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Estrutura: Índice Apresentação Com a palavra Um giro pelos regionais Especial: Jornada Atividades SFN Espaço IMMF Mensagens, Risos e Brincadeiras

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01 – Com a Palavra: Carta do Papa Francisco........................................................................................

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02 – Especial: Jornada de Direitos Humanos.......................................................................................... 08 03 – SFN: Algumas atividades do Nacional...........................................................................................

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04 – SFN: Campanha da Fraternidade 2014...........................................................................................

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05 – Mensagens, Risos e Brincadeiras.................................................................................................... 19

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Organização: Jéssica Maria de Lima Rocha Arte e Diagramação: Ricardo Meneses


Jufristas de todo o Brasil, Paz e Bem!

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om muito esforço, apresentamos a 2ª Edição do "Boletim Informativo da JUFRA do Brasil - Nos caminhos da História". Nessa edição buscamos apresentar uma compilação das atividades realizadas na Jornada Nacional Franciscana pelos Direitos Humanos, algumas notícias da Jufra do Brasil, Carta do Papa Francisco em ocasião ao Dia Mundial das Comunicações Sociais e também um espaço com mensagens, brincadeiras e piadas. Desfrutem e divulguem esse instrumento para que possa chegar às mãos de todos nossos irmãos desse imenso País.

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Abraços Fraternos, Jéssica Maria de Lima Rocha Subsecretária Nacional de Comunicação Social, Escrituração e Arquivo da JUFRA do Brasil Facebook: jessicalimaro Twitter: @jessicalimaro Email: jessicalimaro@yahoo.com.br


Queridos irmãos e irmãs,

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oje vivemos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Frequentemente, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas. Estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas económicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas. Neste mundo, os mass-media podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazernos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para uma vida mais digna. Uma boa comunicação ajuda-nos a estar mais perto e a conhecer-nos melhor entre nós, a ser mais unidos. Os muros que nos dividem só podem ser superados, se estivermos prontos a ouvir e a aprender uns dos outros. Precisamos de harmonizar as diferenças por meio de formas de diálogo, que nos permitam crescer na compreensão e no respeito. A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros. Os mass-

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media podem ajudar-nos nisso, especialmente nos nossos dias em que as redes da comunicação humana atingiram progressos sem precedentes. Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus.

está mais perto de nós. Sem esquecer que a pessoa que, pelas mais diversas razões, não tem acesso aos meios de comunicação social corre o risco de ser excluído. Estes limites são reais, mas não justificam uma rejeição dos mass-media; antes, recordam-nos que, em última análise, a comunicação é uma conquista mais humana que tecnológica. Portanto haverá alguma coisa, no ambiente digital, que nos ajuda a

quisermos compreender aqueles que são diferentes de nós: uma pessoa expressa-se plenamente a si mesma, não quando é simplesmente tolerada, mas quando sabe que é verdadeiramente acolhida. Se estamos verdadeiramente desejosos de escutar os outros, então aprenderemos a ver o mundo com olhos diferentes e a apreciar a experiência humana tal como se manifesta nas várias culturas e tradições. Entretanto saberemos apreciar melhor também os grandes valores inspirados pelo Cristianismo, como, por exemplo, a visão do ser humano como pessoa, o matrimónio e a família, a distinção entre esfera religiosa e esfera política, os princípios de solidariedade e subsidiariedade, entre outros.

No entanto, existem aspectos problemáticos: a velocidade da informação supera a nossa capacidade de reflexão e discernimento, e não permite uma expressão equilibrada e correcta de si mesmo. A crescer em humanidade e na recíproca? variedade das opiniões expressas compreensão por exemplo, pode ser sentida como riqueza, Devemos, mas é possível também fechar-se recuperar um certo sentido de numa esfera de informações que pausa e calma. Isto requer tempo correspondem apenas às nossas e capacidade de fazer silêncio expectativas e às nossas ideias, para escutar. Temos necessidade ou mesmo a determinados também de ser pacientes, se interesses políticos e económicos. O ambiente Devemos, por exemplo, de comunicação pode ajudar-nos a crescer ou, recuperar um certo sentido de pelo contrário, pausa e calma. Isto requer desorientar-nos. O desejo tempo e capacidade de fazer de conexão digital pode acabar por nos isolar do silêncio para escutar. nosso próximo, de quem

Então, como pode a comunicação estar ao serviço de uma autêntica cultura do encontro? E – para nós, discípulos do Senhor – que significa, segundo o Evangelho, encontrar uma pessoa? Como é possível, apesar

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de todas as nossas limitações e pecados, ser verdadeiramente próximo aos outros? Estas perguntas resumem-se naquela que, um dia, um escriba – isto é, um comunicador – pôs a Jesus: «E quem é o meu próximo?» (Lc 10, 29 ). Esta pergunta ajuda-nos a compreender a comunicação em termos de proximidade. Poderíamos traduzi-la assim: Como se manifesta a «proximidade» no uso dos meios de comunicação e no novo ambiente criado pelas tecnologias digitais? Encontro resposta na parábola do bom samaritano, que é também uma parábola do comunicador. Na realidade, quem comunica faz-se próximo. E o bom samaritano não só se faz próximo, mas cuida do homem que encontra quase morto ao lado da estrada. Jesus inverte a perspectiva: não se trata de reconhecer o outro como um meu semelhante, mas da minha capacidade para me fazer semelhante ao outro. Por isso, comunicar significa tomar consciência de que somos humanos, filhos de Deus. Apraz-

me definir este comunicação «proximidade».

poder da como

Quando a comunicação tem como fim predominante induzir ao consumo ou à manipulação das pessoas, encontramo-nos perante uma agressão violenta como a que sofreu o homem espancado pelos assaltantes e abandonado na estrada, como lemos na parábola. Naquele homem, o levita e o sacerdote não vêem um seu próximo, mas um estranho de quem era melhor manter a distância. Naquele tempo, eram condicionados pelas regras da pureza ritual. Hoje, corremos o risco de que alguns mass-media nos condicionem até ao ponto de fazer-nos ignorar o nosso próximo real.

ser amados. Precisamos de ternura. Não são as estratégias comunicativas que garantem a beleza, a bondade e a verdade da comunicação. O próprio mundo dos mass-media não pode alhearse da solicitude pela humanidade, chamado como é a exprimir ternura. A rede digital pode ser um lugar rico de humanidade: não uma rede de fios, mas de pessoas humanas. A neutralidade dos mass-media é só aparente: só pode constituir um ponto de referimento quem comunica colocando-se a si mesmo em jogo. O envolvimento pessoal é a própria raiz da fiabilidade dum comunicador. É por isso mesmo que o testemunho cristão pode, graças à rede, alcançar as periferias existenciais.

Não basta circular pelas «estradas» digitais, isto é, simplesmente estar conectados: é necessário que a conexão seja acompanhada pelo encontro verdadeiro. Não podemos viver sozinhos, fechados em nós mesmos. Precisamos de amar e

Tenho-o repetido já diversas vezes: entre uma Igreja acidentada que sai pela estrada e uma Igreja doente de autoreferencialidade, não hesito em preferir a primeira. E quando falo de estrada penso nas estradas do mundo onde as

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pessoas vivem: é lá que as toda a Igreja, e as redes sociais envolver, pacientemente e com podemos, efectiva e são, hoje, um dos lugares onde respeito, nas suas questões e nas afectivamente, alcançar. Entre viver esta vocação de redescobrir suas dúvidas, no caminho de estas estradas estão também as a beleza da fé, a beleza do busca da verdade e do sentido da digitais, congestionadas de encontro com Cristo. Inclusive existência humana (Bento XVI, humanidade, muitas vezes no contexto da comunicação, é Mensagem para o XLVII Dia ferida: homens e mulheres que precisa uma Igreja que consiga Mundial das Comunicações procuram uma salvação ou uma levar calor, inflamar o coração. Sociais, 2013). Pensemos no esperança. Também graças à episódio dos discípulos de rede, pode a mensagem cristã O testemunho cristão não se faz Emaús. É preciso saber-se inserir viajar «até aos confins do com o bombardeio de mensagens no diálogo com os homens e mundo» (Act 1, 8). Abrir as religiosas, mas com a vontade de mulheres de hoje, para portas das igrejas significa se doar aos outros «através da compreender os seus anseios, também abri-las no ambiente disponibilidade para se deixar dúvidas, esperanças, e oferecerdigital, seja para que as lhes o Evangelho, isto é, pessoas entrem, Jesus Cristo, Deus feito independentemente da O testemunho cristão não se homem, que morreu e condição de vida em ressuscitou para nos libertar faz com o bombardeio de que se encontrem, seja do pecado e da morte. O mensagens religiosas, mas para que o Evangelho desafio requer profundidade, possa cruzar o limiar atenção à vida, sensibilidade com a vontade de se doar aos do templo e sair ao espiritual. Dialogar significa outros «através da encontro de todos. estar convencido de que o disponibilidade para se deixar Somos chamados a outro tem algo de bom para testemunhar uma Igreja dizer, dar espaço ao seu envolver, pacientemente e com que seja casa de todos. ponto de vista, às suas respeito, nas suas questões e Seremos nós capazes propostas. Dialogar não nas suas dúvidas, no caminho de comunicar o rosto significa renunciar às duma Igreja assim? A próprias ideias e tradições, de busca da verdade e do comunicação concorre mas à pretensão de que sentido da existência humana para dar forma à sejam únicas e absolutas. vocação missionária de Possa servir-nos de guia o ícone do bom samaritano, que liga as feridas do homem espancado, deitando nelas azeite e vinho. A nossa comunicação seja azeite perfumado pela dor e vinho bom pela alegria. A nossa luminosidade não derive de truques ou efeitos especiais, mas de nos fazermos próximo, com amor, com ternura, de quem encontramos ferido pelo caminho. Não tenhais medo de vos fazerdes cidadãos do ambiente digital. É importante a atenção e a presença da Igreja no mundo da comunicação, para dialogar com o homem de hoje e levá-lo ao encontro com Cristo: uma Igreja companheira de estrada sabe pôr-se a caminho com todos. Neste contexto, a revolução nos meios de comunicação e de informação são um grande e apaixonante desafio que requer energias frescas e uma imaginação nova para transmitir aos outros a beleza de Deus. Vaticano, 24 de Janeiro – Memória de São Francisco de Sales – do ano 2014.

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Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos chegou na sua 4ª edição. Neste ano, a partir da Campanha da Fraternidade (CF) 2013 que nos convida a sermos protagonistas na “construção de uma sociedade fraterna fundamentada na cultura da vida”, e da caminhada dos últimos anos da Subsecretaria Nacional de DHJUPIC junto a Família Franciscana, foi proposto o tema: Mineração e Direitos, com o lema: Missão, Fraternidade e Vida. Assim, jufristas de todo o Brasil OFM) foi criado para auxiliar e dinamizar puderam comungar de um mesmo a discussão. Notícias de diversas regiões objetivo: Conscientizar sobre as questões foram postadas para contextualizar a do extrativismos, suas implicações realidade concreta dos impactos da socioambientais e políticas, e se juntar à mineração. sociedade civil, Porém os trabalhos pastorais e não terminam por organizações que Porém os trabalhos não terminam aqui. Há muito o que lutam por justiça por aqui. Há muito o que ser feito, ser feito, trabalhado, neste sistema. trabalhado, discutido, discutido, CNBB, Ibase, conscientizado. conscientizado. O Sefras, Sinfrajupe, JPIC da Cúria mês de dezembro é Geral-OFM, AFES, Justiça nos Trilhos, apenas uma parte da nossa Jornada. Deus também contribuíram para a realização espera de nós a mesma resposta e desta jornada. Os trabalhos foram além da disposição que Isaías teve: “Eis-me aqui, cartilha: Um canal de vídeos com a participação de Padre Ari Reis (CNBB), envia-me a mim”. Que tenhamos fé e Dom Guilherme Werlang (CNBB), força para sermos jovens atuantes, Mayara Ingrid (JUFRA), Frei Rodrigo construindo, a cada dia, a mudança que Péret (AFES/SINFRAJUPE), Padre Dário queremos no mundo. Bossi (Justiça nos trilhos), Igor Bastos (JUFRA), Frei Fábio L’amour (JPIC-

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cada parágrafo lido vimos o sentimento de sede e justiça em ouvir e se deparar com injustiças e maus tratos para com nossa irmã natureza e até mesmo, para conosco. A cada encontro, saímos cheio do espírito de fraternidade em busca de uma sociedade do "bem viver" vista por Francisco. Temos que entrar em comum acordo, para começar a despertar o FRANCISCO que há dentro de nós, e começarmos a defender nossos irmãos que não conseguem por si só se defender dessa sociedade capitalista que tanto nos oprime e nos afasta cada vez mais de nosso dever fraterno, para com nossos irmãos, com suas tecnologias e alegrias passageiras, por termos.” FRATERNIDADE FILHOS DE ASSIS, VIGIA DE NAZARÉ-PARÁ

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oi bastante proveitoso, porque através da apresentação do tema seguido do debate, tivemos a oportunidade de expressar o nosso ponto de vista acerca desse assunto, e a discussão nos levou a um olhar mais critico sobre como o desenvolvimento de nossa região colaborou cada vez mais para o uso desenfreado dos recursos advindos da mineração.” Neto Ferreira Fraternidade Espelho de Clara “Sabemos que a mineração é uma das atividades que esgota os recursos da natureza e que está em ‘alta’ em nosso país, assim com um olhar franciscano, a JUFRA escolheu este temática para que todos ficassem cientes com o que está acontecendo no nosso Brasil (e principalmente na localidade em que estamos inseridos) e que a partir disso sejamos capazes de sermos agentes da tão sonhada mudança que queremos.” LOUISE LIMA FRATERNIDADE LUZ CLARA, BOM CONSELHOPERNANBUCO.

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u não tinha muita noção de como a Mineração impacta e está relacionada com nossa realidade. Essas questões nunca são retratadas na mídia e também tem muita relação com os poderes públicos. Temos que aprofundar mais nesta temática para podemos nos preparar e atuar juntos nesta luta.”JULIENE REIS-FRATERNIDADE DOM HELDER CÂMARA-UBERLÂNDIA-MINAS GERAIS.

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urante os encontros, vários aspectos foram apresentados, tais como a violação dos Direitos, na forma de exploração do trabalho e abuso da falta de informação dos cidadãos de pequenos municípios ou povoados, visando uma apropriação desumana dos recursos naturais ali existentes. Segundo relatos dos irmãos, alguns municípios (de sua naturalidade, ou vizinhos) sofrem muito com a chegada de diversas empresas.”ALAN DE SOUSA LIRA - FRATERNIDADE NOSSA SENHORA DA IMACULADA CONCEIÇÃO TERESINA-PIAUÍ

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Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos foi uma experiência boa para o Regional Nordeste B2. Das 6 fraternidades, 4 realizaram a jornada e foi de opinião unânime entre todos os irmãos e irmãs que é a Mineração é uma temática na qual precisamos nos aprofundar. A JFNDH foi uma oportunidade excelente para que conhecêssemos a realidade difícil da Mineração no Brasil e de que forma ela poderia influenciar nossas vidas em Sergipe. Como gesto concreto realizamos como pontapé inicial da jornada a Ação Missionária Franciscana - doação de roupas e alimentos em duas comunidades carentes da Grande Aracaju- nos inserindo assim no lema da JFNDH e nos comprometemos a observar em nosso dia a dia todas as situações de consumismo e uso irresponsável de minérios que acontecessem conosco e em nosso estado, nos propondo a sermos agentes conscientizadores da mudança e da luta envolvida na problemática da Mineração em nosso estado e no país.” REBECCA NASCIMENTO – SUBSECRETÁRIA REGIONAL DE DHJUPIC

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experiência da 4ª Jornada Franciscana pelos Direitos Humanos, nos proporcionou como fraternidade uma visão mais ampla e concreta em relação aos contextos e a problemática que envolve a exploração extrativista do Brasil e, mais focada em nossa região, a exploração de urânio e fosfato em Nossa realidade. Acredito que não só os Jufristas, mas toda a comunidade esteve unida e consciente do nosso trabalho. Parte então, logo após a JDH, unirmos forças com as demais entidades que buscam uma melhoria deste cenário.”ANTÔNIO GEAN DE SOUSA JUFRA DE BUENOS AIRES – CATUNDA CEARÁ

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iante da situação, os jufristas, acompanhados pelo assistente espiritual local, foram à Serra do Lenheiro e promoveram um encontro reflexivo orante em um local onde o bioma ainda permanece sem tantas alterações, para sensibilizar e criar forças para proteger os ecossistemas contra a exploração que destrói nosso meio ambiente polui nossa água e mata flora e fauna.” ANA CAROLINA MIRANDA FRATERNIDADE MONTE ALVERNE SÃO JOÃO DEL REY – MG

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extração de argila na localidade Cerâmica CIL ao longo dos anos tem causado grandes transformações na unidade paisagística local. Tendo isso graves consequências para a natureza. A localidade tem sua origem atrelada à produção ceramista, inicialmente com as olarias nela instaladas, e posteriormente com a introdução do processo industrial de produção de telhas e tijolos.”MARIA GILVANESSA ROSA DE SOUSA - FRATERNIDADE SANTA CLARA

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JUFRA DO BRASIL PARTICIPA DA AGENDA LATINO AMERICANA 2014

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o último domingo (09/02) a Juventude Franciscana do Brasil esteve presente na reunião da Agenda Latino Americana, representada pelo jufrista Henrique Ribeiro, Subsecretário Nacional para a Área Centro Oeste. A reunião aconteceu na cidade de São Paulo na Paróquia Sagrada Família. A Agenda traz o tema: “Liberdade, Liberdade”.

presentes na reunião, sendo eles: Goiás, Tocantins, São Paulo, Minas Gerais, dentre outros. Esta união de todos acontece apenas de 3 em 3 anos. O marco inicial foi uma Celebração Mística fazendo referência a Dom Pedro Casaldáliga, grande incentivados da agenda, e lembrança a dois mártires Irmã Dorothy Stang e Franz de Castro.

Irmãos e irmãs de diversos Um segundo momento foi a pontos do Brasil estiveram partilha de como anda a

Organização da Agenda no Brasil, as dificuldades e alguns problemas para levar adiante este projeto tão bacana. Pude perceber um sentimento de esperança e ânimo na busca de parceiros, como editora/distribuidora. É nítido que precisam de unir mais, se encontrar mais e perceber que pertencemos a uma mesma família e que juntos sempre conseguiremos com a bênçãos de Deus.


VISITA FRATERNA DA JUFRA DO BRASIL AO REGIONAL NE A3 – RN/PB

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urante a realização da 1ª Reunião Ordinária do Secretariado Fraterno Regional NE A3 – RN/PB, aconteceu também a Visita Fraterna do Secretariado Fraterno Nacional, representado pelos irmãos Sandolini Braga (Subsecretário Nacional para a Área NE A), delegado por Mayara Ingrid – Secretária Fraterna Nacional – e Frei Wellington Buarque, OFM (Assistente Espiritual Nacional). Após a apresentação de todos os irmãos e irmãs presentes, deu-se início a uma reflexão conduzida por Frei

Wellington acerca da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, a partir de uma perspectiva franciscana, seguida das palavras da irmã Wigna Jales, que foi Secretária Fraterna Regional, no triênio 20072010, que contou um pouco de sua experiência em servir os irmãos e irmãs de seu regional. Depois do almoço, passou-se para um diagnóstico da realidade das fraternidades locais, relatados pelos irmãos e irmãs Subsecretários/as para os Distritos, no qual em um levantamento feito, o Regional NE A3 conta hoje

com 18 fraternidades de JUFRA entre oficializadas, 15 iniciantes e contatos para iniciação de núcleos, além de 7 fraternidades de Mini Franciscanos. Os/As Subsecretários/as de Serviços colocaram suas perspectivas e ideias para as atividades no triênio. Encerrando a reunião, houve a celebração eucarística presidida por Frei Xavier, OFMcap e considerações finais por parte da Secretária Fraterna Regional, Emmanuele Tayana dos Santos e dos irmãos Sandolini Braga e Frei Wellington Buarque, OFM.


ENCONTRO INICIAL DA ETAPA DE FORMAÇÃO FRANCISCANA JUFRISTAS ADMITIDOS NA OFS

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cidade de Ponta Grossa-PR, berço oficial da JUFRA do Brasil recebeu nesse fim de semana a secretária Fraterna nacional que ministrou o Encontro Inicial da Etapa de Formação Franciscana. Além dos irmãos e irmãs da cidade que sediou o encontro, Jufristas de Curitiba, Céu Azul e Foz do Iguaçu também participaram e tiveram o privilégio de contar com a presença dos irmãos Rogério

Marenda e Edson Armando Silva que foram da fraternidade de Frei Eurico de Melo, os quais palestraram e cantaram canções de Frei Eurico. Também se fez presente o querido irmão ministro regional da OFS, Reis, que acolheu os irmãos e irmãs da JUFRA que serão admitidos nas fraternidades locais de OFS. Sem dúvida foi um encontro que estará para sempre em

nossas lembranças. A admissão desses/as jovens franciscanos na Ordem Franciscana Secular é motivo de alegria e esperança de renovação do carisma franciscano. Que esta nova etapa de formação seja para 16 nós o fortalecimento da fé e o crescimento da prática que precisamos até professarmos a regra de viver o evangelho na radicalidade de Francisco e Clara.

VISITA FRATERNA AO PARANÁ

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urante o Encontro Inicial de EFF em Ponta Grossa – PR, neste fim de semana, aconteceu também aVisita Fraterna de Mayara Ingrid, Secretária Fraterna Nacional, ao regional Sul I. Após a apresentação dos subsecretários(as) de distrito, cada subsecretário(a) de serviço partilhou seus trabalhos e desafios. O secretário regional também colocou seus trabalhos e dificuldades a cerca de cada fraternidade do regional e encerramos fraternalmente a visita com sugestões e esclarecimentos por parte da secretária nacional.


JUFRA NA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014

“Deus não quer ver seus filhos sendo escravizados, à semelhança e sua imagem, os criou.” A todos/as os irmãos e irmãs da JUFRA do Brasil, Subsecretários fraternos regionais para AE e DHJUPIC; Subsecretários fraternos locais para AE e DHJUPIC; Abraço fraterno de paz e bem!

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os próximos dias ocorrerá o lançamento oficial da campanha da fraternidade 2014. Para proporcionar que a reflexão da campanha chegue a todas as fraternidades locais de JUFRA e que assim as fraternidades se organizem é que a JUFRA do Brasil se adianta nessa divulgação. Diante dos trabalhos que a Igreja Católica no Brasil começa a realizar referente a Campanha da Fraternidade 2014, a juventude franciscana (JUFRA) sente-se convidada também a arregaçar as mangas e trabalhar em comunhão. Dentro dessa perspectiva, convidamos todos a reflexão

do tema: “Fraternidade e tráfico humano”. Observem que o assunto é propício ao tempo que vivemos, onde o tráfico humano é real no Brasil e no mundo, seja em uma dimensão laboral ou/e sexual. Várias são as fontes de informação (sites e cartas) que estão disponíveis, peço que todas as fraternidades locais nas pessoas dos subsecretários locais de AE e DHJUPIC possam buscar as melhores alternativas para as leituras e posteriores reflexões em fraternidade.

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Sugerimos algumas ideias, além do debate em fraternidade: • Reflexão com diversos grupos jovens • Reflexão em nível de Diocese (onde a Diocese não se mostrou ativa, buscar aberturas para a JUFRA promover a discussão). • Nas reuniões: abertura ao ato de ouvir possíveis histórias de parentes, conhecidos que vivenciaram os problemas referidos, ou ainda, trazê-los a reunião. Faremos o possível para que folhetos referentes a campanha cheguem em todas as fraternidade locais, esse trabalho ocorrerá em oportunidades de convívios como o encontro das áreas A e B em Maceió-Alagoas. Pedimos que cobrem materiais também aos representantes da igreja em suas dioceses e regiões. Que os irmãos jufristas possam encaminhar esse material, bem como, recolher (fotos e relatos das reuniões e atividades) para que entre para o acervo Nacional da JUFRA, mostrando abertura nas fraternidades para o debate. Para acesso direto aos materiais e adesão de outros, acesse: • http://jufraevangelizadora.blogspot.com.br/ • http://www.cnbb.org.br/campanhas/fraternidade •http://www.paulinas.org.br/loja/?system=produtos&action=detalhes&produto=734594 Fraternalmente, Washington Lima dos Santos, JUFRA Subsecretário Fraterno Nacional de Ação Evangelizadora Igor Bastos, JUFRA Subsecretário Fraterno Nacional de DHJUPIC

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urante uma era glacial bem remota, quando parte de nosso planeta se achava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram. Morreram indefesos por não se adaptarem às condições do clima hostil. Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, a juntar-se mais e mais. Bem próximos um do outro, cada qual podia sentir o calor do corpo do outro. E assim bem juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente. Assim aquecidos, conseguiram enfrentar por mais tempo aquele inverno terrível. Vida ingrata, porém... os espinhos de cada um começaram a incomodar, a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor. Feridos, magoados e sofridos, começaram a afastar-se. Por não suportarem mais os espinhos de seus semelhantes, eles se dispersaram.

Novo problema: afastados, separados, começaram a morrer congelados. Os que sobreviveram ao frio voltaram a se aproximar, pouco a pouco. Com jeito e precaução. Unidos novamente, mas cada qual conservando uma certa distância um do outro. Distância mínima, mas suficiente para conviver, sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim agindo, eles resistiram à longa era glacial. Apesar do frio e dos problemas, conseguiram sobreviver. Viver não consiste em respirar, mas em agir, 19 e nada de grandioso se consegue sem uma forte vontade e uma grande parcela de amor, para podermos superar as nossas dificuldades e as nossas limitações. As vezes os espinhos que outras pessoas possuem nos incomodam, mas temos que tentar conviver com os nossos espinhos e os de outras pessoas que nos são caras. Autor Desconhecido

Oração da Campanha da Fraternidade 2014 Ó Deus, sempre ouvis o clamor do vosso povo e vos compadeceis dos oprimidos e escravizados. Fazei que experimentem a libertação da cruz e a ressurreição de Jesus. Nós vos pedimos pelos que sofrem o flagelo do tráfico humano. Convertei-nos pela força do vosso Espírito, e tornai-nos sensíveis às dores destes nossos irmãos. Comprometidos na superação deste mal, vivamos como vossos filhos e filhas, na liberdade e na paz. Por Cristo nosso Senhor. AMÉM!


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1-Ratos não vomitam. 2-Os ursos polares são canhotos. 3-Você pisca aproximadamente 25 mil vezes por dia. 4-Os russos atendem ao telefone dizendo ?Estou ouvindo?. 5-Ninguém consegue lamber seu próprio cotovelo. 6-O Oceano Atlântico é mais salgado que o Pacífico. 7-O elefante é o único animal com quatro joelhos. 8-A cada ano, 98% dos átomos do seu corpo são substituídos. 9-Rir durante o dia faz com que você durma melhor a noite. 10-15% das mulheres americanas mandam flores para si mesmas no dia dos namorados. 11-Seu cabelo cresce mais rápido a noite, e você perde em media 100 fios por dia. 12-A barata consegue sobreviver por nove dias sem a cabeça antes de morrer de fome. 13-75% das pessoas que leram essas 13 coisas, tentaram lamber o próprio cotovelo! ME DIGA VC TENTOU???


1 – Primeira pessoa da Santíssima Trindade. 2 – Anjo que fez anuncio à Maria. 3 – Eu amo a... 4 – É a palavra de Deus. 5 – Mandou decapitar João Batista. 6 – A Bíblia é. 7 – Estavam nas bodas de Cana. 8 – Mãe de Jesus. 9 – Traiu Jesus. 10 – Evangelista. 11 – Ela é nossa Mãe. 12 – Última coisa que Deus criou.(Gn 1,26) 13 – Jesus quer que nós tenhamos. 14 – Jesus Nasceu. 15 – Segunda Pessoa Santíssima Trindade. 16 – Jesus ficou no deserto.(Mc1,13) 17 – Muito próximo de Jesus. 18 – Morreu para nos salvar. 19 – Criou todas as coisas.

20 – Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. 21 – Noivo de Maria. 22 – Mãe de João Batista. 23 – Ele batizou Jesus. Qual o seu primeiro nome. 24 – Maria foi visitar.(Lc 1,39-40) 25 – Uma das catorze cartas. 26 – Deus nos deu. 27 – Jesus ressuscitou em um Domingo de... 28 – Quinto livro Novo Testamento. 29 – Filho de Abraão (Gn 17,17-21) 30 – Nome soldado que Davi se interessou pela mulher dele. (ISm 11,2-3) 31 – Profeta que pediu comida para a viúva (I reis 17,14-16). 32 – Obede foi de Davi(Rute 4,22). 33 – Todos precisamos term em Deus. 34 – Jesus foi batizado nas águas do______Jordão.

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m portuga tinha bebido a mais e voltando para casa, capotou com o carro e ficou pendurado numa arvore, sobre um precipício de 10000metros. Logo após chega um mascarado todo vestido de preto, num cavalo preto, e usava uma espada e salva o portuga. Logo pega a espada e faz um Z na barriga do portuga e pergunta: - Sabes quem eu sou? O portuga pensa (?) olha o Z e responde: - Pois claro! Zuperman...

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m elefante que estava infestado de formigas, saiu rolando, rolando, até que se viu livre das formigas... Sobrou só uma grudada no pescoço, ao que as outras que estavam no chão começaram a gritar: - Vai, vai, torce o pescoço dele!!!

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Nos caminhos da historia 2ªed  

2ª Edição do Boletim Informativo da Jufra do Brasil - Nos Caminhos da Historia.

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