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Dispositivos de Armazenamento Disciplina: Montagem e Configuração de Hardware Prof. Rodrigo Diniz e-mail: rodrigo.diniz@fatec.sp.gov.br

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Overview • • • • • • • •

Disco Rígido; Padrão de Disco Rígido; Unidades de Disketes; Unidades de Zip Drive; Unidades de Jazz; Unidades de Peerless; Unidades de SuperDisk; Unidades Ópticas; 2


Overview • • • • • •

Unidades Digital Áudio Tape (DAT); Unidades Digital Line Tape (DLT); Unidades Linear Tape-Open (LTO); Unidades Flash-Memory Unidade SSD; Notícias.

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Disco Rígido • O Disco Rígido é também conhecido como, HD (Hard Disk), HDD (Hard Disk Drive), Winchester; • Em 1956 foi criado RAMAC 305 o primeiro computador com Hard Disk; • Características gerais do 1º HD: – Formado por um conjunto de 50 discos de 24 polegadas de diâmetro; – Capacidade total de 4,36 MB; – Custava 35000 dólares. 4


Disco Rígido • RAMAC 305 :

HD

Fonte: http://retrothing.typepad.com/photos/uncategorized/ramac.jpg Fonte: http://news.bbc.co.uk/nol/shared/spl/hi/pop_ups/06/technology_enl_1158142314/img/1.jpg

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Disco Rígido • RAMAC 305 :

6 Fonte: http://news.bbc.co.uk/nol/shared/spl/hi/pop_ups/06/technology_enl_1158142314/img/1.jpg


Disco Rígido • É composto por um ou mais pratos e esses possuem duas camadas; • Primeira camada: – Substrato de ligas de alumínio; – Desde de 2001 alguns HD estão sendo produzidos com vidro;

• Segunda camada: – Camada magnética de alguns milésimos de milímetros de espessura. 7


Disco Rígido • O Disco Rígido é também conhecido como, HD (Hard Disk), HDD (Hard Disk Drive), Winchester; • Os disco Rígido giram numa rotação que variava de 5400 a 15000 voltas por minuto; • Quando estão em movimento cria-se uma espécie de colchão de ar entre as cabeças magnéticas e o(s) disco(s). Curiosidade: o desligamento abrupto da energia diminui a velocidade do disco, conseqüentemente o colchão de ar é diminuído aproximando a cabeça de leitura do disco o que pode ocasionar danos.

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Disco Rígido • Diferente do que muitos pensam, dentro do HD existe circulação de ar, sendo assim ele não é fechado hermeticamente; • Isso acontece devido ao efeito “colchão de ar” que deve se formar entre o disco e a cabeça de leitura quando o disco inicia a rotação.

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Disco Rígido • Composição: Prato(s) ou Disco(s) Eixo ou Pino Cabeçote de Leitura e Escrita ou Cabeça de Leitura Braço Atuador Cabo Flat Conector de Energia Conector SATA Jumpers 10


Padrões de Disco Rígido • Existiram várias interfaces de conexão utilizadas em HDs; – Antes do advento das interfaces Interconnection Drive Eletronic (IDE) as interfaces eram embutidas com HDs e usadas em slots ISA;

Fonte: http://www.techpowerup.com/151370/OCZ-Technology-Announces-the-High-Performance-RevoDrive-Hybrid-Storage-Solution.html Fonte: http://www.hardware.com.br/guias/hds/interfaces.html

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Padrões de Disco Rígido • Existem alguns Padrões de Disco Rígido: – No mercado atual os mais comuns são: • Interconnection Drive Eletronic (IDE); • Serial Attachment (SATA);

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Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): – Chegou no mercado em 1986; – Devido a falta de um padrão bem definido, os primeiros anos foram marcados por problemas de compatibilidade; – Assim em 1990 o ANSI corrigiu esse padrão e intitulou-o de ATA, embora o mercado usava o termo IDE, no entanto muitos aderiram ao termo ATA/IDE. 13


Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): – As primeiras placas IDE: • Eram instaladas em Slots ISA; • Os fabricantes das placas acoplaram outras interfaces, como portas seriais, paralelas e joystick, o que deu origem a placa com nome de Super IDE; • Essas placas eram usadas em computadores 386, 486; • Continham normalmente uma porta IDE, porta para drive de Disquete.

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Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): – As primeiras placas IDE: • Placa Super IDE; Porta Serial IDE

Disquete

Porta Paralela

Curiosidade: tendo em vista que na época não havia plug-and-play as placas eram configuradas com jumpers.

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Fonte: http://images.quebarato.com.br/T440x/placa+controladora+super+ide+isa+sao+paulo+sp+brasil__640B09_1.jpg


Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): – No princípio do padrão IDE/ATA usado em PC 386/486 e Pentium atuava com os seguintes modos de operação: Modo de Operação Taxa de Transferência MB/S PIO mode 0 3,3 PIO mode 1 5,2 PIO mode 2 8,3 PIO mode 3 11,1 PIO mode 4 16,6 16


Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): – Em 1998 o padrão ATA-4 foi ratificado com o padrão UDMA 33, o que permitia a transferência de dados diretamente da memória sem intervenção do processador: Modo de Operação Taxa de Transferência MB/S ATA-4 (Ultra ATA/33, UDMA 33) 33 ATA-5 (Ultra ATA/66, UDMA 66) 66 ATA-6 (Ultra ATA/100, UDMA 100) 100 ATA-7 (Ultra ATA/133, UDMA 133) 133 Curiosidade: realize o seguinte experimento em sua casa, desative o UDMA para seu DVDROM e tente assistir um filme, você perceberá que o som e a imagem ficarão com falhas.

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Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): – Essas velocidades mencionadas são da interface, ou seja, por onde ocorre o fluxo de dados, sendo assim essa taxa de transferência informa a capacidade máxima que a interface pode transportar; – Após o padrão ATA/66 surgiu uma necessidade inevitável, do uso dos cabos de 80 vias, isso devido ao cabo de 40 vias estarem ultrapassados, tendo em vista que quando foram projetados (PIO), sua taxa de transferência era de 3,3 MB/S. Curiosidade: os cabos IDEs de 80 vias, são na verdade cabos de 40 vias, no entanto as vias adicionais são neutros, que tem finalidade de criar um espaço entre as vias que transmitem sinais para evitar interferência.

Curiosidade: os HDs evoluíram e continuam, no entanto os drives de CD e DVD ficaram parados no padrão UDMA 33. Isso devido ao fato de operarem em velocidades baixas.

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Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): – Modos de Operação e Taxa de Transferência para o padrão ULTRA ATA: Modo de Operação Taxa de Transferência MB/S ATA-4 (Ultra ATA/33, UDMA 33) 33 ATA-5 (Ultra ATA/66, UDMA 66) 66 ATA-6 (Ultra ATA/100, UDMA 100) 100 ATA-7 (Ultra ATA/133, UDMA 133) 133 Obrigatoriedade do uso dos cabos de 80 vias. Curiosidade: quando a placa mãe identifica um cabo de 40 vias ela baixa sua velocidade para UDMA 33.

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Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): – Através do pino 34 (ligado de forma diferente) as placas mãe conseguem identificar o uso dos cabos de 80 vias; 40 vias

80 vias Drive Slave

Drive Master

Placa Mãe Curiosidade: quando a placa mãe identifica um cabo de 40 vias ela baixa sua velocidade para UDMA 33.

Fonte: http://fl2.shopmania.org/files/imagens-photo/2224/cabo-para-hd-ide-ata-66-80-vias-leadership-8080~t_2223092.jpg Fonte: http://www.megamidiapb.com.br/img/produto/0550daaa352d5d94686d1c30a87e41a3.jpg

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Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): – Instalação dos Dispositivos: • As placas mãe geralmente possuem 2 algumas 4 portas IDE; • Cada porta permite a instalação de dois drives; • Sendo assim é possível instalar dois dispositivos (DVD e ou HD) na mesma porta; – Com objetivo de diferenciar os dois drives instalados é usado uma configuração física via Jumper apontando um como “master” e outro com “slave”.

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Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): – Instalação dos Dispositivos:

IDE IDE

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Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): – Instalação dos Dispositivos: • Conceito Master/Slave: – Surgiu muitos anos atrás para evitar conflitos entre as controladoras dos dispositivos, com a finalidade de determinar quem assumia o papel de controlar a comunicação.

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Padrões de Disco Rígido • Interconnection Drive Eletronic (IDE): • Instalação dos Dispositivos: • Configuração dos Jumper: • Cable Select (CS); • Master; • Slave.

Fonte: http://1.bp.blogspot.com/_m24Rzs8DVL0/SmZuwoPGykI/AAAAAAAAATg/vMu4l6oMEU4/s320/ide-jumper.jpg

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Padrões de Disco Rígido • Serial ATA (SATA): – Os padrões IDE foram projetados para utilizar barramento ISA (transmissão de 16 bits); – Devido essa construção sua limitação estava estabelecida, mesmo com advento das interfaces ATA/66, pois a única mudança foram a incorporação dos cabos de 80 vias; – Assim surgiu a necessidade de um novo padrão.

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Padrões de Disco Rígido • Serial ATA (SATA): – O padrão ATA utiliza transmissão serial (envio de bit a bit); – Com isso era possível atuar em frequências mais altas devido a não existências de linhas paralelas adjacentes que poderiam ser afetadas durante a transmissão; SATA 150 SATA 300 SATA 600 SATA 1.5 Gbit/s SATA 3.0 Gbit/s SATA 6.0 Gbit/s

– Como SATA usa duas vias de forma separada, por exemplo no padrão SATA 150, uma opera em 1,5 Gbits e a outra também. Curiosidade: as controladoras SATA 300 são chamadas de SATA-II mas isso devido ao nome da associação de fabricantes que trabalharam no desenvolvimento do padrão que se chamava SATA-II.

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Padrões de Disco Rígido • Serial ATA (SATA): – Alguns HD são placas mãe apresentam incompatibilidade com o padrão SATA 300 (chipsets SIS 760, chipsets SIS 964); – Devido a esse problema vários HDs atualmente apresenta um modo compatibilidade para operarem em SATA 150; – Esse modo compatibilidade pode ser realizado via jumper. Curiosidade: devido ao novo padrão de interface (SATA) os HDs e as controladoras IDE/ATA passaram a ser rotuladas como Parallel ATA.

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Padrões de Disco Rígido • Serial ATA (SATA): – SATA 150 modo compatibilidade:

28 Fonte: http://3.bp.blogspot.com/-uEgO88FToBQ/TbXotuBh0UI/AAAAAAAAADM/8fN-_hIk_Rg/s1600/etiqueta+do+sata.jpg


Padrões de Disco Rígido • Serial ATA (SATA): – Instalação dos Dispositivos:

SATA

Fonte: http://imageshack.us/photo/my-images/718/780sata.jpg/sr=1

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Padrões de Disco Rígido • Serial ATA (SATA): – Instalação dos Dispositivos:

Fonte: http://pc-level.com/wp-content/uploads/2010/01/sata-cable.jpg

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Padrões de Disco Rígido • Interface e unidades Small Computer System Interface (S.C.S.I): – O nome dessa interface já conta para quem foi desenvolvida inicialmente; – Criadas com objetivo de melhorar os problemas com os drives de disquetes da época (1980); – Com o advento das interfaces IDEs a interface SCSI perdeu mercado; – Atualmente são utilizadas em servidores de rede, são mais rápidas e muito caras. 31


Padrões de Disco Rígido • Interface e unidades Small Computer System Interface (S.C.S.I):

Fonte: http://static.howstuffworks.com/gif/scsi-1.jpg Fonte: http://geekspeak.org/articles/hard_drive_technologies/scsi_hd_800x613.jpg

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Unidades de Disquetes • Floppy Disk Drive: – Criado aproximadamente em 1972; – Passaram por uma evolução na capacidade de armazenamento; Polegadas Capacidade Unidade de Medida 8' 128 - 360 KB 5 1/4' 360, 512, 720 KB 3 1/2' 0,7; 1,2; 1,44; 2,88 MB

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Unidades de Disquetes • Floppy Disk Drive:

Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0c/5.25_in._floppy_disk_drive_top.jpg/220px-5.25_in._floppy_disk_drive_top.jpg Fonte: http://tips4pc.com/images/floppy%20disc%20drive.jpg

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Unidades de Zip Drive • É um drive que pode ser interno ou externo de armazenamento; • Pode utilizar interfaces para drives internos no padrão IDE, ou externo com portas paralelas e USB; Modelo Capacidade Taxa Transferência Interface ZIP 100 100 MB 1,44 MB/s IDE ZIP 250 250 MB 2,40 MB/s IDE; PC Card; Porta Paralela; SCSI; USB; Firewire. ZIP 750 750 MB 60 MB/s USB; Firewire.

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Unidades de Zip Drive

Fonte: http://pendrivenet.com.br/evoltecno/wp-content/uploads/2011/01/zipdrive.jpg Fonte: http://ecx.images-amazon.com/images/I/51RBRFV9MVL.jpg Fonte: http://www.cites.illinois.edu/ics/images/250zip.jpg

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Unidade Jazz • Foram muito utilizadas na década de 90; • Usadas pelas empresas que necessitavam manter seus dados por longa data. Capacidade Taxa Transferência Interface 1GB 8 MB/s SCSI, USB e Firewire. 2 GB 8 MB/s SCSI, USB e Firewire.

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Unidade Jazz

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Unidades Peerless • Criada pela empresa IOMEGA; • Visava o transporte mais seguro dos dados; • Devido ao alto custo a venda do produto não tem um grande sucesso no mercado; Capacidade Taxa Transferência Interface 10 GB 15 MB/s SCSI, USB e Firewire. 20 GB 15 MB/s SCSI, USB e Firewire.

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Unidades Peerless

Fonte: http://ii.alatest.com/product/full/b/6/Iomega-31768-Peerless-FireWire-20-GB-Bundle-0.jpg Fonte: http://www.iomega.com/support/manuals/peerless/images/eject_disk.gif

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Unidades SuperDisk • Semelhante ao Zip Drive; • Existem drives interno que usam a interface IDE e externo com portas USB e Porta Paralela; • Os discos tinham capacidades de 120 e 240 MB; • Tendo em vista o surgimento das unidades ópticas de CD e DVD e as unidades Flash (Pen Drive), todas as tentativas para substituir o Disquetes foram em vão. 41


Unidades SuperDisk

Fonte: http://www.compwaresurplus.com/images/mac-superdisk.jpg Fonte: http://di1-2.shoppingshadow.com/images/pi/97/2d/71/21054616-260x260-0-0_Maxell+Maxell+Superdisk+High+Capacity+Disquetes+IB.jpg

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Unidades Ópticas • Na década de 70 a Philips e a Sony pesquisavam o desenvolvimento de uma mídia óptica para substituir o vinil; • Com a força tarefa dessas duas empresas surgiu o CD; • Essa nova mídia evoluiu ao longo do tempo o que deu origem as mídias atuais como DVD e Blu-ray. 43


Unidades Ópticas • Capacidades das Unidades Ópticas:

Modelo Capacidade CD 650 MB - 742 MB DVD 4,7 GB - 8,5 GB Blu-ray 27 GB - 50 GB 44


Unidades Ă“pticas

CD-R

DVD-R

Blu-ray

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Fitas Magnéticas • São usadas pelos menos a 50 anos; • Alguns anos atrás essas fitas tiveram uma grande evolução, passaram a utilizar chips que contém as informações do conteúdo interno da fita; • Assim não é necessário ler a fita para obter os conteúdos; • Existem duas tecnologias de gravação e leitura. 46


Fitas Magnéticas • Tecnologias de Gravação e Leitura: – Unidades de Gravação Linear: • Sistema antigo; Movimentação da Fita

– Unidades de Gravação Helicoidal: • Sistema atual, quadruplicou a quantidade de dados armazenados. Movimentação da Fita 47


Unidades Digital Audio Tape (DAT) • Criada pela Sony com objetivo de gravação de áudio; • A Sony juntamente com HP criaram o padrão Digital Data Storage (DDS) destinado a armazenamento de dados; • Utiliza a tecnologia de gravação e leitura Helicoidal. Curiosidade: A inovação atual são as fias inteligentes, fitas que carregam chips, capazes de nos informar qual o seu conteúdo, sem que seja necessário lê-las.

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Unidades Digital Audio Tape (DAT) • Capacidades das Unidades DAT: Drive DDS1 DDS2 DDS3 DDS4 DAT73 DAT160 DAT320

Capacidade em GB

Tx. Transf. MB/s

Comprimento da fita (m)

Largura (mm)

Conexão

1.3 4 12 20 36 80 160

0.6 0.6 1.1 3.2 3.2 6.9 86 GB/h

60 ou 90 120 125 150 170 150 150

3.81 3.81 3.81 3.81 3.81 8 8

SCSI SCSI SCSI SCSI/USB SCSI/USB SCSI/USB/SAS USB2/SAS

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Unidades Digital Audio Tape (DAT) • Unidade e Fitas:

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Unidades Digital Line Tape (DLT) • Criado pela Quantum, embora tenha licenciado essa tecnologia para várias empresas como HP, Dell, Sun; • Tinha como objetivo o armazenamento em larga escala; • Embora a Quantum tenha descontinuado os drives DLT em 2007 existe um gama enorme de drives em funcionamento; 51


Unidades Digital Line Tape (DLT) • Existe um processo de compressão dos dados gravados pelo próprio hardware; • Mantidas em condições específicas de ambiente essa fita pode durar até 30 anos; • Embora a manipulação incorreta possa ocasionar danos (quedas).

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Unidades Digital Line Tape (DLT) • Capacidades das Unidades DLT: Sem Compressão Taxas de Transferência

DLT8000 40 GB 7 GB/h

SuperDLT (E) 160 GB 56 GB/h

SuperDLT(M) 220 GB 7 GB/h

SuperDLT(H) 220GB 112 GB/h

SDLT320 160GB 56 GB/h

SDLT600 300GB 126 GB/h

DLT-S4 800GB 216 GB/h

• O drive atual DLT-S4 suporta até um 1,6 TB.

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Unidades Digital Line Tape (DLT) • Unidade e Fitas:

54 Fonte: http://www.seenpc.com/images/43541852.jpg


Unidades Linear Tape-Open (LTO) • Criada por um consorcio de empresas Seagate Hewlett-Packard e IBM; • Foi lançado uma versão em 2000 que poderia armazenar 100 GB em uma única fita; • A versão lançada em 2010 • Pode armazenar 1,5 TB em um única fita; • Desde sua criação é considerado a excelência em midias de gravação. 55


Unidades Linear Tape-Open (LTO) • Unidade e Fitas:

56 Fonte: http://www.deskshop.com.br/ecommerce_site/produto_12780_6030_Unidade-de-backup--Fita-IBM-TS2340-LTO-4-800-1600GB-SCSI-Externa--PN


Memória Flash • Armazenam as informações por um período de tempo maior que as tecnologias DRAM e SRAM; • Isso tornou a memórias flash uma das tecnologias mais importantes dos últimos anos; • Através dessa tecnologia foi possível a criação dos Cartões de Memórias, Pen Drives, SSDs; • Compostas de tecnologia do tipo NOR e NAND (mais barata e rápida para gravação de dados).

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Memória Flash • Célula de memória Flash: Cria uma armadilha que impede a saída dos elétrons da Porta Flutuante

Linha de Palavra

Transistor 1

Ativa a célula e faz leitura dos dados.

Local onde os dados são armazenados

Porta de Controle

Camada Fina de Óxido Transistor 2

Linha de Bits

e e e e e e e e e e e e

Porta Flutuante

Dreno

Fonte Substrato

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Memória Flash • Desvantagem: – Infelizmente a memória Flash tem uma quantidade limitada de operações de escrita geralmente em torno de 10 a 100 mil; – No entanto o número de leitura é praticamente ilimitado.

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Memória Flash • A explosão da memória Flash ocorreu em 2004 a 2005 anos que o preço médio do custo caiu drasticamente; • Dois grandes fatores foram responsáveis por esse acontecimento, o primeiro foi que vários fabricantes iniciaram a produção de dispositivos, sendo assim aumentou a concorrência; • O segundo “motor propulsor” foi a início da tecnologia Mult-Level Cell (MLC). 60


Memória Flash • Tecnologia Mult-Level Cell (MLC): – Permite o armazenamento de mais de um bit em cada célula de memória flash.

• Outra tecnologia, Die-Stacking: – Consiste em empilhar dois ou mais chips; – Reduzia o custo de fabricação e permitia a construção de chips com maior capacidade de armazenamento.

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Memória Flash • Formatos de Cartões: CompactFlash

SmartMedia

Fonte: http://www.popolony2k.com.br/wp-content/uploads/2010/12/compact-flash.jpg Fonte: http://www.sallyandsteve.dsl.pipex.com/smartmedia/smartmedia.jpg

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Memória Flash • Formatos de Cartões: Cartões xD CompactFlash

Fonte: http://www.olympus.pt/consumer/images/XD-Picture_card_1GB_Hand_CR.jpg Fonte: http://www.egift1.com/cartaoXDOlympus2GB-F1.jpg

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Memória Flash • Formatos de Cartões: Cartões MMC

Fonte: http://www.clubedohardware.com.br/imageview.php?image=6793 Fonte: http://www.chinamix.com.br/imagens/chinamix.com.br/produtos/Cameras_e_filmadoras/cartao_de_memoria/epc-fmc-217-1-l.jpg

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Memória Flash • Formatos de Cartões: Cartões Memory Stick

Comparação de Tamanho

Pro Duo

Micro

Fonte: http://www.clubedohardware.com.br/imageview.php?image=6793 Fonte: http://www.chinamix.com.br/imagens/chinamix.com.br/produtos/Cameras_e_filmadoras/cartao_de_memoria/epc-fmc-217-1-l.jpg

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Memória Flash • Formatos de Cartões: Cartões SD

Cartões miniSD e microSD

Fonte:http://dataplace.110mb.com/2g_SD_king.jpg

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Memória Flash • Formatos de Cartões: Cartões SDHC ou Micro SDHC

Fonte:http://www.fahad.com/pics/toshiba_32gb_sdhc_card.jpg

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Unidades SSD • Estado Sólido / Solid State Disks: – Um novo conceito de HD; – Fim do uso de discos magnéticos e a nova era dos chips de memória Flash;

Fonte: http://www.bastosblog.com.br/wp-content/uploads/2010/10/sandisk-ssd-sata-2-5.jpg

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Unidades SSD • Unidade de Estado Sólido / Solid State Disks: – Vantagens: • Excelente tempo de acesso (muito rápido); • Tem um consumo de energia menor; • O tempo de inicialização de aplicativos de um modo geral é muito rápido (boot);

– Desvantagem: • O custo ainda é um grande “vilão”.

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Unidades SSD • Unidade de Estado Sólido / Solid State Disks: – Valores; Fabricante Modelo Número do Modelo Capacidade Crucial M4 C400 CT256M4SSD2 256 GB Intel 510 Series SSDSC2MH250A2K5 250 GB Mushkin Chronos MKNSSDCR240GB-DX 240 GB OCZ Vertex 3 MAX IOPS VTX3MI-25SAT3-240G 240 GB OWC Mercury Extreme 6G OWCSSDMX6G240 240 GB

Fonte: http://www.clubedohardware.com.br/artigos/2331 Acesso: 29/07/2011

Preço nos EUA US$ 415 US$ 580 US$ 544 US$ 560 US$ 549

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Unidades SSD • Notícia: – Unidade de Estado Sólido / Solid State Disks: • Criada pela empresa Octane; • Versões com 128, 256 e 512 GB capacidade de armazenamento • A mais recente a capacidade é HD de 1 TB; • As versões fazem uso do SATA 3.0; • Com criação de novas tecnologias a empresa promete melhorar a vida útil dos chips NAND Flash.

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Notícias • Unidade de Estado Sólido / Solid State Disks: – Tamanho de 2,5 polegadas; – Taxa máxima de leitura de 560 Mbps e escrita à 400 Mbps;

Fonte: SSD Octane – Imagem por OCZ

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Notícias • Nova tecnologia da Seagate promete discos com até 60 TB: – A Seagate é o primeiro fabricante de discos rígidos do mercado a desenvolver uma tecnologia que permite densidade de armazenamento de 1 terabit (1 trilhão de bits) por polegada quadrada (atualmente a densidade de armazenamento da maioria dos discos é de 620 gigabits por polegada quadrada). A nova tecnologia da Seagate, conhecida como gravação magnética assistida por calor (ou HAMR, na sigla em inglês), permitirá o desenvolvimento de discos rígidos com capacidades de até 60 TB nos próximos anos. Fonte: www.clubedohardware.com.br 73

Fonte acessada em 20/03/2012: http://www.seagate.com/ww/v/index.jsp?locale=en-US&name=terabit-milestone-storage-seagate-pr&vgnextoid=295d922d58716310VgnVCM1000001a48090aRCRD


Dicas de Leitura • http://www.infowester.com/ssd.php • http://www.hardware.com.br/tutoriais/entendendo-ssd/

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Bibliografia Consultada • • • • •

MORIMOTO, C E. Hardware - O Guia Definitivo II. Sulina, 2010. http://www.wdc.com/en/library/eide/2579-001037.pdf http://www.infowester.com/ssd.php http://www.hardware.com.br/tutoriais/entendendo-ssd/ http://www.clubedohardware.com.br/artigos/2331

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Dispositivos de Armazenamento