lutas em filmes de artes marciais,

em Los Angeles, Califórnia. A estreia como diretor foi em 2004 com Sunland Heat (No Calor da Terra do Sol). Até o momento, seus filmes já foram exibidos oficialmente (cinema, festivais, tv aberta, cable, dvd, etc) em 25 países. Mas o que mais impressiona neste artista inquieto e em permanente ebulição é seu jeito descontraído e espontâneo, e, sobretudo,  a simpatia, coerência e simplicidade que não foram abaladas nem mesmo

pela repercussão de seus trabalhos no mundo inteiro nem pelos constantes convites para percorrer o mundo com seus filmes e sua considerável bagagem cinematográfica. Halder Gomes continua um cearense ‘arretado’ que nós aplaudimos com gosto, e por isso ele está em mais uma Entrevista Exclusiva do AURORA DE CINEMA, na qual revela seu processo de criação e alguns de seus novos projetos. Trabalha,

ros premiados, dirige, e bem administra a ponte Ceará-Estados Unidos, este nordestino que no próximo dia 8 de junho, lança seu filme mais recente – CINE HOLLIÚDY – em sessão especial na noite de encerramento do Festival Cine Ceará.

atua, cria rotei-

expediente.

bastidoes-da-cultura  

jornal acadêmico sem fins lucrativos

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you