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MISSÃO VALORES VISÃO MISSÃO O Instituto Fialho de Vargas tem como missão e fim institucional apoiar e realizar iniciativas voltadas para o desenvolvimento social, artístico e cultural das comunidades e da região onde desenvolve suas atividades.

VALORES Para atender os seus valores o Instituto Fialho de Vargas possui os seguintes objetivos sociais: I - Promover o resgate da história e cultura regionais, colaborando com programas e atividades que visem ao pleno exercício da cidadania para o desenvolvimento do senso crítico e engajamento cultural; II - Implementar atividades que desenvolvam a responsabilidade socioambiental e reaproveitamento de materiais; III - Incentivar e apoiar estudos e pesquisas, IV - Captar fundos, recursos e serviços para beneficiar grupos populares em situação de vulnerabilidade; V - Estimular a parceria e o diálogo local e a solidariedade entre os diferentes segmentos sociais.

VISÃO O Instituto Fialho de Vargas tem como visão essencial o exercício ativo da cidadania democrática, tendo como postura essencial nas suas dependências e para o seu quadro social o tratamento igualitário de todos os seus integrantes e público em geral, sendo vedada a utilização de sua marca ou produções para interesses partidários por qualquer meio de expressão.


DE COMISSÃO ORGANIZADORA À INSTITUTO FIALHO DE VARGAS Em meados de 2011, durante os preparativos para a segunda edição do evento e mergulhados em uma profunda busca de recursos, fomos assessorados de que seria possível e viável uma captação de verbas públicas para custeamento do evento. Neste momento surgiu a necessidade de elevarmos o nosso grupo a um novo status, ao nível de entidade filantrópica. Desde então ficou decidido que passando a segunda edição do Rali Antônio Fialho de Vargas, nos esforçaríamos para a criação da entidade. De lá para cá viemos trabalhando na criação do Instinto Fialho de Vargas, que se empenhará a apoiar e realizar atividades de cunho social, artístico e cultural na região. O Instituto Fialho de Vargas tem como principal atividade e ‘carro-chefe’ de eventos, o Rali Antônio Fialho de Vargas. Portanto, através desta entidade e respeitando a lei a qual está inserida, o Instituto angariará parte dos fundos para despesas da gincana. Uma coisa leva a outra. O Instituto tem objetivos sócio-culturais para com a comunidade. O Rali apresenta propostas dinâmicas de trazer mais cultura e conhecimento às pessoas. Logo, ambos estão do mesmo lado e se completam para uma boa execução e formatação do evento. Já como Instituto Fialho de Vargas, procuramos nos equiparmos da melhor equipe de profissionais para que, a curto e médio prazo, tenhamos sucesso dentro do nicho que estamos inseridos e, em longo prazo, sejamos lembrados por serviços prestados à nossa comunidade.

Outdoor, na rua Julio de Castilhos, divulgando o segundo Rali Filaho de Vargas


HISTÓRIA DA COMISSÃO ORGANIZADORA O município de Lajeado teve a década de noventa e o começo do novo milênio como auge de um evento a nível regional, o qual visava os conhecimentos limítrofes da região, a história e a cultura que aqui se instalara, bem como a formação das lideranças jovens de forma sadia. O evento denominava-se Gincana CAJULA (Câmara Júnior de Lajeado) e, nas semanas em que ocorria, chamava atenção pela quantidade de pessoas que participavam. Setores públicos e privados investiam no evento que era principal atração do calendário anual. Entretanto, em 2003 teve sua última edição e assim a cidade padeceu de algo que movesse massas em prol das atividades artísticas, sociais e culturais. Somente no ano de 2009, a União Lajeadense dos Estudantes criou um evento com intuitos aproximados ao da antiga gincana, porém com valores e missão mais aproximados às gincanas escolares que sempre ocorreram. Rali Antônio Fialho de Vargas. Em 2010, no mês de outubro, sete jovens reuniram-se e levantaram a proposta de criar uma nova gincana extremamente cultural e com alto apelo virtual, o que tornaria o evento mais dinâmico e contemporâneo. Era a receita certa para ensinar história. Usar a linguagem e o meio de acesso universal atualmente: a internet. Desta maneira, em apenas quatro semanas, os meios de comunicação virtual foram invadidos por uma nova proposta de como fazer gincana. Aos poucos via-se que aquela maneira dinâmica, inteligente e educacional vinha para tomar espaço e crescer. Sete jovens, sete amigos, muitas ideias e um único propósito inicial, mostrar para o público que todos poderiam aprender história sem se quer notar que o estavam fazendo.

O mistério da primeira edição.

Equipes que participaram do Segundo Rali e comissão organizadora.


PRIMEIRO RALI ANTÔNIO FIALHO DE VARGAS

27/11/2010 e 28/11/2010

“Começaram humildes e com investimentos próprios, entretanto com uma vontade de realizar, jamais vista por aqueles sete que lapidaram a primeira edição do Rali Antônio Fialho de Vargas.”

30/10/2010– O começo. Escolhidos a dedo para um projeto que visava uma busca profunda na história do município, os sete primeiros membros da Comissão Organizadora encontraram-se pela primeira vez. O que surgiu daquele primeiro encontro foi base para toda a estrutura que se ergueria a seguir. A criação de uma gincana que fugisse dos padrões idealizados por escolas da região e tivesse um forte apelo social e cultural. Uma gincana que mesclasse o pó de alguns livros esquecidos na biblioteca com o dinamismo e a eficiência das redes sociais, do virtual. Assim ficou marcado para os dias 27 e 28 de novembro de 2010 a primeira edição. Porém a movimentação nas três semanas que precederam foi jamais vista.

Hey Apple: equipe vencedora do Primeiro Rali.

05/11/2010 -

A primeira impressão. Naquela madrugada, de cinco para seis de novembro, a Comissão Organizadora escolheu cerca de duas centenas de pessoas da cidade e vizinhas para receber o convite da gincana. Uma carta, supostamente escrita e assinada pelo patriarca do município fazia o convite para o evento, dando a data, o local e a razão. (ANEXO CARTA I) Ainda nesta carta foram apresentados os links das redes sociais que os membros da Comissão Organizadora usariam. A noite foi longa e cansativa, mas amanheceu. 06/11/2010 - Explosão relâmpago. Naquela manhã, tanto nas redes sociais quanto nos diálogos, não se falava em outra coisa que se não as misteriosas cartas recebidas durante a madrugada. O assunto tomou conta da cidade, principalmente no nicho mais jovem, principal grupo que recebeu as cartas. Jovens de escolas públicas e particulares, universitários de todo o estado mas com residência em Lajeado, debatiam sobre o convite do 1º Rali Antônio Fialho de Vargas e principalmente: Quem? Quem havia planejado a gincana histórica? Quem havia passado a noite em claro entregando cartas de casa em casa? Quem eram os sete membros da Comissão Organizadora descritos na carta? E principalmente, a maior pergunta que queríamos ouvir: Quem era Antônio Fialho de Vargas? A dúvida permaneceu e os membros da Comissão Organizadora persistiam em se ocultar por trás das redes sociais, principal ferramenta de divulgação. O mistério continuava quebrando a cabeça dos aficionados e o assunto chegou à sala de redação de plataformas jovens da região. 18/11/2010 – Rádio. Uma plataforma jovem do Vale do Taquari e Rio Pardo propõe um programa de rádio em horário pico de audiência para debater sobre a gincana e a identidade dos organizadores. Integrantes de todas as equipes foram convi-

Equipe realizando uma das principais tarefas: o Concurso Cultural, quesito “fotografia”.

dadas a debater por mais de duas horas enquanto o perfil de Antônio Fialho de Vargas interagia por uma das redes sociais. Um membro da Comissão Organizadora estava junto na sala de debate sem levantar a menor suspeita. O Rali Antônio Fialho de Vargas começava sua participação nas mídias da região.

23/11/2010 e 26/11/2010 – Web e

jornal. Das redes sociais ao rádio e em menos de uma semana virou notícia em plataformas virtuais (ANEXO). O assunto e a curiosidade cresciam de forma exponencial e poucos dias antes do rali, propriamente dito acontecer, era um dos assuntos mais debatidos e discutidos nos meios jornalísticos da cidade. No dia que precedeu a gincana, ainda foi feita uma matéria em um jornal. Três semanas, o suficiente para uma ideia sair do papel e transitar por redes sociais, almoços familiares, diálogos entre amigos, plataformas jovens, radiojornalismo, webjornalismo e salas de redação.


SEGUNDO RALI ANTÔNIO FIALHO DE VARGAS

27/11/2010 e 28/11/2010

“A iniciativa tinha obtido os resultados que desejávamos, mas a demanda trouxe maiores necessidades, maiores responsabilidades. Era hora de aumentarmos o número de colaboradores na Comissão Organizadora. Antônio Fialho de Vargas havia ganhado muitas cabeças pensantes e criativas. Era hora de ganhar corpo, era hora de termos rosto. Assim, apresentamos à comunidade, aos patrocinadores, aos participantes, três de 15 membros. Coube a estes três angariar fundos, buscar recursos, construir uma credibilidade à Comissão Organizadora. Aos outros doze, ocultos pela máscara de Antônio Fialho de Vargas, coube levar o mistério a cerca dos envolvidos adiante.” 28/01/2011 - Procurado. O ano de 2011, o segundo da história do Rali, estava recém começando, entretanto os planejamentos e idealizações para o decorrer não tinham cessado. Logo em janeiro, às vésperas da festa de aniversário da cidade, Antônio Fialho de Vargas que havia posto suas redes sociais em hibernação após a primeira edição da gincana, apareceu em diversos pontos do município em um cartaz com sua imagem e em destaque a palavra ‘procurado’ (ANEXO). Começava ali o ano de Antônio Fialho de Vargas e seus seguidores ainda ocultos. A ideia era mostrar que a comissão, aos poucos, sairiam do anonimato e as redes sociais e imagem do rali voltariam a ser comentadas.

16/04/2011 - Privilégio. Durante o decor-

Equipes reunidas após o Segundo Rali.

Membros das equipes recepcionando os visitantes do Parque Histórico.

rer do mês de março e primeira quinzena de abril, através das redes sociais, circulou a ação que denominamos ‘Privilégio’. Ela consistia em presentear somente um participante com uma bonificação que melhor lhe conviria. Cada um que tivesse interesse em participar deveria mandar por mensagem direta à Comissão Organizadora aquilo que desejava como privilégio. Após uma avaliação da Comissão, foi escolhido o melhor privilégio que recebeu um amuleto do Rali, bem como a concessão do mesmo.

motivos importantíssimos que pesavam na hora de se revelar. 1) Busca e captação de recursos para que houvesse uma gincana do nível que todos estavam esperando. 2) Ponto físico de contato com os participantes para esclarecimento de dúvidas e tornar o Rali uma competição cada vez mais saudável e honesta. 3) Ponto físico para recebimento de tarefas que pudessem ser avaliadas além da internet e das redes sociais. O resultado desta ação foi sucesso absoluto.

07/05/2011 – Respostas. O planejamento

30/07/2011 à 05/08/2011 – Pre-

que viria a seguir foi detalhado e cuidadosamente construído. Pela primeira vez Antônio Fialho de Vargas mostraria um rosto conhecido por trás das redes sociais e foi unânime que para tanto, um evento grandioso necessariamente deveria ser planejado. Veio então Respostas, ou adaptando o bordão que o patriarca sempre compartilhava em suas redes sociais, ‘Respostas vieram com o tempo’. Contando com um primeiro grande parceiro patrocinador, o Rali ocupou a noite de vários participantes, mesmo estando meses antes da data da gincana propriamente dita. Ao final daquela noite, três participantes foram escolhidos através de seus méritos na busca pelas respostas e a partir deles foram revelados os três primeiros “Fialhos”: Guilherme Scapini Weiand, Josué Delazeri Jung e Tiago Kappes. Revelar três pessoas para representar uma Comissão Organizadora secreta e de sucesso pode parecer contraditório, entretanto havia três

sentes. Nos setes dias que antecederam a segunda edição do Rali Antônio Fialho de Vargas, através de uma parceria com um portal de notícias virtual de nível estadual, a Comissão Organizadora divulgou fotografias de uma caixa de presente personalizada em diversos pontos da cidade de Lajeado (ANEXO). A pessoa, participante ou não, que se dirigisse ao local no menor tempo ganhava dos organizadores da gincana a caixa da fotografia e o seu conteúdo, que variava conforme o dia. O conteúdo sempre era uma gentileza dos parceiros patrocinadores do evento. Assim aproximamos, nos dias que antecederam, os participantes e a comunidade dos amigos que acolhiam a ideia do Rali. O portal de notícias virtual, por qual circulou o atividade, teve número de acessos recordes nos momentos de divulgação da atividade. (ANEXO) Mais uma ação de sucesso para a Comissão Organizadora e seus parceiros patrocinadores.


AÇÕES SOCIAIS Pautado como um dos principais alicerces para a construção do Instituto Fialho de Vargas, as Ações Sociais e infinitas maneiras como as podem ser feita têm sido uma chave fundamental na criação dos eventos de cunho cultural e social. O principal evento do Instituto, o Rali Antônio Fialho de Vargas, em parceria com as equipes e comunidade envolvida tem levado um pouco de solidariedade a outras entidades.

23/08/2011 - Doação de livros à Biblioteca Publica Municipal João Frederico Schaan de Lajeado. Foram cerca de 500 exemplares de livros didáticos e literários que além da biblioteca, foram também encaminhados à escolas municipais de Lajeado.

27/10/2011 - Doação de alimentos não perecíveis ao Lar da Menina – Centro Nara Oderich. Aproximadamente 150kg de alimentos não perecíveis foram doados ao Lar da Menina de Lajeado. Além da doação a equipe do Instituto Fialho de Vargas também aproveitou o dia para conhecer as instalações do centro social e garantiu retornar com atividades e ações voltadas à entidade.


“O rali Antônio Fialho de Vargas merece todos os aplausos e apoios da sociedade civil organizada e de governos, pois trata-se de uma ação cultural e turística de inestimável valor. O que mais chamou minha atenção, enquanto exercia a titularidade da pasta da Cultura e Turismo de Lajeado, além da organização, é lógico, foi que a iniciativa partiu de jovens e interessados lajeadenses. A comissão organizadora é formada, em sua maioria, por jovens cultivadores e incentivadores, que buscam a valorização da nossa própria e vasta história. Trata-se de uma atitude cultural que vai chegando em sua terceira edição, aprimorando-se, ampliando a participação de equipes e de instituições, especialmente as de ensino. Na época da realização do 2º Rali Antônio Fialho de Vargas, em 2011, exercia o comando da Secretaria de Cultura e Turismo e como tal, entusiasmei-me com a iniciativa e percebi que nem tudo estava perdido. Apoiei com o que era possível e recomendo à todos os governantes de nossa cidade, que continuem incentivando e apoiando estes jovens que valorizam a cultura, em especial a nossa própria. Parabéns e muito sucesso. Desejo que a cada edição o Rali Antônio Fialho de Vargas seja melhor, receba mais participações e apoios, para que se transforme também em um marco de uma época da nossa história e da nossa cultura.”

Gérson Lopes Teixeira

Ex-secretário de Cultura e Turismo da cidade de Lajeado Já há muito tempo alguém falou: um povo sem memória é um povo sem coluna vertebral. A importância do Rali Fialho de Vargas está primordialmente em recuperar a nossa história. Quem somos? De onde viemos? E para aonde iremos? Tais perguntas fazem parte do “existir” do Instituto Fialho de Vargas.

Gusttavo Arossi

Filósofo

Para quem pensa que rali é coisa de gurizada que não tem nada o que fazer ou que é apenas mais uma diversão sem sentido nenhum, foi uma grata satisfação conhecer o projeto. Eu apenas conhecia superficialmente o rali em função da movimentação que causava na cidade, mas não imaginava que por trás tinha um trabalho sério e muito menos um Instituto, que torna a coisa toda muito mais profissional. O interessante também, é que, além do entretenimento, diversão e integração, os aspectos culturais são bem destacados. Sem dúvida, um tipo de atividade que só tem a acrescentar no calendário de eventos do município.

Meire Brod

Jornalista, empresária, sócia da Dobro Comunicação A Gincana Fialho de Vargas foi uma das movimentações do Vale do Taquari mais inteligentes que eu já vi por aqui. No início, um grupo de pessoas das quais eu não fazia ideia de quem era entrou em contato com o Mazup e solicitou apoio na divulgação. Toda conversa foi realizada via e-mail e comunicadores instantâneos. Acabou sendo uma grande aposta nossa, afinal, poderia ser apenas uma brincadeira e nada mais. Quanto mais próxima da data do Rally, mais instigante e interessante tudo se tornava. Os enigmas, a forma da qual a organização encontrou para divulgar os resultados e o envolvimento com as equipes foram, sem dúvida, extraordinárias. Nas edições seguintes os segredos foram revelados e alguns envolvidos na organização se apresentaram. Ainda assim, o mistério sempre fez parte do enredo. O Mazup tem maior orgulho de ter feito parte deste início e da trajetória da Gincana Fialho de Vargas. Dinâmica e efervescente, ela tem tudo a ver com as atividades e essência do Mazup. Nós apostamos muito nesta ideia.

Maico Eckert

Plataforma Mazup Quando a casa foi procurada para patrocinar o Rali Antônio Fialho de Vargas, ela ofereceu uma parceria que foi acolhida e executada pelos seus coordenadores. Através dessa parceria tivemos uma interação dos participantes da gincana com a casa que até então não havia sido feito. Hoje a SPRITS é parceira e acredita e apoia as iniciativas do Instituto Fialho de Vargas.

Cassio Pereira Gerente Sprits

Em meados do ano de 2010, recebi um convite de uns amigos para participar de um Rali do qual ninguém sabia quem estava promovendo. Na noite do referido Rali, 27 de novembro, participei do primeiro Rali Antonio Fialho de Vargas do qual não quero deixar de participar. Cada ano fazemos novos amigos, são conhecidos novos lugares e histórias da cidade e assim aprendemos competindo entre amigos. Acho que o rali já se tornou um evento anual e que eu quero participar e convidar muita gente para participar.

Gabriel Deon Rambo Empresário e participante


A gincana estimula o aprendizado da história de um jeito que os jovens adoram. O espírito gincaneiro, muito mais do que disputar em vão, leva agora o mote de Fialho de Vargas, um cara que colonizou Lajeado mas estava situado como um desconhecido. Quando a gincana engrenou nas redes sociais, provocou curiosidade. E eu ao fazer a matéria, achei criativa a idéia. Fugiu do lugar-comum. E tudo que sai da claque estabelecida, espanta, impulsiona e engaja. Viver é se entusiasmar e contar a historia de um jeito diferente. Assim, o Brasil ainda tem jeito.

Andreia Rabaiolli Jornalista


Redação: Tiago Kappes Revisão: Marina Müller Diagramação: Josué Delazeri Gráfica:


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