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Voz da Escola E sc ol a Sec und á ri a Henri q ue Med i na N º1

M ai o d e 2 0 0 4

XXII Olimpíadas de Matemática

Editorial A escola deve sempre proporcionar aos alunos oportunidades e desafios que os ajudem a crescer e a tornarem-se responsáveis e empenhados na construção do seu futuro. E, nos tempos que correm, exige-se cada vez mais da escola que vá para além da sua função primordial que é ensinar.

Temos matemático! O aluno Luís Pedro da Silva Ferreira dos Santos do 11º ano, turma C, participou na Final Nacional das XXII Olimpíadas Portuguesas de Matemática.

O jornal escolar pretende ser um espaço de aprendizagem, de cultura, de lazer, de comunicação, um espaço onde toda a comunidade escolar possa participar, especialmente, os alunos. A filosofia desta nova e remodelada edição do jornal escolar, além de informar, é estimular o prazer da escrita e da participação activa dos alunos. Esperamos, sinceramente, que a Voz da Escola possa contribuir para o enriquecimento pedagógico e cultural e que receba sempre os contributos imprescindíveis de todos para que este projecto não morra à nascença…. VE

VE

A Europa dos 25 !

Em 1 de Maio de 2004 iniciou-se uma nova era de oportunidades para a Europa. 450 milhões de

pessoas em 25

Dia da Floresta Para comemorar este evento, os alunos do 7º ano fizeram uma caminhada até ao alto de S. Lourenço. (cont. página 14)

A Escola está com o espírito olímpico! No ano de Jogos Olímpicos, Atenas 2004, a escola está a desenvolver um projecto neste âmbito. (Cont. página 13)

cont. na página 16

Nesta edição: Opinião

2-3

Ciência

4

Culinária e Poesia

5

Leituras e Escritas

6-7

Cultura / BE – CRE

8-9

Música

10

Francophonies

11

Desporto

12

O Olimpismo e a Escola

13

Fora da Escola

14

Curiosidades

15

Última

16


Opinião Globalização

O Absurdo da Morte...

Nos dias que correm é comum, desde as conversas de café até aos debates televisivos, ouvir-se falar na globalização. Mas, afinal o que é a globalização? Cada vez que ouço falar sobre este tema questiono-me: será que as pessoas, mesmo as que participam nesses debates dando a sua opinião, sabem o que é verdadeiramente, ou pensam que sabem? Eu defino-a como sendo um intercâmbio livre de culturas, tradições, idiomas, etc., entre diferentes povos e países, que assim têm a possibilidade de dar a conhecer a sua cultura ao Mundo e de contactar com outras totalmente diferentes. Perante isto, volto a questionar-me: será que esta definição é correcta? Certamente não o é totalmente, visto que a globalização é encarada pelas pessoas de maneira diferente; logo, cada um lhe atribui um significado próprio, não fugindo à principal ideia da globalização. Focando-me agora, mais sobre a verdadeira essência do tema e observando aquilo que diariamente muitos de nós questiona, chego à tão falada e famosa questão: Será a globalização boa para o progresso , ou será a principal causa da destruição de dialectos e culturas? Como todos os temas abordados pela sociedade, a globalização tem aspectos positivos e aspectos negativos. Por um lado, a globalização permite a troca de culturas entre os diferentes povos, levando ao enriquecimento dos mesmos. É ainda, a chave para o progresso científicotecnológico, e consequentemente uma maneira de facilitar a comunicação. É aqui que entra o inglês, que há muito é considerada como uma língua global, mas só há pouco tempo a língua global. Por outro lado, a globaliSímbolo da Globalização zação tem, pois efeitos visíveis nas sociedades que nem sempre são positivos, tais como a comercialização da música, de roupa de marca e a aquisição de muitos hábitos estrangeiros, maioritariamente americanos. Um desses hábitos, que tem vindo a ser cada vez mais adaptado é o “fast-food”, que já se espalhou praticamente por todo o Mundo, esquecendo assim respectivas culturas. O Mundo está pois a tornar-se numa “aldeia global”, onde, através da Internet, se torna cada vez mais fácil comunicar de um ponto do país para o outro oposto.

A noção de juventude é, no mundo Ocidental, uma das mais queridas e procuradas. Não só porque é, teoricamente, a fase mais produtiva e activa da nossa vida, mas pela sua simbologia. Juventude é sinónimo de vida, vida esta que parece não comportar o seu oposto, que parece afastar de si toda e qualquer sombra de morte. É esta a razão pela qual nos chocam as mortes jovens, sobretudo quando acontecem subitamente. E se essa morte é a de uma jovem figura pública? E se acontece em directo na televisão? Aí o choque é a dobrar e tentamos, em vão, procurar uma razão para que tal acontecesse, uma qualquer lógica explicativa. Como escrevia José António Saraiva na sua coluna no “Expresso” de 31/01/04 (precisamente intitulada “O Mito da Imortalidade”) “Fehér era um atleta alto e belo. Se há seres que parecem destinados à imortalidade, ele era um deles. Quem pode portanto aceitar que na sua morte não tenha havido alguma coisa que falhou?” Por isso Portugal chorou a morte de Fehér. Por isso o país se questionou por que teria morrido sem explicação aparente aquele jovem jogador de uma das maiores equipas portuguesas, porquê ele, que deveria ser um exemplo de saúde e vida para todos os jovens, como ele, que naquele momento assistiam ao desafio em directo. A imagem do seu corpo inanimado no relvado poucos segundos após ter esboçado um sorriso impressiona particularmente, como se tudo não passasse de uma qualquer ironia divina para nos mostrar que o que mais vale na vida, no fundo, é isso mesmo – viver, por muito estranho que isso possa parecer. A nós, jovens, vem-nos mostrar que, ao contrário do que por vezes pensamos, afinal, não somos imortais. Que alguns de nós não

Ana Isabel A. Ramos 10º B Nº 2

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Opinião tinham, como costumamos dizer, “a vida pela frente”, que foram traídos pelo que tomaram como certo. Faz-nos pensar nas nossas prioridades e naquilo que, realmente, vale a pena. Assim se compreendem as lágrimas que, sentidamente, Portugal chorou pelo jogador húngaro de 24 anos. Assim se compreende a desesperada procura de culpados para uma morte natural. Porque tememos a morte, o fim abrupto de tudo. Porque o nome Fehér se tornou, no fundo, na negação de tudo o que tínhamos como dado adquirido – a imortalidade conferida pela juventude. Sara Amorim, 12º H

ESTRELA da PAZ

Eu sou uma estrela No meio da escuridão, Abraço todo o mundo, crianças sem distinção! Os homens envaidecidos Da grande força destruidora Procuram quebrar, destruir a luz da vida! Na minha claridade transformadora, Vejo um miúdo palestiniano No meio da multidão, estendendo o braço, Chorando, pedindo que lhe dêem a mão! Sozinha não consigo ajudar este meu irmão A esperança da Paz! Porém, outra luz cintilante brilha No espaço que me rodeia. E assim, minha amiga, E de todas a maior, Vem ajudar-me a edificar: Um Mundo Melhor! Um mundo de Amor! Prof. Paulo Dias

Uma Família Portuguesa Com Certeza A família portuguesa assemelha-se a tantas outras, porém é um caso especial.. A mãe, a Maria, não passa do 1.50 m e pesa só uns 60 quilos. É uma dona de casa exemplar, tem um rancho de filhos e um marido, um tal de Manel "não sei das quantas". É um homem para 1.70 m e uns 80 quilos. Digamos que a casa destes dois é a típica casa portuguesa: pai, mãe, filhos e um crucifixo na parede. Para a família portuguesa não há nada mais sagrado do que o fim-desemana. O Sábado é o dia arrumações, da limpeza... enfim, do trabalho. Já aos Domingos logo pela manhã ("lá para as sete"), vão todos à missa. Antes de almoçar, ainda há tempo para um passeio matinal. Depois do almoço, novo passeio. Pelo que se vê não há dúvidas que a família portuguesa é uma família monótona que não varia o seu dia-a-dia e é profundamente agarrada às tradições. É uma família portuguesa, com certeza. João André Patricia Laranjeira

Semana dedicada à Família—”Uma cidade para a Família” de 15 a 22 de Maio A escola aderiu à iniciativa promovida pela autarquia com vista a assinalar o décimo aniversário da Ano Internacional da Família. A participação da escola consistiu na organização de uma pequena exposição, no átrio do bloco B, de trabalhos realizados pelos alunos neste âmbito, capazes de valorizar e promover a família. VE

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Ciência 1994 – 2004: Dez anos de ERAACE

Foi já em Março de 1994 que teve lugar a primeira actividade do ERAACE (Estação de Recolha e Análise de Águas do Concelho de Esposende): uma visita de estudo, com recolha de amostras de água, ao longo da bacia hidrográfica do Cávado, desde a sua foz até à nascente, na longínqua serra do Larouco. Ao longo de uma década, foram várias as dificuldades que tivemos de vencer, mas também muitos os êxitos conquistados, com trabalho e perseverança. Neste período, dois professores e um total de 260 estudantes efectuaram análises químicas a mais de seis centenas de amostras de água, no âmbito da disciplina de Técnicas Laboratoriais de Química ou como actividade extra-curricular. Permitimo-nos destacar alguns dos acontecimentos mais relevantes: · O estudo sistemático das fontes do concelho de Esposende e a descoberta da sua contaminação com nitra· · · ·

tos (1995/96). A participação num Seminário de Educação Ambiental na Holanda (Novembro 1996). A descoberta de alumínio nas águas subterrâneas de Esposende (Junho 2000). O início da monitorização das ribeiras do concelho de Esposende (Fevereiro 2001). A intervenção no II Encontro de Divulgação e Ensino da Química da SPQ na Universidade de Aveiro (Outubro 2001).

Estes marcos não nos fazem esquecer a actividade corrente do ERAACE, a realização de análises químicas às águas subterrâneas de fontes e de poços, a pedido de alunos, professores e funcionários da Escola. E muito nos orgulha também termos contribuído para a sensibilização dos consumidores para a preservação dos recursos hídricos subterrâneos e o direito a serem informados com verdade sobre a qualidade da água que consomem. Foram dezenas os artigos de jornal que publicámos com esse propósito. Porque, na nossa opinião, sem conhecer é impossível proteger ... Este ano, entre as actividades do ERAACE, conta-se a monitorização de algumas ribeiras das bacias hidrográficas dos rios Cávado e Neiva e a realização de análises químicas à água de fontes da região. Ana Paula da Silva Correia (coordenadora do projectos ERAACE, RADIOMETRIA e ASTROMETRIA)

A mesma equipa de professores responsável pelo ERAACE mantém em funcionamento dois outros projectos. Damos aqui conta das suas actividades: Radiometria O projecto existe desde 1996, com dois grandes objectivos. Um, é informar com clareza e correcção acerca da radioactividade ambiental - além dos artigos na imprensa, distribuímos na Escola uma circular sobre o caso do urânio empobrecido no Kosovo e mantemos no Polivalente uma vitrine. O segundo objectivo é monitorizar a radioactividade nas salas de aula da Escola e também no exterior, em diversos pontos do concelho: ascende já a 800 o número de medições de radioactividade efectuadas.

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Astrometria Aproveitando a introdução dos novos currículos, na vitrine junto aos Laboratórios de Física e Química, pretende-se prestar informação correcta e actualizada acerca da Astronomia e dos astrónomos. Divulga-se também o trabalho científico que temos vindo a desenvolver desde 1999, em estreita colaboração com a AAVSO (American Association of Variable Stars Observers), a maior associação mundial desta área. Temos mantido sob vigilância mais de um milhar de estrelas variáveis, atingindo-se actualmente um total de 8460 medições de magnitude visuais, número que corresponde a cerca de 75% das observações até à data enviadas à AAVSO por astrónomos amado-


Culinária e Poesia Ó subalimentados do sonho! A poesia é para comer. Natália Correia

SALADA DE ALFACE (*) INGREDIENTES: 1 ALFACE 3 COLHERES DE SOPA DE AZEITE 2 COLHERES DE SOPA DE VINAGRE SAL q.b.

Se és algo panteísta e tens bem vivo Esse afagado ideal Do retrocesso ao homem primitivo, Que nos tempos pré-históricos vivia Muito perto do lobo e do chacal; Se um ligeiro perfume de poesia Que se ergue das campinas Na paz, no encanto das manhãs tranquilas, Te dilata as narinas E enche de gozo as húmidas, Leitor amigo, se assim és, vou dar-te "Se a tanto me ajudar engenho e arte" Uma antiga receita, Que os rústicos instintos te deleita E frémitos te põe na grenha hirsuta. Leitor amigo, escuta: Vai, como o padre cura, cabisbaixo Pelos vergeis da tua horta abaixo Quando no mês d' Abril, de manhã cedo, O sol cai sobre as franças do arvoredo, Para sorver aqueles bons orvalhos

Chorados pelos olhos das estrelas Nos corações dos galhos; Passarás pelas couves repolhudas, Cuidado, não te iludas, N em te importes com elas, - Vai andando... Mas logo que tu passes Ao campo das alfaces, Pára, leitor amigo, E faze o que te digo: Escolhe d'entre todas a mais bela, Folhas finas, tenrinhas e viçosas Como as folhas das rosas, E enchendo uma gamela D'água pura e corrente, Lava-a, refresca-a cuidadosamente. Logo em seguida (e é o principal) Que a tua mão, sem hesitar, lhe deite Um fiozinho de azeite, Vinagre forte e sal, E ouvindo em roda o lúbrico sussurro Da vida ansiosa a propagar-se, que erra Em vibrações no ar, Atira-te de bruços sobre a terra E come-a devagar, Filosoficamente, como um burro! "Salada Primitiva", Musa Alentejana Biografia: (*) DE ANTÓNIO DE MACEDO PAPANÇA, CONDE DE MONSARAZ [18S2-1913] Poeta realista cuja poesia é marcada pelo parnasianismo, escola surgida em Coimbra na década de 70 com Luís de Magalhães, António Feijó, entre outros. Apesar de a obra de Macedo Papança não se ter destacado por uma grande originalidade, a Musa Alentejana (1908), uma das suas últimas obras, revela um Alentejo descrito através de um lirismo pujante, sensual e minucioso. Obras principais

Crepusculares (1876); Catarina deAtaíde (1880); Obras de Macedo Papança, Conde de Monsaraz: Poesias (1882- I 89 I); Musa Alentejana (1908).

COLCHÃO DE NOIVA INGREDIENTES: 5 ovos 2 chávenas de açúcar 2 chávenas e meia de farinha 1 pacote de natas 1 colher de chá de fermento 0,5 litros de leite Página 5

1 pacote de pudim de baunilha Boca Doce Manteiga PREPARAÇÃO: Bate-se os ovos, junta-se o açúcar, as natas, o leite e a farinha misturada com o fermento. Unta-se um tabuleiro com manteiga e farinha. Vai ao forno médio. Barra-se o bolo com o pudim de baunilha. Ana Carolina, 7ºL


Leituras e Escritas Sugestão de Leitura d’ O Pianista de Szpilman A época da Segunda Guerra Mundial e sobretudo todas as atrocidades que nela se cometeram são algo que a humanidade, de bom grado, preferiria ignorar, fingir que não aconteceu. No entanto, em nome dos que pereceram, condenados por serem simplesmente diferentes, e todos aqueles que morreram por uma causa, por ousarem erguer a sua voz em favor da justiça e dos princípios mais básicos pelos quais todos se deveriam reger, é praticamente uma obrigação conhecermos o que realmente aconteceu, em vez de tentarmos a todo o custo ignorar o que nos magoa. Porque é a única maneira de evitar que se repita... Uma boa forma de nos informarmos e aprendermos, são os testemunhos daqueles que realmente viveram esses tempos conturbados e sobreviveram para contá-los, documentando aquilo de que os homens são capazes para com os seus semelhantes. Wladislaw Szpilman era um promissor pianista polaco, judeu, quando, um pouco por toda a Europa, as ditaduras começaram a ganhar terreno às periclitantes democracias saídas de uma Primeira Guerra altamente mortífera e destruidora. A escalada vitoriosa do nazismo na Alemanha e as pretensões de alargamento territorial de Hitler (a construção do Lebensraum – Espaço Vital para o povo ariano), que chocam directamente com o território polaco, apanham Szpilman na encruzilhada. O Pianista é o relato (emocionado e emocionante), na primeira pessoa, de um período de terror, que começa com a invasão da Polónia pelas tropas alemãs e em que nos é narrado detalhadamente todo o horror diário e sistemático que durante anos os judeus de Varsóvia experimentaram no ghetto, a vida miserável que aí levaram, as execuções em massa, sem razão aparente, os crimes hediondos que aí se cometeram, de modo tão regular que, na narrativa, se vão tornando quase normais, de tanto sermos confrontados com eles. Porque a história destes tempos não se resume a

Auschwitz... A vida de Szpilman, poupado à mais do que certa morte num campo de concentração (precisamente o que aconteceu a toda a sua família), desenrola-se na clandestinidade, com o apoio de gente tão corajosa quanto ele. O trabalho quase escravo para as tropas alemãs, o apoio à rebelião no ghetto, as sucessivas fugas à morte, a sua sobrevivência numa Varsóvia a ferro e fogo e, por último, a ajuda prestada pelo oficial alemão, Wilm Hosenfeld, que, uma vez mais, lhe salva a vida, são parte da história de uma vida que todos deveriam conhecer, na medida em que conhecer os erros do passado poderá funcionar como meio de evitar cometê-los uma vez mais. Nas páginas finais da obra, excertos do diário de Wilm Hosenfeld corroboram a ideia que nos fica da leitura do livro de Szpilman – Como puderam os homens permitir que se chegasse tão longe? É de modo emotivo que se lê o retrato que aquele alemão (ele mesmo envolvido de forma directa nesta página negra da história) faz do mundo, de forma tão lúcida. Escrito quase imediatamente após o fim do conflito, este livro tem tanto mais valor quanto o considerarmos como uma reflexão clara e sentida que, pelo que ficou dito, não contém em si qualquer sentimento de vingança, antes quer apresentar as coisas tais como aconteceram. Por isso, O Pianista é uma obra tão respeitada e apreciada. Transposto para os ecrãs de cinema pelo também polaco Roman Polanski e protagonizado por Adrien Brodi, O Pianista ganhou uma dimensão mais mediática, contribuindo para divulgar ainda mais o fabuloso testemunho de Szpilman e, porque nunca é demais, continuar a dar a conhecer ao mundo os erros que não devem voltar a ser cometidos. Sara Amorim, 12º H

A Galinha e a Raposa Estava a galinha muito contente com os seus filhotes, pintos, no seu belo galinheiro, quando, de repente, apareceu a raposa. A galinha muito aflita para guardar os seus filhos, caiu, e a raposa aproveitou a situação para apanhar os pintos e fugiu muito depressa com eles. A galinha não teve tempo para a apanhar. A galinha pensou como iria conseguir recuperar os seus filhos. Eis que lhe surgiu a seguinte ideia: - Vou também buscar as raposinhas pequeninas nascidas há pouco tempo. Lá foi a galinha para a estrada apanhar boleia para a floresta onde vivia a raposa. De repente, passa o Sr. Castor que lhe perguntou:

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Leituras e Escritas - Queres boleia, galinha? - Sim, sim! Para a floresta, por favor! - Claro que sim! E lá foram. O Sr. Castor deixou a galinha mesmo em frente à casa da raposa. Chegou lá, a raposa não estava, pegou nas raposinhas e foi-se embora com o castor. A raposa escondida por trás de um pinheiro, ficou aflita e foi a correr levar os pintos. - Olá, galinha cá estou eu de novo para trazer os teus filhos. Dás-me os teus filhos? - Sim! Então dá-me os meus filhos! Disse a galinha. - Claro que te dou. Depois de terem trocado os filhos, a galinha disse: - Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti. Fabiana 7º J

Saudades

O Paraíso

Com A escrevo Amor

Num dia, três jovens amigos combinaram ir acampar para a montanha do Vale do Paraíso. Às 11 horas, lá estavam eles junto ao rio . chegaram, pousaram as mochilas e montaram as tendas. Levaram comida, comeram e foram passear para a montanha. Diz o João: - Vão ser as férias mais fixes até hoje! - Não sei. – disse o Luís. - Chiu! Parece um pássaro a chilrear – disse a Ana. - Pássaros, há tantos! – disse o Luís. - Não parece, não conheço este som. - Não interessa! – disse a Ana. E foram caminhando até uma cascata. Por fim, chegaram, cansados de caminhar. Era uma bela cascata, mas muito alta. Predominava o verde e o cheiro agradável a flores. Havia um barulho ensurdecedor da água a cair, mas só e apenas esse, pois a montanha ficava longe das cidades e das aldeias ou de qualquer outro sítio onde houvesse barulho perturbador. Na época de Verão há muitos turistas. Só algumas pessoas sobem à cascata, pois, além de ser muito bonita, fica um pouco isolada. João: - Que bonito! Luís: - Tens razão! Ana: - Vamos dar um mergulho? João: - Vamos! E atiraram-se lá de cima. João: - Uooooou!...Splash!!! Caíram na água. Ana: - Que fria!!! João: - Luís, maricas, não queres saltar? Luís: - Não. Ana: - És mesmo maricas! João: - Não sabes o que perdes. Luís: - Tenho frio. Ana: - Frio? Tens frio? Com este calor? Se

Com R, Recordação Com X, Xxxxxx Que está no meu coração À noite, olho para o Céu E vejo muitas estrelas; Mas há uma que brilha mais: Essa estrela és tu! Os meus olhos brilham Ao ver os teus. Tu és a luz do meu coração, A luz que eu vejo ao acordar, Que sinto com tanta emoção Ao poder contigo sonhar. Carlos Silva N.º4 – 10º B

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Cultura Sobre Harry Potter Gostaria de dissertar um pouco acerca do trabalho de J. K. Rowling e manifestar a minha opinião sobre a sua obra “Harry Potter”.

O Senhor dos Óscares

É com muito prazer e honra que me refiro a esta prestigiosa escritora que se lança no mundo do sucesso a partir de obras fascinantes. Para quem lê as suas obras, a leitura torna-se agradável e até mesmo viciante. A história é criativa, cativante e é um texto que não é muito pesado, o que se torna fundamental visto ser uma obra juvenil. De início comecei por ler o segundo livro, “Harry Potter e a Câmara dos Segredos”, nessa altura, tinha-o recebido como um presente e comecei a sua leitura, mas esta foi demorada, pausada e interrompida. A obra parecia-me comprida e visto que a sua letra; Voltei a iniciar novamente a leitura e desta vez com muito mais entusiasmo e interesse, pois nos jornais e entre amigas esta obra era abordada constante e positivamente. Quando recomecei a ler, achei a obra muito fascinante e, à medida que se desenrolava, o meu empenho aumentava, sem dúvida. Continuei a leitura, mas desta vez do primeiro livro “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. A primeira história foi a que talvez mais me tenha marcado, pois foi a primeira de todas e foi esta que deu início àquilo que eu considero a “saga de Harry Potter”. Nesta obra, foi feita a caracterização das personagens, que por vezes, eram muito caricatas. Embora o nosso mundo seja diferente do descrito, a meu ver, é estabelecida uma comparação entre eles. Esta relacionase com o facto de que na história existem dois mundos: - o dos Muggles, pessoas que se opõem à magia e o dos Feiticeiros que vive a magia no dia-a- -dia e aprende a desenvolvê-la; no entanto, no nosso mundo, também se podem distinguir dois mundos: - o dos adultos, que muitas vezes impede que as crianças libertem o seu pensamento e dêem largas à imaginação, e o das crianças que se caracteriza como sendo sonhador e criativo, mas oprimido pelos adultos, visto ser considerado muitas vezes patético. A descrição de Hogwarts (a escola) é fabulosa o que faz com que inconscientemente nós nos deixemos “levar” para lá. O terceiro livro “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban” e o quarto livro “Harry Potter e o Cálice de Fogo” são igualmente muito bons, embora exista uma discrepância quanto à dimensão da história. O

Fevereiro de 2004, dia 29. No Kodak Theatre de Los Angeles faz-se história. Como todos os anos, são milhões os que, um pouco por todo o mundo, esperam ansiosamente a noite da cerimónia de entrega dos Óscares, o mais conceituado (e desejado...) galardão da cinematografia mundial. Seja para assistir à consagração/desilusão dos seus favoritos ou simplesmente para admirar todo o glamour das estrelas, paralelo à cerimónia, há quem não resista a uma noitada em frente ao televisor. Na cerimónia em que seriam revelados os melhores de 2003 não eram esperadas surpresas... Contudo, uma “meia-surpresa” acabou por acontecer: O Senhor dos Anéis – O Regresso do Rei arrecadou todas as onze estatuetas para as quais estava nomeado. Foi este o grande culminar de uma saga que, ao todo, durava há quase 10 anos, se somarmos as fases de pré-produção, filmagens, pós-produção e exibição. Ao vencer nas categorias de Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Argumento Adaptado e ainda nas categorias consideradas “técnicas” (Melhor Direcção Artística, Guarda-roupa, Montagem, Mistura de Som, Banda Sonora, Canção, Maquilhagem e Efeitos Visuais), ou seja, onze ao todo, a última parte da trilogia inspirada na obra de Tolkien fica ex aqueo com outros dois filmes: o épico Ben Hur e Titanic (alguém ainda se lembra??). No entanto, nenhum destes dois venceu todas as categorias para as quais estava nomeado, o que torna este O Regresso do Rei ainda mais glorioso. Mas a noite teve ainda outros protagonistas. Como não podia deixar de ser, Billy Crystal, o apresentador “reincidente”, que, apesar do controlo apertado aos textos e do “politicamente correcto”, soube comentar com humor a situação americana. Charlize Theron, uma das mais bonitas actrizes do momento, foi galardoada pelo desempenho em “Monstro”, em que protagoniza a primeira serial killer americana, sob quilos de maquilhagem que a fazem ficar feia. Sean Penn recebeu o Óscar de Melhor Actor por Mystic River e também ele, inteligente e subtilmente, abordou de forma mordaz a guerra com o Iraque. Como actores secundários, subiram ao palco para receber a estatueta Tim Robbins (Mystic River fez o pleno na categoria da representação masculina) e Renée Zellwegger, porque à terceira é de vez e Cold Mountain lhe valeu o prémio

Continua na página dezasseis

Continua na página nove

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Cultura que há dois anos consecutivos lhe fugia, por O Diário de Bridget Jones (2001) e Chicago (2002). Sofia Copolla e o seu independente Lost in Translation foram reconhecidos com o prémio de Melhor Argumento Original. Falta ainda referir À Procura de Nemo, o mega-êxito comercial saído da cartola dos estúdios Disney em colaboração com a Pixar, considerado por muitos o melhor filme de animação de sempre, que levou para casa precisamente essa estatueta. No reverso da medalha, os perdedores. Por questões patrióticas, custounos ver o Oscar de Melhor Fotografia ser entregue a Master and Commander e não ao “nosso” Eduardo Serra, nomeado por Rapariga com o Brinco de Pérola. Tembém Cidade de Deus, do brasileiro Fernando Meirelles, viu escaparem-lhe os quatro Óscars que poderia ter ganho. No entanto, tendo em conta que um filme produzido e rodado no Brasil conseguiu entrar no star system de Hollywood, as nomeações devem ser consideradas elas próprias como uma grande vitória (sobretudo a de Meirelles para Melhor Realizador), como já o fora, há anos atrás, com Central do Brasil. Outra desilusão, esta já esperada, foi O Último Samurai, uma vez que Cruise tinha já ficado de fora dos nomeados. Bill Murray, à partida um dos favoritos, também não festejou. E, no meio de tristezas e alegrias, de repente, a Nova Zelândia, esse país longínquo e pouco populoso, quase sempre ignorado, saltou para a ribalta. Por ter sido o local das filmagens da trilogia vitoriosa, não foi esquecida no momento dos agradecimentos, até porque Peter Jackson, o grande vencedor da noite, é natural do país. Um país inteiro foi, portanto, um dos protagonistas de uma das mais longas noites do ano (principalmente para quem assiste à cerimónia em fusos horários diferentes...)! E houve ainda tempo para Billy Crystal ironizar, “There is no one left to thank in New Zealand!” E pronto, por este ano, é tudo! Por agora, o espectáculo tem de continuar, mas fica desde já prometido: para o ano, há mais! Sara Amorim, 12ºH

BE-CRE Comemoração do Dia Internacional da Mulher 8 de Março A equipa coordenadora da Biblioteca Escolar prestou uma singela homenagem à mulher recorrendo a uma exposição temática, com textos e ilustrações alusivos ao acontecimento.

RETRATO DE MULHER Algo de cereal e de campestre Algo de simples em sua claridade Algo sorri em sua austeridade Sophia de Mello B. Andresen, Obra Poética III

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Dia Mundial do Livro 23 de Abril

Para assinalar esta data, a BE-CRE promoveu um concurso, intitulado “Entra no jogo...ganha um livro”. Os vencedores do referido concurso foram: Carla Vale (11D); Elisabete Gaifém (12H); João Dias (11D); Vanessa Azevedo (12H).


Música

Nasceram das cinzas para se tornarem numa das bandas mais importantes dos anos 90. Lançaram o primeiro álbum “Ten” , em 1991 onde abordaram temas de peso, como o aborto, os sem-abrigo, os traumas de infância, a violência armada; uma rigorosa retrospecção que não se ouvia desde as canções dos U2 em meados dos anos 80. Tudo isto acompanhado pelas letras impressionistas, a postura e voz contagiantes de Eddie Vedder; um timbre distinto que encaixou na perfeição no som quente e rico do álbum que apesar dos temas abordados não deixou de ser acessível, tendo vendido milhões de cópias. O resultado é uma obra de arte! Seguiu-se “Vs” que acarretou consigo o peso da fama levando os membros da banda a restringir entrevistas e aparições na televisão, nomeadamente gravação de vídeo-clips. Esta distância prematura fez com que muitos seguidores da banda, até então atraídos pelo marketing que a banda promovia, a deixassem na margem do esquecimento. Por outro lado, este afastamento dos Pearl Jam só veio reforçar a criação de um grande grupo de fãs fiéis que não se “vendiam” por uma teia industrial que era/é a MTV. Na minha opinião, não foi em Seattle a 22 de Outubro de 1990 no “Off Ramp” que nasceram os Pearl Jam. Foi aqui! Foi aqui, quando a banda impôs uma postura diferente em relação à indústria musical; quando desafiou a Ticketmaster, acusando a empresa de prática de monopólio e de cobrar preços exorbitantes na venda dos ingressos; quando se deram ao luxo de cancelaram digressões completas. Quando, afinal, de contas optaram pela via, menos segura certamente, mas capaz de lhes oferecerem as recompensas que eventualmente buscariam, entre as quais a possibilidade de crescerem individual e musicalmente, longe das regras que os outros lhes quisessem ditar. Seguiram-se “Vitology” (1994) e “No Code” (1996). Este último trouxe a banda a Página 10

Portugal, Cascais. Um concerto memorável para muitos que ansiavam a presença da banda há cerca de seis anos! Um concerto memorável para os milhares de fãs portugueses, que respiram a música dos Pearl Jam como forma de vida. Ano de 1998: um grande brinde que a banda nos deu. O álbum “Yield” versus o fantástico video-clip da canção “Do the Evolution”, todo em desenho animado. O sexto álbum da banda “Binaural”, em 2000, arrancou a sua digressão na Europa, nomeadamente Portugal. O estádio do Restelo foi o escolhido para albergar milhares de pessoas que assistiram a uma banda que não se serviu de um passado de sonho, de qualquer estrela de rock que se preze enquanto tal. Pois para eles esse passado está demasiado distante dos seus objectivos presentes, mas que por algum motivo o público insistiu em não esquecer (este concerto está editado num álbum duplo: “Live in LisbonPortugal 23/05/00 “ que ocupou semanas inteiras o nº1 no top de vendas nacionais). O sétimo álbum da banda , “Rioc Act” , é editado em 2003 e transpira temas de cariz político, as grandes questões da vida, morte e amor. Uma banda mais madura? Mais experiente? Menos amarrados à forma como iniciaram o seu percurso? Talvez…mas onde estão os milhões de discos vendidos, os vários singles de êxito a rodar nas rádios e televisões nos primeiros anos de vida, com temas como o “Even Flow”, “Animal”, “Betterman”, “Alive” ? Provavelmente não é este o cenário “comercial” que os Pearl Jam nos habituaram a dar em princípios dos anos 90, mas estão-nos a dar algo muito melhor. Uma banda firme nas suas convicções de proporcionar aos amantes de música as melhores criações musicais, bem como espectáculos ao vivo em que a banda e o público são um só; o segundo dvd editado “Live at Garden” (2003) comprova-o!“A receita está dada: os ingredientes são cuidadosamente seleccionados, convêm que estejam já maduros, e depois colocados num local fresco e escuro para usufruírem de tempo e espaço (Continua página 16)


Francophonies Poésie

Qui est-ce?

Elle est grande, élégante et mignonne. Elle ales cheveux blonds et frisés

et les yeux bleus. Elle est une excellente actrice australienne et elle est le personnage principal de beaucoup de films, par exemple « Les Heures ». Pour son rôle, elle a reçu l’Oscar de Meilleure Actrice, en 2003. Elle est divorcée de Tom Cruise, aussi acteur, et elle a deux fils. Mariana Marques Barbosa, 7º E

C’est le matin...un rayon rose Glisse de la persienne close jusqu’au lit blanc, Un rayon rose qui se joue Dans les cheveux et sur la joue Du petit Jean. L’enfant entrouvre une paupière Puis il laisse entrer la lumière Dans ses yeux bleus, Il regarde et se met à rire, Car le rayon semble lui dire: Soyons Joyeux! Mme E. De Pressensé, La Journée du Petit Jean.

Patrícia, 7ºG

RECETTE POUR L’AMOUR Préparation: une année Cuisson: une vie Ingrédients (pour 2 personnes): 300 grs d’altruisme 500 grs d’amitié 250 grs de compréhension 150 grs de tendresse un homme une femme une cuillerée à soupe de passion une pincée de jalousie

Pour faire cette délicieuse recette, on doit se libérer de tout mauvais sentiment. D’abord, présentez l’homme à la femme. Après, versez l’altruisme, l’amitié, la compréhensien et la tendresse dans un grand bol et remuez bien pour mélanger les ingrédients; ajoutez une cuillerée de passion et une pincée de jalousie. Maintenant, la recette est presque prête, mettez au four et attendez. Disponibilizada pela prof. Celina Marques

Mot secret Rayez dans la grille les mots de la liste. Il vous restera alors le mot secret dont voici la définition: instrument à vent. Les mots peuvent être lus horizontalement, verticalement ou diagonalement, de droite à gauche ou de gauche à droite, de haut en bas et de bas en haut. Certaines lettres peuvent être utilisées plusieures fois. Commencez par rayer les grands mots figurant dans la liste à côté.

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Art - auberge - banque - baume - bigot - bus - cogitation coïncidence - complot - conflit - dépit - divin - doigt éditeur - évasion - flair - furibonde - galant - grandiose îlot - loin - mission - mûre musicien - net - noce - notaire - obus - patelin - pays périple - peste - rade - sondage - troc


Desporto Com está o desporto na nossa escola? Realizou-se como todos sabem, e como todos os anos neste estabelecimento escolar, no dia 15 de Dezembro o corta-mato. É realmente muito gratificante ver que participaram nesta prova 163 alunos. No entanto apesar de intensos esforços de muitos…apenas três corredores em cada corrida é que obtiveram prémios. E desde já aproveitamos embora com algum atraso para lhes dar os nossos sinceros parabéns… No dia a seguir, 16 de Dezembro, realizou-se o torneio inter turmas de voleibol para os alunos do ensino secundário. Participaram neste torneio 22 turmas, ou seja, 251 alunos…. A classificação deste torneio foi realmente muito surpreendente, pois ficou: 1º lugar - 11ºC 2º lugar - 12ºC 3º lugar - 10ºD

CLASSIFICAÇÃO DO CORTA MATO ESCOLAR INFANTIS FEMININAS

JUVENIS FEMININAS

1º -Ana Margarida Santos– 7º D

1º - Sara Rodrigues- 10º F

2º - Ana Filipa – 7º J

2º -Ana Sofia Ferreira – 9º H

3 º -Ana Isabel– 7º J

3º -Filipa Araújo – 10ºF

INFANTIS MASCULINOS

JUVENIS MASCULINOS

1º -Hugo Venda– 7º F

1º -Emanuel Moreda– 10º F

2º -Ricardo Couto– 7º B

2º -Mário Alves– 10º C

3 º -Hugo Jorge– 7º J

3 º -Paulo Lima– 8º H

INICIADAS FEMININAS

JUNIORES MASCULINOS

1º -Rafaela Azevedo– 7º D

1º - João Ricardo Benta- 10º F

2º -Veronique Ramos– 9º A

2º -Paulinho Maciel– 9º G

3 º -Adriana Barbosa– 7º K

3º -Júlio Carvalho -10ºF

INICIADOS MASCULINOS

Agradecemos a todos pela participação!!!

1º -João Afonso – 9º G 2º -José Almeida – 8º C 3 º -João Eiras – 8º

PRATICA DESPORTO COM MODERAÇÃO! Patrícia Enes 12º B

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Olimpismo e a Escola Em 2004, na cidade de Atenas, realizar-se-ão os 25º Jogos Olímpicos de Verão da era moderna. Sendo o ideal grego do olimpismo, recuperado por Pierre de Coubertin, o desenvolvimento simultâneo do corpo e do espírito, foi proposto como tema interdisciplinar a desenvolver durante este ano lectivo, por toda a escola, nomeadamente, nas Áreas de Projecto do 7º, 8º e 9º anos de escolaridade.

O projecto “O Olimpismo e a Escola” compõe-se de duas vertentes distintas: Vertente desportiva (ensino básico e secundário); Vertente cultural (preferencialmente ensino básico e turmas de Formação Técnica Desporto do ensino secundário). O tema está a desenvolver-se ao longo do ano lectivo. A vertente desportiva, preferencialmente, desenvolvida nas tardes de Quarta-Feira.

Relativamente aos restantes trabalhos estão a desenvolver-se ao longo do ano lectivo, preferencialmente nas Áreas Curriculares não Disciplinares (Formação Cívica e Área de projecto) e culminarão na apresentação de colóquios e exposições a decorrerem nos dias 7, 8 e 9 de Junho, conforme programa que a seguir é apresentado: Coordenadores do Projecto

O OLIMPISMO E A ESCOLA 7, 8 e 9 de Junho—Programa DIA 7 DE JUNHO

DIA 8 DE JUNHO

DIA 9 DE JUNHO

COLÓ-

QUIO “A

ACTIVIDADES DESPORTIVAS— 8.30 h

minha

experiência De acordo com programa específico

Olím-

pica…” -

Facho Olímpico

10.00

h

Discurso de

Convidados:

CERIMÓNIA DE ABERTURA— 10.30 h Desfile

Abertura Coreografia Actividades Gímnicas INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO—12.00 h “Exposição de trabalhos elaborados pelos alunos ao longo do ano

De acordo com programa específico

res/Alunos—11.00h

Atletas Olímpicos:

JOGO DE VOLEIBOL Professo-

Raquel Felgueiras—Natação

res/Alunos—12.00h

Belmiro Penetra—Canoagem

Ana Alegria—Natação (a

ACTIVIDADES DESPORTIVAS—

confirmar)

14.30h

Fernanda Ribeiro—Atletismo De acordo com programa específico (a confirmar)

lectivo” ACTIVIDADES DESPORTIVAS— 14.30 h

JOGO DE FUTEBOL Professo-

Manuela Machado—

ARRAIAL—19.00 h

Atletismo (a confirmar)

Música Popular

Treinadores Olímpicos:

Sardinhas,

José Manuel Borges—Natação

fêveras e companhia

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Fora da Escola Caminhada ao Monte de S.Lourenço No dia 18 de Março, numa quinta-feira, fizemos uma caminhada até ao monte de S.Lourenço. Partimos da escola às 8h 30m. Fomos pela estrada até às Marinhas e a partir daí caminhámos pelo monte onde havia muito mato, muitas silvas e algumas pedras. Houve uma zona que também tinha muitas poças de lama. Finalmente, chegámos lá eram 10h 45m. De seguida, fizemos alguns jogos tradicionais. Era uma turma contra a outra. Nós perdemos dois, mas ganhámos um. Foi então, que fizemos um intervalo e passeámos lá no monte. Divertimo-nos um pouco. A arqueóloga, Paula Ramos, que pertence ao gabinete de arqueologia da Câmara Municipal de Esposende, esteve a explicar-nos como viviam e como eram as casas dos castrejos.

Depois fomos almoçar: comemos uma febra num pão, uma maçã, um chocolate e bebemos um sumo. No fim, fizemos alguns jogos, entre eles, escalada de rochedos. De seguida, organizámo-nos e agarrámonos a um fio de corda que nos ligava, para não nos perdermos e para não sairmos do limite da fila indiana. Quando chegámos, descansámos algum tempo. Seguidamente, já podíamos ir embora, pois eram 15h30m. Foi um dia em que nos divertimos bastante. SOFIA SILVA

Nº26 7ºC

calhar estás doente. E o nome da doença é medo. Luís: - Pára de gozar! João: - Isto é mesmo o Paraíso. Ana: - Concordo. Luís: - Está a ficar tarde. Temos de voltar. E lá foram eles para as tendas. Quando chegaram às tendas desmontaram-nas e foram para casa. Pelo caminho, comentavam: - Aquilo era o paraíso, com aquele cheiro agradável a flores, o barulho da água a cair, os pássaros a chilrear e um silêncio magnífico que nos deixou longe de tudo o que era mau. João: - Um dia em grande! Ana: - João, olha para a estrada, tem cuidado senão vamos bater. Luís: - Não achei aquilo bonito. Ana: - És um tolo. João: - Olhem para aquela paisagem, que linda! Luís: - Pois é. Ana: - Tem cuidado, vamos bater. João: - Não te preocupes. Luís: - João, João, olha aquele rio. Ana: - Que bonito! E continuaram o regresso a casa, já planeando a próxima aventura. Álvaro Nº 1 – 7º L Carlos N.º 5 – 7º L Página 14


Curiosidades

Ana Diogo Filipa Luísa Marta

copiados de sempre…são os igredientes dos Pearl Jam! ” Sites: www.tenclub.net (site oficial da banda)

Humor

suficientes para se misturarem: Jeff Ament (baixista), Stone Gossard (guitarrista), Mike Mccready (guitarrista), Matt Cameron (baterista) e Eddie Vedder, um dos vocalistas de rock mais

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Era uma vez um corvo que passava os dias sentado numa árvore, sem fazer nada. Um coelhinho viu corvo e perguntoulhe: "- Posso ficar todo o dia sentado contigo sem fazer nada?" E o corvo respondeu-lhe: "- Claro, porque não?" Então o coelhinho sentou-se no chão por baixo do corvo, e descansou.

8ºE

De repente, apareceu uma raposa matreira, saltou em cima do coelho, e comeu-o. Moral da História: Para estares sentado sem fazer nada, tens de estar sentado muito, muito alto.


Última quarto é um livro com uma história que envolve mais mistério e tragédia e isso certamente verifica-se pelo facto de a mesma ser mais longa. Há duas semanas, iniciei a leitura do quinto livro “Harry Potter e a Ordem de Fénix” e até agora tem sido muito agradável. Quem não se entregou às fabulosas obras da autora, pode também deliciar-se a ver os filmes que são, porventura, igualmente interessantes. Contêm um pouco da história dos livros e permitem que o leitor possa avivar de certo modo a memória. Ainda só saíram os filmes dos dois primeiros livros, mas espera-se que saiam outros. Questiono-me como pode haver tanto talento e imaginação em obras que aparentam ser tão simples? De onde surgiu essa fonte de inspiração? Qual a razão da escola se chamar Hogwarts? Qual a razão para tudo se concentrar numa escola onde o tempo para os leitores não passa? Talvez seja uma hipérbole mas o Harry Potter constitui um “mundo” para certos jovens. “Mundo” este imaginário; uma narrativa na qual tudo parece tão fantástico e irreal, Contudo, é este conceito de irreal que nos leva a abstrair da nossa vida. Será que é devido ao nosso monótono quotidiano que nos deixamos levar para este mundo? Estarão os jovens iludidos para não pensarem na sua própria vida? Quando falo de ilusão, não me refiro só ao Harry Potter, pois este é um simples exemplo de todo o mundo mágico que se gera ao nosso redor a partir de escritores que, por mérito, se conseguem abstrair do nosso mundo. Joana Neiva, 10.º B

(continuação) países podem agora construir um futuro juntas, unidas na paz, liberdade e democracia. Eis os novos países membros da União Europeia: Chipre; Eslováquia Eslovénia Estónia; Hungria; Letónia; Lituânia; Malta; Polónia e República Checa.

Como passatempo, faça corresponder as bandeiras aos respectivos países acima mencionados.

VE

Ficha Técnica Propriedade: Escola Secundária Henrique Medina Coordenação: Fernanda Vilarinho, Isilda Lopes e Ulisses Mota Colaboradores: André Alves, Patrícia Enes, Sara Amorim, Sónia Cepa

Impressão: Graficamares

Britney Spears, no Rock in Rio-Lisboa Para alegria de muitos fãs que tem em Portugal, Britney a princesa da pop irá actuar pela primeira vez no nosso pequeno país, que se tornará muito grande com a presença de Britney a 5 de Junho de 2004. Para além de Britney, já está confirmada a presença de Alejandro Sanz, Xutos e Pontapés, Sting, Rui Veloso, Metallica, Ivete Sangalo, Guns N’Roses, o vencedor de “ídolos”, Nuno Norte

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