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Julia Lopes +55 12 99122 1437 jplopes.arq@gmail.com São Paulo, SP

formação acadêmica

2018 2018

FAU USP – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo graduação com previsão de conclusão em dezembro de 2018

experiência profissional

2017

Camaleoni, São Paulo período: agosto de 2017 - atual experiência em cenografia, produção executiva e criação de conteúdo, dentro do universo de design de experiências

2016 Studio MAZ, Rio de Janeiro período: estágio de férias, julho de 2016 participação no desenvolvimento de projetos arquitetônicos, com realização de desenhos no autocad, modelos 3d e relacionamento direto com clientes e fornecedores

atividades extracurriculares

publicações

competências

2018

Produção Cultural: Inspirador 1.2 centro de pesquisa e formação do sesc são paulo

2014

Educativo 31ª Bienal de São Paulo fundação bienal de são paulo

2014

Encontro Sobre Arte fundação bienal de são paulo

2014

Curso de Filosofia e História da Arte museu de arte moderna de são paulo

2017 Publicação de Artigo revista cadernos de pesquisa da escola da cidade “espaços públicos na são paulo contemporânea: manifestações populares e a avenida paulista” 2016

Publicação de Artigo revista contraste 4 “cultura como forma de produção do espaço urbano”

2014

Iniciação Científica – Orientadora: Vera Pallamin período: junho de 2014 - junho de 2015 nap urb (núcleo de apoio à pesquisa) “redes sociais, arte e cidade: junho de 2013 e os movimentos de resistência na produção do espaço urbano”

Softwares autocad, sketchup + v-ray, revit, photoshop cs, indesign, microsoft office Idiomas português nativo inglês fluente [certificate of competency in english, the university of michigan] espanhol intermediário


rua gravataĂ­, 87


01

casa de cultura rua gravataí o projeto surge com a proposta de instalação de uma casa de cultura na rua gravataí, localizada entre o parque augusta e a praça roosevelt, no centro de são paulo. a ideia central é fazer com que os espaços construídos sejam tão utilizados quanto esses dois equipamentos já existentes - o parque e a praça -, e que contribuam para a vida cultural de toda a população da cidade que tem o centro como espaço de convívio. o volume proposto pretendese parte da rua: de forma que, muito mais do que voltar as atenções para si, busca-se a harmonia do conjunto. o recuo lateral amplia a relação com a rua, e a grande ocupação do terreno torna possível a inclusão de uma série de atividades no edifício, como ateliês, salas de aula, espaços de exposição e biblioteca. trabalho realizado para a disciplina aup162 projeto iv orientador: angelo bucci ano: 2015


planta térreo escala 1:200

a

a

planta 1º pavimento escala 1:200

a

a

planta 2º pavimento escala 1:200

a

a

planta 3º pavimento escala 1:200

a

a

planta 4º pavimento escala 1:200

a

a


biblioteca sala de estudos

administração salas multiuso varanda

ateliê salas de dança

ateliê salas de dança

acesso café

esquema estrutural

esquema programático

o volume é construído a partir da sobreposição de paredes autoportantes, perpendiculares umas às outras. essa configuração tornou possível a supressão possí dos pilares e uma maior flexibilidade da estrutura. entre um andar e outro, as paredes variam de posição, e isso forma uma espécie de grelha, que torna o sistema estrutural ainda mais resistente. os espaços resultantes são flexíveis e permitem uma maior conexão entre as diferentes atividades di e entre a casa de cultura e seu entorno, o centro da cidade.


> elevação norte sem escala

corte aa escala 1:200


02

são paulo periférica cratera de colônia há aproximadamente 20 milhões de anos, um meteorito atingiu o que viria a ser a cidade de são paulo. hoje, o que existe na região é uma cratera com quase 4km de diâmetro - a uma distância de quase 40km até o centro da cidade. apesar de ter sido definida como parque natural municipal, muito pouco se fez para preservar a memória geológica do lugar: e, para além da física, astronomia e geologia, o espaço é também rico em aspectos naturais e culturais, com a proximidade da serra do mar e a existência de mais de uma comunidade indígena na região. em um estúdio livre, a proposta aqui foi criar uma sede para o parque natural, que pudesse fazer da região um polo turistico no extremo sul da capital paulista. trabalho realizado para a disciplina aup190 projeto - optativa v orientadores: alexandre delijaicov e angelo bucci ano: 2018


sede do parque natural municipal da cratera de colônia

centro da cratera

centro de vargem grande

penitenciária joaquim fonseca lopes

margem oposta crista localdaescolhido

o é um dos únicos, ao longo da crista, de onde é possível se ter uma dimensão total da cratera.

na cota mais alta, 858m, identificou-se um platô com aproximadamente 300m de comprimento. o procedimento de demarcação do espaço se deu, portanto, da seguinte forma: ligar as centro da crateraextremidades e dividir os 300 m em marcos, de 50 em 50 metros. ao centro, os pontos se ligam e formam uma rampa, espécie de monolito pousado no platô. nas extremidades, os marcos se colocam como paredes.

área de projeto

o resultado obtido é um jogo de esconde-esconde, com elementos básios da arquitetura: o plano e o volume.


/ o programa é definido a partir de três estados / o programa é definido a partir estar de três estados chegar exposição permanente recepção e informações estar geológico chegar museu banheiros exposição permanente recepção e informações cafeteria museu geológico banheiros cafeteria

explorar rampa explorar paredes rampa paredes

/ os três estados são materializados em dois espaços, opostos e complementares em dois espaços, opostos e complementares pavilhão mi/ os três estados são materializados mirante caixa fechada espaço aberto pavilhão mirante linear mi enterrado escultura caixade fechada espaço aberto ponto demarcação do espaço refúgio enterrado escultura linear ponto de refúgio demarcação do espaço

esquema: perspectiva sem escala esquema: perspectiva sem escala

esquema: planta esquema: planta

sem escala sem escala

esquema: vista frontal esquema: vista frontal

sem escala sem escala

< esquema da divisão modular do platô, de 50 em 50 metros sem escala < esquema da divisão modular do platô, de 50 em 50 metros sem escala

rampa marcos rampa pavilhão marcos pavilhão


mirante cota 858 pavilhĂŁo cota 853

corte

escala 1:500

vista esquemĂĄtica

sem escala


"ainda não se sabe exatamente quando, mas entre 5 e 36 milhões de anos atrás, um corpo sólido saiu de algum ponto do sistema solar, cruzou o espaço interplanetário, atravessou a atmosfera terrestre em alta velocidade, deixando um rastro de fogo, e se chocou violentamente com o solo num ponto onde hoje fica a região de parelheiros, zona sul da cidade de são paulo. o impacto abriu uma cratera de 3,6 quilômetros de diâmetro, com cerca de 300 metros de profundidae e uma borda de 120 metros." - repotagem da folha de são paulo, em 12.11.17 o projeto proposto surge da necessidade de criar um espaço que consolide todas as forças que fazem da cratera o que ela é. a composição com monolitos simples marca o espaço e faz uma brincadeira com esse corpo sólido que caiu do céu milhares de anos atrás.

linha de corte


03

canteiro experimental unifesp pensar o novo campus da unifesp é, de fato, um grande desafio: a situação política atual obriga um posicionamento de resistência e questionamento. dentro desse contexto surge o projeto do canteiro experimental: um espaço produzido pelos estudantes e comunidade, criado a partir de bancadas de madeira que circulam o espaço. delimitase um perímetro de produção de peças e, no negativo, uma enorme praça central para montagens e prototipagens. o canteiro possui apenas um módulo construído: os banheiros. em frente, uma arquibancada também em madeira onde são possíveis pequenas reuniões, discussões em grupo, descansos durante o trabalho. trabalho realizado para a disciplina aup193 projeto - optativa iv orientador: alexandre delijaicov ano: 2017

parque do carmo


unifesp / campus zona leste


planta de situação 1:2000 galpões existentes no terreno e destaque para o galpão usado no projeto planta três de situação 1:2000 três galpões existentes no terreno e destaque para o galpão usado no projeto

>

problemática problemática impossiblidade de definir um período de definir um período de do impossiblidade duração dadeocupação inicial (canteiro duração da ocupação inicial (canteirocomo: do canteiro), por conta de variáveis PRODUÇÃO canteiro), por conta de variáveis como: nível de quantidade de pessoas trabalhando, PRODUÇÃO quantidade de pessoas trabalhando, nível de conhecimento e experiência desses APOIO PRODUÇÃOconhecimento > MONTAGEM e experiência desses etc. pessoas, períodos de trabalho, APOIO PRODUÇÃO > MONTAGEM pessoas, períodos de trabalho, etc. resultados PRODUÇÃO resultados PRODUÇÃO definição de um layout de ocupação inicial definição um layoutdo degalpão ocupação inicial para de a ocupação médio e, a partir CARGA E DESCARGA para adisso, ocupação do galpão médio e, a partir // construir o canteiro experimental CARGA E DESCARGA disso,definição construirdos o canteiro experimental principais objetivos // definição dos principais objetivos (entregáveis) do canteiro do canteiro para, (entregáveis) canteirodeterminar do canteiroo para, então, serdopossível momento METAL então,deser possível determinar o momento METAL consolidação do canteiro experiemental. de consolidação do canteiro experiemental.

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> MONTAGEM

>

APOIO

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> MONTAGEM

APOIO

MADEIRA MADEIRA

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PEDRA

>

PEDRA

CARGA E DESCARGA CARGA E DESCARGA

> esquemas representativos do funcionamento das atividades no galpão: antes e depois da intervenção > esquemas representativos do funcionamento das atividades no galpão: antes e depois da intervenção


7

8 9

6

5

4

1

2

3

planta escala 1:250

N

1 รกrea livre: montagem e prototipagem 2 acesso viela 3 carga e descarga 4 arquibancada 5 banheiros 6 estacionamento empilhadeiras

7 bancadas fixas para trabalhos de precisรฃo 8 bancadas mรณveis / cavaletes 9 bancadas fixas para maquinรกrio


60

/ mobiliário proposto

40

20

35

as grandes bancadas que circulam a praça central têm 10,8m de comprimento e podem acomodar 9 estudantes. cada estudante possui um espaço de 1,2m de bandada - como suporte, conta com:

75

12 5 12

- três gavetas para armazenamento de peças e utensílios pequenos, como pregos, parafusos, trenas, etc.; - um quadro para pendurar ferramentas maiores, como martelos, chaves de fenda, etc. - duas portas de armário, para armazenamento de outros materiais. 40

corte longitudinal escala 1:250

40

40


240 60

60

60

92

200

0

40

40

40

40

40

cotas em cm


assim, a única estrutura construída no canteiro é o módulo com banheiros. em frente, uma arquibancada onde são possíveis pequenas reuniões, discussões em grupo, assembleias, descansos durante o trabalho. as bancadas de trabalhos circulam o espaço, deixando no centro um grande vazio capaz de ocupar as mais diversas formas de ocupação. é possível contruir, em escala real, o protótipo de um sobrado. é possível organizar mesas com maquinário específico. tem-se uma praça central livre para as mais criativas montagens e prototipagens.


04

estante flip mobiliário o desenho da estante surge da necessidade de fazer dela um objeto multifuncional: com espaço para livros, discos, arquivos e equipamentos de escritório. a referência à flip e à cidade de paraty aparecem nos azuis da porta - esta que se coloca no ambiente como uma verdadeira pintura, com uma intervenção do artista gais ama. projeto criado para apartamento em ipanema, rio de janeiro ano: 2016


05

intervenção sala são paulo o projeto surge com o desejo de criar um debate e crítica acerca da sala são saulo e do espaço/contexto que a cerca. fez-se fundamental alcançar um ponto de instigação que trouxesse o transeunte a uma reflezão sobre o tema proposto, de forma que o resultado final busca conter forte caráter questionador e analítico. assim, a intervenção bidimensional, por meio da projeção de uma frase sobre a fachada do edifício, busca uma expressão do conflito que se mostra de maneira concreta nas contradições entre o espaço da sala e o bairro onde ela se encontra. trabalho realizado para a disciplina aup338 linguagem visual ambiental equipe: danielle khoury, heloisa ribeiro e julia lopes ano: 2014

senta e sente o som da sala na cidade

a dicotomia entre a erudição do interior da sala são paulo e o caos da cidade, revela um espaço, muitas vezes, alheio ao seu entorno. o som lá produzido, como simbolismo da cultura, não repercute na cidade, ecoando para um número limitado de pessoas. assim, a proposta também se coloca como uma denúncia da exclusão social tão presente no bairro da luz.


06

livro do artista experimentação usando principalmente a técnica da colagem, é proposta uma investigação por meio de intervenções gráficas e estruturais em um objeto já carregado de valor e sentido: um livro. este livro é tomado aqui como suporte de linguagens poéticas, um ensaio. as narrativas visuais construídas dialogam com as pré existentes na história original, dando origem, assim, a uma terceira história. alteram-se tempo e ritmo. surge uma narrativa visual. [as fotos utilizadas para o trabalho foram compradas em uma viagem, em um sebo do centro de bogotá] trabalho realizado para a disciplina aup336 linguagem visual gráfica ano: 2013


07

ensaios gráficos matéria viva os ensaios gráficos que compõe o trabalho surgiram a partir de uma série de derivas realizadas pela vila mariana, bairro onde moro. durante as deambulações percebi que as ruas por onde andava eram muito mais verdes e arborizadas do que em outras regiões da cidade que também fazem parte do meu dia a dia. assim, comecei a coletar diferentes tipos de flores e folhas que encontrava caídas pelo caminho. a partir das técnicas de carimbo, colagem e serigrafia, construí uma sequência gráfica, discutindo de forma leve e sutil a maneira como as linhas retas dos edifícios tomam o espaço que era antes das linhas orgânicas da vegetação. trabalho realizado para a disciplina aup369 poéticas da deriva urbana ano: 2017

colagem / carimbo de folhagens sobre papel e serigrafia sobre papel vegetal

carimbo de folhagens e flor sobre papel


monotipia

colagem / serigrafia sobre papel e serigrafia sobre papel vegetal


08

paisagem urbana signos e singularidade voltado à leitura da paisagem urbana, este exercício propõe uma compreensão dos signos e das singularidades/identidades presentes nos microambientes da cidade. o trabalho em questão surge a partir da observação do cebolão, como é conhecido um dos complexos viários da cidade de são paulo - no qual se encontram os rios tietê e pinheiros. as sensações observadas e vividas são traduzidas de forma visual, por meio de um convite à discussão sobre a complexidade signa daquele espaço. trabalho realizado para a disciplina aup336 linguagem visual gráfica ano: 2013


nanquim sobre papel, com tratamento digital


09

deriva: vila romana investigação uma página arrancada de um velho guia de ruas: esse foi o ponto de partida para uma série de derivas pelas ruas dos bairros vila romana e pompeia. a partir da descoberta de que o guia apontava a existência de uma série de ruas sem saída, a ideia era procurar essas ruas e investigar se elas ainda existiam ou não. o resultado dessas visitas foi, além de uma série de fotografias e escritos rápidos, uma percepção menos abstrata de como são paulo se transforma diariamente. trabalho realizado para a disciplina aup369 poéticas da deriva urbana equipe: julia lopes, lívia gianini victoria e natália alavarce ano: 2017


trecho de escritas feitas durante as derivas >

“o bairro é um quase lá, quase cá entre pompeia e vila romana, velha vila velha cheia de ruela, é ela que chega a confundir, se é prédio ou se é rua, um bairro, uma cidadela. a cidade se transforma em uma colcha de retalhos, uma sobreposição de cenários. a rua tranquila e bucólica nem parece ela, quando põe um portão na frente e se esconde atrás de tantas placas. qual a sensação de chegar a um lugar que não existe mais?”


10

narrativas construção para este exercício, o suporte estava prédeterminado: um livro sanfona com oito páginas, o desafio era portanto, a partir desse suporte, criar uma narrativa sobre um tema livre. optou-se pela técnica da colagem como matriz principal de criação e, em cima dela, o uso de outros materiais como giz carvão. os diferentes tipos de papel utilizados e as texturas que as colagens criam fazem um jogo de luz, sombra, reflexos e superfícies opacas. as imagens apresentam mulheres, e suas histórias são múltiplas, sendo possível que cada leitor crie sua própria narrativa. trabalho realizado para a disciplina aup340 projeto visual gráfico equipe: amanda vieira, beatriz coelho, julia lopes ano: 2014


Julia Lopes | Portfolio 2018  

Portfolio com projetos selecionados, executados entre 2013 e 2017, durante graduação na FAUUSP (Universidade de São Paulo) e trabalhos extra...

Julia Lopes | Portfolio 2018  

Portfolio com projetos selecionados, executados entre 2013 e 2017, durante graduação na FAUUSP (Universidade de São Paulo) e trabalhos extra...

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