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JรšLIA CARREIRO Portfรณlio | Arquitetura e Urbanismo FAU / UFRJ 2017


INFO Júlia de Carvalho Carreiro juliacarreiro@ufrj.br +55 21 988 720 464 106 R. Senador Vergueiro apt 706 Flamengo - RJ

FORMAÇÃO ACADÊMICA 2008 - 2010

Ensino Médio | Colégio Pedro II

Graduação em Arquitetura e Urbanismo Universidade Federal do Rio de Janeiro 2011 - atual

2013 - 2014

Iniciação Científica | PROURB - FAU/UFRJ Culturas Urbanas e Pensamento Urbanístico no Brasil Coordenação: Prof. Margareth da Silva Pereira 2014 - 2015

Intercâmbio | França ENSAP Lille

SOFTWARES

AutoCad | Adobe Photoshop | Adobe Illustrator Adobe InDesign | Skecth Up | Corel Draw | Pacote Office LINGUAS

Português | Francês | Inglês


CONTEUDO

2013 RESIDÊNCIA

ESTUDANTIL Projeto selecionado para exposição BERGUES: CULTURE EN MOUVEMENT Atelier de Projet Conception/Complexité Master | ENSAPL 2015

O CULTIVO Projeto de Atelier de Intervenção Urbana Vicente de Carvalho 2016

C+P ARQUITETURA | HOSTEL VILLA 25 Fotografia de Arquitetura

OUTRAS EXPERIÊNCIAS

Monitoria em Gráficas Digitais (2014)

Mutirão/Intervenção Morro do Alemão (2015) Workshop ENSA Versailles + Studio-X (2015) Monitoria em Atelier Integrado II (2016 - 2017)


RESIDÊNCIA ESTUDANTIL Projeto de Arquitetura II Prof. Adriana Sansão | 2013 O terrreno proposto para a implantação do projeto se localiza emuma área de importante valor, seu entorno é rico em atividades e pontos atrativos como o OiFuturo, o Instituto de Arquitetos Brasileiros, Largo do Machado e Aterro do Flamengo. O projeto tem como objetivo gerar uma área de apoio ao IAB, reforçar e atrair o fluxo de pedestres para a nova rua criada, deixando áreas para uso público. Maior parte da edificação accompanha o perímetro do terreno se voltando para a ru, não só visando insinuar a delimitaçào da nova quadra como também “manter os olhos na rua”atributo de Jane Jacobs para uma rua segura. �


tĂŠrreo

pav. institucional

pav. tipo


BERGUES: CULTURE EN MOUVEMENT Atelier Master Complexité Prof. Juliette Pommier | Lille 2015 Um híbrido de museu, mediateca et arquivo que visa criar um ponto de concentração de atividades para Bergues, abrindo possibilidade para touristas e mesmo ao habitantes para participar e criar uma nova dinâmica cultural na cidade. O objetivo é compor com o objeto arquitetônico um espaço público que induza não só a exploração sensível do mesmo, mas também das áreas históricas da cidade, que se apoia nelas para gerar uma nova economia de turismo, e sobreviver ao esvaziamento populacional. A área de intervenção é atravessada por uma rua, desenhada pelo edifício e pela topografia criada, oferecendo uma sequencia de transição entre as duas paisagens em duplo sentido. Essa nova passagem se insere na rede já existente de percursos turísticos da cidade. O próprio equipmento possui em si uma proposição de circuito, entre diferentes experiencias fenomenológicas de luz, de vistas para o exterior e do exterior, e também as diferentes relações entre circulações e espaços de exposições e leituras.


transição entre urbanidades

inserção na rede de circuitos

mise en scène do patrimônio


corte transversal ao museu


vista do acesso pela cidade


O CULTIVO Atelier Integrado II Prof. Diego Portas| 2016 O projeto de escala urbana de intervenção traz um releitura/ampliação do termo habitar, sabendo que uma característica intríseca à arquitetura é a construção de abrigos como suporte à diversas atividades, não somente à atividade de morar. O instrumento explorado aqui é a inderteminação nessa arquitetura que, em diversas escalas e temas, incopora e aceita a sua própria instabilidade e faz da sua materialidade um suporte, um cenário para o habitar. Conduziu-se a indeterminação como o meio para chegar a questão da arquitetura de resistência, que se insereem meio aos conflitos urbanos e desafia a visão totalizadora do arquiteto, e tendo sua riqueaza ao capturar os diversos graus de liberdade da cidade. Fora Temer.


recorte urbano

remoção atacadào

reguardar e vincular

conexão entremuros

ensaios de cidade


o intermodal


0

200

implantação em Vicente de Carvalho


HUB I

HUB II

Habitar o HUB I modal em escala Habitar o modal em coletiva escala coletiva

Habitar o HUB II modal em escala Habitar o modal em íntima escala íntima

s

PP11

60m²

60m²

Pavimento tipo

ss

PP11

35m²

NEYMAUSUS LEVIATÃ Habitar em torno do bloco Habitar em torno central do bloco central

Habitar a LEVIATÃ planta livre

PP2 i

PP2 i

NEYMAUSUS

i

2

93m²

35m²

93m²

Pavimento tipo

Pavimento tipo

Habitar a planta ivre

i

2

96m²

96m²

Pavimento tipo

O cultivo é o meio de ensaios de cidade para o sistema apresentado, alimentado por diversas tipologias analisadas e modificadas. Ele aborda diferentes escalas para que se possa promover diversidade social, de possibilidades de apropriação do espaço e de absorção de atividades, seja no espaço construído, seja no não edificado. As tipologias associadas a um sistema aberto autônomo, buscam uma arquitetura de resistência às rápidas modicações dos estados urbanos.

LCT

CIFU Habitar a CIFU partir do módulo Habitar a partir mínimo do módulo mínimo i

Habitar em LCT escalas Habitar em escalas

i

i

PP 1/P PP /P 1 1-21-2 15 a 85m²

25 a 75m²

15 a 85m²

Pavimento tipo

i

PP 1/P PP /P 1 1-21-2 25 a 75m²

1° Pavimento

2° Pavimento

3° Pavimento


ALVARENGA

LAVASSAL CASA DESNUDA LAFAYA

Habitar ALVARENGA

expansivo

Habitar expansivo

Habitar LAVASSAL

duas escalas

habitado

ao escalas mesmo Habitar duas ao mesmo tempo tempo

i

O galpão habitado

1-2

2

GALPÃO O galpão GAL PÃO habitado

O glapão habitado

PEÇA Habitar PEÇA a infraestrutura Habitar aurbana infraestrutura

1° Pavimento

s

i

i MM 2

s MM 3

75 m²

120 m²

190 m²

23 m²

75 m²

120 m²

190 m²

23 m²

2

160 m²

2° Pavimento

i

i P P2

160 m²

37 a 75m²

no térreo

Habitar no térreo

i

M 2M i

37 a 75m²

Habitar LAFAYA

urbana

i

i PP 1-2

1° Pavimento

O galpão CASA DESNUDA

2

TipologiaTérrea

1° Pavimento

3

TipologiaTérrea

i PP PP1

1

TipologiaTérrea

4

PP 0 a 25m²

1

P

M

G

26 a 100m² 101 a 300m²

2

3

3

GG

2 1

301 a 1000m² 1001 a ∞ m²

GG G

4

0 a 150m³ 151 a 1000m³ 1001 a 5000m³ 5001 a ∞ m³

M P PP


A escolha de um piso único, rígido, seco e homogêneo vem também da busca onde não é feito um piso especíco para um uso especíco, mas um piso que pode ser suporte para inúmeras atividades, apenas sugerindo uma curta permanência.

Hub// Planta Subsolo//

Planta Térreo //

Planta Nível Metrô//

Planta Nível Habitação//

0

Corte longitudinal

15

60


O intermodal segue na continuidade do sistema de tas. Funciona como uma grande infraestrutura urbana e sendo um equipamento metropolitano, é um grande contenedor de escalas, tanto do vazio quando do cheio. Tudo é unicado por um grande cobertura, gerando esse enorme edifício que acaba se tornando o símbolo de um templo de ode ao transporte público,que reete o debate contemporâneo que gira em torno da mobilidade.

entre fitas

edificios travessia

peça urbana e fitas

0

15

60


HOSTEL VILLA 25 C+P Arquitetura Fotografia para publicação Largo do Machado | 2016


Contato: (21) 988 720 646 juliaccarreiro@hotmail.com jucarreiro@gmail.com issuu.com/juliacarreiro instragram.com/juliaccarreiro

Profile for Júlia Carreiro

Júlia Carreiro | Portfólio 2017  

portfólio acadêmico - estudante de arquitetura FAU/UFRJ

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