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e g a L a m l e T A R U T C E T I U Q R A

o i l 贸 f Port


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sobre mim o projecto

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m贸dulos 6 torre vigia

8 espa莽o expositivo 10 motel 14 bus stop 18 o desenho

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sistemas construtivos

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Andréa Telma Lage Magalhães 10/10/1974 Avenida da República, nº 2028, 6º esq. 4430 – 195 Vila Nova de Gaia 933456248 telmalage@gmail.com Formação Académica . 2011/2012 – Conclusão do 1º ano de Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Lusófona do Porto . 1996/97 - Frequência do curso de Arquitectura na Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão. . 1993-96 - Curso Profissional de Desenhador Projectista (equivalência ao 12º ano nível 3), pela Escola Profissional Vasconcellos Lebre. Línguas Inglês, falado e escrito. Informática . Microsoft Windows e Office, . Autocad 2D, 3D, . Illustrator, . Photoshop. Interesses Pessoais . Arquitectura, Desenho, Fotografia, Leitura, Natação, Ciclismo de Montanha.

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o t c e j pro


No âmbito destas disciplinas (1º e 2º semestre), desenvolvemos vários exercícios/projectos, nomeadamente: . Um EXERCÍCIO com MÓDULOS, onde numa malha predefinida dispomos módulos de 1,5x1,5 cm de forma a obter um conjunto dinâmico. . O projecto de TORRE de VIGIA, cujo programa englobava o espaço de vigia propriamente dito e o necessário para a permanência de um individuo: uma zona de descanso, uma de confecção de alimentos e uma zona de estar, além da instalação sanitária. Como restrições contámos com uma malha de 1,5x1,5 cm tendo a implantação e projecto do edifício obedecer – lhe, em módulos de 1,5; 3,0; 4,5 cm e assim sucessivamente. Deste projecto apresento dois esboços à mão levantada. . Um ESPAÇO EXPOSITIVO: Numa primeira parte foi-nos pedido que criássemos uma grelha com duas espessuras diferentes e com algumos constrangimentos nos cruzamentos das linhas de espessuras diferentes. Numa segunda parte, seguindo o padrão da grelha resultante foi-nos pedido que propuséssemos uma solução para um espaço expositivo. . Um MOTOR HOTEL (Motel): Para um dado terreno com determinada orientação solar (a orientação variava de aluno para aluno) foi projectado um Motel com um mínimo de oito habitações, um edifício de serviços e as respectivas vias de acesso (arruamentos). Foi-nos recomendado a observação das áreas mínimas de construção e dos cuidados construtivos necessários à acessibilidades de utentes com mobilidade reduzida. . Um estudo para requalificação de uma BUS STOP, sita no Parque das Camélias, tendo em atenção o “tratamento” das empenas dos edifícios vizinhos e respeitando as baías de embarque existentes, bem como as duas palmeiras que lá se encontram.

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s o l u d m贸

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A escolha da disposição dos quadrados – onze no total – sobre a malha, com base nas condicionantes apresentadas, foi feita com a intenção de apresentar uma composição assente numa linha orgânica, curva e portanto dinâmica.

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e r r to a i g vi

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o รง a p es o v i t i s o p ex

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De um polígono regular de 4 lados com 7cm cada construi-se uma forma de proporção áurea (raiz de 2). Numa primeira translação, feita em três momentos (para a esquerda, para cima e por fim para a direita), inicia-se um movimento rítmico de progressão numérica com subtração de metade da largura imediatamente anterior e um subsequente reposicionamento das medidas, originando uma simetria com o seu eixo no polígono de menor largura. Dá-se, entretanto, através de rebatimentos com subtração à direita do eixo e adição à sua esquerda, um crescendo que empresta à forma um aumento de cadência rítmica.

Com um segundo movimento do polígono inicial – uma translação com rotação de 90º para a direita – nasce uma forma similar à anterior. Com a mesma lógica construtiva, não apresentando no entanto a simetria. Segue-se o prolongamento de todas as linhas desta intervenção dando-se destaque, através do seu espessamento, às semi-rectas constituintes da forma resultante dos movimentos anteriormente descritos. Por fim, em observância às restrições impostas, nomeadamente nos cruzamentos, parte destes prolongamentos foram parcialmente eliminados dando origem à grelha final.

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Recorrendo à malha criada na primeira fase, foi projectado um espaço expositivo para uma escola secundária e que consta de dois pavilhões mais um espaço alternadamente coberto e a céu aberto. O padrão da malha foi transposto para o “quinto alçado” - a parte coberta do espaço sob a forma de rasgos no plano. Numa primeira fase, foram preservados apenas apontamentos da sua estrutura inicial, apontamentos esses que foram na fase final depurados com o intuito de tornar estes rasgos padronizados de forma perceptiva e harmoniosa ao utilizador do espaço em questão. O percurso está presente e bem vincado através da alternância de materiais usados no piso tendo em determinadas zonas de

entrada relva, de onde partem faixas de material vidrado creme que estabelecem os caminhos ideais a seguir, alternadas com madeira tratada para exteriores. O programa consta de dois momentos com a possibilidade de um terceiro: Num primeiro momento, dois pavilhões expositivos cujas linhas, que acompanham a malha inicial na sua totalidade, estão em harmonia com o despojamento do espaço contíguo. Um segundo momento compreende um espaço com o aparato construtivo essencial a um espaço expositivo. O terceiro momento referido prender-se-á com a possibilidade de todo o espaço, em alturas de “nãoexposições”, se poder tornar uma zona de actividades lúdicas englobadas no currículo lectivo da escola.

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l e t mo

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O terreno apresenta como característica mais relevante a existência de uma ribeira, que o atravessa na zona mais plana. A proposta foi desenvolvida com duas premissas: as orientações solar e do curso de água. A primeira por razões de conforto térmico e a segunda por se considerar ser pertinente destacar a existência do dito curso de água. Os quartos desenvolveram-se em banda, num movimento rítmico regular, com deslocação com repetição. Os alçados contam com uma harmonia entre eles que se mostra através de vãos amplos e marcadamente longitudinais, rasgados nos planos num jogo de positivo negativo tendo sempre em atenção a coerência de linguagem. Toda a área do Motel é acessível a pessoas com mobilidade reduzida, tendo no entanto sendo uma zona especialmente projectada privilegiando o factor de acessibilidade, não havendo lugar, no entanto, para algum tipo de descriminação. O edifício da zona de serviço destaca-se dos módulos dos quartos em altura, área e volumetria, destacando-se naturalmente na aproximação ao complexo.

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s u b p o t s

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A presente memória descreve e justifica a solução proposta para a requalificação da paragem de autocarros do Parque das Camélias, na rua Augusto Rosa, Porto. Face ao existente, optou-se por se respeitar as áreas já estabelecidas, nivelando-se no entanto a cota do terreno. De uma forma geral, nesta intervenção houve a preocupação de conter, de “arrumar” um espaço que estava disperso, que se limitava a servir uma função sem qualquer preocupação formal, a função de embarque de passageiros. Após visitas e observação do local, optou-se por privilegiar o resguardo dos passageiros no momento de embarque/desembarque e espera do transporte através de uma pala contínua que apenas é interrompida para

ceder espaço a 2 das 5 árvores pré-existentes. Tendo sido as restantes 3 redistribuídas pelo espaço. As 2 palmeiras foram preservadas sem qualquer tipo de intervenção. Da pala anteriormente mencionada, surgem então as coberturas das zonas de desembarque, com guardas laterais para protecção dos elementos. A bilheteira apresenta-se a Norte, recuada em relação à zona de embarque, por não ser de uso habitual, uma vez que os bilhetes são essencialmente adquiridos no próprio veículo. Não foram contempladas instalações sanitárias públicas pela razão de este equipamento já existir a menos de 100 metros do local. Como orientação de percurso, surge


uma diferenciação cromática, decorrente da variação de material, que acompanha a pala ao nível do pavimento. Esta variação de material inicia e remata nas empenas com os edifícios. Os muros, partindo da cota inicial de cada um dos edifícios fronteiros, têm alturas decrescentes de 1/3 sucessivamente, com a excepção do muro a nascente, que acompanha a cota da pala, a poente numa demarcação da zona de estacionamento dos veículos De um espaço em estado “quase espontâneo” e através de um equilíbrio entre forma e a função, propõe-se um espaço formalmente depurado e coerente, com clara observância da sua função. 21


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o h n e s de


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s a m e t sis s o v i t u r t s n co

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No âmbito da disciplina de Materiais e Sistemas Construtivos I e II (1º e 2º semestre), desenvolvemos vários exercícios, nomeadamente: . DESENHOS à mão levantada (planta, alçado, corte e perspectiva) do muro de suporte do Mosteiro da Serra do Pilar, em V. N. de Gaia, explicativos do seu sistema de construção – pedra natural emparelhada de junta seca. . O LEVANTAMENTO de uma casa Burguesa do século XIX, na rua do Almada, no Porto com a posterior elaboração dos desenhos técnicos (plantas, cortes e alçados) e a construção de uma maquete com base nos dados recolhidos, tentando mimetizar os materiais e sistemas construtivos utilizados neste tipo de construção. . Realização de uma MAQUETE de um pormenor de uma janela do Centro Galego de Arte Contemporânea da autoria de Siza Vieira, a partir de um corte e um alçado da dita. . LEVANTAMENTO e PORMENORIZAÇÃO de alguns sistemas construtivos da Capela Mortuária de Oliveira do Douro da autoria do Arquitecto José F. Gonçalves. . PORMENORIZAÇÃO e definição de materiais uma parede do Projecto do Motel, realizado na cadeira Arquitectura Analítica.

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DESENHOS à mão levantada do muro de suporte do Mosteiro da Serra do Pilar

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O LEVANTAMENTO de uma casa Burguesa do século XIX, na Rua do Almada, Porto.


LEVANTAMENTO e PORMENORIZAÇÃO de alguns sistemas construtivos da Capela Mortuária de Oliveira do Douro

Realização de uma MAQUETE de um pormenor de uma janela do Centro Galego de Arte Contemporânea.

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obrigada!

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portfolio telma lage