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evista Junho 12 esende

A revista AEResende deseja a toda a Comunidade Educativa umas MERECIDAS FÉRIAS !!!


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O Primeiro Trimestre da APEECE/EB2RSD

EDITORIAL

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stamos a completar o primeiro ano desde que foram agregados o Agrupamento Vertical de Escolas de Resende e a escola Secundária Dom Egas Moniz constituindo o novo Agrupamento de Escolas de Resende. O trabalho, o empenho, o espirito de colaboração e a resiliência da grande maioria dos profissionais que trabalham no Agrupamento, tem permitido que a agregação das anteriores unidades orgânicas se esteja a fazer de uma forma tranquila e segura. A inestimável colaboração dos elementos da CAP, dos assessores e dos coordenadores de estabelecimento têm tornado possível um clima de confiança, que tem sido a trave mestra do trabalho desenvolvido. Ouvindo as notícias e os comentários sobre o que se está a passar em outros processos idênticos só podemos sentir satisfação com a caminhada que estamos a realizar. Sabemos que a voracidade do tempo não nos permitiu cumprir muito do que julgamos necessário para que a nossa organização interna atinja patamares de elevada qualidade. Com o final do ano letivo é chegada a hora de as estruturas se debruçarem sobre a forma de melhorarmos os nossos processos, de sermos mais expeditos na circulação da informação, de aperfeiçoarmos a articulação de todas as estruturas. A entrada em vigor do novo Regulamento Interno, documento crucial e estratégico na definição da nossa estrutura interna e de regras de atuação e de articulação, virá indicar os caminhos para que o nosso trabalho possa ser cada vez mais eficaz e eficiente. Nos dias que correm a diminuição dos recursos é uma realidade cada vez mais visível e as tarefas cometidas às escolas estão em crescendo. Só com uma gestão muito

rigorosa dos recursos que nos chegam, sejam humanos ou materiais, é possível manter ou melhorar as condições de aprendizagem para os nossos alunos, e usando uma linguagem economicista hoje tão em voga, termos ganhos de produtividade e de eficiência. Aguardamos que a requalificação da Escola Secundária Dom Egas Moniz tenha o seu términus dentro dos prazos previstos, de modo a ser possível a abertura do próximo ano letivo já nas novas instalações. É fundamental que as condições de trabalho melhorem para os alunos e para os professores e isso só será possível com a entrada em funcionamento das novas instalações da Escola Sede. O tempo passa com celeridade, mas continuamos a manter a esperança de que ainda seja possível. É com bastante agrado que vimos a constituição da nova Associação de Pais do Centro Escolar de Resende e da Escola EB2. Este conjunto de escolas constitui, dentro do Agrupamento, o maior núcleo educativo pois tem mais de 700 alunos. O papel dos pais é insubstituível na formação dos seus filhos/educandos e contamos com a sua colaboração para que a escola possa cumprir melhor a sua missão. Pela iniciativa que tem demonstrado e pelas realizações que já efetuou, no curto período da sua existência, julgamos que será um parceiro de inestimável valor para o Agrupamento. Este é o último jornal que sairá este ano letivo. Quero agradecer à equipa responsável pelo jornal pelo excelente trabalho que realizaram neste primeiro ano e a toda a comunidade educativa pela colaboração que tem sido prestada na construção deste novo Agrupamento. O Presidente da CAP, Manuel Luís da Silva Pereira Tuna

Dia do Teatro

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este ano letivo, em que a comunidade escolar se alargou, devido à nossa integração no Agrupamento de Escolas e às limitações de espaço, causadas pelas obras, entendemos que o “Dia do Teatro” teria de ser não num, mas em dois dias, 9 e 10 de maio, para que se pudesse chegar a um maior número de destinatários. A peça de teatro levada a cena foi “O Valentão”, uma comédia em dois atos, que mostra como, por sorte ou por desígnios do destino, um medroso de primeira consegue chegar a valente e a herói da Tamanqueira de Cima. Durante as mais de duas horas de cada atuação, os 23 atores, alunos (do 8.º ao 12.º anos) e professores, deliciaram os diversos públicos que passaram pelo auditório municipal. Na manhã do dia 9, quarta-feira, os destinatários foram alunos da Escola Secundária; de tarde, os da Escola EB2. Na tarde de quinta, dia 10, foi a vez dos restantes da Secundária

e à noite, como já é tradição, aberta à comunidade. O feedback que nos chegou foi bastante positivo, mas o sucesso deve-se a muito trabalho, algum talento, muita dedicação, ao público maravilhoso que por lá foi passando, às boas condições acústicas do auditório e, sobretudo, a um grupo espetacular que eu tenho tido a sorte e a honra de juntar todos os anos. Alguns participaram pela primeira vez, mas outros, especialmente os meus queridos colegas professores, têm vindo a ser uma base sólida e de garantia de sucesso. São sobretudo eles que me fazem ter cada vez mais acesa a chama que me leva a continuar a gostar de “fazer de conta” na escola. A todos eles, à Direção, funcionários e todos os outros que colaboraram fica o meu “muito obrigado”.

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Associação de Pais e Encarregados de Ed u ca çã o d o C e n tro Escolar e da Escola EB2 de Resende (APEECE/EB2RSD) iniciou a sua ação no final do passado mês de março, atuando a diferentes níveis com o intuito de diagnosticar as áreas prioritárias em que deverá direcionar a sua intervenção, por forma a assumir um papel ativo, no âmbito das suas competências, que constitua uma mais valia para o desenvolvimento do percurso escolar das nossas crianças. Assim, sucintamente, nesta primeira fase, procedeu à auscultação dos Pais e Encarregados de Educação do CER e da EB2 relativamente às suas preocupações e sugestões; ao estabelecimento de parcerias, à dinamização de atividades e colaborou com os diferentes órgãos e estruturas do Agrupamento de Escolas de Resende. Neste contexto, convida a Comunidade Educativa a consultar o blogue: http://apeeceeb2rsd.blogspot.pt/ onde se encontra divulgada, de forma mais pormenorizada, toda a ação da APEECE/EB2RSD, nomeadamente

no Plano Anual de Atividades e no Roteiro de Atividades desenvolvidas até ao momento. Estes primeiros grandes passos da longa caminhada que se avizinha, só foram possíveis graças à colaboração da Comissão Administrativa Provisória (CAP) e à abertura da Câmara Municipal de Resende (CMR) para o estabelecimento de uma ação articulada que, no futuro, permita melhorar o quotidiano escolar dos nossos filhos, com a esperança de que se repercuta no sucesso educativo – formativo dos mesmos. No âmbito das atividades já desenvolvidas, a recente Comemoração do Dia Mundial da Criança merece-nos um especial destaque, na medida em que constitui um exemplo de sucesso de uma estreita articulação/colaboração entre a APEECE/EB2RSD, a CAP, os coordenadores de estabelecimento do CER e da EB2, os técnicos e professores do GAAF (Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família) e da BE (Biblioteca Escolar) e a técnica da CMR, Dr.ª Inês Correia, que permitiu

proporcionar um dia diferente aos alunos do CER e da EB2. Estes alunos, aproximadamente 750, realizaram diferentes atividades, nomeadamente jogos tradicionais (pré escolar); peddy paper e torneios de futebol (1.º ciclo) e bibliopaper (2.º ciclo). Ainda foram presenteados com balões (pré escolar), chapéus (1.º ciclo) e camisolas (2.º ciclo). De realçar a colaboração da comunidade local, nomeadamente da Padaria do Barreiro, dos Supermercados MiniPreço e Mathias que ofereceram um lanche a todos os alunos do CER e à empresa Sotinco – Resende que presentearam as nossas crianças com balões, camisolas e chapéus. Neste dia da criança, pautado pelo empenho de todos: pais, professores, técnicos, assistentes operacionais, professores das AEC’s (atividades de enriquecimento curricular), alunos estagiários do curso profissional de animação da Escola Secundária Dom Egas Moniz e outros familiares dos alunos, a Escola foi especialmente sentida como de todos e para todos! A todos os que permitiram esta vivência memorável e repleta de significados, «um muito obrigada»!

Fotos da Escola Secundária em Obras

O Professor Responsável, Francisco Magalhães

FICHA TÉCNICA: Propriedade: Agrupamento de Escolas de Resende | Direção: Clube do Jornal Escolar | Elaboração/Clube do Jornal: Paulo Sequeira, Fernando Vieira e Sérgio Matos | Colaboradores: Comunidade Escolar | Tiragem: 1500 exemplares | Distribuição: Gratuita | Impressão: Escola Secundária Dom Egas Moniz – Resende CONTATOS: Escola Secundária Dom Egas Moniz | Lugar do Paço | 4660-223 Resende | Telef.: 254 870 160 | Fax: 254 870 169 | Email: esegasmoniz@mail.telepac.pt | Agrupamento Vertical de Escolas de Resende | Rua da Escola Preparatória | 4660-204 Resende | Email: direccao.aver@gmail.com

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Concurso Nacional de Leitura

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nossa escola inscreveuse em algumas das atividades do Plano Nacional de Leitura, nomeadamente no 5.º Concurso Nacional de Leitura e no Concurso de Inês de Castro. A iniciativa, mais uma vez, foi liderada pelos professores da disciplina de Português, com a colaboração da professora bibliotecária. O Concurso de Leitura previa três fases: a local, a distrital e a nacional. A fase a nível de escola foi implementada durante o primeiro período e o início do segundo. Procedeu-se à divulgação das obras incluídas no PNL e foram escolhidas duas obras para o 3.º Ciclo do Ensino Básico e duas para o Ensino Secundário, a saber: Crónica de Uma Morte Anunciada, de Gabriel Garcia Marquez e Dentes de Rato, de Agustina Bessa Luís; e Uma Abelha na Chuva, de Carlos Oliveira, e Nome de Guerra, de Almada Negreiros. Os alunos prepararam-se para o concurso e no dia 11 de janeiro responderam a um teste seletivo, donde saíram apurados seis alunos que vão representar a nossa escola na fase distrital - três para o 3.º Ciclo do Ensino Básico e três para o Ensino Secundário.

Estes alunos representaram a nossa escola no dia 27 de abril na fase distrital, tendo-se preparado com a leitura das obras selecionadas para a fase distrital, a saber: O Mundo em que Vivi, de Ilse Losa e História de Uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar, de Luís Sepúlveda, para o 3.º Ciclo; O Mandarim, de Eça de Queirós e Crónica de Uma Morte Anunciada, de Gabriel Garcia Marquez, para o ensino secundário. Uma das alunas selecionadas para representar o 3.º Ciclo teve que desistir, por se encontrar a participar no Projeto Comenius, sendo substituída. É de realçar a dedicação com que os alunos procederam à sua

Índice

preparação para esta fase do concurso, com a leitura das obras, sendo submetidos a provas preparatórias no dia 18 de abril. A prova distrital decorreu na biblioteca Municipal de Tondela, com início às 10:30 horas, para apuramento dos representantes distritais à fase nacional. Para a deslocação a Tondela dos seis alunos e dois professores acompanhantes, a escola requisitou o transporte a uma empresa. O almoço foi garantido pela organização local do evento. Da parte da manhã, pelas 11:00 horas, decorreu a prova escrita. Enquanto decorreu a prova, os professores foram visitar o Museu de Tondela, um belo paradigma, já premiado, destas estruturas coletoras. Da parte da tarde, assistimos à sessão pública do concurso, que decorreu no auditório do ACERT, de Tondela. A participação dos nossos alunos foi brilhante! Acabaram por não ser selecionados para a fase nacional, mas não restem dúvidas de que a nossa escola esteve devidamente representada em Tondela, com alunos/leitores de excelência. O Representante do Grupo de Português, Fernando Vieira

^ Concurso Ines de Castro

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o dia 5 de junho, uma delegação de três alunos e um professor da escola Secundária Dom Egas Moniz, em Resende, deslocaram-se à Quinta das Lágrimas, em Coimbra, para receber uma menção honrosa, no nível de Ensino Secundário, do “Concurso Inês de Castro”, uma iniciativa conjunta do Plano Nacional de Leitura e da Fundação Inês de Castro, com o patrocínio da Ydreams. A cerimónia iniciou-se com uma Sessão de Abertura, tendo como orador o Comissário do Plano Nacional de Leitura, a que se seguiu a apresentação dos trabalhos vencedores. Subordinado à temática dos “Percursos de Pedro e Inês”, na modalidade de Caça ao Tesouro, o conteúdo do trabalho elaborado e apresentado pelos alunos Duarte Ramalho Nunes, Joana Sofia de

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Moura Pereira e Ricardo Vieira Pereira – orientados pelos professores Dionísio Ferreira e Rui Costa – assentou na definição de um “percurso” pelos contextos e lugares históricos, geográficos, literários, afetivos, alusivos ao tema. A pesquisa foi feita a partir de leituras sobre o romance de D. Pedro e D. Inês de Castro. A elaboração do jogo Caça ao Tesouro – Percursos de Pedro e Inês – obedeceu aos seguintes requisitos:

elaboração de um mapa que permitisse uma fácil visualização da área de jogo; explicação da Caça ao Tesouro (objetivos, estratégias, modo de jogar, tarefas a realizar, propostas de execução, número de jogadores...); enigmas alusivos ao tema, com pistas a permitirem, em cada etapa, o acesso ao enigma seguinte; definição de um “tesouro” para representar o fecho e o clímax do percurso definido; fontes bibliográficas da pesquisa. De seguida, foi oferecido a todas as delegações das escolas presentes um almoço na tenda do Jardim e procedeu-se à entrega de prémios. Todos os trabalhos premiados e com menções honrosas serão divulgados nos sítios do Plano Nacional de Leitura e da Fundação Inês de Castro. O Professor, Dionísio Ferreira

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Editorial

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As mães... e o seu dia!

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Semana da Leitura

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Alunos em Viseu, com Gil Vicente

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Massagens nos Bombeiros

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Entrevista

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Projeto Comenius na Áustria

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Higiene e Segurança

10 /11Viagem a França 12

A Primavera

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Empreendedorismo

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Mentes vivas

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Visita ao Porto

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Ao Fundo do Nosso Rio

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Turismo Ambiental e Rural

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Concursos

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Associação de Pais Capa: Fotos das atividades no AEResende

Crónicas de um professor aposentado ~ As maes... e o seu dia!

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o rodar da vida e no decorrer do tempo, os anos somam-se, os dias renovam-se e as celebrações repetem-se. Chegou o mês de Maio, com muitos verdores nos prados e nas encostas e florescências de encanto nos campos e nos jardins. Mês especialmente propício para homenagear as pessoas que têm o rosto mais belo, o olhar mais terno, as mãos mais carinhosas, o coração maior e os afectos mais puros: as Mães da Terra e a Mãe do Céu. Há longos e repetidos anos que, nas pequenas ermidas da serra, nas belas igrejinhas dos vales e nos grandes santuários nacionais, os devotos de Maria se reúnem diariamente ao longo de todo o mês, alegres e felizes, para rezarem e cantarem juntos os louvores da Mãe do Céu. Também já lá vão vários anos desde que alguém se lembrou de dedicar um dia especial do ano a honrar e exaltar essa figura incontornável de mulher que é a mãe de cada um de nós. Segundo consta, a ideia partiu de Anna Jarvis que, em 1904, tendo falecido a extremosa mãe que tanto amava, sugeriu à igreja de Grafton, nos Estados Unidos da América, um dia dedicado a homenagear todas as mães do mundo: a sua e as dos outros. Três anos depois, celebrando-se o primeiro “Dia da Mãe” em 10 de Maio de 1907, a senhora enviou para a dita igreja quinhentos cravos brancos para saudar as mães ainda vivas e outros tantos para homenagear as mães já falecidas. Feliz iniciativa! Bonito gesto! Em Portugal, nos primeiros anos, o Dia das Mães celebrava-se no dia 8 de dezembro – o Dia da Mãe de Jesus. Alguns anos mais tarde, para que o consumismo comercial não desvirtuasse a Festa de Nossa Senhora, a Igreja achou conveniente alterar a data, estabelecendo que o Dia das Mães passasse a celebrar-se no primeiro Domingo de Maio e, desde então, assim tem sido. É dia próprio para vertermos uma lágrima de dor e de saudade e rezarmos uma prece fervorosa e verdadeira por aquela mãe que nos criou e educou e que já partiu para outras paragens mais belas e mais felizes. É também ocasião propícia para colocarmos no rosto dessa mãe que ilumina a nossa casa e orienta o nosso caminho, um beijo afectuoso e agradecido, dizendo-lhe sem palavras de modo que ela oiça: – Bem hajas, mãe! – Conta também comigo! Sempre! Padre Joaquim Correia Duarte evista AEResende

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Turismo Ambiental e Rural no Porto

Semana da Leitura

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comemoração da Semana da Leitura, realizada de 19 a 23 de março, subordinada ao tema Cooperação e Solidariedade, proporcionou o desenvolvimento de atividades que fomentaram o recurso a novas estratégias, técnicas e materiais didáticos, que se repercutiram na promoção de momentos de leitura, com mais motivação, e no encontro com os escritores Alexandre Parafita, Fernando Branco Marado e Maria do

Céu Nogueira. As diversas atividades fomentadas (partilhas de poesia, intercâmbios de leitura, encenação de leituras, Bibliopapers, criação coletiva de cartazes, envolvimento e leitura a par com os encarregados de educação, feiras do livro…) asseguraram o aperfeiçoamento da competência da leitura, permitiram o acesso ao conhecimento, a criação e a fruição da cultura, através da diversidade de momentos de leitura, que constituíram e aprofundaram a componente de descoberta e compreensão do mundo que nos rodeia, enquanto elementos mediadores da nossa identificação e comunicação com os outros. Contribuíram, também, para estimular a inovação e a fecundidade da atividade educativa, já que, como sabemos, é através da dinamização de práticas continuadas e motivadoras de leitura que os nossos alunos evoluem para práticas normativas da comunicação, quer oral quer escrita, e através das quais valorizam vivências, conhecimentos e interesses. A todos os parceiros educativos, agradecemos a colaboração e a participação assíduas, que facultaram a apreciação, a

valorização e o testemunho do sucesso das várias atividades desenvolvidas.Que todos continuemos atentos e participativos, de forma a contribuirmos para a dinâmica que nos envolve, quer dentro quer fora da escola, e a tomarmos maior consciência de que o nosso empenho promove a qualidade dos serviços da escola e da biblioteca escolar que ambicionamos. A Professora Bibliotecária, Minervina Dias

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mais autónomos, instruídos e capazes de enfrentar a sua vida de adulto. Das várias atividades/visitas de estudo destaca-se a que foi realizada em parceria com as mães dos alunos. As mães deslocaram-se à escola para confecionarem um bolo com os seus filhos. A atividade correu muito bem e houve um convívio entre as mães, professora da Educação

Gutenberg até à atualidade, através de uma coleção de 160 peças sem paralelo no mundo. Na ocasião, os alunos observaram a exposição “Portocartoon o riso do Mundo”, onde se apresentaram os premiados das edições do PortoCartoon – World Festival, um dos três principais concursos mundiais de humor. A tarde foi dedicada a uma visita ao Centro Histórico do Porto (Sé, Ribeira, Ponte D. Luís e Guindais),

uma paisagem urbana de grande valor estético que testemunha um desenvolvimento urbano que remonta às épocas Romana, Medieval e dos Almadas (Idade Contemporânea). Com esta iniciativa pretendeu-se, entre outros objetivos, estimular o conhecimento da realidade museológica e patrimonial nacional e mobilizar os conhecimentos adquiridos nas disciplinas em causa para criticar a realidade contemporânea.

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A descoberta do Vale do Cabrum

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Viva a Diferença... projeto Criativos de Resende tem vindo a proporcionar a alguns alunos com necessidades educativas especiais do Agrupamento de Escolas de Resende, atividades de carácter funcional para que façam a sua integração/inclusão o melhor possível na sua vida pós-escolar. O lema do projeto é que estes alunos saibam ser, saibam fazer e saibam estar em sociedade, pois são cidadãos dotados de plenos direitos e deveres. A escola tem o dever de dar a estes alunos o melhor quer na sua educação, quer na sua formação. Os alunos visitaram várias instituições e locais da Vila de Resende e ao longo deste percurso já são visíveis algumas mudanças, ao nível do comportamento, das atitudes e valores. Na atualidade revelam-se

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turma do 11.º C, do Curso Profissional de Técnico de Turismo Ambiental e Rural realizou, no dia 30 de maio, uma visita de estudo à cidade do Porto, no âmbito dos conteúdos programáticos das disciplinas de História da Cultura e das Artes e de Geografia. De manhã, os alunos visitaram o Museu Nacional da Imprensa, no Freixo, uma Instituição de Utilidade Pública que se dedica a mostrar a evolução da imprensa, desde

Especial, Assistente Social e ainda funcionários da escola. É de salientar que os Pais/Encarregados de Educação envolvem-se cada vez mais na vida escolar dos seus educandos, participando nas diferentes atividades propostas e dinamizadas pela escola. Tal facto, deve ser mencionado, pois é essencial a participação dos pais na educação e formação dos seus filhos. E quando isso acontece devemos agradecer e incentivar ao envolvimento parental na vida escolar destes alunos. O Projeto ainda não terminou, mas já se pode fazer um balanço muito positivo do mesmo. Somos “Todos iguais, todos diferentes”, juntos percorremos o mesmo caminho: o da inclusão e do direito à educação e informação. “Viva a diferença”…

s alunos das turmas do 11 . º C , d o C u r s o Profissional de Técnico de Turismo Ambiental e Rural, do 8.º D e E (turmas PIEF's) e do 8.º F (turma PCA), efetuaram, no dia 1 de junho, um percurso pedestre, denominado “À descoberta do vale do Cabrum”, no âmbito das disciplinas de História da Cultura e das Artes, Ciências Naturais e Ambiente e Desenvolvimento Rural. O percurso iniciou-se em Ovadas de Baixo, junto à Igreja matriz, seguindo-se até à ponte centenária de Covelinhas. De Covelinhas subiuse em direção ao monte de Covelas,

onde se desfrutou de uma visão panorâmica sobre o vale do Cabrum. Continuando a subir, chegou-se à povoação da Granja e, pouco depois, observou-se algumas obras de cariz popular da autoria de António Pinto Madureira, o bruxo escultor de S. Cipriano. Atravessando o ribeiro do Taquinho, seguiu-se em direção à aldeia da Panchorrinha, onde foram percorridas as ruas estreitas e seculares da povoação, observando o seu património histórico e paisagístico. De seguida, desceu-se até à ponte da Panchorrinha, local onde se merendou. Abandonando a

margem do rio Cabrum, prosseguiuse até à aldeia de Ovadas de Cima, com os seus moinhos de rodízio,e, de seguida, desceu-se em direção a Ovadas de Baixo, onde terminou o percurso. Os alunos tiveram, ainda, oportunidade de se deslocarem ao Penedo de S. João, onde observaram as belezas paisagísticas da região. Com esta visita pretendeu-se, entre outros objetivos, estimular o conhecimento da realidade patrimonial local e sensibilizar para a conservação, valorização e proteção do património natural, histórico e cultural.

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Resende em Viseu com Gil Vicente

Projeto «Biografias e Identidades»

Se eu fosse... Se eu fosse água e tu fosses relva Todos os dias te regava Para ficares fresca e feliz. Se eu fosse pássaro e tu nuvem Voava até perto de ti Para te poder ver. Se eu fosse abelha e tu fosses flor Tirava todo o pólen E transformava-o em doce mel.

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oram algumas as histórias contadas. Selecionamos a do William, que narrava o reencontro do pai com a sua mãe (avó do William). Percebemos que o William foi ao fundo do seu rio, à origem da sua história de vida. Então também nós percebemos que ao longo deste

projeto, fomos ao fundo do nosso rio. Como quem se vê ao espelho e tenta perceber quem é, em que espaço habita, como se relaciona com o outro, que momentos viveu, em que fantasias embarcou (transformado em ser invisível), em que a imaginação o levou paralelamente, aqui também, ao fundo do rio.

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Nota: O objeto construído vai integrar uma exposição de trabalhos de várias escolas no Museu do Douro

A Turma do 6.º C

Tag Ragby

Pensar o Termalismo o dia 25 de maio, os alunos do 12.º D assistiram ao colóquio “Pensar o termalismo» que se realizou na aula magna do Instituto Politécnico de Viseu. A sessão foi aberta pelo Vice-Presidente da Câmara Municipal de Viseu e teve intervenções do Dr. Pedro Machado, Presidente do Turismo do Centro, do Dr. Jorge Loureiro, empresário e Presidente da Agência Regional da Promoção Turismo do Centro, do Presidente da Câmara Municipal de Tondela, Carlos Marta, e do Dr. Luís Veiga, diretor do Hotel de Unhais da Serra. A sessão da tarde foi aberta pela Dr.ª Teresa Vieira, Presidente da Associação das termas de Portugal e intervenções de José Tereso, Presidente da ARS Centro.

Somos nós, seres muito visíveis, com nome, com história, cujas vidas se cruzam coabitando um espaço comum, “A Região Duriense”.

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Escola Secundária de Resende participou, uma vez mais, no Tag Ragby, na fase CLDE Tâmega, realizada em Lousada, no dia 22 de maio, com 2 equipas em cada escalão (infantis, iniciados e juvenis). Todas tiveram uma prestação meritória tendo uma equipa de Infantis obtido o 1.º lugar, apurando-se para a Fase Nacional, realizada no dia 2 de junho, no Complexo Desportivo do Jamor ( Oeiras).

A Cigarra e a Formiga

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assados uns dias depois da chegada do inverno, a formiga descansava na sua casa, quando alguém a chamou da rua. Abriu a porta e teve uma surpresa, viu a cigarra num Ferrari, exibindo um valioso casaco de peles. A cigarra exclamou: – Olá formiga! Vim despedir-me de ti, vou para Paris. A formiga, espantada, perguntou: – O que é que te aconteceu? Onde conseguiste dinheiro para ires para Paris e para comprares esse casaco e esse Ferrari? Pois passaste o verão todo a cantar em cima de uma árvore! Não pode ser! – Imagina lá tu, que eu estava a

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cantar em cima de uma árvore quando passou um produtor musical e assim que terminei de cantar, ele foi falar comigo. – respondeu a cigarra muito vaidosa, prosseguindo com a explicação – Ele disse-me que tinha gostado muito da minha linda voz e fezme uma proposta. Convidou-me para ir a Paris com ele e começar uma carreira de cantora. E, como adoro cantar, aceitei. – Ai, sim! És uma cigarra com sorte! – verbalizou a amiga estupefacta com o que via e ouvia. – Precisas de alguma coisa de lá?inquiriu a viajante desejosa por partir. E a formiguita, triste, respondeu: – Sim! Se estiveres com a minha

prima formiguita Cachucha, conta-lhe o que te aconteceu, enquanto eu fico aqui fechada, triste por não ter seguido os teus conselhos e ter trabalhado, trabalhado e não ter aproveitado um pouco de tempo para me divertir. Não preciso de mais nada, só que me compres uns cobertores quentinhos para eu não morrer aqui sozinha e congelada. Tem uma boa viagem e aproveita! Moral da história: Trabalha e diverte-te. Cantar também é trabalhar.

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o dia 13 de março de 2012, as turmas de 9.º ano e CEF (2A) realizaram uma visita de estudo a Viseu, acompanhados pelos professores da disciplina envolvida (Língua Portuguesa) e dos respetivos Diretores de Turma. No âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, o principal objetivo era a sensibilização dos alunos para o estudo do “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente. Para além desta especificidade, também foi intuito desenvolver nos alunos atitudes que proporcionem a compreensão da relação do Homem com a Natureza e incrementar a curiosidade geográfica e cultural como promotora da educação para a cidadania. Durante a viagem soalheira com destino a Viseu, alguns alunos, apesar do sono, iam conversando com os colegas e com os professores acompanhantes, enquanto outros aproveitavam para dormir. Em primeiro lugar, ao fim de alguns minutos de espera à entrada do Auditório do IPJ de Viseu, as turmas entraram para a sala de espetáculos. Concluída a fabulosa dramatização do “Auto da Barca do Inferno”, na qual desfilaram os tipos vicentinos nossos conhecidos, os alunos seguiram para o parque do Fontelo, onde desfrutaram da beleza

natural do espaço e do opíparo repasto preparado pela nossa escola. Finalmente, houve ainda tempo para ir ao centro comercial, Palácio do Gelo, às lojas ou simplesmente passear pelos vários pisos do edifício. À hora marcada, todos se encontraram no local combinado, para esperarem pelo autocarro que os levaria rumo a Resende. Na viagem de regresso, em geral, os alunos aproveitaram para refletirem sobre as emoções vividas; alguns ouviram música; outros foram comendo e bebendo o que sobrara dos mantimentos levados de casa. Na nossa opinião, esta visita teve muitos aspetos positivos. Assim, salientamos o facto de todos terem tido a oportunidade de visitar a capital do distrito, de terem ficado com uma visão mais concreta do texto estudado na aula e assim aperfeiçoarem os seus conhecimentos sobre a obra de Gil Vicente e de terem tido a oportunidade de conhecer melhor os colegas e professores participantes na atividade. Achamos que a nossa turma se portou de forma adequada, mostrando ao longo da visita muito empenho e interesse, procurando aperfeiçoar o relacionamento entre os seus elementos. A turma do CEF 2A

Se eu fosse farol e tu fosses barco Guiava-te pela noite escura Para nunca te perderes. Se eu fosse peixe e tu fosses mar Nadava dentro de ti Sem nunca parar. Se eu fosse pato e tu fosses mar Nadava sobre ti Sem te magoar. Se eu fosse rio e tu fosses mar Ia ao teu encontro Para te abraçar. Se eu fosse terra e tu fosses flor Plantava-te no meu jardim E pintava-te de outra cor. Se eu fosse lápis e tu fosses caneta Escrevíamos os dois A palavra borboleta. Se eu fosse água e tu fosses flor Regava-te todos os dias Como a chuva acaricia o beija-flor. Se eu fosse ponte e tu fosses ria Passavas sob mim Dia após dia Se eu fosse nuvem e tu fosses ar Empurrava-te com cuidado Para te embalar Se eu fosse vento e tu fosses folha Soprava-te levemente Para o sol do oriente Trabalho coletivo do 5.º D

O Sol Sol estrela brilhante. Brilhante fica a terra. Terra que iluminas e aqueces. Aqueces os animais e as plantas. Plantas silvestres e cultivadas. Homem que gosta do teu calor. Calor que chama os pássaros. Pássaros que acordam a primavera. Primavera a estação das flores. Flores coloridas a encher o mundo. Mundo para cuidar com carinho. Samuel Pinto, R3, 2.º ano, Apoio Domiciliário

Rita Silveira, 6.º C evista AEResende

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Massagens nos Bombeiros Voluntários de Resende

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o dia 5 de maio, os alunos do Curso Profissional de Técnico de Termalismo organizaram uma sessão de massagens no Celeiro de Aregos. A sessão resultou de um convite por parte da presidente da Associação “Espalha animação”. Tratando-se de uma convenção sobre saúde e bem-estar, nada melhor que os alunos aceitarem o desafio e proporcionarem momentos de relaxamento aos participantes. Foram organizados vários espaços, de acordo com os tipos de

massagens a realizar. Os alunos dividiram tarefas e organizaram-se de modo a realizarem massagens ao rosto, mãos, costas e pernas. Solicitaram os serviços dos alunos cerca de 12 pessoas. A chocolatoterapia foi aplicada a duas pessoas. Os alunos colocaram em prática todos os conhecimentos sobre massagem adquiridos durante as aulas e divulgaram o curso à comunidade. A Diretora do Curso, Célia Sequeira

Montras Promotoras de Saúde

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a semana de 19 a 23 de março foram decoradas quatro montras de estabelecimentos de Resende. No âmbito do projeto de educação para a saúde, foi decorada a farmácia nova de Resende; o tema patente foi a higiene oral. Nesta montra foram colocados

cartazes a sensibilizarem para as técnicas de escovagem dos dentes e recomendações de boas práticas de higiene oral. A decoração desta farmácia foi coordenada pela professora Delfina Veloso. A farmácia Avenida foi decorada sob a coordenação da professora Olga Andrade. Foi trabalhado com alunas do 6.º ano a importância da vacinação. A sapataria Paulo foi decorada com mensagens alusivas aos benefícios das caminhadas. A montra do pronto a vestir “Moura” foi decorada com trabalhos, apelando à prática de exercício físico. A Coordenadora de Educação para a Saúde, Célia Sequeira

~ ^ de Prevençao Abril, Mes de Maus Tratos na Infância

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m tempos passados, alguém mais velho magoou uma pessoa especial (um casal matou os filhos).. A avó deles colocou uma fita azul na antena do carro, para simbolizar a morte violenta dos netos. Os meninos do CER, saíram à rua para se associarem a esta campanha, no dia 20 de abril. Com laços azuis ao peito, entregaram laços e mensagens a esclarecer este problema. As pessoas gostaram e reagiram bem.

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Os laços azuis dizem: «Tratem bem as pessoas». Trabalho coletivo R6, 3.º ano

Vale Encantado

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ituada nas margens do rio Douro, Resende é considerado por muitos a capital da cereja. Nos meados de março, enchemse os vales de tons brancos, como de neve se tratasse, começam as cerejeiras a florir. Assim, a paisagem torna-se deslumbrante e as aldeias parecem ganhar vida, pois o branco da flor indica o fim do inverno e o desabrochar da primavera. As cerejeiras, árvores encantadoras e fascinantes, chamam as “abelhinhas” para o começo da sua polinização e o amigo vento ajuda nesta tarefa. Este vale do Douro torna-se mesmo muito bonito, nomeadamente quando estas valiosíssimas árvores florescem, fazendo com que esta terra seja motivo de visita e de pasmo para milhares de pessoas. É um vale encantado, quer pelas flores “branquinhas”, quer pelo fruto que está sempre pronto a ser saboreado nos inícios de maio. Cláudia Almeida, N.º 6, 6.º C

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Visita a` Casa da Música e Edifício Vodafone

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manhã acordara ensolarada e pronta a colaborar com a boa disposição patente na turma D do 10.º ano, do Curso Profissional de Técnico de Construção Civil, na sua deslocação ao Porto, a fim de conhecerem alguns edifícios escolhidos: a Casa da Música e o edifício da Vodafone. Assim, no dia 28 de maio, a turma acompanhada pelos seus professores da componente técnica e pela diretora de turma, rumaram à Invicta, onde os aguardavam, na emblemática Casa da Música, uma jovem guia, que explicaria amiúde cada sala que aquele espaço tinha para oferecer ao público-visitante e as valências específicas de cada uma. E porque a música é o centro das atenções, cada recanto é pensado para que se retire dela o melhor

partido. É um espaço mágico, em que tudo é refletido ao mais ínfimo pormenor, convidando cada pessoa a deixar a sua marca ao passar por lá. E Resende deixou a sua… Aprendeu-se muito! Só faltou assistir a um espetáculo numa das melhores salas do mundo- e que é portuguesa! Os alunos puderam aplicar, in loco, conhecimentos adquiridos ao nível das infraestruturas do edifício. Depois do almoço, visitou-se exteriormente o muito premiado edifício da Vodafone, na avenida da Boavista, local projetado para escritórios. E como a praia chamava, lá se foi fazer o gosto ao pé na areia, sentindo-se a brisa marinha nortenha, antes do muito animado regresso à capital da cereja. A Professora, Carla Marisa Neves

Um Logótipo para a APEECE/EB2RSD

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o âmbito do concurso “Um logótipo para a APEECE/EB2RSD”, a APEECE/EB2RSD informa a Comunidade Educativa que os alunos: Adriana Maria (R11 – 1.º ano), Guilherme Pereira (JIR3) e o trabalho coletivo do JIR4 foram os vencedores do mesmo, pelo que lhes foram atribuídos, respetivamente, os seguintes prémios: 1.º prémio – Dicionário de Língua Portuguesa e o livro “O dia em que a mata ardeu” de José Fanha. 2.º prémio – 1 livro “História do Sempre e do Nunca” de Rosa Lobato Faria. 3.º prémio – 1 livro “Margarida Muda de Escola”, coleção 7 irmãos. A Associação agradece a colaboração de todos aqueles que

permitiram a dinamização desta atividade, nomeadamente aos membros do Júri, constituído pelos senhores professores Clarisse Machado; Ana Magalhães; Olga Barros, Minervina Dias e Padre Excelso, bem como à Porto Editora e Asa Editores que patrocinaram os prémios entregues aos alunos. Parabéns a todos os alunos pela participação, iniciativa e criatividade demonstradas!

Lengalengas Três ratinhos Nos sofás A beberem O seu chá. A primeira ratinha Uma chávena bebeu. - Já está! A segunda ratinha Duas chávenas bebeu. - Que bom está o chá! A terceira ratinha Bebeu e gostou Gostou e bebeu Bebeu e gostou Gostou e bebeu De tanto gostar Acabou por rebentar. Quem está no telhado? Um gato assanhado. Quem está na janela? Uma pata amarela. Quem está na varanda? Um urso panda. Quem está à porta? Um burro da horta. Quem está no jardim? O lindo pinguim. Quem está no poço? Um cão com um osso. Quem está no portão? Um bicho que fala, chamado João.

Adivinhas (I) Quando canta, tanto espanta, que sobressalta toda a gente, com o grito na garganta e as orelhas para a frente. (II) Verde me criei, louro me cortaram, duro me moeram, branco me amassaram. (III) Este animal é famoso porque sete vidas tem; quando um rato lhe passa à frente, caçando-o se entretém. (IV) Com quatro folhinhas hás de procurar-me se a sorte quiseres encontrar. Soluções: I – O burro; II – O trigo; III – O gato; IV – O trevo Turma R 11, 1.º ano, Centro Escolar de Resende / A Professora, Maria Emília da Costa Alves Pimentel

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Begas Aniversariante

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BEgas comemorou, no dia 11 de maio, o seu 3.º aniversário. Nesse sentido, visitaram a Biblioteca vários alunos que aqui deixaram mensagens de felicitações. Realizouse, também, um bibliopaper, no âmbito da formação do utilizador, para as turmas do e 7.º E e do 10.º C. Os alunos leram, ainda, poemas de felicitações à aniversariante e cantaram os parabéns. A «casa» esteve cheia e, apesar do espaço ser pequenino, com boa vontade tudo se resolveu! Das várias mensagens deixadas à nossa aniversariante, todas elas muito bonitas, destacou-se a mensagem do aluno Tiago André, do 8.º E: “Obrigado, BEgas, por nos dares a alegria de podermos estudar

e t r a b a l h a r, f e s t e j a o t e u aniversário”.Por fim, foram entregues certificados aos melhores leitores: Tânia Rodrigues e Marta Ribeiro do 10.º C. Desde já a BEgas agradece a todos pela sua participação nesta atividade. A Professora, Arminda Lemos

A Minha Família Está na História

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ecorreu na BEgas, de 17 a 25 de maio, uma exposição promovida pelo Grupo de História, dinamizada pelo professor Rui Pedro Ribeiro. A exposição, intitulada “A minha família está na História”, constou de cartazes com as árvores genealógicas dos alunos, como já se verificou há dois anos.

Uma atividade interessante e criativa que teve como objetivo desenvolver o gosto pela investigação e pelo estudo do passado, levando a que os discentes adquiram consciência de si e dos seus antepassados como agentes da história. Os cartazes foram elaborados pelos alunos do 7.º B, 8.º D e 8.º E.

Mentes Vivas

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turma do Curso Técnico de Apoio Psicossocial realizou, no dia 15 de maio, no Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia a atividade “Mentes Vivas”. Esta atividade constou de duas sessões distintas. Numa primeira sessão, os alunos foram

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c o n h e c e r o s i d o s o s institucionalizados e realizar um diagnóstico para a intervenção. Numa segunda sessão, os alunos realizaram com os idosos jogos de estimulação cognitiva com o intuito claro de manter as mentes dos idosos bem despertas para a vida. Para os idosos foi uma oportunidade de exercitar a memória e a concentração e quanto aos nossos alunos, estes tiveram a oportunidade de aprender a estar e trabalhar com idosos, bem como, tiveram uma oportunidade para perceber como a nossa geração mais velha merece ser reconhecida e valorizada. Pelas Técnicas Especializadas, Patrícia Pinto e Regina Perestrelo

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Entrevista `a Professora Benilde Rodrigues

Abecedário R 11 A de Adriana A segurar uma banana. B de Bernardo Tem um casaco de leopardo. C de Cristiana Não gosta de gincana. C de Carolina Que dança como uma bailarina. D de Dinis Bebe água no chafariz. D de Diogo Nunca brinca com o fogo. F de Fabiana É amiga da cigana. F de Filipa Na mão tem uma tulipa. F de Flávio Mete inveja ao sábio. G de Gonçalo Canta com o galo. G de Guilherme Que tem medo do verme. L de Lourenço Adivinha sempre o que eu penso. L de Luísa Gosta muito de pizza. M de Margarida Todos os dias é uma querida. N de Nuno Gosta de jogar Uno. P de Pereira Que detesta a lixeira. R de Rafael Que escreve no papel. R de Raquel Escreve com o pincel. T de Tiago Faz feitiço de Mago. T de Tomás Tanto brinca como faz. S de Severino Puxa o badalo do sino. V de Vieira Plantou uma cerejeira.

As árvores Hoje é o dia da árvore. Com os meus colegas, Vou uma árvore plantar, Para quando crescer A sua sombra nos dar. As árvores são amigas E purificam o ar Nelas moram os passarinhos Que nelas vêm cantar. Embelezam os campos E todo o planeta São amigas das crianças, Crescem na valeta. Em minha casa tenho uma árvore. Plantada no meu quintal, Dá uma fruta muito linda, Como outra não há igual. Turma R 11, 1.º ano, Centro Escolar de Resende / A Professora, Maria Emília da Costa Alves Pimentel

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aria Benilde Resende Martins Silva Rodrigues nasceu a 28 de janeiro de 1951 em Tendais – Cinfães. Permanece na sua terra de nascença, é casada e tem uma filha e um filho. Andou na escola primária de Tendais, atual 1.º ciclo; no Colégio do Imaculada Conceição, em Lamego; no Liceu Latino Coelho, aquando do ensino secundário; estudou na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e aí concluiu a licenciatura em direito; fez estágio para exercício de advocacia em Cinfães e também o estágio pedagógico na escola Superior da Educação em Viseu, o que lhe permitiu profissionalizar-se como docente, habilitada para lecionar as disciplinas do grupo 430 de recrutamento – anterior 7.º grupo. Permanece na Escola Secundária Dom Egas Moniz, em Resende desde 1990/91, ou seja, há 21 anos. Os alunos do 10.º B, Técnicos de Animação Sociocultural realizaram, nas aulas de Português, uma entrevista para a Revista do Agrupamento de Escolas, que de seguida se publica: Revista Agrupamento de Escolas de Resende (AER): Já foi aluna, agora é professora. Quais são as diferenças entre o ensino superior da sua altura e o de agora? Benilde Rodrigues (BR): No tempo em que eu estudei na faculdade, os professores eram muito exigentes: era necessário muito estudo e muita concentração nas aulas para se conseguir o sucesso. Além de exigentes, os professores tinham uma postura de distanciamento em relação aos alunos de tal modo que só muito excecionalmente disponibilizavam algum tempo para tirar qualquer dúvida que tínhamos. Acresce que algumas das cadeiras no meu curso eram excessivas e apenas havia exames no final do ano, embora os excluídos na 1.ª fase pudessem repetir o exame na 2.ª época, que ocorria em setembro. ERA: Em que consiste exatamente a sua vida diária? BR: Durante o dia realizo uma multiplicidade de tarefas que se prendem, na sua maioria com a atividade docente, desde a preparação das aulas, passando pelo exercício de cargos e atividades, no âmbito pedagógico e no exercício de coordenação pedagógica; leciono as disciplinas de Técnicas de Secretariado e de Legislação Comercial Fiscal e Laboral à turma do 10.º C; desempenho algumas tarefas doméstica, e, de vez em quando, ainda fico com algum tempo para me dedicar ao exercício da profissão de advogada. ERA: Porque escolheu ser professora? E advogada? BR: Quando acabei o curso sempre desejei passar alguns anos no ensino, porque entendia que teria algumas competências para tal e porque gostava muito de conviver com gente jovem. Entretanto os anos foram passando e o que pensava ser apenas transitório tornou-se definitivo, pois fui-me sentindo cada vez mais realizada na sala de aula. Daí que já conto com mais de 30 anos de exercício de profissão docente. A advocacia é fascinante para mim porque no exercício dela eu sinto que, resolvendo

os problemas dos outros como se fossem os meus, eu consigo dar maior bem-estar aos meus clientes. Sou uma pessoa que não desiste à primeira, mas que gosta de desafios. Ora, essa minha maneira de ser faz-me sentir bem na pele de advogada que luta até mais não poder enquanto não estiver convencida de que a razão não me assiste. ERA: Como consegue conciliar o trabalho de advogada com o de professora? BR: É extremamente difícil a conciliação das duas atividades. Por vezes, dedico à advocacia uma parte do meu fim de semana e algumas horas do meu sono, para preparar o meu trabalho, que realizo nas horas livres do meu horário de docente. De realçar que cada vez realizo menos atos no âmbito da advocacia, necessitando de encaminhar para colegas de profissão poderes que me são conferidos pelos meus clientes. É que a idade avança e torna-se cada vez mais difícil compaginar as duas atividades. ERA: Em que medida é que o seu trabalho lhe dá orgulho ou não? BR: A minha atividade docente preenche-me totalmente. Na verdade, gosto de ensinar e de apender com os jovens, de conviver com eles, com os meus colegas, com os funcionários, com os titulares do Órgão de Gestão da escola, enfim, com toda a comunidade educativa. ERA: Quais são as diferenças que encontra entre a sua juventude e a de agora? BR: No meu tempo de jovem, tornavase mais fácil a relação social. Era muito pouco o que os jovens tinham: poucas pessoas tinham televisão, aparelhos de

rádio, gravadores, pelo que o jovem dedicava grande parte do seu tempo à família e aos amigos, aprendendo, sobretudo com a família, valores morais e religiosos que se enraizavam de tal modo que a relação pedagógica era mais fácil. Hoje, a família dispõe de pouco tempo para conviver com os jovens. E estes têm que preencher essa lacuna com as muitas solicitações que a sociedade lhes oferece. Esta nem sempre incute nos jovens os verdadeiros valores morais e humanos que devem constituir o alicerce de qualquer sociedade. Por isso, hoje encontramos jovens com muita rebeldia, apostados em contestar os valores tradicionais: o respeito pelos outros, a procura da verdade, da lealdade… ERA: Que conselho é que dá aos alunos que se preparam para entrar na universidade? BR: Os jovens que se preparam para entrar na universidade precisam de muito estudo e muita vontade de lutar, não se deixando vencer pelos fracassos. E isto porque a sociedade é cada vez mais competitiva e aqueles que não se guindarem alto não conseguem aceder ao ensino superior. ERA: Qual a maior lição que tirou na vida? BR: O fato de me mostrar disponível para com os alunos gerou em alguns deles uma forte amizade que perdura desde longa data e que se manifesta por exemplo em mensagens de Boas Festas, o desejar um feliz aniversário, etc. ERA: O que mais preserva na sua vida? BR: O que mais me agrada na vida é sentir-me em paz comigo, com ou outros e com Deus, em Quem eu acredito. ERA: Que conselho nos dá para termos um percurso como o seu? BR: Seguir sempre o valor da verdade, da lealdade, da honestidade, do amor ao trabalho, do respeito pelo direito dos outros; a vontade de lutar e de nunca se deixar vencer pelo fracasso, tendo sempre vontade de lutar e subir mais alto na vida. evista AEResende

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~ A Formar Campeoes de Voleibol

Projeto Comenius em meeting na Áustria

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e 23 a 27 de abril de 2012, um grupo de seis professores e cinco alunos da Escola Secundária Dom Egas Moniz, de Resende, participou no 4.º Encontro do Projeto Comenius, realizado na cidade de Wiener Neustadt, na Áustria, no âmbito do Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida da Agência Nacional PROALV. O primeiro dia foi ocupado com a longa viagem até Wiener Neustadt, com o encaminhamento dos alunos às famílias de acolhimento e com a acomodação da comitiva de professores no hotel. O segundo dia iniciou-se com uma caminhada de 30 minutos por parte

de todas as delegações até à escola anfitriã. Seguiram-se as boas vindas por parte do diretor local, exibições musicais e de dança por parte de um grupo de alunos e apresentações de trabalhos a cargo das delegações da Áustria, Dinamarca, Turquia e Roménia. A interação entre as representações dos vários países continuou aquando do almoço. Da parte de tarde, realizou-se um “tour” a “Hohe Wand”, designadamente ao parque natural local. Ao fim da tarde, foi organizada uma visita guiada à “SchnapsDestillery”, para professores e alunos, onde foi possível saborear os sumos de fruta lá produzidos e as bebidas alcoólicas (“schnaps”) obtidas por processo de

Dia Mundial do Livro na Secundária e na EB2

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ia 23 de abril celebrou-se o Dia Mundial do Livro. A BEgas foi decorada com frases alusivas ao livro e à leitura e foram distribuídas pelos alunos do 2 A frases alusivas a esta temática. Houve, também, a hora do conto para alunos da Educação Especial e o 8.º F produziu textos escritos, referentes ao tema “O livro da minha vida”, tendo recebido, acompanhados pela Professora Conceição Gomes, um certificado pela participação na semana da leitura, no dia da poesia. A Biblioteca da EB2 (BJCD) foi decorada com frases alusivas a esta temática. Os alunos da educação especial distribuíram frases alusivas ao livro e à leitura, pelos vários espaços da escola. Houve leitura de contos, dinamizada pelos monitores da biblioteca, na sala de aulas do 5.º E e

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destilação. O terceiro dia foi dedicado à apresentação de trabalhos por parte da delegação da Grécia. Durante a parte da manhã, as delegações dos vários países foram ainda brindadas com exibições de valsa por parte de alunos da escola anfitriã, seguidas de uma parte prática com intervenção das várias comitivas. A manhã terminou com uma sessão de zumba, participada também por todas as delegações. A parte de tarde foi dedicada à realização de um tour à cidade de Viena. À noite, os professores de todas as delegações realizaram um jantar convívio e os alunos ficaram acompanhados pelas famílias de acolhimento. O último dia foi dedicado à longa viagem de regresso a casa. O Professor, Dionísio Ferreira Notas: O conteúdo desta notícia compromete apenas o seu autor, não sendo a Agência Nacional e a Comissão Europeia responsáveis pela utilização que possa ser feita das informações nela contidas. Este projeto da União Europeia, de parcerias Multilaterais Comenius foi financiado pela referida Agência Nacional PROALV com o montante de 22 mil euros.

Comemoração do Dia do Livro

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m abril comemora-se o Dia do Livro

É um dia especial Precioso é este amigo Que anda sempre comigo e nunca nos faz mal! na dos alunos da educação especial. Promoveu-se a criação de pequenos textos, a partir da identificação e descrição do livro de que mais gostaram, subordinada ao tema o “O livro da minha vida”. Devemos considerar, sempre, o livro como um amigo, pois “Um livro aberto é um cérebro que fala; fechado, um amigo esquecido; esquecido, uma alma que perdoa; destruído, um coração que chora” (ditado popular da Índia).

O livro ensina-nos, é um amigo, dá-nos tudo: - informação - imaginação - alegria - tristeza - enriquecimento cultural - novo vocabulário. Trabalho coletivo, Turma R6

Em cima: Prof. Miranda de Carvalho, Tiago, Ruben (árbitro), Daniel, Cândido, Rabaça, Gabriel, Leandro, Fábio, Toni, Prof. Fernando Almeida, Cristiana. Em baixo: Leitão (adjunto), Leonardo, Ruben, Dani, Rafael, Miguel; fazem parte, ainda, deste grupo os alunos Stéphane, Samuel Rabaça e Marcos.

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o passado dia 12 de maio, a equipa de iniciados de Vo l e i b o l d a E s c o l a Secundária de Resende sagrou-se campeã da CLDE do Tâmega derrotando a Escola C+S de Lousada por 2 sets a 1. Foi um justo prémio para os alunos que durante o ano se empenharam bastante em cada treino. A vitória permitiu o acesso ao inter CLDE's, com a realização de um jogo com a equipa da Escola Secundária do Mindelo (de acesso à

final Regional). O jogo decorreu no pavilhão das Travessas em S. João da Madeira, no dia 26 de maio, e, mais uma vez, repetiram a proeza vencendo novamente pela diferença mínima. Assim, pela primeira vez na história da Escola Secundária uma equipa de iniciados de Voleibol terá a possibilidade de jogar com as melhores equipas da região Norte, na NAVE de Espinho, no dia 9 de junho. Para além da participação no Desporto Escolar, a maioria destes

~ Empreendedorismo Apresentado em Cinfaes

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ais uma vez os projetos de Empreendedorismo desenvolvidos no Agrupamento de Escolas de Resende - Escola Secundária Dom Egas Moniz, no período letivo de 20092012, se revelaram uma referência clara, agora em terras vizinhas de Resende. Desta feita, alguns dos elementos responsáveis pela sua implementação e concretização deslocaram-se a Cinfães, no dia 11 de maio, para proceder à respetiva apresentação. Os mensageiros foram: Vogal da Direção, António Carvalho, Professor Adérito Lopes, Professora Orísia Macedo; os alunos do 10.º A, Fernando Vieira; João Pereira e Manuel Macedo, autores dos projetos “Cercaixares” e “Guloseimas de Resende”, e ainda o Empresário Toninho Namora, colaborador no projeto “Cercaixares”.

Esta oportunidade surgiu através de um convite da Câmara Municipal de Cinfães e integrou-se na Semana Social que decorreu na Escola Secundária de Cinfães. O Empreendedorismo continua em força. Não te esqueças que, ainda que não te apercebas, possuis, de certeza, ideias muito criativas. Apenas tens que ser empreendedor, não tenhas medo de errar. Contamos contigo e tu podes contar connosco.

alunos esteve presente no Encontro Regional de Gira Volei que decorreu no passado 22 de maio, tendo tido todos, igualmente, um ótimo desempenho tendo-se destacado, por terem sido campeões regionais, as duplas Rui Rabaça / Miguel Almeida (13-15 anos etapa 1); Toni Coelho / Miguel Cardoso (do Externato Afonso Henriques) e Ruben Almeida / Rui Monteiro (16-18 anos). Pertencentes ao Agrupamento de Escolas de Resende foram ainda campeãs regionais: Ana Luís / Emilie Peterson (13-15 anos etapa 1); Maria João Pereira / Inês Correia (8-10 anos) e vice campeãs: Fábio Pereira/ Leandro Azevedo; Ruben Pinto / Stéphane Monteiro; Patrícia Ribeiro / Leonor Correia e Isabella Costa / Leonor Topa.

Festa final PIEF “O sucesso resulta de cem pequenas coisas feitas de forma um pouco melhor. O insucesso, de cem pequenas coisas feitas de forma um pouco pior.”

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s alunos do 8.º D, 8.º E e 9.º E experienciaram o sucesso este ano letivo. Fizeram as pequenas coisas relacionadas com a escola de uma melhor forma do que no ano passado. No geral. apresentaram melhor comportamento na sala de aula e melhores resultados escolares. Aos que ainda não chegaram ao sucesso, aqui fica a dica: sejam cada dia melhores do que no dia anterior. E para comemorar o sucesso PIEF, alunos, professores e familiares juntam-se no final do ano para a "Festa Final PIEF". Haverá música, teatro e muita emoção! evista AEResende

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~ Animaçao Turística em Caldas de Aregos

no relvado em frente das Termas e um pic-nic no local, realizou-se a atividade de paintball que finalizou o dia, sempre orientado para a formação sobre a importância das Normas de Segurança nas Atividades de Animação Turística! Um agradecimento especial pela disponibilidade matinal da professora Alexandra Loureiro e pelo seu valioso apoio técnico! A Formadora, Suzan Fartaj

Concurso: Como seria um dia sem os «media»? 3.º Ciclo

Secundário

1.º lugar: “Sem informação terás uma vida de solidão” (Francisco Rodrigues, 8.º C); 2.º lugar: “Se queres estar bem informado, os media são um bom aliado” (Cristiana Pinto, 8.º C); 3.º lugar: “Sem os media, seria voltar à Idade Média” (Jorge Truta, 8.º C). Parabéns a todos os participantes!

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o âmbito das tarefas de Atividades LúdicoExpressivas, os alunos da turma M1 criaram pequenos textos, através da técnica de escrita expressiva e lúdica, Palavra Puxa Palavra, subordinado ao tema Primavera, enriquecidos pela ilustração realizada no Paint. Partilhamos dois desses trabalhos:

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s alunos do curso de Turismo Rural e Ambiental realizaram, no dia 11 de maio, um conjunto de atividades, no âmbito da disciplina Técnicas de Acolhimento e Animação. Durante a manhã, com o apoio do Clube Náutico das Caldas de Aregos, tiveram formação sobre Normas de Segurança no Rio, orientado para a canoagem, que os alunos experimentaram logo de seguida com grande emoção! Após alguns “toques” de voleibol

A Primavera

1.º lugar: “A vida sem os media é como um regresso a um passado sem futuro” (Diana Ribeiro, n.º 12, 12.º A); 2.º lugar: “A vida sem os media é como uma caneta sem tinta” (Hugo Cardoso. N.º 22, 10.º C); 3.º lugar: “Sem os media, voltaríamos à era do gelo” (Sandra Torre, n.º 19, 10.º C). A Professora,, Arminda Lemos

Pedro e José Filipe, M1

A primavera é uma bela estação Estação florida e quente Quente mas não tanto como o verão Verão solarengo que dá alguns frutos deliciosos Deliciosos são os dias de primavera Primavera que é uma estação belíssima Belíssima com as suas flores Flores de várias cores Cores como o rosa e o vermelho Vermelho é a cor das cerejas Cereja é fruto doce como o mel Mel produzido pelas abelhas Abelhas que zumbem na primavera

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~ Higiene e Segurança na Construçao Civil

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o dia 5 de maio, os alunos do Curso Profissional de Técnico de Termalismo organizaram uma sessão de massagens no Celeiro de Aregos. A sessão resultou de um convite da presidente da Associação “Espalha Animação”. Tratando-se de uma convenção sobre saúde e bem-estar, nada melhor que os alunos aceitarem o desafio e proporcionarem momentos de relaxamento aos

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Na primavera as folhas renascem Renascem também as flores Flores de todas as cores Cores vivas Vivas como as andorinhas Andorinhas que vêm de outros países Países como África, Brasil Brasil um país muito quente Quente também é este tempo Tempo dos frutos Frutos bons e deliciosos Deliciosos são os dias de primavera!

Mãezinha exposição no átrio do pavilhão de aulas, alertando todos para eventuais acidentes que possam ocorrer numa escola que se encontra em construção/ampliação. Durante a realização do placard, os alunos demonstraram interesse no trabalho, assim como um comportamento exemplar.

participantes. Foram organizados vários espaços, de acordo com os tipos de massagens a realizar. Os alunos dividiram tarefas e organizaram-se de modo a realizarem massagens ao rosto, mãos, costas e pernas, a cerca de 12 pessoas (chocolatoterapia a 2). Os alunos praticaram os conhecimentos sobre massagem adquiridos durante as aulas e divulgaram o curso à comunidade.

O JOGO nas Escolas

Inês e Neuza, M1

se, a criação de uma comunidade de interesses comuns e pacíficos.

Samuel Lourenço, R3, 2.º ano, Apoio Domiciliário

Mãezinha perfumada Amizade que me deste E és a melhor mãe do mundo. Dás-me tudo o que eu preciso. Importante és tu. Amo-te daqui até ao céu. Doce tradicional ela faz. Amada querida, mãe adoro-te.

Massagens no Celeiro

Semana da Europa endo em vista a comemoração do Dia da Europa, no dia 9 de maio, os grupos de Geografia e Economia promoveram na BEgas uma exposição de cartazes elaborados pelos alunos do 7.º ano. Na cantina, ao longo da semana, as ementas foram diversificadas com pratos tradicionais europeus. O Dia da Europa é comemorado nesta data, porque em 9 de maio de 1950 Robert Schuman propôs à República Federal da Alemanha e aos outros países europeus, que quisessem associar-

Mãe, eu amo-te. Tu és a minha melhor amiga. Eu ajudo-te. Tu és linda, trabalhas muito e amas o pai. Um feliz dia para ti. Beijos do Samuel.

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o dia 27 de abril, os alunos do10.º D expuseram um placard de grandes dimensões, elaborado e organizado, com material consultado e adquirido no módulo “Higiene e Segurança na Construção Civil”, na disciplina de Oficina Tecnológica, no início do ano. Durante a mostra do módulo, os alunos questionaram diversas situações referentes à segurança, higiene e saúde na construção civil, às quais tentaram encontrar possíveis atenuantes e soluções a eventuais acidentes e danos resultantes de insegurança, incumprimentos de normas e regras de segurança, assim como assegurar condições de higiene e saúde na realização das tarefas de cada trabalhador. O caminho a seguir foi a pesquisa e organização de informação e a sua transmissão através da comunicação visual e social, acessível a toda a comunidade educativa, numa

Dia da Mãe

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Escola Secundária de Resende participou n'O Jogo nas Escolas, um

projeto de carácter desportivo, promovido pelo “O JOGO”, baseado num campeonato nacional de futebol entre alunos do 3.º Ciclo. O dream team, escolhido pelo Professor de Educação Física, Sérgio Sousa, foi constituído pelos alunos Ricardo Severino, Emanuel Caldeira, Leandro Pinto, Luís Oliveira, Rui Sousa, Manuel Francisco, Rafael Cardoso e Fábio. No dia 26 de abril, os jovens atletas “arrasaram” na Fase Distrital, realizada em Viseu, tendo-se apurado para a Fase Nacional a decorrer no dia 29 de maio, em Braga.

Sérgio Portela, 3.º ano, Turma R6

Meu Pai Jovem e garboso O meu pai é cavalheiro, Sempre honesto e carinhoso É amigo e ganha dinheiro! Meu pai tão querido! E também curioso. Leva-me a todo o lado. Oh! Que pai tão amoroso!

Beatriz Melo, 4.º ano, EB1 de S. Romão

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Nao há longe nem distância...

Até à partida Eram cinco da tarde e já lá estávamos todos. Ansiosos, carregados de sacos e de bagagens, esperávamos o autocarro que nos levaria por essa Espanha fora até à cidade – luz, a mítica cidade da moda, da arte, inspiradora das ideias de liberdade, igualdade e fraternidade que percorreram toda a Europa em poucos anos, num movimento imparável de revoluções... Numa iniciativa inédita, o professor de EMRC, Vasco Alves, conseguiu juntar alunos de todo o secundário, desejosos de mudar de ares, cheios de curiosidade pelo desconhecido e pela descoberta. Não é tarefa fácil organizar uma visita destas, tudo feito à distância com ajuda das novas tecnologias. Mas o Padre Vasco tinha tudo programado e as expetativas eram enormes. Pais, filhos, avós, família que se junta. Ver partir os seus entes queridos deixa sempre o coração apertadinho. - Não esteja preocupada!... Vamos todos juntos e havemos de cá chegar bem, se Deus quiser... - ouve-se uma voz feminina, cheia de coragem e de optimismo. Falta chegar o autocarro que nos levará por essa estrada fora, galgando quilómetros até Paris. Enquanto se espera, o Presidente da Comissão dirige-se aos presentes e manifesta o seu desejo de que tudo corra pelo melhor, que tenhamos uma boa viagem e uns dias bem passados na visita a Paris e à Disneylândia... Entretanto, ei-lo que aparece na Fonte Luminosa. Senhor do Calvário são as palavras que saltam à vista. Nome familiar, para todos os resendenses que, levados pela fé participam nas suas festas e lhe dirigem as suas orações. Ao lado do motorista vem o principal organizador desta aventura: o entusiasta, o que não desistiu da ideia apesar das dificuldades, apesar do trabalho de organização, envolvido desde o início na realização de eventos que nos trouxeram até ao dia 11 de Abril. Sente-se o seu entusiasmo, no sorriso e no olhar... Todos se preparam para

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embarcar. Apressam-se os beijos de despedida, acautelam-se as bagagens, procura-se um lugar confortável no autocarro... a viagem está prestes a começar!... A caminho de Paris Lentamente subimos a encosta e vencemos a serra de Montemuro que fica para trás. Em pouco mais de duas horas já estávamos a ultrapassar a fronteira em Vilar Formoso a caminho de Salamanca. A expetativa era grande. Sentia-se que o objetivo era chegar a Paris sem sobressaltos. Não sei quantas foram as estações de serviço em que paramos. Lembro-me que já perto de Valhadolid parámos para jantar e fizemos o primeiro assalto às mochilas e ao presunto. A coisa prometia. Parecia que nem o sono sem o cansaço do final do dia queria nada connosco. Era noite e faltavam ainda muitos quilómetros mas ninguém esmorecia. A viagem continuava e a curiosidade era muita. Faltava transpor o País Basco e dar o “salto” para França. Ao longo das cidades da região basca (Burgos, Vitoria, S. Sebastian...) veio à nossa memória a aventura dos nossos emigrantes que pela calada da noite, pelos acessos menos frequentados, fizeram a jornada que os levou a outras paragens além Pirenéus, onde procuravam trabalho, um novo alento para uma vida de sacrifício. Muito perto da 1 da manhã deixamos a Espanha para trás e começava a derradeira etapa desta viagem até ao destino. O autocarro não se recusava a percorrer tão longas distâncias. Alguém dizia que já conhecia o caminho de cor, devorava curvas e alcatrão. Depois vieram os primeiros sinais de sono por terras de Bayonne, Bordéus, Poitiers. O dia começou a raiar, a neblina nórdica começava a deixar passar os primeiros raios de luz, quando fizemos uma paragem para tomar um café e deixar descansar o motorista. Os campos a perder de vista, planos e extensos, aqui e além matizados de amarelo numa imensidão de verdura.

Terras de cultivo que alimentam milhões de bocas, semeadas e rodeadas de arvoredo que enfeita as margens. Um país diferente, uma terra farta e aparentemente acolhedora cujas riquezas pretendíamos desvendar. A distância era encurtada a cada hora que passava. Para trás começava a ficar Tours e Orleans. Com boa disposição e harmonia começávamos a preparar a abordagem a Paris. O trânsito torna-se mais intenso, as filas prolongam-se, a voz do GPS indica caminhos possíveis. Já não há sono, nem sinais de fadiga. Todos despertam para este mundo novo que tantas belezas encerra. A chegada Procuramos as instalações reservadas no Vale da Europa, a poucos minutos da Disneylândia. Num imenso tapete verde, com ruas ladeadas de jardins e arvoredo, com cerejeiras carregadas de flor rosa, com flores a enfeitar os terrenos que ladeiam as autoestradas e vias de acesso, chegámos ao aparthotel onde nos instalamos por volta das duas da tarde. Um local calmo com bom ambiente e bem servido de espaços comerciais. Cada um procurou o seu aposento e de seguida saímos para dar uma volta pelas redondezas. Trata-se de um espaço urbano bem cuidado, com edifícios recentes de construção requintada e adequada ao meio ambiente. No centro, um espaço comercial amplo com comércio diversificado e um supermercado onde nos abastecemos. A maioria jantou por ali e regalou os olhos por montras que despertam a cobiça.

junho de 2012 entrar nesse mítico espaço de liberdade e diversão. Passámos um dia repleto de emoções. Tivemos a oportunidade de fazer uso de todo o tipo de diversões com especial destaque para a Montanha Russa do Indiana Jones, viajámos pelas galáxias a bordo de uma nave espacial dos Rebeldes que faz parte da história Star Wars, viagens de comboio, de barco, passando pelas cavernas mais soturnas. As personagens do Universo Disney caminhando a nosso lado, os espaços criados para cenário das maiores aventuras, tudo estava à nossa disposição e nos dava muito prazer com muita alegria à mistura. Depois vieram as compras de lembranças, o “cadeaux” para a família e amigos. Foi um dia bem passado, em que aproveitamos para comer uns cachorros, enquanto assistíamos a um espectáculo com muitas luzes e fogo de artifício que nos levou até as 22 horas... Viagem por Paris: Versalhes, Louvre e Tour Eiffel Para o sábado ficou a visita a Paris e aos espaços culturais que constituíam a face mais formativa da nossa viagem por terras gaulesas. O sábado teve três momentos inesquecíveis: ainda hoje se tem a sensação de ter passado por outro mundo. De manhã cedo, partimos para Versalhes, onde deparamos com uma localidade simpática e com muito bom aspecto: ruas limpas, de ricas fachadas, anunciam o esplendor de uma residência do célebre Rei Sol - Luís XIV. A visita ao P a l á c i o d e Ve r s a l h e s e s t a v a previamente agendada o que facilitou a nossa entrada, feita através do acesso para grupos com marcação. Para além de ocupar um imenso espaço com construções de três dimensões, em que a altura e a decoração dos tetos deixa o visitante completamente reduzido a um ser insignificante, o Palácio evidencia todo o seu esplendor através dos espaços exteriores e de jardins, lagos e bosques a perder de vista. O interior do Palácio deixa qualquer um de boca aberta: o luxo, a riqueza ornamental, o mobiliário, a decoração com materiais nobres, os

espaços, as pinturas e esculturas dispersas por todo o Palácio eram, por si só, matéria para dois dias de visita. Após várias horas de visita e algumas compras feitas a vendedores de outros continentes retomámos a marcha para Paris onde entrámos, triunfalmente, subindo os Campos Elísios em marcha lenta, com comentários queirosianos à mistura, até ao Arco do Triunfo. Após recuperarmos as forças, galgámos o jardim de acesso às amplas fachadas do Palácio das Tulherias que encerram no interior dos seus enormes salões obras de arte de todo o mundo. Capitaneados pelo Padre Vasco mergulhámos nos espaços comuns do Museu do Louvre. Depois caminhámos pela ala mais relacionada com a pintura de várias épocas até chegarmos à sala onde se encontra o quadro mais célebre de Leonardo da Vinci. Depois, foi aquele momento inesquecível: no meio de centenas de pessoas de todos os continentes que se acotovelam ficamos frente a frente com a célebre Mona Lisa ou Gioconda, como tanta gente lhe chama. As reduzidas dimensões contrastam com o elevado valor da obra e com a importância que lhe é dada. Mas aquele olhar que nos deixa presos e extasiados estava lá. Era como um desafio, a quem vai de tão longe para a observar e depois tem aquela receção... Entretanto, tinham ficado para trás centenas de esculturas do Próximo, Médio e Extremo Oriente. Mas o especial destaque vai para o rico espólio do Egipto antigo e da antiga Grécia. Um sem número de pintores italianos da época renascentista e de pintores flamengos que nos legaram belíssimos quadros com cenas campestres e urbanas de um colorido e de uma riqueza no retrato que nada se lhes compara, ocupam amplos salões. Para o fim restaram os pintores impressionistas que estão bem representados por Degas e Monet. Quanto contraste aquele museu encerra... e quanta imaginação e técnica apurada se encontra ali reunida!... Faltava ainda visitar o ex-libris de Paris – a Tour Eiffel, magnífico exemplar

da época das grandes construções em ferro. Para lá nos dirigimos com devoção. Depois foi a ascensão ao terceiro andar onde festejámos com champagne. Aquela vista maravilhosa sobre o Sena e sobre a baixa parisiense deixou-nos boquiabertos. Por fim, surgiu a última surpresa da visita. De repente, começaram as luzes a iluminar toda a torre, desde a base até ao topo. Um momento mágico, em que o ferro e aço apresentam uma alargada implantação que nos deixa surpreendidos pela sua silhueta esbelta e elegante. Foi um fim de tarde deslumbrante que perdurará por muitos anos... O regresso No domingo, pela manhãzinha, iniciamos a viagem de regresso. Deixamos o Vale da Europa de forma pachorrenta, mas com a sensação de que aproveitámos muito bem todas as horas da nossa visita. Agora iríamos percorrer, em sentido inverso, a estrada que nos traria a Portugal. Para trás ficavam os jantares comunitários, os gelados e as gratas recordações que nos surpreenderam a todos. Mas a viagem tem o seu encanto. Em cada recanto por onde passámos lá estava um português a trabalhar ou a descansar, ou a rever a sua viatura, ou a abastecer o seu camião. Toda esta viagem com as suas peripécias, com alguma neve à mistura, constitui uma etapa muito interessante que nos enriquece e nos deixa a sensação de que é preciso partir, com a bênção e graça de Deus... Resta-nos manifestar o nosso agradecimento a todos os patrocinadores desta viagem e para o principal responsável pela sua organização e promoção queremos, todos sem exceção, dizer: obrigado, Padre Vasco, pelas orações e pelos bons momentos passados juntos que nos deixaram mais ricos e mais próximos do nosso semelhante, num mundo em que cada um já tem um caminho traçado que deve percorrer na procura da verdade e da fraternidade entre os povos. André Henrique e Manuel António

A visita à Disneylândia No dia treze de abril, logo pela manhã, usando o nosso transporte dirigimo-nos para o maior parque de diversões de toda a Europa: a Disney... Que maravilha!... A largueza dos espaços... a gente que começa a chegar de todos os lado e de todos os países, até de fora da Europa. A ansiedade de evista AEResende

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Revista AEResende 3P 2011_2012  

Revista AEResende 3P 2011_2012 Agrupamento de Escolas de Resende

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