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ANO 3 • EDIÇÃO 125 • 24 DE MAIO A 06 DE JUNHO DE 2014 • O JORNAL GRANDE VALE

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Saúde Inverno tambem é tempo de cuidar do PESO E DA SAÚDE Com esse friozinho o que dá mais vontade de fazer é ficar embaixo das cobertas, vendo um filminho e lógico mastigando alguma coisa. Mas por quê será que no frio sentimos tanta vontade de mastigar? Por que será queengordamos mais no inverno do que no verão? Será que o nosso corpo está mais lento do que no verão? É exatamente ao contrário! No verão temos a impressão de gastarmos mais energia por suarmos mais. Mas o que o corpo está fazendo é liberar o calor que está “sobrando”. No inverno a temperatura “cai”. Nós temos o nosso tecido gorduroso que tem um importante papel de manter a temperatura do nosso corpo. O corpo gasta muito mais energia para manter a temperatura corpórea do que mantê-la. Para repor essa energia o nosso corpo “pede” comida já que é através dela que obtemos nossa primeira fonte de energia. E se nós lembrarmos do artigo

dereeducação alimentar (alimentação saudável) nós também lembraremos que a energia rápida vem dos carboidratos como massas, pão, bolo, torrada, arroz, etc; e também dos doces. Aí fica claro aquele desejo incontrolável. No inverno sentimos vontade de tomar algo quente para aquecer o corpo como um chá, mas logo na nossa cabeça vem a nossa cultura de tomar chá com torrada ou bolacha. O mesmo acontece com a sopa que sempre vem acompanhada por um pão.O que tem que ficar bem claro é que o desejo de comer não está só na necessidade de repor energia, mas também nas nossas cabeças. Se inverno nos lembra queijos variados com vinho e você não controlar a quantidades desses petiscos, não será esse gasto a mais do nosso corpo que conseguirá deixar a nossa balança (quanto comemos e quanto gastamos) equilibrada. Esse gasto de energia a mais é mínimo perto da quantidade

de calorias que ingerimos nesses alimentos. Portanto se não tomarmos cuidado o ponteiro da balança subirá sem ao menos percebermos, já que as roupas de inverno são mais largas. Outro agravante é a preguiça que o friozinho nos dá. Não são todas as pessoas que tem ânimo de chegar à noite e ir para uma academia com esse frio. Mas deveria. Se o seu objetivo é emagrecer aproveite que o nosso corpo está gastando mais energia e programe-se para perder uns quilinhos. Anime-se!!!! Reeduque sua alimentação e pratique uma atividade física.

Sara Lambert Clinica Futura (12) 3645-5353

Por que o terceiro molar ou dente do siso ou mais popularmente conhecido como “dente do juízo” demora para nascer? Por que temos o dente do siso se ele não serve para nada, apenas para doer? Essas são perguntas muito frequentes no consultório , principalmente por aqueles pacientes que chegam com o rosto todo inchado morrendo de dor e o diagnóstico é extração do siso! Vamos la então responder as perguntas: Porque ele precisa de espaço. Cada dente tem seu tempo de formação e erupção. O siso, ou terceiro molar, começa a se formar por volta dos 5 anos de idade e só nasce entre os 15 e os 20 anos. Afinal, seria impossível a boca de uma criança abrigar todos os dentes de uma vez. O problema é que essa “estratégia” do corpo nem sempre funciona, pois a arcada dentária pode se expandir e ocupar o pedaço da gengiva que seria destinado aos sisos. “Isso acontece por causa do reduzido tamanho do maxilar superior ou da mandíbula, ou por um mau posicionamento dos dentes

que nasceram antes”, diz o professor de odontologia Roger William Moreira, da Universidade Estadual de Campinas (SP), a Unicamp. Quando falta espaço, os sisos pressionam os dentes vizinhos, causando dor e inflamações, e às vezes precisam ser arrancados. Mas esse episódio do início da vida adulta não foi sempre um incômodo. “Nossos ancestrais tinham uma alimentação mais consistente e abrasiva e as perdas dentais precoces eram freqüentes, o que tornava os terceiros molares fundamentais para complementar o aparelho mastigatório”, afirma Roger. Hoje a situa-

ção é outra. Os maxilares diminuíram, as dietas são mais leves e os sisos quase não têm utilidade. “Algumas pessoas nem têm mais esses dentes, o que indica uma tendência evolutiva de desaparecimento”, diz o professor de odontologia Marcelo Giannini, também da Unicamp. Simples assim!

Luciana Bason

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