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Começando a escrever este livro por um pedido de uma amiga minha. Aliás, ela não me pediu para que eu escrevesse este aqui, mas sim, para publicar sobre Miyranda Werneck ou Vanderpark von Bermuda num grupo do Facebook. Mas a verdade é que estou muito envergonhado e sinto que não estou preparado psicologicamente (quem conversa comigo sabe como estou abalado) e não quero deixar este trauma maior o quanto já está. Enfim, começarei a escrever a minha terceira obra! Tomara que dê certo.


Capítulo I

— Aff... Já tenho que levantar. Um celular gritava um som do The Agonist num dormitório como de uma faculdade, só o básico como cama de solteiro, armário, escrivaninha para estudos e afins, enfim, um lugar chato, escuro e frio para que alguém durma. A história se passa num colégio, mas não com alunos normais, mas sim, com alunos com algo em especial: poderes e magias! Amigos, leitores e outros escritores... Convido vocês ao Paradise of Wonderland! — Já chega! Faça-a parar este celular! Desculpe-me... É que eu me empolguei, pois é o meu primeiro capítulo. Quem me pedia era uma companheira de quarto. Sim... São duas garotas. Paradise of Wonderland, na verdade, não é um colégio, e sim uma academia. Uma academia de Mutantes. Nossa, nem imitou o xis-men, num foi? Nesta academia, estes poderes e magias variam entre força bruta até qualquer outro poder inimaginável ou desnecessário. Aqui eles aprendem a como usar estas habilidades tanta na pratica quanto à teoria. Outros mestres os ensinam com o quê usar a sua especialidade, como usá-la, porque usá-la, conhece-las mais por estudos teóricos e, enfim, praticá-los, que é a aula mais esperada por todos os alunos nesta academia. Mas acontece que eles não são tão pacientes assim para esperar esta aula. Os mestres, que são os professores e o diretor e mais dois supervisores, que já foram mestres destes metres, gostam de ver como as brigas se desenrolam e, quando elas ficam em fora de controles, eles a interrompe. Não é que seja permitido brigar, mas esta é umas das formas de ver o andamento dos alunos. Como agora, as duas garotas estão brigando. — Todo dia é a mesma coisa! A garota que foi acordada pelo celular da sua companheira de sala joga um travesseiro e esta joga outro de volta. Mesmo sonolentas, ela começaram uma guerra de travesseiros, às cinco da manhã. — Calma, Leticia — disse a dona do celular. — Pronto. Acabei de parar o despertador. Não, leitores... O nome dela é sem o acento agudo mesmo. Pronuncia-se Leticía, como se realmente existisse um acento no segundo “I”; ou Letixía, como diriam os norte-americanos; ou Rechishia, como diria os japoneses. Dúvidas? Consulte o Google Tradutor e escute a pronunciação.


— Depois que essa porcaria tocou umas sete vezes, né?! — por fim, joga outro travesseiro bem no rosto dela, fazendo-a cambalear da cama ao chão. — O quê!? — a garota levanta-se com os seus cabelos roxo esvoaçando sem que tenha nenhuma corrente de ar. — Essa porcaria?! — O que eu falei sobre a música doeu mais que a “travesseirada”? — pensou Leticia — Só ela para ser maluca assim — e deixa escapar um sorriso no final. — Nostalgia! Deuses! A habilidade da garota de cabelos roxos é de poder criar Fendas, que são buracos que permite esta garota viajar em realidades diferentes em tempos diferentes. A imagem ou o que sai de dentro destas Fendas são em preto e branco... Mesmo que seja algo recente. Esta garota não consegue criar estas tais Fendas com coisas do futuro. Por serem coisas do passado, as Fendas ficam em preto e branco. O que esta garota fez com a Fenda foi fazer sair um trem com uma caveira na frente, como uma carranca de um navio. — Doppelgänger! O poder que Leticia possui é de criar ilusões e, algumas delas, chegam a serem reais. Que esta criou foi um túnel para que o trem fosse embora. Houve um silêncio de quase de dez segundos, mas logo caem na risada e se abraçam. — Não consigo sentir raiva de ti. — Nem eu, Symphonya... Isso, caro leitores, o nome da protagonista é Symphonya. Pronuncia-se Shinfónia, ou Shinfônia, pois dá no mesmo. Ou, se preferirem, Sinfónia ou Sinfônia, pois já sabem. Na academia Paradise of Wonderland, estes dormitórios ficam de frente para outros. Existem alas para os dormitórios masculinos e femininos. Para que não ocorra de algum casal ir dormir no mesmo quarto, existem umas pessoas chamadas Pacifistas ou Sentinelas, que são guardas noturnos destes corredores dos dormitórios. São vários corredores divididos entre masculinos e femininos. Existem quartos solitários até quatro pessoas. O quarto que elas estão é só para elas mesmas, duas pessoas. Elas comem algo, escovam os seus dentes, tomam um banho, vestem as suas fardas: garotos usavam uma calça comprida de ceda e garotas usavam uma saia, como nos colégios japoneses. A camisa era branca e tinha um emblema localizado no peito esquerdo algo similar à rosa dos ventos, mostrando todos os pontos cardeais. Agora eu te faço uma pergunta, leitor... O que o nome do colégio e este símbolo têm em comum? Pensem um pouco. — Ei, Leticia... — perguntava Symphonya, ainda sonolenta. — Hoje terá aula do Hanz Lathrel? — Ih, não estou com saco assistir uma aula dele. — As aulas deles são chatérrimas e, quando nos pegam dormindo, dá um carão na gente e faz isto parar nos ouvidos do Diretor.


— Euphoria Chronokaiser Mandachuva, num é? O seu nome é pronunciado como em inglês americano e o final, Mandachuva, pronuncia-se como em português brasileiro. Um diretor de colégio é uma criatura que realmente vários alunos e alunas têm medo. E com um nome desses... Nem queria olhar para a cara dele. Só admiraria o seu nome porque realmente é legal e colocaria no meu Facebook. (Mentira... Eu já pus este nome) — E outra — continuou Leticia —, temos que conviver com aquela doida da Memori. Lê-se Memôri. Isto lembra até Memória... Ou Memôria. — Ela não é doida — Symphonya defende-a. — É sim! — retrucava. — Ela fica lá trás, falando sozinha. Fazendo seus materiais como lápis, borracha e cadernos ficarem em translação em sua cabeça e, quem tenta falar com ela, sai correndo de medo dela. Então... Ela é doida. — Olha... Eu aposto que, antes das férias da metade do ano, farei amizade com ela. — Há! Essa eu quero ver. Enfim, terminando de aprontarem-se, as duas apostam uma corrida até a sua sala de aula. O próprio colégio tinha seus obstáculos. Existiam pontes levadiças que levam a outros corredores. Escadas que mudam de posições a cada minuto. Quadros que, se você aproximasse deles, ou acariciava, ou mordia, ou fazia-lhe cócegas, ou contava uma história, ou uma piada. Cada um fazia algo em especial. Para poder vencer da sua amiga, Leticia criou uma ilusão. Esta foi para confundi-la. A sua ilusão fez Symphonya acreditar que o corredor continuava em frente, quilométrico, por sinal. Quando, na verdade, o corredor bifurcava-se. Correndo como um atleta no fim de uma maratona, Symphonya bate em cheio na parede que, no momento da batida, mostrou a sua verdadeira forma: uma parede verdadeiramente maciça. — Há, há... — Leticia ria infinitamente como o Nelson do seriado animado The Simpsons. Ainda zonza por conta da batida, Symphonya levanta-se quase caindo novamente. Em pouco tempo, ela volta a correr. Enfim, quando tem Leticia em sua vista, Symphonya abre uma Fenda, fazendo sair um grande búfalo. Mesmo sendo pequenas garotas, cada uma tinha uma força como de dois a três gorilas. Então, Leticia criou um clone seu e cada um segurou um chifre, fazendo um rastro de destruição por onde passava. Agora Symphonya lembrava a Li Xiangfei do The King of Fighters quando provocava o seu inimigo, mostrando-lhes a sua língua. Enfim, quem chega primeiro na sala de aula é Symphonya... Contrapartida, atrasada. — Arya Ayasegawa Motherkaiser von... Symphonya — disse um rapaz de cabelos até os ombros, loiro, vestido como um Barman e com óculos escuros. — Correto?


— Hanz... Lathrel — disse Symphonya, abaixando sua cabeça —, correto? O nome Lathrel, pronuncia-se da mesma forma que Latrell. — Entre logo — disse ele de uma forma apressada. — Já bastou a sua amiga ter me atrapalhado. — Amiga? — perguntou-se Symphonya. — Não pode ser... Lá estava Leticia acenando para ela com um sorriso no rosto. A sala de aula parecia com uma sala de cinema. O quadro era como a tela que projeta o filme e, as cadeiras dos alunos, eram como os acentos, só que ia subindo mais que o normal, como uma arquibancada. — Como que você chegou aqui primeiro? — Simples — disse ela abrindo um sorrisinho, balançando a sua franjinha. — Quando você bateu na parede, eu criei um Doppelgänger e fui por outro corredor, pois era um atalho. Como eu a conheço, você iria querer bater em mim por conta disso. Enfim, como eu tinha pego um atalho, cheguei aqui primeiro por conta disso. — Poxa — disse Symphonya, admirada. — Você foi esperta. — Aliás... Eu não fui esperta. Você que foi burra. — Como assim? — Se você não percebeu, a imagem estava um pouco distorcida. — Hã... — Symphonya fica sem graça e, quando pega ar para falar, o tal do Hanz Lathrel aparece entre elas, interrompendo a conversa das duas. — Bonito... Atrasadas e ainda querendo atrapalhar a minha aula, explicando como usou um truque simples. Menos dois pontos às duas! — e logo volta para onde estava. As duas se entreolham e logo começam a rir, abafando seus risos para que o Professor não abaixasse mais as suas notas.


Leitor, Escritor e Symphonya! Capítulo I  

A academia para pessoas com capacidades especiais, Paradise of Wonderland, onde Symphonya é uma Estudante por conta do seu poder de abrir Fe...

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