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TRANSFIGURAÇÃO DE NOSSO SENHOR Último Domingo após Epifania 02 DE MARÇO DE 2014

Tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol. (S. Mateus 17.1-2)

“Paisagem com Transfiguração de Cristo / Landschaft mit Verklärung Christi” (c. 1788), Francesco Zuccarelli (1702–1788)

In Memoriam T Neri Estanislau Tagues T * 29 de dezembro de 1948

† 21 de fevereiro de 2014

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L Em nome do Pai e do T Filho e do Espírito Santo. C Amém. L Deus é nosso refúgio e fortaleza. C Socorro bem presente nas tribulações. L Se dissermos que não temos pecado, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. C Mas se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça. L Confessemos, pois, os nossos pecados: C Ó Deus de toda misericórdia, nós te confessamos que, por natureza, somos pecaminosos e impuros e que temos cometido pecado contra ti por pensamos, palavras e ações, tanto pelo que fizemos como pelo que deixamos de fazer. Merecemos por isso a tua eterna condenação. Ó Deus, por amor de Jesus Cristo, não nos condenes. Tem misericórdia de nós. Dá-nos o teu perdão. Consola-nos com o teu Santo Espírito.

L Exaltai ao SENHOR, nosso Deus, e prostrai-vos ante o seu santo monte, porque santo é o SENHOR, nosso Deus. C Reina o SENHOR; tremam os povos. Ele está entronizado acima dos querubins; abale-se a terra. L O SENHOR é grande em Sião e sobremodo elevado acima de todos os povos. C Celebrem eles o teu nome grande e tremendo, porque é santo. L És rei poderoso que ama a justiça; tu firmas a equidade, executas o juízo e a justiça em Jacó. C Exaltai ao SENHOR, nosso Deus, e prostrai-vos ante o escabelo de seus pés, porque ele é santo. C Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito, como era no princípio, agora é e por todo o sempre há de ser! Amém. C Senhor, tem piedade de nós. Cristo, tem piedade de nós. Senhor, tem piedade de nós.

C Aleluia! Aleluia! Aleluia!


L Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. Mateus, capítulo 17. C Glórias a ti, Senhor! 1

Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. 2 E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. 3 E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. 4 Então, disse Pedro a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias. 5 Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi. 6 Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo. 7 Aproximando-se deles, tocou-lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos e não temais! 8 Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus. 9 E, descendo eles do monte, ordenou-lhes Jesus: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do Homem ressuscite dentre os mortos.

L Este é o Evangelho do Senhor. C Glórias a ti, ó Cristo! L Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, tanto das coisas visíveis como das invisíveis. E em um só Senhor Jesus Cristo, Filho unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os mundos, Deus de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus do verdadeiro Deus, gerado, não criado, de uma só substância com o Pai, por quem todas as coisas foram feitas; o qual por nós homens e pela nossa salvação desceu do céu e se encarnou pelo Espírito Santo na virgem Maria e foi feito homem; C foi também crucificado por nós sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado; e ao terceiro dia ressuscitou segundo as Escrituras, e subiu aos céus, e está sentado à direita do Pai e virá novamente em glória a julgar os vivos e os mortos, cujo reino não terá fim. E no Espírito Santo, Senhor e doador da vida, o qual procede do Pai de do Filho, que juntamente com o Pai e o Filho é adorado e glorificado; que falou pelos profetas. E numa única santa Igreja Cristã e Apostólica. Confesso um só Batismo para remissão dos pecados, e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro. Amém.

C Cria em mim ó Deus, um puro coração e renova em mim um espírito reto. Não me lances fora da tua presença e não retires de mim o teu Espírito Santo. Torna a darme a alegria da tua salvação e sustém-me com um voluntário espírito. Amém.

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Senhor, cujo Filho Unigênito foi transfigurado no alto monte, ouve a nossa oração.


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No Santo Batismo Neri Estanislau Tagues foi vestido com a vestimenta da que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte justiça de Cristo que cobriu todos os seus pecados. São Paulo diz: “Porventura, ignorais?” Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição. Senhor Deus, Pai celestial, recebe nossa gratidão neste dia pela vida de teu servo que foi lavado no Santo Batismo, ensinado na tua Palavra e alimentado com o precioso Corpo e Sangue de Cristo, e que agora descansa da sua lida e se alegra na tua presença. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Bem-aventurados, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham.

L O Senhor seja convosco. C E com o teu espírito. L Levantai os vossos corações. C Levantemo-los ao Senhor. L Demos graças ao Senhor nosso Deus. C Assim fazê-lo é digno e justo. L É verdadeiramente digno, justo e do nosso dever, que em todos os tempos e em todos os lugares te demos graças, ó Senhor, Santo Pai, onipotente, eterno Deus, mediante Jesus Cristo, Nosso Senhor, que na transfiguração revelou sua glória aos seus discípulos, a fim de que eles fossem fortalecidos para proclamar sua cruz e ressurreição e com toda a fidelidade aguardar pela glória da vida sem fim. Portanto, com os anjos e arcanjos e com toda a companhia celeste, louvamos e magnificamos o teu glorioso nome, exaltando-te sempre, dizendo:


C Santo, santo, santo é o Senhor Deus dos Exércitos. Os céus e a terra estão cheios de sua glória. Hosana, Hosana, Hosana nas alturas! Bendito, bendito, bendito aquele que vem em nome do Senhor! Hosana, Hosana, Hosana nas alturas! C Pai nosso, que estás nos céus. Santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dá hoje. E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação. Mas livra-nos do mal. Pois teu é o reino, o poder, e a glória, para sempre. Amém. L Nosso Senhor Jesus Cristo, na noite em que foi traído, tomou o pão, e, tendo dado graças, o partiu e o deu aos seus discípulos, dizendo: Tomai, comei, isto é o meu corpo que é dado por vós; fazei isto em memória minha. E, semelhantemente, também, depois da ceia, tomou o cálice e, tendo dado graças, lho entregou dizendo: Bebei todos deste; este cálice é o Novo Testamento no meu sangue, que é derramado por vós para remissão dos pecados; fazei isto, quantas vezes o beberdes, em memória minha. L A Paz do Senhor seja convosco para sempre! C Amém. C Cordeiro divino, morto pelo pecador, sê compassivo Cordeiro divino, morto pelo pecador, sê compassivo. Cordeiro divino, morto pelo pecador, a paz concede. Amém. L Todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice: C Anunciais a morte do Senhor até que venha. L Demos graças ao Senhor e oremos: Onipotente Deus, nós te rendemos graças, porque nos reconfortaste por este dom da salvação. Suplicamos-te que concedas por tua graça que o mesmo nos fortaleça a fé em ti e nos dê ardente caridade para com o nosso próximo, mediante Jesus Cristo, teu Filho, nosso Senhor. Amém. L O Senhor te abençoe e te guarde. O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti. O Senhor sobre ti T levante o seu rosto e te dê a paz. C Amém.

TTT


A TRANSFIGURAÇÃO DE NOSSO SENHOR – 2 DE MARÇO DE 2014 Deus manifesta a sua glória no corpo de Jesus Cristo, transfigurado para nós pela sua Cruz A transfiguração confirma “a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso” (2 Pe 1.19). A glória divina de Jesus manifesta-se na palavra de seus apóstolos, que foram “testemunhas oculares da sua majestade” (2 Pe 1.16). Ele “foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol” (Mt 17.2). Moisés e Elias testemunharam o cumprimento do Antigo Testamento neste Senhor Jesus e o Pai testificou a respeito dele: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi” (Mt 17.5). Por seu próprio sangue, derramado na cruz, Jesus faz e sela a nova aliança conosco. Por isso, “o aspecto da glória do Senhor” já não é “como um fogo consumidor” (Êx 24.17 ), mas é graciosamente revelada em seu próprio corpo. Assim como “Arão, e Nadabe, e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel” subiram ao monte com Moisés e “viram a Deus, e comeram, e beberam” (Êx 24.9, 11), nós também contemplamos o Senhor nosso Deus em Cristo Jesus e permanecemos com Ele quando comemos e bebemos seu corpo e sangue no altar.

QUARTA-FEIRA DE CINZAS – 5 DE MARÇO DE 2014 Leituras: Salmo 51; Joel 2.12-19; 2 Co 5.20b-6.10; Mt 6.1-6, 16-21 | Cor: Roxo Nesta Quarta-feira de Cinzas descemos do monte com Jesus e voltamos o nosso rosto para sua Cruz e Paixão em Jerusalém. Fazemos a nossa peregrinação com Ele por meio da penitência (arrependimento), voltando-nos para nossa morte e ressurreição no Santo Batismo, com fé e confiança nEle, orando a Ele como nosso Pai, dando aos necessitados de um coração de amor e jejuando (Mateus 6.3-4, 6, 17-18). Assim, iniciamos este tempo litúrgico dedicado à penitência, que antecede a Páscoa (20/04), o qual chamamos de Quaresma. Nossos antepassados chamavam de Fastenzeit, ou seja, tempo de jejum. Como cristãos luteranos, sabemos que não há leis sobre como jejuar na Igreja, pela simples razão de que nem o Nosso Senhor, nem os Santos Apóstolos nos deram nenhuma lei a esse respeito. Lutero ensina no Catecismo Menor que jejuar é, sem dúvida, boa disciplina externa para participação no Sacramento do Altar. O mesmo vale para a Quaresma, quando na liberdade do Evangelho, podemos disciplinar nossa carne rebelde, fazendo uma refeição mais simplificada e repartindo com os mais necessitados, dedicando algum tempo para a oração e se alegrando com a verdade de que “não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor” (Dt 8.3).

PRIMEIRO DOMINGO NA QUARESMA – 9 DE MARÇO DE 2014 Leituras: Salmo 32.1-7; Gn 3.1-21; Rm 5.12-19; Mt 4.1-11 | Cor: Roxo AVISOS:

09 de março, às 9h – Culto e Assembleia Paroquial 23 de março, às 9h – Culto de Instalação do Pastor Josemar e Reunião do Conselho Distrital


Culto Eucarístico - Transfiguração de Nosso Senhor (Ano A)  
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