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4 GERAL/OPINIÃO

Divulgação

UVA assina convênio com Câmara Municipal de Búzios O reitor da Universidade Veiga de Almeida (UVA), professor Arlindo Vianna, e o diretor geral do campus Cabo Frio, professor Ronaldo Piloto, estiveram no município de Armação dos Búzios, na manhã desta quarta-feira, dia 8, para assinatura do Contrato de Convênio e Cooperação Mútua com a Câmara Municipal buziana. O documento foi assinado pelo presidente da casa, Leandro Pereira dos Santos, e demais vereadores presentes. Por meio do convênio, servidores da Câmara e dependentes terão descontos nos cursos de graduação e pós-graduação da Universidade. A parceria abre, ainda, a possibilidade para os estudantes realizarem estágio currícular na Câmara, além de pesquisas acadêmicas de acordo com a demanda apresentada pela Casa, fornecendo subsídios para a tomada de decisões. Uma das prioridades do legislativo buziano e a área ambiental. Na ocasião, o reitor destacou alguns diferenciais da Universidade, entre eles a sétima posição entre as instituições particulares no ranking do Ministério da Educação que mede a qualidade do ensino superior. Arlindo Vianna também falou sobre a proposta de educação continuada, especialmente por meio da educação à distância. “A Veiga entra, definitivamente, na era da eduacação a distância, dando acesso a todos com a mesma qualidade do ensino presencial”, disse. O professor Piloto falou sobre aspectos acadêmicos e de prestação de serviços realizados pelo campus. As atividades do Vivenciando – projeto de integração entre a Universidade e escolas – e do Serviço de Psicologia Aplicada, que oferece atendimento psicológico à comunidade, foram apresentadas. “A Universidade está comprometida com o desenvolvimento da comunidade do seu entorno”, ressaltou o diretor. O presidente da Câmara, vereador Leandro, está otimista com a parceria. “Precisamos despertar o cidadão para buscar uma universidade, evoluir nos estudos”, disse.

Aberta a 3ª edição do programa de bolsas Ibero-Americanas do Santander Os alunos de graduação da Universidade Veiga de Almeida (UVA) terão uma oportunidade única de viverem uma nova experiência e acrescentar muito a vida profissional e pessoal. Está aberta a 3ª edição do programa de bolsas Ibero-Americanas do Santander que irá beneficiar dez alunos da UVA com bolsas equivalentes ao valor de três mil euros. O intercambio tem a duração de seis meses e os alunos poderão estudar em algumas das universidades do México. Além de estudar em outro país, aprendendo outra língua, os alunos da UVA terão a chance de crescer profissionalmente e de conhecer novos hábitos, lugares e culturas. Do total das bolsas que a UVA recebeu, duas serão destinadas a Universidad Panamericana do Occidente, duas para Anahuac, ambas no México, três vagas para a Siglo 21, na Argentina, uma para a Espanha e outra para Portugal, sendo que essas também ainda foram escolhidas. Os alunos que se interessarem deverão trazer até o dia 18 de agosto os documentos necessários para a inscrição na central de atendimento do Campus Tijuca.

Turismo de Portas Abertas no campus Tijuca

Trazendo a proposta de debater assuntos recorrentes da área do Turismo, os estudantes da turma de Prática em Eventos, do professor Marcos Simas, prepararam durante todo o semestre o seminário "Turismo de Portas Abertas", que chega esse ano a sua segunda edição. "A ideia é mostrar aos alunos o que o mercado está oferecendo no momento, quais são as oportunidades existentes e os projetos em andamento para o aproveitamento dos profissionais de Turismo junto aos órgãos públicos e demais entidades", afirma a coordenadora de Turismo, Selma Azevedo. O seminário contará com palestras com profissionais da área, como Elzário Pereira, presidente da Associação Brasileira de Turismólogos, Paulo Villela, diretor de marketing da Riotur, e Celia Lapagesse, consultora em Turismo do SEBRAE. Além disso haverá a apresentação de filme e encenação dos alunos sobre as situações vividas pelos profissionais de Turismo no mercado de trabalho."

SEGUNDA-FEIRA, 1 de junho de 2013

BATE-PAPO Inclusão dos homossexuais Como as universidades podem lidar com a diversidade dentro do campus?

O grupo de alunos de letras tem como objetivo despertar o público para a leitura e a cultura

Alunos dão vida a textos de consagrados autores da literatura Os alunos de Letras da Universidade Veiga de Almeida (UVA) dão vida a textos de consagrados autores da literatura brasileira por meio de leituras dramatizadas. O evento batizado de “Mosaico literário de leituras dramatizadas” chega a sua terceira edição amanhã, dia 7. O grupo, composto por sete alunos da graduação, tem como objetivo despertar o público para a leitura e a cultura, apresentando poesia, literatura e muita emoção em um trabalho desenvolvido com muito esforço e prazer. Sucesso de público nas duas apresentações anteriores, o evento emociona a plateia a cada interpretação. Na primeira apresentação, que aconteceu no último dia 26, o grupo despontou e arrancou elogios. A segunda exibição, que aconteceu no dia 30 de abril, o grupo adicionou um ingrediente especial: a música. Os alunos Alexandre Marcolino, Diego Alves, Gislaine Lima, Ludmilla Lins, Anne Reis e Sheila Cunha escolheram canções como “As rosas não falam”, de Cartola, e “Eu sei que vou te amar”, de Tom Jobim, que costuraram a apresentação com os textos de Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira e Vinicius de Moraes.

O projeto caiu no gosto da comunidade acadêmica e atraiu alunos de primeiro período para participarem das apresentações. Entre elas estão Anne Reis, de 24 anos, e Sheila Cunha, de 28. “Sempre gostei de poesia e quando presenciei a primeira apresentação do mosaico me interessei pela iniciativa e resolvi me candidatar. Eles me aceitaram de braços abertos. Espero que eu consiga a passar a mensagem do texto e motive outras pessoas a poderem participar conosco”, afirma Anne, que vai está ansiosa para sua estreia. De acordo com Diego Alves, um dos integrantes da formação original do grupo, o objetivo inicial está sendo alcançado e o projeto está superando as expectativas. “A nossa ideia é emocionar e sensibilizar as pessoas com nossas apresentações. Creio que estamos no caminho certo”, afirma o aluno. As próximas apresentações do “Mosaico literário de leituras dramatizadas” acontecem amanhã, com a leitura do texto “A falecida”, de Nelson Rodrigues, dia 21 de maio, com poemas de Fernando Pessoa, Cora Coralina, Cecília Meireles, Ferreira Gullar e dia 11 de junho com “Gota d’água” de Chico Buarque. Todas elas têm início às 19h, no auditório do campus Tijuca.

Evento de Moda, Administração e Marketing lota auditório público da Veiga de Almeida Na noite do dia 6 de maio, o evento multidisciplinar dos cursos de Administração, Moda e Marketing superou as expectativas e o auditório foi pequeno para acolher os alunos das três graduações. Sem deixar de lado o foco das três áreas, em questão, o evento ressaltou a importância dos três setores dentro de uma empresa e de como é essencial a interação deles para o sucesso da instituição. A abertura se deu com a palestra “Tendência de Mercado”, ministrada por Haroldo Monteiro, professor da UVA e diretor financeiro do grupo de varejo Folic, Checklist e Looxx, que falou sobre o consumidor do século XXI e da concorrência entre vendas online e lojas físicas. “O mercado varejista está focado no design de suas empresas, seja no investimento em suas plataformas virtuais ou na marca da instituição. O que podemos ver é que a atuação do profissional dessa área está cada vez mais influenciando diretamente no crescimento da empresa”, acredita o professor. Ele falou ainda da realidade no mundo dos negócios e da relação das áreas da administração, do marketing e da moda. “O profissional de hoje precisa ter conhecimento de várias vertentes e por isso é preciso estar por dentro de outras áreas para crescer profissionalmente. Não adianta ter apenas teoria e colocar para vender”, ensina Haroldo. A segunda palestra foi de Isabela Vecchi, estilista e gestora de estilo da marca LOOXX, que abordou o posicionamento do profissional de estilo no mercado atual e a importância de uma boa imagem do profissional. “Antes de tudo é preciso ter uma boa imagem. Desde a entrevista o profissional é avaliado, e a pri-

meira impressão conta muito. E para ter estilo é preciso ter cautela e bom gosto”, afirma Isabela. A estilista fechou a palestra falando dos motivos que levam os profissionais a serem demitidos hoje em dia. “Um bom profissional precisa ter um bom equilíbrio emocional e saber trabalhar em equipe. Boas partes das demissões são resultado de instabilidade emocional”, ressalta Isabela. E a experiência do evento multidisciplinar foi elogiado pelos alunos. “A experiência é bem produtiva, pois nos possibilita agregar valores e estarmos por dentro das tendências do mercado. É importantíssimo estarmos envolvidos com o pessoal de Administração e Moda, porque eles no ajudam nesta busca de atrair o consumidor”, afirma Juliano Miranda, aluno do 2º período de Marketing. Divulgação

Não é de hoje que o ambiente universitário é conhecido como o local ideal para que os estudantes exponham suas idéias, declarem suas vontades e preferências. O momento de dizer adeus à infância e à adolescência abre espaço para que os indivíduos sintam-se à vontade para assumir suas posições sem medo, ou pelo menos, com mais coragem. Será possível, porém, fazer com que tantas pessoas, sobretudo, diferentes, convivam em harmonia em um mesmo espaço? Realmente não é uma missão das mais simples, especialmente no Brasil onde, apesar da diversidade, o preoconceito e a segregação dos homossexuais ainda é bastante evidente. Embora algumas universidades atuem desenvolvendo programas, pesquisas e projetos especiais com o objetivo de difundir os direitos dos homossexuais e combater perseguição contra eles, para especialistas, o cenário ainda está longe do ideal. "? crescente o número de trabalhos nesta linha, mas ainda assim o movimento dentro das instituições é incipiente", lamenta o doutor em Antropologia da UFBA (Universidade Federal da Bahia) e fundador do grupo gay da Bahia, Luiz Mott. Em parte isto ocorre porque muitos grupos atuantes nas instituições brasileiras são isolados e não contam com apoio da reitoria. Tratam-se de iniciativas levadas à frente pelos alunos das instituições em parceria com diretórios acadêmicos e com o movimento estudantil. ? o caso do Prisma, do DCE da USP (Diretório Central de Estudantes da Universidade de São Paulo), que ganhou voz e visibilidade ao organizar o beijaço manifestação de apoio às alunas da USP agredidas pelo segurança da universidade enquanto namoravam dentro do campus em 2005. A iniciativa mobilizou, inclusive, parte dos estudantes simpatizantes da universidade. Em atividade desde 2002, o Prisma é um grupo permanente de trabalho do DCE. Charlie Drews, de 20 anos, estudante do curso de História e membro do grupo, explica que sua atuação se divide em dois eixos: o grupo de discussão, que promove o debate de temas sobre a diversidade sexual e o grupo de ação política, responsável pela organização de palestras e eventos, bem como reuniões políticas que promovam ações deliberativas sobre o tema. "O apoio da reitoria na promoção de palestras e eventos dentro do campus, sem dúvida, ajudaria para que fôssemos ouvidos e que nossas discussões sobre a temática da diversidade sexual chegasse a um leque maior de estudantes. Além disso, apoiando efetivamente esta iniciativa, a instituição se mostraria realmente preocupada com a questão", afirma Drews. Algumas instituições apóiam a formação de grupos de discussão, tanto dos direitos dos homossexuais como da inclusão social das minorias de uma forma geral. A UFES (Universidade Federal do Espírito Santo), a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e a UnB (Universidade de Brasília) são bons exemplos de instituições que têm grupos formados para combater e discutir temas como opressão e direitos humanos, mas que acabam incorporando a temática da diversidade sexual. "Nossa missão inicial era trabalhar com a inclusão dos cotistas na universidade, agora com o grupo já formado, a idéia é que se desenvolva também discussões e debates sobre outras questões como a homossexualidade", revela o assessor de inclusão e diversidade da UnB, Jaques Jesus. Apesar de iniciativas isoladas terem seu valor, a integração destes grupos faz uma diferença significativa para combater o preconceito. Por isso, anualmente, encontros como o Enuds (Encontro Nacional Universitário sobre a Diversidade Sexual) são realizados pelos grupos em defesa dos direitos dos homossexuais. "Este tipo de evento permite a troca de experiências entre grupos das mais diversas universidade para a difusão e implementação de projetos bem-sucedidos em outras instituições", ressalta Drews.

Fonte: UFRR

COMENTE: E-mail: conceito4@ig.com.br

Abertura se deu com a palestra ministrada por Haroldo Monteiro

Telefone: (22) 26430-016 Site: www.conceitoquatro.com

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