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"Não há Democracia sem imprensa livre" o de o t i r t Dis anc r B lo aste

www.jornaldeoleiros.com Director e Fundador: Paulino B. Fernandes Director-Adjunto: José Lagiosa

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Ano 5, Nº 34, Maio de 2014 • Preço: 0,01€ (inclui IVA) • Edição Mensal , aos dias 15 de cada mês

Influente na região do Pinhal Interior Sul, Beira Interior Sul e Cova da Beira Correspondentes fixos em todas as sedes de Concelho do Distrito de Castelo Branco e Freguesias de Oleiros

Mais de dois milhares de pessoas aderem ao Festival Gastronómico de Oleiros António D’Orey Capucho

Paulo Freitas do Amaral é o primeiro candidato à Presidência da República

página 13

Maria Alzira Serrasqueiro: página 2

página 3

ANAFRE reuniu o Conselho Directivo em Oleiros

O Pinhal Somos Todos Nós página 16

ELEIÇÕES EUROPEIAS

"Falar com franqueza"

Dia 25 vá votar

. Fernando Jorge, Presidente da Câmara recebeu os Autarcas em Oleiros . Hotel se Santa Margarida transformado em "Quartel General"

página 4

Volta a Portugal vai ter final de etapa em Castelo Branco dia 8 de agosto

Fernando Jorge (Presidente Oleiros) e Jorge Neves (Anafre) página 4

página 6

* Orquestra Função Públika * Grupo Costa Verde * Grupo Ciklone * Orquestra Royal * Orquestra Zona Norte * Banda Kumitiva * Grupo Trap Zap * F.M.I. Grupo Show * Grupo Alta Definição * Grupo Nova Galáxia * Grupo NS Band * Grupo Sector Públiko * Gupo Show Band * Grupo Versus * Banda Oxygénius *


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Jornal de OLEIROS

EDITORIAL

2014 MAIO

Momento marcante em Oleiros - Justifica-se mais do que nunca o lançamento da Confraria Festival Gastronómico consolida notoriedade do Cabrito Estonado

. Portugal por conta e risco…

“Sairemos sem qualquer cautelar…” – sem cautela, dizemos nós. Portugal aguenta tudo… Com a maior dívida de sempre e o maior desemprego, o Governo festeja a “saída limpa…”. Incrível a falta de prudência evidenciada contra todas as notas de alerta evidenciadas por quadros, economistas, especialistas na matéria, Presidente, etc. Deus nos proteja.

. “ O pinhal sômos todos nós”

Trata-se do lançamento do Portal de apoio à divulgação de produtos, serviços, cultura, serviço público de uma região globalmente tratada. Empreendimento de monta, beneficia de anos de experiências e de luta pelo interior do país, centrando-nos de forma perseverante no Distrito de Castelo Branco e em todos os concelhos que este possui, alargado ainda ao médio tejo (por razões obvias) estruturado com base nas três Comunidades Intermunicipais. Trata-se de matéria que nos orgulha muito, responsabiliza também e, simultaneamente, representa o concretizar de um sonho. Saiba mais em www.opinhalsomostodosnos.pt e na página 16 desta edição.

Mais de 150 cabritos assados em 4 dias de Festival Mais de 2000 comensais em Oleiros O VI Festival Gastronómico do Cabrito Estonado e do Maranho, nos passados dias 12, 13, 19 e 20 de abril, ficou marcado pela consolidação da notoriedade da primeira especialidade Oleirense. Ao todo, foram sete os restaurantes do concelho que aderiram a esta iniciativa e os cabritos assados nos quatro dias do Festival ultrapassaram a centena e meia, fazendo face à procura das mais de 2000 pessoas que provaram esta especialidade de Oleiros no seu concelho de origem, assim como os Maranhos do Pinhal. O evento demonstrou uma vez mais que este é um produto genuíno e bastante apreciado, tal como os Maranhos, embora possua um elevado potencial de diferenciação e atração, o que o distingue de entre as mais variadas iguarias. Considerado por muitos como “uma coisa do outro mundo”, o Cabrito Es“tona”do tem a particularidade de ser assado com a pele (retirando-lhe apenas o que está à “tona”, ou seja, o pelo). A pele ao ser assada fica bastante estaladiça e a carne ganha em suculência e sabor. Segundo os proprietários dos estabelecimentos participantes, o Fes-

tival atrai anualmente um elevado e crescente número de visitantes, fruto do trabalho de divulgação efetuado que envolve anualmente os mais variados órgãos de comunicação social. Segundo os profissionais, este é um esforço que tem dado frutos de uma forma sustentável, verificando-se uma procura constante ao longo de todo o ano. Quem participa reconhece que o investimento da autarquia se traduz, não só num benefício imediato, como também em frequentes e futuras maisvalias ao longo do tempo. Vinho Callum ganha protagonismo e começa a ser entendido Com o destaque dado este ano ao vinho Callum, a sexta edição do Festival Gastronómico do Cabrito Estonado e do Maranho ficou marcada pela

promoção não de duas mas de três especialidades endógenas de Oleiros, as quais eram tradicionalmente consumidas apenas em épocas festivas como é o caso da Páscoa. Quem se deslocou atá àquele concelho nos dois últimos fins-de-semana (e foram muitos os que responderam à chamada) teve uma oportunidade de excelência para degustar in loco genuínas iguarias do território, assim como de assistir e participar em seculares tradições pascais que não deixam ninguém indiferente. O vinho Callum começa agora a ser percebido por quem um prova como “um emocionante vinho histórico que sendo um arcaísmo vitivinícola, nos reporta a uma viagem no tempo, à época medieval, numa altura em que os vinhos, ao contrário da atualidade, não sofriam qualquer tipo de tratamento químico”. Por todos os motivos, este vinho é considerado pelos especialistas “um tesouro antropológico” que importa preservar. Assim, dado o reduzido número de produtores e a idade avançada de alguns, a autarquia está apostada em conservar esta casta e estimular o aumento do volume e da qualidade de produção deste vinho que até agora é apreciado apenas localmente e de preferência, nas típicas e ancestrais adegas em xisto existentes no território.

. Dia 25 de Maio vote

Exercer um direito cívico é obrigação de todos. Neste caso, trata-se de ajudar a Europa a que pertencemos a encontrar novos caminhos de solidariedade. Não são simples Eleições, todas elas de grande importância. Por isso, VOTE. ■ Paulino B. Fernandes Director Email: jornaldeoleiros@sapo.pt

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Jornal de OLEIROS

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Paulo Freitas do Amaral é o primeiro candidato à Presidência da República Candidatura mais jovem de sempre à Presidência da República

Paulo Freitas do Amaral, candidato independente nas últimas eleições, apoiado pelo CDS à Câmara Municipal de Oeiras, ex-

membro do XVII Governo e exPresidente de Junta de Freguesia, anuncia hoje, dia em que faz 36 anos (idade mínima para ir a votos) a sua intenção de formalizar a sua candidatura à Presidência da República. O jovem candidato diz em vésperas da comemoração dos 40 anos do 25 de Abril que é preciso nas eleições de 2016, os jovens de Portugal terem uma voz que mobilize atenções para os problemas que os afetam neste Portugal em crise, dominado pelos barões de sempre, demonstrando desta forma que as candidaturas na política portuguesa não estão somente reservadas param os mesmos protagonistas de há 40 anos. A reforma do sistema partidário e as situações de irregularida-

des financeiras mantidas e protegidas pelos partidos do “bloco central” serão uma bandeira da sua campanha visando sempre a transparência democrática. O ex-candidato a edil do concelho de Oeiras, partilha ainda a ideia que o processo eleitoral dos candidatos incómodos às presidenciais serão alvo dos partidos principais que tentarão desta forma boicotar e calar os candidatos hostis ao sistema partidário, boicotando a entrega de certidões nas juntas de freguesias da certos candidatos, mudando as regras de debate e direito de antena nos órgãos de comunicação social em vésperas de eleições e por último pressionando o tribunal constitucional a inviabilizar candidaturas. O candidato afirma que to-

Palestra sobre Padre António de Andrade

Marcante A Semana da Leitura promovida pelo Município de Oleiros, em parceria com o Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade (AEPAA), que decorreu em Oleiros entre 28 a 30 de abril não podia ter arrancado da melhor maneira. A palestra “António de Andrade – exemplo e tenacidade e Missão”, numa ação comemorativa dos 433 anos do nascimento do Padre António de Andrade superou todas as expetativas. A iniciativa destinava-se à comunidade escolar mas era também aberta à população em geral. Face ao reconhecimento da importância da temática em causa, a ocasião contou com a presença de Sua Ex.ª Rev.mª o Sr. Bispo da Diocese de Portalegre-Castelo Branco, D. Antonino Dias. Numa abordagem diferente sobre o assunto foi apresentada a questão da importância do ensino da matemática no colégio de

das estas “manobras” já foram utilizadas em recentes eleições presidenciais e autárquicas pelo próprio sistema partidário e que voltarão a ser utilizadas a par das difamações de cada candidato. No entanto diz que está disposto a tentar porque em Portugal há um medo instalado de discordar, avançar, arriscar e conseguir. Paulo Freitas do Amaral lança desde já um fator diferenciador da sua candidatura, dizendo que é uma candidatura que não é submissa a partidos. Afirma que “não há democracia sem partidos mas que não os tem de os bajular. As presidenciais são umas eleições de indivíduos livres e com ambição para Portugal. Ir a congressos dizer piadas de forma a agradar ao aparelho não faz o meu género”...(numa clara

alusão ao Prof. Marcelo Rebelo de Sousa) O jovem candidato ainda afirma que se candidata pelo aprofundamento da discussão pública e lembra que Lula da Silva no Brasil só ganhou à sexta vez que se candidatou. Afirma também que a marcação da agenda de discussão política é importante para a reflexão dos cidadãos em relação a certos assuntos e que o período de campanha é extremamente importante para fazer essa discussão e reflexão.” Estou disposto a contribuir para isso” afirma. Paulo Freitas do Amaral fará a sua sede de campanha em Guimarães, como símbolo de uma necessidade de fazer renascer Portugal da sua falta de soberania.

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www.osburgueses.net Santo Antão (em Lisboa e no qual andou o Padre António de Andrade) e o seu contributo para a formação dos jesuítas, pelo investigador Francisco Malta Romeiras ou numa vertente mais ligada à saúde, as patologias associadas à altitude, pelo Dr. Henrique Brandão, médico. No final, Diana Andringa e Alfredo Caldeira falaram da sua experiência ao gravarem um documentário sobre o Padre António de Andrade, o primeiro sobre

esta figura notável da História de Portugal. Na nota introdutória do documentário pode ouvir-se a seguinte referência: “o primeiro europeu a chegar ao Tibete foi, em 1624, um jesuíta português, natural de Oleiros: o padre António de Andrade”. O documentário passou em 2008 na RTP2, em horário nobre e já na altura foi bastante publicitado pelo departamento de comunicação do Município de Oleiros.

Vale a pena ler, refletir, pensar... Serviço Público


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Jornal de OLEIROS

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Reunião do conselho diretivo da anafre em Oleiros o Jornal de Oleiros esteve presente. “Vamos apresentar uma nova proposta com valores bem mais elevados“, adiantou o autarca, sem, no entanto, querer especificar os valores que estão em causa. “Por uma questão de educação, não quero dar mais pormenores antes de entregar a proposta aos CTT“, disse. Cândido Moreira explicou ainda que na reunião foi discutido um esboço da alteração do estatuto do eleito local. “A proposta vai agora ser analisada por um grupo de juristas para que num prazo de três semanas possa ser entregue um documento

O presidente da Associação Nacional de Freguesias (Anafre) disse em Oleiros que a proposta dos CTT para que as freguesias assegurem o serviço de correios “continua a ser insustentável“. “A proposta que nos foi apresentada pelos CTT continua a ser insustentável para as freguesias. Ou seja, muitas passam a ser funcionárias dos correios quase a custo zero“, disse aos jornalistas Cândido Moreira, Presidente da ANAFRE. O presidente da Anafre falava à margem da reunião ordinária da associação, que decorreu no Hotel Santa Margarida em Oleiros, onde

completo ao secretário de Estado da tutela, pronto a seguir para a Assembleia da República“, adiantou. O autarca disse ainda que a proposta da Anafre “não é para aumentar a despesa”. “Queremos é dignificar o cargo e que esse não seja exercido por terceiros, o que nos parece menos digno“. É significativo que a ANAFRE percorra o país nas suas reuniões, indo ao encontro dos Autarcas das Freguesias e, ainda que os Presidentes das Câmaras recebam e cooperem fortemente com a ANAFRE como foi o caso de Fernando Jorge em Oleiros.

Falar com franqueza tro serviço do Hospital/ULS de Castelo Branco. Bem prega S.Tomás….o que hoje é verdade, amanhã já é mentira! Pois agora foi publicado um diploma legal (e portanto é para cumprir) que extingue já a Maternidade em Castelo Branco e na Covilhã, ficando os serviços mais próximos em Coimbra e Viseu…. Voltamos ao princípio do século 20, quando todos os portugueses nasciam em casa sem as mínimas condições higiénicosanitárias, com elevadas taxas de mortalidade infantil? Parece bem que sim. E que fazer? A Assembleia Municipal de Castelo Branco aprovou já por unanimidade uma Moção a enviar ao Ministro em que se propõe “defender a continuidade da manutenção de todas as valências existentes no HAL” e afirma “a necessidade de manter um Serviço Nacional de Saúde para todos os cidadãos, melhorando o acesso aos cuidados de saúde e lutando contra todas as tentativas camufladas de o querer desmantelar“. Muito bem…mas eu lamento desapontar os leitores, acho que já é tarde demais! Quando defendi com outros,

Maria Alzira Serrasqueiro

Inicio aqui uma colaboração com o meu concelho de nascimento e coração, através do Jornal de Oleiros, publicação que aprendi a respeitar e acompanhar desde o seu início, pela admiração e amizade que tenho há muito pelo seu Director, Paulino B. Fernandes. Tentarei não defraudar as simpáticas expectativas que foram difundidas pelo Jornal, estando eu claramente na frente de defesa do Concelho de Oleiros, bem como de todo o Distrito de Castelo Branco. E que melhor tema para este início, que o da defesa das acessibilidades em Saúde, tema que me é tão caro desde sempre? Pois foi com enorme tristeza que vi a Portaria n.º 82/2014, de 10 de Abril. Já esperássemos más notícias neste sector, desde há alguns meses; mas nada de tão mau se aguardava….até porque tinha estado muito recentemente em Castelo Branco o Ministro da Saúde que disse expressamente que não se punha em causa quer a Maternidade quer qualquer ou-

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Barrigas de aluguer s partidária Capucho

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o JorNOTA o primeir Vila normal de Não seria o, o Jornal nnal do Concelho recente Preside de Rei, olvidare destacar a enorme cante da Câmaraque gerou a sua eleia expectativa posteriormente e, didatura Presienorme ção. do a uma que aqui sauSuceden Barata deVila de Rei dente, Irene Jornal de e restante damos, o O AIRES o, a RICARD a profíqu seja um trabalho também da Vereação mas concelho, vel para favor do e disponí a coloca-s região e, o que importeno em tudo cooperar e aos Vilarregenses, Vila de Rei no mundo. e Director concelho

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XVI

Distrito de Castelo Branco

Ano 5,

hoje PPD/PSD, Eleito pelo de todos os Presidente enses 1972, Vilarreg Abril de em 10 de Nasceu tem 2 filhos. casado, ica Académ Formação do): (CV abrevia or Profisde Profess Varian/ •Licenciatura Ensino Básico nível 13, com sional do ão ão Física, te: Educaç Superior de Educaç ao ente na Escola Branco, pertenc ente assiPortugal de Castelo devidam de rá e ésico depois encontra km depois, o de Portugal, 900m país. IPCB; do curso Centro Geod à Sertã, 1.8 1º ano centro do Geodésic Supeem direcção ntou o – Centro ca estar no de 360º sobre •Freque Vila de Rei da Escola da Melriça o que signifi uma visão Animal Saindo de Serra o Picoto Branco do o de Portugal ao seu visitante limpo, a Produção desvio para de Castelo nalado o permite e, com tempo Centro Geodésic este local da Lousã rior Agrária92/93 e 93/94. r-se-á no , de 600 m, se destaca a Serra encontra auditório pequeno uma altitude ano lectivo em que do

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a criação de um Centro Hospitalar para todo o Distrito, era clara a manutenção de dois Serviços de Obstetrícia, em Castelo Branco e Covilhã, e um Bloco de Partos em Castelo Branco; não havia extinção de serviços para todo o Distrito, antes complementaridade e optimização de recursos, sem que houvesse prejuízo para os cidadãos. Era essa a base que se discutia. O que aconteceu então foi um terramoto político, trazendo para a praça pública uma discussão que então era meramente técnica e que em nada comprometia o Distrito; Quando agora se defende (e bem) uma “verdadeira reforma hospitalar de uma forma racional, participada e transparente, mantendo uma lógica de cobertura em redes de diferenciação e não apenas o encerramento de camas e serviços, mais não é que retomar o que então se estava a fazer….atrasamos esta reorganização por 5 anos, e agora impõem-nos o que antes tentávamos evitar. Eu lamento muito; estou disponível para lutar publicamente contra esta política altamente penalizadora para as nossas populações, mesmo ao lado daqueles que antes me tentaram crucificar. Vamos a isso!

Direcção da ANAFRE em Oleiros

Centro de Saúde de Oleiros reforça actividade e valências Fernando Marques Jorge, Presidente da Câmara de Oleiros consegue colocar em Oleiros novas e importantes especialidades médicas, nomeadamente Gastroenterologia, Urologia, Cirurgia, Medicina Interna, Otorrinolaringologia, Psiquiatria, Anestesiologia e Dor, Hipertensão, Nefrologia e Planeamento Familiar, trazendo para Oleiros mais de 20 médicos especialistas, num passo inédito e surpreendente nos tempos que correm. O protocolo celebrado com a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco (ULSCB) era algo que Fernando Jorge tinha como prioritário, consciente das dificuldades existentes no concelho e, naturalmente pela sua própria sensibilidade de médico. É uma excelente notícia, inclusiva, das que garantem condições a quem vive ou a quem quer viver no concelho.

4.º Convívio de Pesca Embarcada ao Achigã A Associação Recreativa e Cultural de Oleiros (ARCO) leva a efeito no próximo dia 24 de maio a sua quarta edição do Convívio de Pesca Embarcada ao Achigã, o qual terá lugar na albufeira do Cabril, junto à Aldeia do Xisto de Álvaro.

- EDITORA PÁGINAS DE MOTIVAÇÃO . Em toda a região, em todos os Concelhos, nas Comunidades . . Faça as suas assinaturas, apoie jornais livres e independentes . emails: jornaldeviladerei@sapo.pt / jornaldeoleiros@sapo.pt Telemóvel: (00351) 922 013 273


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PROENÇA-A-NOVA

1ª edição da Feira Franca dos Sabores de Proença-a-Nova Magda Ribeiro

A União de Juntas de Freguesia de Peral e Proença-a-Nova organizou, no Parque Urbano de Proença, a 1ª edição da Feira Franca dos Sabores de Proença-a-Nova, um evento bem organizado, com muitas novidades e visitado por muita gente. O azeite, os enchidos, o maranho, o queijo e o mel foram promovidos e estiveram em grande evidencia. O evento contou com o concurso para eleger o melhor maranho. Os resultados foram os seguintes: Na categoria de associações, Estevês, Galisteus, Associação Desportiva de Proença e Moitas obtiveram o 1º, 2º, 3º e 4º lugar, respectivamente. Na classe de restaurantes, o Gostinho da Aurora, os Amigos, Rotunda e Milita arrecadaram os

quatro primeiros lugares. Por último, na categoria individual, Maria Helena e Hermínia Cardoso posicionaram-se no primeiro e segundo lugar, respetivamente. Presença da maioria dos lagares e cooperativas de azeite do Concelho, que trouxeram o precioso

azeite para venda ao público e levaram a cabo provas de azeite. A nível de queijo e enchidos estiveram presentes alguns produtores do concelho, não faltando o saboroso queijo de cabra e ovelha curado. Na restauração, as casas presentes confecionaram os famosos

maranhos, sopas e outras preciosidades. Algumas coletividades do concelho também marcaram presença, com a venda de maranhos, filhós, tigeladas, pão caseiro e bolos. O destaque, porém, foi para Hermínia Alves e Maria Hele-

na que confecionaram ao vivo o maranho, desde o corte da carne, enchimento e cozedura. Este evento contou com o apoio da Câmara e da Santa Casa de Misericórdia de Proença. A animação esteve a cargo do Clube de Expressão Dramática da Escola Pedro da Fonseca.

Índice de exportações sobre importações em Oleiros é o mais elevado da região Um estudo do Jornal de Negócios, baseado em dados do INE de 2013, evidenciou os valores brutos das exportações e importações de cada concelho do território nacional. O concelho de Oleiros aparece destacado neste estudo com um valor de exportações de 13.547.857 euros e um valor de importações de 478.275 euros. Face a estes dados, constata-se que o valor relativo das exportações sobre as importações é muito significativo (cerca de 28,33 vezes superior), sendo o mais elevado da região.


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cASTELO BRANCO

Homenageado no Dia do Trabalhador José Lagiosa

Malpica do Tejo recorda Zeca Afonso

Com a presença de largas centenas de pessoas a Junta de Freguesia de Malpica do Tejo em colaboração com a Câmara Municipal albicastrense e a Associação José Afonso organizaram e levaram a cabo, hoje dia 1 de maio, Dia do Trabalhador, o 1º Festival José Afonso que contou com a presença de inúmeros artistas, Orfeão de Castelo Branco, grupos de bombos e do sobrinho de Zeca, João Afonso. A festa começou com um almoço popular, seguido da inauguração do busto do artista concebido e executado pelo escultor Caetano Ferreira, que afirmaria estar “muito orgulhoso de ter participado nesta homenagem”. Este foi o momento para José Manuel Galvão, presidente da Junta de Freguesia local afirmar que “esta é uma justa homenagem ao grande Zeca Afonso”, para logo de seguida acrescentar que “esta homenagem é também um agradecimento do povo de Malpica ao homem que imortalizou alguma das suas canções”. Já João Afonso, sobrinho do homenageado, agradeceu o trabalho de Caetano Ferreira, e começaria por afirmar “não sou nada de discursos”, não deixando, no en-

tanto, de referir que “vou falar com o coração”, para logo de seguida colocar uma carga emocional nas suas palavras. “Nunca falei com a estátua do meu tio, José Afonso, defronte de mim”, disse, para agradecer a terminar “aos malpiqueiros, ao povo de Malpica, com quem o meu tio partilhou canções, trabalhou canções e sei que ele tinha estima e uma enorme admiração por este povo”. Recorde-se que José Afonso recolheu presencialmente em Malpica do Tejo, no final da década de 60 do século passado, quatro cantigas do cancioneiro popular da Beira Baixa, “Maria Faia”, “Oh que calma vai caindo”, “Lá vai Jeremias” e “Moda do Entrudo”. Já Luís Correia, presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco enalteceu e agradeceu o excelente trabalho da autarquia de Malpica, na pessoa do seu presidente, José Galvão, ao organizar este primeiro festival José Afonso, “que espero seja o primeiro de muitos”, disse o autarca. Luís Correia afirmou que “para além de estamos aqui a homenagear Zeca Afonso, estamos também a homenagear as nossas gentes. José Afonso veio aqui beber aquilo

que é o nosso património imaterial”, para logo de seguida afirmar “que as nossas freguesias já deram aquele salto, já fizeram o material, as calçadas, os centros sociais, os centros de dia e já estão a valorizar o nosso património imaterial”. Depois foi a vez da música, que culminou com uma grande prestação de João Afonso, não fosse ele sobrinho do grande

Zeca e colocasse toda a emoção na recordação de algumas das canções do inúmero reportório do saudoso autor de Grândola, Vila Morena. O presidente da Junta de Malpica do Tejo, José Manuel Galvão assegurou, já publicamente, que o festival irá ter a sua 2ª edição, no próximo ano, no dia 1 de maio.

VI Passeio de Cicloturismo da Associação da Carapalha

Volta a Portugal vai ter final de etapa em Castelo Branco dia 8 de agosto

Joaquim Gomes, diretor da Volta a Portugal em bicicleta anunciou no passado dia 4 de maio, na Associação Cultural e Desportiva da Carapalha (ACDC), durante o almoço de confraternização do VI Passeio de Cicloturismo da ACDC, que Castelo Branco vai ter no dia 8 de agosto um final de etapa, no decorrer da 76ª Volta a Portugal Liberty Seguros. Momentos antes e quando falava à comunicação social, Joaquim Gomes apenas tinha garantido um final de etapa, em Castelo Branco, numa parte decisiva da prova. Depois a propósito da homenagem que recebeu da Associação acabou por revelar que será no dia 8, dois dias antes da grande chegada final em Lisboa. O diretor da mais importante prova velocipédica nacional, diria ainda aos jornalistas que a ”espinha dorsal da edição deste ano” está já delineada faltando apenas alguns acertos de pormenor. Joaquim Gomes confirmou que o início da prova é em Fafe, que haverá algumas novidades, que o Jor-

nal de Oleiros tem vindo a divulgar, como a chegada de etapa na Maia e a passagem em Santo Tirso, com final de etapa no Santuário de Nossa Srª da Assunção. A prova deste ano percorreu diversos arruamentos do bairro, seguindo depois pelo novíssimo aeródromo da cidade, Escalos de Cima, Alcains, Póvoa de Rio de Moinhos, Tinalhas onde aconteceu o reforço alimentar no Centro Recreativo da aldeia, para além do Salgueiro do Campo, já no regresso à sede do concelho. Após o retemperar de forças, os cerca de 130 ciclistas participantes na prova, bem como o staff da organização onde se incluíam os diversos motards do Clube Tuku Tuku, que garantiram a segurança da prova ao longo dos seus 65 quilómetros, voltaram à estrada em direção à cidade albicastrense, onde fizeram um percurso urbano para divulgação do evento e promoção desta vertente ciclística. O VI Passeio de Cicloturismo que foi mais uma aposta da Associação da Carapalha na divulgação do ciclismo, nomeadamente na vertente de cicloturismo, foi um enorme êxito e constitui, desde já, uma vitória da ACDC na promoção do ciclismo, direcionada à divulgação e dinamização da sua equipa, que estriou um novo equipamento, oferta da Churrasqueira da Quinta. Terminou com um almoço de todos os participantes, membros da organização e entidades convidadas, das quais se destaca Luís Correia, presidente da Câmara Municipal, Maria José Batista da vereação da edilidade e de Francisco Lourenço

em representação do presidente da Junta da cidade albicastrense, Jorge Neves e no qual José Perquilhas, presidente da Associação Cultural e Desportiva da Carapalha (ACDC), prestou uma homenagem a Joaquim Gomes, pelo seu trabalho em prol do ciclismo e pela amizade à ACDC, recordese que esteve sempre presente nas seis edi-

ções do passeio, terminando com agradecimento a todas as mães a propósito do dia que as celebra. Esta 6ª edição do passeio da ACDC contou com o apoio da Câmara Municipal e Freguesias de Castelo Branco e de Tinalhas, para além do Centro Recreativo da localidade.

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2014 MAIO

Jornal de OLEIROS

INQUIETUDE * Coluna do Director-Adjunto

Dez dias Exatamente. Estamos a dez dias para a votação nas eleições europeias. Muitos portugueses estão neste momento céticos em relação a este ato eleitoral, porque pensam que será um desperdício, o tempo que vão gastar para ir às urnas. Nada de mais errado. Estas são, sem margem para dúvidas, das eleições mais importantes destes quarenta anos que levamos de democracia. E porquê, perguntaram muitos de vocês. Porque, nunca nestas quatro décadas, a democracia esteve tão ameaçada, salvo naquele longínquo ano de 1975, nunca Portugal esteve tão dependente das políticas europeias e porque as coisa na Europa não têm corrido ao nível que colocámos, nós europeus, e portanto é necessária uma mudança. Mudança que relance a Europa no caminho da solidariedade entre povos enações, mudança que inverta esta política carregada da componente financeira, deixe de parte os interesses egoístas e mesquinhos de algumas nações e devolva aos europeus uma União que caminhe na direção de algo, chamemos-lhe o que quisermos, que devolva coesão entre os seus membros, devolva a esperança aos milhões de europeus que dia 25 de maio irão votar nas europeias. É verdade que há sempre a tentação de dizer, votar para quê, isto vai continuar na mesma, igual, não adianta de nada. Nada de mais errado. Só acontecerá isso se dos demitirmos das nossas obrigações de cidadania, não usufruirmos dos nossos direitos e abdiquemos da arma que o voto constitui nas nossas mãos. Só através do voto podemos contribuir para a tal desejada e merecida mudança. Só assumindo a responsabilidade de votar, podemos criticar. É sempre confortável ir até à praia ou ficar no conforto de um domingo relaxante em casa. Mas depois, criticar quem for eleito não pode ser opção. Porque ao nos demitirmos, perdemos a legitimidade para o fazer. A abstenção não é nenhuma manifestação de intenção de voto, de discordância ou mesmo de repulsa pelos partidos. Não, é acima de tudo uma demissão da nossa condição de cidadãos. Seremos mais cidadãos quanto mais participativos formos. Não votando, abstendo-nos, ficamos mais pobres porque a plenitude dessa condição de cidadania passa pela participação ativa na vida coletiva das nossas sociedades. Sejamos portugueses, espanhóis, franceses ou mesmo alemães. Travar as políticas de austeridade que muitos dos europeus sentem na pele, passa por ter uma voz ativa nas decisões coletivas. É isso que dá força aos povos. Assim declaro que dia 25 vou votar. Vou votar contra a abstenção. Vou votar na mudança. Vou votar por uma Europa solidária, coesa, desenvolvida e porque não federalista. Votem em quem votarem, o importante é votar. Conto convosco.

...a caminho de Fátima

O Jornal de Oleiros acompanhou na manhã de dia 8 os Peregrinos que às centenas rumam a Fátima para o 13 de Maio. Impressionante. Fantástico o apoio das populações que ficam e uma palavra para a GNR que esá em força na estrada a apoiar. Bravo. A imagem é na estrada N.238, entre Milrico e Oleiros.

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Segurança dos caminhantes reforçada no “Trilho das Cascatas” O Autarquia de Vila de Rei procedeu, nas últimas semanas, a obras de manutenção e melhoramento ao longo do Percurso Pedestre “Trilho das Cascatas”. Um dos mais procurados Percursos Pedestres Vilarregenses vê agora os seus trilhos da zona da Bicarola e dos Poios acompanhados por corrimões, que permitem uma maior segurança aos caminhantes e que possibilitam assim uma melhor visão sobre toda a área das quedas de água. A Autarquia prepara já também um reforço da limpeza e sinalização do percurso, garantindo as melhores condições para os seus visitantes. O “Trilho das Cascatas” é um percurso pedestre circular de pequena rota, com início e fim

em Vila de Rei, que, ao longo de 10 km, percorre as margens das ribeiras do Lavadouro, do Vale Feito e da Vila, onde se incluem várias cascatas em vales rochosos e paisagens magníficas. O percurso encontra-se devidamente limpo e sinalizado durante todo o ano, podendo ainda os interessados consultar informações adicionais no Roteiro Turístico disponível em www.cm-viladerei.pt. Para Paulo César, Vice-Presidente do Município de Vila de Rei e responsável pelo pelouro do Turismo, “os Percursos Pedestres Vilarregenses são já uma mais-valia turística do Concelho, recebendo anualmente largas centenas de pessoas. A Autarquia de Vila de Rei irá manter a sua aposta nestes trilhos, que

mostram alguns dos nossos mais belos recantos, reforçando a sua segurança, limpeza e sinalização de modo a que os seus visitantes possam usufruir da melhor maneira de todas as suas potencialidades.”

Pedro Machado participou na ecomm 2014 Florença | 7 a 9 Maio’14

O presidente da Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, participou na 18ª Conferência Europeia sobre Gestão da Mobilidade (ECOMM), que decorreu de 7 a 9 de Maio, na cidade italiana de Florença. A ECOMM 2014 teve como tema principal "Criar a ponte para

um futuro verde, justo e próspero da mobilidade". Pedro Machado integrou a comitiva da Comunidade Intermunicipal do Oeste – OesteCim, a convite do Gabinete de Planeamento, Inovação e Avaliação – GPIA, do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, IP. A ECOMM realizase anualmente sob a supervisão da Plataforma Europeia para a Gestão da Mobilidade – EPOMM. Ponto de encontro para os especialistas nesta matéria, vindos de toda a Europa, tem como principal objetivo a promoção do conceito de Gestão da Mobilidade e o desenvolvimento do conhecimento nesta área.

Neste contexto, a edição de 2014 visou partilhar casos de sucesso, debater a mobilidade inteligente e inclusiva, a coesão territorial e social das cidades e regiões, e o desenvolvimento urbano sustentável, temáticas cuja materialização confere notoriedade e competitividade aos destinos. Os trabalhos tiveram lugar no palácio de congressos de Florença, e contaram com cerca de 400 participantes nas diversas sessões técnicas, matéria a que voltaremos posteriormente. European Conference on Mobility Management - ECOMM 2014 | www.ecomm2014.eu

Dia Mundial do Trânsito celebrado em Vila de Rei Os alunos do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas de Vila de Rei comemoraram, na tarde do dia 5 de Maio, o Dia Mundial do Trânsito, numa iniciativa promovida pelo Serviço Municipal de Proteção Civil e pelo Agrupamento de Escolas de Vila de Rei. A iniciativa, realizada nas instalações da Escola Fixa de Trânsito, contou com a presença de elementos da Guarda Nacional Republicana, que sensibilizaram as crianças para as formas corretas de se comportarem na via pública enquanto condutores das suas bicicletas ou skates e enquanto peões, e dos Bombeiros Voluntários de Vila de Rei, que realizaram algumas demonstrações com um veículo de desencarceramento. Ricardo Aires, Presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, esteve presente na iniciativa, salientando que “a Autarquia voltou, desta forma, a juntar-se às celebrações do Dia Mundial do Trânsito, promovendo uma iniciativa que permite que as nossas crianças possam, de uma forma descontraída, tomarem conhecimento de diversas ações relacionadas com o trânsito e com o trabalho das forças de segurança, como os Bombeiros e a GNR.”

Biblioteca Municipal recebe formação de Restauro de Livros O CEARTE – Centro de Formação Profissional do Artesanato, em colaboração com a Biblioteca Municipal José Cardoso Pires, vai promover, de 4 a 19 de Julho, o curso de Iniciação às Técnicas de Restauro do Livro. A iniciativa será realizada às sextas-feiras (das 15h00 às 21h00) e aos sábados (das 09h00 às 13h00 e das 14h30 às 18h00), na Biblioteca Municipal José Cardoso Pires. Todos os interessados deverão efetuar a sua inscrição na receção da Biblioteca ou solicitar mais informações através do 274 890 000 ou do endereço de correio eletrónico biblioteca@cm-viladerei.pt. Em www.cm-viladerei.pt pode consultar o folheto promocional do curso e ter acesso à respetiva ficha de inscrição.

Complexo de Piscinas de Vila de Rei celebrou Dia da Mãe O Complexo de Piscinas de Vila de Rei celebrou nos pretéritos dias 7 e 9 de Maio, o Dia da Mãe. Durante o dia de quarta-feira, as crianças do Jardim-de-Infância do Centro Escolar e do Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia de Vila de Rei, da parte da manhã, e das aulas de Natação para Bebés e Natação para Crianças, da parte da tarde, poderam convidar as suas mães a participar, gratuitamente, nas suas aulas. Em 9 de Maio, foi a vez das crianças da Creche Municipal e Creche da Santa Casa terem oportunidade de contar com a presença das suas progenitoras durante a aula. A ação pretendeu com sucesso que, através de diversos jogos e brincadeiras aquáticas, as crianças e as suas mães comemoracem conjuntamente esta data tão significativa.


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IDANHA-A-NOVA

Confraria do Bodo de Salvaterra do Extremo apresenta-se ao povo Os órgãos sociais da Confraria do Bodo de Salvaterra do Extremo tomaram posse no passado mês de abril, numa cerimónia que decorreu nos antigos Paços do Concelho da aldeia. Constituída em setembro de 2013, a Confraria tem 48 confrades e propõe-se a preservar o Bodo de Salvaterra do Extremo, tradicionalmente realizado na segundafeira de Páscoa, inserido na Festa em Honra de Nossa Senhora da Consolação. Após três anos sem ser realizado, o bodo regressou este ano, no passado dia 21 de abril, pelas mãos da nova confraria. Para o Mordomo-mor, Carlos Rascão, o retomar da tradição do bodo representa o concretizar dos objetivos. “Esta confraria tem a responsabilidade de realizar o

bodo caso não existam festeiros nomeados para o efeito, mas tem, sobretudo, a missão de preservar o bodo na autenticidade que o caracteriza, servindo à população pratos típicos de ovelha, cabra e

pão e vinho de qualidade”, refere. Na tomada de posse dos órgãos sociais foi feito Confrade de Honra o presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, em reconhecimento do

Município executou 91,56% da receita e paga a 17 dias

O Relatório e Contas do exercício de 2013 da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova foi recentemente aprovado em reunião do executivo camarário. No documento, aprovado por unanimidade, destaca-se a excelente taxa de execução da receita prevista no orçamento de 2013, que atingiu os 91,56% (receita cobrada bruta). Outro indicador positivo foi a redução do prazo médio de pagamento a fornecedores, o qual passou de 20 dias em 2012 para apenas 17 dias em 2013, de acordo com dados da Direção-Geral das Autarquias Locais. Note-se que o valor total das receitas cobradas em 2013 ultrapassou os 18 milhões de euros (18.311.454,72€) e o valor total da despesa paga foi de 18.136.045,17€ (taxa de execução de 90,68%), ficando um saldo de gerência de 175.409,55€. As rúbricas com maior peso na despesa foram a aquisição de bens e serviços (iluminação pública, água, esgotos), as despesas com pessoal (23,88%) e a aquisição de bens de capital.

O presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, mostra-se satisfeito com os bons resultados da gestão municipal em 2013. O autarca realça que numa fase de transição entre quadros comunitários de apoio, o Município continua a executar projetos de investimento, no sentido de beneficiarem dos fundos disponíveis em “overbooking”, resultante da elevada taxa de execução do QREN 2007-2013 por parte do Município. Ao mesmo tempo, refere Armindo Jacinto, a autarquia preparou-se da melhor maneira para aceder, durante o ano de 2014, aos fundos do próximo quadro comunitário (Portugal 2020).

Ainda numa análise ao Relatório e Contas de 2013, o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova observa que os níveis de execução orçamental refletem a preocupação da autarquia em “planear bem para executar bem”. Também o “bom desempenho no pagamento a fornecedores” é indicativo da capacidade do Município em cumprir atempadamente os seus compromissos para com terceiros. Não obstante a gestão rigorosa do orçamento, a autarquia aumentou os apoios e investimentos nos domínios da ação social, educação e no apoio à atividade económica no concelho.

apoio e disponibilidade sempre manifestados pela autarquia. Estiveram presentes, mais de um milhar de pessoas no Bodo de Salvaterra do Extremo, incluindo muitos visitantes espanhóis.

Esta festa nasceu na sequência de uma promessa ancestral a Nossa Senhora para proteger as searas de uma violenta praga de gafanhotos, que terá acontecido em 1877.

Santuário da Senhora do Almurtão

Inaugurado espaço “Formas de Fé”

O espaço “Formas de Fé”, destinado à venda de artigos e lembranças de Nossa Senhora do Almurtão, foi inaugurado na passada sexta-feira, após obras de requalificação promovidas pela confraria que administra o santuário, com o apoio do Município de Idanha-a-Nova. A inauguração oficial da loja e zona de queima de velas, situada no recinto da Nossa Senhora do Almurtão, integrou as comemorações do 40º aniversário do 25 de Abril em Idanha-a-Nova. O ato inaugural coube ao presidente do Município, Armindo Jacinto, e ao Padre Adelino Américo Lourenço, pároco de Idanha-a-Nova e reitor da Confraria de Nossa Senhora do Almurtão. A propósito da “Revolução dos Cravos”, o autarca recordou o contributo de Zeca Afonso, músico que ficou indelevelmente associado ao derrube do Estado Novo, na imortalização da canção “Senhora do Almurtão”. Por seu lado, o Padre Adelino Lourenço enalteceu os melhoramentos realizados no espaço “Formas de Fé”, por representarem “uma prova de respeito para com a devoção das pessoas”. Aquele local de romagem e devoção vai futuramente ser valorizado com a criação da Rota da Senhora do Almurtão, que consiste num percurso pedestre que liga as fontes localizadas nas imediações do santuário, para além da instalação de sinalética relativa às cerimónias e rituais da romaria.

LEIA ASSINE E DIVULGUE Direcção Técnica: Dra Maria Odete da Conceição Guerra Rua dos Bombeiros Voluntários - Oleiros Telefone 272 681 015 . Fax 272 681 016


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Vila Velha de ródão

Câmara executou 101 por cento da receita prevista em 2013 O presidente da Câmara de Vila Velha de Ródão anunciou a execução de 101 por cento da receita prevista no orçamento de 2013, sendo que o peso dos juros da dívida representa menos de três por cento do total da despesa. “As contas refletem o que foi o resultado de um par de anos em que esta câmara teve uma gestão rigorosa, séria e transparente. Em termos de execução das receitas correntes temos 101 por cento, penso que seremos, a nível nacional, dos melhores”, referiu Luís Pereira, sexta-feira, dia em que a Assembleia Municipal aprovou, por unanimidade, o relatório de contas referente ao exercício de 2013. Outro indicador que o autarca realçou diz respeito ao peso dos juros da dívida que “representam menos de três por cento do total da despesa” da Câmara. “Depois de 12 anos em que fizemos os investimentos em in-

fraestruturas que estão à vista de todos e que lançaram este Concelho para um patamar de desenvolvimento invulgar para um concelho desta dimensão no Interior, estes resultados demonstram bem o rigor e a determinação de quem esteve à frente da autarquia”, referiu o autarca. Luís Pereira sublinhou ainda que

aqueles que falam de despesismo no poder local “não têm a coragem de atacar o verdadeiro despesismo e estão a atacar o Interior e as suas gentes, retirando-lhes serviços a que têm direito e mantendo outros de utilidade duvidosa perto dos centros de decisão”. “Temos muitos serviços em Lisboa de utilidade duvidosa para o cidadão, sorvedouros de dinheiros públicos e esses não são postos em causa”, adianta. O presidente da Câmara de Vila Velha de Ródão refere que elogiava o Governo se tivesse a coragem de atacar esse problema e deixar o Interior em paz. “O Interior já demonstrou ter a capacidade de com poucos recursos, promover o desenvolvimento e dar resposta às questões sociais que são enormes. Temos ainda essa capacidade de nos substituirmos à Administração Central e resolver os problemas das pessoas”, concluiu Luís Pereira.

De 10 de maio a 12 de junho na Casa das Artes

Luís Athouguia expõe Triunfo da Parábola Foi inaugurada no passado dia 10 de maio e estará patente até 12 de junho, na Casa das Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão a exposição de pintura de Luís Athouguia. Segundo o Professor Catedrático, Carlos-Antero Ferreira Poeta, “Na obra de Luís Athouguia, a aproximação à dimensão infinita da criação, desperta os sentidos e apela à nossa cumplicidade. O discurso criativo de Athouguia, um tempo narrativo de sintaxe surpreendente, numa gramática de sábias conjugações, transpõe e amplia a bidimensionalidade plana do papel, para o espaço expandido e infinito da nossa imaginação, interpretativa e recriadora. Pintura de sábios acertos e equilíbrios, pintura de insatisfação permanente e busca constante,

"... Tudo o que é complexo é inútil" Maria dos Reis Loução Martins Fernandes

O Homem, tal como qualquer animal, é um ser fantástico, simplesmente, racional e diferente. Tem pelo menos duas capacidades incríveis: A "definição" e a "interpretação". O poder de definir é a capacidade que o Homem tem de reunir numa proposição os caracteres essenciais de uma ideia. Na linguagem de Paul Valery "Tudo o que é simples é falso e tudo que é complexo é inútil". A interpretação é a que permite explicar o que há de obscuro e confuso em cada mente e cada dilema. O Homem não deve ser analisado isoladamente, mas sim como um membro duma sociedade comum, como parte integrante de um determinado meio, com as suas características próprias, ideias, sentimentos e religião. Ao definirmos e interpretarmos Sociedades, deparamos com diferentes formas de agir, manifestar ou desenvolver o mesmo facto. Cada Região forma a sua Sociedade própria, muito ciosa dos seus costumes, características e crenças comuns. Vivem as suas verdades próprias transmitidas ao longo de gerações. Aqui, no entanto, surge um géneto de pessoas que, perante as agruras e problemas da vida, sofrem duplamente, manifestando perante a sociedade que os rodeia, revivendo e repartindo os acontecimentos em busca duma libertação interior. Por outro lado, há pessoas diferentes, nem melhores nem piores, que perante os mesmos factos da vida, embora vivendo os problemas com a mesma intensidade, têm a força interior necessária para, inconscientemente, ultrapassaram os piores momentos, sem nunca se deixarem esmagar pelas consequências. O tempo encarrega-se de pôr tudo no seu devido lugar. "... Tudo o que é complexo é inútil"

Freguesia de Cambas (OLR)

de uma gestualidade gerada num vocabulário de grande riqueza inventiva, exaltação totémica da cor, em contraste frequente com as inclusões reguladoras, do bran-

co total e do negro absoluto”. A exposição pode ser visitada no horário habitual da Casa das Artes e Cultura.

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CRÓNICAS DE LISBOA

Haja Silêncio Serafim Marques Economista

Faz-me confusão o comportamento de muitos dos participantes nos velórios, porque com excepção dos familiares mais directos, manifestando sentimentos genuínos pela morte do seu ente querido, alguns fazem dos velórios um “ponto de encontro”, porque assim o é, de facto, para muita gente que só se encontra naqueles “eventos”, aproveitando, então, para pôr a conversa em dia e abusar de todo o tipo de “festas”. De tudo se fala, das vidas próprias e alheias, contam-se anedotas, etc,. Ali, a morte foi apenas o pretexto para os encontros e porque, por vezes, o “dever do faz de conta”, para parecer bem aos familiares do defunto, também não pode ser esquecido. Aliás, nos velórios, o tempo passa lentamente, pelo que urge “matar o tempo” que dura um velório, embora agora muitos deles encerrem durante a noite, por questões de segurança e comodidade dos familiares. Afinal, o defunto pode muito bem “dormir” sozinho na casa mortuária e não é a companhia dos familiares que lhe vai restituir a vida, embora para estes o tempo de espera ajude a fazer o luto, questão verdadeiramente importante e, por vezes, dramática, porque o luto começa na morte mas vai muito para além da despedi-

da no funeral. Para muitos, a dor, por vezes brutal, da perda é sentida como um fim, como uma tragédia, como algo que nos tiram, limitando a nossa capacidade de gestão dessa perda e a capacidade para reinvestirmos na vida pósperda. “A vida continua” - diz o povo e manter viva a memória daquele que nos deixou é a melhor homenagem que lhes podemos tributar, por ele e por nós, os vivos que continuaremos o ciclo da vida. Nalgumas culturas, um funeral é uma festa ,apesar da maior ou menor dor que a perda representa para cada um dos vivos, mas, entre nós, um funeral ainda é um momento de dor, luto e consternação. Pode ser pretexto para cada um fazer a sua auto análise de vida e das relações que manteve para com o defunto e se nada ficou por “resolver” (um perdão, um agradecimento, etc), ainda em vida daquele, e com maior ou menor medo da morte, olharmos para a vida, seja no ponto de vista metafísico, seja nos demais aspectos que se servem do corpo que um dia acabará também ele a sua função na terra e para lá irá, mesmo que em forma de cinzas, prática agora mais moderna . Diferente postura é o que observamos nas salas de espera dos consultórios médicos ou hospitais. Ali, o ambiente é mais pesado, talvez porque o que nos leva lá seja algo que dói e que, por amor à vida, sentimos mais esse

“amor” quando estamos doentes, e tudo fazemos para salvar o corpo e evitarmos o sofrimento que, assim se crê, não existe no pósmorte. Naquela antecâmara do diagnóstico médico, muitas pessoas competem pela doença e pelo sofrimento, suspiram, gemem e sem escutar o interlocutor até ao fim interrompem e atropelam o seu discurso, clamando para si próprio o primeiro lugar da doença, do sofrimento e da desgraça. Fazem ali uma espécie de catarse dos padecimentos , próprios e alheios, mas de tão repetido, o monólogo flui sem quebras ou interrupções, para martírio dos pacientes presentes. Precisam , contudo, que alguém dos presentes na sala, lhes dê a oportunidade para iniciarem as lamentações e desfiarem, em catadupa, todo os episódios, ao pormenor, de todos os males de que padecem e que, esgotado o rol dos próprios, recorrem aos dos familiares, vizinhos e conhecidos. “Olhe, mas o meu marido teve muito pior”. “... e no ano passado foi o nosso filho...”. Ou ainda : “Nem imagina o coitado do meu vizinho, o que ele sofre”- argumenta. “Pior ainda foi o amigo do meu vizinho que morreu com essa doença” -contra ataca a outra parte. Nesta altura, e muitas vezes, o tom já vai alto, assumindo o “diálogo” o teor de discussão e a mais feroz competição está ali patente, não passando despercebida a ninguém, mesmo que tente alhear-se de tanto “so-

frimento”. Se alguém ousa entrar no “campeonato das doenças”, então a luta é renhida e só acaba quando um dos “sofredores” é chamado para a consulta. Até lá, cada um recorre às doenças e sofrimentos que a sua “equipa” padece, sempre com o objectivo de marcar pontos e derrotar assim o adversário. Obviamente que há algumas excepções e que fazem duma sala de espera o local ideal para “desenferrujar a língua” e a alma, tipo “ figurantes de bairro” que fazem ali uma espécie de púlpito para de tudo falarem, saltando de tema em tema, com a autoridade dos “sabe tudo” que, para além do “blá blá”, pouco se importam se o ruído incomoda os presentes, muitos deles com as debilidades que ali os levaram. Afinal, estão ali, com pouca paciência para ouvirem os “papagaios sabichões, críticos e autoritários” que, ainda por cima, abusam dos decibéis. Por vezes , apeteceria fugir dali ou dar um grito de: “SILÊNCIO”. Aliás , raramente se vê afixado qualquer aviso nesse sentido, mesmo nas salas de espera das urgências “laranjas” (segundo grau de prioridade nas urgências hospitalares) ainda mais agora que se usa e abusa da utilização dos telemóveis, por vezes a centímetros dos nossos ouvidos ou vários utilizadores em simultâneo, tornando o ambiente bastante ruidoso . O pessoal de enfermagem ou auxiliar, que de-

veria zelar por um ambiente de silêncio desses espaços, não tem autoridade moral, porque, nesse aspecto, também não são um bom exemplo. Infelizmente , tenho passado, como doente, por vários serviços hospitalares, incluindo internamentos, nos últimos anos e apenas num deles vi afixado o seguinte : “O ruído não faz bem! O bem não faz ruído !”. Se nas capelas mortuárias é mais comum encontrar algum aviso a convidar ao silêncio e ao respeito pela dor, neste caso dos vivos, nos locais de “sobrevivência”, tal é muito raro. Não fomos criados para sofrer, mas sim para viver a nossa humanidade, em tudo o que ela significa, e essa manifesta-se tanto na presença da morte física dos outros, como na dor, nossa e alheia. “Poderei morrer da doença, mas a doença não me matará” - mensagem de elevada coragem e atitude de Manuel Forjaz que, recentemente e aos cinquenta anos, morreu de cancro e que, ainda na vida que cada vez sentia mais curta, pediu que o seu funeral fosse uma cerimónia alegre e que nele não houvesse choros nem vestidos e fatos pretos. A mim, que o “conheci” apenas nos poucos programas que fez na televisão (num canal por cabo e em horário tardio....), até poucos dias antes de falecer, tocou-me, profundamente, pelo exemplo de coragem e outras qualidades, mas também pela “dor da morte prematura”.

A Democracia Tutelada Joaquim Vitorino

O que se passou recentemente com o órgão máximo de Soberania que é a Assembleia da República, deixou os portugueses incrédulos; mas ficaram esclarecidos no dia 25 de Abril com o discurso da Presidente daquela Instituição, que anteriormente se deslocou a uma associação para provavelmente justificar a limitação das intervenções nos 40 anos do 25 de abril, só a representantes eleitos. Não se compreende que a Presidente da Assembleia da República que é a 2ª figura do Estado, não tenha recebido na Assembleia aquela associação, optando por ser a “Assembleia a deslocar-se” na pessoa da sua Presidente, que embora tenha toda liberdade para o fazer, pode ser considerada uma subserviên-

cia para com aquela associação. Os militares têm a obrigação de proteger o país e as instituições eleitas; e o 25 de Abril não é pertença exclusiva de ninguém, é de todos os portugueses; sendo a casa da democracia a Assembleia da República e não o Largo do Carmo. Cumpri 44 meses de serviço militar obrigatório, entre (Janeiro de 1964 -/- Outubro de 1967) e como eu foram centenas de milhares, que nunca pediram um cêntimo de compensação ao país; muitos morreram no Ultramar ao serviço de Portugal mas ninguém se lembrou deles na celebração dos 40 anos da “revolução” como lhe chamam alguns. Portugal encontra-se de mãos vazias nada tendo para oferecer aos nossos descendentes, e foi para esses que o discurso do Sr. Presidente da República foi direcionado, completamente ao inverso da Presidente da Assembleia, que cabia perfeitamente no proferido pelo PCP e BE. Ninguém se pode arrogar de ser dono de um país, ou que este

terá que lhes prestar vassalagem até ao resto das suas vidas. Portugal pertence às nossas crianças e aos seus descendentes; e não a uns quantos que falam em democracia que há 40 anos tentam tutelar. Os portugueses votam nos partidos para que formem governos; é este ato que dá legitimidade à Assembleia da República, e não a grupos ou associações que não se submeteram a votos. O discurso do Sr. Presidente da República foi claro e objetivo, o da Presidente da Assembleia deixou-me surpreendido porque quem citou nas suas pala-

vras, estava naquele momento no Largo da Carmo, a fazer um apelo á violência contra as instituições eleitas democraticamente; as que eles prometeram defender. Os militares reconhecidamente devolveram aos portugueses a liberdade, mas a ditadura só foi tão longe porque as forças armadas o iam permitindo, não existem dúvidas; foi um episódio do passado em que muitos ainda querem tirar alguns dividendos; assim andamos em acertos de contas, até ao fim da vida deles; num país civilizado e verdadeiramente democrático, esta situação

não faria qualquer sentido. Foi lamentável ver um Ex-Presidente da República com um passado democrático que ninguém duvida, a abraçar alguém que tentou impor em Portugal uma ditadura, de longe muito pior que aquela que terminou há 40 anos. Portugal está cada vez mais parecido com países como a Venezuela; a única diferença é o Presidente da República, que vai mantendo alguma “ordem” na casa; virá o dia em que os portugueses o compreenderão. Os guardiões da democracia, são os que colocam os seus votos nas urnas; o 25 de Abril é para ser recordado e não explorado seja por quem for; porque só serve a democracia quem não se alimenta e vive à custa dela. O PS e PSD, têm o dever patriótico de se entenderem, para dar alguma esperança às nossas crianças e às futuras gerações; não será tarde de mais, mas é muito urgente. A pobreza no nosso país nunca vem só; arrasta com outros males associados, onde a perda de dignidade do seu povo é a mais evidente.


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BELMONTE

No dia do concelho

Sócrates regressa ao ponto de partida para homenagem O antigo primeiro-ministro, José Sócrates, recebeu, no dia do concelho de Belmonte, a 26 de abril, de forma simbólica a chave do castelo e recordou a primeira ação de campanha da sua carreira. “Foi em 1985 que me candidatei pela primeira vez ao cargo de deputado do PS pelo círculo de Castelo Branco. Fui convidado por António Guterres para seu número dois. A campanha começou exatamente aqui em Belmonte, na feira. Foi a minha primeira ação de rua e nem sabia o que fazer”, recordou Sócrates. Perante um salão nobre completamente cheio, José Sócrates lembrou ainda os amigos beirões e belmontenses de toda a vida, com ênfase para o papel de Luís Elvas, aproveitando para falar de liberdade e do 25 de Abril. “Foi a revolução dos

cravos de 74 que iniciou um movimento de democracias em todo o mundo”. Por seu turno António Dias Rocha, presidente da Câmara Municipal de Belmonte não deixou de elogiar o amigo Sócrates.

“Mais do que um primeiro-ministro de créditos reconhecidos, foi um amigo do Interior. Mais do que um amigo de intenções, foi um amigo de ações. Ajudou a concretizar o arranjo do Castelo e a sua envolvente, concre-

Penamacor

Encerramento de finanças é “má gestão” diz António Beites António Luís Beites, presidente da Câmara de Penamacor afirmou que o eventual encerramento da repartição de finanças local é “má gestão” por parte do Governo e reiterou a disponibilidade do município em fazer face aos custos de funcionamento. “Há cinco, seis anos, o Estado investiu dinheiro em obras de remodelação deste espaço e agora vem dizer que é para encerrar. Isto não faz sentido e é claramente uma má gestão dos recursos por parte do Governo”, sublinhou António Luís Beites. O autarca recordou que através da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa os municípios integrantes já deram a conhecer à tutela a disponibilidade para fazerem face aos custos de funcionamento associados, que, sublinhou, “nem são tão elevados quanto isso”. “Atualmente pagam [o Governo] uma renda simbólica pelas instalações, mas também estamos disponíveis a abdicar desse valor e a realizar os pagamentos da água e da luz. Ou seja, este encerramento não traz qualquer poupança e a ocorrer será apenas encerrar por encerrar”, fundamentou. António Luís Beites garantiu que o serviço em questão tem “um volume de trabalho significativo”, que justifica a manutenção daquela repartição num concelho que,

tizou o apoio financeiro para a compra do Solar e Tulha dos Cabrais, apoiou a concretização de Ecomuseu do Zêzere e aprovou o novo quartel da GNR de Belmonte”, disse o autarca, realçando ainda “o papel influente na criação da Faculdade de Medicina, o Projeto Polis ou a conclusão da A23, (sem portagens)”. O presidente do executivo belmontense aproveitou, ainda,

a ocasião para prometer uma atitude arrojada e corajosa nos próximos anos: “A mentalidade pequena, faz pequenas as pessoas e os povos. É preciso perder esse complexo, assumir uma estratégia, rasgar mentalidades, fazer novas conquistas. Não é a poupar uns cobres que nos desenvolvemos, pelo contrário, é investindo que atraímos novas vontades, novas energias para o futuro”.

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A Junta de Freguesia de Álvaro (Oleiros) segundo os censos de 2011, é dos mais envelhecidos e desertificados do país. “Isto é mais uma medida que só irá acentuar as diferenças entre Litoral e Interior e agravar as dificuldades que as nossas populações enfrentam”, referiu. Entre os argumentos, António Luís Beites apontou ainda o facto de a rede de transportes públicos não ser a mais adequada. De acordo com o memorando de políticas económicas e financeiras que acompanha o relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a 11.ª avaliação ao Programa de Ajustamento Econó-

mico e Financeiro (PAEF), tornado público na segunda-feira, o executivo escreve que pretende “estabelecer até ao final de 2014 um departamento dedicado aos serviços do contribuinte”, para “unificar a maioria dos serviços” e “melhorar a relação [dos contribuintes] com a administração” fiscal. “Como parte desta reorganização, 50% das repartições locais de finanças vão ser encerradas até ao final de maio de 2014”, lê-se no mesmo documento. A lista final das repartições incluídas não é conhecida, mas Penamacor integrava aquela que foi divulgada em 2013.

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Ainda a reforma das instituições do estado António D’Orey Capucho

Desde há muitos anos que tenho defendido uma profunda reforma das instituições do Estado e regeneração interna dos Partidos, indispensáveis designadamente à recuperação da confiança dos cidadãos. Começando pelos Partidos, não se pode justificar perante os contribuintes que o financiamento das respectivas actividades correntes ou em campanhas eleitorais, tenha tão baixa participação dos militantes de cada um e no essencial esteja a cargo do orçamento do Estado, ou seja, dos contribuintes. Por exemplo, no caso do PSD, a quota anual é apenas de doze euros. Defendo consequentemente uma redução radical da comparticipação do Estado, sem prejuízo de considerar os Partidos pedras basilares da organização da nossa democracia. Defendo ainda o termo das isenções fiscais de que beneficiam, nomeadamente do IVA, e se recusaram a alargar às candidaturas independentes. Muitas são as medidas que entendo necessárias para a regeneração dos Partidos, mas concentro-me naquela que considero mais importante e urgente: a reforma das leis eleitorais, a começar pela lei eleitoral para a Assembleia da República. Neste âmbito, desde logo com a redução do número de Deputados de 230 para o mínimo constitucional de 180, como defendeu Sá Carneiro em 1979 e o próprio PSD

confirmou em 1999, isto sem prejuízo da proporcionalidade e da representatividade. Concomitantemente deveriam ser criados círculos uninominais abertos a candidatos independentes, a par de um círculo nacional em que a ordenação dos candidatos seria determinada pelo voto preferencial dos eleitores. Assim se reforça a eficácia do trabalho parlamentar, a representatividade efectiva dos eleitos e a ligação estreita destes aos eleitores. E, questão que não é menor, seriam obtidas poupanças significativas e muito emblemáticas. Lamentavelmente, embora afirmando defender o essencial do que antecede, o PSD considera a revisão em causa prejudicada face à discordância do parceiro da coligação. Esta incrível subserviência ao CDS, de quem estamos reféns neste e noutros capítulos, impede uma revisão em tempo útil para as próximas eleições legislativas, o que é lamentável face à disponibilidade já manifestada pelo PS, facto que deveria proporcionar a abertura urgente de negociações bilaterais entre os dois principais partidos portugueses. No âmbito da reforma das instituições do Estado creio que deveriam ser abertos debates alargados sobre outras questões que julgo importantes e urgentes, como sejam: • a redução de dois para apenas um mandato, embora alargado a seis anos, do exercício das funções de Presidente da República; • o alargamento dos poderes do Presidente da República (à semelhança do sistema francês), passando a presidir ao Conselho de Ministros, a tutelar directamente a política

externa e a representar Portugal no Conselho Europeu; • a limitação do número de mandatos dos Deputados e dos Presidentes dos Governos regionais (não vejo justificação para tal princípio atingir os Presidentes de Câmara e o Presidente da República mas não aqueles); • a abertura a listas independentes nas eleições para o Parlamento Europeu; • a extensão do regime de exclusividade aos Deputados nacionais (sou suspeito neste caso pois, nos 40 anos de vida partidária, desempenhei todos os cargos em que fui empossado em estrita exclusividade); • a obrigatoriedade de recrutamento entre cidadãos com vínculo à função pública, de pelo menos metade dos elementos dos gabinetes de apoio aos titulares de cargos políticos, em ordem a combater o escândalo da proliferação dos chamados “boys” sem qualificação relevante. Entrei em rota de colisão com o Governo há cerca de dois anos. Não questiono a necessidade incontornável de reequilibrarmos as contas públicas e compreendo desde o princípio a necessidade de medidas de austeridade muito significativas. Mas considero que a terapêutica do Governo pecou por excesso, ou seja, fomos muito além do que seria necessário e tinha sido acordado com a troika, com graves impactos negativos na economia, no emprego e no rendimento dos mais desfavorecidos e da classe m aosusteridade na economia na economia, no desemprego e no rendimento dos mais desfavorecidos e da classe mgos polédia.

O FAROL

Às Armas!! O autor ignora o Novo Acordo (?) Ortográfico António Graça

O título da minha crónica não pretende ser um apelo a um levantamento armado, com armas que provoquem danos físicos a quem quer que seja. Mas, se bem se recordam os leitores, um dos slogans mais utilizados a seguir ao 25 de Abril, era “O VOTO É A ARMA DO POVO”. Ora, é exactamente para esta arma, e para a sua utilização nos próximos actos eleitorais, que o presente texto pretende chamar a atenção dos leitores. Penso que as próximas eleições para o Parlamento Europeu constituem uma excelente oportunidade para os cidadãos portugueses manifestarem, de viva voz, o seu desagrado, pelas políticas impostas pela União(?) Europeia aos

países membros em dificuldades, bem como para a sua fraca actuação no tratamento das questões internacionais, razões pelas quais o parlamento Europeu precisa urgentemente de um abanão que faça acordar aquele molho de burocratas, repimpadamente instalados em Bruxelas. Estas eleições são também, e acima de tudo, uma oportunidade que os portugueses têm de lançar um sério aviso à classe política nacional, demonstrando claramente a sua indignação, relativamente aos partidos do governo, pelas suas políticas de destruição da economia e de empobrecimento do país, e, relativamente ao maior partido da oposição, pela sua atitude de abstencionismo relativamente à resolução dos problemas. É também uma boa oportunidade para os eleitores mostrarem que já não embarcam em promessas, que o passado recente demonstrou

claramente nunca serem cumpridas, e não passarem de malabarismos eleitorais. Para que isso aconteça, os portugueses têm de deixar de tratar a política como tratam o futebol, ou seja, devem variar a sua tendência de voto, não votando num determinado partido só porque é costume fazerem-no, porque é esta prática que tem conduzido a que o país seja, há várias décadas governado pelos mesmos partidos, chamados do arco da governação, a que alguém, com muito acerto, chamava há dias o arco da corrupção. Para votar sempre nos mesmos não era necessário o 25 de Abril E, para quem quiser variar, existem, pelo menos, mais 15 partidos ou movimentos em quem pode votar. O resultado para esses partidos individualmente poderá não ser relevante, mas o global poderá assumir um importante significado político. Até breve

Lamentei não termos exigido mais tempo e melhores condições para o saneamento das contas públicas, nem termos invocado as sucessivas confissões de fracasso do FMI quanto aos erros de diagnóstico, à errada utilização dos efeitos multiplicadores da austeridade na economia e ao reconhecimento dos excessos do impacto da terapêutica. Por outro lado, continuo a não perceber esta incrível saga da reforma do Estado, ainda pendente sei lá de quê depois de um documento vazio de conteúdo útil ter sido anunciado tardiamente ao fim de três anos, como base de trabalho, pelo irrevogável Paulo Portas. Condeno a ligeireza e a insensibilidade com que se lida com a sacrificada classe dos reformados, referindo que os sacrifícios que lhes eram anunciados como transitórios passam a definitivos e de valor indexado à demografia e ao crescimento económico, conforme suposta proposta da comissão criada para estudar e propor soluções visando a sustentabilidade da segurança social. O meu distanciamento ao Governo acentuou-se na passada semana com a árida entrevista do Primeiro Ministro à SIC: nada de novo, nenhuma precisão sobre a natureza dos cortes adicionais que nos vai impor, nem uma palavra sobre a Europa. E o mais grave nesta entrevista foi a completa omissão de uma perspectiva estratégica de médio prazo e a ausência de uma palavra estimulante de esperança para os portugueses. Mas está tudo mal? Claro que não! Reconheço que alguns sectores têm mostrado trabalho globalmente po-

sitivo, como são, em minha opinião, os casos da saúde e do ambiente. Também não ignoro e regozijo-me com a evolução positiva de alguns indicadores económicos e financeiros. É verdade que a economia, em sintonia como resto da Europa, dá sinais promissores, embora ainda ténues. É também verdade que o desemprego global atenuou-se, embora o desemprego jovem e o de longa duração se tenha acentuado. É ainda verdade que as taxas de juro da nossa dívida desceram significativamente, a par do que sucede nos países do Sul, embora não se devam ignorar os riscos da "bolha de euforia" que "The Economista" alertava recentemente. Porém, em contraste com aqueles sinais positivos, são motivos de forte preocupação duas situações. Por um lado, o alastramento das situações de pobreza extrema a par do alargamento do fosso entre os mais ricos, cada vez mais ricos, e os mais pobres, cada vez mais pobres. Por outro lado, a convicção de que a dívida pública não é sustentável, pelo que seria urgente procurar a respectiva reestruturação, como defendi no documento que assinei ao lado de 73 personalidades. Estamos a celebrar os 40 anos do 25 de Abril de 1974. Apesar de todas as vicissitudes do percurso e das dificuldades que enfrentamos, nem por isso deixei de acreditar e de ter esperança num futuro melhor para os portugueses, tal como acreditei em 1974. Para tanto continuarei a procurar dar o meu contributo pessoal, modesta mas convictamente.


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Tinha 75 anos e foi a sepultar no Cemitério da Freguesia do Sobral, onde se realizou a Missa de Corpo Presente. Mãe da Sra. Da. Paula Maria da Silva Fernandes e Esposa do Senhor Julio Fernandes, deixa imensas saudades ao Esposo, Filha única, Netos e Genro, desejando estes agradecer a todos quantos a acompanharam à última morada. O Jornal de Oleiros, especialmente o Seu Director e Família, apresentam a estes Amigos condolências e enviam um abraço fraterno. Que descanse em paz!

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APRESENTAÇÃO Com prazer apresentamos o PORTAL de divulgação do produtos, serviços, cultura, eventos e serviço público da região do Pinhal, alargado à região coberta pela Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa. Trata-se de uma importante acção de divulgação e defesa de uma região a que nos devotamos, suportados por vários projectos complementares, como jornais e outras edições, lançado pela empresa “ Páginas de Motivação, Editora de jornais, Unipessoal, Lda., sendo o corolário de experiências e conhecimentos adquiridos e metódicamente organizados por uma equipa proactiva e dedicada em exclusivo. Neste Portal, encontraremos tudo o que de útil e indispensável produzimos, criamos, fazemos e desejamos ser no presente e no futuro, ambicionando ser úteis e parceiros fortes. Estaremos ligados a vários links complementares que nos transportarão com maior facilidade ao mundo que desejamos atingir – criando valor -. Agradecemos a Vossa adesão e apoio, patenteando a nossa total disponibilidade para evoluir continuadamente, favorecendo sempre, de forma empenhada a região em que nos inserimos. “ O Pinhal Somos Todos Nós “ e todos juntos não seremos muitos CONTACTOS email: opinhal.somostodosnos@sapo.pt Telemóvel: (00351) 922 013 273 WEB: www.opinhalsomostodosnos.pt

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O Usurpador de Nuno da Camara Pereira " Desde a morte do Rei D. Manuel II (1932) que a questão dinástica está envolta numa enorme polémica. Recentemente, porém, a questão assumiu contornos de verdadeiro assunto de Estado. Para tal contribuiu o conhecimento público de um parecer emitido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, solicitado pelo então ministro Freitas do Amaral, que reconhece D. Duarte Pio de Bragança como Duque de Bragança e chefe da Casa Real de Portugal, fundamentando essa decisão numa série de considerações, algumas deveras surpreendentes! A sucessão da Coroa de Portugal foi assim, decidida em termos «definitivos e executórios» por uma República, que apesar de se apelidar de laica e socialista, assumiu uma posição oficial inédita, que nem o antigo regime, conhecido patrocinador da linha miguelista, ousou tomar... Em O Usurpador são feitas poderosas revelações sobre a forma como foi conduzido o último processo de sucessão monárquica e sobre o destino que tomou o património de D. Manuel II, que envolve nomes como o de Salazar, monárquico convicto, e de D. Duarte Pio, pretenso chefe da Casa Real Portuguesa, numa forte polémica. Neste livro são dadas escandalosas pistas sobre qual foi, afinal, o real destino da colecção de arte, de D. Manuel II, que estava no Palácio da Ajuda aquando do incêndio que aí deflagrou... Através de uma viagem cronologicamente organizada, pela História de Portugal, desde os últimos anos da Monarquia até aos dias de hoje, o autor, num estilo próprio e muito vivo, apoiado em abundante e indesmentível documentação, desmonta, página a página, o equívoco que, à cerca de um século, envolve a questão dinástica em geral e a pretensão miguelista, em particular." * Pode adquirir este importante livro através do Jornal de Oleiros pelo preço especial de € 9,50 escrevendopara o email: jornaldeoleiros@sapo.pt

Semáforo

Sairemos do programa sem "nenhum cautelar" Pedro Passos Coelho

Sem qualquer cautela, diremos nós. Contra tudo e todos, obrigado pela "Tróika" e beneficiando dos juros baixos que o mercado hoje proporciona - não a Portugal - mas a toda a zona euro, PP Coelho lança-se, sem rede e, "seja o que Deus desejar", os Portugueses, já se sabe, aguentam tudo. Incompreensível a "alegria" da comunicação efectuada aos portugueses com as Eleições Europeias e a campanha eleitoral como pano de fundo... Deus nos ajude. PF

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