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o coração é a razão CANDIDATURA À ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DO MARCO

LEIA OS ARTIGOS DE OPINIÃO LINO TAVARES DIAS JOSÉ CARLOS PEREIRA JORGE MORGADO JOSÉ TEIXEIRA JORGE MADUREIRA

UMA NOVA VISÃO PARA A NOSSA TERRA O CORAÇÃO É A RAZÃO QUE NOS LEVA A AVANÇAR COM ESTA CANDIDATURA. O CORAÇÃO É A RAZÃO QUE NOS MOVE, ENTUSIASMA, MOBILIZA E NOS FAZ REUNIR EM TORNO DE UMA CAUSA MAIOR: O MARCO! 1


PAULO BABO

Candidato a Presidente da Junta de Freguesia do Marco

Caros Marcoenses,

O

coração é a razão que nos leva a avançar com esta candidatura. O coração é a razão que nos move, entusiasma, mobiliza e nos faz reunir em torno de uma causa maior: o Marco! Estamos juntos neste movimento independente de cidadãos, candidatos à Assembleia de Freguesia do Marco. Juntos Pelo Marco. Digo-vos que é com grande emoção e honra, um enorme sentido de responsabilidade e de dever cívico que vos escrevo, na qualidade de candidato à Presidência da Junta da Freguesia do Marco. É um orgulho imenso encabeçar esta lista independente “Juntos Pelo Marco”. O Coração é razão da minha candidatura, da nossa candidatura, cumprindo o sentido único e especial de bem servir a freguesia do Marco e o concelho no seu todo, por um desenvolvimento sustentado e equitativo. De espírito combativo e humilde na minha relação para com os outros, ambiciono de forma responsável, transparente e exigente defender o interesse público como pilar da nossa atuação, onde as pessoas estão acima das ideologias. Este movimento tem por base um grupo de cidadãos independentes, proveniente de várias áreas, com vivências diferenciadas, representando a diversidade geográfica da freguesia, aberto a uma ampla participação cívica. 2

Pretendemos uma verdadeira abertura à sociedade civil, numa dinâmica assente na participação direta dos cidadãos: na definição de prioridades, segundo as diferentes áreas de intervenção; na realização e fiscalização dessas mesmas intervenções; na identificação dos problemas e das necessidades locais e na sua monitorização e avaliação.

É com esta esperança, e acreditando numa nova forma de fazer política, mais próxima dos cidadãos e dos seus interesses e menos sujeita ao jogo de interesses e estratégias políticas dos aparelhos partidários, que convidamos todos os nossos concidadãos a juntarem-se a nós e fazer ouvir a sua voz. O Movimento Juntos Pelo Marco é constituído por pessoas credíveis, cidadãos de confiança, com competências dadas nas suas atividades profissionais, proativos e que têm um objetivo comum: trabalhar em convergência com todos pelo desenvolvimento do Marco e dos que cá vivem, em prol da terra dos que aqui nascera, e da terra dos que aqui cresce-

ram, da nossa terra, para que possamos bem receber e acolher os que nos visitam, os que aqui querem investir e viver. Achamos que chegou a altura de dar um contributo maior em nome da sociedade civil, com a experiência que acumulámos durante anos e que nos fez crescer tanto como profissionais, como cidadãos capazes e competentes. Somos pessoas conscientes e cientes dos seus deveres na promoção e defesa do bem comum. Somos um grupo alargado e diversificado de cidadãos que cresceu com as vivências diárias das dificuldades e potencialidades da nossa freguesia nas mais distintas áreas, permitindo-nos observar de forma mais objetiva, desprendida e assertiva, o dia-a-dia de quem vive, trabalha, investe e visita o Marco, tendo em vista a resolução de problemas e encontrar respostas e soluções que proporcionem mais qualidade de vida e desenvolvimento. O Marco é o meu coração e, por isso, estou determinado a pôr em prática os projetos que definimos, as ideias que recolhemos junto dos nossos concidadãos, para que o Marco seja efetivamente a locomotiva do concelho. Somos cidadãos empenhados e dedicados e temos a convicção, força e capacidade necessárias para fazer mais e melhor pelo Marco. Nada nos move contra ninguém. Respeitamos todos, cada indivíduo enquanto ser único, com as suas opções e escolhas. Defendemos a igualdade de oportunidades entre todos, como base dos pilares fundamentais de qual-


quer sociedade desenvolvida: a democracia e a liberdade. Queremos trabalhar pelo desenvolvimento sustentável do Marco, em todas as áreas, na economia e emprego, na educação, na cultura, no turismo, no desporto, na saúde, na responsabilidade social, no ambiente e na juventude. É neste sentido que queremos trabalhar pelo Marco e, quando falo do Marco, falo de toda a freguesia. Queremos trabalhar pelo bem comum da nossa gente, de toda a população, sem deixar ninguém para trás e sem perder nenhuma oportunidade.

Queremos respeitar a identidade das antigas freguesias de S. Nicolau, Freixo, Rio de Galinhas, Tuías e Fornos; proteger a identidade histórica, cultural e social, mantendo viva a sua memória.

Queremos estar mais próximos das pessoas, dos nossos; envolver a população na vida ativa da nossa freguesia; escutar os cidadãos e integrá-los nas soluções. Queremos proporcionar condições, qualida-

de de vida à nossa população e atrair os jovens e adultos a fixarem-se na terra que faz parte das suas origens. Queremos uma maior articulação e comunicação com a autarquia, trabalhando em conjunto, numa atitude de cooperação e proatividade, tendo sempre em vista o desenvolvimento do Marco, superando os obstáculos e fomentando as suas potencialidades, por uma causa maior: o Marco, Juntos Sempre pelo Marco. Queremos potenciar o Marco nas atividades económicas, culturais, desportivas, artísticas e lúdicas. Queremos dinamizar os espaços e as infraestruturas existentes. Queremos dar vida aos espaços que ainda faltam concluir. Queremos ser solidários com os idosos e com as pessoas mais desprotegidas. Queremos trabalhar com todas as associações que tenham intervenção no Marco. Queremos um Marco que ofereça condições para atrair investimentos geradores de emprego e dinamização económica, particularmente na indústria de qualidade, no comércio e serviços, mantendo estes encontros que temos vindo a fazer com os comerciantes e empresários, de forma a encontrarmos as soluções mais adequadas. Queremos que o Marco seja uma freguesia viva, dinâmica, com vida própria, para alcançarmos uma freguesia, uma cidade melhor para viver, trabalhar, investir e visitar. Queremos que o Marco cresça em número

de habitantes e que seja um local de referência na região. Toda a nossa visão, ideias e projetos estão contidos no programa eleitoral do Movimento Independente de Cidadãos Juntos Pelo Marco inserido nesta publicação. São muitas as ideias e os projetos que temos para desenvolver e potenciar a nossa terra, o Marco. Queremos trabalhar juntos, com todos, em prol de um futuro melhor. Para que tudo isto seja possível, contamos com a vossa confiança, com o vosso manifesto apoio. É imperativo perceber que queremos um Marco diferente e melhor. Só vocês nos poderão conferir essa missão. Eu, e toda esta equipa, estaremos disponíveis para vos ouvir, escutar as vossas ideias, as vossas críticas, os vossos contributos. Este é, certamente, o maior desafio das nossas vidas e aquele que abraçamos com todo o coração e responsabilidade.

Estamos Juntos nesta causa, e Juntos vamos trabalhar com o Marco, pelo Marco e para Marco. Porque o Marco merece e vale muito mais! 3


01. VALORIZAÇÃO URBANA E MOBILIDADE

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proximidade que pretendemos vivenciar com os cidadãos, permitir-nos-á ter um conhecimento mais pormenorizado das carências e dificuldades sentidas, conferindo-nos, por isso, a legitimidade e a obrigatoriedade para, em interação com a edilidade, chamar a atenção no sentido da realização destas ações de renovação, requalificação e modernização: • Desenvolver esforços para a renovação da artéria urbana da parte alta da cidade (Talegre e Tapadinha), que envolva a Rua de Talegre, a Rua da Vista Alegre, a Travessa da Fonte, a Rua Inês Peres Ventura, a Rua da Tapadinha, a Rua Monte Valongo e a Rua Padre Joaquim Pereira da Cunha, promovendo uma discussão pública, com várias entidades e em parceria com o Executivo Municipal, com vista a redesenhar uma alternativa ao trânsito que circula entre a parte alta da cidade, a zona industrial e a zona da estação; • Diligenciar no sentido da renovação urbana do Bairro da Portela, envolvendo a remodelação da Rua Dr. Arlindo Gonçalves Soares, como artéria de ligação à zona desportiva e redesenhar o trânsito que circula nesta zona; • Encontrar uma solução, através de negociação junto da autarquia, para que a administração do Cemitério de Fornos seja exercida pela Junta de Freguesia e uniformização das taxas em todos os cemitérios da freguesia; • Instalação de “touch screen” nos cemitérios da freguesia, disponibilizando todas as informações aos visitantes, como horários de funcionamento, localização das campas e outras informações úteis; 4

• Melhorar a gestão, conservação e limpeza dos cemitérios; • Envidar esforços, em articulação com a Câmara Municipal, para dotar a zona da estação, Rio de Galinhas, de um terminal intermodal de passageiros, reforçando o contingente dos transportes públicos nas deslocações dos cidadãos e aumentando a eficiência das deslocações diárias; • Diligenciar, com a chegada da eletrificação da linha ferroviária do Douro à estação do Marco, a renovação do parque de estacionamento junto a esta estação, repensando o trânsito rodoviário na zona, de forma a criar e alargar as zonas de aparcamento automóvel; • Fomentar a eliminação de barreiras a portadores de necessidades especiais: - Reparação dos atuais passeios; - Construir novos passeios; - Colocar semáforos inteligentes (com temporizadores e sensor sonoro); • Promover a reparação de vias públicas degradadas; • Colocar paragens de autocarro em zonas periféricas da freguesia, onde não existem, disponibilizando aos utentes informações importantes, tais como: horários, trajetos, contactos, entre outras; • Propor a pavimentação da Rua Maria Gil, que liga a Avenida Futebol Clube do Porto à Rua da Tapada, que se tornaria um importante elo de ligação entre o trânsito da parte alta e baixa da cidade; • Suscitar um conjunto de iniciativas, com as várias entidades locais, para, num amplo consenso, minimizar o problema do estacionamento na cidade; • Potenciar um conjunto de ações públicas

de debate e discussão sobre uma renovação e um novo enquadramento arquitetónico e paisagístico do Jardim Municipal; • Propor soluções para a criação de uma alternativa ao trânsito na Rua das Lages; • Anotar e reportar as deficiências que se verifiquem nos domínios da iluminação pública e da sinalização; • Envidar esforços para que a Casa Mortuária do Freixo seja uma realidade; • Impulsionar o debate para a criação de uma alternativa que minimize o trânsito e estacionamento na zona envolvente da EB1 de Marco de Canaveses; • Diligenciar no sentido de criar uma nova ligação e potenciar o reforço de oferta de transporte para o Centro de Saúde e promover o seu alargamento aos extremos da freguesia, como a ligação ao Freixo; • Viabilizar ações de sensibilização, face ao completo abandono da Casa dos Arcos, classificada como Património Nacional, fomentando a sua reabilitação, bem como a zona envolvente; • Insistir junto do executivo municipal, para criar uma alternativa para a resolução do problema de trânsito no cruzamento da Avenida dos Bombeiros Voluntários com a Variante à EN 211; • Encontrar uma solução para a confluência da Avenida dos Bombeiros Voluntários com a Avenida Jorge Nuno Pinto da Costa, dada a quantidade de acidentes aí existentes; • Envidar esforços junto da edilidade no sentido de dotar a maior freguesia do concelho com uma sede de Junta de Freguesia apropriada e condigna.


02. DESENVOLVIMENTO LOCAL

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freguesia do Marco, pela sua localização e importância, deve ser a locomotiva do concelho, devendo o executivo da Junta, em parceria com a Câmara Municipal, as diversas instituições regionais e nacionais, promover a diversificação da economia local e aumentar a oferta de emprego. Procuraremos defender uma política de atração de investimento direto para a cidade, que contribua para a diversificação e desenvolvimento de atividades económicas criadoras de riqueza e de emprego, permitindo não só o

crescimento sustentado da população, como também aproveitar recursos existentes, transformando-os em fatores de competitividade: • Intentar, em parceria com a Câmara Municipal e as várias entidades privadas, a instalação de uma nova Área Empresarial, na zona que liga Maria Gil a Valdecidos; • Fomentar e estabelecer pontes de diálogo entre as várias entidades da freguesia e empresários, desenvolvendo um conjunto de ações e eventos com impacto na dinamização do comércio tradicional e da restauração;

• Propiciar um debate, com intervenção da Câmara Municipal e com todos os interessados, no sentido de encontrar uma solução para um Mercado Municipal condigno; • Gerar um amplo consenso com os atuais proprietários, o Executivo Municipal e outras entidades regionais e nacionais, para a renovação da atual Zona Industrial, tornando-a dinâmica e apelativa; • Colocar na agenda política, o início do debate e discussão do próximo Plano Diretor Municipal, que terá de entrar em vigor até 2020.

03. EDUCAÇÃO

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onscientes que a educação edifica as principais bases do desenvolvimento de uma sociedade moderna, esta será uma das nossas apostas. Tal como em todas as restantes áreas da sua atuação, o executivo da Junta terá um papel pró-ativo com as escolas e instituições, apoiando e incentivando a valorização da educação como fator de identidade e coesão social: • Resgatar a gestão das cantinas dos Jardins de Infância e EB1´s da freguesia, logo que possível, melhorando a qualidade das refeições, promovendo e potenciando, desta forma, a economia local; • Dotar os Jardins de Infância e Escolas Básicas do 1º Ciclo de equipamentos, meios e recursos necessários ao seu bom funcionamento;

• Promover atividades socioeducativas, no âmbito das atividades de animação e apoio à família, em horário prolongado; • Criar um “Banco de Livros Escolares”, regulamentado e gratuito, com a participação de toda a comunidade; • Organizar uma “Festa de Encerramento do Ano Escolar”, envolvendo toda a comunidade escolar; • Fomentar uma maior proximidade entre a Escola e a Comunidade, envolvendo os representantes dos pais; • Dar forma a um projeto de “Apoio dos Seniores” que consiste no auxílio escolar gratuito de professores reformados aos jovens; • Impulsionar a criação de um “Banco de Voluntariado para o ensino de informática, artes e inglês”, entre outras áreas, sobretudo para os adultos; • Potenciar ações que promovam a literacia e

a alfabetização, em articulação com as entidades responsáveis; • Dinamizar concursos de âmbito escolar, na literatura, artes, entre outras, no decurso do ano letivo; • Proporcionar o projeto “Campo de Férias” nas interrupções letivas, para os alunos dos Jardins de Infância e 1º Ciclo, em articulação com as Instituições da freguesia, através de uma supervisão adequada; • Desenvolver, em parceria com as instituições locais, campanhas de sensibilização aos detentores dos animais de companhia, nas questões de vacinação e outras obrigações legais ou sociais; • Alavancar o projeto “Criar Laços”, iniciativa intergeracional, que envolverá avós, pais, filhos e netos, em momentos de partilha, num ambiente descontraído, lúdico e divertido. 5


04. CULTURA E TURISMO

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Marco, sendo uma freguesia de contrastes, entre o novo e o velho, o moderno e o antigo, o rural e o urbano, é notável pela sua diversidade e singularidade. As diversas atividades que têm sido realizadas, fazem parte do património cultural da freguesia e são oportunidades privilegiadas para o fomento da inclusão social, devendo, por isso, merecer também o reconhecimento, promoção e apoio adequados. O estímulo e apoio à iniciativa e a criatividade dos cidadãos e das diversas entidades da freguesia, com particular incidência nos jovens, como forma de contribuição para minorar a desertificação e a degradação urbana, serão uma preocupação deste executivo: • Diligenciar, junto da edilidade, a instalação de uma verdadeira Sala de Espetáculos, que permita receber eventos com alguma dimensão, primando pela diversidade de oferta cultural (concertos, peças de teatro, música, entre outros); eventos desportivos; eventos corporativos (sala de eventos, reuniões, conferências e exposições); congressos; mercados; feiras; eventos de gala; entre outros; • Envidar esforços junto da autarquia no sentido da reconstrução, recuperação e dinamização do antigo Cineteatro da Alameda; • Dar impulso ao Mercado Romano e Mercado Medieval, diferenciados na sua identidade; • Criar uma “Agenda Cultural” que integre as instituições da freguesia, com o objetivo de promover intercâmbios e parcerias entre si, potenciando públicos e maximizando recursos; • Elaborar uma “Rede Cultural” que promo6

va a criação e formação artística em diversas áreas (música, teatro, cinema, dança, fotografia, artes plásticas, literatura, entre outras); • Dinamizar ações dedicadas à leitura: trocas de livros, criação de grupos de leitores, atividades lúdicas que fomentem o gosto pela leitura; • Promover a realização de exposições, individuais ou coletivas; • Conceber o “Dia da Freguesia do Marco”, proporcionando um conjunto de iniciativas diversas, desde exposições, colóquios, entre outras, simbolizando a união das anteriores freguesias, homenageando diversas personalidades, naturais ou residentes na freguesia, que nas diversas áreas se tenham distinguido; • Produzir um conjunto de iniciativas, em várias áreas, como cinema, teatro e música, em diferentes espaços físicos, a serem denominadas “Cinema Fora de Sítio” ou “Teatro Fora de Sítio”; • Estabelecer um protocolo com instituições ligadas às áreas das expressões para desenvolver ações junto do Pré-Escolar e 1º Ciclo; • Reavivar eventos ligados às tradições e história da freguesia. TURISMO • Gerar um “Roteiro Turístico e Gastronómico” da freguesia, em colaboração com entidades e coletividades, que integrem um percurso pela: - Igreja de Santa Maria; - Estação Arqueológica do Freixo; - História local:  As Ruínas da cidade de Tongobriga;  Do antigo poder municipal protagoni-

zado pelo Concelho de Canaveses, do qual é hoje símbolo perene o Pelourinho de São Nicolau, classificado como Património Nacional; - Gastronomia tradicional; - Vinhos verdes; - Património imaterial da freguesia (tradições e festividades), bem como espaços naturais de lazer (parques); • Dar a conhecer o potencial turístico da freguesia com a utilização de todos os meios disponíveis, designadamente através da internet e/ou eventos promocionais (ex: feiras, mostras, seminários, entre outros); • Estimular um conjunto de iniciativas paralelas ao Mercado Romano e ao Mercado Medieval, aumentando, nessas datas, a atração turística, potenciando a singularidade do espaço arqueológico, a cidade de Tongobriga, classificada como Monumento Nacional, e criar sinergias para impulsionar e divulgar a história da fundação da Albergaria pela Rainha D. Mafalda; • Colocar sinalética de indicação e promoção do património turístico e cultural da cidade; • Divulgar as aldeias do Freixo e de S. Nicolau, classificadas como Aldeias de Portugal; • Beneficiar do potencial da Igreja de Santa Maria, como veículo para captar o turismo religioso; • Potenciar as mais-valias da Igreja de S. Nicolau, enquanto monumento inserido na Rota do Românico, como polo de atração turística para a freguesia; • Fomentar pontes com as paróquias da freguesia para implementar o projeto de “Igreja Segura”.


05. SOLIDARIEDADE, AÇÃO SOCIAL E SAÚDE

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s Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) ocupam um papel fundamental no assegurar das respostas sociais, sendo intenção desta candidatura apoiar e colaborar com estas entidades e outras organizações sem fins lucrativos, que promovem junto das populações ações de resposta social e apoio às famílias e indivíduos que necessitam desse auxílio: • Preparar um fórum alargado de debate para ser criada uma Estratégia de Intervenção Social no Marco, que agrupe as IPSS e outas instituições, com intervenção na freguesia, com objetivo de uma maior abrangência e maior participação na Rede Social, rentabilizando aquela que é a Comissão Social de Freguesia; • Apoiar e acarinhar o projeto SMS+ Cuidadores, uma ação tripartida entre a Santa Casa da Misericórdia de Marco de Canaveses, a Junta de Freguesia de Marco e a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, que presta um acompanhamento multidisciplinar, individualizado e humanizado no contexto habitacional do idoso, possibilitando o envelhecimento com saúde e autonomia, incluindo estimulação neurocognitiva, formação e apoio aos cuidadores; • Criação de um “Banco de Voluntariado”, permitindo integrar cidadãos que queiram prestar serviço voluntário nas diversas instituições ou entidades que intervenham na freguesia; • Desenvolver, em parceria com as instituições intervenientes na freguesia, um “Espaço Solidário”, visando contribuir para uma melhoria das condições de vida da população em situação de vulnerabilidade económica e social, através da doação de bens que vão ao encontro das suas necessidades; • Colaborar, apoiar e estabelecer dinâmicas

para lançar ações e iniciativas de solidariedade, com as IPSS, entidades públicas e outras, com sede ou âmbito de intervenção na freguesia, fomentando os seus objetivos, que são também a nossa missão; • Desenvolver ações terapêuticas, em parceria com técnicos especializados, escolas e outras entidades públicas e particulares, com recursos a animais, junto das crianças com necessidades educativas especiais nas escolas e IPSS, promovendo o desenvolvimento social, emocional, físico e cognitivo; • Colaborar com outras instituições na organização de workshops sobre áreas de interesse para os cidadãos (ex: economia doméstica, educação parental, alimentação saudável, animais domésticos, IRS, estratégias de poupança, socorrismo, entre outras), em interligação com as instituições que tenham intervenção na freguesia; • Viabilizar, em estrita ligação com as nossas instituições, campanhas de solidariedade, como recolha de livros, roupa, entre outras; • Alavancar ações Campo-Praia para Jovens e Seniores; • Divulgar o protocolo existente entre a ANAFRE e a Ordem dos Advogados, com aconselhamento jurídico gratuito à população mais necessitada e incentivar o recurso à mediação de conflitos. SAÚDE Na saúde, impõe-se colaborar com as entidades no sentido da promoção de ações e na divulgação de tendências de vida saudável que contribuam para a promoção da saúde e prevenção da doença: • Promover, apoiar, impulsionar e alargar a rede de Cuidados Continuados Domiciliários, em articulação com utentes da freguesia e os prestadores de serviços da área, de modo a que os primeiros possam usufruir dos mesmos

de forma rápida e eficiente (serviço de enfermagem, acompanhamento psicológico e fisioterapeuta ao domicílio, entre outras); • Impulsionar a adesão ao Programa Abem, Rede Solidária do Medicamento, dinamizado pela Associação Dignitude, resultante de várias parcerias instituídas com entidades a nível local - autarquias, IPSS e outras instituições da área social -, para dar resposta aos problemas de acesso ao medicamento comparticipado. Este programa é dirigido a pessoas que se encontram numa situação de carência económica, abrangendo, também, os casos decorrentes de situações de desemprego repentino ou de confronto com doença incapacitante, entre outros casos. A cada beneficiário é atribuído um cartão que lhe permite aceder aos medicamentos prescritos em qualquer farmácia do país, sem mais burocracias e com a dignidade que merece; • Propiciar, em parceria com as diversas instituições, ações de Luta contra a Obesidade Infantil e o Envelhecimento Ativo; • Apoiar e promover o programa de Saúde da Mulher, através da realização de cursos de preparação pré e pós-parto, planeamento familiar e educação sexual; • Organizar e proporcionar rastreios e ações de esclarecimento e sensibilização em diversas áreas da saúde, em colaboração com entidades locais e nacionais (ex: rastreio auditivo, visual, osteoporose, coração, podologia, entre outros); • Envidar esforços junto da Câmara Municipal para que esta desenvolva e coloque um placard no Parque de Lazer da Cidade, com exemplos de exercícios de aquecimento e de alongamentos, importantes para a prevenção de lesões desportivas, manutenção e limpeza dos espaços e correto manuseamento dos equipamentos. 7


Paulo Babo

Candidato a Presidente da Junta de Freguesia do Marco 52 Anos - Administrador de Empresas

DIAMANTINO LEITE

47 Anos - Mediador de Seguros

MAURÍCIO MOREIRA 34 Anos - Empresário

MARTA QUEIRÓS

40 Anos - Técnica Topográfica

CARLA CUSTÓDIO 44 Anos - Professora

ILÍDIA TEIXEIRA

56 Anos - Reformada

LUÍSA SOUSA

JOÃO MONTEIRO LIMA

45 Anos - Escriturária

42 Anos - Tec. Admin. Tributária

CARLA BOTELHO

MAXIMINO MIRANDA

39 Anos - Farmacêutica

ANA RODRIGUES

37 Anos - Professor

ÁGUIA MOURA

53 Anos - Notário

LÍDIA PINTO

FERNANDO TEIXEIRA

49 Anos - Professora

49 Anos - Mecânico Auto

43 Anos - Advogada

36 Anos - Professor

55 Anos - Carpinteiro

GIL REIS

ANTONIETA BRÁS

LAETITIA BOUCHER

PEDRO NOGUEIRA

CRISTINA MAGALHÃES

ROMAN RUDENKO

ELISABETE ALMEIDA

LICÍNIA CARNEIRO

36 Anos - Técnica de Vendas

FLORINDA MACHADO

48 Anos - Funcionária Têxtil

JOÃO TAVARES

ANDREA CARNEIRO

41 Anos - Técnica Superior

26 Anos - Marketeer

TIAGO MELO

29 Anos - Engenheiro Informático

42 Anos - Esteticista

41 Anos - Responsável de Loja

73 Anos - Reformada

22 Anos - Estudante

33 Anos - Psicóloga


Hernâni Pinto Mandatário da Candidatura 56 Anos - Empresário

ANTÓNIO LOUREIRO

54 Anos - Engenheiro Civil

JOAQUIM BESSA SOUSA

47 Anos - Empregado Hotelaria

MARLENE QUEIRÓS

35 Anos - Empregada de Balcão

ANTÓNIA CAMPOS

49 Anos - Operadora de loja

PAULO PINTO

64 Anos - Reformado

ROSÁLIA SOARES 39 Anos - Enfermeira

ANA MOREIRA

27 Anos - Terapeuta Ocupacional

JOSÉ SANTOS

20 Anos - Estudante

PEDRO MOURA

29 Anos - Estudante

EMÍLIA SOARES

42 Anos - Técnica de Vendas

JOAQUIM MOURA

63 Anos - Reformado

ELZA RIBEIRO

48 Anos - Administrativa

GEORGINA FERREIRA

48 Anos - Empregada Escritório

CÁTIA MAGALHÃES

37 Anos - Empregada Escritório

ABRAÃO RIBEIRO

78 Anos - Reformado

MIGUEL ZARCOS PALMA 39 Anos - Arquiteto

CARLOS PINHEIRO

48 Anos - Responsável Secção

LAURA BABO

52 Anos - Operadora de Caixa

MARIA JOÃO COUTO

42 Anos - Auxiliar Serviço Externo

FÁTIMA SILVA

49 Anos - Cabeleireira

PATRÍCIA MIRANDA 39 Anos - Professora

ANTÓNIO JOSÉ PEREIRA

56 Anos - Oper. Circulação (CP)

TIAGO PEREIRA

38 Anos - Bombeiro

JOSÉ MACHADO

78 Anos - Reformado

SUSANA SILVA

43 Anos - Empresária


06. ORGANIZAÇÃO, PARTICIPAÇÃO E MODERNIZAÇÃO ADMNISTRATIVA

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organização é uma ferramenta fundamental e indispensável para o desempenho e prossecução dos objetivos intrínsecos à Junta de Freguesia. As funções individuais e os objetivos coletivos devem estar claramente definidos e especificados para potenciar e estimular os recursos humanos afetos ao seu serviço, contribuindo como medida motivacional para um desempenho com profissionalismo. Para além de uma resposta administrativa atempada e eficiente, pretendemos que a Junta de Freguesia seja um espaço aberto à participação ativa dos seus habitantes, onde TODOS possam ter sempre uma palavra a dizer, porque a principal riqueza do Marco são as pessoas: • Implementar um modelo de orçamento participativo, disponibilizando uma percentagem das verbas anuais da freguesia para esse

efeito. A Assembleia de Freguesia deverá decidir a atribuição dessa verba, após a apresentação das propostas, permitindo que todas as pessoas se possam pronunciar sobre as prioridades da nossa Freguesia; • Proceder à reestruturação do site para a prestação dos diversos serviços on-line da Junta de Freguesia – Junta Digital – com atualização permanente; • Reajustar o horário de funcionamento da Junta de Freguesia às necessidades da população; • Prestar esclarecimento aos cidadãos carenciados aquando do preenchimento de documentos importantes; • Ampliar os serviços prestados pela Junta de Freguesia, sempre que possível; • Promover ações de proximidade, entre eleitos e eleitores, a “Junta Fora de Sítio” - Deslocar elementos da Junta, quando necessário, ao domicílio de pessoas necessitadas para tratamento dos diversos serviços da Jun-

ta de Freguesia; - Para além do atendimento habitual na sede da Junta, iremos deslocar um elemento do executivo às antigas freguesias, para atendimento da população, pelo menos uma vez por mês; • Promover ações proativas de contacto direto entre o executivo da Junta e os marcoenses, para auscultar e sentir as suas preocupações e as suas necessidades; • Conceber uma agenda anual/mensal de atividades, nas diversas áreas; • Dar existência a um Gabinete de Apoio ao Associativismo, que deve funcionar em consonância com instituições que tenham este objetivo; • Produzir um Regulamento de Apoio ao Associativismo, na prossecução do interesse público, da igualdade e da proporcionalidade, da imparcialidade, da boa-fé e da participação, visando maior rigor e transparência na atribuição de apoios ou subsídios.

07. DESPORTO, LAZER E JUVENTUDE

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ara além da sua capacidade formativa por excelência e cumprimento do forte desígnio de contribuição para a coesão e identificação regional, o desporto deve ser entendido como um direito de todos. À Junta de Freguesia cabe-lhe dinamizar, apoiar e promover, junto das associações da freguesia, a diversificação das modalidades desportivas, com particular incidência na formação de camadas jovens. São reconhecidas algumas carências de infraestruturas desportivas na freguesia, pelo que a Junta deve articular, com a Câmara Municipal, a construção e renovação de espaços onde possa, efetivamente, concretizar-se a política de desenvolvimento desportivo que se pretende: • Pugnar, junto da autarquia, para que o Parque Desportivo na zona de Rio de Galinhas seja uma realidade; • Gerar dinâmicas, em parceria com a Câmara Municipal, para a reconversão do espaço do Campo de Futebol do Freixo em espaços modelares para o fomento da prática de exercício físico, que possa albergar várias modalidades, em articulação com as escolas profissionais e ensino básico e outras entidades da freguesia, dotando esta zona de um espaço para a prática de atividades amadoras; • Impulsionar e potenciar o centro de BTT; 10

• Articular e apoiar as associações e instituições que tenham intervenção na freguesia; • Chamar para a agenda política a criação de uma pista de pesca desportiva na freguesia; • Organizar as “Olimpíadas do Marco”, em articulação com os docentes das escolas do 1º Ciclo, numa primeira fase como experiência piloto, abrindo a possibilidade de ser alargada a todo o Ensino Básico e Secundário, em vários escalões etários; • Criar o programa “Marco a Mexer”, como promoção da prática de exercício físico, desenvolvendo atividades lúdicas para a população, em articulação com as associações e entidades da freguesia, em horário pós-laboral; • Dinamizar atividades desportivas para portadores de necessidades especiais; • Instalar equipamentos específicos para crianças portadoras de necessidades especiais em alguns parques infantis; • Promover, em articulação com as associações e instituições da freguesia a prática de modalidades com menor visibilidade (ex: andebol, basquetebol, atletismo, boccia, canoagem, entre outras); • Organizar os “Jogos da Freguesia”, em coordenação e colaboração com as associações culturais, desportivas e recreativas, escolas e entidades públicas e privadas que se queiram associar, numa dinâmica para o aprofundamento das relações sociais; • Empenhar-se, em articulação com o execu-

tivo municipal, pela instalação de parques infantis, nos pontos de maior aglomerado urbano, como a zona junto do Estádio Municipal, zona do futuro Parque da Cidade, zona da Tapada ou Tapadinha, zona de Tuías, entre outras; • Criar dinâmicas para um estudo da requalificação da margem esquerda do Rio Tâmega, com vista à instalação de uma zona de Lazer com iluminação, pistas definidas, parque infantil, enquadrando um espaço balnear, conforme esteve previsto no acordo com a instalação da Barragem do Torrão; • Fomentar um amplo debate para a conceção do futuro Parque da Cidade; • Propiciar um “Festival da Juventude”, com um cartaz diferenciador para atrair, também, jovens de outras zonas do país, estruturado por diferentes parceiros, com alguma experiência e realizado em local que possa beneficiar de estruturas quer de restauração, quer de alojamento; • Desenvolver ações para a manutenção e fiscalização do “Parque Radical”, que se encontra ao abandono e criar um conjunto de iniciativas para dar vida a este local, proporcionando aos nossos jovens a prática de desportos radicais; • Proporcionar um conjunto de iniciativas, direcionadas à população jovem, na área da formação digital, cultural, artística, desportiva e de lazer.


08. AMBIENTE, AGRICULTURA, SEGURANÇA E PROTEÇÃO CIVIL

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evido às atuais alterações ambientais, iremos fomentar um conjunto de iniciativas que transformem comportamentos sociais, com o objetivo de minimizar a pegada ecológica: • Implementar a Agenda 21 Local, que pretende configurar-se como um instrumento mobilizador da nossa sociedade, dos diferentes parceiros sociais e, individualmente, de cada cidadão, em particular para os desafios do desenvolvimento sustentável, aplicando as orientações da Estratégia Europeia de Desenvolvimento Sustentável, aprovada no Conselho Europeu de 9 de Junho de 2006; • Propor ações, através das entidades competentes, para o alargamento da rede de recolha de óleos alimentares usados – com vista à reciclagem para produção de biocombustível; • Insistir junto da Câmara Municipal no sentido de: - Concluir a rede de saneamento básico e ligação à rede pública de toda a freguesia e instalação de novas ETAR, devidamente apetrechadas para minimizar os impactos da atividade humana, tendo em vista o desenvolvimento sustentável; - Concluir a rede de abastecimento público de água em toda a freguesia; - Alargar a rede de ecopontos e contentores subterrâneos; • Estabelecer contactos para a resolução do problema da Zona de Lazer da Pontinha, entre os proprietários, Câmara Municipal, associações e outras instituições, abrindo um amplo espaço de debate para a requalificação de toda aquela zona; • Sensibilizar a edilidade para a requalifica-

ção dos espaços verdes e jardins públicos existentes, racionalizando o uso de água para rega; • Proporcionar ações de sensibilização e educação ambiental nas escolas; • Proceder à limpeza das bermas e passeios em toda a freguesia com maior frequência; • Empenhar-se juntamente com a edilidade para a resolução dos problemas das ETAR existentes na freguesia; • Pugnar, junto das entidades competentes, para estabelecer ações de fiscalização rigorosas e intervenção sistemática, a montante da freguesia, para erradicar as descargas ilegais no rio Galinhas e rio Ovelha; • Fomentar um conjunto de ações de sensibilização junto da comunidade para a limpeza do rio Galinhas, rio Ovelha e rio Tâmega; • Interceder e sensibilizar todas as instituições para reduzir o “ruído visual” existente na cidade, em particular na entrada da cidade, pela EN211. AGRICULTURA • Promover a criação de um banco de terras cultiváveis destinadas a hortas urbanas e/ou periurbanas (comunitárias, quintais particulares), em terrenos particulares, cujas terras não estejam a ser trabalhadas, mediando um acordo entre as partes; • Dinamizar, em parceria com as instituições do setor, cursos básicos de agricultura, como agricultura biológica, compostagem caseira, entre outros, com ajuda de agricultores seniores e de entidades ligadas à área; • Articular com as associações do setor a realização de exposições e venda dos produtos com isenção de taxas.

SEGURANÇA E PROTEÇÃO CIVIL As atividades de segurança e proteção civil incluem a prevenção e monitorização de riscos coletivos, naturais ou tecnológicos. Na prevenção de incêndios deve adotar-se um conjunto de condutas para evitar que situações de perigo saiam do controlo: • Criar um amplo debate, em conjunto com as autoridades competentes para a elaboração de um plano estratégico de combate aos incêndios urbanos na freguesia, em especial nas zonas mais povoadas; • Alertar as autoridades responsáveis para promover ações de fiscalização e manutenção das bocas-de-incêndio existentes na freguesia e a colocação de novas, de acordo com as necessidades em várias artérias, para o combate de incêndios urbanos; • Colaborar e promover com os condomínios, escolas, empresas, entidades públicas e privadas, ações de sensibilização para as medidas de autoproteção e segurança contra incêndios em edifícios; • Desenvolver ações de sensibilização na prevenção de incêndios florestais, regulando o uso e a utilização de fogo, e outras iniciativas, como a limpeza das matas e terrenos, abertura de caminhos que facilitem o acesso dos bombeiros, os cuidados a ter com os churrascos ao ar livre, entre outras; • Interceder junto da autarquia para uma fiscalização mais rigorosa da limpeza de terrenos públicos e particulares, fazendo cumprir a legislação em vigor; • Realização de um simulacro de um sismo, envolvendo toda a comunidade da freguesia e a Autoridade Nacional de Proteção Civil. 11


OPINIÃO. A AUDÁCIA DO FUTURO EM TONGOBRIGA

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LINO AUGUSTO TAVARES DIAS ARQUEÓLOGO

‘O reconhecimento do trabalho milenar que o homem desenvolveu sobre um território é a prova de que há sempre amanhã. Os ensinamentos reconhecidos propõem que amanhã, tudo estará melhor.’

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ode argumentar-se que o “futuro” não é objetivo primordial do trabalho do arqueólogo mas, em contrapartida, e em simultâneo, não pode eliminar-se a responsabilidade e preocupação de quem também faz gestão integrada do património cultural. Por esta razão, neste texto assumo as duas vertentes, a de arqueólogo e a de gestor de património. A primeira privilegia a investigação, o passado; a segunda defende a prospetiva, o futuro. Começo pela abordagem de arqueólogo. Compete-lhe reconhecer as ações que o homem fez a partir dos vestígios que o tempo proporcionou, perceber os contextos em que tal aconteceu e, se possível, saber quando aconteceu. Concentremo-nos nos resultados proporcionados pela escavação arqueológica nos terrenos da aldeia do Freixo, em Marco de Canaveses, onde identifiquei Tongobriga. No final do século XX, em Agosto de 1980, iniciamos as escavações arqueológicas. Com esse trabalho sistemático, que realizamos ao longo de anos, sentimos que suportamos o “futuro” daquele lugar, entretanto tornado Sítio, assumido como património cultural, reconhecido e classificado como monumento nacional. Como apontei no início deste texto, a minha primeira abordagem privilegiou a investigação, o passado; a segunda defende a prospetiva, o futuro, o que aplicado a Tongobriga, é sinónimo de planeamento de gestão integrada. Este projeto de investigação, lançado no final de 1979, só foi viável porque tinha acontecido aquele 25 de abril de 1974 e, com ele, a sementeira de ideias que desafiaram gerações. Devemos reconhecer que o projeto de intervenção foi desenvolvido ao longo dos anos com o intuito de criar mais Cultura e, com isso, mais Identidade, mais afirmação de quem somos e, também, proporcionar maior discernimento para onde queremos ir. Procurou-se criar emprego e, com ele, maior rendimento para as famílias, mais receitas para as economias locais e regionais, para além de credibilizar o papel do Estado, na medida em que compete-lhe, até ao limite das possibilidades, valorizar o nosso Património, assumido como memória coletiva ao reconhecer as pedras que salientam as marcas seculares do homem. Ao longo do tempo preocupamo-nos muito

com a divulgação do conhecimento que a investigação propiciava. Procurava-se também, reintegrar em Tongobriga alguns materiais que a ela estavam associados culturalmente. Por exemplo, devia ser integrado o conjunto de miliários romanos da estrada que por lá passava, e de lá irradiava, por ser capita viarium. Realça-se que a importância de um sítio arqueológico é tanto maior quanto mais fortemente contribua para o aumento do conhecimento do homem e, por isso, a investigação é sempre suporte, não só indispensável como também prioritária. A modernização inteligente do Património Cultural é uma exigência cívica. Neste sentido, pensar o “futuro” de Tongobriga, enquanto sítio reconhecido internacionalmente, exige empenhamento estratégico, quer de âmbito científico, quer de âmbito político e financeiro, sem esquecer a educação patrimonial e o turismo. Julgo, por exemplo, que poderiam ser reinterpretadas e redimensionadas, com audácia, as perspetivas museológicas que Tongobriga pode propiciar. Julgo que se poderiam valorizar as ruínas da basílica paleocristã, interpretada como sendo a mais antiga da Diocese do Porto, e que está debaixo da atual Igreja Paroquial do Freixo. Julgo que é fundamental desenvolver a escavação dos espaços do eventual teatro ou anfiteatro. Julgo que a investigação realizada também já permite reajustar as perspetivas interpretativas que existiam para o traçado da estrada situada a sul do forum. Julgo que é importante redimensionar qualitativamente a receção dos visitantes que abordam o sítio arqueológico pelo lado sul, onde se identificam os espaços das necrópoles de cremação. As décadas de investigação científica sobre o território de Tongobriga incentivam a luta em defesa da reinvenção cultural dos sítios patrimoniais, exaltando a descoberta permanente que a arqueologia, enquanto ciência, proporciona, dimensionando os nossos desafios do quotidiano e a descoberta da arquitetura espacial dos territórios. O reconhecimento do trabalho milenar que o homem desenvolveu sobre um território é a prova de que há sempre amanhã. Os ensinamentos reconhecidos propõem que amanhã, tudo estará melhor.


OPINIÃO. PARQUES EMPRESARIAIS E DESENVOLVIMENTO LOCAL

JOSÉ CARLOS PEREIRA ADMINISTRADOR DE EMPRESAS GESTORAS DE PARQUES EMPRESARIAIS

A

atracção de pessoas, empresas e emprego qualificado é hoje em dia um dos principais focos das autarquias locais e uma das alavancas em busca da sustentabilidade dos municípios e das regiões. A competitividade dos territórios depende fortemente da capacidade revelada pelas autarquias para atrair e manter empresas, sobretudo aquelas que possam acrescentar valor

à economia local. Isso exige políticas activas que promovam um contexto favorável ao empreendedorismo e ao desenvolvimento dos negócios. Enquadram-se nesse âmbito, designadamente, as medidas de natureza fiscal sob alçada das autarquias, as taxas e tarifas praticadas e o envolvimento dos municípios na agilização dos procedimentos de instalação e licenciamento, que devem ter como mote criar um ambiente facilitador e amigo das empresas. Um dos eixos mais destacados das iniciativas autárquicas direccionadas para as empresas envolve a disponibilização de terreno industrial devidamente infra-estruturado a preços competitivos. Os parques empresariais, com efeito, são hoje um cartão de apresentação dos municípios mais avançados na captação de investimento e um elemento determinante no marketing territorial. Os parques empresariais devem ser projectos bem estruturados, com a dimensão adequada ao meio em questão, cumprindo todas as exigências em termos de salvaguarda do meio ambiente e de fruição dos espaços comuns. A gestão condominial desses parques, com a prestação de serviços de gestão ao nível da promoção, da segurança e da manutenção, é um elemento diferenciador e muito valorizado pelas empresas que percebem que têm a ganhar se puderem contar com uma es-

trutura que as liberte de tarefas menos relacionadas com o seu processo produtivo. Com a instalação das empresas nos parques empresariais surge com naturalidade o interesse de áreas conexas com a actividade industrial (serviços financeiros, seguros, medicina, higiene e segurança no trabalho, manutenção industrial, consultoria de gestão, restauração, etc.) também se fixarem nesses parques, contribuindo para que essas infra-estruturas se constituam como verdadeiros pólos de desenvolvimento. Os parques podem também ser um bom exemplo de cooperação empresarial, uma vez que a concentração de empresas de diferentes sectores de actividade num único local fomenta a prestação de serviços entre empresas instaladas e a promoção integrada de marcas, produtos e serviços. A atracção de investimento qualificado traz também associada a procura de trabalhadores com as qualificações adequadas, o que faz elevar o patamar de formação dos quadros existentes e abre oportunidades àqueles que estão ainda a estudar. Mais empresas representam mais emprego. Melhor emprego traz melhor remuneração. Mais poder de compra é sinónimo de desenvolvimento da economia local. Tudo o que uma política autárquica deve procurar para afirmar o seu território.

OPINIÃO. CANDIDATURAS INDEPENDENTES VALORIZAM O PODER LOCAL

J

JORGE MORGADO ESPECIALISTA EM COMUNICAÇÃO POLÍTICA

ulgo que a existência de candidaturas independentes valoriza e enriquece o Poder Local. Valoriza porque, quando os cidadãos são chamados a votar para as suas autarquias, o leque de escolhas não se resume aos partidos políticos. As listas independentes são novas opções que alargam o debate e tornam a democracia mais viva e mais plural. Ao mesmo tempo, os independentes trazem mais riqueza ao debate e às eleições locais. Nomeadamente porque nos movimentos de cidadania encontramos o melhor da nossa sociedade civil, pessoas que, de uma forma livre, desprendida e genuína, querem contribuir para a vida da comunidade. O simples facto de termos mais cidadãos disponíveis a contribuir para a gestão autárquica só pode ser motivo

de satisfação. Profissionalmente, tenho estado envolvido na gestão da comunicação de candidaturas independentes, em especial na Área Metropolitana do Porto, desde 2001, nas primeiras eleições autárquicas em que os movimentos de cidadãos puderam concorrer. Julgo que a avaliação que se pode e deve fazer é altamente positiva – as freguesias e os municípios saem muito beneficiados com a existência de candidatos independentes. É um ar mais fresco e renovado que se respira, são novas ideias e projectos para as nossas terras, são oportunidades de mudança que não devem ser desperdiçadas. É a grande vantagem de não termos que continuar a escolher entre os mesmos de sempre. Vale a pena apostar nos independentes! 13


OPINIÃO. FALAR VERDADE. CONTRIBUTOS PARA A MELHORIA DO SISTEMA EDUCATIVO

JOSÉ TEIXEIRA

T

PROFESSOR

odos já verificamos, mesmo os mais desatentos, que a cada novo governo eleito, surge sempre uma nova reforma na educação, que normalmente se desenvolve sobre o cadáver da reforma anterior, com a pretenção de se tornar a melhor reforma, a histórica, a final, a definitiva. Gostam de lhes chamar o novo paradigma. Também sentimos que partem de premissas imperfeitas, de análises incompletas, com omissões intencionais de partes sensíveis, fundamentais e, por vezes decisivas, da realidade. Há sempre uma vontade

insana de garantir um lugarzinho na história. Assumem uma cegueira intencional de conviver com mentiras convenientes. É para contrariar um pouco este vício português que arrisco apresentar alguns contributos modestos, esboços de ideias, baseados na experiência, honestamente, com a preocupação essencial de uma intervenção pragmática sobre o sistema em causa. Os alunos têm uma carga horária excessiva e uma diversidade incrível de disciplinas. O sistema quer produzir, em massa, crianças prodígio Renascentistas. Querem a quimera da escola de Excelência, proposta um pouco pacóvia, para nos diminuir e não para nos elevar, para nos complexar, para nos sentirmos culpados de uma culpa que não temos, por não termos conseguido atingir o impossível. Não seria já excelente, se fossemos todos apenas bons? Há disciplinas obsoletas que deveriam ser dispensadas, há programas desgastados que deveriam ser alterados, há disciplinas que deveriam ser iniciadas. As aulas deveriam terminar todos os dias entre as duas e as três horas da tarde, e a partir daí os alunos deveriam ser dissolvidos na comunidade, fora do edifício da escola, noutras geografias, noutros contextos, noutros cenários, em actividades culturais e desportivas diversas, em associações recreativas, clubes, bibliotecas e museus etc . Os docentes têm sido intencionalmente desvalorizados, diminuídos, proletarizados, ape-

sar do cínico discurso com elogios, lágrima no olho e sorriso nos lábios, não autêntico, artificial, oficial. Temos que aceitar que há disciplinas difíceis, mais trabalhosas, mais importantes que outras, que há docentes que trabalham mais e têm mais responsabilidades do que outros, que, por contraste, leccionam disciplinas fáceis e felizes, por vezes demasiado fáceis. É urgente valorizar e compensar legalmente, sem favor, de alguma forma, o trabalho mais difícil. A avaliação docente tem que ser implementada, deverá ser um modelo simples, justo e eficaz. Há de facto pessoas que trabalham muito e bem e pessoas sem valor. Há que distingui-los. O problema do sistema não está nos professores muito bons ou nos bons, está nos maus, e este modelo de avaliação tem que os identificar, apoiar, corrigir, acompanhar e se for caso disso, penalizar. Este textinho nada tem de especial, nem de particularmente inovador, refere-se simplesmente a algumas das tais omissões, quase mentiras, estranhamente invisíveis aos decisores políticos, que fogem das zonas de conflito como o diabo da cruz, que deveria ser o seu território privilegiado de acção. Acredito que estas ideias simples e evidentes aplicadas correctamente nas escolas, teriam um efeito quase imediato na melhoria dos níveis de sucesso e felicidade dos alunos e por consequência na comunidade.

OPINIÃO. A IMPORTÂNCIA DA CULTURA NA SOCIEDADE

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JORGE MADUREIRA ESCRITOR 14

er acesso à cultura é primordial para o crescimento do ser humano. Todos deveriam ter acesso a ela. As comunidades mais carentes deveriam ter – como todos – acesso à arte, música, literatura e todas as outras manifestações artísticas. A cultura cria percepção do ser, em relação ao mundo, na vida, no amor e como não poderia deixar de ser, nas relações humanas. O mundo da cultura é vasto e ilimitado. É através da cultura que alcançamos lugares inimagináveis e alcançamos visões abstractas. Sonhar faz parte de nós, do nosso ser e querer. É um acto necessário em todos. Para sonhar é preciso inspiração, criatividade e acima de tudo, motivação. Pode ser em filmes, nos livros, numa exposição, fotografia ou na música. A cultura é tudo aquilo que não nasce com a natureza, mas sim tudo o que é produzido pelo

ser humano. É isto que nos diferencia dos seres irracionais, a capacidade de fazer cultura. A cultura herda-se da família, mas também da sociedade. Ela tem um papel importante para a população e para a cidade que investe neste bem singular e importante. A cultura dá à sociedade um conhecimento e uma riqueza ímpar. Quando bem trabalhada, faz parte da vida e do quotidiano da sociedade. A cultura atinge públicos diferenciados como homens, mulheres, crianças, jovens, adultos e idosos. A cultura tem uma importância enorme na vida e no futuro. A cultura é inclusão, é uma porta de entrada para que uma sociedade seja mais justa e mais humana. Isto e muito mais é o que a cultura pode fazer por todos nós. E que fazemos nós pela cultura?


HINO. JUNTOS PELO MARCO!

PASSATEMPOS.

TESTE OS SEUS CONHECIMENTOS SOBRE A FREGUESIA DO MARCO Procure, em todas as direções, as palavras que compõem o nome das antigas freguesias que constituem a atual freguesia do Marco.

Hoje, junto-me a ti Amanhã, não saberei Porque hoje senti Que o amor eu encontrei. Uno-me ao teu amor Com razão e coração E te dou o meu calor Para esta bela solução. Um dever de cidadania Aquilo que me propões Outra acção eu não quereria Para estas populações. Sou do Marco, sou do Marco Esta terra aqui encravada Da serra nunca me farto Porque ela é minha amada. Não serei mais nem menos Que outro ser qualquer Este amor nós abracemos Que é isso que o Marco quer. Dialoguemos pois então Desde a base à periferia Com rigor e paixão E com toda a alegria. Sou do Marco, sou do Marco Terra da minha paixão Eu dela jamais me farto Podem crer, não é ilusão. Vamos pois todos votar Nesta Lista Independente Para um dia o Marco eu amar E aqui dizer, estou presente!

Relacione as colunas: Fornos • Tuías • São Nicolau • Rio de Galinhas • Freixo •

• 4,59 km2 • 2,09 km2 • 6,46 km2 • 3,40 km2 • 0,84 km2

Preencha os seguintes espaços: A freguesia do Marco teve origem em ______ freguesias, no ano de ____, após reorganização administrativa. Na antiga freguesia de _______ existe uma antiga cidade romana chamada de ___________. Na antiga freguesia de Fornos existe uma obra de arquitectura religiosa conhecida em todo o mundo, chamada de ________________. Na antiga freguesia de ___________ existe um pelourinho, único monumento deste tipo em todo o território da atual freguesia. Na freguesia de ___________ existe um edifício antigo onde esteve instalado um Tribunal, no qual foi julgado um famoso salteador conhecido por ___________. Na antiga freguesia de ___________, existem grandes unidades industriais, umas ativas e outras desativadas, junto da __________ de Marco de Canaveses.

ESCRITOR

Soluções: Fornos (3,40 km2); Tuías (6,46 km2); São Nicolau (0,84 km2); Rio de Galinhas (2,09 km2); Freixo (4,59 km2) Cinco; 2013; Freixo; Tongobriga; Igreja de Santa Maria; São Nicolau; Tuías; Zé do Telhado; Rio de Galinhas; Estação.

ARMINDO LOUREIRO

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Paulo Babo

Candidato a Presidente da Junta de Freguesia do Marco

LETRA DA CANÇÃO DE CAMPANHA JUNTOS PELO MARCO Unidos pela nossa terra, é saber amar Fazer mais pelo Marco, vamos lutar Pela nossa gente vamos dar a mão A força que nos une, o coração é a razão

Unidos pela nossa terra, determinados E um compromisso a seguir E é tempo de pensar, em dinamizar Fazer a nossa gente sorrir A vontade de unidos traçar um novo horizonte Onde esperança irá surgir Que juntos criamos com o coração E assim é

Coração é assim Juntos pelo Marco Unidos pela emoção O coração é a razão Juntos pelo Marco

Coração é assim Juntos pelo Marco Unidos pela emoção O coração é a razão Juntos pelo Marco

Faça-nos chegar as suas preocupações, ideias e sugestões. www.facebook.com/JuntosPeloMarco • geral@juntospelomarco.com 16

Juntos pelo Marco  

Conheça uma nova visão para a Freguesia do Marco.

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