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PORTFÓLIO JULIANA BAGATELLI | ARQUITETURA E URBANISMO


30.09.1993 SĂƒO PAULO | BRASIL

(11) 95070-9444 juliana.bagatelli@hotmail.com


FORMAÇÃO ACADÊMICA 2000 - 2010

Ensino Fundamental e Médio no Colégio Sir Isaac Newton, São Paulo

2012 - 2016

Graduação em Arquitetura e Urbanismo na Universidade São Judas Tadeu - Campus Mooca, São Paulo

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL 2015 - atual

Estagiária e Arquiteta na empresa CRIARQUI - participando desde a criação de Projetos, com foco em reformas residenciais de alto padrão e comerciais, à execução da Obra, aprovando orçamentos, desenvolvendo detalhamentos técnicos e acompanhando a evolução da obra juntamente com a qualidade dos serviços prestados.

REALIZAÇÕES E PARTICIPAÇÕES 2014

Participação em equipe no Atelier Ensaios Urbanos, organizado pela SMDU, com o Projeto de Qualificação urbanística, aplicando as regras de uso e ocupação do solo, contidas no novo Plano Diretor Estratégico

2016

Curso de Representação Arquitetônica {CURA}

2017

Curso de Gerenciamento de escritórios de Projeto e Construção - Centro Universitário Belas Artes, Vila Mariana

QUALIFICAÇÕES DESENHOS, 3D E EDIÇÕES Autocad Sketchup V-ray

Illustrator Photoshop InDesing

IDIOMAS Inglês

Espanhol


APARTAMENTO IB | 2017 | P. 13


RESTAURANTE PANDARÉU | 2016 P. 11

APARTAMENTO MR | 2018 | P. 15

APARTAMENTO MR | 2018 P. 05 TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO | 2015 | P. 05


2015


TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO | ]ENTRE[ ABERTO DO ESPAÇO DO CORPO PARA O CORPO NO ESPAÇO

Orientadora: Luciana Tombi Brasil

O trabalho ]ENTRE[ ABERTO consiste em uma análise da relação entre corpo e arquitetura, a partir de um estudo a respeito da espacialidade na dança, dentro de proposições denominadas in situ. A proposta da pesquisa baseia-se em uma desconstrução, tanto da dança quanto da arquitetura, de modo a deslocar nossa perspectiva convencional de ver a cidade, com a intenção de desatrelar nossa mente aos pensamentos pré-definidos, acostumada a olhar tudo sob um ponto de vista fixo, e estimular a percepção de espaço urbano como um lugar “praticado”1. Tendo isso em vista, o Projeto da Escola de Dança aparece como uma proposta de “revelar a cidade” mediante as possibilidades de apropriação dos espaços através da dança, analisando questões relacionadas à arquitetura como evento, compreendendo-a como mediadora da liberdade de expressão necessária para uma construção de espaço que vai além da sua materialidade, e colocando em questão uma visão crítica do modo sistemático de utilização dos espaços arquitetônicos que reflete diretamente na ocupação de nossas cidades.

1 in Augé, Marc. p. 75


A intenção de trabalhar com a dança atrelada à arquitetura surge da vontade em compreender as mudanças nas condições espaciais dos lugares, em termos de função, causadas pela movimentação dos corpos durante a apropriação daquele espaço, estimulando uma nova percepção por parte do espectador. Fundamentado nas proposições artísticas desenvolvidas pela dança em ambientes inusitados, embasado nos trabalhos da coreógrafa e arquiteta Carmen Morais, denominados dança “in situ”, o estudo articula esse novo olhar da dança contemporânea - que desloca a perspectiva convencional do teatro, visto como um olhar mais poético, considerando o lugar e o público como agentes diretos para criação das apresentações - com o “olhar de volta”, segundo os conceitos de Eisenman, que permite um novo olhar sobre os espaços, dotando-os de possibilidades, estimulando uma nova relação entre sujeito e espaço.

Dentro desse contexto, a escolha para o lugar parte dessa sensibilidade em descobrir os espaços “invisíveis” que estão dentro da cidade, mas, ao mesmo tempo, não possuem a “cidade” dentro deles. Localizado entre um intricado fluxo (Av. Paulista e Av. 9 de julho), na chamada Grota do Bixiga, entre duas paisagens tão distintas da São Paulo que temos em mente, existe um “vazio construído”. Por trás dos extensos estacionamentos ali presentes há um lugar repleto de possibilidades, com uma singularidade própria, que precisa ser vivenciado. Partindo desse pressuposto, utilizando como embasamento a “visão social do espaço urbano” presente nos trabalhos da coreógrafa Trisha Brown e do artista e arquiteto Gordon Matta-Clark – no qual ocupavam os espaços marginalizados e invertiam os valores do lugar - a escola de dança surgiria, então, com a intenção de despertar o interesse nesse espaço, no sentido de torná-lo perceptível, estimulando uma nova forma de ver e viver o lugar.


A estruturação do Projeto da Escola de Dança, na Grota do Bixiga, partiu, primeiramente, da compreensão das condicionantes geográficas do lugar, tendo em vista a sua considerável declividade. Localizado entre três ruas (Rua Rocha, Rua Una, e Rua Almirante Marques de Leão), o acesso à nível do pedestre em todas as faces do lote tem fundamental importância, visto o propósito do Projeto em trabalhar com a movimentação, seja propiciada pela dança em lugares inusitados ou pela passagem das pessoas pelo edifício, com a intenção de despertar um novo olhar através de diferentes formas de apropriação. Tendo isso em vista, foi essencial compreender tanto o fluxo de pedestre quanto a topografia, para estruturar o raciocínio de projeto e pensar os acessos e implantação coerentes à situação do lugar. Procurando responder ao objetivo proposto, com capacidade para atender cerca de 800 alunos, estipulando uma média de 20 alunos por estúdio (tendo como base para esse cálculo o diâmetro de 1,80m do giro de uma pessoa) com funcionamento em horário integral, o programa foi estruturado em três categorias principais: 1. Tendo em vista a intenção de ocupação e apropriação dos espaços mediante a movimentação dos indivíduos, o programa possui diversos espaços dotados de possibilidades para a criação e interpretação por parte dos usuários, com a característica de se reconfigurar conforme o modo como são utilizados.2. Os espaços destinados ao uso exclusivo da escola, com o objetivo de promover o desenvolvimento profissional e o aperfeiçoamento individual e coletivo em dança, com estrutura e equipamentos necessários para dar suporte ao funcionamento de tal programa. 3. Áreas de convívio com o propósito de “ativação”, ou seja, com o intuito de atrair pessoas, que não sejam apenas os integrantes da escola, promovendo encontros e movimentações.

40m²

VIDEOTECA

430m²

ESTUDIOS/VEST

20m² 170m²

APOIO CENTRO DE PES

90m² 65m²

TERRAÇO MEZANINO

70m² 325m²

DEP. FISIOTER ESTUDIOS/VEST

80m² 240m²

CAFÉ LABORATÓRIO

190m²

LOUNGE

140m² 161m²

SETOR ADMNIS

331m²

ÁREAS TÉCNICA

165m²

ATELIER/ CURS

117m²

HALL DE ACESS

395m²

ÁREA TÉCNICA

500m²

BISTRÔ

LOJA

TOTAL 3530m² CONVIVIO PUBLICO

POSSIBILIDADES


TIÁRIO

4º PAVIMENTO NIVEIS 780-781

SQUISA

3º PAVIMENTO NIVEL 778.90

RAPIA TIÁRIO

O DE DANÇA

STRATIVO

2º PAVIMENTO NIVEL 775.90

1º PAVIMENTO NIVEIS 772-773

PLANTA TÉRREO A SEM ESCALA

PLANTA TÉRREO B SEM ESCALA

TÉRREO 3 NIVEIS 768-769

AS

SOS LIVRES

TÉRREO 2 NIVEIS 765-766

SO TÉRREO 1 NIVEIS 760-761

ESCOLA

CORTE PERSPECTIVADO SEM ESCALA


Com uma unidade no Shopping Vila Olimp para o desenvolver o Projeto para a Ref rante Pandaréu, localizado na esquina d Rua Lourenço Marques. O ponto principa e, ao mesmo tempo, conseguir trazer alg tassem e trouxessem visibilidade à nova na fachada do andar superior Participando desde o levantamento, pude escolhas dos materiais, execução de det panhamento dos serviços executados na IMAGEM 3D

Todo o espaço do restaurante foi pensad reduzido, podendo optar pela área do sa Contando com um menu voltado à alimen de PANCS (plantas alimenticias não conv visual às mesas localizadas na varanda a

IMAGEM 3D

2016


RESTAURANTE PANDARÉU | SÃO PAULO

ESCRITÓRIO CRIARQUI

pia, o cliente procurou o escritório forma do novo espaço do Restauda Av. Dr. Cardoso de Melo com a al era manter a identidade visual guns elementos que complemenloja, como o painel em aço corten

e auxiliar na criação do Projeto e talhamentos, imagens 3D e acoma obra. IMAGEM 3D

do para ser um ambiente clean e confortável, de permanência maior dos clientes, diferente da área do shopping com um espaço alão ou varanda coberta com um lindo pergolado com telhas translúcidas. ntação mais saudável e com produtos naturais, uma das novidades do Projeto foi aproveitar toda área ajardinada para plantação vencionais) que podem ser utilizadas no cardápio, caso queiram, e ao mesmo tempo trazem privacidade formando uma barreira ao lado da calçada


IMAGEM 3D ESTUDO DE MATERIALIDADE SEM ESCALA

AUTOCAD + PHOTOSHOP SKETCHUP + VRAY

Projeto desenvolvido para um um espaço prático e que refl e procurando tornar o espaç 53m², optou-se pelo conceito litadas apenas pelo mobiliár A partir do estudo de materia tendo como revestimentos a queimado para que assim, ti na decoração, como a opção

2017


m jovem casal, recém casado, em busca de fletisse sua personalidade. Sem excessos ço o mais amplo possível, dentro de seus o integrado das salas de tv e jantar, demirio. alidade, ficou definido uma “base neutra”, a madeira, tijolinho aparente e o cimento ivessem mais liberdade no uso das cores pela porta de entrada amarela.

APARTAMENTO IB |SÃO PAULO AUTORIA PRÓPRIA


SKETCH

Proje bia ex passa por u Funda Como nas u tamen de at Busca apare ambie almen tualm

IMAGEM 3D

OBRA

2018

OBRA


APARTAMENTO MR|SÃO PAULO AUTORIA PRÓPRIA

HUP + VRAY

eto desenvolvido para uma mulher determinada que saexatamente o que queria. Com uma vida corrida onde a a maior parte do seu dia no trabalho, a cliente optou um apartamento menor com 50m², localizado na Barra a. o principal exigência, pediu que os móveis fossem apeum complemento da decoração, querendo que o aparnto por si só, vazio, já transmitisse sua personalidatravés dos diferentes materiais e texturas utilizadas. ando atender aos seus desejos, combinei então tijolo entes cobogó, ente, cobogó, ladrilho ladrilho ee madeira cumaru, criando um ente aconchegante eesofisticado sofisticadopara pararelaxar relaxare,e,eventuevenmente, nte, receber receberseus seusamigos. amigos.

IMAGEM 3D

Outro ponto salientado pela cliente era a criação de um espaço zen para meditação no terraço. Contando com uma área reduzida, abrigando lavanderia e condensadora do ar condicionado, a solução encontrada foi primeiramente desenvolver dois móveis com a mesma linguagem para esconder as máquinas e tanque. O futon e jardim iluminado entraram como ponto chave para trazer ambiência esperada pela cliente

IMAGEM 3D

OBRA


Portfolio 2018  
Portfolio 2018  
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